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	<title>Portal Cultura PE &#187; rua</title>
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		<title>NO TEXAS promove conexões artísticas no Centro do Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Sep 2017 19:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A música independente pernambucana ganha espaço nesta quinta-feira (14) com mais uma edição do NO TEXAS, projeto que acontece no centro do Recife e tem a missão de promover, divulgar e incentivar as novidades da cena local. A apresentação desta vez ficará por conta da banda experimental Rua, que fará o show no terceiro andar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53554" aria-labelledby="figcaption_attachment_53554" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Rua-no-sofа-por-Flora-Pimentel.jpg"><img class="size-medium wp-image-53554 " alt="Flora Pimentel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Rua-no-sofа-por-Flora-Pimentel-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Rua apresentará durante o show as músicas dos discos Limbo (2014) e Do Absurdo (2011).</p></div>
<p>A música independente pernambucana ganha espaço nesta quinta-feira (14) com mais uma edição do <strong>NO TEXAS</strong>, projeto que acontece no centro do Recife e tem a missão de promover, divulgar e incentivar as novidades da cena local. A apresentação desta vez ficará por conta da banda experimental Rua, que fará o show no terceiro andar do Edf. Texas, localizado no Largo de Santa Cruz. Os ingressos podem ser retirados gratuitamente, duas horas antes da apresentação, marcada para começar às 21h. Serão disponibilizadas 50 entradas.</p>
<p>Quem não conseguir ingressos, poderá conferir o show por meio de uma projeção ao vivo no Pátio de Santa Cruz e na internet (através do Facebook do Edf. Texas). A conexão entre as linguagens música e audiovisual que o <strong>NO TEXAS</strong> promove vai além. Cada noite é documentada e alguns programas já estão no<strong> <a href="https://www.youtube.com/channel/UCbNCZ1GMe79OsBQKcmx2w6g" target="_blank">Youtube</a>,</strong> como forma de deixar registros de contatos íntimos entre os grupos e o público que por ali passam. Cada apresentação resulta ainda num EP e num programa para internet com entrevistas e registro do show disponíveis no<strong><a href="https://soundcloud.com/edf-texas-163/" target="_blank"> Soundclound.</a></strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/U0OqT5SelJw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Formada por Nelson Brederode (Cavaco), Hugo Medeiros (Bateria), Caio Lima (Voz) e Yuri Pimentel (Contrabaixo), a Rua apresenta <strong>NO TEXAS</strong> as faixas dos discos Limbo (2014) e Do Absurdo (2011). O grupo surgiu em 2009 entre amigos do curso de música da Universidade Federal de Pernambuco que tinham em comum a intensa investigação sobre formas de composição e o interesse pela criação artística.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9ssjw_l4dhQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>De acordo com Pedro Escobar, um dos idealizadores do <strong>NO TEXAS</strong>, circulam em cada edição aproximadamente duas mil pessoas no entorno do espaço.<em> “Como temos uma limitação no terceiro andar, a gente faz também a projeção por streaming, através do nosso <a href="https://www.facebook.com/Texascafebar/" target="_blank">Facebook</a>, e na rua, em pleno Pátio de Santa Cruz. E essa é a parte mais legal porque engloba todos os bares do entorno que estão ali, tem também as pessoas que estão passando e decidem ficar e o público na internet”,</em> explica Pedro Escobar.</p>
<p>O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e seis bandas integram a programação iniciada em julho deste ano. Já passaram pelo palco a cantora Aninha Martins, o Projeto Sal, Juliano Holanda e a banda Desalma. Após o show da Rua, o <strong>NO TEXAS</strong> encerra com o grupo Bongar, no dia 28 setembro.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/v1KowFnXXmg" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>“A gente sempre teve a ideia do Edf. Texas ser um espaço cultural, mas que também fosse um produtor de conteúdo e ligado aos conceitos de arte, formação e jornalismo. Eu, por exemplo, já vinha trabalhando com música e audiovisual, sempre fiz clipes e registros de shows, e naturalmente a equipe do Texas como um todo foi sentindo a necessidade de ter um projeto como esse, já que tínhamos experiência, material e equipamento próprio”</em>, revela Pedro Escobar, sobre como surgiu o projeto. <em>“Outra coisa foi viabilizar isso através do Funcultura. Já tínhamos pilotos, c<strong><a href="bit.ly/notexas00" target="_blank">omo o que fizemos em parceria com a banda Cosmo Grão</a></strong>, mas neste formato só foi possível com os recursos do Fundo, e através dele pudemos trabalhar de uma forma mais profissional com outras linguagens, como a fotografia e o audiovisual”,</em> pontua ele.</p>
