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	<title>Portal Cultura PE &#187; Salvaguarda</title>
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		<title>Proteção do patrimônio marca abertura da 2ª Semana Estadual da Capoeira</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 10:00:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em tom celebratório e memorialístico, a abertura da 2ª Semana Estadual da Capoeira reuniu, na segunda-feira (18), capoeiristas e o poder público para começar as discussões sobre a preservação e a continuidade dessa manifestação cultural em Pernambuco. A abertura, realizada no Teatro Arraial Ariano Suassuna, contou com roda de capoeira, falas de mestres e uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123989" aria-labelledby="figcaption_attachment_123989" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Silla Cadengue/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Abertura_2aSemanaCapoeira_Crédito.SillaCadengue.Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-123989" alt="Silla Cadengue/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Abertura_2aSemanaCapoeira_Crédito.SillaCadengue.Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Abertura contou com apresentação da Escola de Capoeira Angola Ifé</p></div>
<p dir="ltr">Em tom celebratório e memorialístico, a abertura da 2ª Semana Estadual da Capoeira reuniu, na segunda-feira (18), capoeiristas e o poder público para começar as discussões sobre a preservação e a continuidade dessa manifestação cultural em Pernambuco. A abertura, realizada no Teatro Arraial Ariano Suassuna, contou com roda de capoeira, falas de mestres e uma conferência que resgatou a importância e a trajetória de construção do Plano de Salvaguarda da Capoeira em Pernambuco – documento cuja divulgação é o destaque desta edição do evento. A programação completa da Semana está disponível <strong><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Folder-2%C2%AA-Semana-da-Capoeira_compressed-1.pdf">aqui</a></strong>.</p>
<p>O Plano de Salvaguarda é um instrumento que reunirá diretrizes diversas para proteção e visibilidade das práticas e dos saberes envolvidos na capoeira no Estado. Ele foi construído pela comunidade capoeirista em processos de escuta e diálogo conduzidos em todo o Estado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com o IPHAN-PE. As duas instituições são as realizadoras da 2ª Semana Estadual da Capoeira.</p>
<p>A salvaguarda é um instrumento de gestão elaborado pelo poder público e pela comunidade, feito para mapear a continuidade de uma manifestação cultural – neste caso, a capoeira em Pernambuco. As formas de salvaguardar um bem imaterial podem ir desde a ajuda financeira a detentores de saberes específicos com vistas à sua transmissão, até, por exemplo, a organização comunitária ou a facilitação de acesso a matérias-primas. As demandas, possíveis soluções e formas de fiscalização são construídas pela comunidade que detém o bem cultural (os capoeiristas) em diálogo com o poder público, e são organizadas em um Plano de Salvaguarda. No Estado, a construção ocorreu por meio de eventos presenciais do Sertão ao Litoral, os Fóruns para a Salvaguarda da Capoeira (ocorridos de dezembro de 2025 a março de 2026), e de uma consulta pública online disponível para participação durante todo o mês de abril.</p>
<p>Por tamanha importância, o Plano esteve presente em todos os momentos da abertura da Semana. “Nossa missão aqui é validar o Plano construído por vocês com o auxílio da Fundarpe. A programação foi construída por vocês e devemos juntar forças para facilitar a continuidade da capoeira. Estamos aqui para fortalecer e dar visibilidade a esse bem cultural”, afirmou a presidente da Fundarpe, Renata Borba. “É preciso parabenizar os capoeiristas por terem comparecido e ao Governo do Estado por ter escutado a comunidade e construído o Plano. Mesmo antes do Plano, já tínhamos nos organizado e criado, em 2018, o Conselho de Mestres e Mestras da Capoeira, que precisa ser fortalecido”, pontuou Mestre Danoninho, da Associação Capoeira Rabo de Arraia. “O Plano é um momento de reflexão importante sobre patrimônio, principalmente para podermos avançar na proteção da capoeira. É preciso respeitar quem faz a capoeira todos os dias. Que as ações do Estado possam dar visibilidade e quebrar os preconceitos que ainda existem contra a capoeira”, declarou Mestra Bel, do Centro de Capoeira São Salomão. Na ocasião, a Escola de Capoeira Angola Ifé, liderada pelo Mestre Baygon, apresentou-se ao público, realizando uma roda de capoeira.</p>
<div id="attachment_123992" aria-labelledby="figcaption_attachment_123992" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Silla Cadengue/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Mestra.Bel_.Abertura_2aSemanaCapoeira_Crédito.SillaCadengue.Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-123992" alt="&quot;É preciso respeitar quem faz a capoeira todos os dias&quot;, afirmou Mestra Bel " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Mestra.Bel_.Abertura_2aSemanaCapoeira_Crédito.SillaCadengue.Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;É preciso respeitar quem faz a capoeira todos os dias&#8221;, afirmou Mestra Bel</p></div>
<p><strong>MEMÓRIA –</strong> A abertura da Semana contou com conferência de Giorge Bessoni, coordenador-geral de Educação, Formação e Participação Social do IPHAN, que fez um panorama sobre a importância histórica da capoeira, destacando seu apelo musical, poético, cênico e filosófico. Lembrou que as discussões da Salvaguarda da Capoeira em Pernambuco remontam a 2014 e que o Plano, enquanto processo inclusivo e participativo, não finaliza a Salvaguarda dessa manifestação cultural. “A finalidade desse cuidado é a sustentabilidade cultural, ou seja, que se torne possível aos mestres garantir a perpetuação da capoeira de maneira autônoma”, pontuou Bessoni. Também apontou a necessidade de que a Salvaguarda deve ser fruto de uma articulação entre os poderes municipal, estadual e federal, para aplicação mais eficaz das diretrizes. Ainda lembrou os limites do Plano de Salvaguarda. “Por exemplo, há uma demanda antiga dos mestres de capoeira para que seu ofício seja reconhecido como profissão. Isso pode constar no Plano, mas órgãos de cultura não têm poder para realizar isso, que é algo das esferas legislativa e do Ministério do Trabalho”, afirmou. Ele ainda citou a importância de ampliar o uso da capoeira como instrumento de educação patrimonial, “a capoeira como elemento de conscientização social sobre a história dos lugares onde ela ocorre”.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO –</strong> A 2ª Semana Estadual da Capoeira começou no último domingo (17), com exibição de filmes no Cinema São Luiz. Nestas terça (19) e quarta (20), haverá atividades de capoeira na EREM Santo Inácio de Loyola (Olinda) e na EREM Delmiro Gouveia (Recife), além de 4 oficinas – entre elas, uma de formação em editais de fomento para capoeiristas e outra de escrita criativa, a fim de auxiliar os participantes a compor materiais escritos para integrar a versão publicada do Plano de Salvaguarda.</p>
