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	<title>Portal Cultura PE &#187; Salvaguarda do Frevo</title>
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		<title>Jota Michiles, Patrimônio Vivo da cultura e do frevo pernambucano</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 12:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“O difícil é sempre fazer o fácil, criar aquela música que as pessoas escutam pela primeira vez e saem por aí cantando”. Foi com essa filosofia estético-criativa que José Michiles da Silva, o Jota Michiles, construiu um repertório musical que está gravado no imaginário coletivo de quem ama o carnaval. As obras desse recifense, nascido [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_91714" aria-labelledby="figcaption_attachment_91714" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51383448459_0a8afca3a7_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-91714" alt=" Jota Michiles quando recebeu título de Patrimônio Vivo de Pernambuco. Foto: PH Reinaux Fundarpe / Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51383448459_0a8afca3a7_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><br />Jota Michiles quando recebeu título de Patrimônio Vivo de Pernambuco. Foto: PH Reinaux Fundarpe / Secult PE</p></div>
<p dir="ltr">“O difícil é sempre fazer o fácil, criar aquela música que as pessoas escutam pela primeira vez e saem por aí cantando”. Foi com essa filosofia estético-criativa que José Michiles da Silva, o Jota Michiles, construiu um repertório musical que está gravado no imaginário coletivo de quem ama o carnaval. As obras desse recifense, nascido em 4 de fevereiro de 1943, embalam a trilha sonora da alegria de muitas gerações.São mais de 150 músicas registradas na União Brasileira de Compositores (UBC).</p>
<p dir="ltr">“É muito gratificante ver como uma composição musical surgida na nossa intimidade, nossa solidão, de repente, se populariza na boca do povo, nas ruas, becos, ladeiras, nos bares, nas orquestras e nos clubes. É um prenúncio de muitos e muitos carnavais, assim como acontece com ‘Recife manhã de Sol’, ‘Recife nagô’, ‘Bom demais’, ‘Me segura senão eu caio’, ‘Diabo louro’, ‘Vampira’, ‘Espelho doido’, e outros mais”, destaca Michiles, citando alguns dos seus sons carnavalescos mais populares.</p>
<p dir="ltr">Ele também mostra muita destreza em criar forrós. Tanto que praticamente todo ano compõe várias canções nesse estilo, de maneira caseira, e as envia para rádios, jornalistas e músicos para divulgá-las. Entre os destaques dessa veia artística, está o &#8220;Forró Fogoso&#8221;, que foi gravado por Novinho da Paraíba e Fafá de Belém; e &#8220;Estrela Gonzaga&#8221;, interpretada por Dominguinhos. &#8220;Festa fogueteira&#8221;, &#8220;Muçambê&#8221;, &#8220;Queimei seu travesseiro&#8221; e &#8220;Acorda povo&#8221; são composições mais recentes.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Jota Michiles é um compositor inacreditável, que trabalha com as nossas raízes e matrizes. Ele é frevo de bloco, frevo de rua, é ciranda, ele faz todos os gêneros da nossa cultura pernambucana&#8221;, exalta Alceu Valença. Foi com a ajuda do cantor e amigo que a carreira de Michiles ganhou um grande impulso.</p>
<p dir="ltr">Lançado em 1986, na voz do filho de São Bento do Una, o frevo “Bom demais” estourou e passou a fazer parte do repertório de centenas de orquestras, bandas e artistas solo. “Eu tenho mais que tá nessa/ Fazendo mesura na ponta do pé/ Quando o frevo começa/ Ninguém me segura/ Vem ver como é”, diz trecho da canção.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/-xqX1Vsn4wc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p dir="ltr">Depois desse impulso, ninguém mais segurou Jota Michiles. No ano seguinte, o frevo que faz referência a um dos pontos culturais e de encontros de Olinda, também gravado por Alceu, novamente colocou a criação do compositor na boca do povo e na ponta do pé de passistas profissionais ou eventuais.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><strong><em>“Nos quatro cantos, cheguei e todo mundo chegou</em></strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><strong><em>Descendo ladeira, fazendo poeira, atiçando calor</em></strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><strong><em>Nos quatro cantos, cheguei e todo mundo chegou</em></strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><strong><em>Descendo ladeira, fazendo poeira, atiçando o calor”</em></strong></p>
