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	<title>Portal Cultura PE &#187; Roger de Renor</title>
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		<title>Governadora Raquel Lyra apresenta o Carnaval pernambucano à cidade de São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 15:37:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Com a proposta de atrair mais turistas para conhecerem o Carnaval de Pernambuco, um dos maiores eventos culturais do mundo, a governadora Raquel Lyra esteve em São Paulo, neste domingo (16), levando na bagagem uma edição especial do Festival Pernambuco Meu País, realizado por meio da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur). A festa aconteceu na Avenida Paulista e continuou no Parque Burle Marx.</p>
<p>“É muito legal termos a oportunidade de trazer uma ação como esta para cá, apresentar ao povo paulistano o maracatu, o caboclo de lança, os passistas e a orquestra de frevo. Quem está aqui vai poder sentir um pouco daquilo que é a alegria do povo pernambucano, de nossa cultura popular. E quem é de Pernambuco e está em São Paulo também pode matar a saudade de casa abrindo as portas para o maior e melhor Carnaval do mundo”, afirmou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A prévia da folia pernambucana começou na Avenida Paulista, às 10h, com a presença de diversas manifestações e patrimônios da cultura do Estado, como os caiporas de Pesqueira (Patrimônio Vivo) e o maior bloco de rua do planeta, o Galo da Madrugada, representado por um boneco inflável de 15 metros de altura. Em seguida, às 11h, a energia festiva foi levada ao Parque Burle Marx, com diversas outras atrações, como Roger de Renor e o Som na Rural, Gerlane Lops, Nego Thor, Romero Ferro, Duda Beat e Alceu Valença &#8211; ícone da festa de Momo do Estado e um do homenageados do Carnaval de Pernambuco em 2024.</p>
<p>O presidente da Empetur, Eduardo Loyo, chamou a atenção para o potencial turístico de Pernambuco, sobretudo em uma época como o Carnaval. “O Estado de São Paulo é o maior emissor turístico para Pernambuco durante todo o ano. Quando trazemos este evento para cá buscamos fazer com que os paulistas sintam um pouquinho do gosto de nosso Carnaval para que tenham vontade de ir para Pernambuco. O setor de turismo engloba cerca de 50 atividades econômicas, áreas pujantes na geração de emprego, e por isso vimos fazendo este trabalho que tem dado muito certo”, destacou.</p>
<p>Durante as apresentações deste domingo também teve destaque o Maracatu Estrela Brilhante de Nazaré da Mata, maracatu de baque solto com 24 anos de existência e uma trajetória imponente. Ao longo dos anos o grupo colecionou títulos nos concursos de agremiações por todo o Estado e se dedicou a apresentações culturais nos ciclos festivos do calendário cultural de Pernambuco, bem como a realização de aulas-espetáculos em escolas públicas e participação em festivais e encontros culturais nacionais e internacionais.</p>
<p>“É uma oportunidade de trazer nossa cultura popular e nossas raízes aqui para São Paulo, que tem uma comunidade nordestina pernambucana enorme e é uma emissora de turistas para Pernambuco. É um grande intercâmbio cultural”, completou a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula.</p>
<p>Outra atração foi o mestre Julião das Máscaras, de Olinda, que realizou no local uma oficina exclusiva de cabeças de la ursa, uma das peças mais famosas do artista. O artesão tem trabalhos que se espalham por galerias e coleções no Rio de Janeiro, na França e no Japão.</p>
<p>O casal pernambucano Cilene Nascimento e Mário Nascimento mora em São Paulo há mais de 30 anos e estava na Avenida Paulista matando a saudade da cultura da terra natal. “Fica um sentimento de felicidade e de amor à cultura. Lembrar de nossas raízes é tudo de bom. É muito importante para a gente. É bom demais matar a saudade”, comentou Cilene. “Não tem pareia, né? A gente lembra de nossa terra, nossa cultura e nossas raízes. Ficamos até emocionados. Passa um filme na cabeça, de onde a gente veio. Tudo de bom. Não tem igual”, completou Mário.</p>
<p>Para a administradora paulistana Andrea Paternost, 51 anos, a ação foi muito boa porque mostrou Pernambuco para quem não o conhece. “Do lado de cá nós até nos indagamos sobre o que representam certas figuras que talvez nem todo mundo conheça. Mas é muito legal ver o Carnaval de Pernambuco aqui em São Paulo. Já estive em Olinda e fiquei com vontade de voltar para lá”, disse.</p>
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		<title>Papo de Ciranda promove visibilidade dos artistas em streaming e nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2023 15:20:29 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106199" aria-labelledby="figcaption_attachment_106199" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-11.36.16.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106199" alt="Elimar Caranguejo/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-11.36.16-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe do Papo de Ciranda</p></div>
<p>A produtora Terno da Mata lança hoje nesta sexta-feira (3) o projeto cultural Papo de Ciranda, que reúne 12 dos principais representantes da ciranda em Pernambuco para falar sobre suas trajetórias com a manifestação cultural. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) da Música, foi concebido tendo como base a 6ª Conferência Estadual de Cultura, que buscou incentivar a pesquisa etnográfica, a salvaguarda da memória e a valorização da produção artístico-cultural de segmentos específicos como a ciranda.<br />
A iniciativa, que conta com as mestras e os mestres vinculados à Associação do Coletivo de Cirandas de Pernambuco, tem como objetivo celebrar o título de Patrimônio Imaterial do Brasil e contar a trajetória dos artistas fortalecendo seus currículos e promovendo a valorização e difusão da cultura da ciranda por meio de conteúdo digital.<br />
São entrevistas conduzidas pelo apresentador Roger de Renor e registradas pelo cineasta Nilton Pereira, em forma de episódios em podcast e vídeos, com cirandeiros como Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco; Mestre Santino, artista do município de Nazaré da Mata (PE) reconhecido como Mestre da Cultura Popular, pelo Prêmio Ariano Suassuna, como o cirandeiro mais antigo; e a Ciranda Imperial do Mestre Sérgio Almeida, lendária ciranda que gravou o primeiro LP de ciranda intitulado <em>Vamos Cirandar</em> (1972) em parceria com Mestre Antônio Baracho e a Ciranda Cobiçada do Mestre Custódio pela gravadora Rozenblit.<br />
O projeto visa registrar a história da ciranda contada pelos próprios artistas proporcionando um panorama diversificado dessa manifestação cultural. O local escolhido para as gravações foi o Estúdio Fábrica, localizado no bairro da Várzea. Durante as entrevistas os cirandeiros puderam compartilhar suas experiências, apresentar suas músicas e demonstrar a riqueza rítmica da ciranda pernambucana.<br />