<p>O Plano de Salvaguarda será divulgado no dia 21, em dois horários: de 13h30 às 17h, no Mercado Eufrásio Barbosa (Olinda), e das 19h30 às 21h em videoconferência promovida pelo IPHAN. “Vamos apresentar o Plano à comunidade da capoeira desta forma por pensarmos na regionalização. O Plano foi construído com contribuições de capoeiristas de todo o Estado, vários dos quais não estarão no Recife. Então, a apresentação online contempla esse público e também os interessados que não poderão comparecer ao evento presencial no Mercado Eufrásio”, explica a Superintendente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Jacira França.</p>
<p>Na sexta-feira (22), um cortejo no Sítio Histórico de Olinda levará capoeiristas e demais interessados da Praça do Carmo até o Alto da Sé, com apresentações da Orquestra Recife de Berimbau. “Vamos passar por lugares de memória relacionados à capoeira, resgatando questões próprias da história da capoeira e pontuando a importância dela para a existência de outras manifestações culturais”, diz a Superintendente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe. No mesmo dia, no Recife, uma palestra com os mestres Índio e Baygon abordará a capoeira como prática antirracista.</p>
<p>A Semana Estadual da Capoeira será encerrada no dia 23 (sábado), com uma vivência e caminhada no Centro do Recife, passando pelo Mercado de São José, Pátio do Terço e Pátio de São Pedro. “É uma culminância de celebração. Envolve uma roda de capoeira que existe há cerca de 20 anos no Centro, e é uma demanda dos capoeiristas a ocupação da rua. A capoeira é da rua”, finaliza Jacira França.</p>
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		<title>Fundarpe e IPHAN realizam 2ª Semana Estadual da Capoeira</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pernambuco é um dos principais territórios da história da capoeira no Brasil. Essa trajetória ganha ainda mais destaque a partir do próximo dia 17 de maio, com a realização da 2ª Semana Estadual da Capoeira, que segue até o dia 23 com atividades presenciais no Recife e em Olinda. O mote deste ano é “Salve capoeira: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/52517342350_e6041d19c9_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123904" alt="52517342350_e6041d19c9_k" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/52517342350_e6041d19c9_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Pernambuco é um dos principais territórios da história da capoeira no Brasil. Essa trajetória ganha ainda mais destaque a partir do próximo dia 17 de maio, com a realização da 2ª Semana Estadual da Capoeira, que segue até o dia 23 com atividades presenciais no Recife e em Olinda. O mote deste ano é “Salve capoeira: vem pra roda, a salvaguarda é agora” e a grande novidade é justamente a divulgação do Plano de Salvaguarda da Capoeira, instrumento que visa a proteger e a dar visibilidade à capoeira no Estado, orientando a fiscalização de políticas públicas que já existem para o setor, além de indicar a criação de outras iniciativas de cuidado com a capoeira.</p>
<p>Realizada pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a 2ª Semana Estadual da Capoeira reunirá capoeiristas e demais interessados em ações e oficinas com objetivos práticos, educacionais e de memória, além de dois cortejos para marcar a relação histórica dessa manifestação cultural com o espaço das ruas. “A programação da Semana foi pensada a partir das demandas apontadas pela própria comunidade capoeirista, e as ações estão alinhadas com parte das principais diretrizes do Plano de Salvaguarda da Capoeira, expondo o caráter participativo e colaborativo. É gestão compartilhada na prática”, explica a Superintendente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Jacira França.</p>
<p>Políticas públicas de cultura para a capoeira já vêm sendo implementadas há um bom tempo; o objetivo do Plano de Salvaguarda é fortalecê-las e ampliá-las. “O Plano é um instrumento de gestão elaborado pelo poder público, junto com a comunidade, feito para mapear a continuidade desse bem imaterial”, explica a historiadora Thamires Neves, da coordenadoria técnica do IPHAN-PE. As formas de salvaguardar um bem imaterial podem ir desde a ajuda financeira a detentores (mantenedores) de saberes específicos com vistas à sua transmissão, até, por exemplo, a organização comunitária ou a facilitação de acesso a matérias-primas.</p>
<p>“O Plano é uma reunião de diretrizes para os capoeiristas, que são os detentores do bem imaterial, e para o poder público. Não se trata de uma lei ou algo que dispensa divergências, mas sim um Plano construído coletivamente para dar visibilidade e garantir a transmissão desse patrimônio imaterial para as próximas gerações”, sintetiza Jacira França.</p>
<p><strong>Confira <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Folder-2ª-Semana-da-Capoeira_compressed-1.pdf">aqui</a> a programação completa.</strong></p>
<p><strong>CONSTRUÇÃO DO PLANO</strong> – O Plano de Salvaguarda da Capoeira em Pernambuco foi construído com base em duas iniciativas: os Fóruns de Salvaguarda da Capoeira e a Consulta Pública, por meio dos quais os capoeiristas e demais interessados puderam discutir e apresentar demandas.</p>
