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	<title>Portal Cultura PE &#187; samba de coco</title>
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		<title>Mestra Ana Lúcia leva a força e a poesia das tradições do coco e da cultura popular pernambucana a Portugal</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 12:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Lúcia Nunes da Silva, a Mestra Ana Lúcia, é coquista de roda, líder do pastoril Estrela de Belém e do Acorda Povo, é também Patrimônio Vivo de Pernambuco, e aos 81 anos se prepara para viajar pela primeira vez ao exterior para mostrar seu repertório e trocar experiências com outros artistas. A partir de 13 de agosto, o projeto “Todo o Mundo Tem um Amor” promove uma série de ações em Portugal, com a mestra e alguns integrantes de seus dois grupos, Raízes do Coco e Estrelinhas do Coco, incluindo shows, oficina e residência artística. A iniciativa conta com o incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura de Pernambuco e Governo de Pernambuco.</p>
<p>Discípula de Dona Jovelina, uma das grandes referências do coco em Pernambuco, ela também aprendeu desde cedo com o pai, Severino Nunes, a complexidade da dedicação às manifestações criadas e mantidas pelo povo. No Alto do Sarapião, ao lado do Farol de Olinda, no bairro do Amaro Branco, onde vive desde o nascimento, a dedicação à cultura popular é um exercício diário para a Mestra Ana Lúcia, que já está nos preparativos para a viagem além-mar.</p>
<p>Há décadas, é ela quem transmite esses ensinamentos para novas gerações, perpetuando a potência das tradições que carregam histórias formativas da identidade do povo pernambucano, principalmente de raízes afro-brasileiras e indígenas. “Todo o Mundo Tem um Amor”, projeto que leva o nome de uma de suas músicas, amplia o alcance da transmissão de seus conhecimentos e vivências para outras culturas o que, segundo ela, é uma felicidade, pois perpetua um legado que se expressa na música, no corpo e na oralidade. Com a mestra viajam sua filha Totoca e seus netos Cintia e Matheus, e ainda Simeia e Tito. Eles representam dois grupos capitaneados por ela, o Raízes do Coco e o Estrelinhas do Coco.</p>
<p>“É uma alegria muito grande para mim poder, aos 81 anos, me apresentar pela primeira vez em outro país. Quero levar a bandeira de Pernambuco da forma que sempre fiz: com sinceridade e orgulho da nossa cultura. É um reconhecimento importante depois de tantos anos de trabalho e dedicação. No final das contas, é o amor pela cultura que me move, assim como também movia minha mãe, meu pai e meus avós”, afirma a mestra.</p>
<p>Sua jornada por Portugal começa no dia 13 de agosto, na cidade do Porto, com uma residência artística com o Coco dos Quatro Cantos, formado em 2024 por brincantes de coco de roda de diferentes cantos do mundo. Edvandro Santos, que é do Rio de Janeiro, mas vive no Porto, onde integra o grupo de caráter internacional e agregador, reforça a importância do encontro com o ícone da cultura pernambucana. A iniciativa busca reforçar o repasse geracional proposto pelo projeto, com a mestra compartilhando os aspectos do coco de roda e de suas experiências.</p>
<p>“Nosso principal objetivo como grupo é fazer coco na sua essência, trazer à Europa o brinquedo e o motivo dele ser tão importante para a cultura brasileira, levantando o estandarte dos mestres e mestras. A vinda da Mestra Ana Lúcia é, antes de tudo, uma honra muito grande. Estamos muito felizes por poder dar esse passo de mostrar aos europeus quem é a mestra e também que a nossa geração reconhece a sua importância. A expectativa é ouvi-la, conversar, entender, aprender. Alegria, honra e gratidão definem o que sentimos”, pontua Edvandro, que irá se juntar ao grupo da mestra durante toda a turnê.</p>
<p>“Para ser mestre, você precisa ter alunos. E, graças a Deus, eu tive muitos e continuo tendo. Formei muita gente e isso me orgulha. Já estou na quarta geração, ensinando até às netas das minhas pastoras. O coco, o pastoril, o Acorda Povo, tudo isso é motivo para a gente se alegrar. Também trabalhei com teatro, o que mostra que a gente pode dialogar com muita gente, com muitas artes”, reforça a mestra.</p>
<p>Após as trocas com o Coco dos Quatro Cantos, a mestra e os artistas pernambucanos se juntam ao grupo internacional para um show no Terra Solta, uma quinta pedagógica localizada atrás de uma estação de trem, no centro da cidade, com palco ao ar livre.</p>
<p>No dia 14 de agosto, Ana Lúcia segue para Coimbra, onde se apresenta no Salão Brazil do Jazz ao Centro Clube, com músicas dos repertórios do Raízes do Coco e Estrelinhas do Coco. Posteriormente será exibido o filme “A Rua é Nossa &#8211; Acorda Povo da Mestra Ana Lúcia”, dirigido por Rui Mendonça e Zé Diniz, lançado em 2024 e que registra essa procissão festiva marcada pelo sincretismo religioso de tradições afro-brasileiras e católicas, que toma conta das ruas do bairro do Amaro Branco durante o período junino.</p>
<p>O encerramento da turnê acontecerá em Reguengos de Monsaraz, onde a Mestra Ana Lúcia promoverá uma oficina de Dança e Oralidade, além de se apresentar no 25º Festival Andanças. O festival, que acontece dentro de um contexto de sustentabilidade ambiental, celebra grupos e mestres de cultura popular de vários lugares do mundo, a partir da compreensão de que a música e a dança são ferramentas de aprendizagem e intercâmbio entre gerações, saberes e culturas.<br />
<strong>Registros e diálogos</strong></p>
<p>Durante toda a turnê, serão realizados registros audiovisuais que, posteriormente, darão origem a um filme. Esta obra audiovisual com as vivências em Portugal será exibida em cinco escolas públicas de Pernambuco, com a presença da Mestra Ana Lúcia e dos integrantes do Estrelinhas do Coco. A proposta é, também através dessas gravações, contribuir com a salvaguarda e a difusão do patrimônio cultural imaterial de Pernambuco, celebrando ainda a força das artistas mulheres, representadas pela mestra.</p>
<p>O projeto “Todo Mundo Tem um Amor” é uma realização da Buruçu, que já promoveu outras iniciativas de difusão internacional da cultura pernambucana, como o &#8220;Meu Balão Vai Voar em Portugal&#8221;, que levou Mestre Barachinha e o Maracatu Estrela de Tracunhaém ao país europeu, e “PE em Moçambique”, intercâmbio do Coco Raízes de Arcoverde com artistas moçambicanos.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Projeto “Todo o Mundo Tem um Amor”, com Mestra Ana Lúcia</p>
