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	<title>Portal Cultura PE &#187; Rivotrill</title>
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		<title>Rivotrill mais impressionante do que nunca</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 21:26:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27781" aria-labelledby="figcaption_attachment_27781" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702789288_baa784e46c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27781" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702789288_baa784e46c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação do Rivotrill marcou reencontro do grupo após 3 anos afastados dos palcos</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>A música é feita de (re)encontros. E é feita de humanidade e inspirações que nascem dessas coletividades. Uniões férteis que dão cria a possibilidades inimagináveis de experimentação sonora. Uma das mais importantes e surpreendentes criações, representante de uma geração não só inventiva, mas profundamente intuitiva, é o <strong>Rivotrill</strong>. O trio (daí o trocadilho), após três anos sem subir nos palcos, se reencontrou, na noite deste domingo (19), no Palco Instrumental do 25º FIG (Parque Ruber Van Der Linden), e presenteou o público com um show em que queixos caídos e olhares magnetizados traduziam o impacto sonoro produzido pelo grupo, que, sim, continua em plena forma.</p>
<p>O clima antes do show era de ansiedade. O percussionista Lucas dos Prazeres não escondia o nervosismo. &#8220;<em>Meu velho, eu não imaginava que a gente fosse voltar agora! Estou aqui em estado de graça, esperando por esse momento</em>&#8220;. O flautista Júnior Crato se concentrava para a apresentação de logo mais. &#8220;<em>A gente teve, praticamente, um encontro para definir o repertório desse show. Não tivemos uma bateria de ensaios, e aí que a gente só vai saber como vai fazer quando estivermos em cima do palco. O bom é que rola esse </em>feeling<em> entre a gente, então, não tem mistério</em>&#8220;, contou. Outro motivo pra se comemorar na noite foi o aniversário do baixista Lucas Crasto, que, há três anos, fez sua primeira (e, até então, única) apresentação com o Rivotrill. Os 31 anos, portanto, foram comemorados em grande estilo.</p>
<div id="attachment_27783" aria-labelledby="figcaption_attachment_27783" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702828168_84730c3a99_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27783" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702828168_84730c3a99_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Júnior Crato</p></div>
<p>Um público gigante foi ver a apresentação, que prometia esborrar emoção e matar toda essa saudade. A energia que toma conta do palco quando o Rivotrill se apresenta é algo que sempre impressiona. E o <em>feeling</em>, citado por Júnior Crato, estava lá. A intensidade e a leveza da músicas do trio se alternavam numa frequência que emanava de cada um dos músicos, sem a necessidade de roteiro pré-definido. E isso é o que se destaca, sem dúvida, no som deles: toda a sinergia a serviço da música&#8230; a comunicação é corporal, no olhar, nas vibrações sonoras (e, por que não, espirituais?) de cada instrumento. Sem mais explicações.</p>
<div id="attachment_27787" aria-labelledby="figcaption_attachment_27787" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19704019179_3928e09a1d_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-27787" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19704019179_3928e09a1d_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas dos Prazeres</p></div>
<p>O repertório foi baseado no primeiro disco do grupo, <em>Curva de vento</em> (2007), e apresentou, ainda, duas músicas do novo disco (previsto para ser lançado em 2017, comemorando uma década do primogênito), chamadas <em>Cid, o menino que escalava montanhas</em> e <em>Cratos</em> (ou <em>Kratos</em>, ou <em>Kratus</em>&#8230; a grafia do nome ainda está sendo definida pela banda), uma música de Luiz Gonzaga e outra de Geraldo Vandré. Uma mistura que fez o Rivotrill incursionar tanto em uma leve retrospectiva como deliciar um público com o sabor de novidade.</p>
<div id="attachment_27788" aria-labelledby="figcaption_attachment_27788" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19895808451_72af752a84_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27788" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19895808451_72af752a84_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas Crasto</p></div>
<p>A base segura do baixo de Lucas Crasto, a flauta etérea de Júnior Crato e a percussão arrasadora de Lucas dos Prazeres se juntaram novamente! O resultado foi um show instigante e hipnótico, que já dá mostras do que ainda está por vir. O entrosamento entre os três continua sendo sintonia pura. Depois do show, a alma lavada. &#8220;<em>Além do amor que existe entre nós, existe a admiração mútua de um pelo talento do outro. E isso é maior do que qualquer ensaio. E também a resposta do público, que foi maravilhosa. E isso só vem mostrar a gente que a música, essa magia da música que toca as pessoas, essa festa, é uma vivência que vai além do palco, que deve se estender ao público, ao coletivo, trazer toda essa energia pro palco com a gente, que vai se perpetuar pra sempre. Todas as vezes que a gente se encontrar, vai ser pra festejar e celebrar esse grande encontro</em>&#8220;, contou Lucas dos Prazeres, após o show.</p>
