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	<title>Portal Cultura PE &#187; Romance</title>
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		<title>Cepe lança livro &#8216;Lázaro&#8217;, romance sobre a miséria do racismo e da violência no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 14:41:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119076" aria-labelledby="figcaption_attachment_119076" class="wp-caption img-width-587 alignnone" style="width: 587px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Mel-Gomes2-Foto-Meriely-Juliana-de-Amorim-Gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-119076" alt="Mel Gomes estreia em romance com 'Lázaro'. Foto: Meriely Juliana de Amorim Gomes" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Mel-Gomes2-Foto-Meriely-Juliana-de-Amorim-Gomes-587x486.jpg" width="587" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mel Gomes estreia em romance com &#8216;Lázaro&#8217;. Foto: Meriely Juliana de Amorim Gomes</p></div>
<p dir="ltr">“Dorme, meu filho, dorme e sonha. Sonha, que qualquer coisa é melhor do que aqui&#8230;” A frase tocante, pronunciada por uma mãe dilacerada ao se despedir do filho, dá o tom de Lázaro, o próximo lançamento da Companhia Editora de Pernambuco. O romance é ambientado na Maré, uma favela no Rio de Janeiro, e Lázaro, preto e pobre, é o personagem que amarra todas as linhas que tecem a história. Racismo, violência, as diversas fases do luto e as políticas de segurança pública, com seus impactos sobre os moradores dos morros, são esmiuçadas pelo escritor pernambucano Mel Gomes em seu livro de estreia na literatura.</p>
<p>A Cepe Editora lança a obra na próxima sexta-feira (18/07), às 19h, no Muafro, no Centro do Recife. “A escolha de Lázaro para personagem e título do livro, veio da sua presença, mesmo em sua ausência. É o personagem com menos espaço no livro, ao mesmo tempo, sua presença permeia toda a narrativa. Seu nome lembra essa conotação religiosa que o livro também traz, mas sem abordar diretamente a religião, e mais suas referências de redenção, fé e milagre. Lázaro é um nome ambíguo de certa forma, uma ambiguidade que penso que o livro aponta mais do que a determina, assim como o personagem”, declara Mel Gomes.</p>
<p>Filho de pais separados, Lázaro é um jovem de 20 anos que mora com a mãe e o irmão mais velho, Luiz. O pai reside na Cidade de Deus e contribui financeiramente para o sustento dos filhos, mas mantém com eles uma relação de encontros esporádicos. A vida do rapaz, da sua família e dos demais ocupantes do Complexo da Maré é afetada por um apagão elétrico, que desencadeia uma ação policial infeliz e acaba numa tragédia: a morte de Lázaro. Cada personagem tem sua história entrecruzada com a catástrofe nos cinco capítulos do livro (164 páginas).</p>
<p>“Não posso estar onde não estive nem ser o que poderia ter sido, então, que culpa eu tenho se não sou o que não fui…”, medita o pai de Lázaro, ao acompanhar o velório. O sofrimento da mãe, desde o apagão &#8211; que também tirou a vida de outros jovens negros da favela &#8211; até os dias depois do enterro, é acompanhado de perto por Marta, que se empenha em ajudar a amiga, quase uma irmã, a tentar superar a perda do filho, na novela criada por Mel Gomes. Nascido na cidade de Limoeiro (Agreste), em 1996, o autor vive no município de Vicência, na Zona da Mata Norte.</p>
<p>Mãe e pai não têm nome. “Ao não nomeá-los, penso que eles podem se tornar mais genéricos e universais na mesma medida. São personagens muito singulares, têm suas histórias e pontos de vistas, mas, se em alguma medida entendidos como representações também, essa singularidade se transforma em algo um pouco mais social e moral, para além da individualidade que seus nomes poderiam lhes conferir enquanto personagens. Um abre o livro, o outro fecha, e penso que assim se tem uma imagem sobre a história que também se encerra”, diz Mel Gomes.</p>
<p>A morte do personagem é narrada por ele mesmo no quarto capítulo do livro: “O sangue se misturava na lama, ainda corriam e gritavam, talvez ainda estivessem caindo e talvez houvesse balas e abelhas por todas as partes, vindo de todos os lados; pelo breve momento em que morria, talvez ainda não conseguisse entender o que havia acontecido, ainda pensava em correr e voltar e se esconder e virar-se&#8230; Seu corpo foi remexido, mãos puxaram suas roupas. Mas nada, o nada em que as palavras não chegam&#8230; Os olhos contrariavam e viam um abismo. Ele caiu vendo outros caírem e gritarem como ele gritava, qualquer coisa que os fizessem continuar correndo. Lázaros.”</p>
<p>“O autor Mel Gomes estreia na literatura com um romance que experimenta a combinação de vozes de diferentes narradores para contar uma mesma tragédia. Lázaro é uma costura de pontos de vista sobre uma morte que representa uma das maiores feridas da sociedade brasileira: o genocídio contra a juventude negra. Cada capítulo se ancora na percepção de um personagem, e o escritor também optou por uma espécie de variação estilística nessas diferentes partes da narrativa. O projeto gráfico e a capa de Janio Santos tornam o livro ainda mais interessante”, destaca Gianni Gianni, editora assistente da Cepe.</p>