<p>O produtor conta que a equipe segue planejando como será a próxima temporada do <strong>NO TEXAS</strong>. <em>&#8220;Só precisamos ver como viabilizar financeiramente da forma que conseguimos desta vez. Vamos pensar em outros caminhos, tanto pelo privado como pelos editais, além das parcerias que seguem.</em> <em>Temos também uma proposta de ter um programa de televisão, e já estamos conversando com a TVU sobre essa possibilidade”.</em></p>
<div id="attachment_53553" aria-labelledby="figcaption_attachment_53553" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Pedro-Escobar-.jpg"><img class="size-medium wp-image-53553 " alt="Pedro-Escobar-" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Pedro-Escobar--486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Edf. Texas celebra em dezembro três anos de história voltada à produção artística alternativa do Recife</p></div>
<p>Quem tiver uma banda, projeto artístico ou de formação e queira entrar em contato para enviar uma proposta deve fazer isso através do <a href="https://www.facebook.com/Texascafebar/" target="_blank">Facebook</a> do espaço. <em>&#8220;A casa está sempre aberta para os artistas e pra gente trocar ideias. O Texas fará três anos de atividade agora em dezembro, e o pátio se tornou um espaço cultural de uma cena totalmente livre e espontânea. As pessoas já têm essa referência. De repente a gente se tornou um escape num momento que se precisava de um lugar, mas foi uma coisa completamente natural, não pensada. Há um avanço e isso deve ser reconhecido, mas o mais importante foram as relações que construímos. Hoje a gente só se sustenta graças às parcerias em todos os setores, como fotografia, artes cênicas, vídeos e música. O maior legado é essa forma de fazer que buscamos ter sempre em mente”,</em> detalha Pedro Escobar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>NO TEXAS #05 – Rua</strong><br />
Quinta (14) | 21h<br />
Edf. Texas (Rua Rosário da Boa Vista, 163, Recife)<br />
Gratuito | Senhas 2h antes no local | Sujeito a lotação: 50 pessoas</p>
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		<title>Todos os sons do mundo no palco Pop do FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 15:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[25º FIG]]></category>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova O Palco Pop retomou a sua programação nesta última quinta (23) com o palco completamente pernambucano. No entanto, trouxe músicos que trabalham com sonoridades muito diversas entre si, e que provam que a música produzida em nosso estado dialoga com sons do mundo inteiro. Publius, Rua, Jam da Silva e Maciel [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p style="text-align: left;">O Palco Pop retomou a sua programação nesta última quinta (23) com o palco completamente pernambucano. No entanto, trouxe músicos que trabalham com sonoridades muito diversas entre si, e que provam que a música produzida em nosso estado dialoga com sons do mundo inteiro. Publius, Rua, Jam da Silva e Maciel Salú subiram ao palco para mostrar a pluralidade de estilos e sonoridades capazes de agregar possibilidades diversas, alimentando esse caleidoscópio musical que já nos é tão familiar e, ainda assim, original.</p>
<div id="attachment_28114" aria-labelledby="figcaption_attachment_28114" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19368203313_8d72dbb596_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28114" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19368203313_8d72dbb596_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Publius abriu a noite de shows no Pop</p></div>
<p>Jam da Silva é um dos artistas contemporâneos que mais flerta com esse caminho criativo. Lançando em Garanhuns o seu segundo disco solo, <em>Nord</em>, o percussionista &#8211; acompanhado de uma banda com um <em>feeling</em> apurado &#8211; trouxe ao palco canções que flertam com as mais variadas atmosferas sonoras do mundo, resultado de suas andanças por todo o planeta. &#8220;<em>Tem muito amor envolvido nesse disco. E eu fui atrás de pessoas de várias partes do mundo, gente com quem tenho afinidade, pra contribuir com esse trabalho, com essa busca por um som diferente do que eu já tinha feito no</em> Dia Santo<em> (1º álbum de Jam). Tem sido muito bom dar seguimento a esse ciclo de coisas boas que o </em>Nord<em> vem me trazendo</em>&#8220;, conta Jam.</p>
<div id="attachment_28106" aria-labelledby="figcaption_attachment_28106" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19964202046_3cd7a56b18_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28106" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19964202046_3cd7a56b18_z-600x486.jpg" width="600" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Jam da Silva em apresentação no palco Pop do FIG 2015</p></div>
