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	<title>Portal Cultura PE &#187; Sagaranna</title>
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		<title>Publius encerra turnê estadual de “Solo” com show em Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2015 18:32:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Após percorrer cinco cidades de Pernambuco – Garanhuns, Recife, Triunfo, Caruaru e Goiana –, o músico Publius encerra a itinerância estadual de divulgação do seu primeiro álbum, Solo, em Olinda. Ele se apresenta nesta sexta (4), a partir das 22h, no Clube Atlântico. A noite contará também com shows das bandas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_28114" aria-labelledby="figcaption_attachment_28114" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19368203313_8d72dbb596_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28114" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19368203313_8d72dbb596_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Um total de seis cidades contempladas na itinerância estadual de Publius, com o disco &#8220;Solo&#8221;</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Após percorrer cinco cidades de Pernambuco – Garanhuns, Recife, Triunfo, Caruaru e Goiana –, o músico <strong>Publius</strong> encerra a itinerância estadual de divulgação do seu primeiro álbum, <em>Solo</em>, em Olinda. Ele se apresenta nesta sexta (4), a partir das 22h, no Clube Atlântico. A noite contará também com shows das bandas <strong>Sagarann</strong>a e <strong>Forró na Caixa</strong>. Também participa, cumprindo dupla função, o DJ e VJ<strong> Mozart Santos</strong>, que comandará as picapes e projeções. A circulação estadual de Publius conta com incentivo do <strong>Governo de Pernambuco</strong>, através do Funcultura. Os ingressos para essa sexta custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia entrada).</p>
<p>De fala entusiasmada, Publius comemora a circulação pelo estado, com a divulgação do seu disco. “<em>A avaliação é a mais positiva possível, porque o objetivo está sendo atingido. Tivemos uma boa visibilidade e uma inserção muito bacana em cada lugar por onde passamos</em>”, pontua o artista, que considera importante o fato de conseguir fazer com que seu trabalho chegue também ao público do interior do estado. “<em>Não adianta o cara fazer o disco e ficar em casa. Tem que circular, mostrar o trabalho a novos públicos</em>”, lembra. “<em>Outro dado importante foi a interação com os artistas locais. Em cada cidade, conheci novos artistas, fiz novos amigos</em>”, acrescenta.</p>
<p>Publius também louva a equipe que montou para fazer Solo rodar o estado. “<em>Graças a esse incentivo, a gente montou uma equipe incrível! A gente contou com Renata Gamelo no cenário, Natalie Revorêdo na iluminação, além do VJ Mozart, que faz as projeções nos shows. Cada apresentação é uma surpresa em termos de imagens! Temos também o registro audiovisual das apresentações, com Eric Gomes e Guilherme Patriota. Uma equipe super integrada e afinadíssima, que fez um trabalho muito bacana!</em>”, exalta. Para Publius, a turnê estadual de <em>Solo</em> já abriu novas possibilidades para o seu trabalho. Novas parcerias e produções já estão engatilhadas, com novidades, em breve. “<em>Foi um pontapé inicial pra gente seguir em frente. A gente fecha um ciclo e abre outro</em>”, comemora Publius.</p>
<p>No show de Olinda, Publius sobe ao palco acompanhado de Hugo Linns (contrabaixo) e Christiano Lemgruber (bateria). Ele apresentará canções do disco Solo, além de composições inéditas que ele foi incorporando ao repertório durante a circulação estadual. São cinco novas composições , que já prenunciam o que pode vir a ser o seu próximo disco, e que, entre os parceiros, trazem as assinaturas de Juliano Holanda e Wilson Freire. Publius também cantará duas canções de Lula Côrtes, de quem é fã confesso.</p>
