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	<title>Portal Cultura PE &#187; roberta guimarães</title>
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		<title>Exposição de Roberta Guimarães aborda força e belezas milenares</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 16:18:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A força e a beleza de árvores milenares – como o baobá, o troco (gameleira branca), o umbuzeiro, a castanheira-do-maranhão e a munguba – expressam sentimentos ligados à ancestralidade e ao sagrado mantidos vivos até os dias atuais. As vivências em torno delas, como espaço para conversas, encontros e celebrações, serviu de inspiração para o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A força e a beleza de árvores milenares – como o baobá, o troco (gameleira branca), o umbuzeiro, a castanheira-do-maranhão e a munguba – expressam sentimentos ligados à ancestralidade e ao sagrado mantidos vivos até os dias atuais. As vivências em torno delas, como espaço para conversas, encontros e celebrações, serviu de inspiração para o mais novo trabalho da fotógrafa e artista Roberta Guimarães.</p>
<p>A exposição Árvore da Palavra: Território Ancestral, Sagrado e da Criação dá início, neste mês de julho, a sua etapa itinerante pelo Agreste e Sertão pernambucanos, aberta ao público e com oficinas gratuitas. O projeto conta com suporte do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p><strong>ROTEIRO –</strong> A primeira parada será no Quilombo Curiquinha dos Negros, em Brejão (Agreste), que recebe a mostra desta quarta-feira (17) até domingo (21), com um bate-papo com a fotógrafa e a curadora da exposição, Joana d’Arc Lima, no dia da abertura, às 18h30. Nos dias 18 e 19 a artista realiza oficina de formação em técnicas de impressão e cópias a partir de pigmentos extraídos de flores e folhas (antotipia e fitotipia).</p>
<p>A mostra segue para o município de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, onde ocupa a Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, de 24 a 28 de julho, também com um descontraído bate-papo com Roberta Guimarães, às 17h, no evento de abertura. Como iniciativa inclusiva, conta com interpretação em libras. Já a oficina é realizada nos dias 25 e 26.</p>
<p><strong>CONTEÚDO –</strong> A mostra conta com 57 fotografias dispostas em 35 painéis, confeccionados em tecido tactel, que narram encontros nas Árvores da Palavra em Pernambuco – na Zona da Mata, Agreste e Sertão – e no continente africano – no Senegal, na Nigéria e no Benin. As obras estão distribuídas em cinco núcleos temáticos: memória, ocupação, sagrado, tradição e da pele.</p>
<p>Para a exposição foram utilizadas as próprias árvores como suportes – conectadas por meio de varais de cabo de aço. As obras, confeccionadas em canvas, materiais resistentes às intempéries (sol, chuva, vento), estão em chassis de 90&#215;60, acompanhados de textos narrativos informando sobre o projeto.</p>
<p><strong>VIVOS –</strong> O projeto vem sendo desenvolvido desde 2018, quando a fotógrafa começou a ter contato com autores como Mia Couto, Agualusa, Davi Kopenawa e Ailton Krenak, que tratam da questão ambiental conectada às relações espirituais em várias comunidades.</p>
<p>“As árvores são a maioria dos seres vivos na terra e são elas que também vivem mais. Precisamos mais delas do que elas de nós. Com minha aproximação do pensamento vegetal desses autores percebi a importância de apresentar essas relações poéticas, afetivas e ancestrais das pessoas com as árvores”, explica Roberta. “A ideia da exposição não é só trazer as imagens das árvores, mas de poder trazer um pouco dos relatos, ou pequenas narrativas dessas relações, aproximando a população da urgente necessidade de preservação e consciência ambiental.”</p>
<p><strong>TRADIÇÃO –</strong> A curadora da mostra, a pesquisadora Joana d’Arc Lima, ressalta a importância das africanas árvores da palavra, que não falavam, apenas escutavam os ruídos, os silêncios, as palavras e os corpos animados e inanimados da mãe natureza.</p>