<p>A Fundarpe e o IPHAN-PE realizaram os Fóruns de Salvaguarda da Capoeira para reunir presencialmente os interessados na discussão. Eles foram realizados de dezembro de 2025 a março deste ano nas cidades de Salgueiro, Arcoverde, Caruaru, Palmares, Igarassu e Recife, escolhidas a partir de pesquisa sobre quais os centros com maior expressividade na prática da capoeira, seja pela maior presença de praticantes ou pelo potencial de atrair interessados de cidades próximas.</p>
<p>Às contribuições presenciais foram somadas as contribuições digitais colhidas em uma Consulta Pública online, que ficou disponível durante todo o mês de abril. Ela foi organizada para que interessados que não puderam comparecer aos Fóruns pudessem participar da construção do Plano de Salvaguarda.</p>
<p>No Brasil, já possuem Planos de Salvaguarda da Capoeira os estados do Acre (lançado em 2018), Bahia (2018), Maranhão (2018), Pará (2020), Paraná (2019), Santa Catarina (2020), Rondônia (2023), Roraima (2024) e Rio Grande do Norte (2025).</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Capoeira-Priscilla-Buhr-011.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-7560" alt="Capoeira-Priscilla-Buhr-01" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Capoeira-Priscilla-Buhr-011.jpg" width="595" height="375" /></a></p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO DA SEMANA</strong>– A abertura cultural da Semana ocorre no dia 17, em evento gratuito no Cinema São Luiz, com exibição de filmes relacionados à capoeira. No dia 18, a abertura institucional do evento terá presença de mestres de capoeira na mesa, além da conferência de Giorge Bessoni, Coordenador-Geral de Educação, Formação e Participação Social do IPHAN nacional, que fará um amplo resgate da trajetória de construção do Plano de Salvaguarda da Capoeira em Pernambuco.</p>
<p>Nos dias 19 e 20, haverá atividades de capoeira na EREM Santo Inácio de Loyola (Olinda) e na EREM Delmiro Gouveia (Recife), além de 4 oficinas – entre elas, uma de formação em editais de fomento para capoeiristas e outra de escrita criativa, a fim de auxiliar os participantes a compor materiais escritos para integrar a versão publicada do Plano de Salvaguarda.</p>
<p>O Plano de Salvaguarda será divulgado no dia 21, em dois horários: de 13h30 às 17h, no Mercado Eufrásio Barbosa (Olinda), e das 19h30 às 21h em videoconferência promovida pelo IPHAN. “Vamos apresentar o Plano à comunidade da capoeira em dois momentos, um presencial e outro online, pensando na regionalização. O Plano foi construído com contribuições de mestres, mestras e capoeiristas de todo o Estado, vários dos quais não estarão no Recife. Então, a apresentação online contempla esse público, e contempla também os interessados que estão não poderão comparecer ao evento presencial no Mercado Eufrásio”, explica Jacira França.</p>
<p>No dia 22, um cortejo no Sítio Histórico de Olinda levará capoeiristas e demais interessados da Praça do Carmo até o Alto da Sé, com apresentações da Orquestra Recife de Berimbau. “Vamos passar por lugares de memória relacionados à capoeira, resgatando questões próprias da história da capoeira e pontuando a importância dela pra existência de outras manifestações culturais”, diz a Superintendente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe. No mesmo dia, no Recife, uma palestra com os mestres Índio e Baygon abordará a capoeira como prática antirracista.</p>
<p>A Semana Estadual da Capoeira será encerrada no dia 23 (sábado), com uma vivência e caminhada no Centro do Recife, passando pelo Mercado de São José, Pátio do Terço e Pátio de São Pedro. “É uma culminância de celebração. Envolve uma roda de capoeira que existe há cerca de 20 anos no Centro, e é uma demanda dos capoeiristas a ocupação da rua. A capoeira é da rua”, finaliza Jacira França.</p>
<p>A programação completa está disponível aqui: <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Folder-2ª-Semana-da-Capoeira_compressed-1.pdf">Folder &#8211; 2ª Semana da Capoeira_compressed (1)</a> e é aberta ao público (exceto as atividades que ocorrem em escolas). Há oficinas e apresentações que demandam inscrição prévia, que pode ser feita<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScX_I2OJdHiY-xqW2Y-_UNOQ6Hl3nkJX-Ay-vXbOthfVQUh_w/viewform" target="_blank"> aqui.</a></p>
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<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DYC8o38Fg76/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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</a></p>
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</div>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DYC8o38Fg76/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank">Um post compartilhado por Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (@fundarpe)</a></p>
</div>
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		<title>Secult-PE torna público resultado das propostas pós-análise de recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco &#8211; Edição Capoeira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-torna-publico-resultado-das-propostas-pos-analise-de-recursos-do-2o-premio-de-salvaguarda-do-patrimonio-cultural-imaterial-de-pernambuco-edicao-capoeira/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 10:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Capoeira]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[Salvaguarda]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, divulga o resultado das propostas pós-análise dos recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco &#8211; Edição Capoeira. O resultado completo pode ser conferido aqui. O prêmio tem como objetivo valorizar, preservar e garantir a transmissão dos saberes e práticas da capoeira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/salvaguarda-3.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-121059" alt="salvaguarda (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/salvaguarda-3-364x486.png" width="364" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, divulga o resultado das propostas pós-análise dos recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco &#8211; Edição Capoeira. O resultado completo pode ser conferido <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/CAPOEIRA___ANALISE_DAS_PROPOSTAS.pdf">aqui</a>.</p>
<p dir="ltr">O prêmio tem como objetivo valorizar, preservar e garantir a transmissão dos saberes e práticas da capoeira em Pernambuco. A iniciativa reconhece tanto Mestres e Mestras que mantêm viva essa tradição quanto grupos culturais que desenvolvem ações de salvaguarda, ensino e difusão da capoeira.</p>
