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	<title>Portal Cultura PE &#187; Sambada</title>
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		<title>Segunda Sambada de Cavalo Marinho da Capital acontece no Cais do Sertão</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 17:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dando continuidade à celebração da cultura popular pernambucana, o Cais do Sertão, no Recife, recebe no próximo sábado, 27 de dezembro, a 2ª Sambada de Cavalo Marinho da Capital, a partir das 20h. O encontro será conduzido pelo tradicional Cavalo Marinho Estrela de Ouro, do município de Condado (PE), reconhecido como Patrimônio Vivo do Estado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dando continuidade à celebração da cultura popular pernambucana, o Cais do Sertão, no Recife, recebe no próximo sábado, 27 de dezembro, a 2ª Sambada de Cavalo Marinho da Capital, a partir das 20h. O encontro será conduzido pelo tradicional Cavalo Marinho Estrela de Ouro, do município de Condado (PE), reconhecido como Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, sob a condução do Mestre Agnaldo. O projeto tem incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco e do Governo Federal, através da Política Nacional Aldir Blanc.</p>
<p>A sambada é uma manifestação cultural genuína da Zona da Mata Norte de Pernambuco, reunindo música, poesia, teatro e dança em um ritual coletivo que atravessa a noite, do anoitecer ao amanhecer, respeitando o tempo próprio da brincadeira e suas expressões corporais, simbólicas e cotidianas.</p>
<p>Nesta segunda edição, o projeto presta homenagem ao Mestre Biu Alexandre, referência fundamental na preservação, transmissão e fortalecimento do cavalo marinho e da cultura popular pernambucana, reconhecendo sua trajetória e contribuição para a continuidade desse folguedo tradicional.</p>
<p>Além da sambada noturna, o projeto realiza a Oficina de Cavalo Marinho, conduzida pelo Cavalo Marinho Estrela de Ouro, no dia 26 de dezembro (sexta-feira), também no Cais do Sertão. A atividade é gratuita, aberta ao público e propõe uma vivência prática nas linguagens que compõem o cavalo marinho — música, dança, teatro e poesia.</p>
<p>A oficina será dividida em dois turnos:<br />
● Tarde, das 14h às 17h, contando com intérprete de Libras;</p>
<p>● Noite, das 18h às 21h.</p>
<p>No que se refere à acessibilidade, a produção do evento garante acessibilidade arquitetônica no espaço e ações específicas para acolhimento do público PcD. Durante a sambada, haverá profissional da produção dedicado ao atendimento de pessoas com deficiência, além de cadeiras reservadas, assegurando maior conforto e participação do público.</p>
<p>A 2ª Sambada de Cavalo Marinho da Capital reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, a valorização da cultura popular e o fortalecimento das tradições que integram a identidade cultural de Pernambuco.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
2ª Sambada de Cavalo Marinho da Capital<br />
Com o Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado–PE)<br />
Data: Sábado, 27 de dezembro de 2025<br />
Horário: A partir das 20h<br />
Local: Cais do Sertão – Recife<br />
Evento gratuito<br />
Acessibilidade – Sambada:<br />
– Acessibilidade arquitetônica<br />
– Produção dedicada ao acolhimento de pessoas com deficiência (PcD)<br />
– Cadeiras reservadas para o público PcD</p>
<p>Oficina de Cavalo Marinho<br />
Música • Dança • Teatro • Poesia<br />
Com o Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado–PE)<br />
Data: Sexta-feira, 26 de dezembro de 2025<br />
Local: Cais do Sertão – Recife<br />
Atividade gratuita | Público livre<br />
Horários:<br />
– Tarde: 14h às 17h (com intérprete de Libras)<br />
– Noite: 18h às 21h<br />
Acessibilidade – Oficina:<br />
– Intérprete de Libras apenas na oficina da tarde<br />
– Acessibilidade arquitetônica no espaço</p>