Os registros em vídeo das entrevistas são disponibilizados em plataformas de streaming, como o YouTube, e nas redes sociais da Terno da Mata e dos artistas ampliando o alcance do conteúdo e possibilitando o acesso gratuito por parte do público interessado. Além disso há versões em podcast para aqueles que preferem consumir o material em áudio. Uma das preocupações do projeto é garantir a acessibilidade e por isso os vídeos contam com janelas de libras tornando o conteúdo compreensível para pessoas com deficiência auditiva.<br />
Também estão presentes a ciranda de Zeca Cirandeiro, de Paudalho (PE); Biu Paizinho, da Ciranda Terno da Mata; e o Mestre Anderson Miguel, representante da nova geração da ciranda pernambucana. Dona Dulce Baracho (Abreu e Lima-PE) filha do Mestre Antônio Baracho; Walter da Ciranda Cobiçada (Olinda), filho do Mestre Custódio; Arnaldo do Amaro Branco (Olinda-PE); Dona Del da Ciranda (Paulista-PE); Dona Cristina, que também é Patrimônio Vivo, da Ciranda Dengosa (Recife); e o Mestre Juarez (Cidade Tabajara, Olinda) são os outros artistas que fazem parte do projeto, que ainda conta com um episódio ao vivo do podcast na Rádio Amunam, em Nazaré da Mata.<br />
Papo de Ciranda busca valorizar e difundir a cultura da ciranda em Pernambuco, permitindo que os próprios artistas compartilhem suas histórias e músicas nas redes sociais com um conteúdo audiovisual profissional. Queremos ampliar a visibilidade desses talentosos cirandeiros e promover a inclusão digital tornando a ciranda mais acessível a todos&#8221;, explicam os produtores culturais Sérgio Melo e Ursula Albuquerque, da Terno da Mata Produções.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p>3/11 &#8211; Mestre Sérgio Imperial<br />
4/11 &#8211; Mestra Cristina<br />
10/11 &#8211; Mestre Zeca Ciradeiro<br />
11/11 &#8211; Mestra Del<br />
17/11 &#8211; Lia de Itamaracá<br />
18/11 &#8211; Mestre Santino Cirandeiro<br />
24/11 &#8211; Mestre Arnaldo<br />
25/11 &#8211; Mestra Dulce Baracho<br />
1º/12 &#8211; Mestre Anderson Miguel<br />
2/12 &#8211; Mestre Walter<br />
8/12 &#8211; Mestre Juarez<br />
9/12 &#8211; Mestre Biu Paizinho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Acesso nas plataformas digitais:</strong></span></p>
<p>Spotify: Podcast Papo de Ciranda<br />
Deezer: Podcast Papo de Ciranda<br />
YouTube: Terno da Mata Produções</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>No Instagram:</strong></span></p>
<p>@ternodamata<br />
@coletivodecirandaspe<br />
@podcastpapodeciranda</p>
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		<title>TV Universitária estreia uma série de programas sobre o Palco Som na Rural do FIG</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2019 14:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Para aquecer o clima de quem aguarda a chegada do 29ª Festival de Inverno de Garanhuns &#8211; previsto para acontecer na segunda quinzena de julho -, a TV Universitária (TVU) estrou, na última terça-feira (4), a série &#8220;FIG &#8211; Palco Som na Rural&#8221;. Ao todo, 12 programas com shows e conversas com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69156" aria-labelledby="figcaption_attachment_69156" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43682736232_1b7373825c_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-69156 " alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43682736232_1b7373825c_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Participam da série de programas artistas como Isaar, que se apresentaram no FIG 2018</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Para aquecer o clima de quem aguarda a chegada do 29ª Festival de Inverno de Garanhuns &#8211; previsto para acontecer na segunda quinzena de julho -, a TV Universitária (TVU) estrou, na última terça-feira (4), a série &#8220;FIG &#8211; Palco Som na Rural&#8221;. Ao todo, 12 programas com shows e conversas com os diversos artistas que se apresentaram no Palco Som na Rural do FIG 2018 serão exibidos até a semana que antecede o Festival.</p>
<p>Os programas vão ao ar às terças e quintas de junho e julho, sempre às 19h, na TVU Recife, canal digital 11.1, e também pelo link <strong><a href="http://www.ufpe.br/ntvru/aovivo" target="_blank">www.ufpe.br/ntvru/aovivo</a>.</strong> A série é uma produção em parceria entre as equipes da TVU e Som na Rural, que pelo segundo consecutivo ano atuaram juntas na cobertura do festival.</p>
<div id="attachment_69155" aria-labelledby="figcaption_attachment_69155" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/ Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43631785801_3a1861f94e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-69155 " alt="Jan Ribeiro/ Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43631785801_3a1861f94e_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Além de Isaar, ps programas apresentam shows de bandas como Tour Hip Hop Mulher, Tiné, Ceum, Lady Laay, Banda Viruz, Juliano Holanda, Tonfil, Flaira Ferro, Vertin Moura, Helton Moura, Paulo Neto, Madimboo, Alef e o Prato de Flores, Bande Desinée, Vinícius Barros, Daniel Bento e Gilú Amaral.</p></div>
<p style="text-align: left;">&#8220;FIG – Palco Som na Rural&#8221; apresenta shows de bandas como Tour Hip Hop Mulher, Tiné, Ceum, Lady Laay, Banda Viruz, Juliano Holanda, Tonfil, Flaira Ferro, Vertin Moura, Helton Moura, Paulo Neto, Madimboo, Alef e o Prato de Flores, Bande Desinée, Vinícius Barros, Daniel Bento, Gilú Amaral e Isaar.</p>
<p>De acordo com Leonardo Klück, diretor de Produção da TVU Recife, o primeiro ano da parceria entre a TV Universitária e o Som na Rural foi no FIG 2017.  &#8220;Eu já estava com essa ideia de cobertura para o Festival por causa na nossa aproximação com o produtor cultural Roger de Renor. Quando ficamos sabendo da história do palco, propomos essa captação dos shows. Em 2018, a TVU foi com a equipe maior já com a intenção de produzir essa série, e contamos também com o apoio do próprio Som na Rural“, explica Leonardo Klück.</p>
<div id="attachment_69157" aria-labelledby="figcaption_attachment_69157" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/42707241155_15bdd15986_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-69157 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/42707241155_15bdd15986_k-607x426.jpg" width="607" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">Na opinião de Roger, o segredo do sucesso do polo é a aproximação com o calor do público</p></div>
<p style="text-align: left;">Além de Leonardo Klück, que também dirigiu os programas, Nilton Pereira e Roger de Renor participaram da produção. Quem fez a operação de câmera foi Caio Cagliani, Leonardo Klück e Nilton Pereira. A captação e masterização de aúdio é assinada por Marco da Lata. Outros profissionais também integraram a equipe.</p>
