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	<title>Portal Cultura PE &#187; Rock</title>
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		<title>Em Gravatá, Festival Pernambuco Meu País encerra programação com noite eclética de shows: tradição, rock, reggae, rap e MPB no mesmo palco</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 18:11:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A programação do palco Pernambuco Meu País chegou ao fim em grande estilo neste domingo (24), no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, no coração de Gravatá. Com uma sequência eclética de shows, a terceira e última noite surpreendeu o público ao reunir, em um mesmo polo, expressões da tradição popular, experimentações da MPB, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119934" aria-labelledby="figcaption_attachment_119934" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150858.png"><img class="size-medium wp-image-119934" alt="Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150858-607x377.png" width="607" height="377" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">A programação do palco Pernambuco Meu País chegou ao fim em grande estilo neste domingo (24), no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, no coração de Gravatá. Com uma sequência eclética de shows, a terceira e última noite surpreendeu o público ao reunir, em um mesmo polo, expressões da tradição popular, experimentações da MPB, a energia do rock, o balanço do reggae e a força do rap, encerrando com intensidade a passagem do festival pelo quinto município-sede desta edição.</p>
<p dir="ltr">A abertura ficou por conta da Família Salustiano e a Rabeca Encantada, que trouxe a cultura popular pernambucana para o palco. Ciranda, maracatu, cavalo-marinho e outras manifestações culturais ecoaram sob o comando dos filhos do Mestre Salustiano – um dos homenageados desta edição do festival – em uma apresentação que uniu música, dança e ancestralidade.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, o cantor Chico Chico deu início ao seu show com “Toada”, faixa que mistura referências do rock com ritmos nordestinos e homenageia o folclore maranhense, evocando a festa do Bumba Meu Boi. A sequência com “O Tempo Nunca Mais Firmou” e outras composições de sonoridade experimental reafirmou sua identidade própria e criativa. O público, já aquecido, acompanhou o show, por diversas vezes, em coro.</p>
<p dir="ltr">O clima de celebração se intensificou com a chegada do pernambucano Lenine, que fez Gravatá cantar junto clássicos como “Hoje Eu Quero Sair Só”, além de emocionar com “Certas Coisas” e surpreender ao apresentar uma versão da canção “Eu Só Quero Um Xodó”, de Dominguinhos. Um dos pontos altos foi a participação especial de Chico Chico, que voltou ao palco para cantar “Candeeiro Encantado” em uma performance embalada pela bandeira de Pernambuco pendurada no fundo do palco. A noite seguiu com hits como “Jack Soul Brasileiro” e terminou com a marcante “Paciência”.</p>
<div id="attachment_119932" aria-labelledby="figcaption_attachment_119932" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150413.png"><img class="size-medium wp-image-119932" alt=" Um dos pontos altos foi a participação especial de Chico Chico, que voltou ao palco para cantar “Candeeiro Encantado” com Lenine" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150413-607x397.png" width="607" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos pontos altos foi a participação especial de Chico Chico, que voltou ao palco para cantar “Candeeiro Encantado” com Lenine</p></div>
<p dir="ltr">A noite seguiu com a energia do Biquini, que trouxe o espírito do rock brasileiro dos anos 80. A banda interagiu com a plateia e desceu do palco para cantar no meio do público, visivelmente formado por um encontro comovente de gerações. O repertório recheado de sucessos atemporais incendiou o público.</p>
<p dir="ltr">“Pernambuco tem uma presença marcante na nossa história. Percebemos isso pela quantidade de fã-clubes e pela força das bandeiras pernambucanas que encontramos por todo o Brasil, o que é algo muito bonito para nós. Quando nos dizem que vamos tocar aqui, já sorrimos, pois sabemos que estamos indo para um lugar que nos acolhe e nos abraça”, destacou Bruno Gouveia, vocalista da banda, em coletiva.</p>
<div id="attachment_119933" aria-labelledby="figcaption_attachment_119933" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150342.png"><img class="size-medium wp-image-119933" alt="Biquini trouxe o espírito do rock brasileiro dos anos 80, interagiu com a plateia ao descer do palco para cantar no meio do público, visivelmente formado por um encontro comovente de gerações" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150342-607x403.png" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Biquini trouxe o espírito do rock brasileiro dos anos 80 e interagiu com a plateia ao descer do palco para cantar no meio do público, visivelmente formado por um encontro comovente de gerações</p></div>
