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	<title>Portal Cultura PE &#187; ruas</title>
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		<title>Quatro grupos se unem e formam Cortejo Brincantes pelas ruas de Pesqueira</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 00:15:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Cortejo Brincantes percorreu as principais vias da cidade de Pesqueira ao longo da tarde deste sábado (3), durante a passagem do Festival Pernambuco Meu País pela cidade. Grupo de Bacamarteiros Batalhão 07, TCM Azulão em Folia, Boi Estrela Solar e Maracatu Carneiro Manso foram os grupos responsáveis pela exaltação à cultura local marcada pela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Cortejo Brincantes percorreu as principais vias da cidade de Pesqueira ao longo da tarde deste sábado (3), durante a passagem do Festival Pernambuco Meu País pela cidade. Grupo de Bacamarteiros Batalhão 07, TCM Azulão em Folia, Boi Estrela Solar e Maracatu Carneiro Manso foram os grupos responsáveis pela exaltação à cultura local marcada pela sua pluralidade.</p>
<p>Membro da diretoria do Azulão em Folia, José Carlos Mendes apontou a importância para o grupo em estar fazendo parte do cronograma do evento, que conta, ao todo, com 80% de artistas locais em sua grade de atrações.</p>
<p>“Está sendo muito bom e também muito importante para nós estar participando do Festival Pernambuco Meu País. O nosso estado merece e nós estamos aqui divulgando a nossa raiz e a nossa cultura, com caboclinho, frevo e maracatu, por exemplo”, afirmou, antes de voltar as atenções para as inúmeras possibilidades sociais que podem subir no momento de inserção ao grupo, sobretudo aos mais jovens.</p>
<p>“Além de desfilar, nós também temos a nossa parte social, com artesanato e bordado. Isso tira os jovens das drogas e das ruas”, garantiu.</p>
<p>Com um olhar de quem participa do desfile nas ruas, Manoel Filho, por sua vez, falou que o sentimento vivido é de alegria. “Estar desfilando na rua é um motivo de alegria. Mostramos a cultura pernambucana e isso é muito importante”, disse.</p>
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		<title>Livro revela imagens históricas das ruas do Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 14:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagens das ruas do Recife, datadas do século 20, ilustram o novo livro da série &#8220;Imagens do Recife&#8221;, organizado pelo fotógrafo Josivan Rodrigues a partir do acervo iconográfico do Museu da Cidade do Recife &#8211; MCR. As fotografias mostram a evolução dos bairros da cidade, ressaltando aspectos históricos e urbanísticos. Ruas que deram lugar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19494" aria-labelledby="figcaption_attachment_19494" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Rua-Nova_Recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-19494" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Rua-Nova_Recife-607x421.jpg" width="607" height="421" /></a><p class="wp-caption-text">Rua Nova</p></div>
<p>Imagens das ruas do Recife, datadas do século 20, ilustram o novo livro da série &#8220;Imagens do Recife&#8221;, organizado pelo fotógrafo Josivan Rodrigues a partir do acervo iconográfico do Museu da Cidade do Recife &#8211; MCR. As fotografias mostram a evolução dos bairros da cidade, ressaltando aspectos históricos e urbanísticos. Ruas que deram lugar a largas avenidas e que não existem mais estão presentes na seleção. A publicação tem o incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco. O lançamento será nesta quinta-feira (15), às 19h, no auditório do Museu da Cidade do Recife.</p>
<p>O livro, composto por 30 cartões-postais em preto &amp; branco, se propõe a catalogar e a divulgar o acervo do MCR ao grande público. Além das imagens, conta com texto da professora e Dra. Lúcia Leitão, do Programa de Pós Graduação de Arquitetura e Urbanismo da UFPE, que propõe uma reflexão sobre a relação dos indivíduos com o espaço urbano que os cerca. O tema  será explorado na palestra de lançamento &#8220;A Rua em Mim&#8221;, seguida de bate papo com o autor Josivan Rodrigues, a diretora do MCR, Betânia Corrêa de Araújo, e o pesquisador e historiador Sandro Vasconcelos, responsável pela iconografia do MCR. A entrada é gratuita. O livro pode ser adquirido no próprio museu por R$ 40,00. No dia do lançamento, a publicação será vendida poR preço promocional &#8211; R$ 30. Os recursos das vendas serão direcionados para ações de conservação do acervo.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Lançamento do livro &#8220;Imagens do Recife – RUAS&#8221;</strong><br />
Palestra &#8220;A Rua em Mim&#8221; com a professora Lúcia Leitão<br />
Bate-papo com Josivan Rodrigues, Betânia Corrêa e Sandro Vasconcelos<br />
Dia 15 de janeiro, às 19h<br />
Auditório do Museu da Cidade do Recife – Forte das Cinco Pontas, Bairro de São José, Recife.<br />
Entrada gratuita<br />
Preço do livro: R$ 40,00 &#8211; a venda na loja do Museu da Cidade do Recife.<br />
Preço promocional do dia do lançamento: R$ 30,00<br />
Contato: josivan.foto@gmail.com</p>