<p>Período: de 13 a 26 de agosto de 2025, em Portugal</p>
<p>13/08 &#8211; Residência artística e Show com Coco dos Quatro Cantos, no Terra Solta, Porto</p>
<p>14/08 &#8211; Show e Exibição do filme “A Rua é Nossa &#8211; Acorda Povo da Mestra Ana Lúcia”, no Salão Brazil do JACC &#8211; Jazz ao Centro Clube, Coimbra</p>
<p>16/08 &#8211; Oficina de Dança e Oralidade e Show, no 25º Festival Andanças, em Reguengos de Monsaraz</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mestra Severina Lopes lança álbum Flor da Aurora</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 18:22:26 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/feed.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115248" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/feed-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>A mestra Severina Lopes realiza, no próximo dia 29 de dezembro, a mostra presencial do álbum <em>Flor da Aurora</em>. Sonhado há muito tempo, o projeto visa divulgar seu trabalho como artista solo indo além do universo do samba de coco. O projeto conta com o incentivo da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p>O álbum possui dez faixas, entre canções autorais e peças de domínio público, que estarão disponíveis gratuitamente em todas as plataformas digitais de streaming, como Deezer, Spotify, YouTube e Soundcloud, a partir do dia 10 de janeiro de 2025.</p>
<p>O título <em>Flor da Aurora</em> foi escolhido pela própria artista por seu significado, “flor que renasce a cada manhã”, uma alusão ao poder do renascimento pessoal que a mestra vivencia diariamente.</p>
<p>O lançamento ocorre na Praça da Cohab 1, a partir das 17h, e conta com apresentações de Mestra Severina Lopes e Banda, além da cantora Fernanda Luz, Banda de Pífanos Santa Luzia e de Maycon Nazário, entre outros. O evento também promove acessibilidade comunicacional com intérpretes de libras.</p>
<p><strong>A MESTRA -</strong> A história de Severina Lopes é marcada por forte influência familiar, uma vez que sua família é reverenciada como precursora do samba de coco no município de Arcoverde (Sertão). Desde os 7 anos de idade ela já cantarolava coco, pastoril, ciranda, samba, benditos, reisado e toadas.</p>
<p>Seu canto brejeiro e rouco tem uma sutileza singular e dá vida aos sentimentos descritos em suas composições. Severina é prestigiada pelo público que se identifica com o coco e por sua contribuição à difusão do ritmo pelo mundo.</p>
<p>A mestra ainda vai além do rótulo de coquista, autointitulando-se cantora popular brasileira e ampliando seu impacto no cenário cultural.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Coordenadora e cantora: Mestra Severina Lopes<br />
Diretora artística e produtora executiva: Amanda Lopes<br />
Produtor musical: Bruno Moraes<br />
Assistente de produção: Werner Lopes<br />
Arte: Taylla Alves<br />
Fotografia: Kaian Alves<br />
Participações especiais: Fernanda Luz, Alberone Padilha, Delegado do Pífano, Orlando Melo, Felipe Moraes, Diogo Castro, Givaneide Gomes e Renata Cordeiro</p>
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		<title>Torre Malakoff recebe exposição Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 14:18:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Alguém já definiu com propriedade que fotografar é congelar o tempo e preservar memórias. Gratificante no nosso caminhar do dia a dia, portanto, gerar lembranças e com elas contar nossas histórias. A Fundação Terra e a coordenação do curso de fotografia da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) uniram-se, nessa perspectiva, em torno da exposição fotográfica [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113696" aria-labelledby="figcaption_attachment_113696" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pedro Henrique Torquato/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Foto-de-Pedro-Henrique-Torquato.jpg"><img class="size-medium wp-image-113696" alt="Pedro Henrique Torquato/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Foto-de-Pedro-Henrique-Torquato-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Manifestações culturais envolvem jovens e adultos no fortalecimento da identidade local</p></div>
<p>Alguém já definiu com propriedade que fotografar é congelar o tempo e preservar memórias. Gratificante no nosso caminhar do dia a dia, portanto, gerar lembranças e com elas contar nossas histórias. A Fundação Terra e a coordenação do curso de fotografia da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) uniram-se, nessa perspectiva, em torno da exposição fotográfica Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade para revelar os feitos da Instituição fincada em Arcoverde, Sertão de Pernambuco que tem promovido nas últimas quatro décadas o essencial serviço que é cuidar do próximo, sobretudo no amparo irrestrito aos mais vulneráveis.</p>
<p>“Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade vai além de uma mostra de fotos: é um convite para sentir, para se emocionar, para enxergar que, por trás de cada rosto, de cada sorriso, há uma história de superação e amor”, destaca a fotógrafa Renata Victor, curadora da mostra.</p>
<p>Com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), a mostra ocupa a Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife) até o dia 27 de outubro. A visitação é gratuita, de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e aos domingos, das 14h às 18h. Além da Unicap, a mostra tem patrocínio de Arcádia e Rei dos Acessórios.</p>
<p>Ao longo de sua permanência, a mostra conta com uma agenda cultural paralela, o que retrata a preocupação e o apoio da Fundação Terra também para com a preservação das nossas manifestações culturais. Nesta quinta-feira (3), das 10h às 12h, é realizada mais uma edição do Curso de Fotografia para Celular, com a fotógrafa Gisele Carvallo; no dia 10, no mesmo horário, ocorre a palestra Promoção Social na Fundação Terra, com Christiane Casal, coordenadora do Setor Social da Fundação; no dia 17, também das 10h às 12h, acontece a Oficina de Produção de Fuxico, com as Mulheres Grupo Artes da Terra apoiadas pela instituição; e no dia 27, das 15h às 17h, há a Oficina Samba de Coco, com arte-educadores da Fundação Terra.</p>
<p>“A exposição celebra 40 anos de solidariedade retratando, por meio de 40 imagens, o cotidiano das nossas atividades nas áreas de saúde, educação e ação social. As fotos capturadas por talentosos autores refletem com sensibilidade o impacto do trabalho da Fundação Terra. Esperamos que essa mostra inspire e permita a quem a visita um vislumbre do que foi construído ao longo dessas quatro décadas de serviços aos mais necessitados&#8221;, diz a presidente da Fundação, Ana Bretas de Vasconcellos.</p>
