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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ronaldo Correia de Brito</title>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco recebe a exposição “ORIXAMBÁ” do fotógrafo Paulinho Filizola</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 14:52:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp_Image_2025-05-31_at_08.39.57.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118211" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp_Image_2025-05-31_at_08.39.57-607x466.jpeg" width="607" height="466" /></a></p>
<p dir="ltr">No ano em que o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) celebra seus 95 anos, homenageia uma das mais importantes e resistentes expressões da cultura afro-brasileira em nosso Estado, o Terreiro de Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que neste 7 de junho de 2025 também completa 95 anos de existência. Para comemorar a data, o MEPE realiza a exposição “ORIXAMBÁ” – de 05 a 29 de junho –, do fotógrafo Paulinho Filizola, com a curadoria do antropólogo Raul Lody e texto crítico do escritor Ronaldo Correia de Brito.</p>
<p dir="ltr">Instalada no Espaço Cícero Dias, a mostra apresenta registros sensíveis e potentes da vida religiosa e cotidiana no Terreiro, revelando não apenas a beleza dos ritos e dos orixás, mas também a humanidade, a devoção e resistência que sustentam essa tradição. Além da exposição, uma série de comemorações estão sendo programadas, como palestras e atividades educativas.</p>
<p dir="ltr">Fundado em 1930, por Maria Oiá na época, à rua da Mangueira, no bairro de Campo Grande, no Recife, o Terreiro de Xambá é símbolo de ancestralidade, fé, resistência e preservação de saberes sagrados de matriz africana. Sua trajetória é marcada por lutas, mas sobretudo por uma profunda dignidade cultural e espiritual, que atravessou gerações até chegar aos dias de hoje, sob a liderança firme e acolhedora do babalorixá Pai Ivo de Xambá.</p>
<p dir="ltr">Ao homenagear o Terreiro de Xambá, o Museu reafirma seu compromisso com a valorização da memória, da diversidade e das heranças africanas que compõem a identidade cultural do nosso povo. Com isso, “ORIXAMBÁ” é mais que uma exposição, é um gesto de reconhecimento e gratidão a uma casa sagrada que, há 95 anos, planta raízes profundas no solo da história pernambucana.</p>
<p dir="ltr">Para o diretor do MEPE, Rinaldo Carvalho, “essa celebração conjunta, do Museu e do Terreiro, fortalece os laços entre cultura, fé e memória, e inspira o respeito às tradições que nos formam”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Palestra e apresentação cultural</strong></p>
<p dir="ltr">Seguindo as atividades comemorativas, no próximo sábado (7), das 14h às 16h, a mostra traz a palestra “Preservando a História – Manutenção dos acervos de Terreiro”. A atividade contará com a participação do Dr. Hildo Leal, Pai Ivo de Xambá e o fotógrafo Paulinho Filizola. Uma apresentação das Yabás, com os Tambores Sagrados do Terreiro de Xambá, encerra a programação especial.</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; SERVIÇO</em></p>
<p dir="ltr"><strong>Exposição &#8220;ORIXAMBÁ&#8221;</strong> – Fotografias de Paulinho Filizola, com curadoria de Raul Lody e texto crítico de Ronaldo Correia de Brito</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Abertura: 05 de junho, às 19h</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Visitação: De 05 a 29 de junho de 2025</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Palestra e apresentação cultural: 07 de junho, a partir das 14h</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Endereço: Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) – Espaço Cícero Dias I Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife &#8211; PE</p>
<p dir="ltr"><strong> </strong></p>