<p>No show, o repertório do novo disco, como <em>Gaiola da Saudade</em>, <em>Saudade</em>, <em>Preto Mulato Branco</em>, <em>Burn The Night</em>,<em></em>entre outras. Momentos interessantes chamaram a atenção do público, como em <em>Dia Santo</em>, música-título do seu primeiro disco, quando Jam assume a bateria num solo em que explora sua veia rítmica de forma mais agressiva.</p>
<p>Quem veio após Jam foi um velho parceiro seu, dos tempos da Orchestra Santa Massa (do DJ Dolores). O músico Maciel Salú traz uma característica muito interessante em sua música: ele estaria muito bem colocado caso tocasse no Palco de Cultura Popular, ou caso estivesse no Palco Dominguinhos, assim como estava, então, no Palco Pop. A versatilidade da sua música é composta por traços que, aparentemente, podem soar rústicos, pois trazem de forma bem marcante matizes de nossas tradições populares, mas que tem o poder de acionar chaves de possibilidades musicais múltiplas e infindas quando ele consegue integrar a toda essa rusticidade caminhos que apontam pra águas de outras correntezas. &#8220;<em>Eu nunca rotulei minha música. Eu digo que minha música é mundo! O importante é o artista mostrar seu trabalho, da forma que mais lhe faça se sentir à vontade. Eu fico feliz por poder estar presente seja em festivais de rock ou de música popular, pois minha música não tem limitações. O cara pode estar no Japão, na África, no Brasil. A música vai se comunicar com ele da mesma forma, pois ela não tem fronteiras</em>&#8220;.</p>
<div id="attachment_28209" aria-labelledby="figcaption_attachment_28209" class="wp-caption img-width-503 alignnone" style="width: 503px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/maciel-salu.jpg"><img class="size-medium wp-image-28209" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/maciel-salu-503x486.jpg" width="503" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Maciel Salu encerrou a noite no palco Pop</p></div>
<p>Uma rabeca integrada a pedais, guitarras envenenadas, bateria instigada, percussões certeiras. Tudo isso em uma banda azeitada, &#8220;de cima&#8221;, como se diz no linguajar artístico. A música de Maciel ganha força no palco. A sua voz característica, envolta por essa sonoridade tão forte que se configura em torno de suas músicas, faz do show tanto uma grande festa como uma possibilidade de contemplação. No repertório, ele já apresenta canções do seu vindouro novo disco, <em>Baile de Rabeca</em>, além de músicas que fazem parte de sua trajetória, já registradas em três outros discos. <em>Casa Amarela</em>, <em>Damiana</em>, <em>A Pisada é Assim</em> e <em>Gaiola da Saudade</em> (a parceria dele com Jam da Silva, desta vez, em sua versão) foram algumas das canções que deram o tom do seu &#8220;Baile Pop&#8221;.</p>
<div id="attachment_28108" aria-labelledby="figcaption_attachment_28108" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19801761768_b831303e3b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28108" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19801761768_b831303e3b_z-607x442.jpg" width="607" height="442" /></a><p class="wp-caption-text">Show da Rua no palco Pop</p></div>
<p>Abriram a noite, no Palco Pop, o cantor, compositor e instrumentista, Publius, em show que apresentou a Garanhuns o seu 1º disco, Solo, e a banda Rua, que, &#8220;do absurdo ao limbo&#8221;, imprimiu uma atmosfera mais densa e inquietante ao sempre tão agitado palco. Música pra se sentir, muito além de só ouvir.</p>
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		<title>ExcentriCidades reúne música e artes cênicas no Edifício Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/excentricidades-reune-musica-e-artes-cenicas-no-edificio-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2015 13:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[com informações da assessoria Uma confluência de linguagens artísticas toma conta do Sexto Andar do Edifício Pernambuco (Santo Antônio), no Recife, nesta quarta (4). A segunda edição de 2015 do projeto ExcentriCidades reunirá, na mesma noite, a banda Rua, o multiartista Helder Vasconcelos e o DJ Vinícius Leso, em apresentações distintas, que celebram a pluralidade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_21815" aria-labelledby="figcaption_attachment_21815" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Naty Torres</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Helder-Vasconcelos-foto-de-Naty-Torres-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-21815" alt="Naty Torres" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Helder-Vasconcelos-foto-de-Naty-Torres-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O multiartista Helder Vasconcelos mostra seu processo criativo em performance no Sexto Andar</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>com informações da assessoria</strong></em></p>
