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	<title>Portal Cultura PE &#187; Salatiel D’Camarão</title>
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		<title>Salatiel D’Camarão comanda show gratuito no Forte das Cinco Pontas</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2022 18:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Salatiel D’Camarão]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Salatiel-D’-Camarão-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93909" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Salatiel-D’-Camarão-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O cantor Salatiel D’Camarão apresenta gratuitamente, neste sábado (21), a partir das 16h, o show &#8220;Meu Legado”, no Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas). No repertório, canções clássicas que fizeram sucesso na voz de importantes artistas da música nordestina, como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Jackson do Pandeiro. Serão homenageados, ainda, o cantor Genival Lacerda, Marinês, e, também, o seu pai, Mestre Camarão, importante forrozeiro brasileiro, falecido em 2015. O projeto conta com o incentivo da Prefeitura do Recife, por meio dos recursos do edital do Recife Virado.</p>
<p><em>&#8220;Este show tem o propósito de mostrar a riqueza cultural do Estado de Pernambuco, tanto nas execuções de clássicas canções do cancioneiro nordestino brasileiro, quanto nas poesias declamadas e aboios. São muitos motivos para cantar e celebrar esse gênero musical, do qual sou apaixonado desde a minha infância&#8221;</em>, diz Salatiel.</p>
<p>Entre as músicas que vão embalar o público, há inúmeros sucessos, como &#8220;Baião&#8221; (Luiz Gonzaga); &#8220;Canto da Ema&#8221; (Jackson do Pandeiro); &#8220;Forró no Escuro&#8221; (Dominguinhos); entre outras.</p>
<p><strong>Sobre Salatiel D’Camarão -</strong> É filho do Mestre Camarão, uma das maiores referências na cultura popular nordestina. Ele começou no universo da música ainda criança, quando estudou no Conservatório Pernambucano de Música. Foi lá que o jovem artistas descobriu seu talento para cantar, tocar e compor. Durante sua trajetória juvenil, trabalhou com Marinês, Genival Lacerda, Dominguinhos, e Gennaro, ícones do forró nordestino. A estreia oficial nos palcos aconteceu em 2017. Na ocasião, lançou seu primeiro CD “Salatiel Dias&#8217;, mas por ser filho do Mestre Camarão, o público acabou batizando artisticamente de Salatiel D&#8217;Camarão. Em 2021, gravou o EP “Tributo ao Mestre” em homenagem ao seu pai, e tem a participação especial de Santanna, o cantador, Elba Ramalho e Jorge de Altinho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Show de Salatiel D’Camarão “Meu Legado”<br />
Quando: 21 de maio de 2022 (sábado), às 16h<br />
Onde: Museu da Cidade do Recife &#8211; Forte das Cinco Pontas (Praça das Cinco Pontas, s/n &#8211; São José, Recife &#8211; PE)<br />
Entrada franca</p>
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		<title>Patrimônios Vivos de Pernambuco reúnem-se em live para celebrar o São João e seus ritmos</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2021 18:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Patrimônios Vivos]]></category>
		<category><![CDATA[Salatiel D’Camarão]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-18-at-14.57.58.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-85525" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-18-at-14.57.58-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Às vésperas do São João, o programa Diálogos Culturais em Rede, exibido pelo canal da Secult-PE no Youtube (<strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank">www.youtube.com/SecultPE</a></strong>), sempre às terças-feiras, às 19h, traz uma conversa sobre os ritmos que não podem faltar no São João em Pernambuco: o coco, o forró e a ciranda.</p>