<p>A iniciativa expõe imagens do conjunto de mais de 200 fotos registradas pelos inscritos em concurso realizado pela instituição, juntamente com o curso de fotografia da Unicap, em etapa anterior à mostra. São registros de profissionais ou não, feitos por quem ama a arte de fotografar. “Cada fotografia revela uma história de luta, superação e esperança que renasce”, lembra Renata Victor, que também é coordenadora do curso da Unicap e uma das idealizadoras do projeto envolvendo concurso e exposição.</p>
<p>Integram a mostra 16 autores: Afonso Gutemberg, Américo Nunes, Arthur Botelho, Claudia Dalla Nora, Eulália Giles, Jacira Nascimento, Kalan Alves, Laura Cavalcanti, Luciana Dantas, Noélia Brito, Pedro H. Torquato, Roberta Tavares, Silvana Andrade, Thayná Virgínio, Valkíria Santos e Zarela Dias. A seleção das imagens foi feita por um júri composto pela presidente da Fundação Terra, Ana Flávia Bretas; os fotógrafos Thiago Medeiros, Renata Victor e Mariangela Chiari, que também é artista plástica, além da cerimonialista Tatiana Marques.</p>
<p>“Ao chegar na Torre Malakoff o visitante é envolvido por obras distribuídas em duas salas: uma dedicada aos projetos sociais e a outra à saúde e educação. Por meio das imagens as pessoas vislumbram atos de amor, trabalho árduo e dedicação. A Fundação Terra é isso: feita por pessoas que acreditam no poder do cuidado, que todos os dias escolhem mudar o mundo a seu redor. Cada foto é um fragmento dessa missão silenciosa e incansável, que transforma o impossível em realidade”, define Renata Victor.</p>
<p><strong>EDUCAÇÃO, SAÚDE E AÇÕES SOCIAIS -</strong> A educação gratuita e de qualidade é o alicerce da Fundação Terra, que atende mais de 900 crianças em suas duas escolas. Segundo Silvia Julião, coordenadora da área, além do currículo tradicional os alunos têm a oportunidade de participar de projetos inovadores, como robótica, informática e aulas de idiomas, incluindo inglês e francês.</p>
<p>Na sala que retrata o segmento, a exposição conta com objetos que simbolizam o compromisso com a formação integral das crianças: quimono, cordão de autismo, representando a inclusão na educação, medalhas conquistadas em competições de robótica, desenhos criativo e um poema especial escrito pelos estudantes em celebração aos 40 anos da Fundação. Uma pequena mesa com um prato simboliza o compromisso da instituição de garantir tanto a educação quanto a alimentação para as crianças. Um instrumento musical remete à Orquestra Sons da Terra, formada pelos alunos. Essa composição traz à mostra o clima de esperança e dedicação que permeia a atuação da Fundação no campo da educação.</p>
<p>Com relação a seu Setor Social, a Fundação vai além da promoção assistencial, facilitando iniciativas que valorizam a cultura local e abordam a importância da segurança alimentar para as famílias que assiste. A exposição mostra essa potencialidade, por meio das imagens, com foco na diversidade de serviços e projetos e a força da promoção social. O visitante é tocado pela intensidade dos projetos culturais, ancorados nas linguagens e manifestações do samba de coco, do maracatu e do boi, que envolvem jovens e adultos no fortalecimento da identidade local. Também conhece a arte das mulheres e o artesanato que impulsionam a geração de renda transformando suas vidas e contribuindo para seu processo de autonomia e empoderamento.</p>
<p>“Os projetos de base territorial, a exemplo dos Quintais Produtivos, são exemplos de incentivo e fortalecimento do desenvolvimento comunitário, com base na segurança alimentar e geração de renda, a partir da sustentabilidade e convivência com o semiárido”, lembra Chistiane Casal, coordenadora do Setor Social. Ela destaca ainda o Lar Domus Christi, com seu acolhimento integral a idosos em situação de vulnerabilidade. As imagens falam por si, transmitindo carinho e proteção no cuidado diário e mostrando o envelhecer com altivez, com os idosos também produzindo arte e cultura. “A exposição também revela as pinturas feitas por eles. É uma mostra dessa celebração do poder transformador da comunidade, com a Fundação Terra resgatando a dignidade e abrindo portas para o desenvolvimento sustentável e inclusivo.&#8221;</p>
<p>A Fundação desempenha ainda um papel crucial na área da saúde por meio do Centro Especializado em Reabilitação Mens Sana (CER-IV), que atende pacientes de 35 municípios oferecendo reabilitação física, auditiva, visual e intelectual. Com mais de 120 mil procedimentos anuais, o centro é um pilar de acolhimento e recuperação, promovendo inclusão e dignidade para pessoas com deficiência.</p>
<p>“Dez fotografias da mostra capturam a essência do Mens Sana. Bilhetes emocionantes escritos por pacientes cujas vidas foram transformadas pelo cuidado recebido podem ser lidos pelos visitantes. As mensagens, repletas de gratidão e histórias de superação, estão disponíveis criando um diálogo direto entre quem chega à exposição e aqueles que foram beneficiados pelo centro”, destaca Liege Nogueira, coordenadora de Saúde da Instituição. “Um ambiente sonoro oferece também depoimentos de pacientes e profissionais do Centro de Reabilitação permitindo que as pessoas ouçam como o trabalho da Fundação tem sido capaz de devolver autonomia, esperança e qualidade de vida a tantos pacientes”, reflete.</p>
<p>A exposição fotográfica Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade também movimenta outro espaço especial, onde cada visitante tem a oportunidade de se conectar diretamente com as crianças, jovens ou idosos atendidos pela instituição em Arcoverde. Cada um deles escreveu, com muito carinho, um recadinho especial. Os que forem conhecer mais sobre o trabalho da Fundação vão poder também mandar suas mensagens para eles. Cada recadinho carinhoso muito acrescentará a essa corrente de solidariedade, afeto e esperança.</p>
<p>A instituição aproveita ainda este momento de celebração com a mostra para promover reflexão sobre a importância e dificuldades nas realizações de seus trabalhos, incentivando a prática das doações que muito faz a diferença na ampliação dos projetos que impactam milhares de vidas. Para contribuir, os visitantes da exposição podem escanear o QR code disponibilizado na mostra e realizar sua doação de forma rápida e segura.</p>