<p dir="ltr">Serão premiados oito Mestres ou Mestras de Capoeira, cada um com o valor de R$ 6.500,00, e oito Grupos ou Ações Exemplares de Salvaguarda, no valor de R$ 10.000,00 cada. Ao todo, o edital destina R$ 132.000,00 para fortalecer as práticas culturais associadas à Capoeira no Estado.</p>
<p dir="ltr">O prêmio está alinhado às diretrizes do Plano Estadual de Cultura de Pernambuco, especialmente nos eixos que tratam da preservação do patrimônio cultural e da promoção da diversidade, além de dialogar diretamente com as políticas do Sistema Nacional de Cultura (SNC). Ao premiar os guardiões da Capoeira, o Estado de Pernambuco reafirma seu compromisso com a memória, a cultura e a resistência dos povos tradicionais, assegurando que seus saberes sigam sendo transmitidos às novas gerações.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Resultado do julgamento de recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial &#8211; Capoeira é divulgado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/resultado-do-julgamento-de-recursos-do-2o-premio-de-salvaguarda-do-patrimonio-imaterial-capoeira-e-divulgado/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/resultado-do-julgamento-de-recursos-do-2o-premio-de-salvaguarda-do-patrimonio-imaterial-capoeira-e-divulgado/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 20:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Salvaguarda]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anunciou, nesta sexta-feira (12), o resultado do julgamento de recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial de Pernambuco &#8211; Edição Capoeira. O resultado completo pode ser conferido na plataforma Mapa Cultural de Pernambuco. &#62;&#62; Confira o resultado Sobre o Prêmio: O prêmio tem como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anunciou, nesta sexta-feira (12), o resultado do julgamento de recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial de Pernambuco &#8211; Edição Capoeira. O resultado completo pode ser conferido na plataforma Mapa Cultural de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2683/#info">&gt;&gt; Confira o resultado</a></p>
<p dir="ltr">Sobre o Prêmio:</p>
<p>O prêmio tem como objetivo valorizar, preservar e garantir a transmissão dos saberes e práticas da capoeira em Pernambuco. A iniciativa reconhece tanto Mestres e Mestras que mantêm viva essa tradição quanto grupos culturais que desenvolvem ações de salvaguarda, ensino e difusão da capoeira.</p>
<p>Serão premiados oito Mestres ou Mestras de Capoeira, cada um com o valor de R$ 6.500,00, e oito Grupos ou Ações Exemplares de Salvaguarda, no valor de R$ 10.000,00 cada. Ao todo, o edital destina R$ 132.000,00 para fortalecer as práticas culturais associadas à Capoeira no Estado. O edital está disponível no Mapa Cultural de Pernambuco, plataforma por onde também serão realizadas exclusivamente as inscrições.</p>
<p>O prêmio está alinhado às diretrizes do Plano Estadual de Cultura de Pernambuco, especialmente nos eixos que tratam da preservação do patrimônio cultural e da promoção da diversidade, além de dialogar diretamente com as políticas do Sistema Nacional de Cultura (SNC). Ao premiar os guardiões da Capoeira, o Estado de Pernambuco reafirma seu compromisso com a memória, a cultura e a resistência dos povos tradicionais, assegurando que seus saberes sigam sendo transmitidos às novas gerações.</p>
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		<title>Secult-PE lança Prêmio de Salvaguarda da capoeira</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2025 19:00:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), lança a segunda edição do Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial de Pernambuco, que nesta edição é dedicado à Capoeira &#8211; expressão que é Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco reunindo luta, dança, música e tradição oral, sendo um dos maiores símbolos da cultura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Banner_PATRIMONIO_2025.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-118958" alt="Banner_PATRIMONIO_2025" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Banner_PATRIMONIO_2025-607x202.png" width="607" height="202" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), lança <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/2-premio-de-salvaguarda-do-patrimonio-imaterial-de-pernambuco/" target="_blank">a segunda edição do Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial de Pernambuco</a>, que nesta edição é dedicado à Capoeira &#8211; expressão que é Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco reunindo luta, dança, música e tradição oral, sendo um dos maiores símbolos da cultura afro-brasileira.</p>
<p>O prêmio tem como objetivo valorizar, preservar e garantir a transmissão dos saberes e práticas da capoeira em Pernambuco. A iniciativa reconhece tanto Mestres e Mestras que mantêm viva essa tradição quanto grupos culturais que desenvolvem ações de salvaguarda, ensino e difusão da capoeira.</p>
<p>“O Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial reafirma o compromisso da atual gestão com a proteção e valorização da nossa cultura popular. Ao contemplar a Capoeira, estamos atendendo a um pedido antigo da sociedade civil. Também rendemos uma homenagem à história da capoeira e a todos os mestres e grupos que fazem dela um elo vivo da nossa identidade”, destaca a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula.</p>
<p style="text-align: left;">Serão premiados oito Mestres ou Mestras de Capoeira, cada um com o valor de R$ 6.500,00, e oito Grupos ou Ações Exemplares de Salvaguarda, no valor de R$ 10.000,00 cada. Ao todo, o edital destina R$ 132.000,00 para fortalecer as práticas culturais associadas à Capoeira no Estado. O edital está disponível no<a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2683/#info" target="_blank"> Mapa Cultural de Pernambuco</a>, plataforma por onde também serão realizadas exclusivamente as inscrições.</p>
