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	<title>Portal Cultura PE &#187; Santa Cruz do Capibaribe</title>
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		<title>18º Curta Taquary divulga programação com filmes de todas as regiões do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 19:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116241" aria-labelledby="figcaption_attachment_116241" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tarciso Augusto/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Curta-Taquary-Foto-Tarciso-Augusto-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-116241" alt="Tarciso Augusto/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Curta-Taquary-Foto-Tarciso-Augusto-2-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Curta Taquary</p></div>
<p>O Curta Taquary chega a sua 18ª edição fortalecendo o compromisso com o cinema brasileiro, o meio ambiente e a educação. O festival acontece de 16 a 22 de março, em seis cidades do Alto Capibaribe, no Agreste de Pernambuco: além de Taquaritinga do Norte, participam com ações os municípios de Poção, Jataúba, Santa Cruz Do Capibaribe, Brejo da Madre de Deus e Toritama. Este ano o festival recebeu 947 inscrições e selecionou 82 curtas-metragens, de 16 Estados, contemplando todas as regiões do Brasil. Como aconteceu nas últimas edições cada um dos filmes que foi submetido será revertido em uma muda que será plantada na região com foco no reflorestamento e na preservação do Rio Capibaribe. Também acontecem atividades de educação, conscientização ambiental e artes integradas.</p>
<p>Para o Curta Taquary, o cinema é uma ferramenta de transformação, tanto pelo deslumbramento quanto por seu caráter educativo. Há 18 edições festival vem fomentando o audiovisual brasileiro e inserindo o Agreste de Pernambuco no circuito nacional, com a promoção de diálogos entre realizadores e público, educadores e artistas de várias linguagens, como o teatro, a música e o audiovisual. Como propósito, o Curta Taquary sempre foi além da exibição de filmes: formar plateias e entender as possibilidades de diálogos da arte com a sociedade e suas várias questões estão no DNA do projeto. Por isso encontros educativos e ações ambientais acontecem durante o festival com a presença de 28 instituições de ensino, como o Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), escolas públicas e privadas, faculdades, prefeituras e entidades e associações ambientais da região.</p>
<p>Mais uma vez a realização se dá em datas simbólicas: de 16 (Dia Nacional da Conscientização das Mudanças Climáticas) a 22 de março (Dia Mundial da Água). O empenho no cuidado com a natureza é uma constante do Curta Taquary. Para cada um dos 947 filmes inscritos será plantada uma muda de árvores nativas do Agreste contribuindo com o reflorestamento da região. Além do plantio das mudas nos afluentes e nas matas ciliares do Rio Capibaribe, a caravana Curta Taquary leva exibições dos curtas, oficina de formação audiovisual, apresentações culturais, entre outras atividades.</p>
<p>Em 2025 foram selecionados 82 curtas-metragens contemplando as cinco regiões brasileiras. São trabalhos que contemplam a diversidade da produção contemporânea com experimentações estéticas e temáticas as mais variadas possíveis. Foram escolhidos filmes de 16 Estados &#8211; e 49% deles foram dirigidos por mulheres.</p>