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		<title>Nas batidas aceleradas do coração, coco de roda, samba e pagode, festival já deixa saudade</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 21:13:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O coração já estava batendo de saudade quando o público começou a chegar na última noite do Festival Pernambuco Meu País 2024, em Buíque (Agreste), oitava etapa do evento. É claro que não poderia terminar de outra forma que não fosse ao som de uma batucada. Apenas uma não, várias. No polo que dá nome [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O coração já estava batendo de saudade quando o público começou a chegar na última noite do Festival Pernambuco Meu País 2024, em Buíque (Agreste), oitava etapa do evento. É claro que não poderia terminar de outra forma que não fosse ao som de uma batucada. Apenas uma não, várias. No polo que dá nome ao festival, subiram o Samba de Coco Raízes de Arcoverde, o grupo de pagode Sem Compromisso (SP), o sambista Dudu Nobre (RJ) e a banda Psirico (BA) para animar uma Praça de Eventos que acabou a noite praticamente lotada.</p>
<p>Apesar de ser de um município vizinho, fazia tempo que o Samba de Coco Raízes de Arcoverde não se apresentava em Buíque. Foi preciso um convite Festival Pernambuco Meu País para que isso acontecesse. Ícone do gênero e muito querido pelo público que aprecia as manifestações populares, o grupo fez seu show tradicional, em que mistura temas de sua autoria com outro tradicionais e versões até mesmo da música pop que tem inspiração na cultura popular. E e é aí que mora uma das principais curiosidades sobre o trabalho de conjuntos como o SCRA.</p>
<p>Quando inclui em seu repertório canções como Jack Soul Brasileiro, de Lenine, cantor, instrumentista e compositor que sempre bebeu na fonte do regionalismo pernambucano, o SCRA passa a integrar uma cadeira cultural que se retroalimenta, interage dentro de si mesma e consequentemente se autorrenova. Com 11 integrantes de vozes e percussão, sete homens e quatro mulheres, sob o comando do mestre Assis Calixto, o conjunto reveza seus membros na voz principal e nas coreografias.</p>
<p>No palco, O SCRA também é didático quando pela do samba de coco de roda para o foguete de roda, um estilo mais rápido do gênero, instigando a plateia formar círculos de mãos dadas e dançar. No mesmo ritmo fez ainda versões de marchinhas de Carnaval como A Jardineira, Chachaça Não É Água e Allah-La-Ô.</p>
<p>Em atividade desde 1986, o Sem Compromisso traz no nome uma contradição, pois é um dos grupos mais longevos engajados com o pagode. O que o deixa habilitado não apenas para tocar suas composições como também para revisitar os maiores sucessos do gênero. E foi o que o conjunto, liderado pelo vocalista Ney Rocha, fez em Buíque.</p>
<p>Além de temas próprios como Mariana Parte e Minha e Alguma Coisa, o Sem Compromisso fez uma sequência ininterrupta de sucessos de Os Morenos (Minha Fé), Revelação (Coração Radiante, Deixa Acontecer), Arlindo Cruz (Camarão que Dorme a Onda Leva, Bagaço da Laranja), Zeca Pagodinho (Coração em Desalinho), Só pra Contrariar (Essa Tal Liberdade, Depois do Prazer), Exaltassamba (Me Apaixonei pela Pessoa Errada), Jeito Moleque (Pela Vida Inteira), Art Popular (Temporal), Raça Negra (É Tarde Demais) e Beth Carvalho (Samba de Arerê, Vou Festejar). A multidão, claro, cantou junto e dançou.</p>
<p>O nível só aumentou quando subiu no palco Dudu Nobre e sua banda para fazer um espetáculo completo, com um roteiro quase cinematográfico, de início, meio, clímax e fim. Ao que sugere ser pensado minuciosamente, em cada detalhe, o cantor logo na abertura botou mais lenha na fogo aceso na plateia com os hits A Grande Família, Faixa Amarela e No Mexe Mexe no Bole Bole. Em seguida, já tocando cavaquinho, seguiu interpretando Vou Botar Teu Nome na Macumba, Posso Até Me Apaixonar e É Preciso Muito Amor.</p>
<p>Não à toa, Dudu Nobre já chegou sabendo onde estava pisando, Buíque, parte deste Pernambuco Meu País, e rendeu sua reverência. Nas palavras do sambista, ele entende que Pernambuco respeita sua ancestralidade tanto quanto as pessoas que, como ele, são nascidas e criadas no samba. Foi a deixa para homenagear do gênero com um repertório que contemplou Adoniran Barbosa (Trem das Onze), Dorival Caymmi (Maracangalha), Martinho da Vila (Madalena do Jucu), Beth Carvalho (Tristeza), João Bosco &amp; Aldir Blanc (Kid Cavaquinho) e Alcione (Não Deixe o Samba Morrer).</p>
<p>Na sequência, Dudu beijou a pedra do Cacique de Ramos destilando hits de Fundo de Quintal (Insensato Destino, Conselho, O Show Tem que Continuar, Ô Irene), Jorge Aragão (Eu e Você Sempre) e Arlindo Cruz (Maneiras). Lembrou ainda de quando foi introduzido no samba, aos 5 anos de idade, e depois quando foi inserido oficialmente, ao 12, ilustrando com canções como Tá Escrito (Revelação), Alguém Me Avisou (Dona Ivone Lara) e Verdade (Zeca Pagodinho). &#8220;E vai virar Carnaval&#8221;, avisou o cantor, para anunciar o clímax/fim do espetáculo regado a sambas-enredos, inteiros e em forma de pout-pourris.</p>
<p>O clima de reverência a Pernambuco continuou com a banda Psirico, que detonou em Buíque um baile de pagodão, brega-funk e suingueira. Ao som do sucesso Lepo Lepo, o vocalista Márcio Victor foi logo subindo ao palco lembrando do percussionista Naná Vasconcelos, um dos homenageados desta edição do festival, com que esteve no Panorama Percussivo Mundial (Percpan), em Salvador. &#8220;Um dos maiores astros do mundo&#8221;, honrou. Outro saudoso artista pernambucano lembrado por Márcio foi Chico Science, a quem prestou tributo cantando Maracatu Atômico (Jorge Mautner &amp; Nelson Jacobina).</p>
<p>A partir, o Psirico levou o público à loucura com o que estava no script: pagodão, brega-funk e suingueira, com canções autorais e de artistas similares. No repertório, Xenhenhém, Ela É da Bagaceira, Casca de Bala, Jogação, Parabéns, Sambadinha, Elas Gostam, Não Vale Mais Chorar por Ele, Piriri Pom Pom, Metralhadora, Abaixa que É Tiro, Rapunzel, Perna Bamba e Chupeta.</p>
<p>Engajado, Márcio pronunciou mensagens contra o racismo e a favor da mulher. Ainda prestou tributo ao samba clássico, com Alguém Me Avisou (Dona Ivone Lara) e terminou em clima de festa, brincando, revisitando temas apenas ao som do DJ e fazendo Buíque estremecer, já na madrugada da segunda-feira (2).</p>