<p>O prêmio está alinhado às diretrizes do Plano Estadual de Cultura de Pernambuco, especialmente nos eixos que tratam da preservação do patrimônio cultural e da promoção da diversidade, além de dialogar diretamente com as políticas do Sistema Nacional de Cultura (SNC). Ao premiar os guardiões da Capoeira, o Estado de Pernambuco reafirma seu compromisso com a memória, a cultura e a resistência dos povos tradicionais, assegurando que seus saberes sigam sendo transmitidos às novas gerações.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco dá início à produção do dossiê de candidatura do maracatu nação a Patrimônio da Humanidade</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 19:40:01 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115886" aria-labelledby="figcaption_attachment_115886" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/54122500913_0ff63d19cc_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-115886" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/54122500913_0ff63d19cc_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Nação Encanto do Dendê</p></div>
<p>A candidatura do maracatu nação à Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) foi requerida em 2021 pelos mestres detentores da forma de expressão, representados por duas instituições: a Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (Amanpe) e a Associação dos Maracatus de Olinda (AMO). Na ocasião, as duas instituições solicitaram apoio do Governo do Estado de Pernambuco para a formalização do pedido ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>A aprovação do encaminhamento da candidatura pelo governo brasileiro à Unesco aconteceu durante a 105ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, no dia 4 de setembro de 2024. Com a aprovação, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) ficou autorizada para a produção do dossiê de candidatura de acordo com os modelos fornecidos pela Unesco, que compreendem o formulário escrito e os vídeos de defesa de candidatura e de anuência dos detentores. A preparação do material, já iniciado, é acompanhado diretamente pela Superintendência do Iphan em Pernambuco e pelos detentores por meio de suas entidades representativas.</p>
<p>A preparação do dossiê de candidatura ficou sob a responsabilidade da Fundarpe, que, em 2024, promoveu (por meio do Processo SEI nº 0040300055.002978/2024-03 e do Processo PE Integrado nº 3244.2024.AC.DL.0032.Fundarpe) a dispensa de licitação para contratação de empresa especializada de serviços de produção audiovisual para a elaboração do vídeo de candidatura do maracatu nação (valor investido: R$ 43.573,75).</p>
<p>A previsão é que o dossiê de candidatura seja finalizado ainda em fevereiro, sendo encaminhado ao Iphan para ser protocolado junto ao Secretariado da Convenção para Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade até 31 de março de 2025.<br />
Para a captação de imagens e anuências a Gerência de Patrimônio Imaterial da Fundarpe visita, até o próximo domingo (2), sedes, ensaios e reuniões envolvendo nações de maracatu nos municípios do Recife e de Olinda, Igarassu e Jaboatão dos Guararapes.</p>
<p>Para entrar na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco a candidatura deve seguir critérios como: o bem cultural ser registrado como patrimônio imaterial pelo Iphan; ter um plano de salvaguarda elaborado; e garantir o envolvimento dos detentores do bem cultural no processo. A inscrição do bem também deve contribuir para a visibilidade e a conscientização sobre a importância do patrimônio cultural imaterial e suas contribuições ao desenvolvimento sustentável encorajando o diálogo e refletindo a criatividade humana.</p>
<p><strong>O MARACATU NAÇÃO –</strong> Também conhecido como maracatu de baque virado, o maracatu nação é uma manifestação artística da cultura popular, sobretudo carnavalesca, da Região Metropolitana do Recife. Nela um cortejo real desfila pelas ruas, acompanhado por um conjunto musical percussivo. Composto majoritariamente por negros e negras, os maracatus nação podem ser remontados às antigas coroações de reis e rainhas congo. Passaram por transformações e mudanças ao longo do século 20 demonstrando sua capacidade de adaptação e permanência.</p>
<p>O maracatu nação é uma forma de expressão da cultura negra que tem sido considerada primordial na definição das identidades culturais pernambucanas, herança e resistência de negros e negras do passado. É uma manifestação performática que mistura música (percussiva com predominância das alfaias) e dança, considerada como uma forma de expressão pelo fato de cortejo e percussão serem indissociáveis.</p>
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		<title>Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho já está com as inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 14:20:58 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Avatar-10-PAAC.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115285" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Avatar-10-PAAC-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Estão abertas, a partir desta segunda-feira (13), as inscrições para o 10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (PAAC). O edital foi lançado no dia 27 de dezembro de 2024 pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico (Fundarpe). O prazo para participação vai até as 16h59 do dia 4 de abril deste ano. A inscrição é gratuita e realizada exclusivamente pela plataforma on-line <a title="Mapa Cultural de Pernambuco" href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Mapa Cultural de Pernambuco</strong></a>.</p>
<p>Confira <a title="10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/10o-premio-ayrton-de-almeida-carvalho-de-preservacao-do-patrimonio-cultural-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todos os documentos relacionados ao edital do 10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco.</p>
<p>O Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco foi instituído pelo Decreto nº 42.050, de 17 de agosto de 2015, e tem por objetivo a seleção e a premiação de ações exemplares voltadas à proteção, preservação, conservação, salvaguarda e outras formas de acautelamento do patrimônio cultural de natureza material e imaterial em todas as macrorregiões do Estado.</p>
