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	<title>Portal Cultura PE &#187; Salvaguarda</title>
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		<title>Secult-PE torna público resultado das propostas pós-análise de recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco &#8211; Edição Capoeira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-torna-publico-resultado-das-propostas-pos-analise-de-recursos-do-2o-premio-de-salvaguarda-do-patrimonio-cultural-imaterial-de-pernambuco-edicao-capoeira/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 10:27:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, divulga o resultado das propostas pós-análise dos recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco &#8211; Edição Capoeira. O resultado completo pode ser conferido aqui. O prêmio tem como objetivo valorizar, preservar e garantir a transmissão dos saberes e práticas da capoeira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/salvaguarda-3.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-121059" alt="salvaguarda (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/salvaguarda-3-364x486.png" width="364" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, divulga o resultado das propostas pós-análise dos recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco &#8211; Edição Capoeira. O resultado completo pode ser conferido <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/CAPOEIRA___ANALISE_DAS_PROPOSTAS.pdf">aqui</a>.</p>
<p dir="ltr">O prêmio tem como objetivo valorizar, preservar e garantir a transmissão dos saberes e práticas da capoeira em Pernambuco. A iniciativa reconhece tanto Mestres e Mestras que mantêm viva essa tradição quanto grupos culturais que desenvolvem ações de salvaguarda, ensino e difusão da capoeira.</p>
<p dir="ltr">Serão premiados oito Mestres ou Mestras de Capoeira, cada um com o valor de R$ 6.500,00, e oito Grupos ou Ações Exemplares de Salvaguarda, no valor de R$ 10.000,00 cada. Ao todo, o edital destina R$ 132.000,00 para fortalecer as práticas culturais associadas à Capoeira no Estado.</p>
<p dir="ltr">O prêmio está alinhado às diretrizes do Plano Estadual de Cultura de Pernambuco, especialmente nos eixos que tratam da preservação do patrimônio cultural e da promoção da diversidade, além de dialogar diretamente com as políticas do Sistema Nacional de Cultura (SNC). Ao premiar os guardiões da Capoeira, o Estado de Pernambuco reafirma seu compromisso com a memória, a cultura e a resistência dos povos tradicionais, assegurando que seus saberes sigam sendo transmitidos às novas gerações.</p>
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		<title>Resultado do julgamento de recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial &#8211; Capoeira é divulgado</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 20:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anunciou, nesta sexta-feira (12), o resultado do julgamento de recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial de Pernambuco &#8211; Edição Capoeira. O resultado completo pode ser conferido na plataforma Mapa Cultural de Pernambuco. &#62;&#62; Confira o resultado Sobre o Prêmio: O prêmio tem como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anunciou, nesta sexta-feira (12), o resultado do julgamento de recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial de Pernambuco &#8211; Edição Capoeira. O resultado completo pode ser conferido na plataforma Mapa Cultural de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2683/#info">&gt;&gt; Confira o resultado</a></p>
<p dir="ltr">Sobre o Prêmio:</p>
<p>O prêmio tem como objetivo valorizar, preservar e garantir a transmissão dos saberes e práticas da capoeira em Pernambuco. A iniciativa reconhece tanto Mestres e Mestras que mantêm viva essa tradição quanto grupos culturais que desenvolvem ações de salvaguarda, ensino e difusão da capoeira.</p>
<p>Serão premiados oito Mestres ou Mestras de Capoeira, cada um com o valor de R$ 6.500,00, e oito Grupos ou Ações Exemplares de Salvaguarda, no valor de R$ 10.000,00 cada. Ao todo, o edital destina R$ 132.000,00 para fortalecer as práticas culturais associadas à Capoeira no Estado. O edital está disponível no Mapa Cultural de Pernambuco, plataforma por onde também serão realizadas exclusivamente as inscrições.</p>
<p>O prêmio está alinhado às diretrizes do Plano Estadual de Cultura de Pernambuco, especialmente nos eixos que tratam da preservação do patrimônio cultural e da promoção da diversidade, além de dialogar diretamente com as políticas do Sistema Nacional de Cultura (SNC). Ao premiar os guardiões da Capoeira, o Estado de Pernambuco reafirma seu compromisso com a memória, a cultura e a resistência dos povos tradicionais, assegurando que seus saberes sigam sendo transmitidos às novas gerações.</p>
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		<title>Secult-PE lança Prêmio de Salvaguarda da capoeira</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2025 19:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), lança a segunda edição do Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial de Pernambuco, que nesta edição é dedicado à Capoeira &#8211; expressão que é Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco reunindo luta, dança, música e tradição oral, sendo um dos maiores símbolos da cultura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Banner_PATRIMONIO_2025.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-118958" alt="Banner_PATRIMONIO_2025" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Banner_PATRIMONIO_2025-607x202.png" width="607" height="202" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), lança <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/2-premio-de-salvaguarda-do-patrimonio-imaterial-de-pernambuco/" target="_blank">a segunda edição do Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial de Pernambuco</a>, que nesta edição é dedicado à Capoeira &#8211; expressão que é Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco reunindo luta, dança, música e tradição oral, sendo um dos maiores símbolos da cultura afro-brasileira.</p>
<p>O prêmio tem como objetivo valorizar, preservar e garantir a transmissão dos saberes e práticas da capoeira em Pernambuco. A iniciativa reconhece tanto Mestres e Mestras que mantêm viva essa tradição quanto grupos culturais que desenvolvem ações de salvaguarda, ensino e difusão da capoeira.</p>