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		<title>18ª Sambada de Dona Glorinha do Coco homenageia a mestra com participações especiais das Filhas do Baracho e Lia de Itamaracá</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 19:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118569" aria-labelledby="figcaption_attachment_118569" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/14567260728_eec3638fd0_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-118569" alt="Foto: Renata Pires / Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/14567260728_eec3638fd0_c-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Renata Pires / Secult-PE/ Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Nesta sexta-feira (27), a partir das 19h, o bairro do Amaro Branco, em Olinda, recebe a 18ª Sambada de Dona Glorinha do Coco, que presta uma homenagem à saudosa mestra Dona Glorinha do Coco, figura icônica da cultura popular pernambucana. A programação conta com apresentações do Coco do Amaro Branco, Cila do Coco, Seu Gervásio, Mestre Viola Luz, Coco da Resistência, Coco do Pneu, Raízes do Amaro Branco, este último, um coco jovem, formado por Heloisa Braz, que tem apenas 17 anos e é também neta de Dona Glorinha; além das participações especiais das Filhas de Baracho e Lia de Itamaracá. O encontro, aberto ao público, acontecerá na Rua dos Pescadores e o acesso é gratuito.</p>
<p dir="ltr">A festa é uma reverência à mestra Dona Glorinha do Coco, que faleceu em março do ano passado,  aos 89 anos, deixando um legado valioso, incluindo a tradicional sambada junina que acontece há 18 anos. Muitos mestres, mestras e brincantes passaram por lá, alguns deles já cantam no céu, a exemplo de Pombo Roxo, Mestre Ferrugem, Mestre Dédo, Mestra Beata, Aurinha do Coco, Margarida Sambão e Dona Ritinha da Garrafa.</p>
<p dir="ltr">Apesar da ausência deles, a sambada continua com as gerações atuais, familiares de Dona Glorinha, sob a produção de Isa Melo, diretora da Coco Produções que, esse ano, conta com apoio da Fundarpe e da Prefeitura de Olinda, além do incentivo da PNAB – PE, através do projeto aprovado por Renata Braz, neta de Dona Glorinha do Coco. Renata é uma das responsáveis pela festa, acompanhando os passos da avó e buscando meios para dar continuidade ao legado que tem importância simbólica e afetiva para a comunidade do Amaro Branco.</p>
<div id="attachment_118568" aria-labelledby="figcaption_attachment_118568" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-25-at-16.01.08-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118568" alt="Nova geração de familiares e admiradores da mestra dão continuidade ao legado que tem importância simbólica e afetiva para a comunidade do Amaro Branco, em Olinda. I Foto: Divulgação/ Elimar Caranguejo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-25-at-16.01.08-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nova geração de familiares e admiradores da mestra dão continuidade ao seu legado, que tem importância simbólica e afetiva para a comunidade do Amaro Branco, em Olinda. I Foto: Divulgação/ Elimar Caranguejo</p></div>
<p dir="ltr">Para a produtora Isa Melo, o evento também tem uma pegada que movimenta a economia criativa na comunidade e entorno. “É um movimento importante que gera renda para os pequenos comerciantes e mantém viva uma tradição que faz do bairro uma referência do coco de roda em Pernambuco”, destaca.</p>
<p dir="ltr">A presença especial de Lia, Biu e Dulce, comadres de Dona Glorinha do Coco que estiveram juntas com a mestra em diversas ocasiões, como nas ações culturais do Centro Cultural Estrela de Lia, no Festival O Canto da Sereia e em iniciativas como o Encontro de Comadres, do SESC/PE; fortalece e honra à memória de Dona Glorinha. “É um momento único na sambada que, pela primeira vez, abre a roda para a ciranda num laço coletivo entre os brinquedos que se unem para celebrar a vida, a alegria e a cultura pernambucana. A festa visa preservar a tradição da sambada junina e celebrar o legado deixado por Dona Glorinha”, comemora Isa.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a mestra Dona Glorinha do Coco</strong> &#8211; Nome artístico de Maria da Glória Braz de Almeida, uma das principais guardiãs e propagadoras do coco de roda em Olinda, Pernambuco. Nascida no bairro do Amaro Branco, Glorinha foi neta e filha de mulheres que marcaram a cultura local — sua avó Joana, que fugiu da escravidão no século  XIX, e sua mãe Maria Belém, cofundadora de grupos como o Acorda Povo e o Clube da Escola de Samba Oriente. Iniciou no ritmo aos sete anos, subindo em um tamborete para acompanhar a mãe nos cânticos sem microfone, usando apenas a voz e os tamancos de madeira. Durante décadas, manteve as rodas de coco, especialmente no ciclo junino, realizando sambadas em frente à sua casa e reunindo a comunidade de Amaro Branco — programação que se tornou ponto cultural reconhecido.</p>