<p>Acostumado a fazer da sua música um intenso e fraternal diálogo entre amigos, Publius chamará alguns deles para acompanhá-lo em algumas canções. Subirão ao palco as cantoras Solis e Rachel Bourbon e o percussionista Jam da Silva. Mas Publius avisa que os amigos músicos se preparem, pois qualquer um que estiver presente pode ser, a qualquer momento, convocado a subir ao palco e dar sua canja! Música celebrativa é isso!</p>
<p>Quem abre a noite é o grupo Sagaranna, um dos nomes mais vigorosos da nova cena musical do estado, que mergulha na poesia e musicalidade da Zona da Mata pernambucana. A marca dos jovens Frank Sósthenes, Ju Valença, Rodrigo Félix, Rodrigo Samico, Thiago Martins e Uana Mahin está registrada no seu primeiro álbum, <em>Véu do dia</em>. E, após o show de Publius, o rala-bucho vai comer no centro, com o Forró na Caixa, que vai promover um verdadeiro baile de rabeca no palco e no salão do Clube Atlântico.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Encerramento da turnê </em>Solo<em>, de Publius + Sagaranna + Forró na Caixa</em><br />
Sexta (4), a partir das 22h<br />
Clube Atlântico de Olinda | Av. Dr. Manoel de Barros Lima, 884, Carmo – Olinda/PE<br />
Ingressos: R$ 20, (inteira) e R$ 10 (meia)</p>
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		<title>ExcentriCidades entra no clima da música nordestina</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2015 15:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25940" aria-labelledby="figcaption_attachment_25940" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/BeFunky-Collage.jpg"><img class="size-medium wp-image-25940" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/BeFunky-Collage-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Luiz Paixão e Sagaranna se unem para fazer o melhor da música nordestina no &#8220;arrasta-pé&#8221; do ExcentriCidades</p></div>
<p>O projeto <strong>ExcentriCidades</strong>, promovido pelo <strong>Coletivo Sexto Andar</strong>, chega à sua 10ª edição (em 2015, a de número 4) e vai botar todo mundo pra dançar forró nesta quarta-feira (10), a partir das 19h, no Edifício Pernambuco (Santo Antônio), no Recife. O grupo Sagaranna e o Mestre Luiz Paixão se apresentam juntos para reverenciar a música nordestina que embala os festejos típicos do período junino. Também participam do evento, o DJ Pós (Melodia de Budega), a atriz Maria Paula e o VJ Toni Braga, num fecundo diálogo de linguagens artísticas. A entrada custa R$10.</p>
<p>O gemido da rabeca vai ressoar no Edifício Pernambuco, com a luxuosa presença do Mestre Luiz Paixão. Nascido em Aliança, ele traz no sangue a Zona da Mata e todas as suas reminiscências, dada a sua vivência com manifestações tradicionais da região, em especial o cavalo marinho, que vai estar presente na sua apresentação. Da união com o grupo Sagaranna, também vai sair forró e coco, temperados com influências da MPB, Tropicália e da música africana, vertentes que também servem de inspiração para a banda, que se vale da sua intimidade com o universo musical de Luiz Paixão para continuar alimentando a cultura popular e tradicional, também dialogando com elementos contemporâneos.</p>
<p><strong>Interações</strong><br />
Diretamente da Melodia de Budega, o DJ Pós será o responsável pelo som que vai rodar no toca-discos do ExcentriCidades. Música brasileira de primeira qualidade, em vinil, vai fazer parte do repertório explorado pelo DJ.</p>
<p>Já a bailarina, coreógrafa e atriz Maria Paula Costa Rêgo, fundadora do Grupo Grial, fará uma performance em diálogo com as projeções do VJ Toni Braga.</p>
<p><strong>Lojinha</strong><br />
A lojinha do ExcentriCidades é um espaço exclusivo do evento, com artigos criados por artistas e designers de Recife. Cervejas artesanais também estarão disponíveis para venda e degustação do público. A convidada é a pernambucana Turvalina, produzida no bairro da Boa Vista. Também irão compor o casting desta edição: Nº 1 ou Alquimia Irresponsável (<em>Belgian Blonde Ale</em>); Nº 2 ou Dopamina/ml (<em>American Pale Ale</em>); 3 ou Pé da Preta (<em>Robust Porte</em>r) e Nº 4 ou Cabidela (<em>Red Ale</em>). Os lanches da noite são da TransVegan, que trabalha apenas com alimentação vegana.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>ExcentriCidades Temporada 2015 #4</em><br />
