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	<title>Portal Cultura PE &#187; samba</title>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País antecipa o clima de Carnaval e encerra edição no Recife com samba e romantismo</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 15:31:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122853" aria-labelledby="figcaption_attachment_122853" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-09-at-12.11.16-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122853" alt="Fotos: Dani Pedrosa/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-09-at-12.11.16-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Dani Pedrosa/Secult-PE</p></div>
<p dir="ltr">O Festival Pernambuco Meu País encerrou sua edição no Recife no domingo (8) em grande estilo, reunindo muito samba, romantismo e uma multidão no Terminal Marítimo do Recife. A programação especial, que antecede o Carnaval, reforçou o papel do festival como uma das principais ações culturais do estado. O evento é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Empetur.</p>
<p dir="ltr">Para a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, o Festival Pernambuco Meu País vai além de uma grande celebração cultural. “O Pernambuco Meu País já está marcado no calendário cultural do estado e se destaca por adiantar o Carnaval, movimentando a economia, fortalecendo o turismo e oferecendo uma programação cultural antecipada. O festival reafirma o compromisso do Governo de Pernambuco, da gestão Raquel Lyra, com a valorização da cultura pernambucana, com a ampliação do acesso à arte e com o fortalecimento das tradições que fazem do nosso estado um dos principais polos culturais do país”, destacou.</p>
<p dir="ltr">Abrindo a última noite de shows, o Bloco de Samba A Turma do Saberé foi responsável por “abrir alas” e colocar o público no clima da folia, com um repertório marcado por clássicos do samba e muita animação. A apresentação reforçou o diálogo entre tradição e celebração popular, característica marcante do festival.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, o palco foi tomado pelo protagonismo feminino com o projeto Mulheres no Samba, que transformou o Terminal Marítimo em uma grande roda de samba. A Orquestra Recife de Bambas conduziu a noite ao lado de Gabi do Carmo, Karynna Spinelli, Maria Pagodinho e Gerlane Lops, em apresentações cheias de energia, potência vocal e representatividade, celebrando diferentes gerações e estilos do samba.</p>
<p dir="ltr">Um dos momentos mais emocionantes da noite ficou por conta de Alcione, que levou o público a cantar em coro sucessos consagrados de sua carreira. Canções como “Estranha Loucura”, “Retalhos de Cetim” e “A Loba” embalaram a multidão e criaram um clima de forte conexão entre a artista e os presentes no show.</p>
<p dir="ltr">Mantendo a energia em alta, Gloria Groove trouxe um show marcado pela diversidade musical e pela interação com o público. Com um repertório que transita entre o samba, o pop e a música brasileira contemporânea, a artista fez todo mundo cantar e dançar ao som de hits como “Nosso Primeiro Beijo”, “A Tua Voz” e “A Queda”.</p>
<div id="attachment_122854" aria-labelledby="figcaption_attachment_122854" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-09-at-12.11.13.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122854" alt=" o palco foi tomado pelo protagonismo feminino com o projeto Mulheres no Samba, que transformou o Terminal Marítimo em uma grande roda de samba. A Orquestra Recife de Bambas conduziu a noite ao lado de Gabi do Carmo, Karynna Spinelli, Maria Pagodinho e Gerlane Lops, em apresentações cheias de energia, potência vocal e representatividade, celebrando diferentes gerações e estilos do samba. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-09-at-12.11.13-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">o palco foi tomado pelo protagonismo feminino com o projeto Mulheres no Samba, que transformou o Terminal Marítimo em uma grande roda de samba. A Orquestra Recife de Bambas conduziu a noite ao lado de Gabi do Carmo, Karynna Spinelli, Maria Pagodinho e Gerlane Lops, em apresentações cheias de energia, potência vocal e representatividade, celebrando diferentes gerações e estilos do samba.</p></div>
<p dir="ltr">Encerrando a programação e já entrando na madrugada, o cantor Belo levou muito romantismo ao palco, conquistando o público com canções que marcaram sua trajetória. Sucessos como “Pura Adrenalina”, “Maçã do Amor” e “Preciso Te Amar” fecharam a noite em clima de celebração e emoção.</p>
<div id="attachment_122856" aria-labelledby="figcaption_attachment_122856" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-09-at-12.11.18.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122856" alt="Com um repertório que transita entre o samba, o pop e a música brasileira contemporânea, Gloria Groove fez todo mundo cantar e dançar ao som de hits como “Nosso Primeiro Beijo”, “A Tua Voz” e “A Queda”." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-09-at-12.11.18-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com um repertório que transita entre o samba, o pop e a música brasileira contemporânea, Gloria Groove fez todo mundo cantar e dançar ao som de hits como “Nosso Primeiro Beijo”, “A Tua Voz” e “A Queda”.</p></div>
<p dir="ltr"><strong>SOBRE O FESTIVAL PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong></p>
<p dir="ltr">O Festival Pernambuco Meu País no Carnaval aconteceu nos dias 6, 7 e 8 de fevereiro, no Terminal Marítimo do Recife, reunindo atrações como Mestre Ambrósio, Orquestra Recife de Bambas, Gabi do Carmo, João Gomes, Alcione, Belo, Glória Groove, Nação Zumbi, Priscila Senna, Raphaela Santos, Mundo Livre S/A, e muitos outros nomes que celebram a diversidade musical local e nacional. Realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), o evento reafirma seu compromisso com a valorização dos artistas da terra e com o acesso democrático à cultura.</p>
<p dir="ltr">Em dezembro, o festival ganhou uma edição Verão que passou por Camaragibe e pelo Terminal Marítimo de Passageiros, no Recife, além de integrar a programação do Réveillon em Jaboatão dos Guararapes. Em janeiro, a iniciativa esteve em São José da Coroa Grande e na Ilha de Itamaracá, consolidando a estratégia de descentralização das políticas culturais e de estímulo ao desenvolvimento regional a partir da cultura.</p>
<p dir="ltr">Ao levar uma programação cultural gratuita e de grande porte a municípios fora do eixo da capital, o festival materializa a diretriz de democratização do acesso à cultura adotada pela gestão estadual. O projeto impacta diretamente cadeias produtivas como turismo, comércio, serviços, hospedagem e economia criativa, gerando renda, empregos temporários e visibilidade para os territórios.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o papel do Pernambuco Meu País como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social. A edição de inverno, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de geração de renda e emprego.</p>
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		<title>Samba e pagode coroam estreia do Pernambuco Meu País – Edição Verão em São José da Coroa Grande, no Litoral Sul</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 13:27:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Juana Carvalho/Secult-PE A última noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão em São José da Coroa Grande foi marcada pelo predomínio do samba e do pagode, reunindo uma multidão na Praça Constantino Gomes. Realizado neste domingo (07), o encerramento da programação no município consolidou a estreia do evento no Litoral Sul com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-71.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122664" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-71-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">A última noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão em São José da Coroa Grande foi marcada pelo predomínio do samba e do pagode, reunindo uma multidão na Praça Constantino Gomes. Realizado neste domingo (07), o encerramento da programação no município consolidou a estreia do evento no Litoral Sul com um line-up que articulou tradição, diversidade e grandes nomes da música brasileira. Ao longo da semana, o palco recebeu artistas como Nena Queiroga, Alceu Valença, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Timbalada e José Augusto.</p>