<p>“O Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial reafirma o compromisso da atual gestão com a proteção e valorização da nossa cultura popular. Ao contemplar a Capoeira, estamos atendendo a um pedido antigo da sociedade civil. Também rendemos uma homenagem à história da capoeira e a todos os mestres e grupos que fazem dela um elo vivo da nossa identidade”, destaca a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula.</p>
<p style="text-align: left;">Serão premiados oito Mestres ou Mestras de Capoeira, cada um com o valor de R$ 6.500,00, e oito Grupos ou Ações Exemplares de Salvaguarda, no valor de R$ 10.000,00 cada. Ao todo, o edital destina R$ 132.000,00 para fortalecer as práticas culturais associadas à Capoeira no Estado. O edital está disponível no<a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2683/#info" target="_blank"> Mapa Cultural de Pernambuco</a>, plataforma por onde também serão realizadas exclusivamente as inscrições.</p>
<p>O prêmio está alinhado às diretrizes do Plano Estadual de Cultura de Pernambuco, especialmente nos eixos que tratam da preservação do patrimônio cultural e da promoção da diversidade, além de dialogar diretamente com as políticas do Sistema Nacional de Cultura (SNC). Ao premiar os guardiões da Capoeira, o Estado de Pernambuco reafirma seu compromisso com a memória, a cultura e a resistência dos povos tradicionais, assegurando que seus saberes sigam sendo transmitidos às novas gerações.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco dá início à produção do dossiê de candidatura do maracatu nação a Patrimônio da Humanidade</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 19:40:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A candidatura do maracatu nação à Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) foi requerida em 2021 pelos mestres detentores da forma de expressão, representados por duas instituições: a Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (Amanpe) e a Associação dos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115886" aria-labelledby="figcaption_attachment_115886" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/54122500913_0ff63d19cc_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-115886" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/54122500913_0ff63d19cc_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Nação Encanto do Dendê</p></div>
<p>A candidatura do maracatu nação à Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) foi requerida em 2021 pelos mestres detentores da forma de expressão, representados por duas instituições: a Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (Amanpe) e a Associação dos Maracatus de Olinda (AMO). Na ocasião, as duas instituições solicitaram apoio do Governo do Estado de Pernambuco para a formalização do pedido ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>A aprovação do encaminhamento da candidatura pelo governo brasileiro à Unesco aconteceu durante a 105ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, no dia 4 de setembro de 2024. Com a aprovação, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) ficou autorizada para a produção do dossiê de candidatura de acordo com os modelos fornecidos pela Unesco, que compreendem o formulário escrito e os vídeos de defesa de candidatura e de anuência dos detentores. A preparação do material, já iniciado, é acompanhado diretamente pela Superintendência do Iphan em Pernambuco e pelos detentores por meio de suas entidades representativas.</p>
<p>A preparação do dossiê de candidatura ficou sob a responsabilidade da Fundarpe, que, em 2024, promoveu (por meio do Processo SEI nº 0040300055.002978/2024-03 e do Processo PE Integrado nº 3244.2024.AC.DL.0032.Fundarpe) a dispensa de licitação para contratação de empresa especializada de serviços de produção audiovisual para a elaboração do vídeo de candidatura do maracatu nação (valor investido: R$ 43.573,75).</p>
<p>A previsão é que o dossiê de candidatura seja finalizado ainda em fevereiro, sendo encaminhado ao Iphan para ser protocolado junto ao Secretariado da Convenção para Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade até 31 de março de 2025.<br />
Para a captação de imagens e anuências a Gerência de Patrimônio Imaterial da Fundarpe visita, até o próximo domingo (2), sedes, ensaios e reuniões envolvendo nações de maracatu nos municípios do Recife e de Olinda, Igarassu e Jaboatão dos Guararapes.</p>
<p>Para entrar na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco a candidatura deve seguir critérios como: o bem cultural ser registrado como patrimônio imaterial pelo Iphan; ter um plano de salvaguarda elaborado; e garantir o envolvimento dos detentores do bem cultural no processo. A inscrição do bem também deve contribuir para a visibilidade e a conscientização sobre a importância do patrimônio cultural imaterial e suas contribuições ao desenvolvimento sustentável encorajando o diálogo e refletindo a criatividade humana.</p>
<p><strong>O MARACATU NAÇÃO –</strong> Também conhecido como maracatu de baque virado, o maracatu nação é uma manifestação artística da cultura popular, sobretudo carnavalesca, da Região Metropolitana do Recife. Nela um cortejo real desfila pelas ruas, acompanhado por um conjunto musical percussivo. Composto majoritariamente por negros e negras, os maracatus nação podem ser remontados às antigas coroações de reis e rainhas congo. Passaram por transformações e mudanças ao longo do século 20 demonstrando sua capacidade de adaptação e permanência.</p>
<p>O maracatu nação é uma forma de expressão da cultura negra que tem sido considerada primordial na definição das identidades culturais pernambucanas, herança e resistência de negros e negras do passado. É uma manifestação performática que mistura música (percussiva com predominância das alfaias) e dança, considerada como uma forma de expressão pelo fato de cortejo e percussão serem indissociáveis.</p>
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		<title>Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho já está com as inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 14:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Avatar-10-PAAC.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115285" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Avatar-10-PAAC-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Estão abertas, a partir desta segunda-feira (13), as inscrições para o 10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (PAAC). O edital foi lançado no dia 27 de dezembro de 2024 pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico (Fundarpe). O prazo para participação vai até as 16h59 do dia 4 de abril deste ano. A inscrição é gratuita e realizada exclusivamente pela plataforma on-line <a title="Mapa Cultural de Pernambuco" href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Mapa Cultural de Pernambuco</strong></a>.</p>
