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	<title>Portal Cultura PE &#187; roda de diálogo</title>
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		<title>Espetáculo leva vivências artísticas para mulheres negras, rurais e periféricas do interior do Estado</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 13:57:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um estudo recente, apontou, que 45% das mulheres brasileiras apresentaram, no contexto pós-pandemia de covid-19, um quadro de diagnóstico de ansiedade, depressão ou outros tipos de transtornos mentais. Pensando nisso, de 6 a 8 de novembro, o município de Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, recebe pela primeira vez o espetáculo Lua: Uma Imersão no Sentir. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106174" aria-labelledby="figcaption_attachment_106174" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Qorpo/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Projeto-cultural-leva-vivências-artísticas-para-mulheres-negras-rurais-e-periféricas-do-interior-de-Pernambuco-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-106174" alt="Qorpo/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Projeto-cultural-leva-vivências-artísticas-para-mulheres-negras-rurais-e-periféricas-do-interior-de-Pernambuco-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Lua: Uma Imersão no Sentir</p></div>
<p>Um estudo recente, apontou, que 45% das mulheres brasileiras apresentaram, no contexto pós-pandemia de covid-19, um quadro de diagnóstico de ansiedade, depressão ou outros tipos de transtornos mentais. Pensando nisso, de 6 a 8 de novembro, o município de Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, recebe pela primeira vez o espetáculo <em>Lua: Uma Imersão no Sentir</em>. O evento, realizado no Sesc Arcoverde (Rua Capitão Arlindo Pacheco de Albuquerque, nº 364, Centro), tem acesso gratuito e conta com o incentivo da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo do Estado, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
A ação tem ainda como proposta proporcionar às mulheres negras, rurais e periféricas, do município e região, um conjunto de vivências culturais, por meio de música, dança e rodas de diálogo, para uma construção de mais afeto, amor próprio e reflexão para o autocuidado da saúde mental e bem-estar do público feminino.<br />
O espetáculo, dividido em seis blocos e 18 cenas, foi elaborado pela artista pernambucana, bailarina, cantora, compositora, produtora cultural e coordenadora do projeto, Luana Costa, Lua. “Em 2019 me vi com TAG (transtorno de ansiedade generalizada) e, através da percepção e diagnóstico da doença, resolvi desenvolver uma trilha sonora de apreciação e baixas frequências que me levavam para um estado de pausa e meditação”, explica Lua ao transformar a experiência própria em um espetáculo para chegar às outras mulheres pernambucanas. A ação aconteceu graças à aprovação no edital da Lei Aldir Blanc Pernambuco.<br />
Dentro do evento há um encontro imersivo para 60 mulheres diagnosticadas com psicopatologias e que são assistidas pelo Centros de Apoio Psicossocial (Caps) de Arcoverde e seu entorno. “São três dias de oficinas. Em cada dia um grupo de 20 mulheres vai poder experienciar uma oficina de consciência corporal e expressão. Além disso, o projeto proporciona ao público feminino uma roda de conversa com a psicóloga Janaína Cavalcanti”, antecipa Lua.<br />
O ponto alto da programação é o espetáculo <em>Lua: Uma Imersão no Sentir</em>, encenado no Teatro Geraldo Barros do Sesc Arcoverde. O espaço, que tem capacidade para acomodar 154 pessoas, tem três sessões gratuitas: segunda-feira (6), terça-feira (7) e quarta-feira (8), sempre a partir das 11h. A exibição conta com intérprete de libras e é gratuita, bastando retirar os ingressos uma hora antes do início do evento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação</strong></span></p>
<p>Segunda (6), terça (7) e quarta-feira (8)</p>
<p>8h &#8211; Oficina de Consciência Corporal e Expressão com Lua<br />
9h30 &#8211; Roda de conversa com a psicóloga Janaína Cavalcanti<br />