<p>Podem concorrer ao 10º PAAC, brasileiros(as) natos(as) ou naturalizados(as), pessoa física ou pessoa jurídica, cujo trabalho inscrito (ação cultural) tenha sido parcial ou integralmente realizado no Estado de Pernambuco. E ainda ações realizadas/concluídas de 2022 a 2024, ou que estejam em andamento até a data final do período de inscrição, nas diversas áreas e linguagens culturais como artes cênicas, artes visuais e fotografia, audiovisual, cultura popular, design e moda, música, gastronomia, povos tradicionais, arquitetura e urbanismo.</p>
<p>Serão contemplados com valores de R$ 20 mil e R$ 10 mil, respectivamente, o 1º e o 2º lugar em cada uma das três categorias: Formação; Promoção e Difusão; e Acervos Documentais e Memória Cultural. Mais informações sobre o edital podem ser obtidas pelo e-mail fundarpe.ac@gmail.com, exclusivamente sobre dúvidas acerca do conteúdo do edital, e/ou pela equipe do Mapa Cultural de Pernambuco, por meio do endereço eletrônico contato.mapacultural@secult.pe.gov.br, do WhatsApp (81) 3184-3018 (Maxbot) e do WhatsApp (81) 98494-2628 (Mapa Cultural), exclusivamente sobre dúvidas sobre a plataforma Mapa Cultural e/ou problemas técnicos.</p>
<p><strong>HOMENAGEADO -</strong> Ayrton de Almeida Carvalho foi engenheiro, professor de arquitetura e chefiou o Departamento Regional do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Pernambuco deixando um legado dedicado à preservação e cuidado do patrimônio cultural.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Card-Ayrton-2024.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115286" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Card-Ayrton-2024-449x486.jpg" width="449" height="486" /></a></p>
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		<title>Já está no ar o edital do 10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 14:32:43 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Avatar-10-PAAC.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115285" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Avatar-10-PAAC-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico (Fundarpe), anunciou nesta sexta-feira (27) o lançamento do edital do 10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (PAAC). As inscrições estarão abertas gratuitamente na plataforma Mapa Cultural de Pernambuco no período de 13 de janeiro até as 16h59 do dia 4 de abril de 2025.</p>
<p>Confira <a title="10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/10o-premio-ayrton-de-almeida-carvalho-de-preservacao-do-patrimonio-cultural-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todos os documentos relacionados ao edital do 10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco.</p>
<p>O Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco foi instituído pelo Decreto nº 42.050, de 17 de agosto de 2015, e tem por objetivo a seleção e a premiação de ações exemplares voltadas à proteção, preservação, conservação, salvaguarda e outras formas de acautelamento do patrimônio cultural de natureza material e imaterial em todas as macrorregiões do Estado.</p>
<p>Podem concorrer ao 10º PAAC, brasileiros(as) natos(as) ou naturalizados(as), pessoa física ou pessoa jurídica, cujo trabalho inscrito (ação cultural) tenha sido parcial ou integralmente realizado no Estado de Pernambuco. E ainda ações realizadas/concluídas de 2022 a 2024, ou que estejam em andamento até a data final do período de inscrição, nas diversas áreas e linguagens culturais como artes cênicas, artes visuais e fotografia, audiovisual, cultura popular, design e moda, música, gastronomia, povos tradicionais, arquitetura e urbanismo.</p>
<p>Serão contemplados com valores de R$ 20 mil e R$ 10 mil, respectivamente, o 1º e o 2º lugar em cada uma das três categorias: Formação; Promoção e Difusão; e Acervos Documentais e Memória Cultural.</p>
<p>Mais informações sobre o edital podem ser obtidas pelo e-mail fundarpe.ac@gmail.com, exclusivamente sobre dúvidas acerca do conteúdo do edital, e/ou pela equipe do Mapa Cultural de Pernambuco, por meio do endereço eletrônico<br />
contato.mapacultural@secult.pe.gov.br, do WhatsApp (81) 3184-3018 (Maxbot) e do WhatsApp (81) 98494-2628 (Mapa Cultural), exclusivamente sobre dúvidas sobre a plataforma Mapa Cultural e/ou problemas técnicos.</p>
<p><strong>HOMENAGEADO -</strong> Ayrton de Almeida Carvalho foi engenheiro, professor de arquitetura e chefiou o Departamento Regional do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Pernambuco deixando um legado dedicado à preservação e cuidado do patrimônio cultural.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Card-Ayrton-2024.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115286" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Card-Ayrton-2024-449x486.jpg" width="449" height="486" /></a></p>
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		<title>CEPPC-PE aprova, por unanimidade, Registro do Carrego da Lenha como Patrimônio Imaterial</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 20:56:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Cortejo, poemas feitos na hora e canção. A reunião extraordinária do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE) que votou, por unanimidade, a favor do Registro da Procissão do Carrego da Lenha, da Povoação de São Lourenço de Tejucupapo, no município de Goiana, como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado foi marcada pela emoção. O evento ocorreu, nesta quinta-feira (8), na Academia Pernambucana de Letras, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>Com base na Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, o requerimento de registro foi formulado pelo Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO), em 2022.</p>
<p>A reunião foi conduzida pela presidente do CEPPC-PE, Cláudia Regina de Farias Rodrigues, vice-presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de PE (Fundarpe) e representante titular do poder público. O primeiro ato foi a leitura do parecer conclusivo pelos conselheiros relatores, Roberto Pereira (representante de Notório Saber) e Mônica Siqueira (representante da sociedade civil na área de Expressões Culturais de Pernambuco registradas como Patrimônio Cultural Imaterial).</p>
<p>Após a leitura, alguns conselheiros pronunciaram suas considerações. &#8220;Uma peça literária&#8221;, elogiou Margarida Cantarelli, também representante de Notório Saber. História viva de Pernambvuco. Justo e meritório reconhecimento&#8221;, completou.</p>