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		<title>&#8220;Baile do Menino Deus&#8221; é tema da próxima live promovida pela Secult-PE no YouTube</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2021 15:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/7d5aba83-1964-4e32-b3aa-4f3a2f8eff43.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89838" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/7d5aba83-1964-4e32-b3aa-4f3a2f8eff43-393x486.jpg" width="393" height="486" /></a></p>
<p>O tradicional espetáculo “Baile do Menino Deus”, que junta uma multidão no Marco Zero todos os anos, acabou virando filme por conta da pandemia. Para falar da realização, a Secretaria de Cultura de Pernambuco apresenta a live com o escritor e dramaturgo Ronaldo Correia de Brito, que assina a obra original em parceria com Assis Lima, e a cineasta Tuca Siqueira, que dirigiu o filme. Será na próxima terça-feira (14) às 19h, no canal da Secult-PE no Youtube (<a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>) e também no perfil do Facebook (<strong><a href="www.facebook.com/culturape" target="_blank">www.facebook.com/culturape</a></strong>). A mediação ficará a cargo do ator, fotógrafo e assessor de Artes Circenses da Secretaria, Jorge Clésio.</p>
<p>O espetáculo Baile do Menino Deus, que é encenado desde 1983 e nasceu em formato de livro, traz a história do nascimento de Jesus contada através de elementos tipicamente nordestinos, como o reisado, a lapinha, o pastoril, o cavalo marinho e vem encantando o público através de gerações. Em 2021, não haverá espetáculo por conta da pandemia.</p>
<p>Para virar filme, o roteiro foi reescrito e os arranjos musicais foram refeitos, novos solistas foram convidados e até uma nova orquestra foi formada. Na montagem, o Recife vira não só cenário, mas também um personagem. A obra conta com a participação de vários artistas, incluindo Lia de Itamaracá e Chico César.</p>
<p>O filme, que será lançado no site <a href="https://www.bailedomeninodeus.com.br/" target="_blank"><strong>www.bailedomeninodeus.com.br</strong></a> no dia 23 de dezembro, às 20h, e exibido na TV Globo no dia 26 às 14h, com transmissão gratuita e classificação livre, é uma produção da Relicário, de Carla Valença, com criação e direção geral de Ronaldo Correia de Brito, direção para o cinema da pernambucana Tuca Siqueira, direção de fotografia de Beto Martins, assistência de Amanda Menelau e Tomás Brandão.</p>
<p>Para Ronaldo Correia de Brito, o Baile se transformar em filme garante a sobrevivência da obra dentro de um novo formato. <em>“Mais perto do texto teatral, da música e da encenação para que foi concebido. Trata-se de uma renovação de linguagem em tempos de pandemia. O que não se renova tende a desaparecer”</em>, acredita. O roteiro para este filme foi escrito em parceria com Tuca Siqueira.</p>
<p><em>“Em 2021, o Baile se expande em cenário real reforçando o teatro enquanto território do sonho”, diz a cineasta. “Acho que o Recife escolheu o Baile. Numa caminhada com parte da equipe, projetamos as cenas imaginadas, sentindo a pulsação dos lugares escolhidos por nós. Foi assim que definimos as locações do filme e que se construiu o cenário dessa história”</em>, conta a diretora Tuca Siqueira.</p>
<p>O Baile conta com a Lei de Incentivo à Cultura e é apresentado pela Fundação de Cultura do Recife, Secretaria de Cultura, Prefeitura do Recife, Fundarpe, Secretaria de Cultura, Governo de Pernambuco, com patrocínio da Toyolex, Copergás, Sherwin Williams, Porto de Suape e Tramontina. Tem ainda copatrocínio da Rede, apoio do Itaú Cultural, Globo, STN, InBetta e realização da Relicário Produções Culturais, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.</p>
<p><strong>Webprograma &#8220;Cultura em Rede&#8221;</strong><br />
Realizado pelo Núcleo Digital da Secretaria de Cultura de Pernambuco, o webprograma &#8220;Cultura em Rede&#8221; traz, sempre às terças-feiras, às 19h, debates sobre temas relevantes da cultura pernambucana e nacional. A live vai ao ar tanto no canal da Secult-PE no Youtube, quanto no Facebook. Os programas ficam gravados e podem ser acessados a qualquer momento.</p>
<p>O Cultura em Rede está dedicando a programação de dezembro para manifestações culturais pernambucanas típicas do Ciclo Natalino. Veja os temas dos próximos programas:</p>
