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	<title>Portal Cultura PE &#187; Samba de Coco Raízes de Arcoverde</title>
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		<title>Samba de Coco Raízes de Arcoverde está pela 1ª vez no Prêmio da Música Brasileira, no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 18:32:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Samba de Coco Raízes de Arcoverde está cada vez mais reconhecido e vibrante com a sua cultura popular. Do Sertão de Pernambuco – com a liderança dos mestres Assis Calixto, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e Damião Calixto, Patrimônio Vivo de Arcoverde – a nova conquista do grupo autoral é a indicação ao Prêmio da Música [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118275" aria-labelledby="figcaption_attachment_118275" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Mannu-Magalhães-foto-O-Coco-Raízes-com-a-liderança-dos-mestres-Assis-Calixto-patrimônio-vivo-de-Pernambuco-e-Damião-Calixto-patrimônio-vivo-de-Arcoverde-inaugura-a-categoria-Raízes-pela-premiaçã.jpg"><img class="size-medium wp-image-118275" alt="Foto: Mannu Magalhães / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Mannu-Magalhães-foto-O-Coco-Raízes-com-a-liderança-dos-mestres-Assis-Calixto-patrimônio-vivo-de-Pernambuco-e-Damião-Calixto-patrimônio-vivo-de-Arcoverde-inaugura-a-categoria-Raízes-pela-premiaçã-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Mannu Magalhães / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">O Samba de Coco Raízes de Arcoverde está cada vez mais reconhecido e vibrante com a sua cultura popular. Do Sertão de Pernambuco – com a liderança dos mestres Assis Calixto, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e Damião Calixto, Patrimônio Vivo de Arcoverde – a nova conquista do grupo autoral é a indicação ao Prêmio da Música Brasileira 2025, sendo a primeira vez que concorre à premiação, realizada anualmente no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em sua 32ª edição, a cerimônia acontece nesta quarta-feira (4), às 20h.</p>
<p dir="ltr">No Prêmio da Música Brasileira, o grupo inaugura a categoria “Raízes”, na premiação “Artista”, juntamente com as cantoras e compositoras, a paraibana Elba Ramalho; e as paraenses Dona Onete e Joelma, além do pernambucano Alceu Valença, cantor e compositor.</p>
<p dir="ltr">O Coco Raízes de Arcoverde tem em sua raiz o “trupé”, que é justamente a dança e o ritmo dos pés com tamancos de madeira nos tablados, trazendo uma identidade percussiva e ancestral. As sandálias, inclusive, são feitas pelo mestre Assis Calixto. Vale destacar que Arcoverde é a terra do samba de coco e a categoria “Raízes” é inédita, tanto na premiação “Artista”, indicação do Coco Raízes e demais artistas da lista acima, como em “Lançamento”.</p>
<p dir="ltr">“É uma conquista coletiva e de comprometimento do grupo, principalmente de toda a equipe técnica do Samba de Coco Raízes de Arcoverde. Esse reconhecimento nacional é importante para a nossa continuidade, preservando sempre a memória do mestre Lula Calixto (1942-1999), com fortalecimento, valorização e resistência da cultura negra, indígena e popular de raiz”, comenta o cantor, compositor, músico, arte-educador e artesão Assis Calixto, aos 79 anos.</p>
<p dir="ltr">O cantor, compositor e produtor cultural Damião Calixto, aos 78 anos, também celebra o feito de conquistar a indicação ao prêmio em nível nacional. “A gente avança, coletivamente, enquanto grupo que faz arte popular cantando e contando histórias e também repassando saberes a partir de uma diversidade de vivências. É importante reforçar que o Samba de Coco Raízes de Arcoverde é e sempre foi um conjunto independente com uma identidade da cultura afro e dos povos originários”, acrescenta.</p>
<p dir="ltr">Neste mês de maio, o grupo recebeu oficialmente o certificado de indicação ao 32º Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira, pela categoria “Raízes” (artista). O anúncio oficial da lista com as indicações foi realizado em São Paulo, no último mês de abril, em evento no MASP (Museu de Arte de São Paulo). Foi a primeira vez que houve um encontro para a revelação dos indicados e indicadas, sendo apresentado por Lázaro Ramos, além de marcado por homenagens, apresentações inéditas e lançamento de iniciativas à classe artística.</p>