<p>Sobre o autor &#8211; Mel Gomes é assistente social, formado pela Universidade Federal de Pernambuco, e atua na profissão. Começou a escrever em 2017, principalmente contos para resgatar histórias do lugar onde cresceu, “motivado pelo desejo de memória e encantamento que a literatura proporciona.” Publicou um conto na revista Aboio, com o título Recomeços e Raízes, em 2024.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p dir="ltr">O quê: Lançamento de Lázaro, com bate-papo entre Mel Gomes e o professor de Serviço Social na UFPE Adilson Silveira Júnior</p>
<p dir="ltr">Quando: 18 de julho (sexta-feira), às 19h</p>
<p dir="ltr">Onde: Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro (Muafro) &#8211; Rua Mariz e Barros, 328, Bairro do Recife</p>
<p dir="ltr">Preço do livro: R$ 55 (impresso)</p>
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		<title>Cepe abre inscrições para prêmios literários nacionais</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 19:08:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Companhia Editora de Pernambuco abre, nesta terça-feira (19), as inscrições para o 8º Prêmio Cepe Nacional de Literatura e a 5ª edição do Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil. Interessados nos concursos devem se inscrever exclusivamente por meio digital no site oficial até 14 de janeiro de 2025. Para participar é necessário [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114529" aria-labelledby="figcaption_attachment_114529" class="wp-caption img-width-601 alignnone" style="width: 601px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Diogo_Guedes_Foto-LeopoldoConradoNunes-Cepe.jpg"><img class="size-medium wp-image-114529" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Diogo_Guedes_Foto-LeopoldoConradoNunes-Cepe-601x486.jpg" width="601" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O editor da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Diogo Guedes</p></div>
<p>A Companhia Editora de Pernambuco abre, nesta terça-feira (19), as inscrições para o 8º Prêmio Cepe Nacional de Literatura e a 5ª edição do Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil. Interessados nos concursos devem se inscrever exclusivamente por meio digital no <a title="Prêmio CEPE Nacional de Literatura - Adulto, Infantil e Juvenil" href="https://www.cepe.com.br/premio-cepe" target="_blank"><strong>site oficial</strong></a> até 14 de janeiro de 2025.</p>
<p>Para participar é necessário ser brasileiro ou estrangeiro naturalizado brasileiro. A obra precisa ser inédita tanto para o prêmio adulto, que receberá originais nas categorias Romance, Conto e Poesia, quanto para a premiação infantil (leitores iniciantes e em processo de iniciação à leitura) e infantojuvenil (leitores fluentes ou críticos).</p>
<p>Os temas são livres e os textos devem ser escritos em português. Serão aceitos trabalhos com, no mínimo, 200 mil caracteres, incluindo os espaços, para as categorias Romance e Conto. E, no mínimo, 25 mil caracteres, contando os espaços, para a categoria Poesia. Nos prêmios infantil e infantojuvenil, os textos devem ter, no máximo, 120 mil caracteres, incluindo os espaços.</p>
<p>O anúncio do resultado será divulgado até 31 de julho de 2025 e cada vencedor receberá R$ 20 mil, além de ter a obra publicada pela Cepe Editora. “Estamos retomando dois prêmios, o de adulto e o infantil e infanto juvenil, que vêm revelando bons escritores e jogando luzes em trabalhos de autores de todo o Brasil. É uma oportunidade para quem quer contar suas histórias”, destaca o editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p><em>Extremo Oeste</em>, romance vencedor do 6º Prêmio Cepe Nacional de Literatura, do paranaense Paulo Fehlauer, ganhou a categoria Escritor(a) Estreante (Eixo Inovação) do 65º Jabuti, a principal premiação literária do Brasil, em 2023, destaca Diogo Guedes. O livro de poesia <em>Meu Amor É Político</em>, do cearense Dalgo Silva, vencedor do 7º Prêmio Cepe Nacional de Literatura, é finalista do Jabuti, na categoria Escritor(a) Estreante &#8211; Poesia. A cerimônia de premiação acontece nesta terça-feira (19).</p>
<p>Diogo Guedes também cita os livros que receberam selo de Altamente Recomendável na seleção de 2024 da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil: <em>A Última Raposa do Mundo</em> (ganhador do 4º Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantojuvenil), do paulista Moisés Baião e de Maria Júlia Rego (ilustrações); e <em>Dez Baleias na Estação Esperando pelo Trem</em> (vencedor do 4º Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil), do carioca Cesar Cardoso e de Bruna Lubambo (ilustrações).</p>
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		<title>Sidney Rocha lança romance O Inferno das Repetições no Mepe</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 17:16:06 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105582" aria-labelledby="figcaption_attachment_105582" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/LEOPOLDO-CONRADO-NUNES_2_DIVULGAÇÃO.jpg"><img class="size-medium wp-image-105582" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/LEOPOLDO-CONRADO-NUNES_2_DIVULGAÇÃO-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Sidney Rocha</p></div>
<p>No próximo dia 10, a partir das 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), será lançado <em>O Inferno das Repetições</em> (Iluminuras, 230 páginas), livro do premiado escritor Sidney Rocha, vencedor de prêmio literários como Jabuti, Osman Lins e Guerra Junqueiro de Lusofonia (Portugal), entre outros. É o sexto romance do autor, além de outros títulos, de contos, publicado pela mesma editora.<br />
