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	<title>Portal Cultura PE &#187; risografia</title>
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		<title>Marginais Heróis mistura alta e baixa tecnologias para discutir o cartaz</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2015 17:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/expo_Marginais_Herois.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-20932" alt="Raul Kawamura / Marginais Heróis" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/expo_Marginais_Herois-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A peça gráfica cartaz é o foco da exposição <strong><a href="https://www.facebook.com/MarginaisHerois" target="_blank">“Marginais Heróis”</a></strong>, na Galeria Amparo 60, em Boa Viagem, Recife. Com curadoria do designer Rico Lins, a mostra reúne diversos cartazes inspirados no lema “Seja marginal, seja herói”, do artista carioca Hélio Oiticica (1937 – 1980). Além dos cartazes criados pelo próprio Rico Lins, a exposição traz matrizes em madeira de xilogravuras assinadas pelo mestre J. Borges e aplicativo para <em>smartphone</em>, criado pelo designer HD Mabuse, para a criação de imagens pelo público seguindo a estética da mostra. A mostra foi aberta ao público na noite de quinta-feira (05). Durante o evento, os artistas falaram para os presentes sobre o trabalho desenvolvido. O projeto tem incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco, produção executiva de Ticiano Arraes e coordenação de produção de Renata Gamelo.</p>
<p>O Superintendente de Gestão do Funcultura, Gustavo Araújo, esteve presente na abertura da exposição e acompanhou o debate realizado entre os artistas. “Achei muito interessante o contraste da produção, resgatando um ofício rústico sobrepondo a uma técnica digital com alta tecnologia, o que nos remete a significados principalmente se considerarmos as imagens e iconografias utilizadas”, afirmou.</p>
<p>Na mostra, cartazes trazem imagens de Carmen Miranda, Chico Science, Raul Seixas, Chapolin, Che Guevara, Zé Bonitinho, Zé do Caixão, Maria Bonita, Tim Maia, São Sebastião, entre outros que podem ser considerados “marginais”, “heróis” ou paradoxalmente os dois papéis ao mesmo tempo. Nas matrizes de xilogravuras, o tema “Marginais Herois”, também foi explorado por Borges, que criou as gravuras “Santo Expedito”, “O encontro de Lampião com Padre Cícero”, e “Brasil – USA”, esta última com uma passista de frevo diante da estátua da liberdade.</p>
<div id="attachment_21006" aria-labelledby="figcaption_attachment_21006" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ivaldo Bezerra / Galeria Amparo 60 Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/IBS_9063.jpg"><img class="size-medium wp-image-21006" alt="Ivaldo Bezerra / Galeria Amparo 60 Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/IBS_9063-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Gustavo Araújo, Rico Lins, HD Mabuse e Márcio Almeida.</p></div>
<p><strong>DIÁLOGO SOBRE ARTE</strong> &#8211; No debate com o público, o curador Rico Lins abriu a conversa falando sobre a idéia de “misturar dois extremos, a impressão digital, de alta tecnologia, e a xilogravura, de baixíssima tecnologia, onde tem que se fazer as gravuras madeira”. Lins destacou as mudanças na criação de cartazes e o impacto da Lei da Cidade Limpa em São Paulo, que fez que diversas gráficas antigas fechassem. Falou sobre a sua parceria com a gráfica Fidalga, que ainda resiste na tipografia, e sobre outras exposições que realizou com foco no cartaz em Londres e Buenos Aires.</p>
<p>Mabuse destacou o caráter contemporâneo da exposição: “O que fez mais sentido é que nós três temos um trabalho em comum: a construção de imagens, usando dispositivos. O aplicativo dá a oportunidade das pessoas fazerem arte com a gente. E o que a gente está questionando com isso tudo é a noção de progresso. Todos os trabalhos são muito contemporâneos, tanto as matrizes das xilogravuras quanto os cartazes”.</p>
<p>Com bom humor, Borges falou sobre sua trajetória na arte popular como autodidata, a inovação fazendo gravuras com cores e contou histórias sobre aulas e palestras que realizou pelo Brasil e pelo mundo. “Trabalhei muitos anos fazendo gravura em preto e branco. Comecei a fazer gravura para ilustrar um cordel meu. Depois que uma pessoa me disse que meu trabalho era lindo e que ficaria mais bonito colorido, eu desbravei para fazer as gravuras com cores. Hoje meu trabalho é 90% colorido”, contou.</p>
<p>Com a proposta de provocar um diálogo fluente entre linguagens, técnicas e tecnologias aplicadas à criação do cartaz, o projeto promoveu dois workshops, um no Memorial J. Borges, em Bezerros; e outro no Espaço Fonte e Editora Gráfica Aplicação, no Recife. Na última sexta-feira (06), ainda foi realizado um bate-papo com Rico Lins e H.D. Mabuse com tema “Passado, Presente e Futuro do Cartaz”, no auditório do C.E.S.A.R - Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Marginais Heróis</strong><br />
<strong>Visitação:</strong> até 7 de março de 2015. Segunda a sexta, das 9 às 13h e das 14h às 19h. Sábados, das 10 às 14h (com agendamento prévio)<br />
<strong>Local:</strong> Galeria Amparo 60 – Av. Domingos Ferreira, 92 A, Boa Viagem, Recife.<br />
<strong>Telefone:</strong> (81) 3033-6060<br />
<strong>Mais informações:</strong> <a href="https://www.facebook.com/MarginaisHerois" target="_blank">facebook.com/MarginaisHerois</a></p>
