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	<title>Portal Cultura PE &#187; ronaldo kapinawá</title>
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		<title>Ronaldo Kapinawá e Pai Ivo de Xambá falam sobre museus comunitários em live da Secult-PE</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 13:57:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-16-at-07.45.14.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-87813" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-16-at-07.45.14-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) realiza, na próxima terça-feira (21), a partir das 19h, a <em>live</em> “Museus comunitários: ancestralidade e pertencimento”, que vai ao ar no canal que a Secult-PE mantém no Youtube (<a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>). O programa faz parte da 15ª Primavera dos Museus, evento organizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que acontece de 20 a 26 de setembro, reunindo mais de 680 instituições de todo o país.</p>
<p>Os convidados para o debate sobre museus comunitários são Ronaldo Kapinawá, coordenador do Museu Kapinawá e também guia de turismo, arqueólogo, pedagogo e fotógrafo, e Pai Ivo de Xambá, criador e coordenador do Memorial Severina Paraíso da Silva, babalorixá da Casa de Xambá e presidente do segundo quilombo urbano do Brasil. Rosélia Rocha, museóloga formada pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e, atualmente, assessora na Gerência de Territorialidade e Equipamentos Culturais da Secult-PE, faz a mediação.</p>
<p><em>“O museu comunitário é uma ferramenta para a construção de sujeitos coletivos, enquanto as comunidades se apropriam dele para enriquecer as relações no seu interior, desenvolver a consciência da própria história, propiciar a reflexão e a crítica e organizar-se para a ação coletiva transformadora. No processo de construção desse formato de museu, a comunidade participa ativamente de todos os processos, desde a concepção à curadoria da temática que será abordada”</em>, explica Rosélia Rocha.</p>
<p>Segundo ela, esse tipo de iniciativa fortalece a identidade e legitima a história, além de atuar como um importante agente cultural, promovendo projetos, treinamentos, a valorização da arte, da cultura e da educação e ainda possibilitando a existência do turismo comunitário.</p>
<p>Para Ronaldo Kapinawá, o museu comunitário é muito mais que um ponto de cultura, é uma garantia de território, de demarcação de terra mesmo, neste momento em que se discute a tese do marco temporal, defendida pelos proprietários de terras e que, segundo a qual, os indígenas só teriam direito a terras que estavam sob sua posse a partir de 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Brasileira.<em> “Contar a história do nosso povo é mais uma conquista do território e é uma história contada por nós”</em>, diz Ronaldo, que deseja que o museu seja ponto de partida para muitas pesquisas sobre o povo Kapinawá, que se espalha por três municípios do Agreste de Pernambuco: Buíque, Tupanatinga e Ibimirim, na região do Vale do Catimbau.</p>
<p>Pai Ivo de Xambá acredita que o Memorial Severina Paraíso da Silva é um passo importante na luta contra o preconceito às religiões de matriz africana, no caso, o candomblé. Segundo Pai Ivo, que é doutor Honoris Causa pela Universidade Federal de Pernambuco por seu grande trabalho de divulgação da cultura afro-brasileira, o Memorial também é um importante ponto para a educação como uma quebra do padrão de<em> “educação feita pela elite para a própria elite, branca, racista e homofóbica”</em>, como ele ressalta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Museu Kapinawá</strong></span><br />
Inaugurado em 2015, fica localizado no Espaço Sagrado Anjucá, no território indígena Kapinawá, em Buíque, no Agreste de Pernambuco. É um museu feito pelos indígenas, dedicado a contar uma história da comunidade, dentro do território deles, com monitores indígenas. No acervo do museu, há objetos de antepassados, fotografias e recortes de jornal.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Memorial Severina Paraíso da Silva (Mãe Biu)</strong></span><br />
Primeiro museu afro de Pernambuco, exibe artefatos do candomblé e objetos pertencentes à yalorixá Severina Paraíso da Silva. O memorial é resultado de um projeto de pesquisa coordenado por Pai Ivo, filho de Mãe Biu, e conta a história da única comunidade Nação Xambá existente no país e tem uma importância cultural muito forte. Fica no Bairro de São Benedito em Olinda. Pai Ivo também está à frente da construção de um centro de estudos quilombolas, em Monjope (Igarassu).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Webprograma “Cultura em Rede”</strong></span><br />
Realizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, o webprograma Cultura em Rede traz, sempre às terças-feiras, às 19h, debates sobre temas relevantes da cultura pernambucana e nacional. A<em> live</em> vai ao ar tanto no canal da Secult-PE no Youtube, quanto no Facebook.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Museus comunitários: ancestralidade e pertencimento”<br />
Quando: 21 de setembro de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="https://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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