<p>Uma confluência de linguagens artísticas toma conta do Sexto Andar do Edifício Pernambuco (Santo Antônio), no Recife, nesta quarta (4). A segunda edição de 2015 do projeto <strong>ExcentriCidades</strong> reunirá, na mesma noite, a banda <strong>Rua</strong>, o multiartista <strong>Helder Vasconcelos</strong> e o <strong>DJ Vinícius Leso</strong>, em apresentações distintas, que celebram a pluralidade do cenário artístico contemporâneo. O evento começa a partir das 19h e a entrada custa R$ 10.</p>
<p>Com cinco anos de trajetória, a banda Rua apresentará um show pensado especialmente para o ExcentriCidades. Sua música trafega, com densidade e apuro, pelo minimalismo, numa verdadeira comunhão entre os instrumentos, sem hierarquização. O seu segundo disco, Limbo, contou com boa recepção da crítica e integra trilhas sonoras de filmes e espetáculos de dança.</p>
<div id="attachment_12186" aria-labelledby="figcaption_attachment_12186" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Breno César</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/BandaRua_Foto_BrenoCésar_-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-12186" alt="Breno César" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/BandaRua_Foto_BrenoCésar_-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Rua prepara apresentação especial para o evento desta quarta (4)</p></div>
<p>Acostumado a fazer do palco seu laboratório criativo, o multiartista Helder Vasconcelo apresentará uma performance em que reúne recortes de seus espetáculos, onde vigoram dança, teatro e música. Ele também aproveitará para mostrar um pouco do que estará presente em eu próximo CD e, além disso, contará com a participação do instrumentista João Tragtenberg.</p>
<div id="attachment_21816" aria-labelledby="figcaption_attachment_21816" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Vinicius-Leso-Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-21816" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Vinicius-Leso-Divulgação-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Vinicius Leso preencherá o Sexto Andar com &#8220;sons estranhos&#8221; baseados no minimalismo de Philip Glass</p></div>
<p>Completando o time, o DJ Vinícius Leso passeará por uma seara musical diferente da que que lhe é habitual – com ênfase para o funk e o afrobeat – e trará ao ExcentriCidades uma atmosfera musical diferente, com sons inspirados no minimalismo de Philip Glass.</p>
<p>A venda das senhas para o ExcentriCidades está limitada à lotação do espaço(duas senhas por pessoa e sujeito a esgotamento no dia). Cada senha custa R$ 10 e pode ser comprada das 10h à 12h e das 14h às 18h, no Sexto Andar do Edifício Pernambuco.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>ExcentriCidades – Temporada 2015 #2</em><br />
<em> com Rua, Helder Vaconcelos e DJ Vinícius Leso</em><br />
Quarta (4), a partir das 19h<br />
Coletivo Sexto Andar | Edifício Pernambuco – Avenida Dantas Barreto, 324, Santo Antônio – Recife/PE<br />
R$ 10 (à venda no Sexto Andar, das 10h às 12h e das 14h às 18h – <em>limitado à lotação do espaço</em>).</p>
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		<title>Caio Lima: “Mojav Duo é um sintoma de generosidade ao contemporâneo”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/caio-lima-mojav-duo-e-um-sintoma-de-generosidade-ao-contemporaneo/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2015 14:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caio Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Eu indico]]></category>
		<category><![CDATA[instrumental]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesta semana, a seção Eu Indico traz como convidado o cantor e compositor Caio Lima, vocalista da banda Rua, grupo da cena musical contemporânea que impressiona pelo apuro sonoro, que agrega elementos do samba, o free jazz, o trip hop e o minimalismo. Ao Cultura.PE e aos internautas, ele indica o recém-lançado álbum “Mojav Duo”, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/caio.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19880" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/caio-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Nesta semana, a seção <strong>Eu Indico</strong> traz como convidado o cantor e compositor Caio Lima, vocalista da banda <a href="https://soundcloud.com/ruadoabsurdo" target="_blank"><strong>Rua</strong></a>, grupo da cena musical contemporânea que impressiona pelo apuro sonoro, que agrega elementos do samba, o free jazz, o trip hop e o minimalismo.</p>