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		<title>País das Cultura Populares celebrou a força das matrizes africanas neste sábado (17)</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Aug 2024 20:03:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A força das matrizes africanas da cultura popular pernambucana esteve muito bem representada na tarde deste segundo dia do Festival Pernambuco Meu País em Triunfo. No País das Culturas Populares, palco localizado na Praça do Avião, o Samba de Véio da Ilha de Massangano, o Afoxé Yamin Balé Gilê e Zeca do Rolete envolveram o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A força das matrizes africanas da cultura popular pernambucana esteve muito bem representada na tarde deste segundo dia do Festival Pernambuco Meu País em Triunfo. No País das Culturas Populares, palco localizado na Praça do Avião, o Samba de Véio da Ilha de Massangano, o Afoxé Yamin Balé Gilê e Zeca do Rolete envolveram o público com seus ritmos, cores e danças.</p>
<p>Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Samba de Véio abriu a tarde com sua mescla de samba de coco, samba de roda e percussões vindas da ilha de Massangana, localizada em Petrolina. Os dançarinos do grupo ocuparam o chão da Praça colocando todo mundo para dançar! Brincantes de todas as faixas etárias e todos os credos &#8211; com direito inclusive à presença mais que especial de uma freira local &#8211; se uniram na pisada incendiária deste samba único.</p>
<p>“Antigamente nosso grupo era o reisado de Massangana, uma ilha que fica no município de Petrolina, isso ainda na época do meu avô, meu pai. E Samba de Véio, o nome é porque as crianças não podiam acompanhar o grupo porque os mais velhos bebiam”, conta a vocalista Maria de Fátima. “É nossa segunda vez em Triunfo e é uma felicidade muito grande poder estar nessa terra, se apresentando nesse festival.”</p>
<p>Em seguida foi a vez do Afoxé Yamin Balé Gilê, que veio do Recife trazendo toda sua potência vocal e instrumental. Uma apresentação emocionante e de celebração da ancestralidade. Com o amarelo de “mamãe Oxum” predominando, o grupo reuniu conhecidos e novos públicos. Foi o caso do comerciante Marcelo de Sá, que nunca tinha visto o Afoxé Yamin Balé Gilé e em poucos minutos já estava dançando. “Esse tipo de evento, como o Pernambuco Meu País permite que a gente entre em contato com tipo de arte novos, isso é muito bom! Eu estou amando”, disse.</p>
<p>E quem fechou este sábado no País das Culturas Populares foi o alto astral e a energia ímpar de Zeca do Rolete, mestre olindense. Griô, ele encantou e divertiu o público com seu coco enérgico e os causos contados entre as canções. Aos 81 anos, Zeca tem como propósito há décadas perpetuar a cultura popular pernambucana e transmitir seu saber aos mais novos. O encontro de gerações é uma marca do grupo, inclusive. Entre os cocos, danças e interações com a plateia, uma homenagem a Miró, falecido há um ano, foi prestada pelo convidado Pitanga, poeta olindense.</p>
<p>Ao final do show, mestre Zeca ainda vibrava a energia da apresentação. “Essa experiência foi tão impactante que é até difícil encontrar palavras. A valorização da nossa cultura por quem está fazendo esse evento é o maior presente! O público de Triunfo foi de qualidade, gostamos muito! Estou sempre pronto para voltar.”</p>
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		<title>Coco e pastoril animam terceira edição do projeto &#8220;Um Quilombo Cultural&#8221;, em Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Dec 2017 18:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Bongar]]></category>
		<category><![CDATA[pastoril]]></category>
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		<description><![CDATA[A terceira edição do projeto “Um Quilombo Cultural”, idealizado pelo Grupo Bongar, reúne nesta sexta-feira (15), em Olinda, o Pastoril Estrelinha de Belém e o Samba de Coco Raízes de Arcoverde. O evento terá início às 18h30  e a programação inclui ainda o espetáculo de dança “Deixa eu dançar”, de Nefertiti Studio de Danças; cortejo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A terceira edição do projeto “Um Quilombo Cultural”, idealizado pelo Grupo Bongar, reúne nesta sexta-feira (15), em Olinda, o Pastoril Estrelinha de Belém e o Samba de Coco Raízes de Arcoverde. O evento terá início às 18h30  e a programação inclui ainda o espetáculo de dança “Deixa eu dançar”, de Nefertiti Studio de Danças; cortejo do Boi Quebra Coco; e a Feira Quilombar de Arte Negra.</p>
<div id="attachment_46862" aria-labelledby="figcaption_attachment_46862" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-Coco-Raizes-de-Arcoverde-Jan-Ribeiro-03.jpg"><img class="size-medium wp-image-46862" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-Coco-Raizes-de-Arcoverde-Jan-Ribeiro-03-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Coco Raízes de Arcoverde é uma das atrações</p></div>
<p>Incentivado pelo Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, o projeto fortalece a agenda cultural da Comunidade Xambá, sempre uma vez por mês, durante oito meses, com atividades socioculturais e a participação de grupos da cultura popular. De acordo com os organizadores, o objetivo é potencializando o Quilombo do Portão do Gelo Nação Xambá, assim como os grupos de cultura popular da região, reafirmando suas tradições de matriz africana. O projeto também acontece na Escola Estadual Padre Francisco Carneiro, onde os grupos narram suas trajetórias para a comunidade escolar.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Projeto Um Quilombo Cultural</strong><br />
Centro Cultural Grupo Bongar e Rua Severina Paraíso da Silva &#8211; Comunidade Xambá – Olinda – Por trás do TI Xambá, no final da Avenida Presidente Kennedy<br />
Das 18h30 às 21h30<br />
Acesso: 1Kg de alimento não perecível</p>
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		<title>Irmãs Lopes celebram 101 anos do samba de coco de Arcoverde</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jun 2017 19:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arcovede]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Samba de Coco Irmãos Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro Cultural do Samba de Coco das Irmãs Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[samba de coco]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das tradições mais fortes de Arcoverde, o samba de coco celebra neste próximo sábado (10) 101 anos com direito a uma comemoração mais que especial. A partir das 18h acontece na Praça da Cohab I o primeiro Encontro Cultural do Samba de Coco das Irmãs Lopes, evento realizado pela Associação Samba de Coco Irmãos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49649" aria-labelledby="figcaption_attachment_49649" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/27918664854_e52bc58d4e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49649" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/27918664854_e52bc58d4e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Samba de Coco das Irmãs Lopes é liderado pela Mestra Severina Lopes</p></div>
