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	<title>Portal Cultura PE &#187; Samba de Veio</title>
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		<title>Saberes Carnavalizados leva cultura popular para estudantes de 50 escolas da rede pública</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 17:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108203" aria-labelledby="figcaption_attachment_108203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-108203" alt="Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Programa Saberes Carnavalizados leva cultura popular para as escolas</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE), a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), leva para 50 escolas de todas as regiões do Estado, de terça (6) a quinta-feira (8), o programa Saberes Carnavalizados. Neste período de retorno às atividades escolares, que coincide com a semana pré-carnavalesca, estudantes da rede pública de ensino têm contato com artistas e grupos da cultura popular em uma imersão de convivência direta com as manifestações mais representativas do Carnaval pernambucano.</p>
<p>Idealizado pela Seduc em parceria com a Fundarpe, Saberes Carnavalizados foi projetado com o objetivo de tornar público, dar visibilidade, valorizar e fomentar o acesso gratuito à comunidade escolar de 50 instituições de ensino da rede estadual, distribuídas entre as 16 regionais, do trabalho realizado por agremiações culturais de Pernambuco das seguintes modalidades: clubes de frevo, blocos de pau e corda, clubes de boneco, caboclinhos, afoxés, maracatus de baque solto, maracatus de baque virado, ciranda, samba de véio, escolas de samba, tribos de índios, bois, ursos, grupos de mascarados, entre outras formas de expressão. As atividades acontecem, de 6 a 8 de fevereiro, em 50 escolas indicadas pelos gestores das 16 GREs integrando a programação pedagógica-cultural das instituições.</p>
<p>A iniciativa visa ainda proporcionar benefícios educacionais, tendo em vista que as expressões culturais têm com relação ao desenvolvimento cognitivo dos estudantes, possibilitando o acesso à cultura a toda comunidade escolar e contribuindo para cultivar valores, salvaguardar os nossos bens patrimoniais, reinventar as tradições e fortalecer o sentimento de pertencimento e as identidades. Também contribuir para revelar talentos, desenvolver habilidades e a convivência entre os diferentes por meio de uma ação coletiva.</p>
<p>A ação parte de apresentação dos personagens e do histórico do grupo por um representante da agremiação à comunidade escolar, em formato de roda de conversa, numa área de convivência na unidade escolar. A atividade é mediada por um docente ou coordenador pedagógico, que facilita o diálogo de estudantes e professores com os brincantes. Na sequência, toda a comunidade é convidada a interagir com os grupos por meio de apresentações e performances.</p>
<p>A ideia é que a experiência seja retomada na sala de aula, em momento posterior à atividade prática, não necessariamente no mesmo dia, em diálogo com as diretrizes curriculares. Esse movimento de construção e reconstrução dos saberes pedagógicos por meio das interfaces das práticas culturais contraria a lógica de modelos de educação hierarquizante e permite que ideias pré-concebidas sobre as culturas populares sejam repensadas e compreendidas considerando suas singularidades.</p>
<p>Isso permite ainda que Saberes Carnavalizados tenha um papel importante para a ampliação do fazer pedagógico nas escolas pernambucanas, sobretudo, porque apresenta a temática do patrimônio cultural a partir das múltiplas experiências do vivido/imaginado das comunidades, por meio das expressões culturais, estabelecendo relações próprias em que os sujeitos criam novas formas de entendimentos, subjetividades e sociabilidades.</p>
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		<title>&#8220;Ressonâncias Celestes&#8221; promove intercâmbio entre mestres coquistas da RMR e do Sertão</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2021 14:43:09 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90091" aria-labelledby="figcaption_attachment_90091" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-Pe/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/zeca-do-rolete-foto-costa-neto-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-90091" alt="Costa Neto/Secult-Pe/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/zeca-do-rolete-foto-costa-neto-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em janeiro, o mestre Zeca do Rolete (Paulista) vai visitar comunidades quilombolas do Sertão do São Francisco</p></div>