<p>Ao Cultura.PE e aos internautas, ele indica o recém-lançado álbum “<a href="https://soundcloud.com/mojavduo" target="_blank"><strong>Mojav Duo</strong></a>”, da dupla instrumental homônima, formada por Fred Lyra (guitarra) e Hugo Medeiros (bateria). Liberdade e improvisação são as duas palavras-chave da música criada pelos instrumentistas, com influências do jazz contemporânea, com pitadas da música da Índia, Cuba, Argentina e Brasil.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/mojav-duo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19859" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/mojav-duo-607x442.jpg" width="607" height="442" /></a></p>
<p>“<em>Enquanto escuto o Mojav Duo imagino-me dançar diferente. Me anima a potência rítmica que me abandona ao instante como se houvesse novidades. Aquilo que me implode um velho sonho surpreende de mim sonhar diferente. Penso, com certeza, são meus amigos de lombra, aquilo que abre caminho para outro coração de mim. Agradecer é lembrar, portanto, desejo indicar o Mojav Duo como um sintoma de generosidade ao contemporâneo</em>”.</p>
<p><strong>Conheça um pouco da música de “Mojav Duo”</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/161440468&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/161443588&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Filipe Barros: “Limbo é o ponto de partida de uma viagem para dentro de si”</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2014 19:26:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A seção Eu Indico desta semana traz o músico e compositor Filipe Barros para recomendar uma obra de outro artista pernambucano. Além do seu trabalho como guitarrista, compositor e vocalista à frente da Bande Dessinée – que está em estúdio gravando o seu segundo álbum, “Chanteclair” – Filipe já produziu o disco “Sem despedida”, do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/FILIPE-BARROS.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15494" alt="Louise Vas/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/FILIPE-BARROS-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>A seção <strong>Eu Indico</strong> desta semana traz o músico e compositor Filipe Barros para recomendar uma obra de outro artista pernambucano. Além do seu trabalho como guitarrista, compositor e vocalista à frente da <a href="http://www.bandedessinee.com.br/" target="_blank"><strong>Bande Dessinée</strong></a> – que está em estúdio gravando o seu segundo álbum, “Chanteclair” – Filipe já produziu o disco “Sem despedida”, do cantor Paes, e também faz parte da banda de Igor de Carvalho. Atualmente, ele também começa a preparar terreno para um novo projeto, que se chamará Barro.</p>
<p>Filipe indica “Limbo”, segundo álbum da banda <a href="https://soundcloud.com/ruadoabsurdo" target="_blank"><strong>Rua</strong></a>, lançado em agosto, com incentivo do Governo de Pernambuco, através do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura/" target="_blank"><strong>Funcultura</strong></a>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/BandaRua_Foto_BrenoCésar_-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12186" alt="Breno César/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/BandaRua_Foto_BrenoCésar_-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>Tive a chance de ver o primeiro show da Rua no lançamento do disco Do Absurdo. Fiquei muito impressionado com a sonoridade que eles traziam, a instrumentação no palco, a concepção sonora e o cuidado e a devoção ao SOM. Essa primeira impressão da Rua não foi passageira, o novo disco, &#8220;Limbo&#8221;, só confirma que este é o código genético do grupo. Toda energia apresentada no 1º álbum, hoje parece ter mais força e raízes, depurando a sonoridade coletiva.</em></p>
<p><em>Limbo é um convite para um lugar, uma rua, uma avenida onde passa o caos, a calmaria, o absurdo. Sem medo de seguir o impulso criativo, a convicção criativa (por mais turva que ela possa ser), Limbo é o ponto de partida de uma viagem para dentro de si, um olhar sobre o mundo e sobre os nossos tempos contemporâneos e extemporâneos. No meio da torrente sonora, você vai poder ouvir a singularidade desses músicos que têm um refinamento nos seus instrumentos e maturidade de propor uma reinvenção de linguagem. Cavaquinhos lisérgicos, levadas de bateria que te carregam numa cavalgada tortuosa, o baixo que guia o sopro do grave, os sintetizadores, ruídos que te transportam para paisagens sombrias e cotidianas, a mixagem que te mostra espaços e texturas singulares e a voz que te instiga e afaga.</em></p>
<p><em>Nas letras da Rua, vem uma poesia fina, atual, simples, mas com convites para pensar a existência, os dias de hoje, nossa memória e desejos de futuro. Vamos para o Limbo, afinal foi de onde viemos, para onde iremos ou onde passaremos algumas horas nessa Rua</em>”.</p>