10h30 &#8211; Intervalo<br />
11h &#8211; Espetáculo <em>Lua</em> no Teatro Geraldo Barros</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficha técnica</strong></span></p>
<p>Direção geral, roteiro, performance e voz: Lua<br />
Direção artística e cenografia: Edvaldo Siry<br />
Direção musical, guitarra e violão: Lígia Fernandes<br />
Percussão: Jam da Silva<br />
Programação de beat: Erick Amorim<br />
Iluminação: Natalie Revoredo<br />
Fotografia: Tati Lima<br />
Produção executiva e local (Garanhuns): Carminha Lins<br />
Produção local (Arcoverde): Ney Mendes<br />
Assessoria deiImprensa: Salatiel Cícero<br />
Identidade visual: Alícia Cohim<br />
Intérprete de libras: Maria Cláudia Silva<br />
Psicóloga consultora e palestrante: Janaína Cavalcanti</p>
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		<title>Roda de diálogo reúne historiadores para debater o campo do Patrimônio Cultural</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 18:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em parceria com a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) promove, nesta sexta-feira (19), a partir das 15h, a roda de diálogo &#8220;Historiadoras e Historiadores e o Campo do Patrimônio Cultural em Pernambuco&#8221;. A atividade, que vai acontecer na Escola de Educação e Humanidades da Unicap (Bloco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em parceria com a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) promove, nesta sexta-feira (19), a partir das 15h, a roda de diálogo &#8220;Historiadoras e Historiadores e o Campo do Patrimônio Cultural em Pernambuco&#8221;. A atividade, que vai acontecer na Escola de Educação e Humanidades da Unicap (Bloco B &#8211; 1º andar), no Recife, é aberta ao público e tem como objetivo situar o lugar do profissional de História na área de preservação do patrimônio.</p>
<p><em>&#8220;A ideia é estender as redes de atuação de historiadoras e historiadores num campo tão vasto e múltiplo, como o do patrimônio cultural em Pernambuco, prezando por uma perspectiva da história plural e democrática, comprometida em ampliar as vozes dos mais diversos sujeitos da sociedade&#8221;</em>, diz o Diomedes Oliveira, organizador do evento, que é historiador e membro do CEPPC-PE, no segmento de Arqueologia, História e Museologia.</p>
<div id="attachment_96084" aria-labelledby="figcaption_attachment_96084" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/conselheiro-diomedes-oliveira-foto-costa-neto-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-96084" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/conselheiro-diomedes-oliveira-foto-costa-neto-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O conselheiro Diomedes Oliveira é o organizador do evento, que reunirá historiadores na Unicap</p></div>
<p><strong>CONVIDADOS -</strong> A roda de diálogo contará com a participação de Lívia Moraes e Silva (historiadora e servidora do Iphan-PE); Emanuela Sousa Ribeiro (historiadora e professora do Departamento de Museologia da UFPE e do Programa de Pós-Graduação em História da UFRPE); Glena Vieira (historiadora e arqueóloga atuante na produção cultural independente). <em>&#8220;Com convidados que trabalham diretamente na área &#8211; nas universidades, órgãos públicos, conselho, produção cultural independente, queremos conversar, sobretudo com estudantes de História, para pensarmos juntos nas possibilidades de atuação nesses espaços&#8221;</em>, adianta Oliveira. A mediação do debate será conduzida pela historiadora, professora e coordenadora do curso de graduação em História da Unicap, Rosário Silva. Não há necessidade de inscrição prévia.</p>
<p><strong>REUNIÃO SOLENE DO CEPPC-PE -</strong> Já nesta quinta-feira (18), às 10h, o CEPPC-PE organiza uma reunião solene com os Institutos Históricos de Pernambuco, na Academia Pernambucana de Letras &#8211; APL (Av. Rui Barbosa, 1596 &#8211; Graças, Recife &#8211; PE). O encontro tem como intuito discutir a participação e a contribuição das entidades na preservação do patrimônio cultural do Estado.</p>