<p dir="ltr">Também em maio, Assis Calixto e Damião Calixto conquistaram o título de cidadão arcoverdense, pela Câmara Municipal de Arcoverde. Com a presença dos mestres da cultura popular, a entrega do título aconteceu no Centro de Gastronomia de Arcoverde (CGA), no último dia 09.</p>
<p dir="ltr"><strong>Trajetória familiar </strong></p>
<p dir="ltr">Desde 1992 compartilhando a arte de sambar coco, o grupo foi formado pelas famílias Calixto, Lopes e Gomes, existindo e espalhando até o hoje o legado de Lula Calixto, irmão de Assis e Damião. Eles cantam e tocam com a família, trazendo na formação Dayane Calixto (dançarina e musicista), Damares Calixto (cantora e musicista), Ilma Calixto (cantora e produtora executiva), Kell Calixto (cantor, dançarino e musicista), Black Calixto (cantor, dançarino e musicista), Iranildo Calixto (dançarino), Danilo Calixto (pandeiro), Françua Gomes (surdo), Douglas Calixto (cantor, dançarino e musicista) e Joana D’arc (cantora e musicista).</p>
<p dir="ltr">“Dentro da própria composição, temos o protagonismo e a potência das mulheres do Sertão, com Damares, Ilma, que a gente chama carinhosamente de Pecon, e Joana D’arc, a mais jovem do grupo”, destaca Dayane, dançarina que está há mais tempo na formação.</p>
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		<title>Samba de Coco Raízes de Arcoverde representa Pernambuco no Cena Nordeste do Maranhão</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 15:09:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A música do Sertão representando Pernambuco na próxima edição do Cena Nordeste. O Samba de Coco Raízes de Arcoverde estará presente na programação da próxima data do festival, marcada para os dias 5 e 6 de julho. O evento será em São Luís, Maranhão,  realizado no Canto da Cultura, Teatro João do Vale e na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110466" aria-labelledby="figcaption_attachment_110466" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/COCO.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110466" alt="Samba de Coco Raízes de Arcoverde representa Pernambuco no Cena" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/COCO-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Samba de Coco Raízes de Arcoverde representa Pernambuco no Cena</p></div>
<p dir="ltr">A música do Sertão representando Pernambuco na próxima edição do Cena Nordeste. O Samba de Coco Raízes de Arcoverde estará presente na programação da próxima data do festival, marcada para os dias 5 e 6 de julho. O evento será em São Luís, Maranhão,  realizado no Canto da Cultura, Teatro João do Vale e na Casa do Tambor de Crioula.</p>
<p>O Samba de Coco Raízes de Arcoverde foi formado oficialmente em 1992, mas suas origens remontam ao início do século 20, quando ainda em 1916, as irmãs Lopes começaram no Coco, formando décadas depois o tradicional grupo que levava o nome da família. Com o passar dos anos, muitos músicos foram incorporados ao grupo e com a junção das famílias Gomes e Lopes, somadas ao mestre Lula Calixto, é fundado o grupo que se apresentará nesta sexta-feira, às 16h30, no Teatro João do Vale.</p>
<p>As influências do grupo passam pela poesia sertaneja, misturando as culturas indígena e negra. As sonoridades são enraizadas no coco trupé, desenvolvido pelo Mestre Calixto, com sons dos pés calçados de tamancos no chão de terra, acompanhado pelo triângulo, pandeiro, surdo e ganzá. O xaxado e o samba de roda também marcam presença na cativante mistura criada pelos artistas do Sertão do Moxotó.</p>
<p>“O Cena Nordeste vem sendo uma grande vitrine da força da cultura popular pernambucana para além das fronteiras do nosso estado. E São Luís receberá uma das iniciativas mais cativantes da pluralidade de nossa música, com o Samba de Coco Raízes de Arcoverde, uma das grandes forças criativas do Sertão do Moxotó, atuando há décadas e que conquistou não só o coração do pernambucano, mas de todo o país”, afirma a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Governo de Pernambuco realiza o Encontro Estadual de Coco, na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2018 18:34:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/28-03-18-card-virtual-02-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59217" alt="28 03 18 - card virtual-02 (2)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/28-03-18-card-virtual-02-2-607x466.jpg" width="607" height="466" /></a></p>