com Sagaranna, Mestre Luiz Paixão, DJ Pós, Maria Paula Costa Rêgo e VJ Toni Braga<br />
Quarta (10), às 19h<br />
Sexto Andar do Edf. Pernambuco | Av. Dantas Barreto, 324, Santo Antônio – Recife/PE<br />
Ingressos: R$ 10<br />
<em>* antecipados estão à venda nos dias 09 e 10 de junho, das 14h às 18h no Sexto Andar. Limite de duas senhas por pessoa.</em></p>
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		<title>Jam da Silva: “Véu do dia é refinado nas suas diversas sonoridades e composições”</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2015 17:28:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O convidado desta semana do Eu Indico é o instrumentista e compositor Jam da Silva. O percussionista recifense é um verdadeiro artesão sonoro de contemporaneidades, trazendo em sua música traços absorvidos de sua relação com a musicalidade ancestral dos tambores e com o que ouve e capta pelo mundo afora. Já trabalhou com nomes brasileiros [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/foto-TATI-AZEVEDO-jam-da-silva-.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-22776" alt="Tati Azevedo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/foto-TATI-AZEVEDO-jam-da-silva--607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O convidado desta semana do <strong>Eu Indico</strong> é o instrumentista e compositor <strong>Jam da Silva</strong>. O percussionista recifense é um verdadeiro artesão sonoro de contemporaneidades, trazendo em sua música traços absorvidos de sua relação com a musicalidade ancestral dos tambores e com o que ouve e capta pelo mundo afora. Já trabalhou com nomes brasileiros e internacionais, como Massilia Sound System, Camille, Toumani Diabaté, Paulo Flores, as bandas F.UR.T.O. e Orquestra Santa Massa. Lançou, no fim do ano passado, seu segundo álbum solo, <em>Nord</em>, que apresentou, recentemente, no RecBeat 2015, em pleno carnaval recifense.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas ele indica o disco <em>Véu do dia</em>, do grupo Sagaranna. O disco foi lançado em 2014 e traz, com força e singeleza, a musicalidade e a poesia da Zona da Mata. O disco contou incentivo do <a href="http://www.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Governo de Pernambuco</strong></a>, através do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura/" target="_blank"><strong>Funcultura</strong></a>, e teve produção de Nilton Jr.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/sagaranna.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-22779" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/sagaranna-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>Um dos discos que recebi esse ano e que me chamou atenção foi o álbum </em>Véu do dia,<em> da banda Sagaranna.</em></p>
<p><em>Muito bom quando ouvimos uma banda que realmente soa um coletivo em sintonia em sua troca criativa, com todos os elementos convivendo com naturalidade e em plena harmonia. </em><em>Bem produzido, refinado nas suas diversas sonoridades e composições, o som do Sagaranna tem uma liberdade artística que caminha entre uma forte base rítmica e influências poéticas e musicais dos côcos, do cavalo-marinho, do samba, dos toques indígenas e africanos, todos esses ritmos dialogando com as boas melodias e belíssimas vozes dos cantores, traçando, assim, bons diálogos universais. Sons mântricos ancestrais, que passam um discreto mistério e nos convidam a dançar.</em></p>
<p><em>A atmosfera rural se aproxima um pouco do estado de espírito do universo do mento jamaicano, não pela construção musical em si, mas pelo ambiente e a energia envolvente. Esse passeio pela Zona da Mata, aliado à sonoridade contemporânea, além das conexões rurais comuns de cada lugar, se conectam levemente com as produções do jamaicano Stanley Beckford.</em></p>