<p>“Na tradição africana, de maneira geral, essas árvores foram feitas para ouvir todo o vilarejo. Conta-se que todo o vilarejo possui uma árvore da palavra ou dos conselhos. Sob essas árvores as pessoas sentam para discutir, tomar decisões, contar histórias, buscar conselhos”, diz.</p>
<p>Ela ressalta que o olhar do espectador, conduzido por suas lentes, consegue identificar os encontros embaixo de árvores, as relações e conexões com a presença de narradores/as, contadores/as de histórias que recolocam as experiências ancestrais de matriz africana e indígena em nosso cotidiano, apesar dos mundos digitais que insistem em invadir nossas vidas”, completa.</p>
<p><strong>PESQUISA –</strong> As fotografias foram produzidas durante pesquisa com o mesmo nome da exposição – viabilizada pelo Funcultura (2016/2017). O trabalho foi realizado no Recife, na Zona da Mata, no Agreste e no Sertão; e na Nigéria, no Senegal e Benin, países do continente africano.</p>
<p>Após esta etapa itinerante, a mostra chega ao Recife em novembro, na Galeria Arte Plural.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Exposição Árvore da Vida (@arvoredapalavra)<br />
Por Roberta Guimarães (@roberta.guimaraes.fotografia)<br />
Mais informações: arvoredapalavraexpo@gmail.com</p>
<p><strong>Etapa itinerante</strong></p>
<p><strong>Brejão (Agreste)</strong><br />
Local: Quilombo Curiquinha dos Negros | Terreiro de Marina<br />
17 a 21/7 – exposição<br />
18 e 19/7 &#8211; oficina</p>
<p><strong>Afogados da Ingazeira (Sertão)</strong><br />
Local: Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara<br />
24 a 28/7 – exposição<br />
25 e 26/7 – oficina</p>
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		<title>Roberta Guimarães abre a exposição &#8220;Agô&#8221;, no Museu do Estado de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 21:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A força da palavra &#8220;Agô&#8221;, que no idioma iorubá significa “com licença” e dá nome a mais recente exposição de Roberta Guimarães, traduz com fidelidade as imagens da fotógrafa pernambucana.  Inédito no Recife, o trabalho traz 40 fotografias, vídeos e informações sobre terreiros de xangô de Pernambuco, conduzindo o olhar para a diversidade, combate ao preconceito [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68189" aria-labelledby="figcaption_attachment_68189" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/013_Foto_Roberta_Guimaraes__-IMG_8389.jpg"><img class="size-medium wp-image-68189" alt="Roberta Guimarães" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/013_Foto_Roberta_Guimaraes__-IMG_8389-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As imagens são o resultado de mais de três anos de pesquisa feita pela fotógrafa em 14 terreiros de Xangô de Pernambuco</p></div>
<p>A força da palavra <strong>&#8220;Agô&#8221;, </strong>que no idioma iorubá significa “com licença” e dá nome a mais recente exposição de<strong> Roberta Guimarães</strong>, traduz com fidelidade as imagens da fotógrafa pernambucana.  Inédito no Recife, o trabalho traz 40 fotografias, vídeos e informações sobre terreiros de xangô de Pernambuco, conduzindo o olhar para a diversidade, combate ao preconceito e reafirmação dos direitos humanos. <strong>A abertura será no dia 23 de abril, às 19h, e segue até 2 de junho, no Museu do Estado de Pernambuco (Sala Lula Cardoso Ayres, 1º andar), com acesso gratuito.</strong></p>
<p>A exposição tem<strong> incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura,</strong> e as imagens são o resultado de mais de três anos de pesquisa feita pela fotógrafa, em 14 terreiros de Xangô de Pernambuco. O trabalho já foi registrado no livro “O Sagrado, a pessoa e o orixá”, lançado em 2013, no Recife.  São apresentadas imagens que mostram as particularidades dos rituais, respeitando a tradição e a religiosidade.</p>