<p>A relação entre Roger de Renor e a TVU é antiga e vinha sendo trabalhada desde a época que Roger teve um programa na TVU, o Sopa Diária, em 2003. &#8220;O Sopa Diária era um projeto da TV Viva desenvolvido entre a minha produtora e a TVU. Desde então a gente vem fazendo essas parcerias, como nas coberturas do Carnaval e algumas coisas ligadas à TV Brasil“, revela Roger de Renor.</p>
<p>Roger de Renor destaca também a parceria com a Secretaria de Cultura e Fundarpe para a realização do Palco Som na Rural durante o FIG, com o apoio de estrutura e equipe técnica para o o palco. &#8220;Um atração à parte é o Napoleão Assunção, diretor e locutor do palco que comanda uma turma de alto nível profissional. É uma coisa coletiva mesmo“.</p>
<div id="attachment_42421" aria-labelledby="figcaption_attachment_42421" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/som-na-rural_fig_juarezventura.jpg"><img class="size-medium wp-image-42421" alt="Juarez Ventura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/som-na-rural_fig_juarezventura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em 2019, o Palco Som na Rural comemora quatro anos de existência no Festival de Inverno de Garanhuns</p></div>
<p>Em 2019, o Palco Som na Rural comemora quatro anos de existência no Festival de Inverno de Garanhuns. Na opinião de Roger, o segredo do sucesso do polo é a aproximação com o calor do público. &#8220;A gente vive num tempo que as pessoas estão procurando uma interação com o artista, uma coisa mais humana e horizontal. E o Som na Rural oferece isso, numa condição técnica de palco e luz muito bons e com uma equipe de palco de primeira, no mesmo nível do Palco Dominguinhos, mas sem aquela distância“, avalia Roger.</p>
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		<title>&#8216;Outras Palavras&#8217; levou bate-papo literário e o Som na Rural para escola em Paulista</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/outras-palavras-levou-bate-papo-literario-e-o-som-na-rural-para-escola-em-paulista/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Nov 2017 20:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Pela primeira vez, o Som na Rural, um dos projetos de difusão da cultura pernambucana mais atuantes do estado, participou de uma edição do Outras Palavras, iniciativa da Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe que tem a preocupação de levar cultura e arte pra dentro do ambiente escolar. A participação aconteceu nesta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55501" aria-labelledby="figcaption_attachment_55501" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/24738122628_515f79856a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55501 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/24738122628_515f79856a_k-607x399.jpg" width="607" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">Atividade aconteceu ao melhor estilo do Som na Rural, com a ocupação do espaço público de uma forma mais dinâmica e participativa</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Pela primeira vez, o Som na Rural, um dos projetos de difusão da cultura pernambucana mais atuantes do estado, participou de uma edição do <strong>Outras Palavras</strong>, iniciativa da Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe que tem a preocupação de levar cultura e arte pra dentro do ambiente escolar. A participação aconteceu nesta última quinta-feira (23), no EREM Professor Arnaldo Leão, em Maranguape, bairro no município de Paulista e território imortalizado em um canção do falecido músico Erasto Vasconcelos. Além do Som na Rural, o escritor Camillo José, vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro <strong>A Dakimatura Flutuante</strong>, conversou com os estudantes que participaram da ação.</p>
<p>A edição do <strong>Outras Palavras</strong> costuma também levar cinema pra dentro da sala de aula e começou com a exibição de dois curtas. Um deles foi o primeiro episódio da segunda temporada do <strong>Pasárgada.doc</strong>, iniciativa da Coordenadoria de Literatura da Secult-PE, com a jovem poeta pernambucana Joy Carlu. O outro é o <strong>A Hora da Saída</strong> produzido por alunos da Escola Estadual Santa Paula Frassineti, durante o curso de iniciação ao audiovisual do projeto Cine Cabeça, com direção de Cynara Santos e Gabriela Freitas e roteiro de Lucas Cintra e Vitor Vinícius.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Zo3N-2UqTSE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Em seguida, os alunos foram convidados a ir para a quadra da escola, onde estava estacionada a famosa e ornamentada Rural. Produzido por Nilton Pereira e Roger de Renor, o Som na Rural já circulou por várias cidades do estado e regiões do país, sempre promovendo a música de Pernambuco. Por onde ela passa, chama atenção com suas cores e até pelo próprio legado que construiu nos últimos anos – além dos próprios eventos que produziu, teve programa de rádio e TV. É tanto reconhecimento espontâneo que muita gente do bairro espiava por cima do muro pra ver o que estava acontecendo. “<em>É legal demais ver o Roger de Renor, que foi tão envolvido com o movimento Manguebeat, aqui na minha comunidade”</em>, disse emocionado Rogério Alves, um dos jovens que estavam em cima do muro da escola.</p>
<p>Momentos antes da atividade começar, enquanto os alunos se posicionavam na quadra da escola, Roger botou pra garotada ouvir <strong>Ottomatopeia</strong>, o disco mais recente de Otto. <em>“É uma oportunidade pra garotada conhecer um pouco das coisas novas e legais que tão acontecendo fora dessa mídia convencional”,</em> explica Renor.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2ww27hy9gO0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Já mais bem à vontade, a garotada preferiu sentar mais perto da Rural pra prestar atenção na conversa que ia rolar. “<em>É legal isso de sentar no chão, é uma coisa que a gente faz nas ruas, que é a reocupação do espaço público de uma forma dinâmica e participativa. Vai ser bem interessante fazer isso agora dentro da escola”,</em> comemorou Roger.</p>
<div id="attachment_55503" aria-labelledby="figcaption_attachment_55503" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/37722345335_a9f54c9d82_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55503 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/37722345335_a9f54c9d82_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os alunos preferiram sentar perto da Rural pra acompanhar de perto a conversa e também tirar suas dúvidas sobre a produção literária de Camillo José</p></div>
<p><em>“O papo aqui não vai ser careta não, Camillo José é mais antenado do que muita gente mais jovem que ele. E olhe que ele só tem 24 anos. Vocês vão poder trocar ideias com um cara que tá nas ruas e na internet como vocês. Um papo que todo mundo participa. E se fosse careta eu nem estava aqui, porque eu detesto essas coisas, mas a gente vem pra escola porque isso aqui é muito sério e importante”,</em> disse o produtor.</p>