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		<title>Cais do Sertão recebe Primeira Sambada de Cavalo Marinho da Capital</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 19:10:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115252" aria-labelledby="figcaption_attachment_115252" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Mestre-Agnaldo-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115252" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Mestre-Agnaldo-2-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Agnaldo</p></div>
<p>Pela primeira vez no Recife acontece uma sambada de cavalo marinho genuína e tradicional, do anoitecer até “quebrar a barra do dia” (amanhecer). A atividade, que ocorre no Cais do Sertão, neste sábado (28), a partir das 20h, é conduzida pelo Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Condado, da Zona da Mata Norte pernambucana, Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, comandado por mestre Agnaldo. O acesso é gratuito.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco e tem apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), via LPG, direcionada pelo Ministério da Cultura (MinC) do governo federal.</p>
<p>A Primeira Sambada de Cavalo Marinho da Capital é uma realização da Sambaqui Criações, com corodução do Instituto Casa Astral e conta com o apoio do Centro Cultural Cais do Sertão e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur).</p>
<p>É uma oportunidade para recifenses, turistas e todos os admiradores e amantes da cultura popular explorarem e celebrarem a rica tradição cultural da sambada de cavalo marinho, uma manifestação cultural única, com raízes na Zona da Mata Norte de Pernambuco, e que mistura música, poesia, teatro e dança. Contemplando e preservando o folguedo, brincantes e admiradores da cultura, com o tempo ideal para manifestar as expressões corporais e cotidianas da brincadeira em seu formato mais tradicional.</p>
<p>O evento conta também com duas oficinas de cavalo marinho, que são realizadas nesta sexta-feira (27), no mesmo local, também por mestre Agnaldo. As atividades são gratuitas e abertas para todos os interessados e conta com intérprete de libras.</p>
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		<title>Condado recebe a 1ª Sambada de Maracatu: uma celebração à cultura popular pernambucana</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 18:44:47 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114926" aria-labelledby="figcaption_attachment_114926" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Maracatu-Leão-de-Ouro.jpg"><img class="size-medium wp-image-114926" alt="Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Maracatu-Leão-de-Ouro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Leão de Ouro</p></div>
<p>O município de Condado (PE) é palco de um marco histórico na cultura popular com a realização da 1ª Sambada de Maracatu. O evento, organizado pelo Ponto de Cultura Maracatu Leão de Ouro, celebra a riqueza do maracatu de baque solto oferecendo oficinas gratuitas de música, poesia e dança, além de apresentações que seguem as tradições dessa manifestação única da Zona da Mata Norte pernambucana.</p>
<p>A iniciativa conta com o incentivo da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Governo de Pernambuco, Lei Paulo Gustavo (LPG), Ministério da Cultura (MinC) e governo federal e visa fortalecer a memória e identidade cultural da região promovendo o diálogo entre as gerações.</p>