<p>Algumas sessões fotográficas exigiram mais de 12 horas de trabalho seguidas, acompanhando rituais extremamente minuciosos, como o Ebó das Águas, em que o adepto passa por uma preparação, vai se banhar num rio e depois retorna ao terreiro para finalização da cerimônia. <strong>A curadoria é do antropólogo Raul Lody</strong>, um dos mais reconhecidos especialistas em cultura afro do país.  Formado em Etnografia e Etnologia pela Universidade de Coimbra, é doutor pela Universidade de Paris e responsável por dezenas de estudos na área das religiões afro-brasileiras.</p>
<p>“Esta é uma experiência artística, estética e etnográfica sobre o xangô pernambucano, numa leitura fotográfica de Roberta Guimaraes”, diz Lody, ressaltando que o trabalho caminhou nos muitos momentos do sagrado de matriz africana, que se mostram nos rituais, cores, formas, texturas. “Um depoimento visual emocionado que chega com imersões profundas nas muitas interpretações sobre este patrimônio de fé”, explica.</p>
<div id="attachment_68190" aria-labelledby="figcaption_attachment_68190" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/021.5_Foto_Roberta_Guimaraes__Xirê_de_Oxaguiã_-6C5A0024.jpg"><img class="size-medium wp-image-68190" alt="Roberta Guimarães" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/021.5_Foto_Roberta_Guimaraes__Xirê_de_Oxaguiã_-6C5A0024-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A curadoria é do antropólogo Raul Lody</p></div>
<p>Para a fotógrafa Roberta Guimarães, seu trabalho – apresentado em João Pessoa há cinco anos – traz, de fato, importantes questões humanas, como respeito e solidariedade.  E, ainda, um alerta sobre os caminhos percorridos pelo país. “O xangô faz parte da nossa identidade, da nossa cultura, e nos ensina sobre amor, afeto e tolerância. Agô chama para essa reflexão”, completa. A mostra tem produção executiva da Imago e da Janela Gestão de Projeto.</p>
<p>Conexão – A exposição conecta as fotografias ao mundo digital dos vídeos. No meio do espaço com as fotos haverá uma projeção com imagens dos elementos da natureza que representam os orixás. Ao percorrer a mostra, vários vídeos vão se entrelaçando na narrativa, reforçando princípios como respeito, abordando questões como de gênero.</p>
<p>Com 18 minutos, em uma dobradinha da própria Roberta com o também fotógrafo Breno Laprovítera, e áudio de Pedro Andrade (Jacaré), uma projeção apresentará o dia-a-dia dos terreiros, dos rituais e entrevistas com filhos e pais de santos falando sobre suas relações com a religião.  Neste vídeo, o fio condutor é a profunda relação da religião com a natureza, que transcende dos atos religiosos para o cotidiano de seus seguidores.</p>
<p>Educação – Durante a mostra haverá um projeto de Arte Educação desenvolvido por Kemla Baptista, com a concepção colaborativa de Bruna Rafaella. Serão visitas guiadas direcionadas a pessoas com deficiência visual e auditiva. O trabalho é feito em parceria com o Instituto de Cegos e o SUVAG.</p>
<p>A exposição terá desdobramento positivo também para a Fundação Joaquim Nabuco, referência em pesquisa da cultura afro no Nordeste. Serão doadas para o acervo da Fundaj, 20 imagens disponíveis na mostra (em formato digital).</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<b>Exposição Agô<br />
</b>Quando: abertura no dia 23 de abril, às 19h. A exposição segue em cartaz até 2 de junho<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco &#8211; Sala Lula Cardoso Ayres  (Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças, Recife)<br />
Entrada gratuita</p>
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		<item>
		<title>Inscrições abertas para o primeiro Colóquio de Fotografia de Caruaru</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Aug 2018 19:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 15 e 17 de agosto, acontecerá o Colóquio de Fotografia de Caruaru, que realiza, pela primeira vez, um grande evento de diálogo sobre fotografia no agreste. As inscrições para participar das atividades da programação estão abertas para qualquer pessoa que quiser discutir, analisar e propor desenvolvimento de ideias inovadoras ao mercado e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62296" aria-labelledby="figcaption_attachment_62296" class="wp-caption img-width-596 alignnone" style="width: 596px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Facebook</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/31791442_10209679788586115_6307941549065895936_n.jpg"><img class="size-large wp-image-62296" alt="Reprodução/Facebook" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/31791442_10209679788586115_6307941549065895936_n-596x600.jpg" width="596" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">O artista visual Carlos Melo integra uma das mesas de debate que compõem a programação do Colóquio.</p></div>