<p dir="ltr">Marcelo Falcão foi o responsável por fechar a noite, com um show potente, que mesclou rock, reggae e rap. Antes mesmo de subir ao palco, o DJ Negralha preparou o terreno com beats poderosos. Falcão surgiu puxando o público para cantar “Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero)” e seguiu com uma sequência de sucessos como “Quando Você Olhar Pra Mim” e “Pescador de Ilusões”, ambos acompanhados em coro pela plateia.</p>
<p dir="ltr">O repertório ainda teve espaço para a música tradicional brasileira, com uma versão emocionante de “Súplica Cearense”, composta por Gordurinha e Nelinho, mas eternizada na voz de Luiz Gonzaga, o nosso Rei do Baião. Falcão também celebrou os encontros da música brasileira com uma versão surpreendente de “Oh! Chuva”, do Falamansa, e agitou o público com “Pesadão”, faixa em parceria com a cantora IZA, que se apresentará no último fim de semana do festival, em Caruaru. Um dos momentos mais emocionantes foi a homenagem ao amigo Chorão, do Charlie Brown Jr, com sucessos como “Só os Loucos Sabem” e “Zóio de Lula”, acompanhados de imagens documentais no telão. O encerramento veio com “Rodo Cotidiano” e “Anjos (Pra quem tem fé)”, coroando uma noite histórica.</p>
<div id="attachment_119931" aria-labelledby="figcaption_attachment_119931" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150321.png"><img class="size-medium wp-image-119931" alt="Marcelo Falcão foi o responsável por fechar a noite, com um show potente, que mesclou rock, reggae e rap. No repertório, sucessos como “Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero)”, “Quando Você Olhar Pra Mim” e “Pescador de Ilusões”" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150321-607x401.png" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Falcão foi o responsável por fechar a noite, com um show potente, que mesclou rock, reggae e rap. No repertório, sucessos como “Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero)”, “Quando Você Olhar Pra Mim” e “Pescador de Ilusões”</p></div>
<p dir="ltr">Nesta semana, o Festival Pernambuco Meu País segue para a sua próxima parada, no sexto município-sede, Arcoverde, e se integra ao Festival do Frio do Vitorino, em Riacho das Almas. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/festivalpernambucomeupais/palco-pernambuco-meu-pais-celebra-manifestacoes-afro-brasileiras-em-noite-dedicada-as-culturas-populares-e-ao-samba/instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a>, e no <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/festivalpernambucomeupais/palco-pernambuco-meu-pais-celebra-manifestacoes-afro-brasileiras-em-noite-dedicada-as-culturas-populares-e-ao-samba/instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p dir="ltr">O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
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		<title>Rock feminino abre as portas do País da Música em Triunfo</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 08:04:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Abrindo o País da Música em Triunfo, o poder do rock feminino foi o protagonista na noite desta sexta-feira (16) no já tradicional palco-caminhão. A cantora Babi Jaques e a banda Verdes e Valterianos demonstraram a força do rock pernambucano com músicas autorais e versões singulares de grandes sucessos. Cria da Zona Oeste do Recife, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Abrindo o País da Música em Triunfo, o poder do rock feminino foi o protagonista na noite desta sexta-feira (16) no já tradicional palco-caminhão. A cantora Babi Jaques e a banda Verdes e Valterianos demonstraram a força do rock pernambucano com músicas autorais e versões singulares de grandes sucessos.</p>
<p>Cria da Zona Oeste do Recife, a Verdes e Valterianos desfilou suas influências de rock psicodélico e progressivo no País da Música. O repertório misturou canções do seu álbum “Líquido”, com outras seu segundo EP, “Social Climber”.</p>
<p>Puro rock 70, a Verdes e Valterianos escreve crônicas sobre a arte de ser artista embaladas por riffs de guitarras, narrando em suma as histórias vividas pelos Verdes em sua trajetória e convivência com a cena musical independente local. É uma banda cheia de referências, que passam pela psicodelia, rock progressivo, Vanguarda Paulista e pela MPB setentista.</p>
