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	<title>Portal Cultura PE &#187; samba-reggae</title>
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		<title>País das Culturas Populares tem se destacado por crossover, salvaguarda e a força do samba-reggae</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 04:59:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua primeira edição, o Festival Pernambuco Meu País tem mostrado, como poucos eventos, a tradição e a força que tem o samba-reggae no Estado, sobretudo o produzido na Zona Norte da capital. Uma das inúmeras gratas surpresas da programação, essa tem acontecido à tarde, no polo País das Culturas Populares, sobre o já famoso palco-caminhão que percorre as oito cidades programadas para este ano. Neste sábado (27), em Gravatá (Agreste), foi a vez do Bloco Obirin, do Morro da Conceição, ditar o ritmo. A festa continuou até o início da noite com a Ciranda das Flores Amunam (Nazaré da Mata, Zona da Mata Norte), do Coco de Umbigada (Olinda), do forró de Fagner Chagas (Gravatá) e do coral afro Voz Nagô (Recife).</p>
<p>Céu azul, temperatura de 25 °C. Foi nesse clima que o primeiro grupo de samba-reggae de mulheres do Recife subiu ao palco, logo depois da hora do almoço, para mostrar seus repertório composto por temas autorais e standards nacionais, como é comum a grupos do gênero.</p>
<p>Em seguida foi a vez das Flores Amunam, formado por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata, mostrar suas canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, interpretou composições de Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>E esse tem sido outro aspecto curioso na grade de programação de festival: evidenciar o crossover entre os vários gêneros e ritmos, mostrando como artistas bebem das mais diferentes fontes, seja para divertir e/ou se aproximar de gerações e gostos diversos, derrubando muros e (pré)conceitos.</p>
<p>Se a tarde estava quente, com a apresentação do Coco de Umbigada virou brincadeira. Referência em coco de roda no Estado (leia-se: no mundo), o grupo surgido nas cercanias de Olinda e Paulista (Região Metropolitana do Recife) trouxe para o Agreste a força da tradição centenária do gênero sob o comando de Mãe Beth de Oxum, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>E como não poderia deixar de ser, Gravatá foi muito bem representada por um de seus filhos, o forrozeiro Fagner Chagas, que fez o País das Culturas Populares pegar fogo com uma set list bem arrumada misturando forrós tradicionais com estilizados e xotes. No cardápio, sucessos consagrados de Zé Ramalho (frevo, Mastruz com Leite (baião de Dois, de Luiz Fidélio &amp; Jaboty; e Meio-Dia, de Fidélio com Danilo Lopes), Flávio José (Meu Cenário, de Petrúcio Amorim) e Luiz Gonzaga (Numa Casa de Reboco (parceria com Zé Marolino).</p>
<p>Era tudo o que o público queria para dançar agarradinho. Houve até tempo para canções do xará mais famoso, Raimundo Fagner (Espumas ao Vento, de Accioly Neto; Revelação, de Clodô &amp; Clésio; Pedras que Cantam, de Dominguinhos &amp; Fausto Nilo). Sem dúvida uma referência inusitada.</p>
<p>Já à noite, o caminhão-palco encerrou este sábado com chave de ouro: com o septeto de vozes femininas Voz Nagô atuando como headliner. O grupo, acompanhado de uma banda de percussão e cordas, é uma das criações do saudoso músico Naná Vasconcelos, um dos homenageados desta edição do festival (ao lado do artista visual Abelardo da Hora), e surgiu em 2009 para compor a abertura do Carnaval do Recife &#8211; o que faz até hoje.</p>
<p>Mas em se tratando de sete mulheres negras ativistas culturais, o Voz Nagô ganhou vida própria e vem mostrando um talento incrível. Neste sábado, começou prestando uma homenagem ao padrinho, com a canção Juvenal Nagô, de Manu Nascimento, ex-integrante do grupo. Depois fez um set apenas com músicas de Naná rearranjadas especialmente para o septeto. E, claro, não faltaram os supracitados crossovers, em versões de sucesso de Alceu Valença (Anunciação; La Belle de Jour) e Reginaldo Rossi (Recife Minha Cidade).</p>
<p>E como se tudo isso fosse pouco, pode-se afirmar que o País das Culturas Populares tem se mostrado uma síntese das manifestações que são talvez as principais responsáveis pela salvaguarda da cultura popular, sobretudo a de origem ancestral, das matrizes africana e dos povos originários.</p>
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		<title>Domingo tem maior público do festival no palco-caminhão e adjacências em Bezerros</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 02:02:04 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Parece óbvio. E é. A despedida do palco-caminhão País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País, neste domingo (21), em Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano), começou já em clima de grande festa. O Bonde Bloco Carnavalesco Lírico fez ferver o povoado com suas pastoras, orquestra, flabelo e foliões tocando temas próprios e standards do tradicional frevo de bloco sob um sol bem aconchegante. O que não dava para prever, principalmente em se tratando de um domingo, era que a localidade seria totalmente tomada ao longo do dia por uma multidão muito maior até mesmo do que o público que compareceu no sábado.</p>
<p>O Bonde, bloco formado no Recife em 1991, fez uma apresentação dedicada à reverência. Aos cânones do frevo e ao representante local, o Bloco Carnavalesco Bebê na Serra (de 2013, um bebê de verdade), num emocionante encontro de flabelos. Depois, o palco-caminhão foi tomado pelos ritmos de matrizes africanas.</p>
<p>Referência em seu ritmo, o Coco do Pneu, do bairro Amaro Branco, em Olinda (PE), fez a plateia levantar a poeira sob o comando de mestre Lu. Grupo formado há 35 anos na famosa comunidade de pescadores da Cidade Patrimônio da Humanidade, o Coco do Pneu ainda comemora a recente certificação como Ponto de Cultura pelo governo federal. Contou com uma participação especial de Mãe Benta, 73 anos, genitora de mestre Lu. Ela deveria interpretar duas canções e fez umas cinco.</p>
<p>O samba-reggae, outro ritmo de matriz africana que tem uma relação bastante estreita com a cena pop pernambucana (basta lembrar que um desses conjuntos, o Lamento Negro, foi uma das base da formação da banda Chico Science &amp; Nação Zumbi), voltou à evidência no Festival Pernambuco Meu País com a performance do Bloco Afro Obá Nijè. O grupo de voz e percussão do bairro de Água Fria (Recife), formado em 1992, destilou mais de uma dezena de sucessos nacionais do gênero e algumas versões de outros ritmos.</p>
<p>E para a cultura negra estar completamente representada é claro que não poderia deixar de faltar o bom e velho samba, em uma de suas principais representações no Estado: o Grêmio Recreativo Cultural e Arte Gigante do Samba. Gigante pela própria natureza, a escola, também de Água Fria, subiu a serra com 50 integrantes, entre performistas (bateria, baianas, passistas, mestre-sala e porta-bandeira, outros músicos) e equipe de produção. Chegou ao País das Culturas Populares em grande estilo, desfilando pelas ruas de Serra Negra. O público, que lotou completamente o polo e adjacências, foi à loucura com o tema campeão escola Ariano Suassuna ao Palco do Sertão Brasil, seguido de hits do samba-enredo nacional.</p>
<p>Era para o País das Culturas Populares terminar ali, mas outro cortejo adentrou o espaço e fez mais uma participação especial: o Maracatu Estrela de Ouro, de Aliança (Zona da Mata Norte, PE), Patrimônio Vivo de Pernambuco. E quem esperava um domingo tranquilo e calmo em Serra Negra teve que se render a uma grande folia fora de época.</p>
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