<p>Conheça um pouco de &#8220;Limbo&#8221;, segundo álbum da banda Rua.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/157055744&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/157027216&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Novos ares para o Coquetel Molotov em 2014</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2014 21:31:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova O festival No Ar: Coquetel Molotov chega à sua 11ª edição repaginado e de casa nova. A Coudelaria Souza Leão, na Várzea, um amplo ambiente ao ar livre, é que vai abrigar a jornada musical desse ano, marcada para o próximo dia 11 de outubro. Antes disso, uma programação extensa, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>O festival No Ar: Coquetel Molotov chega à sua 11ª edição repaginado e de casa nova. A Coudelaria Souza Leão, na Várzea, um amplo ambiente ao ar livre, é que vai abrigar a jornada musical desse ano, marcada para o próximo dia 11 de outubro. Antes disso, uma programação extensa, que começa dia 27 de setembro e inclui Passeio Ecológico, a Mostra Play The Movie, shows da prévia, além de workshops e debates. Entre os destaques musicais, nomes como Russian Red (Espanha), La Femme (França), Flora Matos (DF), Phill Veras (MA), entre outros. Pernambucanos também figuram na grade: Karina Buhr, DJ Dolores, Graxa, Rua, The Trumps e Guilherme de Paula se apresentam. O Som na Rural, projeto de Rogê de Renor, também marcará presença no festival. O festival No Ar: Coquetel Molotov tem patrocínio do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco/Fundarpe e da Empetur.</p>
<div id="attachment_14049" aria-labelledby="figcaption_attachment_14049" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pri Buhr/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/karina-buhr.jpg"><img class="size-medium wp-image-14049" alt="Pri Buhr/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/karina-buhr-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Kaina Buhr irá interpretar clássicos da banda Secos e Molhados</p></div>
<p>A mudança de local que acontece neste ano reflete uma renovação natural do evento, que vem ganhando outras dimensões e contornos nos últimos anos. Saindo do ambiente de teatros fechados, o Coquetel Molotov segue agora para um espaço ao ar livre. &#8220;E<em>ra um desejo de renovação mesmo. Estamos fechando um ciclo depois de 10 anos de festival. Agora é Coquetel Molotov ano 1 novamente</em>&#8220;, explicou Ana Garcia, uma das produtoras do festival. A programação começa, justamente, com o Passeio Ecológico, no Jardim Botânico do Recife, no dia 27 de setembro. A atividade é promovida em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade. A proposta é levar o Coquetel Molotov para além da programação de shows, mostras de cinema e debates, e inseri-lo em conceitos que dialoguem com questões contemporâneas, como a cultura da sustentabilidade e as artes integradas.</p>
<p>Já na Coudelaria Souza Leão, onde acontece a programação do dia 11 de outubro, esse conceito ganha ainda mais sentido, ao integrar o festival a essa nova realidade. Em um espaço de campo, verde e natureza, estarão dispostos três ambientes, que abrigarão dois palcos e uma área de convivência, com diversas atividades. Artistas de rua estampando outdoors, bicicletas que produzem energia solar (para o carregamento de aparelhos celulares, por exemplo), criação de instrumentos musicais para possíveis jams sessions dos artistas que se apresentam no festival, além de 25 expositores das mais diversas marcas. Tudo será voltado a criar um clima mais livre e natural, imergindo o festival numa outra atmosfera, diferente de um centro de convenções e um teatro. &#8220;<em>Pensamos que era preciso redescobrir o que existe na cidade, algo que fosse além da oferta de shows, e que atendesse às novas demandas geradas pelo crescimento do festival</em>&#8220;, explicou Jarmeson de Lima, também produtor do Coquetel Molotov.</p>
<p>Confira <strong><a href="http://coquetelmolotov.com.br/novo/festival-no-ar-coquetel-molotov-2014-sempre-aberto-a-novidades/" target="_blank">AQUI</a></strong> a programação completa do No Ar: Coquetel Molotov.</p>
<p><strong>Shows</strong><br />
Na programação principal do Coquetel Molotov, que acontece no dia 11 de outubro, dois palcos abrigarão os shows. Começando agora mais cedo, a programação do palco Red Bull Music Academy tem início às 15h, com o pernambucano Guilherme de Paula. Serão sete atrações ao longo da tarde/noite. A última delas, a dupla Bok Bok (UK), se apresenta à meia-noite em ponto.</p>