Depois de mais de uma década dedicado à trilogia <em>Cromane</em>, Sidney traz com esse livro um novo projeto literário, que mantém o tom provocativo que acompanha a obra do escritor e, por várias razões, tem sido muito esperado pelos leitores e leitoras e pela crítica.<br />
Neste mês o suplemento Pernambuco, da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), oferece sua capa, além de resenha e análise do romance. Na resenha, o crítico literário Cristhiano Aguiar reforça um ponto importante na obra de Sidney Rocha, também presente em <em>O Inferno das Repetições</em>, que é se posicionar contra o lugar-comum: &#8220;Ao negar o senso de lugar a obra de Sidney Rocha se posiciona orgulhosamente na contramão do tempo presente&#8221;.<br />
Na mesma edição a análise da psiquiatra e psicanalista Suzana Boxwell aponta para as entrelinhas desse romance corajoso: “Há ainda, nesse romance de Rocha, o horror e terror sociais de várias gerações de silêncios na América Latina”.<br />
Suzana ainda destaca a importância de uma obra como essa de Sidney, neste momento da humanidade, um romance que trata de problemas reais como a perda da memória: “O horror. Estudos recentes apontam para números distópicos: cerca de 50 milhões de pessoas no mundo sofrem com doenças desse tipo. O horror. Em 30 anos o número triplicará, dizem os especialistas. O horror. Outros milhões vivem, sem saber, na realidade infernal da perda de cognição e memória. Esse horror do esquecimento está presente no novo romance de Sidney Rocha. Paradoxalmente este é também um romance sobre a lucidez. &#8216;Tenho apenas meia consciência&#8217;, diz Omar, o personagem-narrador, em uma das definições mais duras dos atestados existenciais dessas criaturas – sobretudo ele, Omar, atormentado pelo malévolo deus das repetições. São castigos. Traumas inibidos. Silenciados. São cortes. Não ao modo dos diretores de cinema, mas dos anatomistas&#8221;.<br />
O romance será lançado também, em novembro, na Livraria da Tarde, em São Paulo, com bate-papo com o autor e presenças do editor da Iluminuras, Samuel Leon, e do escritor pernambucano Marcelino Freire em uma promoção da Capivara Cultural.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do romance <em>O Inferno das Repetições</em> (editora Iluminuras, 230 páginas) –</strong> <em>terça-feira (10), às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe – Avenida Rui Barbosa, 960, Graças. Telefone: 81-31843170). Livro também em pré-venda no site da editora <a title="O INFERNO DAS REPETIÇÕES - pré-venda" href="https://www.iluminuras.com.br/o-inferno-das-repeticoes" target="_blank">Iluminuras</a></em></p>
<div id="attachment_105583" aria-labelledby="figcaption_attachment_105583" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Iluminuras/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/capa-e-contracapa.png"><img class="size-medium wp-image-105583" alt="Iluminuras/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/capa-e-contracapa-486x486.png" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Contracapa e capa do romance O Inferno das Repetições</p></div>
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		<title>Prêmio Sesc de Literatura está com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 17:49:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sesc (@sescbrasil) Estão abertas as inscrições para a 20ª edição do Prêmio Sesc de Literatura. Os interessados podem se inscrever gratuitamente até o dia 3 de fevereiro de 2023 (sexta-feira), por meio do site: www.sesc.com.br/premiosesc. Podem concorrer obras inéditas nas categorias Romance e Conto. Os vencedores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CnE1A4RuJyo/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CnE1A4RuJyo/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CnE1A4RuJyo/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por Sesc (@sescbrasil)</a></p>
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<p> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Estão abertas as inscrições para a 20ª edição do Prêmio Sesc de Literatura. Os interessados podem se inscrever gratuitamente até o dia <strong>3 de fevereiro de 2023 (sexta-feira)</strong>, por meio do site: <a href="https://www2.sesc.com.br/portal/site/premiosesc" target="_blank"><strong>www.sesc.com.br/premiosesc</strong></a>. Podem concorrer obras inéditas nas categorias Romance e Conto.</p>
<p>Os vencedores têm suas obras publicadas e distribuídas pela editora Record. A parceria possibilita a inserção dos livros na cadeia produtiva do mercado editorial. O vencedor de cada categoria tem sua obra publicada e distribuída comercialmente pela editora, com uma tiragem inicial mínima de 2.500 exemplares</p>
<p>O processo de curadoria e seleção das obras é criterioso e democrático. Os livros são inscritos pela internet, gratuitamente, de forma anônima. Isso impede que os avaliadores identifiquem os autores, garantindo a imparcialidade no processo de avaliação. Os romances e coletâneas de contos são avaliados por escritores renomados, que selecionam as obras pelo critério da qualidade literária.</p>
<p><strong>VENCEDORES 2022 -</strong> No ano passado, foram premiados o paraense Pedro Augusto Baía, com a coletânea de contos &#8220;Corpos benzidos em metal pesado&#8221;, e a gaúcha Taiane Santi Martins, com o romance &#8220;Mikaia&#8221;. A origem dos autores reafirma a característica do Prêmio de estímulo à diversidade e sua capacidade de projetar escritores das mais distintas regiões do país. Em 2023, os vencedores circularão por unidades do Sesc em todo o país e poderão dialogar com o público sobre os temas e o processo de criação de seus livros, que foram lançados em novembro de 2022 na programação do Sesc durante a Flip – Festa Literária de Paraty.</p>