</blockquote>
<p dir="ltr">Com “Me segura senão eu caio”, Michiles transformou em verso, melodia, harmonia e ritmo o roteiro afetivo-carnavalesco de quem chega na cidade do Homem da Meia-Noite e de outros bonecos gigantes, para curtir os dias de folia. A sequência de sucessos prosseguiu com obras gravadas pelo sempre parceiro Alceu Valença e por outros grandes nomes do cenário local e nacional.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/dA7oBsmIYmk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p dir="ltr">Além das já citadas pelo próprio Jota, a lista inclui &#8220;Fazendo Fumaça&#8221;, &#8220;Forró Fogoso&#8221; e &#8220;Negue&#8221; (com Fafá de Belém), &#8220;Queimando a Massa&#8221; (gravada por André Rio e Claudionor Germano), &#8220;Perna pra que te quero&#8221; (Versão Brasileira), &#8220;Sonhos de Pierrô&#8221; e &#8220;Obrigado criança&#8221;, que marcaram e continuam a marcar os evoluções do Bloco da Saudade. O sucesso “Diabo louro” foi inicialmente registrado por Almir Rouche e, em seguida, por Alceu.<a href="https://youtu.be/u9ikGQDsEAo"> </a></p>
<p dir="ltr">“Roda e avisa”, uma homenagem a Chacrinha, o Velho Guerreiro, o dono das tardes de sábado da televisão brasileira, foi fruto de uma parceria com o maestro Edson Rodrigues &#8211; outro grande baluarte do carnaval e da cultura pernambucana.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://youtu.be/-BZt5ZdK5zw"><strong style="color: #333333;">“Asas do frevo &#8211; o Carnaval de J. Michiles”</strong></a></p>
<p dir="ltr">Lançado em 2007, depois de dois anos de trabalho, o CD<a href="https://www.youtube.com/watch?v=L8s0E2xmMsc&amp;list=PLXGWX56wS5womgw23J4oTYWSajRpYvoBz"> “Asas do frevo &#8211; o Carnaval de J. Michiles”</a> é uma importante síntese do poder criativo carnavalesco de Michiles e do prestígio do artista diante de grandes nomes da música brasileira.</p>
<p dir="ltr">O disco, cujo título faz referência ao projeto “Asas da América”, do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Fernando_(compositor)">compositor caruaruense Carlos Fernando</a>, reúne uma verdadeira constelação de cantores e cantoras. Entre os destaques, Silvério Pessoa, Amelinha, Daniela Mercury, Elba Ramalho, Antonio Nóbrega, Spok Frevo Orquestra &amp; Dominguinhos, Lula Queiroga, Chico Cesar &amp; Naná Vasconcelos, além dos aqui já citados, André Rio, Almir Rouche, Fafá de Belém, Claudionor Germano e, claro, Alceu Valença.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/u9ikGQDsEAo" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p dir="ltr"><strong>Grandes momentos na carreira</strong></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.folhape.com.br/noticias/nena-queiroga-e-j-michiles-sao-os-homenageados-do-carnaval-do-recife/48292/">Homenageado do Carnaval do Recife 2018</a>, junto com a cantora Nena Queiroga, Jota Michiles começou a alimentar a paixão pela festa ainda na infância. Naquele tempo, ele assistia encantado às passagens dos blocos e troças em bairros recifenses onde morou, como Campo Grande, Arruda e Água Fria.</p>
<p dir="ltr">A estreia como compositor, entretanto, não foi na seara carnavalesca. O acontecimento marcou-lhe positivamente para sempre. “Nesses mais de 50 anos de atividade musical, tive meu primeiro momento de emoção ao gravar uma canção intitulada ‘Não quero que chores’, com o grupo vocal The Golden Boys, em julho de 1964”, rememora.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/IjUt2fp1KUg" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p dir="ltr">A música, classificada por ele mesmo como uma “pré-Jovem Guarda”, era o lado B de um compacto simples da gravadora Odeon. O lado A trazia a versão de &#8220;I wanna hold your hand”, dos Beatles.</p>
<p dir="ltr">De acordo com Jota Michiles, sua “segunda grande emoção” aconteceu dois anos depois, quando conquistou o primeiro lugar no concurso &#8220;Uma canção para o Recife&#8221;, instituído pela Prefeitura da Cidade, na gestão de Augusto Lucena, e pela Rádio Jornal do Commercio.</p>
<p dir="ltr">A marcha “Recife, manhã de Sol” foi a vencedora, concorrendo com os mais consagrados compositores daquele momento, a exemplo de Capiba, Nelson Ferreira, Luiz Bandeira, Clóvis Pereira e Zé Menezes, e entre mais de 200 músicas inscritas.</p>