<p dir="ltr">Seguindo a tradição do festival de abrir as noites com uma atração local, quem deu início à programação, às 18h, foi a Troça Carnavalesca Pitombeira dos Quatro Cantos. O encontro entre a histórica agremiação olindense e o público do Litoral Sul funcionou como um verdadeiro esquenta do Carnaval.</p>
<p dir="ltr">Às 19h, o gênero musical predominante mudou: foi a vez da cantora, compositora e percussionista Helena Cristina subir ao palco. Com trajetória marcada pela valorização da força feminina no samba e nos ritmos afro-brasileiros, a artista celebrou suas raízes e a dimensão sagrada da música. No repertório, releituras de clássicos do samba brasileiro ganharam novas camadas em sua interpretação, embalando o público que já ocupava a praça.</p>
<p dir="ltr">“Começar o ano de 2026 em um palco tão grandioso como esse, é tão importante, sobretudo para nós mulheres poder levar a nossa arte e mostrar o quanto o samba feminino é forte e merece essa valorização”, celebrou a artista após o show.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-81.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122665" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-81-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Na sequência, às 20h30, o Grupo Revelação protagonizou um dos momentos mais marcantes da noite. Com um repertório já consagrado na história do pagode, o grupo transformou a apresentação em um grande coro coletivo, com sucessos como Deixa Acontecer, Coração Radiante, Tá Escrito e Velocidade da Luz. A resposta do público evidenciou a força afetiva e nostálgica das canções, reafirmando a merecida longevidade do grupo.</p>
<p dir="ltr">Às 22h30, Alexandre Pires subiu ao palco diante de uma praça completamente tomada pelo público. Considerado uma das grandes vozes do pagode brasileiro, o cantor conduziu a multidão por uma sequência de sucessos românticos, como Domingo, Cheia de Manias, Quando é Amor, Essa Tal Liberdade e Depois do Prazer, em um show marcado pela conexão direta com a plateia.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-52.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122666" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-52-607x404.jpg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">“O público pernambucano é muito generoso. Pernambuco tem uma cultura vasta e rica, não apenas na música, mas em relação ao público, que sempre recebe o artista de braços abertos. Esse é o meu segundo Pernambuco Meu País, agora dessa vez na edição verão, então eu já espero voltar mais vezes”, disse o cantor antes da apresentação em entrevista.</p>
<p dir="ltr">Para fechar a programação, Ferrugem levou ao palco um show marcado pela entrega do público e por um repertório que sintetiza sua trajetória no pagode contemporâneo. Canções como Pirata e Tesouro, Pra Você Acreditar, Climatizar, Apaguei pra Todos e Eu Juro foram cantadas em coro. A apresentação selou o encerramento da edição no município reafirmando a força do pagode e sua capacidade de mobilizar diferentes gerações.</p>
<p dir="ltr">“Esse festival é maravilhoso, em primeiro lugar, porque abre porta para o nosso segmento. Hoje a gente tem uma noite dedicada ao samba, e eu ainda fui convidado para fechar a festa. Eu fico muito honrado. E depois, vir para uma cidade que é longe do Recife para cantar para um público de mais de 30 mil pessoas, quando geralmente a gente não tem essa oportunidade de estar fazendo shows mais distantes da capital, é realmente incrível”, celebrou o cantor antes de subir ao palco.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-31.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122667" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-31-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Com o encerramento da última noite de shows, o Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão concluiu sua passagem por São José da Coroa Grande com um balanço amplamente positivo. Ao longo de vários dias, o evento reafirmou a cultura como eixo estratégico de desenvolvimento regional, promovendo acesso democrático à arte, inclusão social e a valorização dos territórios fora do eixo da capital.</p>
<p dir="ltr">A realização de uma programação gratuita e de grande porte no Litoral Sul evidenciou a política de interiorização cultural adotada pelo Governo de Pernambuco, sob a gestão da governadora Raquel Lyra. A ocupação dos espaços públicos e a expressiva presença de público impulsionaram o turismo e impactaram diretamente cadeias como comércio, serviços, hospedagem e economia criativa, fortalecendo a visibilidade do município e consolidando o festival como uma política pública estruturante de articulação entre cultura, desenvolvimento e turismo regional.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-41.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122668" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-41-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr"><strong>SOBRE O FESTIVAL PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong></p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, o Festival Pernambuco Meu País ganhou uma edição de verão, que integra um calendário contínuo de ocupação cultural do estado.</p>
<p dir="ltr">Em dezembro, o festival passou por Camaragibe e pelo Terminal Marítimo de Passageiros, no Recife, além de integrar a programação do Réveillon em Jaboatão dos Guararapes. Em janeiro, a iniciativa avança para São José da Coroa Grande e Ilha de Itamaracá, consolidando a estratégia de descentralização das políticas culturais e de estímulo ao desenvolvimento regional a partir da cultura.</p>
<p dir="ltr">Ao levar uma programação cultural gratuita e de grande porte a municípios fora do eixo da capital, o festival materializa a diretriz de democratização do acesso à cultura adotada pela gestão estadual. O projeto impacta diretamente cadeias produtivas como turismo, comércio, serviços, hospedagem e economia criativa, gerando renda, empregos temporários e visibilidade para os territórios.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o papel do Pernambuco Meu País como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social. A edição de inverno, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de geração de renda e emprego.</p>
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		<title>Caruaru vibrou ao som dos clássicos da música romântica brasileira em primeira noite do PEMP</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 17:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta sexta marcou a primeira de três noites no palco que leva o nome do Festival Pernambuco Meu País, no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, em Caruaru. Última das dez cidades contempladas pelo evento, a noite teve o tom perfeito de um grandioso início de despedida, reunindo figuras icônicas da música brasileira , como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120123" aria-labelledby="figcaption_attachment_120123" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">San Pereira</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120123" alt="San Pereira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alcione no PEMP em Caruaru</p></div>