<p><strong>21/12 &#8211; Azul e Encarnado: o simbolismo no Pastoril</strong><br />
<strong>28/12 &#8211; Ancestralidade: a Confraria do Rosário como Patrimônio Vivo de Pernambuco</strong></p>
<p><strong>Convidado | Ronaldo Correia de Brito</strong><br />
Dramaturgo, contista, romancista, cronista e médico atuante. Autor de Galileia, romance que lhe valeu o Prêmio São Paulo de Literatura/2009, como melhor livro do ano. Nasceu no Ceará, mas reside no Recife há 52 anos. Publicou diversos livros e peças, entre elas, &#8220;Baile do Menino Deus&#8221;, “Bandeira de São João”, “Arlequim de Carnaval” e “O Pavão Misterioso”.</p>
<p><strong>Convidada | Tuca Siqueira</strong><br />
Roteirista e diretora pernambucana com diversos prêmios e incursões em curadorias, laboratórios de projetos, júri de festivais e oficinas ministrando aulas em diferentes áreas do audiovisual. Formada em Comunicação (UFPE), atuou como fotojornalista e se especializou em Estudos Cinematográficos (UNICAP) acumulando estudos em outros centros como a EICTV (Cuba). Transitando pelo documentário e a ficção, dirigiu curtas, séries e os longas-metragens “A Mesa Vermelha” e “Amores de Chumbo”.</p>
<p><strong>Mediador | Jorge Clésio</strong><br />
Artista, professor de teatro, fotógrafo de cena e gestor público na área da Cultura. Integrou a equipe da Representação Nordeste do extinto Ministério da Cultura, como assessor para Assuntos da Funarte. Atualmente, é assessor de Artes Circenses na Secult-PE. É encenador dos espetáculos “Inês!” e “Constança!”. No Curso de Interpretação da Escola Hipérion, montou, com os alunos, as peças “A cantora careca”, “A lição” e “Valsa nº 6”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Festa, devoção e arte no Baile do Menino Deus: o baile que virou filme”<br />
Quando: 14 de dezembro de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <strong><a href="www.facebook.com/culturape" target="_blank">www.facebook.com/culturape</a></strong></p>
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		<title>Baile do Menino Deus ganha versão em filme e será transmitido em plataformas digitais e TV</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2020 18:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74118" aria-labelledby="figcaption_attachment_74118" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hans Manteufell/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Baile-do-Menino-Deus-Hans_Manteufell-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-74118" alt="Hans Manteufell/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Baile-do-Menino-Deus-Hans_Manteufell-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo-filme será exibido nos dias 23, 24, 25 e 26 de dezembro </p></div>
<p>Em um momento de isolamento social vivido no mundo inteiro, o Baile do Menino Deus convida os brasileiros para “abrirem suas portas” para a chegada do “Menino Divino”. Espetáculo natalino, produzido pela Relicário Produções, e dirigido por Ronaldo Correia de Brito, que reúne milhares de turistas e conterrâneos no Marco Zero do Recife há 17 anos, se prepara para contar a história mais famosa do mundo de uma forma desafiadora. Este ano, o espetáculo que faz uma leitura lúdica do nascimento de Jesus Cristo, chegará nas casas dos brasileiros entre os dias 23 a 26 de dezembro, através de um espetáculo filme em plataformas digitais e TV. O filme também estará disponível pelo site, em formato com libras e audiodescrição.</p>
<p>O espetáculo que nunca termina, sempre principia e se recria, conta com apoio e patrocínio do Ministério do Turismo, através da Lei de Incentivo à Cultura, do Governo de Pernambuco, da Prefeitura do Recife, da Rede do Grupo Itaú, Aché Laboratórios, Sherwin-Williams, Tramontina, STN Nordeste, Inbetta, Copergás e Globo PE.</p>
<p>O longa inédito da grande ópera popular nordestina, que se orienta nas tradições de festas e representações teatrais do ciclo natalino, incorporadas às mais diversas culturas do Brasil, começa a ser gravado a partir desta quinta-feira (12) e conta com direção geral de Tuca Siqueira (&#8220;Amores de Chumbo&#8221; e &#8220;Fashion Girl&#8221;) e direção de fotografia de Pedro Sotero (premiado em Cannes, com o filme &#8220;Bacurau).</p>