<p>Com foco na inclusão social e na preservação cultural, o projeto garante acessibilidade para todos os públicos e convida a comunidade a mergulhar em uma experiência autêntica e transformadora. As oficinas acontecem na próxima terça-feira (10), nos períodos da tarde (a partir das 14h) e noite (às 19h). Ambas são ministradas por Mestre Letinho. A sambada comemorativa está programada para a próxima quinta-feira (14), às 21h, em frente à sede do Maracatu Leão de Ouro.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>1ª Sambada de Maracatu –</strong> <em>de 10 a 14 de dezembro, no Ponto de Cultura Maracatu Leão de Ouro, no município de Condado (PE). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Sambada de Coco do Guadalupe reafirma tradição no Sítio Histórico de Olinda</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Feb 2024 04:27:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Sábado de Zé Pereira (10) também foi dia da Sambada de Coco do Guadalupe. O evento, realizado nesta noite no Beco da Macaíba, bairro de Guadalupe, no Sítio Histórico de Olinda, contou com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Sábado de Zé Pereira (10) também foi dia da Sambada de Coco do Guadalupe. O evento, realizado nesta noite no Beco da Macaíba, bairro de Guadalupe, no Sítio Histórico de Olinda, contou com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur).</p>
<p>Realizada pelo centro cultural de música e tecnologia Coco de Umbigada, a Sambada de Coco do Guadalupe teve como atrações este ano Afoxé Babá Orixala Funfun, Coco Fulô de Jurema e DJ MK, além, claro, do anfitrião Coco de Umbigada.</p>
<p>O Coco de Umbigada é capitaneado por Mãe Beth de Oxum, ialorixá do Ilê Axé Oxum Karê, mestra coquista, comunicadora e Patrimônio Vivo de Pernambuco que há um quarto de século fundou a Sambada de Coco do Guadalupe.</p>
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		<title>Maracatu Estrela de Tracunhaém promove sambada de coco</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2022 20:50:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Terno do Mestre do Maracatu Estrela]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Jel-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93790" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Jel-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>A sede do Maracatu Estrela de Tracunhaém (Rua 20 de dezembro, 42, Bairro Novo &#8211; Tracunhaém/PE) será palco de uma grande sambada de coco, no próximo sábado (21), a partir das 20h, que contará com as participações dos grupos: Coco Panela de Barro, Coco de Walmir, Coco Luz do Sol, Coco da Mata, Coco Ilu de Paudalho, além da Ciranda Misteriosa de Tracunhaém e do Terno do Mestre do Maracatu Estrela, que fará o encerramento da festa. O acesso é gratuito.</p>
<p>A sambada é organizada por Jeilza Rocha, coquista, integrante e fundadora do Coco Panela de Barro, o grupo surgiu em 2013, e é composto pelos familiares e amigos de Jeilza. Confira abaixo um pouco da apresentação do grupo:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/KHVH1Op4UQU" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>9º Encontro Popular da Mata Norte movimenta Lagoa do Carro, neste sábado (28)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Sep 2019 14:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[9º Encontro Popular da Mata Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoa do Carro]]></category>
		<category><![CDATA[maracatu estrela da tarde]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11611" aria-labelledby="figcaption_attachment_11611" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Daniela Nader/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/maracatu-estrela-da-tarde_daniela-nader.jpg"><img class="size-medium wp-image-11611" alt="Daniela Nader/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/maracatu-estrela-da-tarde_daniela-nader-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O encontro acontecerá na sede do Maracatu Estrela da Tarde, localizada na comunidade Quilombola do Barro Preto</p></div>
<p>Lagoa do Carro, localizada na Mata Norte de Pernambuco, será palco, neste sábado (28), a partir das 21h, do 9º Encontro da Cultura Popular da Mata Norte. Organizado pela Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco (AMBS PE), o evento, que conta com apoio da Secult-PE/Fundarpe, acontecerá na comunidade Quilombola do Barro Preto (zona rual de Lagoa do Carro), sede do Maracatu Estrela da Tarde, e marca os 30 anos de fundação da AMBS PE. O acesso é gratuito.</p>