<p><strong>ATIVIDADE VIRTUAL -</strong> No dia 18 de agosto (quinta-feira), será exibido pelo canal oficial da Secult-PE/Fundarpe no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>www.youtube.com/secultpe</strong></a>) uma apresentação dos projetos contemplados pelo Funcultura, na área de Patrimônio Cultural. A partir das 14h30, serão apresentados os projetos: &#8220;Preservação da Memória de Arquivo Dom José Lamartine da Arquidiocese de Olinda e Recife&#8221; e &#8220;Matriarcado e Memória: salvaguarda do patrimônio cultural do Terreiro Nagô Axé Talabi&#8221;.</p>
<p>Às 18h30, o canal oficial da Secult-PE/Fundarpe no YouTube vai transmitir a programação do 7º Seminário de Educação Patrimonial de Pernambuco &#8211; Patrimônio Ferroviário para além da escola, que contará com a participação de Cristina Meneguello (UNICAMP &#8211; SP), José Wagner dos Santos (Escola Estadual João Kopke &#8211; SP); mediação de Amanda Paraíso (GGPPC/Fundarpe); e, como debatedores, Nilson Rocha (GGPPC/Fundarpe) e André Cardoso (Museu do Trem/Fundarpe).</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO -</strong> A 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco é uma realização do Governo do Estado, por meio da Secult-PE/Fundarpe. Programado para acontecer entre os dias 15 e 30 de agosto de 2022, o evento conta com a participação de 31 municípios pernambucanos e mais de 209 atividades, que envolvem ações educativas, cursos, exposições, lançamento de livros, oficinas, palestras, rodas de diálogo, seminários e visitas guiadas. Clique <a href="https://drive.google.com/file/d/1eI7-Pgrf8ZLQ0RW7JmPQLQzV0s_TtXXp/view" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e confira a programação completa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Roda de diálogo &#8220;Historiadoras e Historiadores e o Campo do Patrimônio Cultural em Pernambuco&#8221;<br />
Quando: 19 de agosto de 2022 (sexta-feira), às 15h<br />
Onde: Escola de Educação e Humanidades da Unicap (Bloco B &#8211; 1º andar) &#8211; Rua do Príncipe, 526 &#8211; Boa Vista &#8211; Recife/PE<br />
Aberto ao público. Não há necessidade de inscrição prévia</p>
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		<title>Tracunhaém recebe roda de diálogo gratuita com mestres de maracatu</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/tracunhaem-recebe-roda-de-dialogo-gratuita-com-mestres-de-maracatu/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Mar 2017 18:54:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Escola Dr. Walfredo Luiz Pessoa de Melo, localizada em Tracunhaém, na Mata Norte de Pernambuco, sedia na próxima quarta-feira (29) a roda de diálogo gratuita ‘Brincando com os mestres – uma vivência com quem faz do brinquedo sua missão’. A atividade, que possui como objetivo promover um intercâmbio entre alunos da rede pública de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41743" aria-labelledby="figcaption_attachment_41743" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Heudes Régis/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Maracatu-Aguia-Formosa-Foto-Heudes-Regis-divulgacao.jpg"><img class=" wp-image-41743" alt="Foto: Heudes Régis/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Maracatu-Aguia-Formosa-Foto-Heudes-Regis-divulgacao.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Roda de diálogo encerra as atividades do &#8216;Projeto Azougue – Manutenção do Maracatu Rural Águia Formosa por 12 anos&#8217;</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Escola Dr. Walfredo Luiz Pessoa de Melo, localizada em Tracunhaém, na Mata Norte de Pernambuco, sedia na próxima quarta-feira (29) a roda de diálogo gratuita <strong>‘Brincando com os mestres – uma vivência com quem faz do brinquedo sua missão’</strong>. A atividade, que possui como objetivo promover um intercâmbio entre alunos da rede pública de ensino e Mestres Griôs, é aberta ao público interessado e também contará com tradução na língua brasileira de sinais (Libras), finalizando as atividades realizadas na região por iniciativa do &#8216;Projeto Azougue – Manutenção do Maracatu Rural Águia Formosa por 12 anos&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify;">Destacando a importância dos mestres para a manutenção