<p><em>&#8216;&#8230; se és puro cocar e lança, debaixo do véu do dia&#8230; &#8216;. A voz do Thiago Martins flutua com seu timbre diferenciado, sobre o chão da instigada ciranda </em>Gira<em>. Bom pra reorganizar nossos afetos e pensamentos, afinal , &#8216;se o futuro é mau destino, o passado é traço fino do presente mais antigo&#8217;&#8221;</em>.</p>
<p><strong>Conheça o disco <em>Véu da dia</em>, da banda Sagaranna:<br />
</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/playlists/62876467&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Isadora Melo, Semente de Vulcão e Sagaranna movimentam sexta no Estelita</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2015 21:26:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, Pernambuco tem visto surgir em sem fim de nomes que vêm engrenando novas movimentaçõe musicais, dando fôlego renovado a esse caldeirão de tendências que é o estados. Representantes deste mais recente (e atual) momento musical se apresentam na casa de shows Estelita (Cabanga), nesta sexta (23), a partir das 22h. Quem for [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/isadorasementesagaranna.jpg.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-20023" title="Isadora, Semente e Sagaranna" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/isadorasementesagaranna.jpg-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Nos últimos anos, Pernambuco tem visto surgir em sem fim de nomes que vêm engrenando novas movimentaçõe musicais, dando fôlego renovado a esse caldeirão de tendências que é o estados. Representantes deste mais recente (e atual) momento musical se apresentam na casa de shows Estelita (Cabanga), nesta sexta (23), a partir das 22h. Quem for ao local, poderá conferir os shows da cantora <a href="https://soundcloud.com/cadeisadora" target="_blank"><strong>Isadora Melo</strong></a> e das bandas <a href="http://www.sementedevulcao.com/" target="_blank"><strong>Semente de Vulcão</strong></a> e <strong><a href="https://soundcloud.com/sagaranna" target="_blank">Sagaranna</a></strong>. A entrada custa R$ 20 (vinte reais).</p>
<p>Dona de uma das vozes mais elogiadas no meio musical, a jovem cantora Isadora Melo assumiu, com tudo, a sua carreira solo. Ela se prepara para entrar em estúdio, em março, após já ter colaborado em trabalhos diversos, como Arabiando, do qual fez parte, Orquestra Contemporânea de Olinda, participando do disco “Pra ficar”, além de se unir aos amigos Juliano Holanda e Zé Manoel em outras empreitadas e como solista do Baile do Menino Deus, nos últimos anos. No show desta noite, ela interpreta canções que estarão no novo trabalho, além de composições já conhecidas de seus parceiros musicais. Irão acompanhá-la Juliano Holanda (violão), Areia (baixo), Rafael Marques (bandolim) e Júlio César (sanfona).</p>
<p>Figuras intrigantes, de rostos pintados e performance alucinante de seu frontman, João Menelau, a banda Semente de Vulcão traz em seu som referências escancaradas do udigrudi pernambucano, num som que tem como base uma presença melódica marcante e percussão destruidora. Eles apresentam as canções de “Expresso do Fim do Mundo”, primeiro disco do grupo, lançado em 2014.</p>
<p>A outra atração tem a cultura popular e a ancestralidade da Zona da Mata Norte como marcas do seu trabalho. O grupo Sagaranna – que, recentemente, passou por Portugal, onde fez shows e workshops de samba de coco – volta a se apresentar no estado, empunhando e reverberando uma sonoridade que passeia por uma delicadeza melódica e harmônica e a verve pulsante dos folguedos tradicionais pernambucanos, o que resultou em “Véu do dia”, primeiro CD do grupo, lançado também no ano passado.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Isadora Melo, Semente de Vulcão e Sagaranna no Estelita</em><br />
Sexta (23), à 22h<br />
Estelita – Rua Saturnino de Brito, 385, Cabanga – Recife/PE<br />
R$ 20 (vinte reais)</p>