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		<title>Exposição “Marginais Heróis” provoca o diálogo entre o design de cartazes, a xilogravura e a tecnologia</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2015 19:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A frase &#8220;Seja marginal, seja herói&#8221;, lema do artista carioca Hélio Oiticica (1937 – 1980), foi reprocessada através do design de cartazes em diálogo com diversas linguagens, técnicas e tecnologias. O trabalho foi desenvolvido pelo projeto “Marginais Heróis”, que realizou workshops explorando a risografia e a xilogravura. O resultado poderá ser conferido, nesta quinta-feira (05/02), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/ChicoScience_baixa.jpg"><img class=" wp-image-20802 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/ChicoScience_baixa-334x486.jpg" width="234" height="340" /></a></p>
<p>A frase &#8220;Seja marginal, seja herói&#8221;, lema do artista carioca Hélio Oiticica (1937 – 1980), foi reprocessada através do design de cartazes em diálogo com diversas linguagens, técnicas e tecnologias. O trabalho foi desenvolvido pelo projeto “Marginais Heróis”, que realizou workshops explorando a risografia e a xilogravura. O resultado poderá ser conferido, nesta quinta-feira (05/02), a partir das 19h, em exposição coletiva na Galeria Amparo 60. “Marginais Heróis” tem produção executiva de Ticiano Arraes, coordenação de produção de Renata Gamelo, incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.</p>
<p>O projeto teve curadoria do designer e ilustrador Rico Lins, que convidou mais dois artistas para o desafio: o mestre xilogravador J. Borges (Patrimônio Vivo de Pernambuco) e o pesquisador e consultor em design H.D. Mabuse. “Eu já tinha contato com os dois há muito tempo, com o J. Borges e com o Mabuse. Eu os convidei porque um lida com o low tech e o outro com o high tech&#8221;. Além dos convidados, o trabalho contou com a participação de outros designers, ilustradores, artistas e profissionais de diferentes áreas que interagiram nos workshops realizados no Memorial J. Borges, em Bezerros; e no Espaço Fonte, na Editora Gráfica Aplicação, no Recife.</p>
<p>A proposta do projeto é provocar um diálogo fluente entre linguagens, técnicas e tecnologias aplicadas à criação do cartaz, uma peça gráfica simples, feita para ser efêmera, mas que resiste seja nas ruas, memórias ou coleções. Na abertura da exposição nesta quinta (04), os artistas Rico Lins, J. Borges e H D Mabuse irão falar sobre a iniciativa em mesa de debate, aberta a participação do público. Na sexta-feira (06), a partir das 14h, haverá ainda  bate-papo com Rico Lins e H.D. Mabuse com tema &#8220;Passado, Presente e Futuro do Cartaz&#8221;, no auditório do C.E.S.A.R - Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife.</p>
<p>&#8220;A gente está trabalhando com tecnologias que misturam com o analógico e o digital. Na risografia, você tem que trocar os cartuchos. Muitos cartazes são feitos a mão. Eu nunca tinha trabalhado com a &#8216;riso&#8217;, achei interessante essa experiência. No aplicativo, apesar da tecnologia, também tem uma margem de erro que faz que a pessoa não tenha o controle total da imagem. É quando entra o acaso na criação do cartaz&#8221;.</p>
<p><strong>PROCESSO CRIATIVO -</strong> Nos experimentos foram criados cartazes com impressão em camadas, que dialogam com as matrizes das xilogravuras de J. Borges e projeções geradas a partir dos usos do aplicativo desenvolvido por H D Mabuse. O aplicativo é um convite para os usuários de smartphones que podem compor digitalmente os próprios cartazes e publicar via Instagram com a hashtag #marginaisherois.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/matriz-J-Borges-4.jpg"><img class=" wp-image-20803 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/matriz-J-Borges-4-338x486.jpg" width="237" height="340" /></a></p>
<p>O tema “Marginais Heróis&#8221; suscitou o usou imagens de Carmen Miranda, Chico Science, Raul Seixas, Chapolin,  Che Guevara, entre outros personagens de diversos contextos que se destacaram como &#8220;heróis&#8221;, mesmo estando de certa forma à margem da sociedade e suas correntes políticas, estéticas e ideológicas. No workshop, surgiram imagens de Reginaldo Rossi, Dom Pedro I e a escrava Anastacia, além de anônimos representando sertanejos e ciclistas. Ainda foram exploradas as relações entre heróis e marginais, como pode ser vista numa matriz de xilogravura intitulada &#8220;O encontro de Lampião com Padre Cícero&#8221;. Os participantes da oficina com J. Borges também criaram suas gravuras a partir do tema.</p>
<p>Os métodos de impressão utilizados no projeto também podem ser considerados &#8220;marginais&#8221;, já que foi utilizada a impressora Risograph, que funciona como uma máquina copiadora, onde cada cor é impressa de uma vez, e a xilogravura, método artesanal com matriz entalhada em madeira, muito usado na produção dos livretos de literatura de cordel.</p>
<p><b>SERVIÇO<br />
</b><strong>Marginais Heróis -</strong> <strong>Abertura da exposição e debate com Rico Lins, J. Borges e H D Mabuse<br />
</strong><strong>Data:</strong> 05 de fevereiro, às 19h<br />
<strong>Local:</strong> Galeria Amparo 60 &#8211; Av. Domingos Ferreira, 92 A, Boa Viagem, Recife.<br />
<strong>Visitação:</strong> de 6 de fevereiro a 7 de março de 2015. Segunda a sexta, das 9 às 13h e das 14h às 19h.  Sábados, das 10 às 14h (com agendamento prévio)<br />
<strong>Telefone:</strong> (81) 3033-6060<br />
<strong>Mais informações:</strong> <a href="https://www.facebook.com/MarginaisHerois" target="_blank">facebook.com/MarginaisHerois</a></p>
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