<p>Confira <a title="10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/10o-premio-ayrton-de-almeida-carvalho-de-preservacao-do-patrimonio-cultural-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todos os documentos relacionados ao edital do 10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco.</p>
<p>O Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco foi instituído pelo Decreto nº 42.050, de 17 de agosto de 2015, e tem por objetivo a seleção e a premiação de ações exemplares voltadas à proteção, preservação, conservação, salvaguarda e outras formas de acautelamento do patrimônio cultural de natureza material e imaterial em todas as macrorregiões do Estado.</p>
<p>Podem concorrer ao 10º PAAC, brasileiros(as) natos(as) ou naturalizados(as), pessoa física ou pessoa jurídica, cujo trabalho inscrito (ação cultural) tenha sido parcial ou integralmente realizado no Estado de Pernambuco. E ainda ações realizadas/concluídas de 2022 a 2024, ou que estejam em andamento até a data final do período de inscrição, nas diversas áreas e linguagens culturais como artes cênicas, artes visuais e fotografia, audiovisual, cultura popular, design e moda, música, gastronomia, povos tradicionais, arquitetura e urbanismo.</p>
<p>Serão contemplados com valores de R$ 20 mil e R$ 10 mil, respectivamente, o 1º e o 2º lugar em cada uma das três categorias: Formação; Promoção e Difusão; e Acervos Documentais e Memória Cultural. Mais informações sobre o edital podem ser obtidas pelo e-mail fundarpe.ac@gmail.com, exclusivamente sobre dúvidas acerca do conteúdo do edital, e/ou pela equipe do Mapa Cultural de Pernambuco, por meio do endereço eletrônico contato.mapacultural@secult.pe.gov.br, do WhatsApp (81) 3184-3018 (Maxbot) e do WhatsApp (81) 98494-2628 (Mapa Cultural), exclusivamente sobre dúvidas sobre a plataforma Mapa Cultural e/ou problemas técnicos.</p>
<p><strong>HOMENAGEADO -</strong> Ayrton de Almeida Carvalho foi engenheiro, professor de arquitetura e chefiou o Departamento Regional do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Pernambuco deixando um legado dedicado à preservação e cuidado do patrimônio cultural.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Card-Ayrton-2024.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115286" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Card-Ayrton-2024-449x486.jpg" width="449" height="486" /></a></p>
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		<title>Já está no ar o edital do 10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 14:32:43 +0000</pubDate>
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<p>O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico (Fundarpe), anunciou nesta sexta-feira (27) o lançamento do edital do 10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (PAAC). As inscrições estarão abertas gratuitamente na plataforma Mapa Cultural de Pernambuco no período de 13 de janeiro até as 16h59 do dia 4 de abril de 2025.</p>
<p>Confira <a title="10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/10o-premio-ayrton-de-almeida-carvalho-de-preservacao-do-patrimonio-cultural-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todos os documentos relacionados ao edital do 10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco.</p>
<p>O Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco foi instituído pelo Decreto nº 42.050, de 17 de agosto de 2015, e tem por objetivo a seleção e a premiação de ações exemplares voltadas à proteção, preservação, conservação, salvaguarda e outras formas de acautelamento do patrimônio cultural de natureza material e imaterial em todas as macrorregiões do Estado.</p>
<p>Podem concorrer ao 10º PAAC, brasileiros(as) natos(as) ou naturalizados(as), pessoa física ou pessoa jurídica, cujo trabalho inscrito (ação cultural) tenha sido parcial ou integralmente realizado no Estado de Pernambuco. E ainda ações realizadas/concluídas de 2022 a 2024, ou que estejam em andamento até a data final do período de inscrição, nas diversas áreas e linguagens culturais como artes cênicas, artes visuais e fotografia, audiovisual, cultura popular, design e moda, música, gastronomia, povos tradicionais, arquitetura e urbanismo.</p>
<p>Serão contemplados com valores de R$ 20 mil e R$ 10 mil, respectivamente, o 1º e o 2º lugar em cada uma das três categorias: Formação; Promoção e Difusão; e Acervos Documentais e Memória Cultural.</p>
<p>Mais informações sobre o edital podem ser obtidas pelo e-mail fundarpe.ac@gmail.com, exclusivamente sobre dúvidas acerca do conteúdo do edital, e/ou pela equipe do Mapa Cultural de Pernambuco, por meio do endereço eletrônico<br />
contato.mapacultural@secult.pe.gov.br, do WhatsApp (81) 3184-3018 (Maxbot) e do WhatsApp (81) 98494-2628 (Mapa Cultural), exclusivamente sobre dúvidas sobre a plataforma Mapa Cultural e/ou problemas técnicos.</p>
<p><strong>HOMENAGEADO -</strong> Ayrton de Almeida Carvalho foi engenheiro, professor de arquitetura e chefiou o Departamento Regional do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Pernambuco deixando um legado dedicado à preservação e cuidado do patrimônio cultural.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Card-Ayrton-2024.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115286" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Card-Ayrton-2024-449x486.jpg" width="449" height="486" /></a></p>
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		<title>CEPPC-PE aprova, por unanimidade, Registro do Carrego da Lenha como Patrimônio Imaterial</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 20:56:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Cortejo, poemas feitos na hora e canção. A reunião extraordinária do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE) que votou, por unanimidade, a favor do Registro da Procissão do Carrego da Lenha, da Povoação de São Lourenço de Tejucupapo, no município de Goiana, como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado foi marcada pela emoção. O evento ocorreu, nesta quinta-feira (8), na Academia Pernambucana de Letras, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>Com base na Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, o requerimento de registro foi formulado pelo Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO), em 2022.</p>