<p>Entre os dias 15 e 17 de agosto, acontecerá o Colóquio de Fotografia de Caruaru, que realiza, pela primeira vez, um grande evento de diálogo sobre fotografia no agreste. As inscrições para participar das atividades da programação estão abertas para qualquer pessoa que quiser discutir, analisar e propor desenvolvimento de ideias inovadoras ao mercado e à cena fotográfica da região.</p>
<p>Vale destacar que as pessoas com deficiência também contarão com recursos de acessibilidade, como no auditório do Centro Universitário Tabosa de Almeida (ASCES &#8211; UNITA), onde haverá interpretação em libras, rampas, piso tátil e estrutura acessível, e no Armazém da Criatividade, onde haverá leituras de portfólio para orientar e provocar reflexões sobre trabalhos de destaque no interior do Estado.</p>
<p>Os interessados devem preencher o formulário disponível no site do evento (<a href="http://coloquiodefotografia.com.br/vs1/">www.coloquiodefotografia.com.br</a>), onde também é possível ter acesso à programação completa e detalhada. As inscrições vão até o completo preenchimento das datas e são gratuitas.</p>
<p>O evento conta ainda com a participação de convidados, agentes da cadeia fotográfica tanto do Agreste quanto de outras localidades &#8211; os fotojornalistas Alexandre Belém, Arnaldo Carvalho, Breno Laprovítera e Roberta Guimarães; o artista visual Carlos Melo; a produtora cultural Mariana Lima; os fotógrafos e professores universitários Eduardo Queiroga (AESO Barros Melo) e Diógenes Barbosa (ASCES – UNITA); e os representantes do Fotoclube A Feira, grupo fotográfico de destaque na cena caruaruense.</p>
<p>A iniciativa é aberta tanto a profissionais quanto a amadores, e até mesmo a pessoas de outras áreas que tenham interesse em conhecer mais sobre o universo da Fotografia.&#8221;<em>Queremos que fotógrafos que atuam no interior tenham mais visibilidade e reconhecimento, como também que pessoas de outras áreas possam enxergar a Fotografia como profissão, arte, conceito, narrativa&#8230; Um movimento para tornar a Fotografia mais presente e mais forte</em>”, explica o fotógrafo Geyson Magno, idealizador do evento.</p>
<p><b>SERVIÇO:</b><br />
<i>1º Colóquio de Fotografia de Caruaru<br />
</i>Quando: de 15 a 17 de agosto de 2018<i><br />
</i>Onde: Armazém da Criatividade e Centro Universitário Tabosa de Almeida (ASCES &#8211; UNITA) – Caruaru<i><br />
</i>Gratuito (mediante inscrições prévias)<i><br />
</i><br />
Inscrições e programação completa: <a href="http://coloquiodefotografia.com.br/vs1/">www.coloquiodefotografia.com.br</a><i></i></p>
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		<item>
		<title>Inscrições abertas para ciclo de palestras no MEPE</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2016 17:25:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) promove, neste mês de setembro e outubro, o ciclo de palestras &#8220;Um Olhar sobre a Arte&#8221;. Com a participação dos artistas Gil Vicente (13/9), Roberta Guimarães (20/9), Rinaldo Silva (27/9) e Roberto Ploeg (4/10), os encontros visam a livre troca de ideias por meio de debates sobre novas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_40009" aria-labelledby="figcaption_attachment_40009" class="wp-caption img-width-511 aligncenter" style="width: 511px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/ciclo-de-palestra-mepe.jpg"><img class="size-medium