e perpetuação da cultura popular e sua importância histórica e artística para o território e o acervo imaterial do estado, a roda de diálogo contará com a participação dos mestres Edmilson Cirandeiro (Maracatu Rural Águia Formosa), Barachinha (Maracatu Estrela Dourada de Buenos Aires/PE), Anderson (Cambinda Brasileira do Cumbe e Ciranda Raiz da Mata Norte) e Nice Teles (Maracatu de Baque Solto Estrela de Ouro e Cavalo Marinho Estrela Brilhante). A mediação ficará por conta do mestre Maciel Salú, integrante do Maracatu Rural Águia Formosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Iniciado em 2016, com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, o &#8216;Projeto Azougue – Manutenção do Maracatu Rural Águia Formosa por 12 meses&#8217;, possuiu todas as atividades promovidas pela Grão – Comunicação e Cultura e Maciel Salú, tendo como proposta oferecer gratuitamente atividades de interesse social voltados à preservação do patrimônio cultural pernambucano, de fortalecer sua atuação como célula e fortalecer os vínculos comunitários, além de promover um ambiente de intercâmbio entre a educação formal e os Mestres Griôs. De 2016 até março de 2017, o projeto promoveu duas sambadas de maracatu, três oficinas de formação e o Encontro de Mestres e Poetas da Mata Norte. Agora, a iniciativa encerra suas atividades propostas para ocorrerem durante um ano com a roda de diálogo.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b><strong><em>Roda de diálogo ‘Brincando com os mestres – uma vivência com quem faz do brinquedo sua missão’</em></strong><br />
<strong>Quando:</strong> quarta-feira, 29 de março<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 15h<br />
<strong>Local:</strong> Escola de Referência em Ensino Médio Dr. Walfredo Luiz Pessoa de Melo (Av. Severino Lopes de Albuquerque, s/nº, Bairro Novo, Tracunhaém-PE)<br />
<em id="__mceDel">Acesso gratuito </em></p>
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		<item>
		<title>Projeto ‘A vez e a voz da literatura infantil’ chega ao Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2016 14:58:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bolsa de Fomento à Literatura da Biblioteca Pública Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Promovendo rodas de diálogo gratuitas com escritores do gênero de literatura infantojuvenil brasileira, o projeto ‘A vez e a voz da literatura infantil’ está com inscrições abertas para sua realização no Recife. A atividade formativa, que será realizada na próxima terça-feira (22/3), no auditório da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Biblioteca-Itinerante-de-Petrolina-CLISERTAO-2012-Foto-Ricardo-Moura-Secult-PE.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-34622" alt="Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Biblioteca-Itinerante-de-Petrolina-CLISERTAO-2012-Foto-Ricardo-Moura-Secult-PE-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Promovendo rodas de diálogo gratuitas com escritores do gênero de literatura infantojuvenil brasileira, o projeto ‘A vez e a voz da literatura infantil’ está com inscrições abertas para sua realização no Recife. A atividade formativa, que será realizada na próxima terça-feira (22/3), no auditório da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no horário das 9h às 11h30, estará reunindo as escritoras Rosinha, Lenice Gomes, Simone Cavalcante e Claudia Lins.</p>
<p style="text-align: justify;">Realizado pela Bolsa de Fomento à Literatura da Biblioteca Pública Nacional e pelo Ministério da Cultura (MinC), o projeto também possui em sua rota as cidades de Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, com escritores que compõem o Coletivo A Vez e A Voz. <em>“Nossa proposta é divulgar a produção do coletivo, estimulando a construção de novos olhares sobre a literatura para a infância. Queremos convidar os jovens em formação e também os educadores a refletir sobre a bibliodiversidade da literatura infantil brasileira e a compartilhar com os autores seus diferentes modos de ver, sentir e analisar o universo da literatura infantil”</em>, destaca Simone Cavalcante uma das organizadoras do projeto, ao lado da autora Claudia Lins.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os assuntos que serão abordados, estão temas como o processo criativo, a importância da literatura infantil e os desafios para formar novos leitores na educação brasileira. As trajetórias literárias de cada um dos escritores participantes, também irão fazer parte dos diálogos, inserindo conteúdos disponíveis em um livro que será distribuído gratuitamente ao público participante, durante a realização do evento.</p>