<p dir="ltr">Esta sexta marcou a primeira de três noites no palco que leva o nome do Festival Pernambuco Meu País, no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, em Caruaru. Última das dez cidades contempladas pelo evento, a noite teve o tom perfeito de um grandioso início de despedida, reunindo figuras icônicas da música brasileira , como Alcione, Fábio Jr. e José Augusto, num encontro geracional que celebrou passado e presente. Fechando o time de estrelas, o conterrâneo Junio Barreto e o já tradicional espetáculo inaugural do festival também brilharam, pontuando uma abertura de peso.</p>
<p dir="ltr">O espetáculo Pernambuco Meu País abriu a noite com delicadeza e vigor, encerrando sua circulação 2025 justamente em Caruaru, terra de Manuel Eudócio, um dos homenageados desta edição. Dirigido coreograficamente por Maria Paula Costa Rêgo, com direção musical de Maciel Salu e projeções digitais de Gabriel Furtado, o espetáculo entrelaçou dança, música, poesia e figurinos alegóricos celebrando a vida e a obra de Manuel Eudócio, Severina Lopes e Mestre Salustiano. Reunindo artistas pernambucanos de distintas expressões — dançarinos, cantores, músicos e poetas —, a apresentação entregou uma abertura sensorial que falou diretamente à alma de quem já se somava ao público no pátio.</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o filho da terra Junio Barreto trouxe ao palco sua música autoral à flor da pele de letras poéticas, melodias contagiantes e uma apresentação que, apesar da imponência do espaço, manteve-se intimista, olho no olho com a plateia. Reconhecido pela crítica e já indicado ao Grammy Latino, Barreto consolidou sua trajetória com autenticidade e emoção, em um momento de pura conexão com quem estava ali para celebrá-lo em casa.</p>
<div id="attachment_120121" aria-labelledby="figcaption_attachment_120121" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: San Pereira</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120121" alt="Foto: San Pereira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Pernambuco Meu País</p></div>
<p dir="ltr">Coube a José Augusto dar continuidade à noite com a força de uma carreira marcada por sucessos que atravessam gerações. O cantor abriu sua participação com os versos de &#8220;Chuvas de verão&#8221;, embalando uma plateia que cantou em coro desde o primeiro segundo até o acorde final. Emocionado, lembrou que esteve em Caruaru ainda nos anos 1970, no alvorecer de sua carreira, reforçando o vínculo afetivo com a cidade. Entre sucessos queridos, ecoaram trechos de “De que vale ter tudo na vida”, “Amantes” e “A carta”, todos entoados com afeto por uma audiência enfeitiçada pela nostalgia.</p>
<p dir="ltr">Outro ícone da música romântica, Fábio Jr. subiu ao palco com o carisma de sempre e repertório impecável, composto por grandes hits do rádio e da teledramaturgia nacional. Clássicos como “Alma Gêmea”, “Pensando em Você” e “Caça e Caçador”, entre muitos outros, embalaram uma apresentação carregada de emoção. A banda, afinadíssima, deu o tom de sofisticação ao espetáculo, enquanto o Pátio de Eventos, lotado, pulsava na mesma frequência de paixão e entrega.</p>
<p dir="ltr">A grande estrela da noite, Alcione, surgiu já de madrugada sob os aplausos ansiosos do público. Andando pelo palco, ela escolheu abrir seu show reverenciando a cultura pernambucana e abriu seu show com “Forró do Xenhenhém”, canção que ganhou o Brasil por sua interpretação única no início dos anos 2000. Logo de início, conquistou o público com a intensidade de quem ama, confia, depois desconfia e sofre com profundidade, envolvida pela vibração coletiva de Caruaru.</p>
<p dir="ltr">O espetáculo seguiu exuberante e enérgico, com um setlist afiado que reuniu alguns de seus maiores sucessos. Canções como “Você Me Vira a Cabeça (Me Tira do Sério)”, “Não Deixe o Samba Morrer”, “Sufoco” e “A Loba” reverberaram pela multidão, que respondeu entregue, hipnotizada pelo magnetismo da Marrom. Em uma noite que misturou tradição, romantismo e potência vocal, o público de Caruaru viveu a confirmação de que o Festival Pernambuco Meu País caminha para seu desfecho em grande estilo, celebrando a música como memória, encontro e futuro.</p>
<div id="attachment_120124" aria-labelledby="figcaption_attachment_120124" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: San Pereira</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp4.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120124" alt="Foto: San Pereira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio Júnior</p></div>
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		<title>Palco Pernambuco Meu País celebra manifestações afro-brasileiras em noite dedicada às culturas populares e ao samba</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Aug 2025 19:23:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119913" aria-labelledby="figcaption_attachment_119913" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119913" alt="Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p><strong>Na palma da mão e no gingado dos pés</strong> – Neste sábado (23), em Gravatá, o palco Pernambuco Meu País celebrou as manifestações afro-brasileiras ao dedicar sua programação às culturas populares e ao samba. Com shows do Afoxé Omim Sabá, Lucas dos Prazeres, Gerlane Lops, Diogo Nogueira e Alexandre Pires, a noite foi marcada por ritmos tradicionais, fazendo o público do Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar cair na dança e cantar junto.</p>
<p>Abrindo os caminhos do segundo dia de atividades no coração do festival, diretamente de Recife, o Afoxé Omim Sabá encantou os espectadores ao trazer a cultura afro-religiosa ao palco, ecoando os sons dos agbês, atabaques, agogôs e mais. Com um figurino em tons de azul, verde, branco e prata, em referência à Iemanjá, o grupo apresentou faixas que trabalham temas como a ancestralidade, as lendas dos Orixás e a luta do povo negro por igualdade.</p>
<p>“O Festival Pernambuco Meu País se torna um marco de valorização da cultura popular e coloca o nosso Estado à frente de todo o processo de luta contra a discriminação racial e a intolerância religiosa”, destacou o babalorixá Marcos Silva, fundador do afoxé, em coletiva.</p>
<p>Em seguida, hasteando a bandeira “Pernambuco Nação Percussiva”, do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba, além de reverenciar grandes nomes, como Solano Trindade, Aurinha do Coco, Conceição dos Prazeres, matriarca da sua família, e Naná Vasconcelos, um dos homenageados na edição 2024 do festival.</p>
<p>“Nós vivemos uma noite de celebração à diversidade cultural. Acredito e sinto o palco Pernambuco Meu País como um espaço do ineditismo, onde as surpresas acontecem, revelando um futuro ancestral de novas possibilidades. Por isso, vida longa!”, desejou Lucas dos Prazeres, em entrevista à imprensa.</p>
<div id="attachment_119914" aria-labelledby="figcaption_attachment_119914" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.31.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119914" alt="Do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.31-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba</p></div>
<p>No meio da noite, a virada do pandeiro se deu com o show da intérprete, compositora e percussionista pernambucana, Gerlane Lops, representando a influência e força do samba em Pernambuco. Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco.</p>
<p>Em sequência ritmada, foi a vez do cantor e compositor Diogo Nogueira abrilhantar a noite. Homenageando grandes artistas do ritmo, como Beth Carvalho, Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho, Alcione e seu próprio pai, João Nogueira, o artista carioca emocionou e chamou o público para cantar junto. No setlist, faixas de sucesso nacional, como “Andanças”, “Será Que É Amor”, “Meu Lugar”, “Maneiras”, “Não Deixe o Samba Morrer” e mais. Destaque para demais canções em versão de samba, como “Sangrando”, de Gonzaguinha, e a homenagem a Pernambuco, ao entoar “Frevo Mulher”, de Zé Ramalho.</p>