<p>Suas letras são recheadas de pitadas sarcásticas, irreverentes e arranjos com uma abordagem anos 70, porém, o que não falta é originalidade e presença de palco. Foi a primeira vez da banda em Triunfo. Também foi a primeira vez que a recifense Babi Jaques pisou na cidade e não escondeu a emoção da estreia.</p>
<p>Em mais de 20 anos de carreira, Bárbara Jaques já teve uma jornada musical com o grupo Babi Jaques e os Sicilianos, lançando, em 2013, o álbum Cosa nostra. Em 2019, se juntou ao Thiago Lassere e lançaram disco juntos.</p>
<p>Durante muito tempo ela era nômade, viajava em uma motorhome que era, ao mesmo tempo, casa, estúdio e palco ambulante. Desta maneira, percorreu mais de cem cidades, rodando por quase 200 mil quilômetros, realizando shows, oficinas e residências artísticas, participando de festivais, imersões e gravações, fazendo mentorias e assinando a produção musical, audiovisual e fotográfica de outros trabalhos.</p>
<p>Todas essas vivências desenvolveram uma cantora segura de si e que domina as atenções no palco, ao mesmo tempo que mantém uma doçura e brilho no olhar de quem tá começando a carreira. Espécie de mistura de Janis Joplin com Amelinha e Baby do Brasil, Babi Jaques faz um rock psicodélico e tropical, parecendo não se importar muito com definições.</p>
<p>“É a primeira vez que eu venho a Triunfo e está sendo muito especial conhecer essa cidade e poder tocar aqui também é uma felicidade imensa”, disse a cantora em cima do palco observando o público formar uma ciranda em sua homenagem.</p>
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		<title>Renovação da cena musical do Estado é representada por Dama do Rei e Guma</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jul 2024 03:31:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A renovação da cena musical pernambucana tem sido o destaque do palco País da Música do Festival Pernambuco Meu País 2024. Neste sábado (20) apresentaram-se na segunda etapa do evento, no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano), as bandas pop Dama do Rei, de Caruaru (também Agreste), e Guma, do Recife, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A renovação da cena musical pernambucana tem sido o destaque do palco País da Música do Festival Pernambuco Meu País 2024. Neste sábado (20) apresentaram-se na segunda etapa do evento, no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano), as bandas pop Dama do Rei, de Caruaru (também Agreste), e Guma, do Recife, que atraíram fãs para a cidade. Todas as performances contaram com recursos de libras, a língua brasileira de sinais.</p>
<p><strong>Leia também: <a title="Aquele inverno gostoso chega valendo em Bezerros, com direito a boas surpresas" href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/festivalpernambucomeupais/aquele-inverno-gostoso-chega-valendo-em-bezerros-com-direito-a-boas-surpresas/" target="_blank">Aquele inverno gostoso chega valendo em Bezerros, com direito a boas surpresas</a></strong></p>
<p>Com uma pegada mais rock&#8217;n'roll Dama do Rei misturou um repertório de temas próprios &#8211; inclusive com vários novos &#8211; e de versões de canções de outros compositores pernambucanos. Entre as composições autorais mais recentes foram mostradas <em>Morada</em> e <em>Suma</em>. As releituras incluíram <em>Morte e Vida Stanley</em>, sucesso do grupo Cordel do Fogo Encantado; <em>6 Minutos</em>, do cantor Otto; <em>Love</em>, de Lula Queiroga; e <em>Pagode Russo</em>, de Luiz Gonzaga. A Guma fez ainda <em>Cor a Carolina</em> e encerrou sua participação no Festival Pernambuco Meu País 2024 com um bis do tema de abertura, <em>Shot Cinzento</em>.</p>
<p>Mais intimista, a Guma começou com canções de seu álbum de estreia, <em>Cais</em>, e completou a set list com temas de artistas que curte, como a banda Vício Louco e a cantora Uana; e músicas novas, que devem integrar seu próximo disco, para a alegria principalmente dos fãs que subiram a serra para prestigiá-la.</p>
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		<title>Vanilla Blue exalta educação e resistência em clipe</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2022 17:38:46 +0000</pubDate>
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<div id="attachment_93678" aria-labelledby="figcaption_attachment_93678" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Vanilla.jpg"><img class="size-medium wp-image-93678" alt="A banda recifense Vanilla Blue. Foto: Robson Monteiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Vanilla-607x380.jpg" width="607" height="380" /></a><p class="wp-caption-text">A banda recifense Vanilla Blue. Foto: Robson Bandeira</p></div>