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		<title>Banda Gaiamálgama, de Garanhuns, empolgou Palco Instrumental</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2012 13:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já o Chimpanzé Clube Trio aproveitou a noite no Parque Pau-Pombo para lançar CD Por Diego Gouveia Música medieval e rock instrumental. Jazz, ritmos latinos, música nordestina. Na terça-feira (18/7), o Palco Instrumental do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), evento promovido pelo Governo do Estado em parceira com a Prefeitura Municipal, recebeu quatro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Já o Chimpanzé Clube Trio aproveitou a noite no Parque Pau-Pombo para lançar CD</p>
<p>Por Diego Gouveia</p>
<p>Música medieval e rock instrumental. Jazz, ritmos latinos, música nordestina. Na terça-feira (18/7), o Palco Instrumental do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), evento promovido pelo Governo do Estado em parceira com a Prefeitura Municipal, recebeu quatro bandas e múltiplas linguagens. Apresentaram-se: Gaiamálgama, Rivotrill, Chimpanzé Clube Trio e Jaguaribe Carne.</p>
<p>No show da banda garanhuense Gaiamálgama, o público ficou pertinho do palco para conferir de perto o espetáculo. A banda se apropriou dos termos que significam terra e mistura de culturas para fundamentar sua principal estratégia: divulgar ritmos de vários lugares do mundo.</p>
<p>Compõem o grupo seis instrumentistas e cinco performáticos integrantes, que cantam, dançam e interpretam. As vestimentas remetem à Idade Média. Na apresentação, um dialeto, criado pela própria companhia, é usado para dar vida a canções tradicionais de outros países. Hungria, Índia e povos da região da Galícia são homenageados por Zhara Lins, Michele Noronha, Elnatã Souto, João Paulo Ferreira e Diorges Albuquerque.</p>
<p>O grupo existe há seis anos e é muito respeitado na cidade. “Ensaiamos muito para mostrar ao público o melhor do nosso trabalho”, disse Diorges Albuquerque. Durante a apresentação, ele interpreta a deusa hindu Kali e mostra um número de dança bastante ousado e criativo. O público vibrou com o desempenho da banda. A enfermeira Angélica Raposo saiu de Caruaru para curtir o FIG. “Fiquei surpresa com a atuação deles. Passaram por várias linguagens, utilizando diversos povos e culturas. Isso enriquece bastante nosso conhecimento”, explica.</p>
<p>Enganou-se quem achou que a banda com nome semelhante ao de um calmante iria tocar músicas lentas. Rivotrill entrou com batida forte no palco do Pau-Pombo e não decepcionou quem já acompanha o trabalho do grupo. O estudante recifense Felipe Acioly já tinha ouvido falar que o trio inovava nas suas composições. “Eles são muito criativos. O jazz é livre. Há tons do rock progressivo e nuances de vários outros ritmos”, comenta.</p>
<div id="attachment_6360" aria-labelledby="figcaption_attachment_6360" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-54.jpg"><img class="size-medium wp-image-6360" alt="Lucas dos Prazeres, na performance da banda Rivotrill (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-54-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas dos Prazeres, na performance da banda Rivotrill (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)</p></div>
<p>Na sequência, a banda paulista Chimpanzé Clube Trio comemorou dez anos de carreira com o lançamento do CD “Tudo veio do nada” no FIG. Angelo Kanaan (bateria), Felipe Crocco e Luiz Miranda (revezando-se no contrabaixo e na guitarra) trouxeram para o público um rock com sotaque funk, passando pelo reggae, samba e jazz. “Esse nosso trabalho é marcado pelo improviso. Gravamos sem ensaio ou qualquer pós-produção. Em setembro, lançaremos um novo álbum. Dessa vez, o CD será gravado no estúdio”, antecipou Luiz Miranda.</p>
<div id="attachment_6361" aria-labelledby="figcaption_attachment_6361" class="wp-caption img-width-331 aligncenter" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-55.jpg"><img class="size-full wp-image-6361" alt="Músico do Chimpanzé Clube Trio, de SP (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-55.jpg" width="331" height="475" /></a><p class="wp-caption-text">Músico do Chimpanzé Clube Trio, de SP (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)</p></div>
<p style="text-align: left;">Viola, guitarra, violão, zabumba e vozes-percussivas. Com Jaguaribe Carne, o passeio pelos ritmos populares e memórias dos irmãos Osmar e Paulo Ró ganha uma versão multimídia e instrumental. Criado na década de 1970, o grupo mostrou familiaridade com a música e com o palco. Conquistaram facilmente a audiência, que agora se prepara para os shows desta quinta-feira (19/7).</p>
<div id="attachment_6362" aria-labelledby="figcaption_attachment_6362" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-56.jpg"><img class="size-medium wp-image-6362" alt="Apresentação de Jaguaribe Carne (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-56-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação de Jaguaribe Carne (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Palco Instrumental (quinta-feira, 19/7)</p>
<p dir="ltr">17h – O Sam3a<br />
18h – Baobá Stereo Club<br />
19h – Anjo Gabriel<br />
20h – Sgüep Trio</p>
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