<p>Coco de praia, coco de trupé, samba de coco, coco de roda, coco de São João. São muitas as modalidades desta batida que acontece em diversas partes de Pernambuco. O que dá a união do coco, seja por quem ou por onde seja feito, é a pisada. E o povo, claro. Coco é música e dança do povo, feita no chão, no terreiro. É com o objetivo de mostrar toda diversidade dessa cultura que anualmente o Governo de Pernambuco tem promovido o Encontro Estadual de Coco. Na edição deste ano, trinta e um grupos irão se apresentar, de sexta (6) a domingo (8), na Torre Malakoff (Bairro do Recife).</p>
<p>Para o secretário de Cultura Marcelino Granja, o coco de roda representa ainda a resistência da cultura tradicional para salvaguardar uma brincadeira que é secular em Pernambuco. “Ao Governo de Pernambuco cabe garantir a brincadeira e sua representatividade, ou seja, dar espaço para os mais diversos grupos, as mais diversas vozes e batidas, do litoral ao sertão, que estão trabalhando ao longo do ano para o fortalecimento dessa manifestação”, diz Marcelino Granja.</p>
<div id="attachment_46926" aria-labelledby="figcaption_attachment_46926" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-A-Cocada-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-46926" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-A-Cocada-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentações acontecem na área externa da Torre Malakoff</p></div>
<p>A seleção dos grupos aconteceu de forma democrática, por meio da mesma convocatória que selecionou os artistas que participaram da grade do Carnaval 2018 de Pernambuco. “Garantimos a participação de artistas de praticamente todos os estilos do coco, de todas as regiões. Temos grupos de Recife, de Olinda, de Arcoverde. O Encontro não deixa de ser ainda um mapeamento do que está sendo feito em Pernambuco dentro deste gênero tão rico que é o coco, servindo não só aos brincantes e ao público em geral, mas sendo também um recorte histórico desta brincadeira para pesquisadores que se interessarem em conhecer os representantes dos variados estilos do coco, em Pernambuco”, diz Márcia Souto, presidente da Fundarpe.</p>
<p>Márcia destaca que o evento foi construído ainda em diálogo com importantes entidades que cuidam da salvaguarda do coco, a exemplo da União Olindense do Coco de Roda Pernambucano, comanda por Mestre Pacheco Cantador, que reúne hoje vinte e três grupos de coco do Recife, Olinda e Cabo. “Esse encontro nasceu em Olinda e depois se ampliou para ser de todo estado. Para a cena do coco é uma conquista muito importante ter o reconhecimento do Governo, que passa a entender que essa é uma música do povão. Você vê a identificação do povo com o coco, uma música popular, que todo mundo canta”, diz Pacheco.</p>
<div id="attachment_46924" aria-labelledby="figcaption_attachment_46924" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-Coco-do-Pneu-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-46924" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-Coco-do-Pneu-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Coco do Pneu também compõe a programação</p></div>
<p>Segundo o artista, uma das preocupações dos grupos que fazem coco hoje no estado é que as sambadas sejam mantidas ao longo do ano, e não apenas no Carnaval. Para ele, o Encontro contribui para a organização dos grupos, e incentiva que eles mantenham suas atividades em outras épocas. “A grande maioria dos grupos desse encontro já tem essa força de não esperar só os eventos para manter a tradição nas suas comunidades”, diz o artista e produtor.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>ENCONTRO ESTADUAL DE COCO 2018</strong><br />
<strong>QUANDO:</strong> Sexta-feira (6), sábado (7) e domingo (08), a partir das 17h<br />
<strong>ONDE:</strong> Torre Malakoff (Praça do Arsenal, Bairro do Recife)<br />
Entrada gratuita</p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></span></p>
<p><strong>SEXTA-FEIRA (6)</strong><br />
17h &#8211; Grupo de Coco Infantil Sabrina do Coco<br />
17h30 &#8211; Grupo Cultural Indígena Fetxhá<br />
18h &#8211; As Netas de Selma do Coco<br />
18h30 &#8211; Coco Vermelho<br />
19h &#8211; Coco de Praia<br />
19h30 &#8211; Coco do Mestre Zezinho<br />
20h &#8211; Coco de Pneu<br />
20h30 &#8211; Coco Chinelo de Ia Ia<br />