<div id="attachment_55504" aria-labelledby="figcaption_attachment_55504" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/37722350385_8acbb10e55_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55504 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/37722350385_8acbb10e55_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mediado por Roger de Renor, o papo com Camillo José foi sobre sua escolha como escritor, suas influências e sua atuação nas plataformas digitais</p></div>
<p>Roger aproveitou para perguntar a Camillo o que o incomodava, como jovem escritor, dentro da produção literária. <em>“Eu estava um dia desses num evento pra ler poesia e uma velha guarda de poetas veio me dizer que na internet as informações eram muito soltas, se perdiam, e que por isso não dava pra trabalhar nessa plataforma. Eu fiquei muito irritado, porque as pessoas em geral subestimam a juventude. Elas acham que pra você ter propriedade pra falar de determinado assunto tem que ter mais de 30 anos, e isso é ridículo. A internet aproxima o leitor do escritor. Você pode até não estar lendo alguma obra específica, mas acompanha de perto o que o autor está fazendo, se quiser”,</em> opinou Camillo.</p>
<div id="attachment_55500" aria-labelledby="figcaption_attachment_55500" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/24738120528_395ab9240c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55500" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/24738120528_395ab9240c_k-607x443.jpg" width="607" height="443" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;A internet aproxima o leitor do escritor. Você pode até não estar lendo alguma obra específica, mas acompanha de perto o que o autor está fazendo, se quiser”, opina Camillo José</p></div>
<p><em>“A questão dos memes, por exemplo, é algo bastante engraçado e que viraliza fácil, mas que também tem uma sacada muito inteligente. Dia desses vi um vídeo de uma criança fugindo de uma galinha com a música de abertura do desenho Naruto. Achei muito interesse, isso é ressignifcar a arte, dar novos olhares pras coisas”,</em> completou o escritor.</p>
<p>O microfone então foi aberto pra garotada tirar suas dúvidas e poder conversar com Camillo. <em>“Não faz muito tempo que Camillo estava sentado no mesmo lugar de vocês e não tinha algum escritor que se dispusesse a vir trocar essa ideia. Essa é a hora de vocês perguntarem alguma curiosidade a ele”,</em> disse Roger, pra receber a primeira de muitas. <em>“Queria saber como foi que você começou a escrever e que dica dá pra quem está começando”,</em> perguntou Maria Alice, de 16 anos.</p>
<div id="attachment_55502" aria-labelledby="figcaption_attachment_55502" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/37722343675_ab9bc0b4c1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55502 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/37722343675_ab9bc0b4c1_k-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Vários estudantes participaram da atividade com perguntas e indagações sobre a produção literária do escritor convidado</p></div>
<p><em>“Essa é uma pergunta que costumo muito ouvir nas escolas e digo que quando comecei a escrever foi com uma intenção besta. Não existia internet e uma forma de se declarar para as pessoas era através de cartinhas, e eu fazia muito isso. Depois comecei a ter novas percepções sobre o texto, que não necessariamente precisaria escrever para alguém específico, mas sobre uma personagem fictícia ou até mesmo um lugar”</em>, revelou.<em> “Sugiro que você enxergue em si algo legal e enxergue isso também nos outros, a sensibilidade de ter empatia é algo muito importante na arte”,</em> respondeu Camillo.</p>
<p>A estudante Karla Silva, do 2º ano, quis saber o que jovem escritor achava de quem cresceu lendo literaturas fantásticas, como <strong>Harry Potter</strong>, de J. K. Rowling. <em>“Criticam muito a geração que cresceu lendo essa série, por exemplo, como se essa fosse uma literatura lixo. Mas toda a geração que leu aqueles livros construiu, na sua vida, uma mitologia e uma moral, e com certeza carrega esses símbolos até hoje. Tiveram outras que foram formadas na literatura através de filmes, da música e até videogames. Os jogos em geral contam com um enredo e uma historia embutida, que faz você viajar neles”,</em> comentou Camillo José.</p>
<div id="attachment_55505" aria-labelledby="figcaption_attachment_55505" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/38577671202_b2dcda44d7_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-55505 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/38577671202_b2dcda44d7_k-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ao término da conversa, Camillo leu uma de suas poesias presentes no livro A Dakimatura Flutuante, vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura</p></div>
<p><em>“Por causa do videogame, por exemplo, aprendi a falar inglês, porque precisava traduzir o que os diálogos dos personagens diziam. Quando coloquei trechos em inglês no meu livro muita gente veio dizer que isso era uma atitude elitista. Eu vejo com outro ponto de vista, a ideia é estimular que as pessoas encarem isso como um caça ao tesouro, que busquem na internet a complementação daquela informação”,</em> instigou o escritor.</p>
<p>Quando a ação chegou ao fim, Roger colocou nas vitrolas a música Maranguape, do conterrâneo do EREM Professor Arnaldo Leão, o músico Erasto Vasconcelos, uma homenagem a um dos artistas mais importantes das últimas décadas em Pernambuco. “<em>Esse cara que vocês estão ouvindo era conhecido no mundo inteiro, e não apenas porque era irmão de Naná Vasconcelos, mas porque desenvolveu e construiu um trabalho com a música muito inspirador pra muita gente, inclusive a galera do Manguebeat das Olinda”,</em> explicou Roger, enquanto a galera curtia a música e entoava os famosos versos da canção.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Beo2FFg69eE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Som na Rural e Grupo Bongar seguem juntos em circulação pelo Nordeste</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 14:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54000" aria-labelledby="figcaption_attachment_54000" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/MN__9859.jpg"><img class="size-medium wp-image-54000" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/MN__9859-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Além de apresentar suas canções autorais, o Bongar também tem trocado experiências com artistas, pontos de cultura e grupos dos municípios visitados</p></div>