<p>Nesses 20 anos de prêmio, diversos autores foram descobertos e se consolidaram na literatura nacional, graças ao incentivo da Instituição, entre eles Juliana Leite, Marcos Peres, Luisa Geisler, André de Leones, Franklin Carvalho, Sheyla Smanioto, Tobias Carvalho e Lucia Bettencourt.</p>
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		<item>
		<title>Paulo Santos e José Cláudio disponibilizam versão virtual do romance &#8220;O general das massas&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/paulo-santos-e-jose-claudio-disponibilizam-versao-virtual-do-romance-o-general-das-massas/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2021 15:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As artes de dois pernambucanos se encontram numa versão online do romance histórico “O general das massas”. O texto do jornalista e escritor recifense Paulo Santos de Oliveira, narrando as epopeias políticas, militares e amorosas de José de Inácio Abreu e Lima e de Simón Bolivar, ganha o auxílio luxuoso das ilustrações do grande pintor, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_85636" aria-labelledby="figcaption_attachment_85636" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">José Cláudio/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/O-GENERAL-DAS-MASSAS_Entrada-em-Bogotá-por-José-Cláudio.jpg"><img class="size-medium wp-image-85636" alt="José Cláudio/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/O-GENERAL-DAS-MASSAS_Entrada-em-Bogotá-por-José-Cláudio-607x429.jpg" width="607" height="429" /></a><p class="wp-caption-text">O livro narra as epopeias políticas, militares e amorosas de José de Inácio Abreu e Lima e de Simón Bolivar, dois dos maiores personagens da política na América Latina</p></div>
<p>As artes de dois pernambucanos se encontram numa versão online do romance histórico “O general das massas”. O texto do jornalista e escritor recifense Paulo Santos de Oliveira, narrando as epopeias políticas, militares e amorosas de José de Inácio Abreu e Lima e de Simón Bolivar, ganha o auxílio luxuoso das ilustrações do grande pintor, escultor e escritor ipojucano José Cláudio da Silva. Lançada em 2012, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e premiada como melhor do ano pela Academia Pernambucana de Letras, a obra agora está disponível gratuitamente na internet, por meio do site: <a href="http://ogeneraldasmassas.art.br/" target="_blank"><strong>ogeneraldasmassas.art.br</strong></a>. A digitalização da obra foi contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>Com narrativa em primeira pessoa, Abreu e Lima nela descreve suas aventuras, a partir da fuga de uma prisão portuguesa, na Bahia, após ter sido obrigado a assistir ao fuzilamento do próprio pai, o Padre Roma, primeiro mártir da Revolução Pernambucana de 1817. Exilado na Venezuela, o então jovem capitão torna-se membro do estado-maior do exército de Simón Bolívar e participa intensamente da guerra de independência e do processo de implantação de regimes republicanos numa região vastíssima, que compreende seis dos atuais países sul-americanos. Como pilares desse projeto, o exercício pleno da democracia e uma educação de qualidade, ampla, popular e gratuita, metas ainda por alcançar, dois séculos depois.</p>
<p>De volta ao Brasil, ele continua a lutar pelos seus ideais progressistas, tendo amargado prisão em Fernando de Noronha pela sua participação como um dos “cabeças” da Revolução Praieira, em Pernambuco, no ano de 1848, E depois de morto foi obrigado ao exílio, novamente: por defender a liberdade religiosa, o bispo Cardoso Ayres proibiu seu enterro em campo santo católico, e seu corpo repousa até hoje no Cemitério dos Ingleses.</p>
<p><em>“Espero que este trabalho ajude a divulgar as fantásticas histórias de Abreu e Bolívar”</em>, diz o autor,<em> “pois, além de extremamente aventurosas e românticas, ajudam-nos a entender a formação política e as consequentes mazelas da nossa América Latina”</em>.</p>
<p>O website <a href="http://ogeneraldasmassas.art.br/" target="_blank"><strong>ogeneraldasmassas.art.br</strong></a> apresenta uma versão condensada da obra, com apresentações de Maurício Rands, Caesar Sobreira e Beatriz Arcoverde. Quem se interessar pelo livro completo, poderá adquirir através de link disponibilizado no site. O design é de Célia Menezes, a produção de Beatriz Arcoverde.</p>
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		<title>Bernardo Brayner lança o romance &#8220;Bicho Geográfico&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2021 11:04:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bernardo Brayner]]></category>
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		<description><![CDATA[Ao contemplar fotos do álbum de família surge a ideia de escrever um livro. Não de memórias, mas de ficção. Fotografias ajudam a chacoalhar lembranças, porém nem tudo o que passou é registrado pela câmera ou pela memória. Bernardo Brayner, autor do romance &#8220;Bicho Geográfico&#8221; &#8211; editado pela Cepe Editora, com incentivo do Governo do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/150506-Retratos-Blackninja-0177.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-84992" alt="150506-Retratos-Blackninja-0177" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/150506-Retratos-Blackninja-0177-349x486.jpg" width="349" height="486" /></a></p>