<div id="attachment_119915" aria-labelledby="figcaption_attachment_119915" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119915" alt="Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação de Gerlane Lops encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação de Gerlane Lops encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco</p></div>
<p><em><strong>Em entrevista ao Cultura PE</strong></em>, o sambista destacou a importância da cultura comunitária, popular e ancestral – pilares que atravessam sua trajetória e se conectam diretamente com os valores do festival, como a valorização, a imersão e o resgate das diferentes manifestações culturais.</p>
<p>“Reverenciar os ancestrais é de uma importância imensa. Acredito que, se eu estou aqui, é porque os ancestrais construíram toda uma história para estarmos aqui. Então, para mim, a força ancestral é o que faz a diferença para a gente ter o povo cantando, feliz, curtindo todo o nosso trabalho e tudo aquilo que a gente faz. A importância é gigantesca, maior de todas!”, destacou.</p>
<p>Questionado sobre a sua relação com Pernambuco – que inclui a sua participação no Festival Pernambuco Meu País na edição 2024, em Pesqueira –, Diogo foi enfático: “Pernambuco é um país maravilhoso, multicultural! Um lugar mais lindo de se ver, estar presente. Eu amo Pernambuco e espero voltar todo ano!”, finalizou, com emoção.</p>
<p>Encerrando com chave de ouro, o show de Alexandre Pires foi um verdadeiro espetáculo de celebração ao samba. Logo na abertura, o público entoou em coro a clássica “Domingo”. Na sequência, o repertório passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim.</p>
<div id="attachment_119916" aria-labelledby="figcaption_attachment_119916" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.33.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119916" alt="Alexandre Pires trouxe um repertório que passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.33-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandre Pires trouxe um repertório que passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim</p></div>
<p>Alexandre também apresentou o projeto Pagonejo Bão, que mistura o samba com influências sertanejas. A apresentação contou com uma formação afiada, incluindo três backing vocals que, além de cantar, dançavam em sintonia com o cantor – destaque também para as trocas de figurino que acompanharam cada bloco musical. O ponto alto da noite foi a participação especial de Gerlane Lops, que voltou ao palco para cantar “Não Deixe o Samba Morrer”, em uma emocionante homenagem a Alcione, finalizando a noite em reverência ao samba e às suas grandes vozes.</p>
<p>Neste domingo (24), terceiro e último dia de programação do palco Pernambuco Meu País, sobem ao palco a Família Salustiano e a Rabeca Encantada, Chico Chico, Lenine, Biquini e Marcelo Falcão, além do DJ 440 com o Som na Rural nos intervalos. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a>, e no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
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		<title>Cortejo Brincantes de Pernambuco contagia as ruas de Buíque em celebração à cultura popular</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2025 13:26:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No final da tarde desta sexta-feira (1º), o Cortejo Brincantes de Pernambuco chegou a Buíque e contagiou as principais vias do segundo município-sede do Festival Pernambuco Meu País 2025. Em celebração à cultura popular, diferentes manifestações culturais trouxeram música, dança, cor e arte, abrindo a programação e anunciando os próximos dias de magia. Estiveram presentes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119419" aria-labelledby="figcaption_attachment_119419" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-09.38.12.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119419" alt="Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-09.38.12-607x486.jpeg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>No final da tarde desta sexta-feira (1º), o Cortejo Brincantes de Pernambuco chegou a Buíque e contagiou as principais vias do segundo município-sede do Festival Pernambuco Meu País 2025. Em celebração à cultura popular, diferentes manifestações culturais trouxeram música, dança, cor e arte, abrindo a programação e anunciando os próximos dias de magia.</p>
<p>Estiveram presentes o Caboclinho Canidé, com representação da cultura indígena; os Caretas de Triunfo, vestindo suas máscaras, roupas coloridas e relhos; a Escola de Samba Galeria do Ritmo, uma das maiores e mais conhecidas do segmento, fundada no Recife; o Clube de Boneco Seu Malaquias, Patrimônio Vivo de Pernambuco e referência entre as agremiações do Estado; o Bloco Caravana Andaluza do Engenho Abreus, preservando as brincadeiras trazidas pelos trabalhadores rurais; e o Urso da Rua do Sapo, com a La Ursa, símbolo da tradição carnavalesca do Estado.</p>
<p>Complementando a programação &#8211; e com protagonismo &#8211; no Dia Nacional do Maracatu, não poderiam faltar representantes da manifestação cultural genuinamente pernambucana. No primeiro ano em que a data é comemorada nacionalmente, o Maracatu Carneiro Manso, de Glória de Goitá, e o Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu, Patrimônio Vivo de Pernambuco, encantaram o público, com os seus tradicionais caboclos de lança, que levaram a cultura da Zona da Mata para o Agreste.</p>
<div id="attachment_119420" aria-labelledby="figcaption_attachment_119420" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-09.38.12-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119420" alt="Em celebração à cultura popular, diferentes manifestações culturais trouxeram música, dança, cor e arte, abrindo a programação e anunciando os próximos dias de magia" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-09.38.12-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em celebração à cultura popular, diferentes manifestações culturais trouxeram música, dança, cor e arte, abrindo a programação e anunciando os próximos dias de magia</p></div>
<p>“É lindo ver tudo isso passando aqui na nossa frente, de perto. Uma ação tão importante, que traz a cultura para dentro dos municípios, como aqui em Buíque. Isso possibilita a gente se reconhecer, enquanto manifestações que formam a nossa identidade, e de conhecer melhor as culturas de outras cidades. Eu, que já participei de grupo de boi, fico emocionada em rever essas manifestações”, destacou a atendente de farmácia e moradora da cidade há 18 anos, Mayla Heylla.</p>
<p>Contemplando pontos principais da cidade, como a Praça Major de França, o cortejo seguiu animando a população até encerrar a sua passagem no início da noite, no Pátio de Eventos. Conduzindo o público que acompanhava para se dirigir ao coração do festival, no palco Pernambuco Meu País, o público foi convidado a estender a programação e prestigiar ainda mais atrações.</p>
<div id="attachment_119421" aria-labelledby="figcaption_attachment_119421" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-09.38.13.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119421" alt="Estiveram presentes o Caboclinho Canidé, os Caretas de Triunfo, a Escola de Samba Galeria do Ritmo, o Clube de Boneco Seu Malaquias, o Bloco Caravana Andaluza do Engenho Abreus, o Urso da Rua do Sapo, o Maracatu Carneiro Manso e o Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-09.38.13-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Estiveram presentes o Caboclinho Canidé, os Caretas de Triunfo, a Escola de Samba Galeria do Ritmo, o Clube de Boneco Seu Malaquias, o Bloco Caravana Andaluza do Engenho Abreus, o Urso da Rua do Sapo, o Maracatu Carneiro Manso e o Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu</p></div>