<p>&#8220;Quando vejo as crianças aqui isso é a garantia da continuidade da procissão&#8221;, observou Harlan Gadêlha Filho&#8221;, suplente da sociedade civil de Centros de Documentação e Memória: Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus.</p>
<p>Em sequência às considerações, o Registro da Procissão do Carrego da Lenha como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco foi votado e aprovado por unanimidade. A partir daí, a Resolução nº 08/2024 será encaminhada para a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e, em seguida, para hologação da governado Raquel Lyra a fim de ser publicada em forma de decreto no Diário Oficial do Estado.</p>
<p>Coube ao gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan de Souza, apresentação a equipe técnica, formada por André Cardoso e Fernando Montenegro, assessores técnicos da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC); e Aline Bonfim e Júlia Bernardes, assessoras técnicas da Gerência de Patrimônio Imaterial (GPI), que conduziram a pesquisa em parceria com a comunidade da Povoação de São Lourenço de Tejucupapo.</p>
<p>Marcelo Renan destacou a ênfase na condução por parte da equipe de Educação Patrimonial. Ainda explicou como se deu o processo de pesquisa, no modo de invetário participativo, em que pessoas da comunidade trabalharam em parceria com a equipe técnica da Fundarpe. O processo de salvaguarda, como lembrou o gerente, tem como objetivo garantir a manutenção da procissão. Para isso será elaborado um plano de salvaguarda que assegure a participação do Estado sempre que houver demandas da comunidade, sendo o CEPPC-PE o agente de fiscalização nessa cadeia.</p>
<p>&#8220;Essa pesquisa em parceria com a comunidade é uma experiência nova para nós, de Educação Patrimonial&#8221;, complementou Fernando Montenegro. &#8220;Pretendemos incorporar aos próximos processos de registro&#8221;, revelou.</p>
<p>A sessão, que já estava emocionante, transbordou de sentimentos com o pronunciamento de alguns dos membros da própria comunidade. Ceça do PT interpretou uma canção. A poeta goianense Miriam Dourado e a antropóloga e liderança comunitária Crislaine Venceslau recitaram, poemas feitos na hora. &#8220;É necessário ter a valorização do trabalho da mulher no quilombo&#8221;, defendeu Crislaine.</p>
<p>&#8220;Enquando liderança, não poderia faltar ao compromisso com minha comunidade&#8221;, disse Dadá Quilombola. &#8220;O registro vai dar mais visibilidade a nosso quilombo. Estamos em festa&#8221;, comemorou. E contextualizou: &#8220;O Carrego da Lenha é católico. Hoje ele se torna de Pernambuco. Viva São Lourenço Mártir!&#8221;, vibrou.</p>
<p>O professor Bartolomeu Júnior lembrou que o Carrego da Lenha não é só de São Lourenço de Tejucupapo: &#8220;É de toda uma região, vários distritos e municípios, inclusive da Paraíba&#8221;. Já a estudante Janiele Schimdt, filha de caranguejeiro, defendeu que &#8220;a juventude precisa de mais protagonismo&#8221;, referindo-se aos jovens da comunidade que se envolveram na pesquisa.</p>
<p>Representante da paróquia local, Marcos Augusto de Souza afirmou que quando se preserva a cultura, preserva-se a história. &#8220;E quando preservamos a história não cuidamos do que passou, mas do que vem adiante&#8221;, filosofou.</p>
<p>Ainda em tom filosófico, João Francisco, Zinho, lembrou da história da árvore do esquecimento em que toda vez que os africanos iam embarcar no navio negreiro, para serem escravizados no Brasil, eram obrigados a dar voltas em torno de uma árvore e forçados a deixar a terra natal e toda sua história. &#8220;Aqui estamos uma volta ao contrário, da lembrança&#8221;, antagonizou. &#8220;Aqui está plantada uma árvore da lembrança.&#8221;</p>
<p><strong>A PROCISSÃO –</strong> A Procissão do Carrego da Lenha é uma tradição na Comunidade Quilombola de Povoação de São Lourenço, distrito de Tejucupapo-Goiana, com mais de 130 anos de existência, realizada nas festividades do padroeiro daquela comunidade, no dia 10 de agosto, cortejo que valoriza um trabalho manual, o carrego da lenha, tarefa que na época colonial/imperial era menosprezada sendo um trabalho das gentes simples que no passado ainda no presente compõe aquela realidade.</p>
<p>A celebração incorpora a forte devoção e homenagens que são realizadas ao santo padroeiro da localidade, São Lourenço, inscrita no Livro de Registro das Celebrações, e se soma à Festa de Agosto de São Lourenço da Mata, registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado em 2022.</p>
<p>A Procissão do Carrego da Lenha possui, além dos elementos religiosos católicos, sentidos simbólicos que atravessam as relações da comunidade. A data do dia 10 de agosto de 258, na tradição cristã, é marcada pelo falecimento do primeiro diácono da Igreja Católica, Lourenço, nascido na cidade de Huesta, Espanha.</p>
<p>Lourenço, foi designado pelo Papa Sisto II para ser o responsável pelos bens da Igreja e pelos cuidados com os pobres, doentes e viúvas. Durante o governo de Valeriano I, os cristãos e suas práticas foram fortemente combatidas; o Papa Sisto II, foi condenado e decapitado, tendo como consequência a perseguição a Lourenço. Após a insubordinação contra as autoridades romanas, Lourenço foi condenado à morte, sendo torturado e posto numa grelha em brasas.</p>
<p>O Carrego, como também é conhecida a procissão, é organizada por membros da comunidade local. No dia 10, pela manhã, a lenha utilizada está organizada na entrada dos dois acessos ao povoado para que as pessoas possam carregá-la durante a procissão. Normalmente uma banda filarmônica de Goiana, Curica ou Saboeira (Patrimônios Vivos de Pernambuco), acompanha os louvores e cânticos entoados pela multidão. No fim a lenha é depositada em frente à Igreja Matriz de São Lourenço formando a grande fogueira que é queimada em homenagem ao padroeiro.</p>
<p>A Procissão do Carrego da Lenha é uma referência identitária e de pertencimento que atravessa gerações há mais de um século na comunidade. Possui características de cunho sagrado e profano remetendo às disputas por território, poder e religiosidade na história do povoamento local. Atualmente reúne pessoas de diversos lugares, idades e gêneros, além de moradores locais.</p>