<p>A reunião foi conduzida pela presidente do CEPPC-PE, Cláudia Regina de Farias Rodrigues, vice-presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de PE (Fundarpe) e representante titular do poder público. O primeiro ato foi a leitura do parecer conclusivo pelos conselheiros relatores, Roberto Pereira (representante de Notório Saber) e Mônica Siqueira (representante da sociedade civil na área de Expressões Culturais de Pernambuco registradas como Patrimônio Cultural Imaterial).</p>
<p>Após a leitura, alguns conselheiros pronunciaram suas considerações. &#8220;Uma peça literária&#8221;, elogiou Margarida Cantarelli, também representante de Notório Saber. História viva de Pernambvuco. Justo e meritório reconhecimento&#8221;, completou.</p>
<p>&#8220;Quando vejo as crianças aqui isso é a garantia da continuidade da procissão&#8221;, observou Harlan Gadêlha Filho&#8221;, suplente da sociedade civil de Centros de Documentação e Memória: Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus.</p>
<p>Em sequência às considerações, o Registro da Procissão do Carrego da Lenha como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco foi votado e aprovado por unanimidade. A partir daí, a Resolução nº 08/2024 será encaminhada para a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e, em seguida, para hologação da governado Raquel Lyra a fim de ser publicada em forma de decreto no Diário Oficial do Estado.</p>
<p>Coube ao gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan de Souza, apresentação a equipe técnica, formada por André Cardoso e Fernando Montenegro, assessores técnicos da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC); e Aline Bonfim e Júlia Bernardes, assessoras técnicas da Gerência de Patrimônio Imaterial (GPI), que conduziram a pesquisa em parceria com a comunidade da Povoação de São Lourenço de Tejucupapo.</p>
<p>Marcelo Renan destacou a ênfase na condução por parte da equipe de Educação Patrimonial. Ainda explicou como se deu o processo de pesquisa, no modo de invetário participativo, em que pessoas da comunidade trabalharam em parceria com a equipe técnica da Fundarpe. O processo de salvaguarda, como lembrou o gerente, tem como objetivo garantir a manutenção da procissão. Para isso será elaborado um plano de salvaguarda que assegure a participação do Estado sempre que houver demandas da comunidade, sendo o CEPPC-PE o agente de fiscalização nessa cadeia.</p>
<p>&#8220;Essa pesquisa em parceria com a comunidade é uma experiência nova para nós, de Educação Patrimonial&#8221;, complementou Fernando Montenegro. &#8220;Pretendemos incorporar aos próximos processos de registro&#8221;, revelou.</p>
<p>A sessão, que já estava emocionante, transbordou de sentimentos com o pronunciamento de alguns dos membros da própria comunidade. Ceça do PT interpretou uma canção. A poeta goianense Miriam Dourado e a antropóloga e liderança comunitária Crislaine Venceslau recitaram, poemas feitos na hora. &#8220;É necessário ter a valorização do trabalho da mulher no quilombo&#8221;, defendeu Crislaine.</p>
<p>&#8220;Enquando liderança, não poderia faltar ao compromisso com minha comunidade&#8221;, disse Dadá Quilombola. &#8220;O registro vai dar mais visibilidade a nosso quilombo. Estamos em festa&#8221;, comemorou. E contextualizou: &#8220;O Carrego da Lenha é católico. Hoje ele se torna de Pernambuco. Viva São Lourenço Mártir!&#8221;, vibrou.</p>
<p>O professor Bartolomeu Júnior lembrou que o Carrego da Lenha não é só de São Lourenço de Tejucupapo: &#8220;É de toda uma região, vários distritos e municípios, inclusive da Paraíba&#8221;. Já a estudante Janiele Schimdt, filha de caranguejeiro, defendeu que &#8220;a juventude precisa de mais protagonismo&#8221;, referindo-se aos jovens da comunidade que se envolveram na pesquisa.</p>
<p>Representante da paróquia local, Marcos Augusto de Souza afirmou que quando se preserva a cultura, preserva-se a história. &#8220;E quando preservamos a história não cuidamos do que passou, mas do que vem adiante&#8221;, filosofou.</p>
<p>Ainda em tom filosófico, João Francisco, Zinho, lembrou da história da árvore do esquecimento em que toda vez que os africanos iam embarcar no navio negreiro, para serem escravizados no Brasil, eram obrigados a dar voltas em torno de uma árvore e forçados a deixar a terra natal e toda sua história. &#8220;Aqui estamos uma volta ao contrário, da lembrança&#8221;, antagonizou. &#8220;Aqui está plantada uma árvore da lembrança.&#8221;</p>
<p><strong>A PROCISSÃO –</strong> A Procissão do Carrego da Lenha é uma tradição na Comunidade Quilombola de Povoação de São Lourenço, distrito de Tejucupapo-Goiana, com mais de 130 anos de existência, realizada nas festividades do padroeiro daquela comunidade, no dia 10 de agosto, cortejo que valoriza um trabalho manual, o carrego da lenha, tarefa que na época colonial/imperial era menosprezada sendo um trabalho das gentes simples que no passado ainda no presente compõe aquela realidade.</p>
<p>A celebração incorpora a forte devoção e homenagens que são realizadas ao santo padroeiro da localidade, São Lourenço, inscrita no Livro de Registro das Celebrações, e se soma à Festa de Agosto de São Lourenço da Mata, registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado em 2022.</p>
<p>A Procissão do Carrego da Lenha possui, além dos elementos religiosos católicos, sentidos simbólicos que atravessam as relações da comunidade. A data do dia 10 de agosto de 258, na tradição cristã, é marcada pelo falecimento do primeiro diácono da Igreja Católica, Lourenço, nascido na cidade de Huesta, Espanha.</p>
<p>Lourenço, foi designado pelo Papa Sisto II para ser o responsável pelos bens da Igreja e pelos cuidados com os pobres, doentes e viúvas. Durante o governo de Valeriano I, os cristãos e suas práticas foram fortemente combatidas; o Papa Sisto II, foi condenado e decapitado, tendo como consequência a perseguição a Lourenço. Após a insubordinação contra as autoridades romanas, Lourenço foi condenado à morte, sendo torturado e posto numa grelha em brasas.</p>
<p>O Carrego, como também é conhecida a procissão, é organizada por membros da comunidade local. No dia 10, pela manhã, a lenha utilizada está organizada na entrada dos dois acessos ao povoado para que as pessoas possam carregá-la durante a procissão. Normalmente uma banda filarmônica de Goiana, Curica ou Saboeira (Patrimônios Vivos de Pernambuco), acompanha os louvores e cânticos entoados pela multidão. No fim a lenha é depositada em frente à Igreja Matriz de São Lourenço formando a grande fogueira que é queimada em homenagem ao padroeiro.</p>