<p>Neste sábado (2), a partir das 15h30, mais um desfile está previsto para circular pelo município e alegrar os presentes, com o Boi Estrelinha, Maracatu de Baque Solto Leão Formoso de Tracunhaém e Maracatu Nação Cambinda Estrela. Toda a programação e cobertura do Cortejo Brincantes estão disponíveis por meio do Instagram oficial do festival, o <a href="http://instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a> e do <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País esquenta segunda noite em Salgueiro sob batuta do samba</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 14:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na segunda noite do palco  Pernambuco Meu País, o samba e o pagode tomaram conta da Praça da Bomba em Salgueiro. Nomes do Caruaru ao Rio de Janeiro, passando por Salvador e Olinda,  mostraram a versatilidade de um dos mais brasileiros dos ritmos, com shows de Xande de Pilares, Xanddy Harmonia, Douglas Leon, Ramon Schnayder [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/XANDE-DE-PILARES-FOTO-JUANA-CARVALHO-SECULTPE-FUNDARPE-min.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119309" alt="XANDE DE PILARES FOTO JUANA CARVALHO SECULTPE FUNDARPE-min" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/XANDE-DE-PILARES-FOTO-JUANA-CARVALHO-SECULTPE-FUNDARPE-min-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Na segunda noite do palco  Pernambuco Meu País, o samba e o pagode tomaram conta da Praça da Bomba em Salgueiro. Nomes do Caruaru ao Rio de Janeiro, passando por Salvador e Olinda,  mostraram a versatilidade de um dos mais brasileiros dos ritmos, com shows de Xande de Pilares, Xanddy Harmonia, Douglas Leon, Ramon Schnayder e a bateria do Preto Velho, em uma noite que os batuques conduziram o ritmo dos corações e dos pés.</p>
<p dir="ltr">A secretária executiva de Cultura de Pernambuco, Yasmim Neves, esteve presente na noite do samba e destacou a importância de uma noite dedicada ao ritmo dentro do festival. “Noite do samba é noite da cultura popular. Importante trazer para Salgueiro os nomes que estamos trazendo, essa música potente que é o samba, que vem do povo preto, é um movimento de resistência e pertencimento. Pernambuco Meu País vai até setembro trazendo isso tudo em uma culminância de linguagens culturais”, declarou.</p>
<p dir="ltr">A bateria do Preto Velho veio direto de Olinda para aquecer o público que chegava com seus tambores e passistas, mostrando a força da cultura popular pernambucana dentro do samba . Em seguida, foi a vez de Ramon Schnayder e Douglas Leon, com shows lotados de sucessos que foram de Calcinha Preta a Xuxa em ritmo de pagode.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/PRETOVELHO-FOTO-JUANA-CARVALHO-SECULT-FUNDARPE-min.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119308" alt="PRETOVELHO FOTO JUANA CARVALHO SECULT FUNDARPE-min" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/PRETOVELHO-FOTO-JUANA-CARVALHO-SECULT-FUNDARPE-min-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Em seguida, diretamente da quadra do Acadêmicos do Salgueiro para a cidade sertaneja de Salgueiro, Xande de Pilares mostrou porque é uma das maiores vozes do samba deste século. No palco, fez questão de ressaltar sempre a felicidade de estar na cidade que leva o nome da escola de samba de seu coração. Iniciou o show com as grandes canções de seus anos na banda Revelação, como “Deixa Acontecer”, “Velocidade da Luz” e “Grades do Coração”. Em seguida, rendeu homenagens a músicos que partiram neste ano, como Bira Presidente, Anderson Leonardo (Molejo) e Preta Gil, passeando ainda por nomes como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Tim Maia e Djavan, emendando com os sucessos de sua carreira solo.</p>
<p dir="ltr">“Eu estou muito feliz em conhecer essa cidade que eu tinha o sonho de conhecer por ser o nome da minha escola e principalmente da forma que fui recebido, com tanto carinho, com tanto amor. Foi bonito poder dedicar esse show a minha filha, que tem apenas 1 anos e seis meses, minha parceira mais nova de música”, afirmou Xande após a apresentação.</p>
<p dir="ltr">Após o Xande carioca, foi a vez do Xanddy baiano. Mesmo encerrando a noite, Harmonia encontrou um público que parecia longe de estar cansado, acompanhando todos os hits dos tempos de Harmonia do Samba do cantor, além de interpretações de canções de contemporâneos, como É o Tchan e novos nomes, como João Gomes. Todo mundo acompanhou as coreografias do pagode baiano, com direito a participação de dançarinos vindos da plateia para o palco de todas as idades.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Xanddy-Harmonia-Foto-Juana-Carvalho-SecultPE-Fundarpe-min.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119310" alt="Xanddy Harmonia  Foto Juana Carvalho SecultPE Fundarpe-min" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Xanddy-Harmonia-Foto-Juana-Carvalho-SecultPE-Fundarpe-min-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">A programação do palco Pernambuco Meu País se encerra neste domingo (27) em Salgueiro, com shows do Coral Aboios de Serrita, Joquinha Gonzaga, Mastruz com Leite, Anjo Azul e Limão com Mel, com o DJ Kaliu comandando os intervalos no Som na Rural.</p>
</div>
<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
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		<title>Palcos Pernambuco Meu País no Carnaval celebraram a diversidade da herança das matrizes africanas na noite de domingo</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 13:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116454" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Entre a energia ancestral do Maracatu Nação Pernambuco e o balanço do reggae de Maneva, os foliões que curtiram o domingo nos palcos do Recife e de Olinda do Pernambuco Meu País no Carnaval viveram um dia apoteótico de muita celebração da música pernambucana e brasileira. Em especial dos ritmos e tradições populares oriundos da herança africana. Samba, rap, reggae, maracatu de baque solto e de baque virado ecoaram pelo Jardim do Cais do Sertão e pela Praça do Carmo, consolidando este quarto dia do Carnaval de Pernambuco 2025.</p>
<p>No palco Recife quem abriu a tarde foi o Maracatu Nação Pernambuco com uma apresentação emocionante. “É sempre um motivo de muita alegria a gente poder estar mostrando o que Pernambuco tem de melhor. Quero parabenizar o Governo pela iniciativa, dizer que a gente está muito feliz por esse grande momento, que é o nosso Pernambuco aqui no palco. Nosso Estado hoje é o que é também graças à nossa cultura popular”, celebrou o contramestre do grupo, Bernardo José.</p>
<p>Em seguida foi a vez do Maracatu Estrela de Ouro de Aliança tomar conta do palco e do gramadão. Patrimônio Vivo de Pernambuco, o grupo é um dos maiores representantes do maracatu rural e encantou todos os presentes com suas cores e brilhos. Os caboclos de lança em especial chamavam  atenção do público, como foi o caso da pernambucana radicada em Brasília Cristiane Carvalho. “Fazia anos que eu não passava o Carnaval aqui e, depois do frevo, uma das brincadeiras da cultura popular que mais amo e sinto falta é o Maracatu. Vim pro Pernambuco Meu País só para vê-los e estou muito emocionada e feliz. É uma oportunidade única para quem não conseguir ir até a Zona da Mata”, ressaltou a foliã.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-1-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116456" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-1-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6134-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116455" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6134-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O fim de tarde seguiu com as Sambadeiras, que transformaram o jardim do Cais numa avenida de samba com a mais alta energia. A bateria formado apenas por mulheres mesclou clássicos do samba com muita música pernambucana e colocou todo mundo para cantar e dançar. E o encerramento do domingo no palco Recife se deu com o aguardado show de Mestre Ambrósio.</p>