<p>Ao contemplar fotos do álbum de família surge a ideia de escrever um livro. Não de memórias, mas de ficção. Fotografias ajudam a chacoalhar lembranças, porém nem tudo o que passou é registrado pela câmera ou pela memória. Bernardo Brayner, autor do romance &#8220;Bicho Geográfico&#8221; &#8211; editado pela Cepe Editora, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura -, disse que havia muita coisa que ele não recordava dos tempos de criança. <em>&#8220;Então eu poderia preencher alguns pontos do livro com ficção&#8221;</em>, conta. E a própria fotografia também pode ser um elemento narrativo de ficção, pois é colocada não somente como imagem documental. <em>&#8220;O medo de ser deixado para trás pelas próprias memórias move o bicho geográfico, riscando na pele que escava um mapa das metamorfoses de seu hospedeiro. Bicho geográfico é um livro que nos oferece uma vasta condensação de materiais evocados, com seus lindos lugares de retorno, tão dolorosos quanto libertadores&#8221;</em>, descreveu o crítico e romancista José Luiz Passos no prefácio do livro, que será lançado dia 2 de junho (quarta-feira), às 19h, em live no canal da Cepe Editora no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/c/CepeOficial/videos" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CepeOficial</strong></a>), com participação do autor, do professor de Letras da UFBA, Antonio Marcos Pereira, e mediação do editor do jornal literário Pernambuco (Cepe), Schneider Carpeggiani.</p>
<p><em>&#8220;Bicho Geográfico é uma espécie de álbum de fotografias antigas transformado pela lente da memória e da ficção. Bernardo Brayner mergulha no próprio passado familiar em uma narrativa que se alimenta das lacunas e perturbações que ela mesma cria&#8221;</em>, resume o editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Em quatro meses escrevendo à noite e escolhendo fotos, Bernardo concebeu o que ele define como um memorial. <em>&#8220;Precisava escrever algo depois da morte dos meus pais. É um livro sobre a ausência, sobre o que a memória e a ficção podem alcançar como reconstrução de uma vida, como preenchimento de vazios, de esquecimento&#8221;</em>, explica.</p>
<p>Ao libertar a fotografia de sua &#8220;prisão documental&#8221;, o autor manipula a objetividade fotográfica em prol da narrativa, que pode parecer autobiográfica a princípio mas na verdade é o que ele chama de autoficcional. <em>&#8220;É um recurso no qual eu me coloco como observador e, assim, posso descrever e narrar o que há e o que não há nas fotos. Procurei, com estratégias documentais e autoficcionais, avaliar o impacto dessa memória pessoal, familiar, se contrapondo à memória do Brasil, examinando suas fronteiras e, também, as fronteiras entre texto, legenda, comentário&#8221;</em>, completa Bernardo.</p>
<p>Falar de memória, do passado, nunca esteve tão atual nesse momento em que governos de extrema direita querem apagar o que passou. <em>&#8220;Esse momento de apagamento do passado foi um dos motores de escrita do livro. À medida que envelheço há uma curiosidade maior pela lembrança e, claro, uma preocupação com o futuro. Por amor à memória, trago no rosto o rosto do meu pai, como disse (o poeta insraelense) Yehuda Amichai (1924-2000). A nossa vida é um aprendizado de como conviver com fantasmas&#8221;</em>, reflete Bernardo.</p>
<p>Tempo, morte, velhice, sonho são outros temas que passeiam pelo romance de Bernardo, como o bicho geográfico embaixo da nossa pele. <em>&#8220;Esses são os temas principais da minha ficção e provavelmente de qualquer uma. E são muitas as razões para que esses temas sirvam como matéria-prima da narrativa. Esses são os segredos das nossas vidas. É o que não sabemos. É o nosso diálogo particular com os mortos&#8221;</em>, diz o escritor. Em trecho da obra, Bernardo fala que um livro se faz de camadas de tudo o que lemos. <em>&#8220;Um dos livros que mais me marcaram foi W Ou A Memória Da Infância, do francês Georges Perec (1936-1982). No livro, o autor alterna memórias e ficção sobre uma ilha onde se cultua o esporte. Os capítulos ficcionais sobre a ilha resgatam um texto que ele escreveu na infância nos anos 1930. Não é à toa que a ilha imaginária se aproxima muito da Alemanha Nazista durante os Jogos Olímpicos de 1936&#8243;</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Bicho Geográfico, de Bernardo Brayner<br />
Quando: 2 de junho de 2021 (quarta-feira), às 19h<br />
Onde: Live no canal da Cepe Editora no Youtube (<a href="https://www.youtube.com/c/CepeOficial/videos" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CepeOficial</strong></a>)<br />
Participantes: Bernardo Brayner, Antonio Marcos Pereira e Schneider Carpeggiani<br />
Preço: R$20 (livro impresso); R$8 (e-book)</p>
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		<title>Prêmio Sesc de Literatura abre inscrições para edição 2021</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/premio-sesc-de-literatura-abre-inscricoes-para-edicao-2021/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2021 23:14:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[edição 2021]]></category>