<p>A banda recifense Vanilla Blue lançou, nesta quinta (12), o single e videoclipe da música “Retrocesso”. Criada em 2019, o quarteto feminino de pop e rock é composto por mulheres com grande experiência nas noites musicais de Pernambuco. Na formação, Ju Macedo (vocal), Rebeca Claus (guitarra), Patrícia Cedraz (baixo) e Nira Santos (bateria). A música é o primeiro trabalho autoral da VB.</p>
<p>Composta por Rebeca e Claudia Ferraz, “Retrocesso” está disponível nas principais plataformas de streaming. A canção foi gravada e mixada por Paulo Umbelino, no Fábrica Estúdios, no Recife. O vídeo tem direção e roteiro de Mozart Albuquerque. A direção de fotografia e montagem é de Felipe Soares.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/kCn94PIKbWI" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>“A música e o clipe são fortemente influenciados pelo atual cenário político. ‘Retrocesso’ é um convite fervoroso à resistência e à luta pela equidade. Ela destaca a importância da cultura e da educação, que são tripulantes chave guiadas por uma capitã, a esperança, nesse maremoto de conservadorismo em que a gente está passando agora”, explica Ju Macedo.</p>
<p>O baterista AD Luna participou da gravação da música e do clipe como convidado. Ele tem substituído Nira Santos, que está passando uma temporada na França.</p>
<p>Luna toca atualmente nas bandas recifenses Sargaço Nightclub e Dom Lodo e já teve passagens pela Monjolo e Querosene Jacaré – com as quais gravou três CDs.</p>
<p>A música e o clipe de &#8220;Retrocesso” foram incentivados pela Lei Aldir Blanc através do Edital de Criação, Fruição e Difusão LAB PE da Secretaria do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Ouça “Retrocesso” nas plataformas digitais: <a href="https://onerpm.link/vanillablue">https://onerpm.link/vanillablue</a></p>
<p>Vanilla Blue contatos:</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/bandavanillablue/">https://www.instagram.com/bandavanillablue/</a></p>
<p>Shows: (81) 99267-6119 (Elias) <a href="https://www.instagram.com/eliaskabuzz/">https://www.instagram.com/eliaskabuzz/</a></p>
<p>“Retrocesso”</p>
<p>(Rebeca Claus e Cláudia Ferraz)</p>
<p>Eles decidiram como iria ser<br />
Nos condenaram a servir e a nos encolher Sentenciados a fracasso e abandono<br />
Sem horizonte, sem atalho, feito cães sem dono</p>
<p>Pra tirar leite de pedra, tiramos de letra! Pra resistir basta existir, não se submeta! Se à corte interessar, eles mandam fuzilar<br />
E assim somos tangidos num retrocesso secular</p>
<p>Na Pátria Armada o nosso escudo é a Educação E a Cultura, psicotrópico para esta aberração<br />
A Esperança enfadada é capitã em alto mar Esbravejando aos tripulantes que é hora de lutar</p>
<p>Pra tirar leite de pedra, tiramos de letra! Pra resistir basta existir, não se submeta! Se à corte interessar, eles vão adulterar<br />
E assim somos tangidos num retrocesso secular</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Crítica: Eu o declaro meu inimigo, de Marcos Buccini e Tiago Delácio</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 14:04:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Luiz Joaquim A supremacia da técnica sobre a linguagem. Ou seria a inteligência da linguagem para se aproveitar da técnica? Difícil concentrar num conceito fechado para falar do que resultou a beleza visual (e sonora) vista no videoclipe da música Eu o declaro meu inimigo – faixa do álbum O fim que nunca acaba, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65612" aria-labelledby="figcaption_attachment_65612" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/724.jpg"><img class="size-medium wp-image-65612" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/724-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Música da banda Devotos venceu na categoria videoclipe da Mostra Competitiva Geral</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Luiz Joaquim</em></strong></p>
<p>A supremacia da técnica sobre a linguagem. Ou seria a inteligência da linguagem para se aproveitar da técnica? Difícil concentrar num conceito fechado para falar do que resultou a beleza visual (e sonora) vista no videoclipe da música <i>Eu o declaro meu inimigo</i> – faixa do álbum <i>O fim que nunca acaba, </i>lançado neste 2018 pela banda punk rock hardcore do Alto José do Pinho (Recife), o Devotos.</p>
<p>A partir do efeito da rotoscopia – sobre o qual o animador trabalha tendo como ponto de partida imagens <i>live-action</i> (com pessoas reais gravadas em ambientes reais) -, o videoclipe é resultado de uma labuta coletiva.</p>
<p>Capitaneado por Marcos Buccini, e sob co-direção de Tiago Delácio, o projeto que deu origem ao videoclipe campeão da Mostra Competitiva Geral do 20º Festcine foi produzido pelo ‘Ponto de Cultura Cinema de Animação’. A obra arregimentou nada menos que 127 parceiros que se debruçaram, cada um, sobre seis frames do filme, ou seja, cerca de apenas 0,5 segundo do que é visto no total de imagens que cobrem o pouco mais de um minuto da duração da música.</p>