<p>Como esperado, o grupo reuniu um grande público que cantou do início ao fim os maiores sucessos da banda pernambucana que fez história nos anos 1990. “A gente não existiria enquanto grupo se não existisse a cultura popular. E a gente quer estar nesse espaço onde o tema, o assunto é esse. Então tá mais do que perfeita nossa presença aqui hoje no Pernambuco Meu País”, contou o músico e vocalista Siba. “Esse show tem o diferencial de acontecer durante o Carnaval, né?Nessa época sempre tem uma temperatura maior, essa festividade que também contamina a gente. A cultura popular tem uma força sempre, mas no Carnaval ela atinge uma dimensão muito maior”, complementou o integrante Helder Vasconcelos.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6213-1-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116457" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6213-1-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6431-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116458" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6431-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>Rap, samba, reggae e Oscar em Olinda</strong></p>
<p>Na histórica Praça do Carmo o palco Pernambuco Meu País no Carnaval em Olinda também vibrou ancestralidade. Orquestra Rockfônica de Frevo, Fundo de Quintal, Teto, Marcelo D2, Tribo de Jah e Maneva lotaram o local com um público animado e apaixonado pela pluralidade da música brasileira.</p>
<p>Nem a chuva atrapalhou os foliões que curtiram a noite olindense. Muito pelo contrário, o frescor trazido pela água foi até celebrada e renovou as energias de quem queria aproveitar o domingo até o fim. Havia que estivesse lá pela quarta noite seguida, celebrando com segurança e diversão.</p>
<p>Marca do Carnaval de Pernambuco e do Pernambuco Meu País, a diversidade cultural é o que mais tem atraído diariamente os locais e turistas ao Carmo. A noite de domingo não foi diferente e ainda foi coroada pelo tão aguardado Oscar do filme “Ainda Estou Aqui&#8221;, do cineasta brasileiro Walter Salles. O telão do palco anunciou a notícia esperada por todos e o público foi ao delírio com a boa nova. A energia que já havia se inchado com Tribo de Jah se manteve até a madrugada com o show enérgico de Maneva, numa grande celebração de música, tradição e cinema.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/Snapinst.app_482466283_18494703817055584_281540448370274243_n_1080-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116459" alt="pemp oscar" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/Snapinst.app_482466283_18494703817055584_281540448370274243_n_1080-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG-20250303-WA00631.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116463" alt="Foto: Cena Quatro" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG-20250303-WA00631-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-4.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116460" alt="Foto: Paula Maestrali/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Representantes da nata da cultura popular deram aula no primeiro fim de semana do Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 19:04:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116331" aria-labelledby="figcaption_attachment_116331" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/1.-Palco-Pernambuco-Meu-País-no-Carnaval-Recife-1-Foto-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-116331" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/1.-Palco-Pernambuco-Meu-País-no-Carnaval-Recife-1-Foto-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Recife</p></div>
<p>Coco, samba, afoxé, la ursa, frevo, ciranda, maracatu e cavalo marinho, tanto na versão tradicional, de raiz, quanto na releitura pop que sintetiza todas as manifestações da cultura popular pernambucanas. Essa foi a tônica do palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife, montado no Bairro do Recife, no jardim do centro cultural Cais do Sertão, no último fim de semana, de sexta-feira (21) a domingo (23). O público entendeu a proposta e compareceu em peso para prestigiar artistas e ritmos que se confundem com a própria história de Pernambuco.<br />
A experiência Pernambuco Meu País, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), foi um sucesso em 2024, quando percorreu oito municípios do Agreste e do Sertão e aportou no Recife, durante o festival Rec&#8217;n'Play, no mesmo formato que agora ganha a folia de Momo, desde as semanas pré-carnavalescas. No Pernambuco Meu País a prioridade é dar a cultura popular e seu palco é a grande vitrine dos artistas desse segmento.<br />
Na sexta-feira (21), a programação começou às 17h30 com o cortejo dos Bonecos Gigantes de Olinda saindo da Avenida Rio Branco em direção ao palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife. A ação espalhou alegria entre os foliões que passavam pelo local, contagiados pelo som vibrante do frevo e pela magia dos bonecos gigantes tornando impossível ficar indiferente à festa.<br />
Já no palco, às 20h, Almir Rouche, um dos homenageados do Carnaval de Pernambuco de 2025, fez o público vibrar com clássicos do frevo, como <em>Galo Eu Te Amo</em>, <em>Hino do Elefante de Olinda</em> e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em>. Em seguida, a icônica cirandeira Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, encantou a plateia com suas canções envolventes transportando os foliões para o ritmo das ondas do mar.<br />
No intervalo das apresentações, o casal carioca de mestre-sala e porta-bandeira da Escola de Samba Unidos da Viradouro, Julinho e Rute, estrelas do Carnaval do Rio de Janeiro há mais de 20 anos, fizeram uma participação especial na festa proporcionando um intercâmbio cultural entre os ritmos pernambucanos e o samba carioca.<br />
Para encerrar a primeira noite com chave de ouro, Siba e a Fuloresta subiu ao palco trazendo a força e a ancestralidade do maracatu da Zona da Mata. Com um repertório vibrante, levantou a plateia ao som de <em>Toda Vez que Eu Dou um Passo o Mundo Sai do Lugar</em>, <em>A Bagaceira</em> e <em>O Inimigo Dorme</em> fazendo com que ninguém ficasse parado. O espetáculo encerrou a noite em grande estilo deixando nos foliões a certeza de que o Carnaval de Pernambuco é o maior em linha reta do mundo.<br />
No sábado (22), a história das manifestações populares foi revisitada em espetáculos com muita riqueza de conteúdo. A começar, por volta das 16h30, pela apresentação do Urso Branco de Cangaçá, do bairro de Água Fria (Recife), agremiação 13 vezes campeã do Carnaval e presidida pela mestra Maria Cristina de Andrade, também Patrimônio Vivo do Estado.<br />
Em seguida, o projeto Aria Social apresentou o musical Capiba: Pelas Ruas Eu Vou, emocionante tributo ao compositor, também um dos homenageados do Carnaval de Pernambuco de 2025, e à própria folia de Momo, com dança, música, poesia, memória iconográfica e rico figurino. Na mesma linha, o grupo Guerreiros do Passo reviveu os antigos Carnavais de rua contando a história do frevo com direito a um aulão de dança desse ritmo no final. E a tradição da Zona da Mata também esteve representada, no sábado, por Mestre Anderson e a Ciranda Raiz da Mata Norte, com participação do Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira de Nazaré.<br />
Já à noite, o veterano grupo Quinteto Violado revisitou os temas mais populares do Carnaval interpretados em seu estilo único e inconfundível. O mesmo ocorreu com o cantor Silvério Pessoa, cujo show teve como base seu projeto Micróbio do Frevo, com inserções de releituras de J. Michiles, Lula Queiroga, Otto e Chico Science, entre outros.<br />
No domingo (23), o coco, o samba, o afoxé, a la ursa e o frevo, quatro dos ritmos musicais e uma das expressões mais pernambucanas e carnavalescas, foram os protagonistas do palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife. O Urso Branco de Cangaçá voltou a dar a sua graça, seguido de mestra Ana Lúcia, Gigantes do Samba, Afoxé Omin Sabá e Claudionor Germano não deixaram ninguém parado.<br />