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		<title>Thiago França abre suas janelas fotográficas pelas ruas recifenses</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2014 19:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;O que é isso na minha parede? Pode retirar agora!&#8221;, disse assustado um morador da cidade de Goiana (na Zona da Mata pernambucana) ao fotógrafo Thiago França assim que viu pendurada, em seu muro, uma janela com várias imagens inseridas. Embora estivesse trabalhando há vários meses naquelas intervenções artísticas, França ficou surpreso com a reação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O que é isso na minha parede? Pode retirar agora!&#8221;, disse assustado um morador da cidade de Goiana (na Zona da Mata pernambucana) ao fotógrafo Thiago França assim que viu pendurada, em seu muro, uma janela com várias imagens inseridas. Embora estivesse trabalhando há vários meses naquelas intervenções artísticas, França ficou surpreso com a reação afobada do dono da casa e, meio sem saber o que dizer, decidiu descer da escada e tentar explicar de que se tratava seu projeto. &#8220;Como o <em>Do Outro Lado</em> tem a finalidade de se integrar à geografia da cidade, temos que bolar algo que suporte bem as intempéries do clima. E, naquele momento, isso significaria que teríamos muito mais trabalho para remover a estrutura da parede do que para finalizá-la. Para acalmá-lo, pisquei para o meu ajudante e pedi que ele &#8220;retirasse&#8221; tudo o que havíamos feito até ali, tal qual o senhor havia pedido. Depois de uns 15 minutos de conversa, ele não só permitiu que a obra ficasse na fachada de sua residência, como me indicou locais que deram muito mais visibilidade ao meu trabalho na cidade&#8221;, contou o artista ao <strong>Cultura.PE</strong> sobre as surpresas que teve ao longo deste ano, com a sua iniciativa de espalhar arte em &#8220;espaços esquecidos/desprezados&#8221; pela maioria das pessoas.</p>
<div id="attachment_18784" aria-labelledby="figcaption_attachment_18784" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/janelas-fotograficas-thiago-franca.jpg"><img class="size-medium wp-image-18784" alt="&quot;As janelas tornam-se parte dos espaços em que estão inseridas&quot;, revelou o fotógrafo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/janelas-fotograficas-thiago-franca-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;As janelas tornam-se parte dos espaços em que estão inseridas&#8221;, afirmou o fotógrafo</p></div>
<p>Com incentivo do Funcultura, a ação artística de Thiago chega ao Recife depois de passar por Goiana, Triunfo e Garanhuns, e convida a repensar a relação com o meio e a redescobrir a intimidade com os lugares. A ideia do projeto nasceu de maneira despretensiosa, como conta o próprio Thiago: &#8220;tenho uma mania antiga de reaproveitar materiais descartáveis que acho pela rua. Nesse caso, foi uma janela que encontrei enterrada no mangue da Rua da Aurora. Após alguns dias lá em casa, me veio a ideia de misturar as imagens que produzia com aquele objeto que havia encontrado dias antes e criar uma exposição a céu aberto, no meio urbano. Utilizando materiais ao mesmo tempo banais e valiosos, consigo suscitar o debate sobre a modificação do espaço ao abrir um portal num lugar remoto”, disse o idealizador.</p>
<p>Por onde foram deixadas, as janelas causaram diferentes reações, de surpresas a estranheza. “Comecei a buscar uma maneira de, realmente, integrar as janelas aos lugares. Torná-las parte daquilo tudo. Essa era a ideia original, que a obra de arte valorizasse aquele local através do apego das pessoas por ela. As pessoas tinham que estar envolvidas para que tudo desse certo. Tinha que ser o tipo da coisa que você simplesmente gosta, sem explicação. Era tudo muito mais simples do que eu pensei no início”, descreve o artista.</p>
<div id="attachment_18787" aria-labelledby="figcaption_attachment_18787" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/janelas-fotograficas-thiago-franca-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-18787" alt="i" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/janelas-fotograficas-thiago-franca-1-607x330.jpg" width="607" height="330" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Sem revelar que sou o responsável pelas imagens, costumo conversar com as pessoas nas ruas para saber o que elas sentem e, principalmente, sondar a reação delas ao encontrar as intervenções nos espaços públicos&#8221;, contou Thiago</p></div>
<p>Na capital pernambucana, o trabalho de França poderá ser encontrado em vários pontos do centro da cidade e também em bairros mais afastados, como: Cais de Santa Rita, Mercado das Flores, Beco do Fotógrafo, Rua da União, Avenida Visconde Suassuna, Rua do Riachuelo, Rua da Aurora, Rua Mamede Simões, Avenida Dantas Barreto, Recife Antigo, Mercado de Casa Amarela, Praça da Várzea, Avenida Norte, Estação do Metrô Aeroporto Boa Viagem, Brasília Teimosa, Mercado da Encruzilhada, Cordeiro &#8211; próximo ao Hospital Getúlio Vargas, Dois irmãos &#8211; perto da UFRPE, e no Mercado da Madalena. &#8221;Quero que as pessoas se apropriem da minha arte e que ela se torne um ponto referencial nos espaços urbanos, uma vez que as obras são deixadas permanentemente nos locais em que são expostas e passam a compor a paisagem&#8221;, afirmou o artista, que pretende estender o projeto em 2015.</p>
<p><strong>Sobre o artista</strong><br />
Thiago França é fotógrafo, nasceu no Recife e viveu 17 anos no Acre. Retornou à cidade natal há 6 anos e vem fotografando o cenário Pernambuco por todo esse tempo. Em seu trabalho, busca uma reflexão sobre a relação entre o cidadão contemporâneo – para ele, cada dia mais frenético &#8211; e o meio em que vive. Vem experimentando o uso da fotografia em diferentes linguagens e, paralelamente, o reaproveitamento de materiais descartados no lixo, principalmente madeira.</p>
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