<p>Uma das tradições mais fortes de Arcoverde, o samba de coco celebra neste próximo sábado (10) 101 anos com direito a uma comemoração mais que especial. A partir das 18h acontece na Praça da Cohab I o<a href="https://www.facebook.com/events/227334194425601/permalink/228116714347349/?ref=3&amp;ref_newsfeed_story_type=regular&amp;action_history=%5B%7B%22surface%22%3A%22newsfeed%22%2C%22mechanism%22%3A%22feed_story%22%2C%22extra_data%22%3A%5B%5D%7D%5D" target="_blank"> primeiro Encontro Cultural do Samba de Coco das Irmãs Lopes</a>, evento realizado pela Associação Samba de Coco Irmãos Lopes e que contará com diversas atrações, entre quadrilhas juninas, maracatus e sambas de coco. A entrada é aberta ao público.</p>
<p>O I Encontro Cultural do Samba de Coco das Irmãs Lopes tem também a proposta de enaltecer a memória dessa família que é precursora no samba de coco na cidade. Para a Mestra Severina Lopes, do<a href="https://www.facebook.com/cocoirmaslopes/" target="_blank"> Samba de Coco Irmãs Lopes</a>, a festa terá a presença de muitos grupos do estado.<em> “A programação vai das 18h da noite às 1h da manhã, tem muita coisa boa. A ideia agora é que a gente faça todo ano essa festa”,</em> revela. O encontro tem apoio do Sesc e da prefeitura da cidade.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wAobpC4i1ss?ecver=1" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A apresentação do Samba de Coco das Irmãs Lopes está marcado para começar às 21h e terá vários convidados especiais, como o Coco Trupé, Quebra Coco Aliança, Coco Raízes de Arcoverde, Coco Pisada Segura, Marcelo Cavalcanti e Johsi Guimarães. Participam ainda da programação o Maracatu Sinhá 9, a Quadrilha Mulambembes em Pernas de Pau, o Coco de Mano de Baé, Zeca do Rolete e as bandas O Som do Mulungú, Madimboo e US Cafuçu.</p>
<p>De acordo com Werner Lopes, que também faz parte do grupo, este é o primeiro encontro cultural promovido pelas Irmãs Lopes. <em>“Vai ser um momento pra gente ter o pré-lançamento do nosso segundo CD, batizado de Meus Canário Cantadô E vamos também contar com a participação de várias vertentes musicais da tradição pernambucana. Estamos muito felizes e ansiosos pra que dê tudo certo”.</em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>I Encontro Cultural do Samba de Coco das Irmãs Lopes</em><br />
Sábado (10) | 18h<br />
Praça da Cohab I (Arcoverde-PE)<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Confira a programação do I Encontro Cultural do Samba de Coco das Irmãs Lopes:</strong><br />
18h &#8211; Maracatu Sinhá 9 (Arcoverde)<br />
18h30 &#8211; Quadrilha Mulambembes em Pernas de Pau (Arcoverde)<br />
19h &#8211; Coco de Mano de Baé (Tracunhaém)<br />
20h &#8211; Zeca do Rolete (Paulista)<br />
21h &#8211; Samba de Coco das Irmãs Lopes e convidadas: Coco Trupé, Quebra Coco Aliança, Coco Raízes de Arcoverde, Coco Pisada Segura, Marcelo Cavalcanti e Johsi Guimarães<br />
22h30 – O Som do Mulungú (Arcoverde)<br />
23h30 &#8211; Madimboo (Recife)<br />
0h30 &#8211; US Cafuçu (Garanhuns)</p>
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		<item>
		<title>Samba de Coco da Família Lopes comemora centenário em Arcoverde</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/samba-de-coco-da-familia-lopes-comemora-centenario-em-arcoverde/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2016 16:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arcoverde]]></category>
		<category><![CDATA[Centenário]]></category>
		<category><![CDATA[Coco Irmãs Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Família Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[samba de coco]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roberto Moraes Filho Um dos principais polos da cultura coquista pernambucana, a cidade de Arcoverde, no Sertão do Moxotó, vivencia neste sábado (11), o centenário de uma tradição que enche o estado inteiro de orgulho: o Samba de Coco da Família Lopes. A festividade, aberta ao público, começa às 17h, na Praça da Cohab [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31985" aria-labelledby="figcaption_attachment_31985" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/Coco-Irmas-Lopes-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-31985" alt="Foto: divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/Coco-Irmas-Lopes-divulgacao-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O Samba de Coco Irmãs Lopes</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Roberto Moraes Filho</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais polos da cultura coquista pernambucana, a cidade de Arcoverde, no Sertão do Moxotó, vivencia neste sábado (11), o centenário de uma tradição que enche o estado inteiro de orgulho: o Samba de Coco da Família Lopes. A festividade, aberta ao público, começa às 17h, na Praça da Cohab I, comunidade onde o Coco Irmãs Lopes foi originado há 13 anos, mantendo preservada a tradição musical da família. A sede agrega também o Museu Ivo Lopes, que contribui para a formação artística dos moradores e preserva a cultura e a história da cidade.</p>
<div id="attachment_36950" aria-labelledby="figcaption_attachment_36950" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Roberta Guimarães</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Museu-Ivo-Lopes-Roberta-Guimaraes.jpg"><img class="size-medium wp-image-36950" alt="Foto: Roberta Guimarães" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Museu-Ivo-Lopes-Roberta-Guimaraes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Museu Ivo Lopes, construído na sede do coco, onde estão preservados acervos fotográficos da família e da cidade, além de objetos doados pelos artistas que fazem a cultura popular da região.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Entre as atrações, estarão se apresentando os grupos Coco Malhada, Pisada Segura, Sertão Maracatu, Mestra Ana Lucia e Raízes do Coco, Radiola Serra Alta, Beth de Oxum e Coco de Umbigada, os artistas Johsi Guimarães e Pierre Tenório, além de convidados especiais que estarão dividindo o palco com os Cocos das Irmãs Lopes, Raízes de Arcoverde, Trupé, Aliança, entre outros.</p>
