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	<title>Portal Cultura PE &#187; rodrigo dourado</title>
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		<title>Mostra de Teatro Alternativo triunfa no 26º FIG</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jul 2016 00:07:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Márcio Bastos Aposta da programação de artes cênicas do 26º Festival de Inverno de Garanhuns, a Mostra de Teatro Alternativo se provou um sucesso junto ao público do evento. Com sessões na Casa Galeria Galpão,  tradicionalmente ligada às artes visuais e ao design, a programação levou centenas de pessoas ao espaço para conferir espetáculos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Márcio Bastos</em></p>
<p>Aposta da programação de artes cênicas do 26º Festival de Inverno de Garanhuns, a Mostra de Teatro Alternativo se provou um sucesso junto ao público do evento. Com sessões na Casa Galeria Galpão,  tradicionalmente ligada às artes visuais e ao design, a programação levou centenas de pessoas ao espaço para conferir espetáculos que fogem da formatação pensada para o palco à italiana (tradicional), com temas que abordaram desde a violência doméstica à paranoia contemporânea, passando ainda por dilatações das emoções humanas.</p>
<p>Na sexta-feira (29), o público se deleitou com as histórias de Plínio Maciel, que apresentou o espetáculo <strong>Na Beira</strong>, do Teatro de Fronteira. Dirigido por Rodrigo Dourado, o trabalho transita pelo teatro documental, registrando passagens da vida do ator, que desnuda emoções e situações íntimas para o público, levando para a cena fotografias, músicas e objetos de seu passado.</p>
<div id="attachment_38754" aria-labelledby="figcaption_attachment_38754" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28042432893_7c9e66e9be_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38754" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28042432893_7c9e66e9be_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Plínio Maciel abre seu baú de memórias afetivas em Na Beira</p></div>
<p>Além do talento de Plínio em contar histórias, a dramaturgia é construída com uma fluidez que permite ao público uma imersão no universo pessoal do ator, ao mesmo tempo em que entra em contato com suas próprias recordações. Isso porque, para além de um relato meramente autobiográfico, o espetáculo articula memórias afetivas impregnadas no imaginário coletivo. A apresentação em Garanhuns pareceu, especialmente, tocar a plateia de uma maneira particular, já que Maciel leva à cena muitas das experiências de um rapaz do interior, fato que visivelmente causava maior identificação com alguns dos presentes.</p>
<div id="attachment_38755" aria-labelledby="figcaption_attachment_38755" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28658721465_ba165c9672_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38755" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28658721465_ba165c9672_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Público aprovou a Mostra de Teatro Alternativo, novidade do FIG 2016</p></div>
<p><strong>Na Beira</strong> foi idealizado para encenação na casa de Plínio, que segundo o diretor é um espaço com muita memória, com resquícios da história do intérprete. O projeto, no entanto, cresceu e o grupo também apresenta a peça em outras residências, dependendo da disponibilidade e dos convites feitos. A presença da obra na Mostra Alternativa de Teatro reforçou também a diversidade dos trabalhos que foram apresentados ao público durante o festival, mostrando a viabilidade do projeto, assim como a aceitação do público para esta nova forma de fruição do teatro.</p>
<p><strong>TRANS</strong></p>
<p>Mais de 500 pessoas lotaram o Teatro Luiz Souto Dourado para conferir a apresentação de Avental Todo Sujo de Ovo, do Grupo Ninho de Teatro (CE). A obra, que já está em cartaz há cerca de oito anos, é um vigoroso retrato do teatro contemporâneo nordestino, com toques e cores regionais, porém abordando temas universais, que dialogam com questões de foro íntimo e coletivo.</p>
<div id="attachment_38752" aria-labelledby="figcaption_attachment_38752" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28374170600_30c0f5d51a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38752" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28374170600_30c0f5d51a_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Elenco afiado é destaque da peça</p></div>
<p>Na obra, um casal do interior do Ceará sofre pelo desaparecimento do filho, que há 18 anos sumiu sem deixar vestígios. Tudo muda quando Moacir, o filho, volta como Indienne du Bois, agora filha. Assumindo sua transexualidade para a família, a moça tem que lidar não só com o peso do seu retorno, mas também de sua condição frente à família.</p>
<div id="attachment_38753" aria-labelledby="figcaption_attachment_38753" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28626173746_6eab74c6b7_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38753" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28626173746_6eab74c6b7_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Drama familiar é tratado com delicadeza no espetáculo</p></div>