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		<title>Sagaranna lança CD “Véu do Dia” em Olinda</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 15:36:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As brincadeiras e folguedos populares são a principal fonte de inspiração do grupo Sagaranna. Músicos brincantes, eles revisitam a tradição de forma singular, com o vigor e a leveza que nossas tradições carregam. Em celebração a essa vida de arte, melodia e poesia, os seis jovens músicos lançam, neste sábado (6), o seu primeiro CD, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/ENSAIO-BANDA-COMPLETA_-9.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18030" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/ENSAIO-BANDA-COMPLETA_-9-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
As brincadeiras e folguedos populares são a principal fonte de inspiração do grupo <strong><a href="https://soundcloud.com/sagaranna" target="_blank">Sagaranna</a></strong>. Músicos brincantes, eles revisitam a tradição de forma singular, com o vigor e a leveza que nossas tradições carregam. Em celebração a essa vida de arte, melodia e poesia, os seis jovens músicos lançam, neste sábado (6), o seu primeiro CD, <em>Véu do dia</em>, com show na Praça Lauro Nigro (Olinda), a partir das 19h. O álbum tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura" target="_blank">Funcultura</a>.</p>
<p>Sagaranna tem três anos de estrada e vem se aprensentando em lugares como Recife, Olinda, além e outras cidades do Nordeste. A junção de Frank Sóstenes (percussões), Ju Valença (percussões e vocais), Rodrigo Félix (percussões), Rodrigo Samico (baixo, violões 7 cordas e viola 10 cordas), Thiago Martins (voz e rabeca) e Uana Mahin (voz e percussões). É essa formação que dá fôlego a um trabalho produzido com um amor nítido nas músicas do grupo, estabelecendo diálogos com a música ancestral fincada na Zona da Mata, revisitada com maestria pelos músicos.</p>
<p><em>Véu do dia</em> foi gravado no estudo Fábrica, na Várzea, com direção musical de Nilton Júnior e do próprio Sagaranna. O álbum conta com participações de Deco do Trombone, Públius Lentulus, Rodrigo Caçapa e do próprio Nilton Jr. O projeto incentivado pelo Funcultura inclui, ainda, um documentário sobre o processo de gravação do disco, dirigido por Dani Neves Xico Pessoa.</p>
<p><b>Abaixo, confira trecho do documentário e ouça a canção “Mar e Maré”, que está em Véu do Dia</b></p>
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<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Lançamento do CD </em>Véu do dia<em>, do Sagaranna</em><br />
Sábado (6), a partir das 19h<br />
Praça Lauro Nigro &#8211; Rua de São Bento (Próx. Mercado da Ribeira), Olinda – PE</p>
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		<title>A imensa aldeia que repercute prazeres</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2014 20:18:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova No dia 21 de julho de 2013, o percussionista Lucas dos Prazeres renovava seus votos de comunhão com seus instrumentos, em pleno Festival de Inverno de Garanhuns. Lá estava ele, no Parque Ruber Van Der Linden (Pau Pombo), apresentando ao público o seu espetáculo solo Repercutir, onde ele se mostrava inteiramente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/LucaseaOrquestra6-FotoBetoFigueiroa-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16849" alt="Beto Figueirôa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/LucaseaOrquestra6-FotoBetoFigueiroa-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>No dia 21 de julho de 2013, o percussionista <strong>Lucas dos Prazeres</strong> renovava seus votos de comunhão com seus instrumentos, em pleno Festival de Inverno de Garanhuns. Lá estava ele, no Parque Ruber Van Der Linden (Pau Pombo), apresentando ao público o seu espetáculo solo <em>Repercutir</em>, onde ele se mostrava inteiramente em essência. Era como se estivesse nascendo, em estado bruto <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fig2014/os-afetos-sonoros-e-a-busca-pela-essencia/" target="_blank">(ver matéria)</a>. Um ano, quatro meses e 23 dias depois, ele volta a reverberar seus sons e afetos. Porém, desta vez, ele não está só, e sim envolto por um gigantesco grupo de 30 músicos. Nesta quinta (13), Lucas sobe ao palco do Teatro Luiz Mendonça – no Parque Dona Lindu – rodeado por sua “aldeia”, como costuma dizer, para apresentar e registrar em DVD o <em>Repercutir</em>, com nova concepção e formato. O espetáculo acontece à 20h e a entrada é gratuita, com retirada dos ingressos a partir das 17h, na bilheteria do teatro.</p>