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		<description><![CDATA[O Prêmio Sesc de Literatura, um dos mais importantes do país e consagrado na distinção de escritores inéditos, cujos trabalhos possuam qualidade literária para edição e circulação nacional, está com inscrições abertas. Obras ainda não publicadas podem ser inscritas nas categorias Romance e Conto. Os interessados têm até 19 de fevereiro para concluir o processo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/SescLiteratura.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-81742" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/SescLiteratura-485x486.png" width="485" height="486" /></a></p>
<p>O Prêmio Sesc de Literatura, um dos mais importantes do país e consagrado na distinção de escritores inéditos, cujos trabalhos possuam qualidade literária para edição e circulação nacional, está com inscrições abertas. Obras ainda não publicadas podem ser inscritas nas categorias Romance e Conto. Os interessados têm até 19 de fevereiro para concluir o processo de inscrição, que é gratuito e on-line. O regulamento completo pode ser acessado no site: <a href="https://www.sesc.com.br/portal/site/premiosesc" target="_blank"><strong>www.sesc.com.br/premiosesc</strong></a>.</p>
<p>Ao oferecer oportunidades aos novos escritores, o Prêmio Sesc de Literatura impulsiona a renovação no panorama literário brasileiro e enriquece a cultura nacional. Os vencedores têm suas obras publicadas e distribuídas pela editora Record, com tiragem inicial de 2 mil exemplares. Desde a sua criação em 2003, mais de 16 mil livros foram inscritos e 31 novos autores foram revelados.</p>
<p>A parceria com a editora Record contribui para a credibilidade e a visibilidade do projeto, pois insere os livros na cadeia produtiva do mercado livreiro. <em>“Vamos para mais um ano, agora a 18ª edição, e apesar de estarmos ainda na pandemia, seguimos fortes com todo o processo e planejamento para revelar novos escritores. A premiação foi criada em 2003 e se consolidou como a principal do país para autores iniciantes. No ano passado, foram inscritos 1.358 livros, sendo 692 romances e 666 contos”</em>, explica o analista de Literatura do Departamento Nacional do Sesc, Henrique Rodrigues.</p>
<p>O processo de curadoria e seleção das obras é criterioso e democrático. Os livros são inscritos pela internet, gratuitamente, protegidos por pseudônimos. Isso impede que os avaliadores reconheçam os reais autores, evitando qualquer favorecimento. Os romances e contos são avaliados por escritores profissionais renomados, que selecionam as obras vencedoras pelo critério da qualidade literária.</p>
<p>A relevância do Prêmio Sesc de Literatura também pode ser medida por meio do sucesso dos seus vencedores, que vêm sendo convidados para outros importantes eventos internacionais, como a Primavera Literária Brasileira, realizada em Paris, o Festival Literário Internacional de Óbidos, em Portugal, e a Feira do Livro de Guadalajara, no México.</p>
<p><strong>Vencedores 2020 -</strong> No ano passado, os vencedores foram Caê Guimarães, do Espírito Santo, na categoria Romance, por &#8220;Encontro você no oitavo round&#8221;, e Tônio Caetano, do Rio Grande do Sul, na categoria Conto, por &#8220;Terra nos Cabelos&#8221;, reafirmando o aspecto de diversidade do projeto em descobrir talentos de todo país.</p>
<p>&#8220;Encontro você no oitavo round&#8221; apresenta uma narrativa que trata de redenção: um pugilista se debate entre um incômodo zumbido e a memória de outra ocupação antes de se dedicar ao boxe. Dias antes da sua última luta, ele conhece uma jornalista disposta a desvendar o que o fez tomar o caminho dos ringues.</p>
<p>No volume de contos &#8220;Terra nos cabelos&#8221;, são trilhados diferentes percursos da mulher na nossa sociedade, envolvendo questões que abordam o mundo do trabalho, o primeiro beijo, ritos de iniciação e as violências externas e internas submetidas ao sexo feminino.</p>
<p>Em 17 anos de prêmio, diversos autores foram descobertos e se consolidaram na literatura nacional, graças ao incentivo da Instituição, entre eles Juliana Leite, Rafael Gallo, Luisa Geisler, André de Leones, Franklin Carvalho, Sheyla Smanioto e Lucia Bettencourt.</p>
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		<title>Prêmio Sesc de Literatura abre inscrições para edição 2020</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2020 13:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para o Prêmio Sesc de Literatura, um dos mais importantes do país. Os autores estreantes podem inscrever suas obras inéditas nas categorias Romance ou Conto. Os interessados têm até 20 de fevereiro para concluir o processo de inscrição, que é gratuito e online. O regulamento completo pode ser conferido em: www.sesc.com.br/portal/site/premiosesc. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74724" aria-labelledby="figcaption_attachment_74724" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Prêmio-Sesc.png"><img class="size-medium wp-image-74724" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Prêmio-Sesc-607x334.png" width="607" height="334" /></a><p class="wp-caption-text">A iniciativa é voltada para obras inéditas</p></div>
<p>Estão abertas as inscrições para o Prêmio Sesc de Literatura, um dos mais importantes do país. Os autores estreantes podem inscrever suas obras inéditas nas categorias Romance ou Conto. Os interessados têm até 20 de fevereiro para concluir o processo de inscrição, que é gratuito e online. O regulamento completo pode ser conferido em: <a href="http://www.sesc.com.br/portal/site/premiosesc" target="_blank"><strong>www.sesc.com.br/portal/site/premiosesc</strong></a>.</p>
