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	<title>Portal Cultura PE &#187; roda de diálogo com povos tradicionais</title>
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		<title>Ação formativa no FIG promove escuta com Povos Indígenas e de Matriz Africana</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 18:36:53 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_86946" aria-labelledby="figcaption_attachment_86946" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Mãe-Beth-de-Oxum-FOTO-JAN-RIBEIRO-SECULT-PE-FUNDARPE.jpg"><img class="size-medium wp-image-86946" alt="Jan Ribeiro Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Mãe-Beth-de-Oxum-FOTO-JAN-RIBEIRO-SECULT-PE-FUNDARPE-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo de Pernambuco, Mãe Beth de Oxum é uma das convidadas do evento</p></div>
<p>O Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) se notabilizou como uma das principais ações de política pública de cultura da Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe. Sendo assim, o próprio festival se transforma num espaço para produção de conhecimentos e reflexões acerca de temas relevantes e urgentes para a cultura, em toda sua diversidade de expressões, mas também territorial.</p>
<p>Um dos destaques na programação formativa dos 30 anos do FIG serão os debates sobre o impacto das políticas públicas de cultura para e nos territórios e comunidades tradicionais. Esse é o eixo norteador da ação “Rodas de Diálogo com os Povos Tradicionais”, que acontece nos dias 28 e 29 de julho (quinta e sexta-feira), na Casa dos Saberes (AESGA, na Avenida Caruaru, 508, Heliópolis – Garanhuns – PE, das 14 às 18h.</p>
<p>O primeiro dia será com representantes dos Povos Originários (povos indígenas) e, no segundo dia, a conversa será com Povos de Matriz Africana, neste caso, representações das comunidades de Terreiros de Matriz Africana. O formato de “rodas de diálogo” acontece por entender que o protagonismo dessas comunidades no fazer cultural precisa ganhar visibilidade nas ações de políticas públicas para o setor.</p>
<p><em>“O FIG 2022, além de sua força artística e sua função primordial no fomento à cultura, está sendo também um espaço de formação, de articulação, mobilização e fomento ao debate sobre políticas culturais. As rodas de diálogo com povos tradicionais e segmentos sociais serão um espaço privilegiado para impulsionar o debate sobre as políticas públicas de cultura que valorizem e garantam a participação dos povos e comunidades tradicionais, as tradições e expressões culturais preservadas por essas”</em>, diz Júnior Afro, vice-presidente da Fundarpe e um dos articuladores do encontro.</p>
<p>No primeiro dia, o encontro contará com a participação da Cacica Valquíria Kyalonã Karaxuwanassu, Cacica Dorinha Pankará, Iara almeida, do Povo Funi-ô, de Águas Belas; Jorge Silva, do Povo Pankararú de Tacaratú; Cacique Bertinho, do Povo Truká, de Cabrobó; Guilherme Magalhães (Guila Xucuru), do Povo Xukurú, de Pesqueira.</p>
<p>Na roda com os Povos de Matriz Africana é esperada a presença do Babalorixá Pai Ivo de Xambá; da Yalorixá, da coquista e comunicadora popular Mãe Beth de Oxum; da Professora Drª. Tereza França de Oyá; dos Babalorixás Pai Zan e Pai Ismael (ambos de Garanhuns); da ialorixá Mãe Fátima; das representantes do Conselho Estadual de Políticas Culturais de Pernambuco; de Andala Quituche (Seguimento de Cultura Popular) e Ana Paula Santana (Representante da Cultura de Matriz Indígena).</p>
<p>A mediação dos dois encontros será feita pelo gestor Júnior Afro, juntamente Isabelle Albuquerque, coordenadora do Núcleo Cultura Viva da Secult-PE, e Reginaldo Salvino, coordenador da Educação Escolar Quilombola, na Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco e da Coordenação Pedagógica das Oficinas do FIG.</p>
<p><em>“É um momento de escuta, queremos que os povos tradicionais em seus territórios sugiram, indiquem, digam qual é a política de cultura adequada às suas realidades. Ao final, teremos um documento e esse será o primeiro de outros diálogos que queremos fazer com representantes desses povos”</em>, diz Reginaldo Salvino.</p>
<p><em>“Esse evento é de grande importância para nós povos indígenas, porque vivemos num país meio esquecido na questão de políticas públicas. A gente tem muita dificuldade em acessar as políticas, por conta da burocracia, de não ter pessoas que possam nos assessorar. Temos várias atividades e precisamos de projetos que possam fortalecer, na cultura, na agricultura familiar, no artesanato, principalmente, e que envolvam as mulheres”</em>, comenta Dorinha Pankará.</p>
<p><em>“Os gestores públicos precisam ouvir os povos, as comunidades. Minha fala nesse dia vai trazer a trajetória dos povos de matriz africana na construção das políticas públicas nos últimos 15 anos. O que avançou, o que não avançou. Então vai ser um diálogo nessa perspectiva da construção de políticas para as comunidades de terreiro. A gente precisa mais do que nunca, num momento como hoje, dialogar com os povos originários e de terreiro, que construíram a cultura desse país”</em>, coloca Mãe Beth de Oxum.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
RODA DE DIÁLOGOS COM POVOS TRADICIONAIS<br />
Local: Casa dos Saberes (Aesga), a partir das 14h<br />
QUINTA (28) &#8211; POVOS ORIGINÁRIOS<br />
SEXTA (29) &#8211; MATRIZ AFRICANA</p>
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