wp-image-40009" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/ciclo-de-palestra-mepe-511x486.jpg" width="511" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Roberto Ploeg, Gil Vicente, Roberta Guimarães e Rinaldo Silva comandarão os encontros</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) promove, neste mês de setembro e outubro, o ciclo de palestras &#8220;Um Olhar sobre a Arte&#8221;. Com a participação dos artistas Gil Vicente (13/9), Roberta Guimarães (20/9), Rinaldo Silva (27/9) e Roberto Ploeg (4/10), os encontros visam a livre troca de ideias por meio de debates sobre novas abordagens e categorias no campo da arte e da criação contemporânea. As palestras acontecerão às terças-feiras, das 18h às 20h, no auditório do equipamento cultural. As inscrições custam R$ 40 (cada encontro) e R$ 150 (o ciclo completo), e podem ser feitas diretamente no MEPE (Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças &#8211; Recife/PE).</p>
<p>Para a gestora do MEPE, Margot Monteiro, a formação cultural é uma das pautas mais prioritárias na programação da instituição. “Um exemplo disso são as visitas guiadas ao museu feitas rotineiramente por muitas escolas da cidade, e os cursos de História da Arte que sediamos nos últimos anos”, disse.</p>
<p>&#8220;Um Olhar sobre a Arte&#8221; é um projeto idealizado pela diretoria do MEPE e pelo artista Roberto Ploeg e, dentre os temas escolhidos, discutirá a &#8220;Arte modernista e contemporânea&#8221;, &#8220;Fotografia artística&#8221;, &#8220;Guardada, pupila se abre ao luzeiro&#8221; e &#8220;Interpretações entre teologia e arte&#8221;. Mais informações: (81) 3184.3170.</p>
<p>Confira a programação:<br />
<b>13/9 -</b> Gil Vicente &#8211; &#8220;Arte modernista e contemporânea&#8221;;<br />
<b>20/9 -</b> Roberta Guimarães &#8211; &#8220;Fotografia artística&#8221;;<br />
<b>27/9 -</b> Rinaldo Silva &#8211; &#8220;Guardada, pupila se abre ao luzeiro&#8221;;<br />
<b>4/10 -</b> Roberto Ploeg &#8211; &#8220;Interpretações entre teologia e arte&#8221;.</p>
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		<title>3º Encontro da Fototech discute relação entre fotografia e religiosidade na Torre Malakoff</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/3o-encontro-da-fototech-discute-relacao-entre-fotografia-e-religiosidade-na-torre-malakoff/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 18:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Associação de Fotógrafos Fototech Regional Pernambuco realiza nesta quarta-feira (8), das 19h às 22h, o seu 3º Encontro Fotográfico, na Torre Malakoff. Dessa vez, o evento contará com a participação da fotógrafa Roberta Guimarães, autora de vários livros na área de fotografia, como a publicação O Sagrado, a Pessoa e o Orixá, lançada em 2013. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Convite_Portal_Cultura_PE.png"><img class="size-medium wp-image-36930 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Convite_Portal_Cultura_PE-607x404.png" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A Associação de Fotógrafos Fototech Regional Pernambuco realiza nesta quarta-feira (8), das 19h às 22h, o seu 3º Encontro Fotográfico, na Torre Malakoff. Dessa vez, o evento contará com a participação da fotógrafa Roberta Guimarães, autora de vários livros na área de fotografia, como a publicação <em>O Sagrado, a Pessoa e o Orixá</em>, lançada em 2013. No bate-papo, Guimarães falará sobre o processo de criação de <em><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/com-incentivo-do-funcultura-roberta-guimaraes-leva-mostra-ago-a-paraiba/" target="_blank"><strong>AGÔ</strong></a></em>, exposição, que com incentivo do Funcultura, circulou por vários espaços de Pernambuco e da Paraíba, e retrata a influência africana na formação da identidade brasileira. O acesso é gratuito.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
3º Encontro Fotográfico da Associação de Fotógrafos Fototech Regional Pernambuco<br />
Quando: quarta-feira (8/6), das 19h às 22h<br />
Onde: Sala de Confluência da Torre Malakoff (Praça do Arsenal, S/N, Bairro do Recife – Recife)<br />