<p>Com incentivo do<strong> Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do<strong> Funcultura</strong>, o projeto <strong>&#8220;Ressonâncias Celestes&#8221;</strong> promove, em janeiro de 2022, um verdadeiro intercâmbio cultural entre grandes mestres do coco da Região Metropolitana e do Sertão de São Francisco. A inciativa vai circular por três comunidades sertanejas, <strong>Quilombo do Serrote</strong> (5 e 6 de janeiro), <strong>Comunidade do Coripós</strong> (8 e 9 de janeiro) e <strong>Ilha do Massangano</strong> (11 a 15 de janeiro), e contará com a participação do mestre <strong>Zeca do Rolete</strong> (Paulista), <strong>Batuque do Serrote</strong>, <strong>Capim Lêlê</strong> (grupos de quilombos do Sertão do São Francisco) e <strong>Samba de Véio</strong> (Ilha de Massangano). O acesso é gratuito.</p>
<p><strong>INTERCÂMBIO -</strong> Os quatro grupos mantêm a presença viva da mesma herança afroindígena, traduzida hoje em coco, batuque, capim lêlê e samba de véio. Para o intercâmbio, a proposta do projeto é comer das mesmas comidas, brincar das mesmas brincadeiras. E será isso que Zeca do Rolete e seu grupo, composto por sua família, irá viver ao longo da sua permanência em cada um desses quilombos, onde serão realizadas quatro oficinas &#8211; repasse geracional e gênero (mestres e crianças e a participação feminina na continuidade da brincadeira, bem como na própria luta pela defesa do território), cantos, danças e instrumentos &#8211; e várias vivências. Zeca estará, por exemplo, participando de eventos como a Celebração do Reisado no Quilombo do Inhanhum ou o Encerramento da Caminhada do Samba em Homenagem aos Santos Reis na Ilha do Massangano. Esses momentos únicos serão registrados em filme, um material valioso, que será posteriormente exibido em cada uma das comunidades.</p>
<p>O projeto segue na senda do &#8220;Ressonâncias Rupestres&#8221;, que aconteceu com o intercâmbio do grupo Coco Raízes de Arcoverde, sob a inspiração rupestre do Parque do Catimbau, com músicos locais, como o Coco de Toré do Povo Kapinawá, disponível no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=nJgJFAOX9N0" target="_blank"><strong>www.youtube.com/watch?v=nJgJFAOX9N0</strong></a>).</p>
<p><strong>&#8220;Ressonâncias Celestes&#8221;</strong> é uma iniciativa produzida pela Buruçu, em parceria com as Associações Nação Coripós e Josefa Isabel dos Santos, com o incentivo do Funcultura. O objetivo é promover atividades abertas e gratuitas para todas as pessoas da comunidade, sendo nelas respeitados os protocolos de segurança relativos à Covid.</p>
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		<title>Zé Manoel disponibiliza nova faixa do seu segundo disco</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2015 20:56:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É com a inconfundível voz e batuque de banco de Dona Amélia, do Samba de Veio da Ilha do Massangano, que começa a canção Quem não tem canoa cai n’água, que o músico Zé Manoel liberou, nesta terça (17), na internet. A faixa estará em Canção e silêncio, o aguardado segundo álbum do artista petrolinense. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/POST_ze_800x455.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-22492" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/POST_ze_800x455-607x345.png" width="607" height="345" /></a></p>
<p>É com a inconfundível voz e batuque de banco de Dona Amélia, do Samba de Veio da Ilha do Massangano, que começa a canção <em>Quem não tem canoa cai n’água</em>, que o músico <strong>Zé Manoel</strong> liberou, nesta terça (17), na internet. A faixa estará em <em>Canção e silêncio</em>, o aguardado segundo álbum do artista petrolinense. Com produção de Carlos Eduardo Miranda e Kassin, e arranjos de orquestra do maestro Letieres Leite, o novo CD de Zé Manoel contou com o aporte do programa Natura Musical e será lançado ainda neste semestre.</p>
<p>Em <em>Quem não tem canoa cai n’água</em>, Zé aparece acompanhado apenas do piano, com a introdução que traz a matriarca do clã da Ilha do Massangano. Na canção, o pianista, cantor e compositor nos leva a mirar como paisagem o Rio São Francisco, que banha a cidade de Petrolina, com toda a poesia que reside no ofício do pescador, encerrando com a frase que dá nome à música, pinçada da cantoria de Dona Amélia.</p>
<p><strong>Ouça aqui a faixa:</strong></p>
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