<p style="text-align: justify;">As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas através do <strong><a title="formulário online" href="https://docs.google.com/forms/d/12ZQs6uopGUb5DRHwm95Xcih7QIBrG9QVgHWdAkv_j-I/viewform?c=0&amp;w=1" target="_blank">formulário online</a></strong>. Outras informações sobre o projeto, podem ser conferidas no site: <strong><a title="www.mundoleitura.com.br" href="http://www.mundoleitura.com.br/" target="_blank">www.mundoleitura.com.br</a></strong>.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Projeto ‘A vez e a voz da literatura infantil’</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> terça-feira, 22 de março<br />
<strong>Horário:</strong> das 9h às 11h30<br />
<strong>Local:</strong> auditório da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)<br />
<strong>Inscrições gratuitas:</strong> <strong><a title="formulário online" href="https://docs.google.com/forms/d/12ZQs6uopGUb5DRHwm95Xcih7QIBrG9QVgHWdAkv_j-I/viewform?c=0&amp;w=1" target="_blank">formulário online</a></strong><br />
<strong>Público alvo:</strong> estudantes universitários e educadores</p>
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		<item>
		<title>Protagonismo feminino no maracatu é abordado na Semana do Patrimônio</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/protagonismo-feminino-no-maracatu-e-abordado-na-semana-do-patrimonio/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 13:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[8ª Semana do Patrimônio]]></category>
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		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural e Gênero: o protagonismo da mulher no Maracatu Nação]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29370" aria-labelledby="figcaption_attachment_29370" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Roda-de-Dialogo-na-Casa-do-Carnaval-Semana-do-Patrimonio-Costa-Neto-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-29370  " alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Roda-de-Dialogo-na-Casa-do-Carnaval-Semana-do-Patrimonio-Costa-Neto-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Joana Cavalcante, regente do Nação do Maracatu Encanto do Pina, Lady Selma Albernaz, professora do Programa de Pós-graduação em Antropologia da UFPE, e Jailma Maria Oliveira, Doutoranda do curso de pós-graduação em Antropologia da UFPE, durante a roda de diálogo realizada na Casa do Carnaval do Recife.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por: Roberto Moraes Filho</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Promovendo discussão sobre a presença da mulher nas tradições do maracatu, a 8ª Semana do Patrimônio, promovida pela Secult-PE, Fundarpe e contando com a parceria da Secretaria da Mulher de Pernambuco  e a Casa do Carnaval (Recife), realizou na manhã de terça-feira (18), a roda de diálogo ‘Patrimônio Cultural e Gênero: o protagonismo da mulher no Maracatu Nação’.</p>
<p style="text-align: justify;">Contando com a mestra da Nação do Maracatu Encanto do Pina, Joana Cavalcante; a antropóloga e professora do Programa de Pós-graduação em Antropologia da UFPE, Lady Selma Albernaz; e Jailma Maria Oliveira, Doutoranda do curso de pós-graduação em Antropologia da UFPE, a explanação inicial abordou questões como a hierarquia existente nas nações de maracatu, assim como o machismo predominante para a execução de determinados papeis e o domínio de funções, seguindo tradições já pré-estabelecidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“O significado do gênero é muito maior e mais complexo do que a simples classificação da divisão de tarefas. O masculino tem a tendência de ser superior e englobar a participação do gênero feminino como questão de domínio da situação”</em>, explicou a professora Lady Selma. <em>“A partir das posições que eles ocupam, é que estarão pautando a sociedade. Com isso, até hoje as mulheres formam o grupo social mais pobre e da sociedade, especialmente quando se trata da relação de ocupar posições de liderança</em>”, completou.</p>
