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	<title>Portal Cultura PE &#187; Rúbia Lossio</title>
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		<title>Carnaval no interior é tema de live em canal da Secult-PE, no YouTube</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2022 19:14:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[Nem só de frevo se faz uma folia. Apesar da fama do Recife e de Olinda, o Carnaval pernambucano é de uma riqueza quase infinita. Sertão, Agreste, Zona da Mata e Litoral possuem tradições que também atraem públicos que gostam de viver a diversidade de manifestações oferecidas durante o ciclo carnavalesco no estado. Os Papangus [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/WhatsApp-Image-2022-02-18-at-10.31.14.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91209" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/WhatsApp-Image-2022-02-18-at-10.31.14-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Nem só de frevo se faz uma folia. Apesar da fama do Recife e de Olinda, o Carnaval pernambucano é de uma riqueza quase infinita. Sertão, Agreste, Zona da Mata e Litoral possuem tradições que também atraem públicos que gostam de viver a diversidade de manifestações oferecidas durante o ciclo carnavalesco no estado. Os Papangus (de Bezerros), os Caretas (de Triunfo), o Maracatu Rural (de Nazaré da Mata), os Caiporas (de Pesqueira) e os Bonecos Gigantes (de Belém do São Francisco) são alguns dos exemplos de tradições, algumas centenárias, que se manifestam em vários municípios de Pernambuco.</p>
<p>Vestimentas diferentes, coloridas, feitas com primoroso trabalho manual, encantam quem participa da folia com brincadeiras, personagens, música e dança. &#8220;A cultura popular nasce dos ritos e rituais, da singularidade para a diversidade. O pernambucano é tão singular e, por ser tão singular, ele abre espaço para a diversidade. Tudo isso forma uma identidade coletiva do imaginário pernambucano. Essa diversidade traz a nossa identidade!,&#8221; explica a folclorista, pesquisadora e professora Rúbia Lóssio. &#8220;A tradição traz um sentimento de sonho. É uma ponte com o sagrado, entre o céu e a terra, mas é esse sentimento de sonho que torna ela viva”, completa.</p>
<p>Rúbia é a mediadora da live ““Carnaval das Tradições: a folia no interior de Pernambuco”, organizada pelo Núcleo Digital da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), que vai ao nesta terça (22), às 19h, no canal do Youtube com retransmissão pelo Facebook. Participam também Luiz Carlos, presidente da Associação Carnavalesca Urso Rua do Sapo e vice-presidente da Associação das La Ursas Carnavalescas de São Caetano, e Edgley Brito, artista plástico e brincante dos Tabaqueiros de Afogados da Ingazeira.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>La Ursa de São Caetano</strong></span><br />
A famosa frase “A La Ursa quer dinheiro, quem não der é pirangueiro” vem de uma tradição da cidade de São Caetano, no Agreste pernambucano. A cultura de usar fantasias de ursos é algo que acontece há cerca de 50 anos, quando os participantes saiam pelas ruas pedindo frutas, cereais e dinheiro. Atualmente, são feitos concursos para as melhores performances e fantasias.</p>
<p>Segundo Luiz Carlos, uma das agremiações da cidade ainda sai com caçador (ou domador) e urso, usando aquela roupa de “samambaia”, como antigamente. Outros grupos têm estilo mais livre.</p>
<p>“Nós estamos levando a nossa cultura de São Caetano para todo o estado e pro Brasil inteiro de um modo geral. Nossa preocupação é manter a cultura sempre viva”, diz Luizinho, defensor da tradição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Tabaqueiros de Afogados da Ingazeira</strong></span><br />
Os Tabaqueiros são os personagens típicos do Carnaval de Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco. Surgiram por volta da década de 1960, na mesma época em que começou o Carnaval de rua na cidade.</p>
<p>Nessa época, eram também chamados de papangus, pela similaridade da fantasia, mas, com o tempo, incorporaram um pequeno recipiente contendo tabaco. Eles ofereciam o produto quando chegavam nas casas, por isso o nome “tabaqueiros”. Usam máscaras e fantasias coloridas que cobrem o corpo todo, com chocalhos presos nas cintura e chicote, que também é chamado de “rei”. Pedem dinheiro e só tiram as máscaras quando lhes dão uns trocados. “A gente se reúne para fazer as máscaras. A confecção das fantasias já faz parte da brincadeira”, conta Edgley Brito.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Cultura em Rede</strong></span><br />
Realizado pelo Núcleo Digital da Secretaria de Cultura de Pernambuco, o webprograma Cultura em Rede traz, sempre às terças-feiras, às 19h, debates sobre temas relevantes da cultura pernambucana e nacional. A live vai ao ar tanto no canal da Secult-PE no Youtube, quanto no Facebook. Os programas ficam gravados e podem ser acessados a qualquer momento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Carnaval das Tradições: a folia no interior de Pernambuco”, com as participações de Luiz Carlos, Edgley Brito e Rúbia Lóssio (mediação)<br />
Quando: 22 de fevereiro de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>youtube.com/SecultPE</strong></a></p>