21h &#8211; Mestre Jujuba do Coco<br />
21h30 &#8211; Dona Del do Coco</p>
<p><strong>SÁBADO (7)</strong><br />
17h &#8211; As Filhas do Coco<br />
17h30 &#8211; Mestre Beto Santos e Coco Pé no Chão<br />
18h &#8211; Coco do Mestre Juarez<br />
18h30 &#8211; Gervásio do Coco<br />
19h &#8211; Grupo Pedagogia do Coco<br />
19h30 &#8211; Coco de Pontezinha<br />
20h &#8211; Grupo Coco de Fulô<br />
20h30 &#8211; Samba de Coco das Irmãs Lopes<br />
21h &#8211; O Coco é a Resposta<br />
21h30 &#8211; Adiel Luna</p>
<p><strong>DOMINGO (8)</strong><br />
16h30 &#8211; Grupo de Coco Raízes<br />
17h &#8211; Coco de Roda Raio de Luz<br />
17h30 &#8211; Coco de Roda Popular de Fortaleza<br />
18h &#8211; Coco de Seu Mané<br />
18h30 &#8211; Coco de Roda Panela de Barro<br />
19h &#8211; Batuque das Morenas<br />
19h30 &#8211; Arnaldo do Coco<br />
20h &#8211; Pacheco Cantador<br />
20h30 &#8211; Mano de Baé<br />
21h &#8211; Cila do Coco<br />
21h30 &#8211; Coco do Amaro Branco</p>
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		<title>Coco Raízes de Arcoverde faz show no Recife nesta sexta-feira (19)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coco-raizes-de-arcoverde-lancara-faixas-do-novo-cd-nesta-sexta-feira-19/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2014 12:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[“A Caravana Não Morreu”]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roberto Moraes Filho O Samba de Coco Raízes de Arcoverde realiza neste sexta-feira (19), a partir das 21h30, na Praça do Arsenal, Bairro do Recife, o show “A Caravana Não Morreu”. Durante a apresentação, que é aberta ao público, serão lançadas as faixas “Andrelina”, “Seu Zé” e “Salve Deus”, compostas para o novo álbum [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Coco-Raizes-de-Arcoverde-Costa-Neto.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18517" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Coco-Raizes-de-Arcoverde-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Roberto Moraes Filho</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Samba de Coco Raízes de Arcoverde realiza neste sexta-feira (19), a partir das 21h30, na Praça do Arsenal, Bairro do Recife, o show “A Caravana Não Morreu”. Durante a apresentação, que é aberta ao público, serão lançadas as faixas “Andrelina”, “Seu Zé” e “Salve Deus”, compostas para o novo álbum do grupo, previsto para ser lançado no 2º semestre de 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a integrante Iran Calixto, o show reunirá sucessos dos três primeiros álbuns e já inicia os preparativos em torno da nova fase musical do grupo. “O trabalho foi produzido por Maga Bo e DJ Américo, trazendo muito coco trupe e folguedos de roda”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">Formado no ano de 1992, na cidade de Arcoverde, o grupo possui como trabalhos musicais já gravados, os álbuns “Samba de Coco Raízes de Arcoverde” (2002), “Godê Pavão” (2004) e “A Caravana Não Morreu” (2011).</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<em><strong>Show “A Caravana Não Morreu”, do Samba de Coco Raízes de Arcoverde</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sexta-feira, 19 de dezembro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 21h30<br />
<strong>Local:</strong> Praça do Arsenal, no Bairro do Recife<br />
<em>Evento aberto ao público</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Figurino do coco vira assunto em praça de Arcoverde</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/figurino-do-coco-vira-assunto-em-praca-de-arcoverde/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Apr 2013 06:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[“A moda comentando o coco”]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (19), o público do FPNC viveu uma experiência atípica sobre o coco, expressão cultural tradicional de Arcoverde. Em uma ação intitulada “A moda comentando o coco”, a produtora e figurinista, Jéssica Tavares, comentou roupas usadas pelos grupos de Samba de Coco Raízes e Coco Trupé, ambos de Arcoverde. Partindo do entendimento de que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4956" aria-labelledby="figcaption_attachment_4956" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8663416201_0c5de1c0fa_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4956" alt="O figurino do coco foi tema de ação de design e moda na Praça da Bandeira, em Arcoverde. Foto: Costa Neto" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8663416201_0c5de1c0fa_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O figurino do coco foi tema de ação de design e moda na Praça da Bandeira, em Arcoverde. Foto: Costa Neto</p></div>