<p>O grupo reúne tanto veteranos da animação de todo o Brasil (César Coelho, Aída Queiroz, Fábio Yamaji, Cata Preta) como também artistas plásticos (João Lin, Lourival Cuquinha, Galo de Souza), passando por designers, artistas gráficos, ilustradores e até o filhote de Cannibal (voz e baixo do Devotos), de apenas 5 anos de idade</p>
<p>O resultado é um caleidoscópio de estilos que se fundem em cores e propostas das mais diversas. Impossível, em sua velocidade, de relacionar a cria com qualquer um de seus 127 pais. É um excelente exemplo de projeto em que o coletivo tem mais força do que o indivíduo. Aqui, o indivíduo se apaga. Não tem sentido se não integrado no todo.</p>
<p>Por esse aspecto, parece não haver melhor representação visual daquilo que vemos no experimento ordenado por Buccini e Delácio para dar conta da nervosa sonora que é expurgada pelo Devotos na música escolhida.</p>
<p>O curioso é que, aparentemente, nem é preciso uma imagem bruta muito sofisticada para chegarmos a tal atração visual, como a conferida no produto finalizado em que se tornou este videoclipe.</p>
<p>O próprio <i>Eu o declaro meu inimigo </i>registra, de maneira tradicional, apenas uma performance de Cannibal com Cello Brown (bateria) e Neilton Carvalho (guitarra) tocando no estúdio da casa deste último; e, ainda, com algumas poucas imagens do trio caminhando pelo icônico Alto José do Pinho.</p>
<p>O luxo do videoclipe está acima disso. Vem do bom devaneio visual de 127 cabeças criativas, da precisão de Bruno Cabús na edição e da sacada coletiva de Buccini e Delácio.</p>
<p>No mais, o que temos é punk rock hardcore animado.</p>
<p><strong>Assista:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oD8jhCTHHl4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Abreu e Lima recebe 1º Festival Cultural de Verão</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2016 19:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Praça São José, no centro de Abreu e Lima, estará sediando no próximo domingo (6), a primeira edição do Festival Cultural de Verão. A atividade, que é promovida gratuitamente pela ONG Porco Espinho, começa às 16h e terá apresentações ao ar livre como maracatus infantis e rodas de capoeira, além de artistas e grupos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13165" aria-labelledby="figcaption_attachment_13165" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Capoeira-Piscilla-Buhr.jpg"><img class="size-medium wp-image-13165" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Capoeira-Piscilla-Buhr-607x374.jpg" width="607" height="374" /></a><p class="wp-caption-text">Grupos locais de capoeira estão entre as atrações do evento.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Praça São José, no centro de Abreu e Lima, estará sediando no próximo domingo (6), a primeira edição do Festival Cultural de Verão. A atividade, que é promovida gratuitamente pela ONG Porco Espinho, começa às 16h e terá apresentações ao ar livre como maracatus infantis e rodas de capoeira, além de artistas e grupos culturais como Leo Monstrow e Seres Pensantes, DJ 9 e Estação Coqueiral.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem tiver interesse em colocar em prática o equilíbrio do corpo em cima de elásticos, a programação também inclui oficina de slackline. O festival tem como objetivo fomentar a arte local, possibilitando a abertura de espaços para que a cultura popular tenha mais visibilidade no município. <em>“O intuito desta primeira edição é valorizar artistas da cidade, dentro do cenário que eles atuam e fomentam na cultura local, apresentando suas principais potencialidades artísticas”</em>, destaca Leonardo Ribeiro, um dos organizadores do evento.</p>
<p style="text-align: justify;">Grupos de rap, rock e raggae, além de recitais poéticos, também são aguardados para compor a programação dominical.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>1º Festival Cultural de Verão</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 6 de março<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 16h<br />
<strong>Local:</strong> Praça São José, no centro da cidade<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Abril Pro Rock 2015 divulga primeiras atrações</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2015 20:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[festival]]></category>
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		<description><![CDATA[com informações da assessoria Na tarde desta quarta (25), o festival Abril Pro Rock (APR) divulgou os primeiros nomes da programação de sua 23ª edição, que acontece nos dias 24 e 25 de abril, no Chevrolet Hall. Pato Fu (MG), Far From Alaska (RN), Marduk (Suécia), Coroner (Suíça), Câmbio Negro HC (PE) e Dead Fish [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>com informações da assessoria</strong></em></p>