<p>No meio dessa primeira programação, por volta do pôr-do-sol, têm início os shows do palco principal. A primeira apresentação é do músico paraense Jaloo (PA). Quem encerra são os paulistas da Aldo The Band, que sobem ao palco por volta de 1h. Nesse ínterim, passarão por lá as principais atrações do festival, como a banda La Femme (França), com seu pop psicodélico, de base krautrock e pegada de surfmusic. Nova sensação da música europeia, a cantora espanhola Russian Red também se apresenta. O hip hop nacional será representado na voz e na rima de Flora Matos (DF).</p>
<div id="attachment_14053" aria-labelledby="figcaption_attachment_14053" class="wp-caption img-width-550 alignnone" style="width: 550px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/la-femme.jpg"><img class="size-full wp-image-14053" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/la-femme.jpg" width="550" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">Franceses do la Femme também se apresentam no festival</p></div>
<p>A cantora Karina Buhr &#8211; na verdade, nascida em Salvador (BA), mas com sua vida e carreira musical consolidada em Pernambuco &#8211; é uma velha conhecida do público, por suas performances explosivas e letras “romanticamente corrosivas”. Dessa vez, ela traz, pela primeira vez para Pernambuco, o show baseado no repertório da mítica banda Secos e Molhados, da qual fez parte o cantor Ney Matogrosso. O maranhense Phil Veras também está na programação, como o escolhido da enquete realizada pelo festival no início do ano. Já a banda paulista Inky se junta ao músico pernambucano Rodrigo Coelho, num diálogo entre o rock e a música eletrônica.</p>
<p>Nos horários alternados dos shows, a opção é visitar o terceiro espaço, onde estarão localizadas as outras atividades do festival, e onde o público também poderá conferir o Som na Rural, de Rogê de Renor, que ficará instalado na área, recebendo DJs convidados.</p>
<p><strong>Play The Movie</strong><br />
Por mais um ano, o Coquetel Molotov traz ao público a Mostra Play The Movie, que acontece no Cinema São Luiz. De 30 de setembro a 3 de outubro, serão exibidos filmes &#8211; entre longas e curtas &#8211; que têm sempre a música como pano de fundo, além de clipes pernambucanos. Todos os dias, ao final de cada sessão, uma atração musical se apresenta, executando, ao vivo, a trilha sonora de uma produção cinematográfica. O homenageado da Mostra é o &#8220;sergipano-pernambucano&#8221; Hélder Aragão, o DJ Dolores, presença constante nas trilhas sonoras dos principais filmes pernambucanos dos últimos 15 anos. Ele encerra o Play The Movie, no dia 03, ao lado da VJ Mary Gatis, formando a Banda Sonora Duet.</p>
<div id="attachment_14050" aria-labelledby="figcaption_attachment_14050" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/dolores.jpg"><img class="size-medium wp-image-14050" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/dolores-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Dolores encerra a programação da Mostra Play The Movie</p></div>
<p>No dia 30 de setembro, abertura da Mostra, a banda Rua (PE) executará a trilha do filme espanhol &#8220;Finisterrae&#8221; (2010), do ator e diretor Sérgio Caballero. The Trumps (PE) vem, no dia 1º de outubro, com o clássico do cinema brasileiro &#8220;À meia noite levarei sua alma&#8221; (1963), de José Mojica Marins, o Zé do Caixão. No terceiro dia da Play The Movie, 2 de outubro, o músico Maurício Pereira, da banda Mulheres Negras, estará presente para comentar o filme &#8220;Música serve pra isso &#8211; Uma história dos Mulheres Negras&#8221;, e, junto ao pianista Daniel Szafran, tocará o seu disco &#8220;Mergulhar na surpresa&#8221; (1998), que servirá de trilha para o filme &#8220;8¹/²&#8221; (1963), de Fellini.</p>
<p><strong>Prévia</strong><br />
A programação totalmente dedicada à música começa no dia 4 de outubro, com a realização da prévia do Coquetel Molotov, que acontece na casa de shows Estelita (Cabanga). Quem se apresenta nesta noite são o cantor e compositor Graxa (PE) e a banda Audac (PR).</p>
<div id="attachment_14051" aria-labelledby="figcaption_attachment_14051" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juvenil Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/graxa.jpg"><img class="size-medium wp-image-14051" alt="Juvenil Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/graxa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor e compositor Graxa é atração da prévia, no Estelita</p></div>
<p>Com suas letras que retratam, de forma particular e bem humorada, situações do cotidiano (em geral auto-biográficas), o músico Graxa apresenta ao público uma sonoridade que trafega pelo rock&#8217;k'roll, blues e o brega, presentes no seu primeiro disco, &#8220;Molho&#8221; (2013), que também teve uma tiragem em vinil. Tiradas sobre amores platônicos, situações inusitadas numa unidade da UPA, o ingrato dia a dia de um garçom estão entre os assuntos presentes nos versos irônicos do &#8220;cronista do Jiquiá&#8221;.</p>