<p>A gravação do DVD <em>Repercutir</em> foi viabilizada através do Prêmio Funarte de Arte Negra. Dos 33 projetos contemplados em todo o país, ele foi o único do Recife a angariar essa conquista. A captação de áudio e vídeo, assim como a edição da mídia, será feita pelo estúdio Fábrica, sob coordenação de Pablo Lopes. A concepção do espetáculo, feita em parceria entre Lucas e sua mãe, Conceição dos Prazeres, dessa vez, traz muitas diferenças do <em>Repercutir</em> que Lucas apresentou em Garanhuns. Antes solo, Lucas agora resolveu unir suas duas famílias: a das pessoas e a dos instrumentos. Ele irá se cercar da sua Orquestra dos Prazeres, ampliando-a, inclusive – um time inicial de 23 músicos chegará a 30 em cena.</p>
<p>Lucas é o responsável por arregimentar esse poderoso grupo de percussão que, dividido em naipes, como nas orquestras convencionais, arrebata a quem assiste, pelo vigor e sintonia em palco. São amigos de infância, aprendizes, parentes sanguíneos e irmãos de afinidade e afeto. Reunir-se com os seus: este é o rito que Lucas concebe para celebrar um “ciclo vivo, ativo e harmonioso” de conquistas que a arte lhe deu ao longo da vida. “<em>Arte, pra mim, é junto com a família. Antes de qualquer ideia musical, se deu ali uma carga emocional muito grande, uma explosão de carinho, respeito e amor muito grande. Quando tudo isso se junta, tem uma química ali, e quem vê isso tudo também se conecta com esse momento</em>”, relata. Além da orquestra percussiva – que tem declarada inspiração na orquestra de sabás do senegalês Doudou N&#8217;Diaye Rose – , reforçam a musicalidade do conjunto, no espetáculo, um baixo elétrico, uma viola e um set de percussão eletrônica.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Orquestra-FotoBetoFigueiroa1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16850" alt="Beto Figueirôa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Orquestra-FotoBetoFigueiroa1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Em <em>Repercutir</em>, Lucas também revolve em sua órbita sensível todas as referências artísticas que traz arraigadas em sua alma. A escolha dos convidados dá conta desse diálogo que Lucas estabelece com as mais diversas linguagens, que estarão em palco, junto a ele. A música se fará presente com a percussão de Gilú Amaral, assim como com as toadas rabecadas e também os bailados de cavalo marinho, através do grupo Sagaranna. O corpo em movimento também será marcado pelas participações do Afoxé Alafin Oyó e dos bailarinos Dielson Pessoa, Ana Paula Santos, Jamila Marques e do coreógrafo moçambicano Manuel Castomo. A poesia de Antônio Marinho vai reverberar no Luiz Mendonça, em cadência com o som de Lucas. Textos da tia Lúcia dos Prazeres também irão cerzir trechos do espetáculo. Também da família dos Prazeres, o primo e padrinho Feliciano contribuirá com seus traços em telas pintadas exclusivamente para o “Repercutir”, que serão projetadas por Gabriel Furtado. E um momento especial: após mais de 20 anos, Lucas divide o palco com Conceição dos Prazeres, em um número de dança que alude ao encontro entre Xangô e Iemanjá.</p>
<p><strong>Ritmo da vida</strong><br />
O roteiro de <em>Repercutir</em> foi construído a quatro mãos. Lucas e sua mãe, Conceição, tiveram o desvelo de trazer ao palco todo um universo de referências de toda a vida do percussionista, mas de forma a conectá-las com um conceito bem amarrado, que pudesse abarcar, de forma inteligível e sensível essas conexões. O espetáculo, então, é dividido em quatro atos, baseado no ciclo da vida, fazendo uma analogia com o desenrolar das estações do ano. De cara, abre com o Inverno, que remete a um momento de introspecção, quietude, reorganização e fecundação, em que Lucas canta e reza para seus mestres e orixás, abrindo seus caminhos; depois, o florescimento que vem com a Primavera, “<em>a conscientização do brotar de um jardim novo, com novas flores</em>”; a explosão do Verão, personificada na dança e em ritmos festivos, como o semba e o coco; e o Outono, que culmina com a sabedoria que há no desprendimento e desapego diante das coisas da vida.</p>