<p>Para o bate-papo, que acontece na próxima terça-feira (22), foram convidados Patrimônios Vivos de Pernambuco: Mestra Ana Lúcia Nunes, a coquista de Amaro Branco, em Olinda, a Mestra da ciranda, Cristina de Andrade, e Salatiel D’Camarão, que não é patrimônio vivo, mas filho de um, o já falecido Mestre Camarão. Salatiel é historiador e forrozeiro. Como mediadora, a convidada é a historiadora e pesquisadora na área de cultura popular, Carmem Lélis.</p>
<p><strong>Patrimônio Vivo</strong><br />
<em>“O concurso do registro do Patrimônio Vivo do estado de Pernambuco faz parte de um conjunto de políticas de salvaguarda do patrimônio imaterial e, nessa perspectiva, são valorizados as pessoas e os grupos que mantêm atividades ligadas aos saberes artísticos e tradicionais em diferentes segmentos&#8221;</em>, esclarece Marcelo Renan, historiador, pesquisador e gestor da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p><em>“Esse reconhecimento é direcionado à pessoa, àquele sujeito que, por conta de sua trajetória dentro de diferentes áreas artísticas e dos saberes tradicionais, garante a continuidade desses saberes e a transmissão para novas gerações. Por isso é tão importante reconhecê-los não apenas com o valor financeiro pelas bolsas a que têm direito os Patrimônios Vivos do estado, mas reconhecer o conjunto de atividades que eles realizam nas suas comunidades, apoiando e fomentando também outros momentos em que as tradições culturais deles acabam acontecendo”</em>, completa Renan.</p>
<p>Filho de um dos primeiros Patrimônios Vivos do estado, Mestre Camarão, Salatiel D’Camarão concorda:<em> “A política pública do Patrimônio Vivo proporciona nova formação de plateia, além de formar novos profissionais na área. Tenho muita sorte de ser filho do mestre. Fui filho, amigo e aluno do mestre. Pude usufruir do conhecimento e da vivência, ser ´doutrinado´”</em>.</p>
<p>O São João, para Salatiel, tem cheiro, imagem, som, movimento.<em> “Traz muitas lembranças sensoriais. É o melhor período do ano, quando podemos confraternizar desde com nossos ancestrais até com nossos filhos”</em>, conta ele.</p>
<p>Já a Mestra Cristina de Andrade relata que aprendeu a ser cirandeira <em>“dentro da ciranda”</em>, já que toda a sua família é cirandeira. Ser Patrimônio Vivo é um reconhecimento que vem pra ela depois de muito trabalho.<em> “Valoriza muito o trabalho da gente”</em>. Saudades do São João tem muitas: tinha dia que cantava em cinco lugares diferentes. <em>“Era a época que a gente mais praticava”</em>, relembra.</p>
<p>Quase como se tivesse cantando um coco, Mestra Ana Lúcia diz: <em>“Eu amo o coco e amo o São João. No coco, já encontrei todo mundo trabalhando. Estou aqui pra contar a história pra vocês. Estamos trabalhando por amor”</em>, fala. <em>“Faço tudo por amor à São João Batista e Santo Antônio”</em>. Nascida no meio do coco, disse uma vez pro marido, caso ele implicasse com a escolha dela: <em>“Você pode ir, que o coco é meu!”</em>.</p>
<p>Os Patrimônios Vivos de Pernambuco são o elo entre a cultura e o povo. Em agosto, o Conselho Estadual de Preservação de Patrimônio Cultural divulga novos Patrimônios Vivos.</p>
<p><strong>Diálogos Culturais em Rede</strong><br />
O webprograma “Diálogos Culturais em Rede” está promovendo, em junho, uma série de conversas sobre uma das festas mais tradicionais do Nordeste, o São João. O próximo programa, no dia 29 de junho, será em parceria com a Cepe Editora e tem como tema &#8220;Literatura e Canção Popular: o Forró na berlinda&#8221;.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;Coco, forró e ciranda são tradição&#8221;, com Salatiel D&#8217;Camarão, Cristina Andrade e Mestra Ana Lúcia, e mediação de Carmem Lélis<br />
Quando: 22 de junho de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a></p>
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		<title>Legado do Rei do Baião é tema de aula-espetáculo</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jul 2012 19:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mestre Camarão]]></category>