<p>Na tarde desta quarta (25), o festival <strong>Abril Pro Rock</strong> (APR) divulgou os primeiros nomes da programação de sua 23ª edição, que acontece nos dias 24 e 25 de abril, no Chevrolet Hall. Pato Fu (MG), Far From Alaska (RN), Marduk (Suécia), Coroner (Suíça), Câmbio Negro HC (PE) e Dead Fish (ES) são as atrações já confirmadas. Com apresentação da Petrobras, o Abril Pro Rock 2015 é uma realização da Astronave Iniciativas Culturais e tem patrocínio do Governo de Pernambuco, através da Fundarpe, Prefeitura do Recife, Copergás e Pitu.</p>
<div id="attachment_21577" aria-labelledby="figcaption_attachment_21577" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/16024462123_df3186b377_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-21577" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/16024462123_df3186b377_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os pernambucano da Câmbio Negro HC levam seu hardcore à tradicional noite pesada do sábado</p></div>
<p>Segundo o produtor Paulo André Pires, idealizador do APR, nesta edição o festival vem referendar a sua vocação inicial: ser uma vitrine para bandas iniciantes, com foco no bom e velho rock. “<em>Este ano, a curadoria se concentra na origem do que é o Abril: dar espaço para bandas novas, agradar ao público jovem e também focar numa programação mais rock</em>”, diz. A afirmação ganha respaldo no som das primeiras atrações anunciadas.</p>
<p>Vide a banda Pato Fu, veterana no APR (já pisou quatro vezes no palco do festival), que traz o novo disco <em>Não pare para pensar</em>, que evidencia uma sonoridade mais rock do que seus álbuns anteriores. Eles se apresentam na sexta-feira, dia que, tradicionalmente, trafega entre o rock com natureza mais pop. Com um disco apontado como revelação pela revista Rolling Stone e pelo site da MTV, a banda Far From Alaska é uma babel de influências, mas garante que o que seu som é rock. Lançou, em 2014, o álbum <em>ModeHuman</em> e também está no line up do Lollapalooza deste ano. Os potiguares também se apresentam na sexta-feira.</p>
<div id="attachment_21578" aria-labelledby="figcaption_attachment_21578" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/16022063924_08b2a160e6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-21578" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/16022063924_08b2a160e6_z-607x348.jpg" width="607" height="348" /></a><p class="wp-caption-text">Com disco novo na praça, Pato Fu já é banda veterana no Abril Pro Rock</p></div>
<p>Já no sábado, dia em que o APR se veste de preto da cabeça aos pés, os sons mais pesados farão tremer o Chevrolet Hall. Para essa noite, os pernambucanos do Câmbio Negro HC relembram o disco <em>O espelho do deuses</em>, que completa 25 anos. Os capixabas do Dead Fih também se apresentam na mesma data, lançando o disco <em>Vitória</em>, bancado com a colaboração dos fãs, através de uma vaquinha virtual. O peso internacional fica por conta do black metal da Marduk (Suécia) e do thrash metal da Coroner (Suíça).</p>
<p>Em breve, o festival divulga sua programação completa.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Abril Pro Rock 2015</em><br />
24 e 25 de abril de 2015<br />
Chevrolet Hall &#8211; Recife/PE<br />
R$ 30 (meia entrada) / R$40 + 1kg de alimento não perecível (social) / R$60 (inteira)<br />
*<em>em breve, abertura de vendas dos ingresso</em>.</p>
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		<item>
		<title>Juvenil Silva: “Päntano já é um marco!”</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2014 14:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[cena beto]]></category>
		<category><![CDATA[EP]]></category>
		<category><![CDATA[Eu indico]]></category>
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		<category><![CDATA[Rock]]></category>
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		<description><![CDATA[O cantor e compositor Juvenil Silva é o convidado desta semana do Eu Indico. Um dos representantes da nova movimentação musical que vem agitando a cidade do Recife, a Cena Beto, ele também trouxe ao Cultura.PE e aos internautas uma novidade como indicação: o novo EP da banda Päntano, lançado virtualmente no início da semana. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Juvenil-Silva_Foto_Tassia-Costa-9032-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15904" alt="Tássia Freitas/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Juvenil-Silva_Foto_Tassia-Costa-9032-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O cantor e compositor <a href="https://soundcloud.com/juvenilsilva" target="_blank"><strong>Juvenil Silva</strong></a> é o convidado desta semana do <strong>Eu Indico</strong>. Um dos representantes da nova movimentação musical que vem agitando a cidade do Recife, a Cena Beto, ele também trouxe ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas uma novidade como indicação: o novo EP da banda <a href="https://soundcloud.com/pantano" target="_blank"><strong>Päntano</strong></a>, lançado virtualmente no início da semana.</p>