<p><strong>Assista ao vídeo promocional, gravado por Lucas e Orquestra dos Prazeres:</strong></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/m5U3XQDKpdg" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Negritude, orixás e consciência<br />
</strong>“<em>Filho de Xangô não teme porque é filho de rei</em>”, cantava Noriel Vilela em <em>Saravando Xangô</em>. Filhos de Xangô são aguerridos, enfrentam desafios com gana e obstinação. No caso de Lucas, o DVD <em>Repercutir</em> é mais uma prova dessa imponência diante de um novo desafio. E é bem mais do que isso. É a reafirmação da sua relação com o universo artístico, que rege sua vida desde sempre. Lucas, 30 anos, diz também ter 30 anos de carreira, uma vez que sua mãe, que foi bailarina do Balé Popular do Recife, se apresentou com ele em seu ventre até os 7 meses de gestação. Sua relação com a arte – em especial, a dança e a música –, portanto, é umbilical, sanguínea, essencial. No lugar onde cresceu e se criou – o Morro da Conceição – sua convivência com esse universo artístico tomou forma, e, há 18 anos, ele se apropriou profissionalmente das linguagens que aprendeu ao longo da vida para levá-las aos palcos dos quatro cantos do mundo.</p>
<p>Desde sempre, mesmo que de forma mais lúdica, através das brincadeiras populares e da sua relação tão íntima e simbiótica com a percussão, ele trouxe nas veias, no espírito e nos movimentos a sua herança negra. Porém, em <em>Repercutir</em>, esse lado se mostra ainda mais forte. “<em>Os ensaios e espetáculos da Orquestra sempre tiveram ensinamentos referentes à consciência negra. Traz esse negrume de maneira mais consistente, com fundamentos religiosos, com a filosofia do candomblé, nesse diálogo mais energético com a magia da natureza</em>”, explica Lucas.</p>
<p>O repertório do espetáculo, repleto de referências ao candomblé e a canções que exaltam nossas raízes negras remetem a essa ligação mais clara e forte. <em>Zumbi</em>, de Jorge Ben; <em>Felicidade Guerreira</em>, de Gilberto Gil; <em>Semba dos Ancestrais</em>, de Martinho da Vila, menções ao coco e à capoeira são apenas algumas das referências à negritude, mas não a negritude que lamenta as agruras da escravidão, mas uma negritude afirmativa. Traços bem característicos daqueles que trazem a verve guerreira e destemida de Xangô. Lucas canaliza isso em sua arte, de forma altiva e criadora. “<em>A grande luta do guerreiro, filho de Xangô que sou, é por ter uma vida digna, confortável, harmoniosa, pacífica e feliz sem sair do meu palco&#8230; ser respeitado no meu palco&#8230; ensinar meus filhos e netos no meu palco&#8230; receber meus amigos e amores no meu palco&#8230; conhecer o mundo inteiro sem sair do meu palco</em>”, afirma o artista.</p>
<p><strong>Acessibilidade</strong><br />
O espetáculo <em>Repercutir</em> também dialogará com pessoas com necessidades especiais. Um momento inédito em espetáculos de música no país. O show terá a interpretação simultânea em Libras – Linguagem Brasileira dos Sinais – feita pela tradutora Poliana Alves, que reproduzirá, através da comunicação por gestos não só o som das músicas do espetáculo, como todas as letras – tanto em português quanto em yorubá, idiomas que farão parte do show.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Gravação do DVD do show </em>Repercutir<em>, com Lucas e Orquestra dos Prazeres</em><br />
Quinta (13), a partir das 20h<br />
Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu) – Avenida Boa Viagem, s/n, Boa Viagem – Recife/PE<br />
Entrada franca (com retirada dos ingressos a partir das 17h, na bilheteria do teatro).</p>
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