Com direito à presença do menino Davi Henrique, 3 anos de idade, que viralizou na internet se apresentando de la ursa, o Urso Branco de Cangaçá abriu os trabalhos com o pulsar dos tambores da tradição pernambucana.<br />
Diretamente do bairro do Amaro Branco, em Olinda, mestra Ana Lúcia, também homenageada do Carnaval de Pernambuco de 2025, trouxe todo o gingado de seu coco de roda para o palco do Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Recife. Uma das principais mestras de coco de roda vivas, Patrimônio Vivo do Estado, Ana Lúcia cantou rodeada de mulheres.<br />
Já a Gigantes do Samba transformou o palco em uma verdadeira Sapucaí demonstrando toda a pluralidade e diversidade do Carnaval pernambucano. Bateria, mestre-sala e porta-bandeira desfilaram ao som de sambas-enredos famosos e alguns clássicos do samba nacional.<br />
Trazendo todo o encanto da ancestralidade africana, o afoxé Omim Sabá representou a beleza a religiosidade da matriz africana ao palco. Iemanjá é o orixá que rege o afoxé. Ela é representada na indumentária, na música e nos movimentos executados pelo grupo.<br />
Fechando a noite com chave de ouro e alto astral, a voz do frevo, Claudionor Germano, do alto de seus 92 anos, animou o público com um desfile de hits de sua carreira e canções, especialmente canções de mestres como Capiba e Nelson Ferreira. “Estou muito feliz em ver o tratamento do povo comigo, essa simpatia e carinho do povo é o meu maior pagamento”, disse o também Patrimônio Vivo de Pernambuco.<br />
“São três dias de uma programação extensa, com muita cultura popular, muitos shows, com o Estado abraçando o Carnaval de Pernambuco. É apenas o começo e uma amostra do que vem por aí”, afirmou a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula.<br />
“Pernambuco Meu País chegou ao Recife para trazer a diversidade e riqueza da cultura popular, nossos Patrimônios Vivos. Desde o primeiro dia encheu o Bairro do Recife de alegria. Está lindo o Carnaval de Pernambuco. E vamos levar essa beleza e alegria do Litoral ao Sertão do Estado”, disse a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p><strong>CARNAVAL PE 2025</strong> – Uma das principais referências culturais do Brasil, o Carnaval de Pernambuco está preparado para receber foliões do Brasil e de fora do País e oferecer a maior riqueza da nação pernambucana: uma cultura viva e pulsante, presente nas mais diversas manifestações populares e de artistas reconhecidos pela dedicação e valorização do ciclo carnavalesco. Para garantir a realização de uma grande festa momesca, o Governo de Pernambuco está investindo R$ 54,4 milhões na contratação artística e no planejamento operacional e integrado entre as secretarias estaduais.<br />
Do valor total, R$ 35 milhões são destinados para as ações por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Secretaria de Turismo e Lazer (Setur), o que representa um incremento de 66% em relação a 2024, que foi de R$ 21 milhões. Nas iniciativas das duas pastas, cerca de 90% dos artistas contratados são pernambucanos, selecionados via Convocatória do Ciclo Carnavalesco. Aproximadamente 80% das contratações são de cultura popular, orquestras, dança e música da tradição carnavalesca. Em 2025 os homenageados do Carnaval Pernambuco são Capiba (<em>in memoriam</em>), Almir Rouche, Dona Nira e Mestra Ana Lúcia.<br />
Inovando na programação, o projeto cultural pioneiro Pernambuco Meu País é uma das iniciativas de destaque na grade, com duas grandes estruturas, em Olinda e no Recife, com espaço para a promoção da cultura popular do Estado e para o intercâmbio artístico com artistas de diversas regiões do País.<br />
No Recife, a estrutura está montada no jardim do centro cultural Cais do Sertão, no Bairro do Recife. Destacando as manifestações culturais populares de Pernambuco, o polo conta com programação entre os dias 21 e 23 de fevereiro e de 28 de fevereiro a 4 de março. Em Olinda, o palco está montado na Praça do Carmo. Com grade de shows no período de 27 de fevereiro a 5 de março.<br />
Reforçando sua presença junto aos pernambucanos e intensificando o incentivo às mais diversas programações, o Governo deo Estado, por meio da a Secult-PE e da Fundarpe, também realiza sete edições do Cortejo Brincantes de Pernambuco nas ruas das cidades de Olinda, Recife, Caruaru, Ipojuca, Arcoverde, Triunfo e Bezerros. Além disso, o Governo também confirma apoio a eventos em diversos municípios. Entre as iniciativas com aporte do Estado estão: festivais, encontros tradicionais de cultura popular e programações musicais carnavalescas nas quatro macrorregiões.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife (Jardim do Cais do Sertão)</span>:</strong></p>
<p><strong>28 FEV (sexta-feira)</strong><br />
15h | Mestre do Galo Preto<br />
16h | Família Salustiano<br />
17h | Nailson Vieira com participação do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante de Nazaré da Mata<br />
18h | Grêmio Recreativo Escola de Samba D’Breck com participação de Gabi do Carmo</p>
<p><strong>1º MAR (sábado)</strong><br />
15h | Mãe Beth de Oxum &#8211; Coco de Umbigada<br />
16h | Orquestra Iorubás de Pernambuco<br />
17h | Orquestra de Frevo Zezé Corrêa com participação de Laís Senna<br />
18h | Maciel Salú com participação de Mano de Baé</p>
<p><strong>2 MAR (domingo)</strong><br />
15h | Maracatu Estrela de Ouro de Aliança<br />
16h | Maracatu Nação Pernambuco com participação de Charles Theone<br />
17h | As Sambadeiras com participação de Natascha Falcão<br />
18h | Mestre Ambrósio</p>
<p><strong>3 MAR (segunda-feira)</strong><br />
15h | Orquestra 100% Mulher<br />
16h | Afoxé Ogbon Obá<br />
17h | Grupo Bongar<br />
18h | Karynna Spinelli com participação de Helena Cristina</p>
<p><strong>4 MAR (terça-feira)</strong><br />
15h | Mestre João Limoeiro<br />
16h | Juninho do Coco<br />
17h | Larissa Lisboa<br />
18h30 | Maestro Forró e Orquestra Popular da Bomba do Hemetério com participações de Ed Carlos, Gabi da Pele Preta e Ylana Queiroga</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sétima edição do Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba na Malakoff</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/setima-edicao-do-encontro-nacional-e-internacional-de-mulheres-na-roda-de-samba-e-confirmada-no-recife-2/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/setima-edicao-do-encontro-nacional-e-internacional-de-mulheres-na-roda-de-samba-e-confirmada-no-recife-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 19:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Considerado o maior evento de mulheres sambistas, o Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba acontece, neste sábado (30),  simultaneamente em 25 cidades do Brasil e do Exterior. No Recife o encontro é na Torre Malakoff, que fica na Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife, com início às 13h. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-29-at-16.24.47.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114810" alt="WhatsApp Image 2024-11-29 at 16.24.47" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-29-at-16.24.47-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Considerado o maior evento de mulheres sambistas, o Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba acontece, neste sábado (30),  simultaneamente em 25 cidades do Brasil e do Exterior. No Recife o encontro é na Torre Malakoff, que fica na Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife, com início às 13h.</p>
<p>O formato prevê que as rodas aconteçam simultaneamente nas diferentes localidades, com músicas da Mulherageada do Ano: Áurea Martins e da Clementina de Jesus, além de compositoras do Brasil. No repertório nacional, músicas como “Não vadeia”, e  “Marinheiro”, de Clementina de Jesus, “Banho de Manjericão” e “Ponto das Caboclas” de Áurea Martins.</p>