<p>A Procissão do Carrego da Lenha é uma referência identitária e de pertencimento que atravessa gerações há mais de um século na comunidade. Possui características de cunho sagrado e profano remetendo às disputas por território, poder e religiosidade na história do povoamento local. Atualmente reúne pessoas de diversos lugares, idades e gêneros, além de moradores locais.</p>
<p><strong>O PROCESSO –</strong> O Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO) submeteu, em 5 de setembro de 2022, o requerimento de registro da Procissão do Carrego da Lenha como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Após estudos realizados pela Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, a Secretaria acatou o requerimento de registro do bem.</p>
<p>Após a abertura do Processo de Registro coube à Fundarpe dar início à instrução técnica para a produção de inventário sobre o bem cultural e elaboração do parecer técnico conclusivo do processo de registro conforme previsto na Lei nº 16.426 de 27 de setembro de 2018.</p>
<p><strong>INVENTÁRIO PARTICIPATIVO –</strong> A instrução técnica de registro contou com a elaboração de um Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de Povoação de São Lourenço realizado pela Fundarpe em conjunto com o IHAGGO e com a Associação Quilombola de Povoação de São Lourenço (AQPSL) e detentores e detentoras. Foram inventariadas referências culturais da comunidade que passam pelos lugares, saberes e fazeres, bens da culinária e gastronomia local, das festas, ritos e celebrações, entre elas a Procissão do Carrego da Lenha.</p>
<p>A elaboração do inventário participativo contou com a participação do Núcleo de Educação Patrimonial da Fundarpe e teve início em dezembro de 2023. Ao longo do processo a Fundarpe contou com a colaboração e parceria do IHAGGO e da AQPSL, além de detentores e detentoras que contribuíram tanto na pesquisa bibliográfica e no mapeamento de lideranças e referências da comunidade. Os resultados preliminares do inventário participativo embasaram o parecer técnico encaminhado ao CEPPC-PE para deliberação pelo registro do bem no Livro de Registro das Celebrações.</p>
<p><strong>PLANO DE SALVAGUARDA –</strong> Após a publicação do Decreto de Registro do bem pela Governadora do Estado, Raquel Lyra, a Fundarpe dará início à elaboração do Plano de Salvaguarda do Bem Cultural, em parceria com o IHAGGO e com a AQPSL e detentores e detentoras.</p>
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		<title>País das Culturas Populares tem se destacado por crossover, salvaguarda e a força do samba-reggae</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 04:59:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua primeira edição, o Festival Pernambuco Meu País tem mostrado, como poucos eventos, a tradição e a força que tem o samba-reggae no Estado, sobretudo o produzido na Zona Norte da capital. Uma das inúmeras gratas surpresas da programação, essa tem acontecido à tarde, no polo País das Culturas Populares, sobre o já famoso palco-caminhão que percorre as oito cidades programadas para este ano. Neste sábado (27), em Gravatá (Agreste), foi a vez do Bloco Obirin, do Morro da Conceição, ditar o ritmo. A festa continuou até o início da noite com a Ciranda das Flores Amunam (Nazaré da Mata, Zona da Mata Norte), do Coco de Umbigada (Olinda), do forró de Fagner Chagas (Gravatá) e do coral afro Voz Nagô (Recife).</p>
<p>Céu azul, temperatura de 25 °C. Foi nesse clima que o primeiro grupo de samba-reggae de mulheres do Recife subiu ao palco, logo depois da hora do almoço, para mostrar seus repertório composto por temas autorais e standards nacionais, como é comum a grupos do gênero.</p>
<p>Em seguida foi a vez das Flores Amunam, formado por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata, mostrar suas canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, interpretou composições de Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>E esse tem sido outro aspecto curioso na grade de programação de festival: evidenciar o crossover entre os vários gêneros e ritmos, mostrando como artistas bebem das mais diferentes fontes, seja para divertir e/ou se aproximar de gerações e gostos diversos, derrubando muros e (pré)conceitos.</p>
<p>Se a tarde estava quente, com a apresentação do Coco de Umbigada virou brincadeira. Referência em coco de roda no Estado (leia-se: no mundo), o grupo surgido nas cercanias de Olinda e Paulista (Região Metropolitana do Recife) trouxe para o Agreste a força da tradição centenária do gênero sob o comando de Mãe Beth de Oxum, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>E como não poderia deixar de ser, Gravatá foi muito bem representada por um de seus filhos, o forrozeiro Fagner Chagas, que fez o País das Culturas Populares pegar fogo com uma set list bem arrumada misturando forrós tradicionais com estilizados e xotes. No cardápio, sucessos consagrados de Zé Ramalho (frevo, Mastruz com Leite (baião de Dois, de Luiz Fidélio &amp; Jaboty; e Meio-Dia, de Fidélio com Danilo Lopes), Flávio José (Meu Cenário, de Petrúcio Amorim) e Luiz Gonzaga (Numa Casa de Reboco (parceria com Zé Marolino).</p>
<p>Era tudo o que o público queria para dançar agarradinho. Houve até tempo para canções do xará mais famoso, Raimundo Fagner (Espumas ao Vento, de Accioly Neto; Revelação, de Clodô &amp; Clésio; Pedras que Cantam, de Dominguinhos &amp; Fausto Nilo). Sem dúvida uma referência inusitada.</p>
<p>Já à noite, o caminhão-palco encerrou este sábado com chave de ouro: com o septeto de vozes femininas Voz Nagô atuando como headliner. O grupo, acompanhado de uma banda de percussão e cordas, é uma das criações do saudoso músico Naná Vasconcelos, um dos homenageados desta edição do festival (ao lado do artista visual Abelardo da Hora), e surgiu em 2009 para compor a abertura do Carnaval do Recife &#8211; o que faz até hoje.</p>
<p>Mas em se tratando de sete mulheres negras ativistas culturais, o Voz Nagô ganhou vida própria e vem mostrando um talento incrível. Neste sábado, começou prestando uma homenagem ao padrinho, com a canção Juvenal Nagô, de Manu Nascimento, ex-integrante do grupo. Depois fez um set apenas com músicas de Naná rearranjadas especialmente para o septeto. E, claro, não faltaram os supracitados crossovers, em versões de sucesso de Alceu Valença (Anunciação; La Belle de Jour) e Reginaldo Rossi (Recife Minha Cidade).</p>