<p style="text-align: justify;">Observando a composição dos maracatus nação a partir de sua tradição, a roda de diálogo refletiu também sobre a religiosidade dos grupos: <em>“A côrte é feminina, apesar de ser composta tanto por mulheres como homens. Já o batuque, é extremamente masculino. Sendo o gênero feminino relacionado especialmente com o lado sagrado do maracatu, é ele que está responsável pela proteção espiritual do grupo”</em>, observou Lady Selma.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A convite do Mestre Luiz de França (Maracatu Leão Coroado), Marta Rosa se tornou a primeira mulher a tocar em público uma alfaia. Este fato, relacionado ao machismo que impera em diversos segmentos da cultura popular, não se trata de tirar o poder dos homens, mas sim, uma questão de ocupação da mulher pelo direito que ela também possui de exercer a determinada função”</em>, ressaltou a professora.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Roda-de-Dialogo-na-Casa-do-Carnaval-Semana-do-Patrimonio-Costa-Neto-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-29371" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Roda-de-Dialogo-na-Casa-do-Carnaval-Semana-do-Patrimonio-Costa-Neto-02-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para a mestra Joana Cavalcante, que cresceu dentro do terreiro do Maracatu Encanto do Pina e toca todos os instrumentos do grupo, exercer a função de líder foi vencer diversos preconceitos e demonstrar que a mulher pode e deve ocupar qualquer papel: <em>“Dentro do terreiro e do maracatu, mulher sempre fez de tudo. O que divide um pouco é a questão dos homens cuidarem dos instrumentos e do batuque. Eu fiquei surpresa em saber que tinha sido a primeira mulher a tocar e a reger em um maracatu”</em>, comentou.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Hoje sinto que minha posição dentro do grupo é, sobretudo, a de preservar a religiosidade do maracatu, que está se deteriorando em virtude de outras criações externas às origens de terreiro, que não são voltadas para contribuir socialmente com a comunidade. Quero que a tradição do maracatu preserve especialmente o sagrado, a matriz africana e tudo o que o constitui desde a sua formação inicial”</em>, ressaltou a mestra Joana.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a doutoranda do curso de pós-graduação em Antropologia da UFPE,  Jailma Maria Oliveira, no quesito de patrimônio, as nações de maracatus atualmente enfrentam um grande desafio, além da questão da aceitação do gênero feminino. <em>“A religiosidade é um marcador importante e não se negocia, especialmente para a manutenção do maracatu. Entendo que para ser mestra de maracatu, como é o caso de Joana, é preciso conhecer e dominar não apenas a alfaia, como também preservar a religiosidade praticada. Cada grupo tem sua forma de lidar com a religião e isso precisa ser respeitado”</em>, comentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final da roda de diálogo, que também debateu questões relacionadas aos preconceitos vivenciados pelas religiões africanas, o público participante também opinou e fez perguntas para as participantes. Como um dos desfechos do debate, a professora Lady Selma enfatizou a questão da disputa de virilidade entre os homens, como um dos quesitos relacionados ao machismo. <em>“A dificuldade de tocar abê, que é tido como um instrumento mais destinado às mulheres, é tão grande quanto tocar alfaia. A ideia do abê como beleza para a dança corporal desqualifica a ideia da mulher no poder, o que demonstra a questão da ocupação do homem nesta posição, desde as primeiras formações de maracatus”</em>, destacou a professora.</p>
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