<p>No Recife estão confirmadas as cantoras Karynna Spinelli, Kira, Helena Cristina,  Selma do Samba, Surama Rheis, Maria Pagodinho, Alice Fernanda, Keka Villaverde, Elaine Cristina, Angélica Criss, Manu Travassos, Nena Queiroga, Carla Rio, Rafaela Nascimento, Sue, Joana Xeba, Leyde do Banjo e Gracinha do Samba, além da banda formada por mulheres com a coordenação e direção musical de Leila Chaves e Bárbara Regina.</p>
<p>O encontro tem sua equipe técnica e de produção composta por mulheres e em sua abertura conta com um importante diálogo sobre as dificuldades e o espaço das mulheres no samba. Com produção de Paloma Lima, Rhaíssa Ramos, Rita Chaves, Karynna Spinelli, Fernanda Almeida, Bia Chaves e  Suellen Sabrina e a direção técnica de Raynnara Lima.</p>
<p>O encontro conta, ainda, com a Gira de Diálogos: “O batuque delas” com Gabriela Apolônio, Mãe Beth de Oxum, Joaninha Dias, Jadion Santos e Carol Madureira e com acessibilidade de intérprete de libras com Polyana Alves e o Centrae. O encerramento do Encontro será com o show do Coco de Mulheres .</p>
<p>No decorrer do Encontro, o público vai poder curtir delícias da culinária e a beleza do artesanato pernambucano feito por mulheres .</p>
<p>SOBRE O ENCONTRO &#8211; O Encontro Nacional das Mulheres na Roda de Samba é um evento anual, que teve sua primeira edição em 2018. Idealizado pela cantora Dorina, o projeto tem a proposta de unir as rodas de samba femininas, assim como cantoras e instrumentistas de samba, de todo o país, criando uma rede entre as artistas e aumentando as trocas culturais, além de contribuir para fortalecer a divulgação para o público da força feminina do samba.</p>
<p>A estreia reuniu diversas cidades como: Belo Horizonte e Juiz de Fora (MG), Brasília (DF), Curitiba e Londrina (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). Além das cidades brasileiras, foi realizado nas cidades vizinhas, La Plata e San Martín de los Andes, na Argentina.</p>
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		<title>Nas batidas aceleradas do coração, coco de roda, samba e pagode, festival já deixa saudade</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 21:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O coração já estava batendo de saudade quando o público começou a chegar na última noite do Festival Pernambuco Meu País 2024, em Buíque (Agreste), oitava etapa do evento. É claro que não poderia terminar de outra forma que não fosse ao som de uma batucada. Apenas uma não, várias. No polo que dá nome ao festival, subiram o Samba de Coco Raízes de Arcoverde, o grupo de pagode Sem Compromisso (SP), o sambista Dudu Nobre (RJ) e a banda Psirico (BA) para animar uma Praça de Eventos que acabou a noite praticamente lotada.</p>
<p>Apesar de ser de um município vizinho, fazia tempo que o Samba de Coco Raízes de Arcoverde não se apresentava em Buíque. Foi preciso um convite Festival Pernambuco Meu País para que isso acontecesse. Ícone do gênero e muito querido pelo público que aprecia as manifestações populares, o grupo fez seu show tradicional, em que mistura temas de sua autoria com outro tradicionais e versões até mesmo da música pop que tem inspiração na cultura popular. E e é aí que mora uma das principais curiosidades sobre o trabalho de conjuntos como o SCRA.</p>
<p>Quando inclui em seu repertório canções como Jack Soul Brasileiro, de Lenine, cantor, instrumentista e compositor que sempre bebeu na fonte do regionalismo pernambucano, o SCRA passa a integrar uma cadeira cultural que se retroalimenta, interage dentro de si mesma e consequentemente se autorrenova. Com 11 integrantes de vozes e percussão, sete homens e quatro mulheres, sob o comando do mestre Assis Calixto, o conjunto reveza seus membros na voz principal e nas coreografias.</p>
<p>No palco, O SCRA também é didático quando pela do samba de coco de roda para o foguete de roda, um estilo mais rápido do gênero, instigando a plateia formar círculos de mãos dadas e dançar. No mesmo ritmo fez ainda versões de marchinhas de Carnaval como A Jardineira, Chachaça Não É Água e Allah-La-Ô.</p>
<p>Em atividade desde 1986, o Sem Compromisso traz no nome uma contradição, pois é um dos grupos mais longevos engajados com o pagode. O que o deixa habilitado não apenas para tocar suas composições como também para revisitar os maiores sucessos do gênero. E foi o que o conjunto, liderado pelo vocalista Ney Rocha, fez em Buíque.</p>
<p>Além de temas próprios como Mariana Parte e Minha e Alguma Coisa, o Sem Compromisso fez uma sequência ininterrupta de sucessos de Os Morenos (Minha Fé), Revelação (Coração Radiante, Deixa Acontecer), Arlindo Cruz (Camarão que Dorme a Onda Leva, Bagaço da Laranja), Zeca Pagodinho (Coração em Desalinho), Só pra Contrariar (Essa Tal Liberdade, Depois do Prazer), Exaltassamba (Me Apaixonei pela Pessoa Errada), Jeito Moleque (Pela Vida Inteira), Art Popular (Temporal), Raça Negra (É Tarde Demais) e Beth Carvalho (Samba de Arerê, Vou Festejar). A multidão, claro, cantou junto e dançou.</p>
<p>O nível só aumentou quando subiu no palco Dudu Nobre e sua banda para fazer um espetáculo completo, com um roteiro quase cinematográfico, de início, meio, clímax e fim. Ao que sugere ser pensado minuciosamente, em cada detalhe, o cantor logo na abertura botou mais lenha na fogo aceso na plateia com os hits A Grande Família, Faixa Amarela e No Mexe Mexe no Bole Bole. Em seguida, já tocando cavaquinho, seguiu interpretando Vou Botar Teu Nome na Macumba, Posso Até Me Apaixonar e É Preciso Muito Amor.</p>
<p>Não à toa, Dudu Nobre já chegou sabendo onde estava pisando, Buíque, parte deste Pernambuco Meu País, e rendeu sua reverência. Nas palavras do sambista, ele entende que Pernambuco respeita sua ancestralidade tanto quanto as pessoas que, como ele, são nascidas e criadas no samba. Foi a deixa para homenagear do gênero com um repertório que contemplou Adoniran Barbosa (Trem das Onze), Dorival Caymmi (Maracangalha), Martinho da Vila (Madalena do Jucu), Beth Carvalho (Tristeza), João Bosco &amp; Aldir Blanc (Kid Cavaquinho) e Alcione (Não Deixe o Samba Morrer).</p>
<p>Na sequência, Dudu beijou a pedra do Cacique de Ramos destilando hits de Fundo de Quintal (Insensato Destino, Conselho, O Show Tem que Continuar, Ô Irene), Jorge Aragão (Eu e Você Sempre) e Arlindo Cruz (Maneiras). Lembrou ainda de quando foi introduzido no samba, aos 5 anos de idade, e depois quando foi inserido oficialmente, ao 12, ilustrando com canções como Tá Escrito (Revelação), Alguém Me Avisou (Dona Ivone Lara) e Verdade (Zeca Pagodinho). &#8220;E vai virar Carnaval&#8221;, avisou o cantor, para anunciar o clímax/fim do espetáculo regado a sambas-enredos, inteiros e em forma de pout-pourris.</p>
<p>O clima de reverência a Pernambuco continuou com a banda Psirico, que detonou em Buíque um baile de pagodão, brega-funk e suingueira. Ao som do sucesso Lepo Lepo, o vocalista Márcio Victor foi logo subindo ao palco lembrando do percussionista Naná Vasconcelos, um dos homenageados desta edição do festival, com que esteve no Panorama Percussivo Mundial (Percpan), em Salvador. &#8220;Um dos maiores astros do mundo&#8221;, honrou. Outro saudoso artista pernambucano lembrado por Márcio foi Chico Science, a quem prestou tributo cantando Maracatu Atômico (Jorge Mautner &amp; Nelson Jacobina).</p>
<p>A partir, o Psirico levou o público à loucura com o que estava no script: pagodão, brega-funk e suingueira, com canções autorais e de artistas similares. No repertório, Xenhenhém, Ela É da Bagaceira, Casca de Bala, Jogação, Parabéns, Sambadinha, Elas Gostam, Não Vale Mais Chorar por Ele, Piriri Pom Pom, Metralhadora, Abaixa que É Tiro, Rapunzel, Perna Bamba e Chupeta.</p>
<p>Engajado, Márcio pronunciou mensagens contra o racismo e a favor da mulher. Ainda prestou tributo ao samba clássico, com Alguém Me Avisou (Dona Ivone Lara) e terminou em clima de festa, brincando, revisitando temas apenas ao som do DJ e fazendo Buíque estremecer, já na madrugada da segunda-feira (2).</p>
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