<p>E como se tudo isso fosse pouco, pode-se afirmar que o País das Culturas Populares tem se mostrado uma síntese das manifestações que são talvez as principais responsáveis pela salvaguarda da cultura popular, sobretudo a de origem ancestral, das matrizes africana e dos povos originários.</p>
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		<title>Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho divulga resultado final da nona edição</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 20:49:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco Fundarpe, divulgou nesta quinta-feira (18) o resultado final do 9º Prêmio Ayrton Almeida de Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco. Os vencedores das categorias Formação; Promoção e Difusão; e Acervos Documentais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109629" aria-labelledby="figcaption_attachment_109629" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/Avatar-2024-486x486.jpg"><img class="size-full wp-image-109629" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/Avatar-2024-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Homenageado com prêmio em seu nome, Ayrton de Almeida Carvalho foi engenheiro e professor de arquitetura</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco Fundarpe, divulgou nesta quinta-feira (18) o resultado final do 9º Prêmio Ayrton Almeida de Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco. Os vencedores das categorias Formação; Promoção e Difusão; e Acervos Documentais e Memória Cultural podem ser conferidos <a title="Relação dos vencedores" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/RELACAO_DOS_VENCEDORES_9PAAC.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>Acesse <a title="9º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/9o-premio-ayrton-de-almeida-carvalho-de-preservacao-do-patrimonio-cultural-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todos os documentos relacionados ao edital.</p>
<p>O Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco foi instituído pelo Decreto nº 42.050, de 17 de agosto de 2015, e tem por objetivo a seleção e a premiação de ações exemplares voltadas à proteção, preservação, conservação, salvaguarda e outras formas de acautelamento do patrimônio cultural de natureza material e imaterial em todas as macrorregiões do Estado. São contemplados com valores de R$ 20 mil e R$ 10 mil, respectivamente, o 1º e o 2º lugar em cada uma das três categorias</p>
<p><strong>HOMENAGEADO -</strong> Ayrton de Almeida Carvalho foi engenheiro, professor de arquitetura e chefiou o Departamento Regional do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Pernambuco deixando um legado dedicado à preservação e cuidado do patrimônio cultural.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira as propostas premiadas</strong></span></p>
<p><strong>Formação antirracista de Educação Patrimonial do Afoxé Alafin Oyó (<em>Formação</em>)</strong><br />
O projeto Formação antirracista de Educação Patrimonial se insere num plano abrangente e resistente de mais três décadas de busca de valorização, convergência e divulgação da cultura afrodescendente. Tem um papel social que atualmente transcende o território do afoxé,<br />
atuando por meio desse projeto junto a unidades educativas para defesa da cultura por meio de música, cânticos e realização através de instrumentos musicais, assim como colaborando para atividades pre e carnavalescas, estimulando as ações no âmbito social do turismo, para além dos territórios. As oficinas se materializam em ações e intervenções também no âmbito da preservação com a museologia, deixando registros históricos para além das intervenções contemporâneas. É Patrimônio Vivo de Pernambuco (RVP 2023), além de ter seu reconhecimento como Ponto de Memoria pelo Instituto Brasileiro de Museologia (Ibram) em 2023.</p>
<p><strong>Guerreiros do Passo: Projeto Frevo na Praça (<em>Formação</em>)</strong><br />
O Grupo de Pesquisas e Ações em Frevo Guerreiros do Passo, é uma instituição de ensino, difusão e salvaguarda dos saberes característicos ao Passo, a dança do frevo. Formado por discípulos do mestre Nascimento do Passo, o grupo realiza seu trabalho de forma voluntária e contínua desde 2005, na Cidade do Recife, e é gratuito ao público. Os Guerreiros do Passo atuam no campo da tradição, da memória, da cultura popular e da transmissão dos saberes herdados do mestre Nascimento do Passo, objetivando salvaguardar e difundir o primeiro método de ensino para a dança do frevo, o conhecido Método Nascimento do Passo e seu legado artístico-histórico-cultural. O trabalho dos Guerreiros se tornou referência para o ensino-aprendizado do frevo, iniciou um novo olhar e uma nova estética para essa dança, e é objeto de estudo de pesquisadores, acadêmicos, passistas e artistas das diferentes linguagens. Desde sua fundação desenvolve suas atividades na Praça do Hipódromo, Recife, Pernambuco, promovendo a ocupação saudável do espaço público, democratizando o acesso a esse bem cultural, para todas as pessoas de todas as idades, acolhendo na praça crianças, idosos, pessoas com deficiência e todos que queiram cair no passo garantindo sua fruição a todos os amantes do frevo, Patrimônio Imaterial do Brasil e da Humanidade.</p>
<p><strong>Opara: Série Documental em Tributo ao Rio São Francisco (<em>Promoção e Difusão</em>)</strong><br />
Série documental audiovisual em seis episódios, que procura registrar e discutir o Rio São Francisco a partir do olhar dos habitantes das comunidades ribeirinhas, a respeito de temas como: interações com a natureza; ocupação e desenvolvimento; religiosidade e misticismo; mitologias, lendas e assombrações; manifestações artísticas, folclóricas e culturais; e sabores e saberes. Estes seis episódios, conjugados, apresentam de modo consistente a complexidade antropológica, histórica e a importância econômica e cultural que o Rio São Francisco notoriamente detém para o país e mais especialmente, para os povos tradicionais que habitam a sua bacia no estado de Pernambuco.</p>
<p><strong>Web Série: Adereços Carnavalescos (<em>Promoção e Difusão</em>)</strong><br />