<p>Produtora, roteirista e diretora de cinema, a pernambucana Tuca Siqueira iniciou sua carreira em 2003. Sua trajetória conta com diversas séries, filmes e documentários premiados. Entre eles, “Amores de Chumbo”, seu primeiro longa de ficção, considerado uma verdadeira pérola cinematográfica pela crítica.</p>
<p><em>“Eu tive a sorte de ter pais que sempre me levaram ao teatro e minha relação com a consciência do coletivo sempre foi muito forte por causa do meu envolvimento com a dança e o teatro, desde pequena&#8221;</em>, conta Tuca. <em>&#8220;Acho que isso foi o que me levou para o audiovisual que é uma arte tão coletiva. Assisti o Baile pela primeira vez no ano passado. Me emocionou muito pela ousadia e coragem política de se apresentar uma Maria negra e um José rastafari. Tudo isso me dá muito mais orgulho de ter recebido o convite para dirigir o espetáculo. Foi um presente pra mim e será uma grande surpresa para o público&#8221;</em>, finaliza.</p>
<p>Diretor de fotografia desde 2006 no Recife, lugar onde desenvolveu uma consistente filmografia de curtas e longas-metragens, Pedro Sotero fotografou filmes que incluem três seleções oficiais no festival Cannes, à exemplo de  “Aquarius”, “Bacurau” e “O Som ao Redor”. Em 2018, ganhou o prêmio de melhor fotografia no SSIFF, com longa argentino “Rojo” e em 2019,  trabalhou na pesquisa, roteiro e fotografia do filme instalação SWINGUERRA, obra selecionada para representar o Brasil na Bienal de Veneza e finalista do prêmio ABC 2020.</p>
<p>Entre os solos da peça, outro destaque é Silvério Pessoa, que estará em quatro atos. A rede de artistas do Baile também conta com a participação do Bongar, grupo de percussionistas e cantores do Terreiro Xambá, que apresentará, o talento Guilherme, percussionista de apenas cinco anos, filho de Guitinho de Xambá, que traz toda a representatividade negra que vem do Quilombo Urbano do Portão do Gelo, para o espetáculo. O corpo de baile, composto por onze bailarinos, também está renovado, bem como o figurino e a cenografia.</p>
<p>Carla Valença e Ronaldo Correia de Brito oficializaram a ideia de transformar o espetáculo em filme no mês de agosto. O conceito veio da diretora de arte Sephora Silva. <em>“Estremecemos só em pensar, mas partimos para o desafio de realizar três produções, dentro de uma mesma e gigante produção, que é a do Baile, para não deixar o público sem o espetáculo”</em>, comenta Ronaldo.</p>
<p>A proposta do espetáculo filme do Baile é encenar a apresentação da mesma forma que ela é todos os anos no Marco Zero, usando a linguagem do cinema sem perder nenhuma característica própria da montagem, mas trazendo novidades. <em>&#8220;O Baile é um espetáculo de rua que se integra com a cidade no espaço do Marco Zero e trazendo o cenário para dentro do teatro a gente quis trazer a cidade como cenário para o fundo do teatro&#8221;</em>, conta Sephora Silva. <em>&#8220;Incorporamos projeções com imagens reais da cidade e animações. Serão 8 cenas com projeções, desde o céu divino na cena do anjo, imagens diferentes de dia com um morro colorido, teremos um sertão verde próspero e animações com desenhos de Joana Lira. Também teremos um momento com uma mensagem muito importante nas cenas dos caboclinhos com a projeção da floresta amazônica e trazendo uma alerta às queimadas&#8221;</em>.</p>
<p>Preocupados com a segurança dos artistas e de todos os profissionais envolvidos na produção, as gravações do Baile contam com todos os critérios de segurança, exigidos em tempos de pandemia e uma equipe médica formada por cinco profissionais e dois consultores foram contratados para criar um protocolo de segurança e prevenção à Covid19.</p>