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		<title>Triunfo, casa das almas e da literatura fantástica</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/triunfo-casa-das-almas-e-da-literatura-fantastica/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jul 2012 20:07:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Furtado]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Grande das Almas]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Sertão do Pajeú 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Haroudo Xavier]]></category>
		<category><![CDATA[Homero Fonseca]]></category>
		<category><![CDATA[Neilton Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Beltrão]]></category>
		<category><![CDATA[Rúbia Lossio]]></category>
		<category><![CDATA[Triunfo]]></category>

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		<description><![CDATA[Festival Pernambuco Nação Cultural do Sertão do Pajeú promove, em Triunfo, encontro de literatura fantástica na Casa Grande das Almas Na divisa entre Pernambuco e Paraíba, a Casa Grande das Almas é uma construção do final do século 19, erguida pelo alferes João Timóteo de Lima. Localizada no Sítio das Almas, metade dos seus 14 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5895" aria-labelledby="figcaption_attachment_5895" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/foto-1-1024x766.jpg"><img class="size-medium wp-image-5895" alt="Casarão é cheio de histórias (Foto: Guilherme Gatis)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/foto-1-1024x766-607x454.jpg" width="607" height="454" /></a><p class="wp-caption-text">Casarão é cheio de histórias (Foto: Guilherme Gatis)</p></div>
<p><em>Festival Pernambuco Nação Cultural do Sertão do Pajeú promove, em Triunfo, encontro de literatura fantástica na Casa Grande das Almas</em></p>
<p>Na divisa entre Pernambuco e Paraíba, a Casa Grande das Almas é uma construção do final do século 19, erguida pelo alferes João Timóteo de Lima. Localizada no Sítio das Almas, metade dos seus 14 cômodos se encontra em Triunfo (PE) e a outra metade, em Princesa (PB). Conta-se que, por esta curiosa razão, Lampião, amigo do dono da casa, costumava tomar refúgio ali para fugir da polícia de ambos os estados. Quando chegavam policias pernambucanos, o cangaceiro ficava nos cômodos da Paraíba. Quando os policiais paraibanos estavam no seu encalço, Lampião se instalava em um dos muitos quartos ou salas do lado pernambucano.</p>
<p>Ao longo do tempo, a casa passou a mexer com o imaginário dos triunfenses, e é um dos grandes pontos turísticos da cidade, cercado de mistério. Enxergando a confluência de um cenário propício e de uma possível discussão sobre literatura fantástica, o Festival Pernambuco Nação Cultural levará à cidade o I Encontro de Literatura Fantástica de Triunfo. Durante o evento, professores, jornalistas e escritores conversam sobre o gênero fantástico no Brasil e no mundo. Na sequência, os atores João Ricardo (RJ) e Flávio Renovatto (PE) contam histórias para o público.</p>
<div id="attachment_5896" aria-labelledby="figcaption_attachment_5896" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/foto-2-1024x766.jpg"><img class="size-medium wp-image-5896" alt="Cemitério localizado no quintal da Casa das Almas (Foto: Guilherme Gatis)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/foto-2-1024x766-607x454.jpg" width="607" height="454" /></a><p class="wp-caption-text">Cemitério localizado no quintal da Casa das Almas (Foto: Guilherme Gatis)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo Wellington de Melo, coordenador de Literatura da Secretaria de Cultura do Estado, não há exatamente uma tradição de literatura fantástica em Triunfo ou no Nordeste, mas estas características permeiam a literatura nordestina em diferentes níveis. “O Romance da Besta Fubana, de Luiz Berto, tem uma pegada fantástica. A própria poesia de Zé Limeira também tem características fantásticas”, examina o coordenador, que enxerga o próprio imaginário da região como algo permeado de traços fantásticos.</p>
<p>Ao final, será realizada uma mostra de curtas pernambucanos com a temática, intitulado <em>Cine Assombração</em>. Serão exibidos <em>A Menina do Algodão</em>, de Daniel Bandeira e Kleber Mendonça Filho; <em>A Perna Cabiluda</em>, de Marcelo Gomes; <em>Vinil Verde</em>, também de Kleber Mendonça Filho; e <em>Cinema Americano,</em> de Taciano Valério.</p>
<p><strong>Confira os detalhes da programação no local, durante o FPNC do Sertão do Pajeú:</strong></p>
<p><strong>Sexta-feira, 27/7, na Casa Grande das Almas</strong></p>
<p>14h – 16h – Literatura fantástica: primeiras abordagens. Prof. Rúbia Lossio (FUNDAJ), Neilton Lima (Focca), Alexandre Furtado (UPE). Coordenador: André de Sena (UFPE).</p>
<p>17h – 18h30 – Literatura fantástica: conversa com autores. Haroudo Xavier (UFPE), Roberto Beltrão (O Recife Assombrado). Coordenador: Homero Fonseca.</p>
<p>19h – 20h – Histórias de trancoso: contação de histórias. João Ricardo (RJ), Flávio Renovatto (PE).</p>
<p>20h – 21h – Cine assombração</p>
<div id="attachment_5897" aria-labelledby="figcaption_attachment_5897" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/foto-2-1-1024x766.jpg"><img class="size-medium wp-image-5897" alt="Um dos quartos utilizados por Lampião para fugir da polícia (Foto: Guilherme Gatis)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/foto-2-1-1024x766-607x454.jpg" width="607" height="454" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos quartos utilizados por Lampião para fugir da polícia (Foto: Guilherme Gatis)</p></div>
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