<p>Nesta sexta-feira (19), o público do FPNC viveu uma experiência atípica sobre o coco, expressão cultural tradicional de Arcoverde. Em uma ação intitulada “A moda comentando o coco”, a produtora e figurinista, Jéssica Tavares, comentou roupas usadas pelos grupos de Samba de Coco Raízes e Coco Trupé, ambos de Arcoverde.</p>
<p>Partindo do entendimento de que a manifestação de cultura popular é também uma forma de representação cênica que se manifesta através da dança, Jéssica falou sobre a função do figurino na composição dos personagens, sobre o quanto podem representar costumes e hábitos de um determinado momento histórico. A análise, feita a partir das cores, dos cortes, das modelagens e dos estilos de cada figurino, foi feita propondo um diálogo com a história de cada um dos grupos.</p>
<p>De acordo com a produtora de moda, “as diferenças entre os tipos de roupa podem ser percebidas nas cores, no uso ou não do tecido sintético, que facilita a limpeza e custa menos, por exemplo”. Maria José, integrante do Coco Trupé, conta que “é sempre bom fazer os figurinos do grupo, invento na hora e sempre busco fazer coisas novas”, mas também alerta: “os babados dos vestidos tem que ser sempre da cor da calça dos homens”.</p>
<p>Tanto o Coco Raízes como o Trupé já estão trabalhando nos figurinos para os festejos juninos. Ao final da ação, Jéssica prometeu colaborar com ideias para as novas roupas: “É muito interessante essa troca de conhecimentos, quem faz moda costuma ter uma visão mais técnica, mas vou trazer elementos com os quais tenho prática e aproximá-los aos estilos dos grupos da região”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Coco e blocos líricos despedem-se do Palco Cultura Popular</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jul 2012 19:58:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Samba de Coco Raízes de Arcoverde e o projeto Flabelos Cantantes animam o último dia do Fig O Palco Cultura Popular do Festival de Inverno de Garanhuns se despede com a pluralidade dos ritmos pernambucanos. A partir das 11h, no Largo do Colunata, na Avenida Santo Antônio, no centro da cidade, se apresentam o grupo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Samba de Coco Raízes de Arcoverde e o projeto Flabelos Cantantes animam o último dia do Fig</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">O Palco Cultura Popular do Festival de Inverno de Garanhuns se despede com a pluralidade dos ritmos pernambucanos. A partir das 11h, no Largo do Colunata, na Avenida Santo Antônio, no centro da cidade, se apresentam o grupo indígena Fulni-ô, o Grupo Nossa Arte, o Cavalo Marinho Boi Pintado, o Clube Carnavalesco Marim dos Caetés, o Maracatu de Baque Solto Burra Vencedora de Lagoa do Carro. No fim da tarde,  é a vez do Samba de Coco Raízes de Arcoverde e do encontro de blocos líricos, no projeto Flabelos Cantantes.<br />
Direto do Sertão do Moxotó, o consagrado coco de Arcoverde traz a mistura das culturas afro e indígena para o seu trupé. Formado em 1992, o grupo tem na bagagem duas décadas de turnês em países como França, Itália e Bélgica.</p>
<div id="attachment_6202" aria-labelledby="figcaption_attachment_6202" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-21.jpg"><img class="size-medium wp-image-6202" alt="Direto do Sertão do Moxotó, Raízes de Arcoverde mostra seu trupé. (Foto: Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-21-607x454.jpg" width="607" height="454" /></a><p class="wp-caption-text">Direto do Sertão do Moxotó, Raízes de Arcoverde mostra seu trupé. (Foto: Divulgação)</p></div>
<p dir="ltr">A sonoridade percussiva do Samba de Coco Raízes de Arcoverde é acompanhada pela dança rápida com fortes batidas dos pés no chão dos dançarinos. Para a apresentação de Garanhuns, às 16h40, o grupo trará o repertório dos três cds gravados.</p>