O projet trata-se de uma web série que aborda o universo dos Adereços Carnavalescos dentro de três agremiações que fazem parte do Patrimônio Imaterial e/ou que são lideradas por patrimônios vivos. O Urso Cangança é liderado pela Mestra Cristina (patrimônio vivo); O Bonde é um grupo de frevo e também patrimônio imaterial do Recife e o Maracatu Almirante do Forte é um Baque Virado, liderado por Mestre Teté, patrimônio vivo do Recife. As agremiações foram escolhidas a partir da curadoria do Diretor Artístico -Manoelzinho Salustiano &#8211; artista guardião dos saberes da cultura popular, e uma das maiores expressões do artesanato carnavalesco do Brasil. São investigadas questões relativas à simbologia e a produção dos adereços carnavalescos ao longo do tempo, de como o processo e as soluções criativas se dão, as pessoas envolvidas e o repasse de saberes, na perspectiva da preservação dessa prática. Singularidades, semelhanças, características estéticas, metodologias de criação, processos criativos, personagens/profissionais envolvidos nesse ofício, evolução, transmissão de práticas e técnicas ao longo dos anos: sentidos e valores atribuídos, participação das novas gerações. Após a etapa de gravação e edição, os três primeiros episódios foram lançados no início de 2024, algumas semanas antes do Carnaval nas três sedes dos grupos e nas redes sociais da Casa Astral. Também houve difusão na TV Pernambuco e em redes de professores de escolas públicas de Olinda e Recife. Mais 3 episódios serão produzidos ainda em 2024, dessa vez com grupos da Zona da mata Norte, através de outro incentivo. Além dos vídeos, também são produzidos fôlderes, que trazem mais informações sobre a história dos grupos e podem ser usados pelos grupos durante seus desfiles, como uma espécie de cartão de visita para conexão com público. Os fôlderes têm QR codes que levam aos conteúdos na plataforma de vídeo.</p>
<p><strong>Museu das Tradições do Cavalo Marinho: Acervo, Brinquedo e Memória (<em>Acervos Documentais e Memória Cultural</em>)</strong><br />
O projeto trata de um museu criado em 2020, como forma de resistência na pandemia, e que atualmente desenvolve diversas atuações socioculturais dentro da própria comunidade, no campo educacional recebendo escolas das redes públicas e privadas, alunos de EJA e dentro do<br />
roteiro turístico estadual. Promovendo ações beneficentes, solidárias e culturais da cultura popular pernambucana nos ciclos festivos como Carnaval, São João e Natalino, o Museu das Tradições do Cavalo Marinho (MTCM) tem como principal objetivo salvaguardar e difundir a brincadeira do Cavalo Marinho, que vem num crescente apagamento na sua forma mais genuína de representação. Idealizado e criado por Andala Quituche, uma mulher, preta e brincante da tradição, o MTCM é o único museu em seu próprio município na Zona Rural de Aliança. Junto com seu esposo Mestre Grimário, o artista plástico Paulo Alves e várias doações de Mestres, Grupos de Cavalo Marinho e familiares, o projeto do museu está exposto e subdividido em 04 alas, descritas a seguir: 1) a ala chamada de Mestre Grimário e seu Legado; 2) a ala do Cantinho do Mestre, que é um espaço dedicado a homenagear os Cavalos Marinhos existentes em Pernambuco; 3) a ala é chamada Clube da Mulher do Campo, e esta dedica à memória da Associação do Clube da Mulher do Campo &#8211; Nair Alves de Medeiros, que doou seu prédio ao Cavalo Marinho Boi Pintado, sede do Museu; 4) por fim a ala de nome A Torda é dedicado aos mestres e brincantes que já faleceram, esteiras de palha estão penduradas no teto, fazendo referência à dormida dos mestres. Estrelas bordadas tal como são estampadas nas golas de cavalo marinho representam os folgazões que já partiram deste mundo.</p>
<p><strong>Restauração da História e Cultura Regional Através da Recuperação da Casa-Grande de Cachoeira do Taepe (<em>Acervos Documentais e Memória Cultural</em>)</strong><br />
Projeto com o objetivo de restaurar a Casa-Grande da Fazenda Cachoeira do Taepe, localizada em Surubim (PE), com o intuito de recuperar um equipamento que se encontrava em estado de degradação desde 2011 e preservar o modo de construção em Taipa de Mão, característico da<br />
arquitetura do imóvel do Período Colonial do Brasil, utilizando-se do saber e práticas ancestrais com singularidade de técnicas de origem africana e lusitana preservadas no modo de fazer na comunidade. A proposta contribui para a preservação do patrimônio cultural-histórico e arquitetônico de Pernambuco. Alça e dialoga com o desenvolvimento sustentável, trazendo o modelo utilizado para restauração e preservação das características originais da Casa-Grande, bem tombado pelo Iphan desde a década de 1980. Reaberta ao público, de forma gratuita, para visitação a partir do ano de 2021, por meio de ações de incentivo à cultura e identidade regional, no conhecimento concreto da sociedade colonial e os aspectos históricos e culturais que envolvem a visitação à casa-museu &#8211; uma imersão em espaços que acolhem crianças e adolescentes em idade escolar que realizam visitação através de excursão, desenvolvendo o turismo educacional, coordenado pelo Centro Cultural Casa-Grande<br />
Cachoeira do Taepe.</p>
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		<title>São Lourenço de Tejucupapo aprofunda busca de saberes sobre manifestação quadricentenária</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 15:40:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O local do encontro era a Biblioteca Paraíso do Saber, na Escola Municipal Adélia Carneiro Pedrosa, localizada no povoado de São Lourenço, Distrito de Tejucupapo, município de Goiana, na Zona da Mata Norte pernambucana. Nada é por acaso. Lá ocorrem as oficinas do Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de São Lourenço de Tejucupapo. As ações fazem parte do pedido de Registro da Procissão do Carrego da Lenha, como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. A reunião, que aconteceu nesta quarta-feira (28), com a participação de assessores técnicos da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e representantes da comunidade, afunilou ainda mais a pesquisa sobre essa importante manifestação sociocultural quadricentenária.</p>
<p>&#8220;O Carrego da Lenha é uma tradição feita pela comunidade. A Fundarpe é mediadora nesse processo, que deve ser protagonizado pela comunidade&#8221;, explica Aline Bonfim, assessora técnica da Gerência de Patrimônio Imaterial (GPI) da Fundarpe. &#8220;É a forma dela (a comunidade) homenagear o santo padroeiro, São Lourenço, fazendo o percurso carregando a lenha e, no final, queimando-a em uma grande fogueira. Participam pessoas de todas as idades, gêneros e lugares, não apenas daqui da comunidade.&#8221;</p>