<p dir="ltr">“Recife, manhã de Sol” foi lançada em compacto pela <a href="https://especiais.jconline.ne10.uol.com.br/100anos/post_materias/musica/">lendária gravadora e fábrica de discos Rozenblit</a>. Posteriormente ganhou diversas versões, incluindo a do cantor Orlando Dias &#8211; tio de Michiles &#8211; e Maria Bethânia, que a gravou para o disco “Asas do frevo”.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/vUtbMwY3UTQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p dir="ltr"><strong>Concurso Nordestino de Frevo</strong></p>
<p dir="ltr">Em 2021, primeiro ano em que o carnaval não aconteceu devido aos infortúnios causados pela pandemia da covid-19, Jota Michiles ganhou mais um prêmio. Composta em parceria com o filho César Michiles, a música “Caceteiro” conquistou o título na categoria “Frevo de rua”, no Concurso Nordestino do Frevo &#8211; promovido pela Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj).</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/BfzMMO1xdOE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p dir="ltr"><strong>Biografia e maior alegria</strong></p>
<p dir="ltr">Em fevereiro de 2013, a Cepe Editora lançou a biografia “Jota Michiles &#8211; Recife, Manhã de Sol”, escrita pelo jornalista Carlos Eduardo Amaral. A obra apresenta a história do filho de seu Romeu e dona Maria José, que chegou a trabalhar como professor de desenho industrial e história até ser reconhecido como um dos mais importantes compositores da música pernambucana.</p>
<p dir="ltr">Indagado sobre qual teria sido a maior alegria de todas, em sua carreira, ele conta: “Foi mesmo no Carnaval de 1986, quando meu nome passou a ser destaque na cena carnavalesca, com o estrondoso sucesso do frevo ‘Bom demais’, na interpretação de Alceu Valença, no disco ‘Estação da Luz’, da RCA. Na quarta-feira de cinzas, uma manhã chuvosa, o Diario de Pernambuco estampou na primeira página:  “Carnaval foi bom demais!””, festeja Jota Michiles, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
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		<title>O carnaval fora de época de Garanhuns</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jul 2013 08:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Ana Elisa Freire</p>
<div id="attachment_4120" aria-labelledby="figcaption_attachment_4120" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-331.jpg"><img class="size-medium wp-image-4120" alt="Cortejo de blocos seguiu pelas ruas de Garanhuns (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-331-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cortejo de blocos seguiu pelas ruas de Garanhuns (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p dir="ltr">Para matar a saudade do carnaval e dos cortejos de blocos líricos, a tarde desta segunda-feira (22) foi mais que especial para o público que esteve presente no Palco Cultura Popular do FIG 2013, no Largo do Colunata. O cortejo, que saiu do Centro, próximo à Igreja Matriz de Santo Antônio, reuniu os blocos O Bonde, Cordas e Retalhos, Bloco da Saudade, Boêmios da Boa Vista e Salvaguarda do Frevo, além de colombinas e pierrôs ávidos por sentir um gostinho de carnaval, em pleno mês de julho.</p>
<p dir="ltr">O balé tradicional feito pelos integrantes dos blocos, acompanhados da orquestra regida pelo maestro Edson Rodrigues, contagiou jovens e idosos. Quando você menos esperava, estava lá, repetindo aqueles mesmos passos e cantando frevo, com uma nostalgia no olhar. A “juventude dourada”, como escreveu Capiba, foi a grande responsável pelo canto que, junto com o grupo tradicional de mulheres que faz parte do coral dos blocos líricos, entoou frevos tradicionais que traziam lembranças dos carnavais saudosos no Recife Antigo.</p>
<p dir="ltr">A junção de tantos blocos em um só cortejo abrilhantou ainda mais o momento. Mesmo todos juntos e no meio do público, era possível identificar as diferenciações entre os blocos, seja nos flabelos, no figurino, nas cores e até nos passos de cada um dos integrantes que mostrou porque o “Recife tem o carnaval melhor do meu Brasil”.</p>
<p dir="ltr">Frevo de rua</p>
<p dir="ltr">O desfile dos blocos líricos foi seguido pela apresentação dos flabelos dos blocos Pão Duro, Camisa Velha, Girassol da Boa Vista e Estrela da Boa Vista, além de grupo de passistas de frevo e dos bonecos gigantes do Seu Malaquias e de sua mulher. O Projeto “O Frevo é…” trouxe para o FIG, neste domingo (21) e segunda (22), um verdadeiro carnaval fora de época para o público de Garanhuns.</p>
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