<p>Ao oferecer oportunidades aos novos escritores, o Prêmio Sesc de Literatura impulsiona a renovação no panorama literário brasileiro e enriquece a cultura nacional. Os vencedores têm suas obras publicadas e distribuídas pela editora Record, com tiragem inicial de 2 mil exemplares. Desde a sua criação, mais de 14 mil livros foram inscritos e 29 novos autores foram revelados.</p>
<p>A parceria com a editora Record contribui para a credibilidade e a visibilidade do projeto, pois insere os livros na cadeia produtiva do mercado livreiro. A premiação foi criada em 2003 e se consolidou como a principal do país para autores iniciantes. No ano passado, houve recorde de inscritos com 1.969 obras, sendo 1.043 romances e 926 livros de contos.</p>
<p>O processo de curadoria e seleção das obras é criterioso e democrático. Os livros são inscritos pela internet, gratuitamente, protegidos por pseudônimos. Isso impede que os avaliadores reconheçam os reais autores, evitando qualquer favorecimento. Os romances e contos são avaliados por escritores profissionais renomados, que selecionam as obras vencedoras pelo critério da qualidade literária.</p>
<p>A relevância do Prêmio Sesc também pode ser medida por meio do sucesso dos seus vencedores, que vêm sendo convidados para outros importantes eventos internacionais, como a Primavera Literária Brasileira, realizada em Paris, o Festival Literário Internacional de Óbidos, em Portugal, e a Feira do Livro de Guadalajara, no México.</p>
<p><strong>Vencedores -</strong> No ano passado, o vencedor na categoria Romance foi Felipe Holloway, com ‘O legado de nossa miséria’. A obra narra a história de um crítico de literatura e professor universitário que é convidado para um evento sobre jornalismo literário, numa fictícia cidade do interior de Minas Gerais. Lá ele conhece um famoso escritor cuja obra sempre admirou. Os personagens rememoram suas respectivas carreiras, nas quais os fracassos éticos e estéticos se alternam. Natural de Canindé, no Ceará, Holloway mora desde criança em Cuiabá (MT), onde leciona Língua Portuguesa na rede estadual.</p>
<p>João Gabriel Paulsen foi o ganhador na categoria Conto, com o livro &#8216;O doce e o amargo&#8217;. Ele escreveu uma coletânea de nove contos que tratam das tensões geracionais e os conflitos ocasionados pelos ritos de passagem. Paulsen nasceu em Juiz de Fora (MG), onde mora, estuda Filosofia e escreve desde os 15 anos.</p>
<p>Eles se juntam a um time de vencedores do Prêmio Sesc Literatura, que tem entre suas estrelas Franklin Carvalho, ganhador com o Romance “Céus e Terra”, em 2016, e vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura 2017; a carioca Juliana Leite em 2018, com Romance com “Entre as mãos”, que após a premiação do Sesc, ganhou o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA); a paulista Sheyla Smanioto Macedo, vencedora da edição 2015, com o Romance “Desesterro”, que conquistou o Prêmio Machado de Assis 2016; Marcos Peres, com “O Evangelho Segundo Hitler”, vencedor do Prêmio SP de Literatura 2014 na categoria estreantes; e Debora Ferraz, autora do livro “Enquanto Deus não está olhando”, vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura 2015.</p>
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		<title>Esdras Bezerra compartilha processo de criação de romance com o público</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2015 17:54:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O escritor Esdras Bezerra bate-papo com o público nesta quarta-feira (11/02) sobre o projeto “Uma morte para um romance infantil”, contemplado com uma bolsa de criação literária do Funcultura, Governo de Pernambuco. O debate será realizado, às 19h, no 6º andar do Edifício Pernambuco, localizado na Avenida Dantas Barreto, no centro do Recife. Qualquer pessoa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/uma-morte-para-romance-infantil.jpg"><img class=" wp-image-21109 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/uma-morte-para-romance-infantil-364x486.jpg" width="245" height="326" /></a>O escritor Esdras Bezerra bate-papo com o público nesta quarta-feira (11/02) sobre o projeto “Uma morte para um romance infantil”, contemplado com uma bolsa de criação literária do Funcultura, Governo de Pernambuco. O debate será realizado, às 19h, no 6º andar do Edifício Pernambuco, localizado na Avenida Dantas Barreto, no centro do Recife. Qualquer pessoa interessada pode participar.</p>
<p>Durante a conversa, Esdras irá mostrar músicas, trechos de entrevistas com autores anônimos que nunca publicaram, cartas íntimas, textos datilografados, rabiscos e ilustrações que fizeram parte do processo criativo do seu primeiro romance. “O livro é sobre um escritor que tenta escrever um romance infantil, chulo. E tudo que está ao redor para esse romance acontecer acaba dentro da história”, conta Esdras, que está em negociação com uma editora para publicação.</p>
<p>Para o encontro desta quarta (11/02), Esdras convidou várias pessoas que fizeram parte de alguma forma da escrita do romance. Entre os convidados, estão o escritor português Luís Serguilha e o ilustrador Nigian. “Todo mundo que participou do processo do livro foi convidado. O livro é um exercício de intimidade, de tudo que eu vivo. Eu vou expor um pouco essa intimidade e vou apresentar as etapas do projeto que teve incentivo do Funcultura”, explica.</p>