<p>O power trio Päntano é um desdobramento da banda Gigantesco Narval Elétrico, surgida na cena underground recifense, já nos anos 2000. Com nítidas influências do rock’n’roll setentista, o disco traz sete músicas, e já vinha pronto há algum tempo, ganhando o mundo há pouquíssimo.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/EP-Päntano.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-17495" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/EP-Päntano-481x486.jpg" width="481" height="486" /></a></p>
<p>“<em>Esse EP é bem recente, foi lançado por esses dias e me impressiona bastante. O disco dos caras tem um conceito bem bacana, bem amarrado, levado por um power trio consistente &#8211; João Leal, Diego Dornelles e Daniel Barreto. A pegada é bem setentista, meio The Faces (antiga banda do Rod Stewart), meio Som Imaginário, com uma influência grande do rock dessa geração – brasileiro ou não.</em></p>
<p><em>Foi quase todo gravado ao vivo, no Casona, e eu achei bacana o resultado, os timbres perfeitos&#8230; e, entre uma música e outra, têm as vinhetas do Diego, que vão amarrando as ideias, e me lembram muitos aquelas coisas dos Beach Boys, coisas medievais, bem loucas.</em></p>
<p><em>Além disso, esse trabalho traz clássicos que eles tocavam desde a época do Gigantesco Narval Elétrico – a exemplo da música “Despenugem”, que é dessa época, com um riff meio Rolling Stones, e que é um clássico do underground, do desbunde, da minha geração.</em></p>
<p><em>Eu fiquei feliz pelo resultado do disco&#8230; estou sem internet, por isso nem tinha divulgado ainda, mas agora é uma boa oportunidade de dedicar essa lembrança aí ao trabalho novo dos caras. Com certeza, já nasceu um marco! Uma das coisas mais interessantes da nossa geração</em>”.</p>
<p><strong>Confira o EP “Päntano”, na íntegra:</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/playlists/60793120&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Juvenil Silva e Vertin Moura se apresentam no Estelita</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2014 20:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[corpo]]></category>
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		<category><![CDATA[Vertin Moura]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois nomes expoentes da nova música pernambucana se encontram, pela primeira vez! A noite desta sexta (24) é dos cantores e compositores Juvenil Silva e Vertin Moura, que se apresentam no Estelita (Cabanga). Juvenil traz o repertório do seu segundo álbum solo, “Super Qualquer no meio de lugar nenhum”, lançado este mês, e Vertin Moura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dois nomes expoentes da nova música pernambucana se encontram, pela primeira vez! A noite desta sexta (24) é dos cantores e compositores <a href="https://soundcloud.com/juvenilsilva" target="_blank"><strong>Juvenil Silva</strong></a> e <a href="https://soundcloud.com/vertin-moura" target="_blank"><strong>Vertin Moura</strong></a>, que se apresentam no Estelita (Cabanga). Juvenil traz o repertório do seu segundo álbum solo, “Super Qualquer no meio de lugar nenhum”, lançado este mês, e Vertin Moura lança o single “De alma, corpo, mente e coração”. Os shows começam por volta das 22h e os ingressos custam R$ 25 (na hora) e R$ 20 (lista amiga).</p>
<div id="attachment_15893" aria-labelledby="figcaption_attachment_15893" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Juvenil-e-Vertin1.jpg"><img class="size-medium wp-image-15893" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Juvenil-e-Vertin1-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">Juvenil (esq.) e Vertin (dir.) apresentam ao público seus trabalhos mais recentes</p></div>