<p>Fernando Montenegro, assessor técnico da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC), na área de Educação Patrimonial da Fundação, lembra que o registro pode ser solicitado por qualquer pessoa física ou jurídica. &#8220;No caso, foi um pedido do Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (Ihaggo), que fez o pedido do registro dessa atividade tão importante para essa comunidade quilombola que já existe há tanto tempo.&#8221;</p>
<p>A ideia de se fazer o inventário, de acordo com o também assessor técnico da DPPC André Cardoso, deve-se ao fato de o Carrego da Lenha estar relacionado à história da comunidade em seus mais diversos aspectos. &#8220;Optou-se por fazer um levantamento das referências culturais de toda a comunidade que estão relacionadas com o Carrego para se ter uma compreensão ainda mais densa, mais completa do que significa a manifestação para a comunidade e sua importância para a história do povoado&#8221;, conta.</p>
<p>Fernando frisa ainda que, agregando valor ao processo do registro, no povoado de São Lourenço já há um bem tombado, na esfera estadual, a Igreja de São Lourenço, que, segundo a tradição oral, foi construída ainda no século 16, podendo ser uma das primeiras igrejas construídas no País. &#8220;Temos ainda as ruínas da antiga Igreja do Rosário dos Pretos, possivelmente do século 18 ou 19, que foi construída já talvez até pelos membros dos quilombos que fugiam das fazendas. Segundo algumas conversas que tivemos, alguns informes preliminares, eles fugiam pelo rio, vinham para cá e se escondiam nas matas&#8221;, relata.</p>
<p>Para agregar valor a esse processo, Fernando e André foram convidados para promover atividades de Educação Patrimonial e identificar as demais referências culturais existentes na localidade, atividades, crenças e celebrações podem ser agregadas, completam-se e se misturam, com o objetivo maior, que é o registro do Carrego da Lenha, e que, atualmente, encontra-se na fase da elaboração do inventário participativo.</p>
<p>A primeira oficina do Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de São Lourenço de Tejucupapo ocorreu em dezembro de 2023. Houve uma introdução do processo, uma conversa com a comunidade na Escola Municipal Adélia Carneiro Pedrosa, apresentando o que se pretendia fazer, entendendo o que a comunidade também esperava e o que ela também pretendia fazer. Em janeiro houve a segunda oficina para começar, de fato, esse processo de identificação das referências. &#8220;É um processo em que nós, técnicos, trazemos as orientações, os meios de como fazer, mas a pesquisa, a reunião desse conteúdo é totalmente executada pela comunidade&#8221;, reforça André. &#8220;Eles tiveram esse momento conosco para fazer essa identificação inicial das referências culturais aqui da comunidade.&#8221;</p>
<p>Após a segunda oficina foi definido um período para que os representantes da comunidade continuassem fazendo a coleta de informações e a identificação junto a outras pessoas. &#8220;Agora voltamos para cá para, a partir dessas referências identificadas, para selecionar, juntos com eles, as que mais se relacionam com o Carrego da Lenha. São eles que fazem essa identificação. E orientá-los como vai ser feita essa pesquisa &#8211; como podem pesquisá-las, uma a uma, por meio de, principalmente, entrevistas, porque é por meio do saber dessas pessoas que vivenciam essas referências que vamos conseguir chegar a mais detalhes sobre cada uma delas&#8221;, diz André. &#8220;E consulta a livros, quaisquer outros arquivos e fontes que eles possam pesquisar, que eles sabem onde estão e como podem buscá-las, para que possamos alcançar um bom conteúdo que sirva para o grande objetivo, que é o processo de Registro do Carrego da Lenha.&#8221;</p>
<p>A terceira oficina, realizada na quarta-feira (28), explica como fazer a pesquisa aprofundada. &#8220;Voltaremos mais vezes aqui para acompanhar esse aprofundamento, recolher o material que eles coletaram ao longo dessa pesquisa, e começarmos a sistematizar tudo isso em um grande texto, trazer para eles essa devolutiva e pensar junto com eles os possíveis desdobramentos para além do que vai servir para o processo do Registro do Carrego, como publicação, exposição ou outras ideias que eles tenham e como querem expor e registrar esses resultados&#8221;, acrescenta o assessor técnico.</p>
<p>O prazo para a conclusão da pesquisa é até o próximo mês de maio, tempo necessário para organizar o material e encaminhá-lo com o Processo de Registro, como detalha Aline: &#8220;É feito um parecer técnico, pela equipe técnica, composta por mim, Júlia Bernardes e Luciana Gama, junto com Marcelo Renan, Gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, que será encaminhado para Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE), que vai deliberar sobre o Registro do Carrego da Lenha como patrimônio imaterial de Pernambuco&#8221;.</p>
<p>Para o professor da rede estadual de ensino Bartolomeu Júnior, que também é membro do Ihaggo, e integra o grupo com cerca de 20 representantes da comunidade, a troca e o levantamento de saberes, de informações, o quê e como pesquisar têm constituído encontros muito interessantes e edificantes. &#8220;Essa terceira oficina veio afunilar, pois estamos vindo de uma dimensão macro para micro e estão acontecendo os encaminhamentos para podermos dar melhor preferência ao Carrego da Lenha, às pessoas que contribuíram e contribuem, quais saberes elas estão enquadradas, quais pessoas deram sua maior participação para essa construção. Está afunilando para que possamos direcionar melhor a pesquisa&#8221;, avalia.</p>
<p>Ainda de acordo com o professor Bartolomeu, a pesquisa possui um valor que ultrapassa fronteiras e, ao mesmo tempo, apresenta um significado muito pessoal. &#8220;O registro é importante para a salvaguarda, para a própria comunidade e, de uma forma geral a própria região, já que o Carrego da Lenha não é só nosso. Pessoas de outros municípios e até do vizinho Estado da Paraíba vêm participar. É essa importância, esse reconhecimento regional para que o Estado, outras pessoas possam saber como e por que é feito o Carrego da Lenha&#8221;, dimensiona. &#8220;E, para mim, a importância é histórica, por conta do pertencimento das negritudes. Aqui existiam a Irmandade e a Igreja dos Homens Pretos e a Igreja de São Loureço, que é a atual matriz dos homens brancos. Foi nessa interação cultural, híbrida, que nosso povo foi gerado&#8221;, sintetiza.</p>
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