<p><em>“É um desejo mais antigo de fazer o espetáculo num formato de filme&#8221;</em>, conta Carla Valença. <em>&#8220;Estamos felizes e ansiosos, a oportunidade de realização chegou. Quando se deu a pandemia do coronavírus, eu e Ronaldo nos reunimos com muitas pessoas com o objetivo de vislumbrar caminhos e agregar profissionais com a expertise do teatro e do audiovisual, já prevíamos a possibilidade de não poder acontecer presencialmente”</em>. O filme também estará disponível pelo site em formato com libras e audiodescrição. Confira um teaser do espetáculo abaixo:</p>
<p><iframe width="600" height="400" src="https://www.youtube.com/embed/w3eKnhilM4Y" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Baile do Menino Deus &#8211; O Filme<br />
Transmitido nos 23, 24 e 25 de dezembro pelo <a href="https://www.youtube.com/bailedomeninodeus?gl=BR" target="_blank"><strong>www.youtube.com.br/bailedomeninodeus</strong></a><br />
E dia 26 de dezembro pela TV Globo<br />
O espetáculo-filme terá libras e audiodescrição no site <a href="http://www.bailedomeninodeus.com.br/2020/" target="_blank"><strong>www.bailedomeninodeus.com.br</strong></a></p>
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		<title>Ronaldo Correia de Brito lança seu novo livro no MEPE</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jun 2018 15:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Considerado como um dos maiores escritores da literatura brasileira contemporânea, Ronaldo Correia de Brito lança, nesta segunda-feira (11), às 19h, seu mais novo livro Dora sem véu, no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE). O acesso é gratuito. O evento é uma parceria do autor com o Suplemento Pernambuco, a Companhia Editora de Pernambuco &#8211; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61333" aria-labelledby="figcaption_attachment_61333" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Facebook/Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/ronaldo-correia-de-brito-livro-dora-sem-veu.jpg"><img class="size-medium wp-image-61333" alt="Facebook/Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/ronaldo-correia-de-brito-livro-dora-sem-veu-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Em seu novo romance, o escritor fala das ausências, a situação das mulheres e os vários brasis dentro de uma nação</p></div>
<p>Considerado como um dos maiores escritores da literatura brasileira contemporânea, <strong>Ronaldo Correia de Brito</strong> lança, nesta segunda-feira (11), às 19h, seu mais novo livro <em>Dora sem véu</em>, no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE). O acesso é gratuito.</p>
<p>O evento é uma parceria do autor com o Suplemento Pernambuco, a Companhia Editora de Pernambuco &#8211; CEPE, a Alfaguara e o MEPE. Na ocasião, Ronaldo discutirá <em>Dora sem véu</em> com o editor do Pernambuco, o jornalista e crítico literário Schneider Carpeggiani.</p>
<p>Segundo a escritora Socorro Acioli, o autor opera, em &#8220;Dora sem véu&#8221;, um uso maduro de premissas literárias conhecidas com elementos heterogêneos que marcam sua obra pregressa: o sertão com chuva e a ideia da jornada se unem às potentes influências <em>“das narrativas indianas, dos dramas bíblicos, a poesia americana, a religiosidade e a cosmogonia dos índios cariris. Não seria um Ronaldo Correia de Brito legítimo se não voltasse aos mitos fundadores da humanidade em algum momento”</em>, diz Acioli.</p>
<p>Entre sacolejos de um pau-de-arara e a secura das frases curtas o leitor conhece a protagonista Francisca. Na velhice, reconhece as más escolhas feitas durante a vida. Esse sentimento justifica a necessidade dela em buscar sua avó, Dora, uma personagem ausente e gigantesca.</p>
<p>É com um romance cheio de rios, chuvas e narrado quase em sua totalidade por uma mulher que Ronaldo Correia de Brito aborda questões candentes à nossa contemporaneidade &#8211; em especial, as de fundo político.</p>
<p><strong>SÃO PAULO -</strong> Outro lançamento está previsto para &#8220;Dora sem véu&#8221; em São Paulo, no dia 20 de agosto, na Livraria da Vila (na Fradique Coutinho). Ainda em parceria com o Pernambuco e com a Alfaguara, no evento também haverá debate entre o escritor e o jornalista Schneider Carpeggiani.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento de &#8220;Dora sem véu&#8221;, com debate + sessão de autógrafos com Ronaldo Correia de Brito<br />