<p>“A sambada vai ser uma festa de raiz, uma festa tipicamente de terreiro, onde vamos celebrar os nossos ancestrais ”, conta Manoelzinho Salustiano, presidente da AMBS PE.</p>
<p><strong>Estrela da Tarde -</strong> O Maracatu de Baque Solto Estrela da Tarde foi fundado no Sítio Barro Preto, conhecido como o Quilombola do Barro Preto. Luiz Cosmo, foi um afrodescendente que nasceu em 1925, que mesmo após a Lei Áurea era tratado como escravizado. Em busca de liberdade, ele fugiu do engenho onde o único direito era a comida que plantava e se estabeleceu na Zona Rural de Lagoa do Carro, a 60km do Recife. Esta é a origem do Quilombola do Barro Preto, reconhecido pela Fundação Palmares em 2012.</p>
<p>O filho de Luiz Cosmo, Sebastião Cosmo, trabalhador rural como cortador de cana e sua companheira, Dona Maria Alves resolveram no dia 13 maio de 1978 criar a Estrela da Tarde, um Maracatu de Baque Solto para que segundo ele “a Cultura do Baque Solto não fosse extinta”. Hoje, toda a família participa transformando o Maracatu Estrela da Tarde em uma Cultura hereditária com o compromisso com a cidadania do povo negro. A Estrela da Tarde é o único Maracatu de Baque Solto com raízes e sede numa Comunidade Quilombola.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
9º Encontro da Cultura Popular da Mata Norte<br />
Quando: 28 de setembro (sábado), às 21h<br />
Onde: Comunidade Quilombola do Barro Preto (Zona Rural de Lagoa do Carro)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>O lado B de Capiba é revisitado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/o-lado-b-de-capiba-e-revisitado/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2014 20:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandra Leão]]></category>
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		<category><![CDATA[Capiba]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudia Beija]]></category>
		<category><![CDATA[Elas e Outras Canções]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Cabral]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Linns]]></category>
		<category><![CDATA[Ivan do Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Juçara Marçal]]></category>
		<category><![CDATA[Juliano Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Karyna Spinelli]]></category>
		<category><![CDATA[Metá Metá]]></category>
		<category><![CDATA[Missionário José]]></category>
		<category><![CDATA[Nana]]></category>
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		<category><![CDATA[Sambada]]></category>
		<category><![CDATA[Sambada Comunicação e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Solis]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Luiz Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Ylana Queiroga]]></category>
		<category><![CDATA[Yuri Queiroga]]></category>

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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Dono de uma obra digna de reverências, contabilizando mais de 200 composições, Lourenço da Fonseca Barbosa inscreveu sua história na música brasileira sob o nome Capiba, se tornando o mais conhecido compositor de frevos do país. No entanto, ele foi bem mais além do frenético ritmo carnavalesco pernambucano. Capiba também compôs [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Dono de uma obra digna de reverências, contabilizando mais de 200 composições, Lourenço da Fonseca Barbosa inscreveu sua história na música brasileira sob o nome Capiba, se tornando o mais conhecido compositor de frevos do país. No entanto, ele foi bem mais além do frenético ritmo carnavalesco pernambucano. Capiba também compôs valsas, choros, baiões, toadas e inúmeras outras canções que retratam um outro lado do inconteste talento musical do artista, natural de Surubim. Parte desse legado ganha nova roupagem, no disco <em>Capiba, Elas e Outras Canções</em>, que será lançado neste sábado (25), com um show no Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu), a partir das 20h. O projeto é uma realização da Sambada Comunicação e Cultura e tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-do-Disco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15982" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-do-Disco-542x486.jpg" width="542" height="486" /></a></p>