		<category><![CDATA[Salatiel D’Camarão]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciativa do Mestre Camarão busca formalizar e divulgar diversos saberes sobre o ritmo Por Cecília Almeida Espetáculo, aula de música e de história ao mesmo tempo, numa performance emocionante. O Espaço Lua Gonzaga, instalado no Polo Euclides Dourado do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) para homenagear o centenário de Luiz Gonzaga, recebe Salatiel [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Iniciativa do Mestre Camarão busca formalizar e divulgar diversos saberes sobre o ritmo</p>
<p>Por Cecília Almeida</p>
<div id="attachment_6184" aria-labelledby="figcaption_attachment_6184" class="wp-caption img-width-599 aligncenter" style="width: 599px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-17.jpg"><img class="size-full wp-image-6184" alt="Aula Espetáculo com o Mestre Camarão, no Espaço Lua Gonzaga (Foto: Ricardo Moura/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-17.jpg" width="599" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">Aula Espetáculo com o Mestre Camarão, no Espaço Lua Gonzaga (Foto: Ricardo Moura/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Espetáculo, aula de música e de história ao mesmo tempo, numa performance emocionante. O Espaço Lua Gonzaga, instalado no Polo Euclides Dourado do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) para homenagear o centenário de Luiz Gonzaga, recebe Salatiel D’Camarão, o Mestre Camarão, Patrimônio Vivo de Pernambuco, para tocar e ensinar o público sobre características do baião.</p>
<p>Enquanto seu filho Salatiel D’Camarão explica conhecimentos técnicos e históricos sobre o ritmo, Mestre Camarão toca algumas músicas emblemáticas com sua sanfona. O resultado é impactante e agradou bastante o público, que demonstrou grande admiração pelo Mestre. Ao final da apresentação, muitos fizeram fila para pegar autógrafos e tirar fotos com o ídolo.</p>
<p>“Ninguém nunca se preocupou em organizar os saberes sobre o baião de forma sistemática. As coisas eram passadas de um pro outro de maneira informal. É como aprender a tocar sem saber a origem daquilo que se está tocando, as raízes, a história. Isso deveria ser ensinado nas escolas”, disse Mestre Camarão sobre a importância de formalizar um ensino sobre o baião.</p>
<p>O cantor e instrumentista contou que sua ideia é tentar fazer uma ponte entre o saber informal, adquirido na vivência, e o acadêmico, a partir de levantamentos históricos. “Não existe material didático sobre isso. É tudo transmitido oralmente. Muita coisa a gente conhece pelos bastidores, por conviver com os artistas que contam suas histórias”, explicou.</p>
<p>Ele ainda opinou sobre a importância de manter vivo o legado de Luiz Gonzaga: “A genialidade de Luiz Gonzaga não pode se perder na história. Ele é mais do que um bom instrumentista. Ele criou um gênero musical e poético totalmente novo, que inspirou vários outros. Para mim, ele é como Chopin ou Mozart”.</p>
<p>O espetáculo deixa o público emocionado. “Na primeira vez que fizemos, muitos choraram quando Mestre Camarão tocou Brasileirinho na sanfona”, disse Roberto Carneiro, coordenador do Espaço Lua Gonzaga. Este sábado (21/7) a aula será apresentada uma última vez, das 16h30 às 18h.</p>
<p>O espaço também conta com outras ações, que se estendem até o final do FIG. A Exposição Lua Gonzaga, mostra comemorativa do centenário de Gonzagão, conta todos os dias com palestra de abertura de José Mauro e Pedro Américo, do Memorial Luiz Gonzaga.  Além disso, a ação itinerante “Pernambuco na memória: conte aqui sua história!” recolhe histórias de Garanhuns contadas pelo povo. Quem visita o local também pode enviar um cartão postal com imagens do Rei do Baião ou de pontos turísticos de Garanhuns, para qualquer parte do país. “As ações estão sendo um sucesso”, contou Roberto. Mais de 20 estados do Brasil e sete países já passaram pelo Espaço Lua Gonzaga. Depois de Pernambuco, o estado que mais teve visitantes foi São Paulo, seguido pelo Rio Grande do Norte.</p>
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