<p>Desde o início de outubro que o Som na Rural segue na estrada na companhia do Grupo Bongar para uma série de shows no Nordeste. Depois de passarem pela Bahia e Sergipe, a turnê agora se prepara para chegar em Maceió (AL), no próximo sábado (7). O evento, que também terá intervenção de artistas locais, começa às 16h e será realizado na Praça na Rua Alzira Aguiar, aberto ao público.</p>
<p><em>&#8220;A proposta do projeto de circulação itinerante é dialogarmos com as cadeias produtivas da cultura dessas capitais nordestinas, além de mostrarmos a força da cultura pernambucana, muito bem representada pela ancestralidade do Grupo Bongar”,</em> explica Roger, que busca, com esse projeto, &#8220;reverberar para outros ambientes a música pernambucana contemporânea”.</p>
<p>Além de apresentar as suas canções autorais, o Bongar também pretende promover o intercâmbio de conhecimentos entre os artistas, pontos de cultura e grupos dos municípios visitados. Essas trocas podem ocorrer durante os shows ou por meio de oficinas e vivências artísticas. <em>“Queremos levar mundo afora a cultura do coco da Jurema, uma batida única do nosso terreiro, identificada pelo rufar da alfaia de tronco de macaibeira e ritmos do candomblé”<strong>,</strong></em> comenta o vocalista Guitinho de Xambá.</p>
<p>O projeto de circulação regional conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, e todas as apresentações serão registradas em foto e vídeo. Esses conteúdos serão compartilhados nas redes sociais do Som na Rural e também veiculados como interprogramas em grades de redes televisivas públicas como a TV Brasil e a TV Universitária da UFPE</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Circulação regional do Som na Rural com o Grupo Bongar<br />
Sábado (7) | 16h<br />
Maceió (Praça na Rua Alzira Aguiar, 429, Bairro Ponta da Terra)<br />
Gratuito</p>
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		<item>
		<title>Música, poesia e intervenções visuais no último ExcentriCidades do ano</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2015 19:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Excentricidades]]></category>
		<category><![CDATA[Helder Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[Nathalia Queiroz]]></category>
		<category><![CDATA[Roger de Renor]]></category>
		<category><![CDATA[Sabiá Sensível]]></category>
		<category><![CDATA[Sexto Andar]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria O último mês do ano recebe um ExcentriCidades ainda mais diverso e com uma programação cativante e original. O projeto, promovido pelo Coletivo Sexto Andar, tem como proposta a realização de trocas de experiências entre diversas linguagens artísticas. As atrações desta quarta-feira (16) são a banda Sabiá Sensível;  o poeta KCal; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria</em></p>
<p>O último mês do ano recebe um ExcentriCidades ainda mais diverso e com uma programação cativante e original. O projeto, promovido pelo Coletivo Sexto Andar, tem como proposta a realização de trocas de experiências entre diversas linguagens artísticas.</p>
<p>As atrações desta quarta-feira (16) são a banda Sabiá Sensível;  o poeta KCal; Nathalia Queiroz e suas intervenções visuais; Roger de Renor na discotecagem; e ainda, o multiartista Helder Vasconcelos apresentando ao público duas músicas de seu primeiro CD autoral.</p>
<div id="attachment_32490" aria-labelledby="figcaption_attachment_32490" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Sabia-Sensivel-Renata-Pires.jpg"><img class="size-medium wp-image-32490" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Sabia-Sensivel-Renata-Pires-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Performances da banda Sabiá Sensível são marcadas pelo improviso e novas sonoridades</p></div>
<p>A banda Sabiá Sensível é uma combinação única de pessoas diferentes, com membros de diversas referências, como Aninha Martins e Germano Rabello. Surgida em 2007 como uma banda de voz em violão, e depois tomando outras formas, o grupo se destaca pela improvisação e performances inusitadas, sempre com um show diferente do outro. Entre os sucessos, &#8216;Magaiver&#8217;, &#8216;Capivara&#8217;, &#8216;Juma Marruá&#8217; e &#8216;Só sei que existe&#8217;.</p>
<p>O público também pode conferir na noite os atentados poéticos do escritor e músico Kcal Gomes. O artista foi um dos idealizadores da Livroteca Brincante do Pina, na comunidade do Bode, no bairro do Pina (Zona Sul do Recife). No ExcentriCidades, vai mostrar um pouco do seu trabalho como escritor.</p>
<p>Atuando de maneira solo no contexto das artes cênicas desde 2004, Helder Vasconcelos volta ao mundo da música de maneira direta com seu primeiro CD Solo. Artista, dançarino e ator, Helder foi por 11 anos membro do grupo musical Mestre Ambrósio. O trabalho foi gravado de forma independente e agora possui uma campanha de financiamento coletivo online para a finalização do disco.</p>
<div id="attachment_32491" aria-labelledby="figcaption_attachment_32491" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/RicardoMoura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/helder-_Renata-Pires-e-Ricardo-Moura.jpg"><img class="size-medium wp-image-32491" alt="Renata Pires/RicardoMoura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/helder-_Renata-Pires-e-Ricardo-Moura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Helder vai apresentar duas faixas de seu primeiro CD autoral</p></div>
<p>Na próxima quarta-feira o público do ExcentriCidades poderá conferir de maneira exclusiva duas faixas do novo álbum, com a presença de Helder Vasconcelos no evento. O disco traz canções compostas, interpretadas e arranjadas por Helder e tem produção de Johann Brehmer e Marco França. Entre as participações especiais, Jr Areia, Renata Rosa, Poliana Savegnano e Laura Tamiana.</p>
<p>Além disso, o evento ainda recebe intervenções visuais com a artista Nathalia Queiroz com seu projeto NamquimParede e discotecagem do DJ Roger de Renor.</p>
<div id="attachment_32493" aria-labelledby="figcaption_attachment_32493" class="wp-caption img-width-453 alignright" style="width: 453px"><p class="wp-image-credit alignleft">Nathalia Queiroz</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Nathalia-Queiroz-1-.jpg"><img class="size-medium wp-image-32493" alt="Nathalia Queiroz" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Nathalia-Queiroz-1--453x486.jpg" width="453" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto NanquimParede, de Nathalia Queiroz, é uma das atrações do evento</p></div>
<p><strong>Artesanal</strong></p>
<p>A criatividade e o talento também se unem também na Lojinha do Sexto Andar, que continua oferecendo itens exclusivos feitos por artistas e designers do estado. Cadernos, ilustrações, cartazes e outros itens estarão à venda durante o evento.</p>
