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	<title>Portal Cultura PE &#187; sanfonado</title>
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		<title>Chuva no País da Música é só Chuva de Sombrinhas</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 02:30:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A chuva até ensaiou chegar no polo País da Música, neste sábado (3), no município de Pesqueira (Agreste), quarta etapa do itinerante Festival Pernambuco Meu País. Mas o que houve mesmo foi Chuva de Sombrinhas &#8211; aliás, duas vezes. O frevo ditou o ritmo nas apresentações do cantor Kleber Araújo, da Orquestra 100% Mulher e do também cantor Nonô Germano em uma noite de Carnaval fora de época.</p>
<p>Oriundo Arcoverde (Sertão), Kleber Araújo trouxe para Pesqueira seu frevo sanfonado, com uma pitada de forró, da tradição de Sivuca e Dominguinhos, ou o &#8220;frevo do Sertão&#8221;, como também denomina. Além de temas próprios, interpretou canções menos óbvias do gênero, como Noites Olindenses (Carlos Fernando), famosa na voz de Caetano Veloso; De Chapéu de Sol Aberto (Capiba), Sedução (Luiz Bandeira), sucesso com Beth Carvalho; Sou Eu Teu Amor (Alce Valença &amp; Carlos Fernando); Coisa Acesa (Moraes Moreira &amp; Fausto Nilo); Chuva, Suor e Cerveja (Caetano Veloso); Vassourinha Elétrica (Moraes Moreira); Pagode Russo (Luiz Gonzaga &amp; João Silva); e Riacho do Navio (Luiz Gonzaga &amp; Zé Dantas). E, claro, chegando ao clímax com o tradicional Vassourinhas.</p>
<p>Criada em 2003 visando preservar, divulgar e fortalecer os ritmos pernambucanos e vencer o preconceito, a Orquestra 100% Mulher, a partir de uma ideia da clarinetista Carmem Pontes e de Elizabete Bezerra, integrantes da Banda Sinfônica Cidade do Recife. Em um universo predominante masculino o conjunto faz uma grande diferença. Em Pesqueira, o repertório escolhido foi dominado pelo frevo.</p>
<p>Começou com o icônico Frevo Mulher (Zé Ramalho) e seguiu com Tropicana (Alceu Valença &amp; Vicente Barreto), Me Segura Senão Eu Caio (J. Michiles), Oh! Bela (Capiba), Madeira que Cupim Não Rói (Capiba), Último Regresso (Getúlio Cavalcanti), Ciranda da Rosa Vermelha (Alceu Valença), Arrea a Lenha, Sombra de Sombrinhas (André Rio, Nena Queiroga &amp; Beto Leal) e&#8230; Vassourinhas!</p>
<p>E para a folia ficar completa, a noite se encerrou com Nonô Germano, herdeiro da tradição da voz das orquestras de frevo imortalizada por seu pai, Claudionor Germano, Patrimônio Vivo de Pernambuco. Aí foi a vez da máquina de clássicos do gênero, com Voltei Recife (Luiz Bandeira), Frevo e Ciranda (Capiba), Ceroula (hino, de Milton Bezerra de Alencar), Tropicana (Alceu Valença &amp; Vicente Barreto), Hino do Elefante de Olinda (Clídio Nigro &amp; Clóvis Vieira), Trombone de Prata (Capiba) e a supracitada Chuva de Sombrinhas.</p>
<p>Versátil, Nonô ainda fez o coco de roda Fica pra Depois, sucesso da banda Versão Brasileira; um medley de cirandas; Não Devo Nada a Ninguém (O Conde do Brega) e Arrea a Lenha. E prestou um tributo a Reginaldo Rossi com a autoral No Reinado do Frevo (parceria com Henrique Effe e Leo Pimentel).</p>
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