<p><strong>O PROCESSO –</strong> O Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO) submeteu, em 5 de setembro de 2022, o requerimento de registro da Procissão do Carrego da Lenha como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Após estudos realizados pela Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, a Secretaria acatou o requerimento de registro do bem.</p>
<p>Após a abertura do Processo de Registro coube à Fundarpe dar início à instrução técnica para a produção de inventário sobre o bem cultural e elaboração do parecer técnico conclusivo do processo de registro conforme previsto na Lei nº 16.426 de 27 de setembro de 2018.</p>
<p><strong>INVENTÁRIO PARTICIPATIVO –</strong> A instrução técnica de registro contou com a elaboração de um Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de Povoação de São Lourenço realizado pela Fundarpe em conjunto com o IHAGGO e com a Associação Quilombola de Povoação de São Lourenço (AQPSL) e detentores e detentoras. Foram inventariadas referências culturais da comunidade que passam pelos lugares, saberes e fazeres, bens da culinária e gastronomia local, das festas, ritos e celebrações, entre elas a Procissão do Carrego da Lenha.</p>
<p>A elaboração do inventário participativo contou com a participação do Núcleo de Educação Patrimonial da Fundarpe e teve início em dezembro de 2023. Ao longo do processo a Fundarpe contou com a colaboração e parceria do IHAGGO e da AQPSL, além de detentores e detentoras que contribuíram tanto na pesquisa bibliográfica e no mapeamento de lideranças e referências da comunidade. Os resultados preliminares do inventário participativo embasaram o parecer técnico encaminhado ao CEPPC-PE para deliberação pelo registro do bem no Livro de Registro das Celebrações.</p>
<p><strong>PLANO DE SALVAGUARDA –</strong> Após a publicação do Decreto de Registro do bem pela Governadora do Estado, Raquel Lyra, a Fundarpe dará início à elaboração do Plano de Salvaguarda do Bem Cultural, em parceria com o IHAGGO e com a AQPSL e detentores e detentoras.</p>
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		<title>País das Culturas Populares tem se destacado por crossover, salvaguarda e a força do samba-reggae</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 04:59:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua primeira edição, o Festival Pernambuco Meu País tem mostrado, como poucos eventos, a tradição e a força que tem o samba-reggae no Estado, sobretudo o produzido na Zona Norte da capital. Uma das inúmeras gratas surpresas da programação, essa tem acontecido à tarde, no polo País das Culturas Populares, sobre o já famoso palco-caminhão que percorre as oito cidades programadas para este ano. Neste sábado (27), em Gravatá (Agreste), foi a vez do Bloco Obirin, do Morro da Conceição, ditar o ritmo. A festa continuou até o início da noite com a Ciranda das Flores Amunam (Nazaré da Mata, Zona da Mata Norte), do Coco de Umbigada (Olinda), do forró de Fagner Chagas (Gravatá) e do coral afro Voz Nagô (Recife).</p>
<p>Céu azul, temperatura de 25 °C. Foi nesse clima que o primeiro grupo de samba-reggae de mulheres do Recife subiu ao palco, logo depois da hora do almoço, para mostrar seus repertório composto por temas autorais e standards nacionais, como é comum a grupos do gênero.</p>
<p>Em seguida foi a vez das Flores Amunam, formado por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata, mostrar suas canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, interpretou composições de Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>E esse tem sido outro aspecto curioso na grade de programação de festival: evidenciar o crossover entre os vários gêneros e ritmos, mostrando como artistas bebem das mais diferentes fontes, seja para divertir e/ou se aproximar de gerações e gostos diversos, derrubando muros e (pré)conceitos.</p>
<p>Se a tarde estava quente, com a apresentação do Coco de Umbigada virou brincadeira. Referência em coco de roda no Estado (leia-se: no mundo), o grupo surgido nas cercanias de Olinda e Paulista (Região Metropolitana do Recife) trouxe para o Agreste a força da tradição centenária do gênero sob o comando de Mãe Beth de Oxum, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>E como não poderia deixar de ser, Gravatá foi muito bem representada por um de seus filhos, o forrozeiro Fagner Chagas, que fez o País das Culturas Populares pegar fogo com uma set list bem arrumada misturando forrós tradicionais com estilizados e xotes. No cardápio, sucessos consagrados de Zé Ramalho (frevo, Mastruz com Leite (baião de Dois, de Luiz Fidélio &amp; Jaboty; e Meio-Dia, de Fidélio com Danilo Lopes), Flávio José (Meu Cenário, de Petrúcio Amorim) e Luiz Gonzaga (Numa Casa de Reboco (parceria com Zé Marolino).</p>
<p>Era tudo o que o público queria para dançar agarradinho. Houve até tempo para canções do xará mais famoso, Raimundo Fagner (Espumas ao Vento, de Accioly Neto; Revelação, de Clodô &amp; Clésio; Pedras que Cantam, de Dominguinhos &amp; Fausto Nilo). Sem dúvida uma referência inusitada.</p>
<p>Já à noite, o caminhão-palco encerrou este sábado com chave de ouro: com o septeto de vozes femininas Voz Nagô atuando como headliner. O grupo, acompanhado de uma banda de percussão e cordas, é uma das criações do saudoso músico Naná Vasconcelos, um dos homenageados desta edição do festival (ao lado do artista visual Abelardo da Hora), e surgiu em 2009 para compor a abertura do Carnaval do Recife &#8211; o que faz até hoje.</p>
<p>Mas em se tratando de sete mulheres negras ativistas culturais, o Voz Nagô ganhou vida própria e vem mostrando um talento incrível. Neste sábado, começou prestando uma homenagem ao padrinho, com a canção Juvenal Nagô, de Manu Nascimento, ex-integrante do grupo. Depois fez um set apenas com músicas de Naná rearranjadas especialmente para o septeto. E, claro, não faltaram os supracitados crossovers, em versões de sucesso de Alceu Valença (Anunciação; La Belle de Jour) e Reginaldo Rossi (Recife Minha Cidade).</p>
<p>E como se tudo isso fosse pouco, pode-se afirmar que o País das Culturas Populares tem se mostrado uma síntese das manifestações que são talvez as principais responsáveis pela salvaguarda da cultura popular, sobretudo a de origem ancestral, das matrizes africana e dos povos originários.</p>
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