<p>Nesta edição os lanches são da Juju Vegan, empresa que trabalha com produtos veganos de qualidade e um cardápio variado e acessível. O ExcentriCidades continua com a proposta de receber cervejas artesanais e nesta edição o público irá encontrar no evento o chopp Turvalina, produzido no Bairro da Boa Vista e também a cerveja Carranca.</p>
<p>-</p>
<p><strong>Sabiá Sensível:</strong> Banda pernambucana surgida em 2007 e que desde então se apresenta esporadicamente em festivais como A Noite do Desbunde Elétrico. O grupo é formado por Anaíra (Voz), Aninha (Voz), Enio (Guitarra e Voz), Germano (Violão e Voz), Hugo (Teclado e Voz), Vinícius (Baixo), Vicente (Bateria).</p>
<p><strong>Nathalia Queiroz:</strong> Ilustradora, designer e artista, Nathalia desenvolve projetos de intervações urbanas com foto e vídeo. Com seu projeto NamquimParede, ilustra paredes de lares pelo Recife. Além disso, colabora com o blog VacaTussa, além de cinez e publicações independentes.</p>
<p><strong>Helder Vasconcelos:</strong> Cantor, ator e dançarino, Helder volta ao mundo musical depois de 11 anos como vocalista da banda Mestre Ambrósio. O artista prepara seu primeiro CD autoral, trabalho gravado de forma independente e possui uma campanha de financiamento coletiva em ação. Mais detalhes no link: www.benfeitoria.com/heldervasconcelos</p>
<p><strong>Kcal Gomes:</strong> O público também pode conferir na noite os atentados poéticos do escritor e músico Kcal Gomes. O artista foi um dos idealizadores da Livroteca Brincante do Pina, na comuniade do Bode, no bairro do Pina (Zona Sul do Recife). Em 2010 foi lançado o documentário &#8216;A Mão e a Luva – A História de um Traficante de Livros&#8217;, que conta a trajetória de Kcal, que foi estimulado a tentar mudar sua situação a partir da leitura.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span></p>
<p><strong>ExcentriCidades Temporada 2015 #9</strong></p>
<p>Com Sabiá Sensível, Kcal, Helder Vasconcelos, Nathalia Queiroz e DJ Roger de Renor<br />
Quarta-feira, 16 de dezembro | 19h<br />
Sexto Andar (Edf. Pernambuco | Av. Dantas Barreto, 324)</p>
<p>Ingressos: R$ 10<br />
Ingressos antecipados: Vendas antecipadas no Sexto Andar dia 15/09 (terça-feira) das 14h às 18hs e no dia do evento a partir das 14h. Sujeito a lotação e com limite de dois ingressos por pessoa.</p>
<p>O Coletivo Sexto Andar é: Anilina Produções e Soluções Criativas,Corujas, Carlota Produções, João Nascimento, Eric Gomes Fotografia, Isadora Melo, Jacaré Video, Ianah Maia, Nathalia Queiroz, Laura Tamiana e Paulo de Andrade.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Debate politizado no FPNC</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 13:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Zé Brown]]></category>

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		<description><![CDATA[Festival promoveu no sábado (15/9) debates sobre democratização da comunicação e mercado de música Por Olívia Mindêlo “Muito mais do que sobre rádio e TV pública, a gente está falando aqui sobre cidadania”. A fala do DJ e radialista Patrick Torq4 soou como uma síntese, na tarde de ontem (15/9), do propósito das rodas de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5273" aria-labelledby="figcaption_attachment_5273" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989784419_08c3b05ecc_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5273" alt="Debates reuniram participantes do Recife e de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989784419_08c3b05ecc_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Debates reuniram participantes do Recife e de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Festival promoveu no sábado (15/9) debates sobre democratização da comunicação e mercado de música</em></p>
<p>Por Olívia Mindêlo</p>
<p>“Muito mais do que sobre rádio e TV pública, a gente está falando aqui sobre cidadania”. A fala do DJ e radialista Patrick Torq4 soou como uma síntese, na tarde de ontem (15/9), do propósito das rodas de diálogo realizadas pelo FPNC em Gravatá. Tanto no debate sobre a Democratização da Comunicação quanto na discussão sobre O Atual Mercado de Música, a necessidade de reunir pessoas para promover o direito à comunicação, a reflexão crítica e a melhoria das práticas profissionais pareceu perpassar as falas e os interesses presentes.</p>
<p>No primeiro debate, relacionado à comunicação, a questão das rádios públicas dominou o verbo, sobretudo pela experiência dos participantes Roger de Renor (atual diretor da TV Pernambuco) e Patrick Tor4 – e, claro, também pela própria força que esses canais ainda possuem nas cidades do interior do estado, como Gravatá.</p>
<p>Ambos colocaram em pauta suas lutas em prol das emissoras públicas, reforçando que, apesar das dificuldades, fazer rádio de qualidade no País é possível. Isso significa ampliar a conscientização e o gosto cultural da população, veiculando, entre outros pontos, a produção musical que não tem vez nos grandes meios. Patrick citou os exemplos das rádios de Sergipe, da qual foi diretor, do Pará e de Minas Gerais. Todas estatais que, segundo ele, se tornaram exemplos nacionais. Já Roger falou sobre programas como o extinto “Som da sopa”, da TV Universitária, que também esteve à frente como apresentador, diretor e idealizador, além das atuais batalhas para estruturar a TV Pernambuco e uma rede de televisões públicas no Brasil.</p>
<p>Alguns profissionais de comunicação de Gravatá também participaram da discussão. Foi o caso do jornalista Tomaz de Aquino, atualmente responsável pelo Jornal Rota 232, de seu município. Ele conversou sobre os atuais veículos gravataenses, chamando atenção para o domínio dos políticos nas rádios e até nos blogs. Para isso citou o caso do <a title="blog do castanha" href="http://www.blogdocastanha.com/" target="_blank">Blog do Castanha</a>, retirado do ar recentemente por questões políticas, mas já de volta. O próprio Castanha esteve presente, comentando as dezenas de processos que já recebeu decorrentes de sua atuação jornalística. Tomaz de Aquino também reforçou a necessidade de se discutir os pontos principais do <a title="fórum nacional pela democratização da comunicação" href="http://www.fndc.org.br/" target="_blank">Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação</a> (FPDC).</p>
<p><strong>Sobre música</strong></p>
<div id="attachment_5274" aria-labelledby="figcaption_attachment_5274" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989790010_17bf3716f8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5274" alt="Tiné, Zé Brown, DJ Dolores e Vinícius Carvalho (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989790010_17bf3716f8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tiné, Zé Brown, DJ Dolores e Vinícius Carvalho (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Assim como a música foi um dos pontos tocados no primeiro debate, a comunicação também foi assunto abordado na segunda roda de diálogo promovida ontem (15/9) pelo FPNC, sobre o atual mercado de música. A internet foi novamente colocada em pauta, desta vez como local indispensável à difusão da produção musical. Para DJ Dolores, um dos participantes da roda, a web é mais do que isso: coloca-se como um espaço para criação, pesquisa e articulação.</p>