<p>Os blocos líricos serão a última atração do palco, com a quarta edição do projeto de Flabelos Cantantes. O cortejo conta com 600 integrantes de doze blocos líricos do Recife, Olinda, Camaragibe e Paulista: Bloco Flor da Lira de Olinda, Um Bloco em Poesia, Amantes das Flores, Flor do Eucalipto, Cordas e Retalhos, Eu Quero Mais, Banhistas do Pina, Menestréis do Paulista, Feresteiro de Salgadinho, Bloco das Ilusões, Bloco Sintazul e Bloco das Flores.</p>
<p dir="ltr">A saída está marcada para às 16h, da Praça Souto Filho (Praça da Fonte), e segue cantando pelas ruas Cleto Campelo, Tobias Barreto e Treze de Maio até a apoteose no Palco Cultura Popular às 17h40. Palco Cultura Popular (sábado, 21/7)</p>
<p dir="ltr">11h Grupo indígena Fulni-ô</p>
<p dir="ltr">12h Grupo Nossa Arte</p>
<p dir="ltr">13h20 Cavalo Marinho Boi Pintado</p>
<p dir="ltr">14h20 Clube Carnavalesco Marim dos Caetés</p>
<p dir="ltr">15h40 Maracatu de Baque Solto Burra Vencedora de Lagoa do Carro</p>
<p dir="ltr">16h40 Coco Raízes de Arcoverde</p>
<p dir="ltr">17h40 Encontro de Blocos Líricos</p>
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		<title>Forró, verso e cantoria em Belmonte</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 17:05:23 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Santanna, Assisão, Pedro Carvalho e a Mazurca de Mãe Coca foram as atrações da quinta (24/5)</em></p>
<div id="attachment_7471" aria-labelledby="figcaption_attachment_7471" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7270045618_928b71f10d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7471" alt="Show de Assisão sacudiu o público (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7270045618_928b71f10d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Show de Assisão sacudiu o público (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por Cirlene Leite</p>
<p>Um grande palhoção de terra batida, com acabamento em taipa e barro, lembra uma paisagem típica dos terreiros dos sítios em épocas juninas. É assim o Espaço Cultural Belo Monte, local da abertura da programação de shows do Festival Pernambuco Nação Cultural, em São José do Belmonte, na noite desta quinta-feira (24/5). E para abrir a festa, nada mais tradicional que a Mazurca de Mãe Coca, completando o cenário típico do interior nordestino, bem ao gosto da nossa gente.</p>
<p>A cantoria do compositor e poeta Maviael Melo foi a segunda atração da noite. Alternando versos com músicas, o sertanejo de Iguaraci, radicado em Salvador (BA), faz da poesia de cordel e da cantoria o seu ofício, seja nos palcos ou nas salas de aula. Maviael realiza um trabalho de difusão do cordel para mais de 600 alunos da rede pública de ensino em quatro cidades da Bahia (Amargosa, Itiruçu, Santa Maria da Vitória e Juazeiro), além de Petrolina (PE), sua segunda casa. “Até hoje meu endereço para correspondência é a casa da minha mãe em Petrolina. É pra lá que eu sempre volto”, confessa ele. Os alunos das oficinas de cordel já publicaram 2 livros, um orgulho para o poeta-professor. “Sou de uma família de poetas. Avô, pai, todos nós temos a poesia no sangue e poder divulgar o cordel em uma terra onde pouco se fala em poesia, é muito importante para a preservação da nossa cultura. Meus shows em Salvador trazem esse diferencial e agradam”. Em Belmonte, claro, o show também agradou.</p>
<p>E o que dizer de Assisão? Quando o fole da sanfona, o triângulo e a zabumba começaram a tocar, ai, ai, ai… Casais disputavam espaços no piso de saibro que levantava poeira. Os shows de Assisão são sempre assim: a gente se imagina em um grande “arrraiá”, participando de uma quadrilha matuta. Ninguém se espantaria se, a qualquer momento, um puxador pudesse pedir: “Cavalheiros, segurem suas damas!”. Mas o que deu pra ouvir mesmo foi um grito solto no salão: “Eita lapa de galego arretado!”. Assisão, no alto dos seus 1,80m, cabelos louros e cacheados, “coloca mais lenha na fogueira”, aperta o ritmo e não deixa ninguém ficar parado.</p>
<p><strong> Cantador</strong></p>
<div id="attachment_7472" aria-labelledby="figcaption_attachment_7472" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7270082926_b59d7960c2_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7472" alt="Santanna (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7270082926_b59d7960c2_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Santanna (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<div>