<div id="attachment_36951" aria-labelledby="figcaption_attachment_36951" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Roberta Guimarães</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Irmao-Calixto-Severina-Lopes-e-Bete-de-Oxum-durante-palestra-na-sede-do-Coco-Irmas-lopes-em-Arcoverde-foto-Roberta-Guimaraes.jpg"><img class="size-medium wp-image-36951" alt="Foto: Roberta Guimarães" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Irmao-Calixto-Severina-Lopes-e-Bete-de-Oxum-durante-palestra-na-sede-do-Coco-Irmas-lopes-em-Arcoverde-foto-Roberta-Guimaraes-607x422.jpg" width="607" height="422" /></a><p class="wp-caption-text">Calisxto (Coco Raízes de Arcoverde), Mestra Severina Lopes e Beth de Oxum, durante palestra sobre cultura e comunidade,  realizada em 2012, no Museu Ivo Lopes.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A família Lopes, que no ritmo do samba de coco agrega em sua história personagens como Ivo Lopes, Leni, Josefa, Severina, Biu Neguinho, Lorenço e Romeiro, atualmente é liderada pela Mestra Severina. Aos 82 anos de idade, Mestra Severina conduz os demais integrantes Fernando, Josefa, Walquíria, Amanda e Werner Ferlos. <em>“Estamos todos muito felizes com a chegada do centenário e a festividade também continuará no São João deste ano da cidade, no qual a prefeitura local estará homenageando a história da família Lopes”</em>, explicou Werner. <em>“O reconhecimento do nosso trabalho está chegando aos poucos, tendo em vista especialmente a preservação do ritmo como ele merece ser mantido”</em>, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do CD ‘Anda Roda’, lançado em 2014 e primeiro registro musical do Coco Irmãs Lopes, outros trabalhos já estão em fase de produção. <em>“Pretendemos em breve lançar um novo videoclipe e as composições para o segundo CD já estão em andamento. Esperamos que em breve possamos apresentar mais novidades sobre este trabalho”</em>, adiantou Werner.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a festa do centenário, o Coco Irmãs Lopes estima um público de três mil pessoas. <em>“Estamos a cada dia com uma grande expectativa e ansiedade para que o sábado chegue logo. Grupos de cultura popular como Forró de Candeeiro, Pisada Segura e a própria Beth de Oxum, pretendem lançar ou dar uma canjinha dos seus novos trabalhos musicais, o que tornará a festa ainda mais cheia de boas surpresas”</em>, informou, com alegria, o integrante da família Lopes.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Cartaz-Centenario-Familia-Lopes-divulgacao.jpg"><img class=" wp-image-36957 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Cartaz-Centenario-Familia-Lopes-divulgacao-388x486.jpg" width="233" height="292" /></a></p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p><strong>Quando:</strong> sábado, 11 de junho<br />
<strong>Local:</strong> Praça da Cohab I – Arcoverde<br />
<strong>17h</strong> | Coco Malhada<br />
<strong>18h</strong> | Sertão Maracatu<br />
<strong>18h30</strong> | Pisada Segura<br />
<strong>19h30</strong> | Ana Lúcia e Raízes do Coco<br />
<strong>20h30</strong> | Radiola Serra Alta<br />
<strong>21h</strong> | Pierre Tenório<br />
<strong>22h</strong> | Forró de Candeeiro<br />
<strong>23h</strong> | Coco Irmãs Lopes e convidados: Tenório Barros, Bruno Goyá, Johsi Guimarães, Coco Raízes de Arcoverde, Coco Trupé, Coco Aliança<br />
<strong>1h</strong> | Beth de Oxum e Coco de Umbigada</p>
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		<title>Palco Nação Cultural agita o fim de semana em Arcoverde</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 13:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Arcoverde, Sertão do Estado, é conhecida no cenário artístico pela grande contribuição para a música pernambucana e brasileira. Terra natal de grandes artistas tanto da música contemporânea quanto dos que cantam e propagam a tradição popular, sua musicalidade mesclou esses dois elementos e o Palco Nação Cultural, na Praça Virgínia Guerra, traz shows que valorizam essa característica.</p>
<p>O Festival Pernambuco Nação Cultural é uma realização do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, em parceria com a Prefeitura de Arcoverde, e está no Sertão do Moxotó desde a última terça-feira (07/10) com espetáculos de Artes Cênicas, ações de Patrimônio, Literatura, a 1ª Mostra de Cinema Pernambucano, oficinas culturais e outras atividades.</p>
<p>Na sexta-feira (10/10), as duas primeiras bandas da noite, Em Canto e Poesia e Fim de Feira, trazem uma sonoridade que une a música à poesia em shows que refletem a força e a beleza da cultura nordestina. Em seguida, é a vez do grupo Quinteto Violado que foi indicado recentemente ao Grammy Latino 2014 na categoria Melhor Disco de Música de Raiz Brasileira. Para encerrar a noite, o público confere a apresentação da cearense Amelinha com um show de grandes canções da MPB, eternizadas em sua marcante voz.</p>
<div id="attachment_15272" aria-labelledby="figcaption_attachment_15272" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Qiunteto-Violado_Foto-Eric-Gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-15272" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Qiunteto-Violado_Foto-Eric-Gomes-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Quinteto Violado, indicado ao Grammy Latino 2014, faz show no Palco Nação Cultural.</p></div>
<p>A noite do sábado (11/10) é um mix de tradição e modernidade. Começa com shows que valorizam as raízes que são fonte de inspiração dos artistas mais urbanos, Lucas e Orquestra dos Prazeres e o Samba de Coco Trupé de Arcoverde. Também sobe ao palco a banda Café Preto, projeto novo do cantor Canibal, da banda Devotos. Encerrando a noite, o cantor e compositor Lirinha que é de Arcoverde, com seu trabalho solo após a saída da banda Cordel do Fogo Encantado.</p>
<div id="attachment_14918" aria-labelledby="figcaption_attachment_14918" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/7580410812_5acaf1379d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-14918" alt="Marcelo Soares" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/7580410812_5acaf1379d_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Lirinha encerra o Festival Pernambuco Nação Cultural em Arcoverde.</p></div>