<p>Além de Dolores, também convidado pelo festival de Gravatá para tocar nos intervalos e fins dos shows, conduziram o diálogo o músico Tiné, da Orquestra Contemporânea de Olinda, e o rapper Zé Brown, que comandou a locução do Palco Nação Cultural.</p>
<p>Como sobreviver da música foi a questão que mais dominou a conversa, sobretudo a partir das perguntas levantadas por artistas de Gravatá, que repetiram a velha máxima de “como é difícil viver de música no estado”. Zé Brown falou sobre a dificuldade de trabalhar com rap, mas de outros caminhos para se viver do próprio ofício. Dolores reforçou o quanto é preciso levar a sério isso: “É um trabalho como qualquer outro”. E é preciso se esforçar, se dedicar.</p>
<p>Os debates foram mediados, respectivamente, por Guilherme Gatis, assessor do Festival Pernambuco Nação Cultural, e Vinícius Carvalho, diretor executivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
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		<title>Economia criativa, cultura popular e comunicação, prioridades do Espaço Cultura no Ponto</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jul 2012 20:07:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Grupo Bongar, do Ponto de Cultura Um Quilombo Cultural, encerrou a programação  Por Diego Gouveia De segunda a sexta-feira (20/7), o Espaço Cultura no Ponto sediou debates, oficinas de formação cultural, exposição fotográfica, mostras de vídeos e apresentações musicais. Quem acompanhou as atividades, organizadas pelo Programa Mais Cultura Pernambuco, conheceu um pouco mais sobre economia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Grupo Bongar, do Ponto de Cultura Um Quilombo Cultural, encerrou a programação</p>
<p> Por Diego Gouveia</p>
<p>De segunda a sexta-feira (20/7), o Espaço Cultura no Ponto sediou debates, oficinas de formação cultural, exposição fotográfica, mostras de vídeos e apresentações musicais. Quem acompanhou as atividades, organizadas pelo Programa Mais Cultura Pernambuco, conheceu um pouco mais sobre economia criativa, cultura popular e comunicação.</p>
<p>No último dia de ações foi realizada a segunda mesa do painel sobre Comunicação Pública. Trabalhos desenvolvidos durante as oficinas foram apresentados e o grupo Bongar, de uma comunidade quilombola do município de Olinda, tocou no Ponto das Artes. Durante cinco dias, o público pôde participar de 38 oficinas, dois painéis, sendo um sobre economia criativa e o outro com foco na comunicação pública, além de quatro atrações musicais.</p>
<div id="attachment_6212" aria-labelledby="figcaption_attachment_6212" class="wp-caption img-width-596 aligncenter" style="width: 596px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-22.jpg"><img class="size-full wp-image-6212" alt="Mesa sobre TV pública (Foto: Marcelo Soares)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-22.jpg" width="596" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa sobre TV pública (Foto: Marcelo Soares)</p></div>
<p style="text-align: left;">No Ponto de Debate da sexta-feira (20/7), a segunda mesa do Painel sobre Comunicação Pública discutiu a produção e difusão de conteúdos na TV pública. Participaram do encontro: Luciana Santos, da Frente Parlamentar em Defesa da Cultura, Regina Lima, ouvidora da Empresa Brasileira de Comunicação, Hugo Teixeira, diretor executivo da Rede Minas, e Roger de Renor, gerente geral da TV Pernambuco.</p>
<p style="text-align: left;">No debate, mediado pela jornalista e integrante do Fórum Pernambucano de Comunicação (Fopecom) Cátia Oliveira, Regina Lima apresentou dados da TV Brasil e explicou o papel da ouvidoria. De acordo com ela, a participação da população é essencial para melhoria na programação. “É preciso alfabetizar para a comunicação público. Realizamos mais de 1300 atendimentos em 2011, mas esse número ainda é pouco. As pessoas precisam interferir para mudar a TV”, explicou.</p>
<p style="text-align: left;">A deputada federal Luciana Santos explicou o trabalho da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) e disse que não se avança muito porque a equipe é formada por muitos políticos que tem emissoras de rádio e TV. “No entanto, não podemos deixar de lutar para garantir o fim do monopólio privado, da propriedade cruzada dos meios de comunicação. É um trabalho que precisa continuar até para fazer valer nossa Constituição que proíbe o oligopólio”, comentou.</p>
<p style="text-align: left;">Hugo Teixeira e Roger de Renor contaram a experiência de fazer TV pública no Brasil e trocaram experiências. Para o gerente geral da TV Pernambuco Roger de Renor, a criação da Empresa Pernambucana de Comunicação pode avançar ainda mais o debate sobre televisão no estado.</p>
<div id="attachment_6215" aria-labelledby="figcaption_attachment_6215" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-23.jpg"><img class="size-full wp-image-6215" alt="Bongar (Foto: Marcelo Soares)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-23.jpg" width="598" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Bongar (Foto: Marcelo Soares)</p></div>
<p dir="ltr">Marcando o encerramento das oficinas, Mestre Galo Preto comandou um roda de coco em que os participantes da oficina Coco-de-volta mostraram o que aprenderam sobre a história, o contexto, a dança e as canções desse ritmo bastante influente em Pernambuco. O encerramento das atividades do Espaço Cultura no Ponto foi comandado pelo grupo Bongar. No palco, alfaias, pandero, gonzá, conga e outros instrumentos comuns no coco, ciranda e rituais do candomblé. Seis quilombolas do bairro São Benedito, Olinda, mostraram muita versatilidade no palco e colocaram a plateia para dançar.</p>
<p>De acordo com o coordenador do Espaço Cultura no Ponto Igor Jatobá, os resultados foram bastante positivos. “Esse espaço é uma parceria entre a Secretaria de Cultura de Pernambuco, a Fundarpe, o Ministério da Cultura e a Rede dos Pontos de Cultura de Pernambuco. Conseguimos garantir diversidade de conteúdos e muita integração com o público”, acrescentou.</p>
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		<title>Cultura popular e direito à comunicação no Espaço Cultura no Ponto</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2012 12:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[22º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[FIG 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu Cambinda Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu da Zona da Mata]]></category>
		<category><![CDATA[Roger de Renor]]></category>