<p>De acordo com Esdras, o livro está sendo desenvolvido por ele há 13 anos. “Eu desisto dele e volto, ficou engavetado e voltou. No começo tinha vários personagens e hoje ele só tem dois, porque eu achei que não ia dar conta de muitos personagens. Antes eu pensava em fazer um livro ilustrado, mas depois desisti”, revela. Quem quiser saber mais é só aparecer no local combinado e fazer suas próprias perguntas. Esdras estará lá como personagem e escritor para responder.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Bate-papo com Esdras Bezerra sobre &#8220;Uma morte para um romance infantil&#8221;</strong><br />
<strong>Data:</strong> 11/02<br />
<strong>Horário:</strong> 19h<br />
<strong>Endereço:</strong> Edifício Pernambuco, 6º andar, Avenida Dantas Barreto, Santo Antônio, Recife.<br />
<strong>Acesso gratuito</strong></p>
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		<title>Prêmio Pernambuco de Literatura chega à sua terceira edição</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2014 19:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Prêmio Pernambucano de Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[O Prêmio Pernambuco de Literatura, iniciativa que já publicou títulos de nove escritores pernambucanos ou que residem no estado, chega à sua terceira edição consolidado como importante estratégia da política estadual de cultura. Através da Secult-PE, Fundarpe e da Cepe Editora, o Governo de Pernambuco dá continuidade a este instrumento que tem fortalecido a cadeia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Prêmio Pernambuco de Literatura</strong>, iniciativa que já publicou títulos de nove escritores pernambucanos ou que residem no estado, chega à sua terceira edição consolidado como importante estratégia da política estadual de cultura. Através da Secult-PE, Fundarpe e da <strong><a href="www.cepe.com.br" target="_blank">Cepe Editora</a></strong>, o Governo de Pernambuco dá continuidade a este instrumento que tem fortalecido a cadeia do livro e da leitura em todas as regiões pernambucanas.</p>
<p>Serão R$ 40 mil em prêmios, além das publicações dos livros vencedores, cada um com tiragem de mil exemplares. O objetivo é contemplar escritores de todas as macrorregiões do estado, que vão concorrer entre os inscritos de seus territórios.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/premio-literatura-3.jpg"><img class="wp-image-18837 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/premio-literatura-3-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a></p>
<p>Sobre esse critério de regionalização, o coordenador de Literatura da Secult-PE, Wellington de Melo, esclarece que “<em>é comum ocorrer uma concentração da produção literária na Região Metropolitana do Recife (RMR), daí a importância de um prêmio que busque descobrir talentos ainda escondidos em outras regiões e que possam oxigenar a nossa literatura</em>&#8220;, aponta.</p>
<p>Os interessados podem se inscrever nas categorias de Conto, Poesia e Romance. Serão concedidos até 5 prêmios no valor de R$ 5 mil para os melhores títulos das macrorregiões. Um prêmio especial de R$ 15 mil será oferecido, ainda, para um dos cinco finalistas, que será declarado o vencedor do Grande Prêmio. “<em>Com este formato, os concorrentes podem competir entre si e o grande vencedor ser de qualquer região, o que é muito saudável. Na primeira edição, o vencedor foi Bruno Liberal, do Sertão, na segunda, foi Wander Shirukaya, da Zona da Mata</em>”, comemora André Brasileiro, diretor de políticas culturais da Secult-PE.</p>
<p>A continuidade do Prêmio demonstra o esforço que a gestão tem empreendido nos últimos anos no sentido de fortalecer questões essenciais para a cadeia do livro e da leitura no estado, como o fomento à produção literária, a democratização do acesso às publicações, a distribuição e a circulação da nossa rica literatura contemporânea.</p>
<p>O período de inscrições é de 24 de dezembro de 2014 a 27 de fevereiro de 2015.</p>
<p>Baixe <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/iii-premio-pernambuco-de-literatura/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> o edital + formulário de incrição.</p>
<p><strong>MEMÓRIA</strong></p>
<p><strong>I Prêmio Pernambuco de Literatura (2013)</strong><br />
Total de 192 trabalhos inscritos, sendo 133 da Região Metropolitana, 8 da Zona da Mata, 29 do Agreste, 23 do Sertão. Escritores de 36 cidades envolvidos.<br />
Vencedores: Olho morto amarelo (contos), de Bruno Liberal | Recife, no hay (poesia); de Delmo Montenegro | O livro de Corintha (romance), de Fernando Monteiro | O Metal de que somos Feitos (contos), de José Walter Moreira dos Santos | Discursos e Anatomias (poemas), de Joseilson Ferreira<br />
Grande Prêmio: Olho morto amarelo (contos), de Bruno Liberal</p>
<p><strong>II Prêmio Pernambuco de Literatura (2014)</strong><br />
Total de 155 trabalhos inscritos, sendo 106 da Região Metropolitana, 9 da Zona da Mata, 27 do Agreste, 13 do Sertão. Escritores de 34 cidades envolvidos.<br />
Vencedores: Ascensão e queda (romance), de Wander Shirukaya | Associação Robert Walser para Sósias Anônimos (romance), de Tadeu Sarmento | Rinoceronte dromedário (poesia), de Helder Herik | Dois nós na gravata (contos), de Rômulo César Lapenda Rodrigues de Melo<br />
Grande Prêmio: Ascensão e queda (romance), de Wander Shirukaya</p>
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