<p>Ainda sob o embalo do recente lançamento do CD “Super Qualquer no meio de lugar nenhum”, seu segundo disco solo, o cantor e compositor Juvenil Silva mostrará ao público as novas canções de um álbum que aponta para várias direções – folk, psicodelia, funk, ciranda, fox trot – mas sempre com o rock como fio condutor do seu “<em>modus operandi musical</em>”. Composições como “Bodeado”, “Karma no lixo”, “Ciclista” e “Horrorshow” fazem parte do repertório, que também trará músicas do seu primeiro disco, “Desapego”, como a canção-título, além de “Hitchcock Rock”, “Mixturado”, entre outras. No show desta sexta, Juvenil se apresentará no clássico formato roqueiro, o power trio – baixo (Manoel Otávio), bateria (Gilvandro Barros) e guitarra (o próprio Juvenil).</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/ZA1gd6DGIOA" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O jovem Vertin Moura (24 anos) traz ao palco do Estelita toda sua vertente que envolve música, poesia e aspectos cênicos e que vem lhe dando cada vez mais visibilidade, assim como a consolidação de uma identidade marcante dentro do cenário musical local. Sua música passeia pelas tradições dos ritmos e poesia populares, com boas doses de MPB e psicodelia. Nesta sexta, Vertin chega com o show “Para voz”, além de lançar o seu novo single, “De alma, corpo, mente e coração”, que conta com a participação especial de Marcelo Jeneci.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/A_LUk1sLMuQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Apesar de dois shows individuais, os músicos prometem uma dobradinha, ao som de Raul Seixas. A música escolhida é uma surpresa. Só mesmo indo pro show pra conferir.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Juvenil Silva e Vertin Moura no Estelita<br />
Sexta (24), às 22h<br />
Estelita (Avenida Saturnino de Brito, 385, Cabanga, &#8211; Recife/PE)<br />
R$ 25 (na hora)<br />
R$ 20 (lista amiga) – mais informações no <a href="https://www.facebook.com/events/941730742509272/?fref=ts" target="_blank"><strong>evento do facebook</strong></a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Todos os ritmos se encontraram no Palco Garagem em Salgueiro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/todos-os-ritmos-se-encontraram-no-palco-garagem-em-salgueiro/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Jun 2013 04:06:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Sertão Central 2013]]></category>
		<category><![CDATA[hip hop]]></category>
		<category><![CDATA[música regional]]></category>
		<category><![CDATA[Palco Garagem]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Salgueiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Rock, hip hop, música regional. Estes foram alguns dos estilos musicais que marcaram presença na segunda noite do Palco Garagem em Salgueiro. A diversidade de ritmos atraiu e agradou o público que compareceu ao Centro de Cultura, Turismo e Lazer da cidade na noite desse sábado (01 de junho). Primeiro banda a subir ao palco, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Rock, hip hop, música regional. Estes foram alguns dos estilos musicais que marcaram presença na segunda noite do Palco Garagem em Salgueiro. A diversidade de ritmos atraiu e agradou o público que compareceu ao Centro de Cultura, Turismo e Lazer da cidade na noite desse sábado (01 de junho).</p>
<p>Primeiro banda a subir ao palco, a salgueirense Gory Screm mostrou um repertório cheio de influências de bandas como Metalica e Sepultura, mas mostrando também personalidade com composições próprias.</p>
<p>Na sequência foi a vez da Black Out – outra banda de Salgueiro – trazer para o público músicas próprias e grandes sucessos de grupos como Legião Urbana e Capital Inicial. Entre as canções próprias, destacaram-se “Nuvens Cinzas”, “Liberdade Submissa”e “Falsas Aparências”.</p>
<p>A terceira apresentação da noite ficou a cargo da Raciocinética – grupo de Salgueiro com forte pegada hip hop.</p>
<p>A programação foi fechada em grande estilo com o grupo recifense Cascabulho. O grupo surgiu em 1995, em plena afirmação da cena musical pernambucana. A banda que mistura ritmos regionais a estilos como pop, jazz e outros, contagiou o público com um show cheio de energia. Um dos pontos altos da apresentação foi quando a banda executou “Manguetown”- sucesso da Nação Zumbi – com a participação de Gilmar Bola 8, percussionista da banda e mestre de cerimônia do Palco Garagem.</p>
<div id="attachment_4514" aria-labelledby="figcaption_attachment_4514" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Cascabulho.jpg"><img class="size-medium wp-image-4514" alt="Show do Cascabulho contou com a participação especial de Gilmar Bola 8 (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Cascabulho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Show do Cascabulho contou com a participação especial de Gilmar Bola 8 (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
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<p>Uma oportunidade especial que o público salgueirense teve de conferir a apresentação da banda pernambucana que já fez shows em todo o Brasil e diversos países da Europa.</p>
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