<p>Com um show mais romântico, Santanna, o cantador, apresentou grandes sucessos da sua carreira e músicas do seu novo CD “Xoteamar” .”Ele já está na praça, mas somente quando tocar nas rádios e pegar de vez, aí é que vou pensar em lançar”, brincou o cantor.</p>
<p>A entrada em cena no inicio do show foi triunfal. Santanna começou a cantar ainda nos bastidores, caminhando em direção ao palco, para só depois aparecer para o público, que foi ao delírio. Aliás, o tempo todo as pessoas cantaram letras como de “Ana Maria” e “Tamborete de forró”, fazendo dueto com o cantor. Definitivamente, deram certo as orações que Santanna e todo o seu <em>staff</em>  de músicos e auxiliares fizeram antes de começar o show. Da mesma forma que um time de futebol, eles se abraçaram e pediram paz, sucesso e ainda agradeceram os bons fluidos da chuva fina que caía lá fora. Tudo abençoado por Deus, a água do céu que Belmonte não via há pelo menos um ano e o animado show de Santanna na cidade.</p>
<p>“Esse festival dá essa possibilidade de ‘ajuntar’ gente das cidades vizinhas daqui da região pra mostrar nossa arte. É uma revolução cultural, na medida em que respeita a vocação de cada lugar, valorizando sua cultura”, concluiu o forrozeiro.</p>
<p>O cantor Pedro Carvalho, natural de Tacaratu (PE), confirmou as palavras do cantador Santanna e encerrou a primeira noite de shows em Belmonte com muito forró pé-de-serra no palhoção. São 12 anos de estrada divididos entre Pernambuco e a Paraíba, onde ele é policial civil concursado. Pedro já tem cinco CDs gravados e outro na “boca do forno” para lançar no São João deste ano. A julgar pela trajetória musical, Pedro Carvalho consegue conciliar muito bem as suas duas funções na vida: “prender” ladrões e “soltar” a voz.</p>
<p><strong>Palco Nação Cultural</strong></p>
<p>Na noite de hoje tem mais shows abertos ao público em Belmonte, desta vez no Palco Nação Cultural, no Estádio O Carvalhão. A partir das 21h, sobem ao palco o Samba de Coco Raízes de Arcoverde, Ancheita Dali, Quinteto Violado e Gerlane Lops. É a noite da multiculturalidade que marca o Festival Pernambuco Nação Cultural.</p>
</div>
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		<title>Forrozeiros sacodem Belmonte a partir de hoje</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 18:05:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Santanna e Assisão estão na programação desta quinta (24/5) na cidade</em></p>
<div id="attachment_7515" aria-labelledby="figcaption_attachment_7515" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Santanna-O-Cantador-Foto-Oficial.jpg"><img class="size-medium wp-image-7515" alt="Santanna mescla sucessos antigos com seu novo CD &quot;Xotemar&quot; (Foto: Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Santanna-O-Cantador-Foto-Oficial-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Santanna mescla sucessos antigos com seu novo CD &#8220;Xotemar&#8221; (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>A partir desta quinta-feira (24/5), o Sertão Central vai receber mais de 25 atrações nos palcos montados em São José do Belmonte e em Salgueiro pelo Festival Pernambuco Nação Cultural. Abrindo a programação do primeiro município, no Palco Espaço Cultural Belo Monte, se apresentam hoje Mazurca de Mãe Coca, Maviael Melo, Assisão, Santanna e Pedro Carvalho. Os shows começam às 21h.</p>
<p>Principal atração da noite, Santanna promete misturar seus sucessos, como “Ana Maria” e “Tamborete de forró”, a músicas do seu novíssimo CD “Xotemar”, lançado ontem (23/5) nas lojas.  O forrozeiro ainda garante um bloco só com músicas do Rei do Baião, que se estivesse vivo, completaria 100 anos este ano. “Eu quero que todo mundo vá com interesse de dançar forró. Se a vida é a arte dos encontros, o forró é a arte dos abraços”, diz o forrozeiro, convidando os moradores de Belmonte para a festa.  “É um show para toda a família. Minha proposta hoje é que as pessoas saiam mais felizes”, completa.</p>
<p>No dia seguinte (25/5), os shows de Belmonte serão no Estádio Carvalhão, onde está sendo montado o Palco Nação Cultural. No local, a programação da noite vai de Samba de Coco Raízes de Arcoverde, Anchieta Dali, Quinteto Violado e Gerlane Lops. No dia seguinte, o palco reverencia o centenário de Luiz Gonzaga, com Coco de Umbigada, Quarteto Olinda, Alcymar Monteiro e Waldonys. É forró de doer na canela.</p>
<p>Todos os shows são abertos ao público.</p>
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