Entrada Franca</p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, Roberta Guimarães leva mostra &#8220;Agô&#8221; à Paraíba</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2015 15:17:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31352" aria-labelledby="figcaption_attachment_31352" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/Foto-Roberta-Guimarães-Ossaim-Terreiro-de-Pai-Cleyton-IMG_8230-copy.jpg"><img class="size-medium wp-image-31352" alt="Roberta Guimarães/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/Foto-Roberta-Guimarães-Ossaim-Terreiro-de-Pai-Cleyton-IMG_8230-copy-607x396.jpg" width="607" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra conta com 30 fotografias, vídeos e informativos registrados em 14 terreiros pernambucanos</p></div>
<p>Respeito e reconhecimento. Essas duas máximas pautaram as imagens que a fotógrafa Roberta Guimarães apresenta na exposição <em>Agô</em>, que será inaugurada nesta quinta-feira (5), em João Pessoa, na Galeria da Estação das Artes Luciano Agra. Com incentivo do Funcultura, a mostra possui em seu acervo 30 fotografias, vídeos e textos informativos da pesquisa realizada pela idealizadora do projeto em 14 terreiros pernambucanos, e que já estão registrados no livro <em>O Sagrado, a pessoa e o orixá</em>, lançado em 2014, no Recife.</p>
<p>Sob a curadoria de Raul Lody, as fotografias retratam a influência africana na formação da identidade brasileira. É um mergulho nas particularidades dos rituais de Xangô, e, que segundo a fotógrafa, não se limita à questão religiosa, mas trata de questões como respeito, solidariedade, com um forte componente de gênero. “No Xangô, o feminino e o masculino aparecem de forma mais livre. Um orixá masculino pode se manifestar em uma filha de santo”, disse.</p>
<p>O conceito fica claro na abordagem dada aos dois vídeos, em que apresenta uma espécie de “crossdressing” (termo que se refere a pessoas que vestem roupa ou usam objetos associados ao sexo oposto), mostrando a transformação de dois filhos de santos em entidades de sexo oposto. O vídeo que será exibido trará imagens dos terreiros, dos rituais e entrevistas com filhos e pais de santos falando sobre suas relações com a religião e detalhes da vida do terreiro.</p>
<p>O curador da exposição destaca que as fotografias traduzem uma profunda religiosidade, que busca a permanente preservação das matrizes africanas e valorização dos seus direitos culturais. “Roberta olha para o Xangô com admiração e com desejo de expressar através da fotografia, o Xangô em Pernambuco na plenitude da sua identidade”, acrescentou Lody.</p>
<p>A exposição é uma oportunidade de ver e vivenciar, um pouco, a arte do xangô pernambucano em sua dimensão sagrada e cultural. Roberta Guimarães contou ainda que em algumas sessões fotográficas trabalhou mais de 12 horas acompanhando rituais extremamente minuciosos, como o Ebó das Águas, em que o adepto passa por uma preparação, vai se banhar em um rio e depois retorna ao terreiro para finalização da cerimônia.</p>
<p><strong>Sobre a fotografa</strong><br />
Com mais de 20 anos de experiência, Roberta Guimarães é formada em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e cursou Fotografia no Instituto Superiore di Fotografia de Roma (Itália). Tem ainda especialização em Estudos Cinematográficos (Unicap). Atuou como repórter fotográfica na Folha de Pernambuco e no Jornal do Commercio. É diretora e sócia fundadora da Agência Imago. Entre outros trabalhos de Roberta, estão os livros <em>É do coco é do coqueiro</em>, <em>Eu vi o mundo e ele começava no Recife</em> e <em>Olaria Ocre</em>, em parceria com os artistas Dantas Suassuna e Joelson Gomes.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição <em>Agô</em>, de Roberta Guimarães<br />
Local: Galeria da Estação das Artes Luciano Agra<br />
Período: 5 de novembro a 13 de dezembro<br />
Horário de funcionamento da casa: Terça a sexta-feira, das 9h às 21h. Sábados, domingos e feriados das 10h às 21h.<br />
Entrada gratuita</p>
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