Quando: 11/6 (segunda-feira), às 19h<br />
Onde Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960; Graças)<br />
ENTRADA FRANCA</p>
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		<title>Ronaldo Correia de Brito lança ‘Atlântico’ nesta quinta</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2015 15:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22800" aria-labelledby="figcaption_attachment_22800" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Facebook</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/1043998_167770406736622_2100954457_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-22800" alt="Reprodução/Facebook" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/1043998_167770406736622_2100954457_n-607x410.jpg" width="607" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Em &#8220;Atlântico&#8221;, Ronaldo Correia de Brito conta histórias que se passam na cidade do Recife</p></div>
<p>O Rio Capibaribe é o elo entre as histórias que permeiam <em>Atlântico</em>, livro que o escritor <strong>Ronaldo Correia de Brito</strong> lança, nesta quinta (26), a partir das 20h, na Galeria Café Castro Alves (Santo Amaro), no Recife. O livro sai pelo selo Mariposa Cartonera, com tiragem especial e limitada de 50 exemplares. Atlântico é a primeira publicação de 2015, que, ao longo do ano, lançará trabalhos de outros nove autores. O design gráfico deste e dos outros livros é assinado por Patrícia Cruz Lima.</p>
<p><i>Atlântico</i> é um livro conectado com o Recife dos dias de hoje: tensões sociais, a luta por espaços na cidade e a violência contra a mulher são as questões que perpassam as cinco histórias de mulheres violentadas, ambientadas na capital pernambucana. O percurso do Rio Capibaribe, que banha a cidade, tece a ligação entre o que se passa ao longo das narrativas.</p>
<p>O livro de Ronaldo Correia de Brito faz parte da coleção que a Mariposa Cartonera lança, este ano, com um total de 10 autores. A produção foi viabilizada através de campanha lançada na internet, pelo sistema crowdfunding, que consiste em colaboração financeira colaboração coletiva dos internautas. Os livros são artesanais, com capas feitas em papelão reciclado e pintadas à mão.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Lançamento do livro </em>Atlântico<em>, de Ronaldo Correia de Brito</em><br />
Quinta (26), a partir das 20h<br />
Galeria Café Castro Alves | Rua Capitão Lima, 280, Santo Amaro – Recife/PE</p>
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		<title>Para montar e desmontar o Sertão</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 01:37:20 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4322" aria-labelledby="figcaption_attachment_4322" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2012/05/sertões-estrangeiros.jpg"><img class="size-medium wp-image-4322" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2012/05/sertões-estrangeiros-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Sertões estrangeiros”, com o escritor Ronaldo Correia de Brito (dir.) e jornalista Fabiana Moraes (centro), sob mediação de Schneider Carpegianni</p></div>
<p>O que é sertão? Contemporâneo, ultrapassado, mítico, sem tempo? De que matéria é feito, que cara tem? Qual a sua influência sobre a expressão artística de quem nasce ou vive aí? Essas perguntas foram feitas, direta ou indiretamente, na mesa de debates “Sertões estrangeiros”, de ontem (19/05), com a participação da jornalista Fabiana Moraes e do escritor Ronaldo Correia de Brito, e mediada por Schneider Carpeggiani.</p>