<p>Confira abaixo a programação completa do Palco Nação Cultural:</p>
<p><b>PALCO NAÇÃO CULTURAL<br />
</b>Local: Praça Virgínia Guerra<br />
Horário: 21h<br />
<b>Sexta-feira, 10/10<br />
</b>Em Canto e Poesia<br />
Fim de Feira<br />
Quinteto Violado<br />
Amelinha</p>
<p><b>Sábado, 11/10<br />
</b>Lucas e Orquestra dos Prazeres<br />
Samba de Coco Trupé de Arcoverde<br />
Café Preto<br />
Lirinha</p>
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		<title>Sertão do Moxotó é a próxima parada do FPNC</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2014 15:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conhecida por ser a porta do Sertão e por sua contribuição para o cenário cultural pernambucano, Arcoverde é a próxima parada do Festival Pernambuco Nação Cultural, entre os dias 7 e 11 de outubro. Pelo terceiro ano, a terra do samba de coco recebe uma intensa programação artística com shows, espetáculos de dança e teatro, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Conhecida por ser a porta do Sertão e por sua contribuição para o cenário cultural pernambucano, Arcoverde é a próxima parada do Festival Pernambuco Nação Cultural, entre os dias 7 e 11 de outubro. Pelo terceiro ano, a terra do samba de coco recebe uma intensa programação artística com shows, espetáculos de dança e teatro, cultura popular, ações de literatura, cinema, entre outras linguagens. E como já é uma característica do FPNC, o público também pode participar de ações de Formação Cultural, como oficinas, workshops e palestras.</p>
<p>Celeiro de grandes artistas da música pernambucana, Arcoverde recebe o Palco Nação Cultural, na sexta (10) e sábado (11). A programação de shows reflete a importante contribuição musical da cidade para o estado de Pernambuco. Na sexta-feira, sobem ao palco as bandas Em Canto e Poesia, Fim de Feira e Quinteto Violado. A cantora cearense Amelinha encerra a noite com um show de grandes canções da MPB, eternizadas em sua marcante voz.</p>
<div id="attachment_14920" aria-labelledby="figcaption_attachment_14920" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Edmar Melo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/7608308190_5c2d8f3a3f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-14920" alt="Foto: Edmar Melo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/7608308190_5c2d8f3a3f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fim de Feira leva forró e poesia para Arcoverde.</p></div>
<p>A noite do sábado tem um perfil mais contemporâneo, ao mesmo tempo que reconhece as tradições que são fonte de inspiração dos artistas mais urbanos. O Samba de Coco Trupé de Arcoverde representa a raiz da música pernambucana. O anfitrião abre a noite para os shows igualmente aclamados de Lucas e Orquestra dos Prazeres e banda Café Preto (projeto novo do cantor Canibal, da banda Devotos, com novos parceiros). Para encerrar a noite, um encontro musical inédito em Pernambuco. Estreou com muito sucesso em São Paulo, e agora gera expectativas em todos os lugares onde é anunciado: Lirinha e Ângela Rô Rô. A parceria começou em 2011 quando Lira, que é de Arcoverde, estava produzindo seu primeiro disco solo após a saída da banda Cordel do Fogo Encantado.</p>
<div id="attachment_14918" aria-labelledby="figcaption_attachment_14918" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/7580410812_5acaf1379d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-14918" alt="Marcelo Soares" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/7580410812_5acaf1379d_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Natural de Arcoverde, Lirinha faz show com Angela Rô Rô no Palco Nação Cultural.</p></div>
<p><b>OUTRAS LINGUAGENS</b> &#8211; Durante a semana, o FPNC tem atividades para público de várias faixas etárias. O Cine Rio Branco abre as portas para a Mostra do Cinema Pernambucano que, além de exibições gratuitas de filmes, vai levar para a cidade debates com diretores e produtores dos respectivos longas exibidos. Já o SESC Arcoverde, será palco das Artes Cênicas, com diversos espetáculos de teatro. A cidade recebe ainda ações de Literatura, Patrimônio e Cultura Popular. Haverá um Encontro de Bois, manifestação que representa uma das tradições populares mais fortes de Arcoverde, ao lado do samba de coco e dos reisados.</p>
<p>O Quilombo dos Bredos, localizado na cidade de Betânia, na região do Sertão do Moxotó, também receberá atividades do FPNC através da Coordenação para Populações Rurais e Povos Tradicionais. No local, acontecerão apresentações culturais de grupos que buscam fortalecer a tradição com um trabalho voltado para a arte como símbolo de resistência.</p>
<p><b>FORMAÇÃO CULTURAL</b></p>
<p>Estão abertas, até a próxima terça-feira (7), as inscrições para ações de formação do Festival Pernambuco Nação Cultural – Sertão do Moxotó. Com programação contemplando as cidades de Arcoverde e Sertânia, além do Quilombo dos Bredos, na cidade de Betânia, serão realizadas 9 oficinas e 5 rodas de diálogos. O objetivo é fomentar e debater as tradições culturais da própria região.</p>
<p>Para se inscrever, o interessado deverá preencher o formulário presencialmente, no local indicado em cada uma das opções detalhadas abaixo. No Quilombo dos Bredos, as ações serão destinadas exclusivamente aos moradores da referida comunidade.</p>
<p>Entre os destaques voltados à produção cultural do Sertão do Moxotó, está a oficina de Xilogravura, que será ministrada pelo artista plástico e músico Cacau Arcoverde, e visa praticar técnicas básicas da impressão de xilogravuras, incluindo curiosidades históricas. E para quem adora ler e escrever, a dica é participar do Workshop de Criação Literária, que será realizado com o escritor Paulo Caldas, nos dias 09 e 10 de outubro, no SESC de Arcoverde. Além dessas, acontecem oficinas de grafite, fotografia, dança, entre outras.</p>
<p>Confira a programação completa <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-pernambuco-nacao-cultural/programacao-fpnc/">AQUI</a>.<a title="AQUI" href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-pernambuco-nacao-cultural/programacao-fpnc/"><br />
</a></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/25-09-14-cartaz-A2-420mm-x-597mm-01-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-14923 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/25-09-14-cartaz-A2-420mm-x-597mm-01-1-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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