<p>São 10 canções, quase todas “lados B” da obra de Capiba, que ganharam novos arranjos e as vozes de 10 cantoras da atualidade para interpretá-las. No show deste sábado, cinco delas sobem ao palco: as pernambucanas Cláudia Beija, Ylana Queiroga, Rogéria, Karynna Spinelli e Solis. No disco, além delas, mais duas pernambucanas, Vanessa Oliveira e Alessandra Leão, além de Juçara Marçal (SP), Nana (BA) e Fernanda Cabral (DF). Cada faixa contou com um arranjador diferente, vestindo sua canção com uma identidade bem particular. Fazem parte do time de arranjadores nomes como Juliano Holanda, Yuri Queiroga, Caçapa, Hugo Linns, Ivan do Espírito Santo, o grupo Metá Metá, entre outros. Isso conferiu ao trabalho uma diversidade de ritmos, que vão da bossa nova ao samba e maracatu, até mesmo ska, num passeio de timbres, entre o orgânico/acústico e o eletrônico. Essa miscelânea sonora ganhou unidade pelas mãos do experiente Missionário José, produtor musical do disco.</p>
<p>A escolha do repertório teve a consultoria do pesquisador Renato Phaelante, especialista nas discografias de Capiba e de nomes como Nelson Ferreira, Antonio Maria e outros. O foco, segundo Paloma Granjeiro, da Sambada Comunicação, era dar visibilidade às canções menos conhecidas de Capiba. <em>Resto de saudade</em> e <em>Serenata Suburbana</em> são as exceções, consagrados clássicos do compositor. As demais são do repertório de Capiba ainda pouco explorado, mas muito tocante da sua obra. “<em>Nossa intenção era justamente mostrar ao público esse lado de Capiba, que tinha uma infinidade de belas canções, que dão pano pra manga. E para dar essa cara mais original, resolvemos convidar cantoras que tem um trabalho consistente, mas ainda novo, fora do </em>mainstream”, explica Paloma.</p>
<div id="attachment_15983" aria-labelledby="figcaption_attachment_15983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/collage.jpg"><img class="size-medium wp-image-15983" alt="A pernambucanas Ylana Queiroga (dir.) e Rogéria (esq.) estão no projeto e se apresentam neste sábado" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/collage-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">A pernambucanas Ylana Queiroga (esq.) e Rogéria (dir.) estão no projeto e se apresentam neste sábado</p></div>
<p>Escolhido o repertório, chega a hora de vestir as músicas. Cada arranjador escolhido imprimiu sua marca à canção escolhida. <em>Sem pressa de chegar</em>, com arranjo de Yuri Queiroga e cantada pela irmã Ylana, ganha uma surpreendente versão em ska. A baiana Nana foi a única das cantoras que também arranjou a música que interpretou. <em>Ai de mim</em> conta apenas com ela e Missionário José, numa levada com programações eletrônicas. Já o maestro Ivan do Espírito Santo deu um dos arranjos mais clássicos do disco, em <em>Resto de saudade</em>, interpretada por Solis, assim como <em>Campina, Cidade Rainha</em>, interpretada por Fernanda Cabral, com arranjos de Marcos FM. Juliano Holanda, arranjador de <em>Eh! Uá calunga</em>, na voz de Karynna Spinelli, resgata a ligação de Capiba com a tradição do maracatus. O grupo Metá Metá conferiu autoralidade ao arranjo criado para <em>Serenata Suburbana</em>, na voz de Juçara Marçal.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/v6EQz4u17Uk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O show deste sábado é uma adaptação do disco <em>Capiba, Elas e Outras Canções</em> e traz mais duas músicas: <em>Frevo Ciranda</em> e <em>Não quero mais</em>. Com direção musical de Juliano Holanda, a banda que acompanha as cantoras é composta por Guga Fonseca (teclado, samplers e sintetizadores, Rogério Victor (baixo elétrico e acústico), Gilú (percussão) e o próprio Juliano (viola, violão e guitarra). O show terá, ainda, a participação de Fernando Rangel (baixo acústico) e Roberta Belo (oboé).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Lançamento do CD <em>Capiba, Ela e Outras Canções</em><br />
Show com Cláudia Beija, Ylana Queiroga, Rogéria, Karynna Spinelli e Solis<br />
Sábado (25), às 20h<br />
Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu)<br />
Entrada franca</p>
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