<p>Tanto a jornalista quanto o escritor, cada um dentro das possibilidades que cabem nos seus exercícios, experimentam lançar um olhar diverso sobre o sertão em seus trabalhos. Veja um pequeno depoimento dos convidados falando sobre o sertão nos seus livros:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/qWBd94hUW6g" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/tT9ewBa3lDE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O sertão que mudou, que incorporou elementos urbanos e que já não tem mais correspondência com a ideia do lugar prevalentemente agrário, esteriotipado e fechado ao que é moderno. Essa foi a tônica da mesa, que mexeu com qualquer ideia pronta sobre o sertão e os sertanejos. Diante disso, Fabiana Moraes fala da necessidade de desmonte da ideia pré-concebida de uma arte brasileira ou sertaneja. Ou seja, de uma arte que se engessa e se curva diante de um modelo. Mas um desmonte que não seja negação, e sim um forma não viciada de olhar e tratar o tema.</p>
<p>Ronaldo Correia de Brito fala dos personagens estereotipados da dita literatura regionalista, e da emergência de reinventar esses modos de ver o sertão. Para ele, o sertão mudou. “Então é natural que tudo isso mude, e que a literatura, a música, a poesia popular, não continuem investindo numa ética não existente. Insitindo num naturalismo não mais existente. Copiando este modelo, este esteriótipo de mundo, de personagens”, afirma.</p>
<p>Ouça também um trecho de<em> Galiléia</em> (de Ronaldo Correia de Brito) e de <em>Os Sertões</em> (livro-reportagem de Fabiana Moraes), lidos pelos próprios autores durante a mesa:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/2m19rBzzm8U" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/A-p3ixJrltQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Ronaldo Correia de Brito &#8211; CLISERTÃO 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 12:37:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Publicado em 19/05/2012. Ronaldo Correia de Brito lê um trecho de Galileia.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 19/05/2012. Ronaldo Correia de Brito lê um trecho de Galileia.</p>
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		<title>Convidado: Ronaldo Correia de Brito</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 11:59:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É um dos mais importantes autores de ficção contemporânea no Brasil, nascido no Ceará e naturalizado no Recife há 43 anos. Dramaturgo, contista, romancista e cronista, é autor de Galileia, romance que lhe valeu o Prêmio São Paulo de Literatura/ 2009, como melhor livro do ano, sendo traduzido para o francês e o espanhol. Foi escritor residente da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/ronaldo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4686" alt="" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/ronaldo.jpg" width="400" height="267" /></a></p>
<p>É um dos mais importantes autores de ficção contemporânea no Brasil, nascido no Ceará e naturalizado no Recife há 43 anos. Dramaturgo, contista, romancista e cronista, é autor de Galileia, romance que lhe valeu o Prêmio São Paulo de Literatura/ 2009, como melhor livro do ano, sendo traduzido para o francês e o espanhol. Foi escritor residente da Universidade da Califórnia, em Berkeley, no ano de 2007.</p>
<p>Publicou os livros de contos Retratos imorais (2010), editora Alfaguara, indicado pelo jornal O Globo na lista dos Dez Melhores Livros do Ano; Livro dos Homens (2005) e Faca (2003), pela Cosac Naify; As Noites e os Dias (1997), editora Bagaço; e Crônicas para ler na escola (2011), editora Objetiva.</p>
<p>Em parceria com Assis Lima escreveu as peças Baile do Menino Deus, Bandeira de São João, Arlequim, e O Pavão Misterioso, que já tiveram várias edições, tanto no formato teatral como em prosa, pelas editoras Objetiva/Alfaguara, Cosacnaify e Bagaço. A música dos espetáculos foi composta por Antonio Madureira e gravada pelo selo Eldorado. Baile do Menino Deus tornou-se o auto de Natal mais popular do Brasil, com inúmeras encenações a cada ano. O Pavão Misterioso entrou para o Catálogo White Ravens, 2005.</p>
<p>Ronaldo também escreveu outras peças teatrais, atuando como diretor, curador de arte e educador. Assinou durante sete anos a coluna Entremez, na revista Continente Multicultural. Assina coluna semanal na revista Terra Magazine, do Portal Terra, e quinzenal no jornal O Povo, do Ceará.</p>
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