<p>Uma obra poética e bem construída, com atuações marcantes de Edceu Barboza, Joaquina Carlos, Rita Cidade e Zizi Telécio, o espetáculo foi uma das gratas surpresas do 26º Festival de Inverno de Garanhuns, ganhando aplausos calorosos do público.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Complexo de Cumbuca&#8221; entra em cena no Teatro Arraial</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2015 14:51:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Teatro Arraial Ariano Suassuna receberá, nos próximos dias 19, 20, 26 e 27/9, às 19h, o espetáculo Complexo de Cumbuca, da Companhia Teatro de Fronteira. Criado a partir do conceito de um biodrama &#8211; que, segundo a encenadora argentina Viviana Tellas, o indivíduo compartilha cenicamente, poeticamente, pedaços de sua vida no palco, o monólogo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_30239" aria-labelledby="figcaption_attachment_30239" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Moreira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/01-Complexo-de-Cumbuca-8-Mostra-Capiba-de-Teatro_Credito-Agencia-Rodrigo-Moreira.jpg"><img class="size-medium wp-image-30239" alt="Rodrigo Moreira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/01-Complexo-de-Cumbuca-8-Mostra-Capiba-de-Teatro_Credito-Agencia-Rodrigo-Moreira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O monólogo é protagonizado pelo ator Rodrigo Cavalcanti</p></div>
<p>O Teatro Arraial Ariano Suassuna receberá, nos próximos dias 19, 20, 26 e 27/9, às 19h, o espetáculo <em>Complexo de Cumbuca</em>, da Companhia Teatro de Fronteira. Criado a partir do conceito de um biodrama &#8211; que, segundo a encenadora argentina Viviana Tellas, o indivíduo compartilha cenicamente, poeticamente, pedaços de sua vida no palco, o monólogo fala dos afetos, das descobertas, das frustrações e do universo dos relacionamentos amorosos que fazem parte de toda e qualquer história de vida.</p>
<p>Em cena o ator-performer Rodrigo Cavalcanti disseca, com ironia e sarcasmo, histórias sexuais bizarras, memórias de relacionamentos potencialmente frustrados, encontros fortuitos, identificando, refletindo, observando e analisando as novas formas de se relacionar no mundo atual. “O que me interessa é menos a formalização de uma história, de um personagem, de um espaço e mais o borramento desses elementos. Sim, criamos uma situação performativa, mas a maneira como essa situação se move, avança, é o mais aberta possível”, esclarece Cavalcanti.</p>
<p>Inspirada nos textos do Tumblr <a href="http://controley.tumblr.com/" target="_blank"><em><strong>Controle Y</strong></em></a>, a montagem, que conta com direção de Rodrigo Dourado, nasceu de um projeto de pesquisa incentivado pelo Governo do Estado de Pernambuco, através dos recursos do Funcultura. A iniciativa, realizado pelo grupo Teatro de Fronteira, ao longo dos anos de 2013/2014, Vozes Contemporâneas – Uma Pesquisa Experimental Sobre Novas Dramaturgias e Suas Vocalidades, investigava vocalidades para a cena em seu cruzamento com escritas teatrais da atualidade. Essa investigação buscou articular a voz e a dramaturgia como metáforas das subjetividades contemporâneas. “Nossa pesquisa teve por objetivo testar a hipótese e os nexos entre causa e efeito levantando um questionamento: a composição de vozes autorais dramatúrgicas resultará na constituição de vocalidades contemporâneas – para novas formas de dramaturgia, necessitamos de novas composições atoriais, principalmente no campo da vocalidade”, explica o ator sobre o processo de contrução da peça.</p>
<p>No palco, Cavalcanti apresenta as vivências de um jovem gay de uma grande cidade qualquer trazidas para a realidade recifense: encontros fortuitos, decepções amorosas, aplicativos de “pegação”, aventuras sexuais bizarras. Quase num tom de stand-up comedy, Rodrigo narra e vive suas próprias histórias, partilhando sem pudores um universo de intimidades (in)confessáveis. &#8220;<em>Complexo de Cumbuca</em> traz a cena o universo da cultura pop, urbana e gay. Esse solo performático marca um momento em que intimidade, sexualidade e memória são os fios condutores do grupo, que trabalha o conceito desde a concepção do texto até o momento preciso da apresentação ao público. Um exemplo é o caráter autobiográfico que circunda o espetáculo. E é, nesse espaço da intimidade, do real, da proximidade, do encontro teatral, que a encenação se ergue&#8221;, disse o protagonista do monólogo.</p>
<p>O solo performático já circulou por festivais e mostras como a 8ª Semana de Cênicas da UFPE, o 21º Janeiro de Grandes Espetáculos – Festival Internacional de Artes Cênicas de Pernambuco e a 8ª Mostra Capiba de Teatro do SESC, além de ter feito apresentações em São Paulo. Depois do Teatro Arraial Ariano Suassuna, a peça seguirá em outubro para uma temporada no Teatro Joaquim Cardozo.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>O Que é:</strong> Complexo de Cumbuca, sábados e domingos, às 19h<br />
<strong>Quando:</strong> 19, 20, 26 e 27/09<br />
<strong>Onde:</strong> Teatro Arraial (Rua da Aurora, 457 – Boa Vista / Recife-PE)<br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia)<br />
<strong>Duração:</strong> 45 minutos<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 18 anos</p>
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