<p>Com seu primeiro disco lançado em 2013 (este ano no Japão e na Europa), sob a batuta do primeiro produtor dos Strokes, Gordon Raphael, a banda curitibana Audac traz ao palco uma sonoridade que se equilibra entre a visceralidade do rock lo-fi e os vocais suaves de Alyssa Aquino e Débora Salomão. Pela primeira vez em Pernambuco, eles prometem agitar o palco do Estelita, com sua música que passeia por influências dos anos 1980 e 1990.</p>
<p><strong>Oficinas e debates</strong><br />
O espaço Roda Café, no Bairro do Recife, vai abrigar mais uma etapa do Coquetel Molotov. De 08 a 10 de outubro, sempre às 14h, profissionais de diversas áreas vão discutir temas ligados a cultura contemporânea. Empreendedorismo, financiamento colaborativo, sustentabilidade e mercado da música estarão nas pautas. O produtor Carlos Eduardo Miranda marcará presença no último dia, debatendo o tema &#8220;Como sobreviver e se adaptar ao novo mercado musical&#8221;.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Escute o novo CD da banda Rua &#8211; &#8220;Limbo&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/escute-o-novo-cd-da-nanda-rua-limbo/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2014 18:02:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A banda Rua lançou virtualmente seu segundo álbum &#8220;Limbo&#8221;, disponibilizando-o integralmente para download no site da banda: www.ruadoabsurdo.com.br. O lançamento do CD físico está marcado para outubro. O disco, captado por Diogo Guedes, mixado e masterizado por Bruno Giorgi, conta com as participações dos conterrâneos Jr. Black em &#8220;Ortopedia&#8221;, Glauco César Segundo em “Canto Quarto” e Lenine [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12186" aria-labelledby="figcaption_attachment_12186" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Breno César</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/BandaRua_Foto_BrenoCésar_-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-12186 " alt="Breno César" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/BandaRua_Foto_BrenoCésar_-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Rua foi formada em 2009 entre amigos do curso de música da universidade.</p></div>
<p>A banda Rua lançou virtualmente seu segundo álbum &#8220;Limbo&#8221;, disponibilizando-o integralmente para download no site da banda: <a href="http://www.ruadoabsurdo.com.br/" target="_blank"><strong>www.ruadoabsurdo.com.br</strong></a>. O lançamento do CD físico está marcado para outubro. O disco, captado por Diogo Guedes, mixado e masterizado por Bruno Giorgi, conta com as participações dos conterrâneos Jr. Black em &#8220;Ortopedia&#8221;, Glauco César Segundo em “Canto Quarto” e Lenine na condução vocal de “Caverna&#8221;. A Rua é formada por Nelson Brederode (Cavaco), Hugo Medeiros (Bateria), Caio Lima (Voz) e Yuri Pimentel (Contrabaixo). O CD conta com incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco.<br />
<strong>Escute o CD &#8220;Limbo&#8221; <a href="https://soundcloud.com/ruadoabsurdo/sets/limbo/s-Jz5ov" target="_blank">AQUI</a>.</strong></p>
<p>Com nove faixas, o segundo disco da banda traz uma textura musical diferente do primeiro &#8220;Do Absurdo&#8221;.“Os instrumentos, os sons, estão lá, mas é uma audição quase que inconsciente, em várias camadas. Existem muitas vozes escondidas por trás, não evidentes, responsáveis por criar uma atmosfera mais fantasmagórica”, detalha o vocalista Caio Lima. Em algumas músicas foram gravadas mais de uma linha melódica de guitarra, baixo ou bateria, por exemplo.</p>
<p>Para fazer o disco reverberar e ter um <em>feedback</em>, a Rua está estimulando fotógrafos, artistas, amigos (e quem mais se interessar) mostrem através de textos e imagens suas “Impressões Sobre o Limbo”. A série de impressões pode ser acompanhada no Facebook da banda: <strong><a href="https://www.facebook.com/ruadoabsurdo" target="_blank">https://www.facebook.com/ruadoabsurdo</a></strong></p>
<p><em><strong>Mais sobre Rua</strong></em></p>
<p>O grupo surgiu, em 2009, entre amigos do curso de música da Universidade Federal de Pernambuco que tinham em comum a intensa investigação sobre formas de composição e o interesse pela criação artística.  A banda diz que tem &#8220;um som experimental que mergulha a canção nordestina numa estética rock minimalista, com acordes que se diluem em ritmo e linhas melódicas e criam uma textura polifônica&#8221;. Além de Steve Colemann, Bjork e Nelson Cavaquinho (só pra citar alguns), a dança e o movimento do corpo num sentido mais amplo são estímulos fortes para o processo de composição do grupo. O grande interesse da banda é saber como o som movimenta, como fazer as pessoas se moverem com a música sem cair no clichê de ser uma música dançante.<strong><a href="https://www.facebook.com/ruadoabsurdo" target="_blank"> </a></strong></p>
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