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		<description><![CDATA[Além do debate, Ponto das Artes recebeu o Maracatu Cambinda Brasileira Por Diego Gouveia O Espaço Cultura no Ponto, sediou, na quinta-feira (19/7), dois eventos da programação do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). No Ponto de Debate, a mesa “Comunicação e liberdade de expressão” abriu os encontros sobre Comunicação Pública. O Maracatu Cambinda [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;">Além do debate, Ponto das Artes recebeu o Maracatu Cambinda Brasileira</p>
<div id="attachment_6333" aria-labelledby="figcaption_attachment_6333" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-44.jpg"><img class="size-full wp-image-6333" alt="Roger de Renor, presidente da TV Perambuco, fala em debate sobre comunicação e liberdade de expressão (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-44.jpg" width="598" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Roger de Renor, presidente da TV Pernambuco, fala em debate sobre comunicação e liberdade de expressão (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Por Diego Gouveia</p>
<p>O Espaço Cultura no Ponto, sediou, na quinta-feira (19/7), dois eventos da programação do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). No Ponto de Debate, a mesa “Comunicação e liberdade de expressão” abriu os encontros sobre Comunicação Pública. O Maracatu Cambinda Brasileira arrastou o público para uma apresentação no Ponto das Artes. As ideias de diversidade, fim da discriminação começaram no auditório e foram complementadas numa grande celebração.</p>
<p>“Pega o controle remoto/ vai de botão em botão/ procurando um bom debate/ ou uma contradição/ pense num troço difícil nessa radiodifusão”. Com esses versos, o jornalista Ivan Moraes Filho critica, no “Cordel da regulamentação da comunicação”, a programação televisiva e discute a importância de criar um novo marco regulatório. Ele participou com Paulo Victor de Melo, do Intervozes, coletivo com trabalho voltado para a democratização dos meios de comunicação, Renata Mielli, do Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão Itararé, e Guilherme Strozi, do conselho curador da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), do primeiro dia de discussões sobre comunicação do FIG.</p>
<p>Durante a mesa, mediada por Inamara Melo, Paulo Victor anunciou o início, a partir do dia 27 de agosto, aniversário dos 50 anos do Código Brasileiro de Telecomunicação (CBT), de uma campanha para aproximar a sociedade do debate sobre comunicação. “O Fórum Nacional de Direito à Comunicação (FNDC) e entidades civis lançam material com explicações sobre conceitos como liberdade de expressão, que não é falar o que quer, mas ter responsabilidade sobre o que é dito”, esclareceu. Renata Mielli trouxe para o debate a ideia de Direito Humano à Comunicação.”Muita gente, trata como se fosse serviço, mas não é. A comunicação é um direito como a saúde, a educação”, explicou.</p>
<p>Para ela, é preciso colocar o assunto na pauta política. O painel, em Garanhuns, é um movimento nesse sentido. Interiorizar a discussão e convidar a população à participar, no dia 25 de julho, da Audiência Pública da Empresa Brasileira de Comunicação no Nordeste, que será realizada na Assembleia Legislativa de Pernambuco, no Recife. O curador da EBC Guilherme Strozi ampliou o diálogo ao falar sobre a produção coletiva de mídia. Ivan Moraes Filho, representando o Fórum Pernambucano de Comunicação (Fopecom), fortaleceu o discurso dos outros palestrantes e aproximou a discussão para o acesso aos meios e à produção de conteúdos.</p>
<p>A jornalista, integrante do Fopecom e pesquisadora Cátia Oliveira achou importante a iniciativa porque permite que as pessoas se apropriem da temática para participar à audiência do dia 25 de julho com propriedade. “A comunicação é assunto não de uma pessoa, mas de todos nós. Quanto mais pluralidade de vozes tivermos, melhor será a qualidade da democracia”, avaliou.</p>
<p>O presidente da TV Pernambuco Roger de Renor falou sobre o esforço da TV Pernambuco em realizar mais programas com a cara do Estado e pediu mais presença das produções locais na TV Brasil. O curador da EBC prometeu formalizar um documento, no dia 25, que garantirá mais entradas da produção pernambucana na emissora a partir de 2013. Moradores de Garanhuns e representantes de movimentos sociais contribuíram para o debate que resultou com um encaminhamento para a audiência no Recife. “Com esse documento, levo para a EBC o compromisso de mostrar mais Pernambuco na TV Brasil”, disse Strozi. Confira aqui uma entrevista com Guilherme Strozi.</p>
<p>Amanhã, das 14h às 18h, haverá um novo painel no Espaço Cultura no Ponto (na Aesga). Dessa vez, para discutir em mais uma mesa o papel da TV Pública na produção e difusão de conteúdos. Participam: Luciana Santos (Frente Parlamentar em Defesa da Cultura), Regina Lima (Ouvidora da Empresa Brasileira de Comunicação), Hugo Teixeira (Diretor Executivo da Rede Minas) e Roger de Renor (Gerente geral da TV Pernambuco).</p>
<p><strong>Ponto de Debate (sexta-feira, 20/7)</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>14h às 18h – Mesa 2 – TV pública: produção e difusão de conteúdo</strong></p>
<p dir="ltr">
<p style="text-align: center;"><strong>Maracatu da Zona da Mata faz a alegria do Agreste</strong></p>
<div id="attachment_6334" aria-labelledby="figcaption_attachment_6334" class="wp-caption img-width-599 aligncenter" style="width: 599px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-45.jpg"><img class="size-full wp-image-6334" alt="Maracatu Cambinda Brasileira no Ponto das Artes (Foto: Ricardo Moura/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-45.jpg" width="599" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Cambinda Brasileira no Ponto das Artes (Foto: Ricardo Moura/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Dama da boneca, baianas, Caboclo de Lança, Índia, Mateus, Catirina, Rei-Amar. Personagens tradicionais do maracatu de realizaram um cortejo pelas ruas de Garanhuns antes de se apresentar no Espaço Cultura no Ponto. Vindos do Engenho Cumbi, de Nazaré da Mata, o Maracatu Cambida Brasileira reuniu os amantes da cultura popular.</p>
<p>Dona Maria de Lourdes tem 56 anos e há 13 está no grupo. “Minha filha já foi a Dama da Boneca. Hoje, eu ocupo essa posição. Lá em casa, todo mundo gosta de brincar. Meu marido, meus filhos fazem a festa quando temos apresentações.</p>
<p>Fundado em 1918, o maracatu de baque solto é tradicional da Mata Norte e empolgou o Agreste Setentrional. “Fiquei encantada com a apresentação do grupo. São tantos personagens, todos tão ricos”, comentou a professora Fernanda Batista.</p>
<p>Amanhã, logo depois da Mesa de Comunicação, o Ponto das Artes recebe Bongar (Quilombola Cultural).</p>
<p><strong>Ponto das Artes (sexta-feira, 20/7)</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>19h às 20h – Bongar</strong></p>
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