<p>Os filmes presentes no Curta Taquary são agrupados nas seguintes mostras competitivas: Mostra Brasil e Mostra Internacional; Mostra Pernambucana; Mostra Agreste; Mostra Por um Mundo Melhor (produções com foco na educação ambiental); Mostra Primeiros Passos (para diretores/as em seu primeiro trabalho); Mostra Dália da Serra (voltada para filmes produzidos em atividades pedagógicas, projetos de formação e oficinas); Mostra Diversidade (obras que abordem questões de sexualidade e de gênero, em suas mais diferentes formas e perspectivas); Mostra Curtas Fantásticos (filmes de horror, ficção científica e fantasia); Mostra Universitária (direcionada para produções oriundas de estudantes de graduação); Mostra Criancine (curtas voltados para o público infanto-juvenil). Há ainda uma sessão especial com filmes fora de competição.</p>
<p>O Curta Taquary é uma realização da Taquary Filmes e Tá Bonito Pra Chover Produções e tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.; e com apoio cultural de Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), Mistika, Prefeitura de Taquaritinga do Norte, Prefeitura de Toritama, Prefeitura de Poção, Prefeitura de Brejo da Madre de Deus, Prefeitura de Jataúba e Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>18º Curta Taquary -</strong> <em>de 16 a 22 de março, nos municípios de Taquaritinga do Norte, Poção, Jataúba, Brejo da Madre de Deus, Santa Cruz do Capibaribe e Toritama. Acesso gratuito</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Filmes selecionados</span>:</strong></p>
<p><strong>MOSTRA BRASIL</strong></p>
<p>A CHUVA DO CAJU | Alan Schvarsberg | Doc | 21’ | DF<br />
À NOITE TODOS OS GATOS SÃO PARDOS | Matheus Moura | Fic | 17’ | MG<br />
ENVELHECER COM AS ÁRVORES | Loic Ronsse e Bárbara Lissa |Doc | 16’ | MG<br />
FENDA | Lis Paim | Fic | 23’ | CE<br />
GUIA | Tarcísio Ferreira | Doc | 14’ | AL<br />
HÉLIO MELO | Leticia Rheingantz | Doc | 25’ | RJ<br />
HOJE EU SÓ VOLTO AMANHÃ | Diego Lacerda | Ani | 8’ | PE<br />
MAR DE DENTRO | Lia Letícia | Doc | 8’ | PE<br />
SAMUEL FOI TRABALHAR | Lucas Litrento e Janderson Felipe | Fic | 17’ | AL</p>
<p><strong>MOSTRA UNIVERSITÁRIA</strong></p>
<p>A CACHOEIRA DOS PÁSSAROS | Thiago Pombo | Ani | 8’47’’ | PE<br />
BAIÃO DE DOIS: MESTRE NALDINHO E MESTRA TINA NA UFPB | Renatha Aragão | Doc | 15&#8217;39’’ | PB<br />
COMO CHORAR SEM DERRETER | Giulia Butler | Fic | 15’ |RJ<br />
CONEXÃO | Julie Ketlem | Exp | 15’ | PE<br />
RAÍZES DA ILHA | Emilly Alves &amp; Nahiara Baddini | Doc | 16’44’’ | SE<br />
YARA | Gabi Tores e Ana Beatriz Benevides | Ani | 03’ | RJ</p>
<p><strong>MOSTRA CURTAS FANTÁSTICOS</strong></p>
<p>DIVAGAR | Lupa Silva | Ani | 5’ | RN<br />
GABIRU | Durval Cristóvão | Fic | 22’ | PE<br />
JAVYJU: BOM DIA |Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães | Fic | 25’ | SP<br />
JUPITER | Carlos Segundo | Fic | 15’ | MG<br />
RECICLOS | Diego Guerra | Ani | 15’48’’ | RJ<br />
RHEUM | Rayana França | Ani | 03’ | BA<br />
VISAGENS E VISÕES | Rod Rodrigues | Ani | 19’ | PA</p>
<p><strong>MOSTRA DÁLIA DA SERRA</strong></p>
<p>LAR, DOCE LAR | Francielli Noya e Wolmyr Alcantara | Ani | 1’30’’ | ES<br />
NIHY M´ATÔÔ FULNI-Ô | Coletivo Cinema no Interior &#8211; Comunidade Indigena Funi-ô | Exp | 13’ | PE<br />
OPARÁ: IMAGINÁRIOS DO SÃO FRANCISCO | Erna Barros e Ewertton Nunes | Doc | 20’ | SE<br />
QUEIMATÓRIO | Chia Beloto, Marila Cantuária, Paulo Leonardo e Alison Santos | Ani | 4’55’’ | PE<br />
YADEDWA SEETÔ | Marcos Carvalho | Fic | 12’18’’ | PE<br />
YBY KATU | Kaylany Cordeiro, Jessé Carlos, Ladivan Soares, Geyson Fernandes e Rodrigo Sena | Fic | 18’ | RN<br />
MOSTRA CRIANCINE BURACO DE MINHOCA | Marília Hughes Guerreiro e Cláudio Marques | Fic | 14’ | BA<br />
EU E O BOI, O BOI E EU | Jane Carmen Oliveira | Ani | 5’ | MG<br />
LAGRIMAR | Paula Vanina | Ani | 14’ | RN<br />
MUNDINHO | Gui Oller, Ricky Godoy e Pipo Brandão | Ani | 09’ | SP<br />
O BARCO | Rodolpho Pinotti | Ani | 17’ | SP<br />
RECEITA DE VÓ | Carlon Hardt | Ani | 3’10’’ | PR</p>
<p><strong>MOSTRA POR UM MUNDO MELHOR</strong></p>
<p>AMAZÔNIA CHAMA | Zefel Coff | Doc | 06’ | DF<br />
AMEAÇAS CLIMÁTICAS NO RECIFE: DESAFIO PARA AS ÁREAS CENTRAIS E PERIFÉRICAS DA CAPITAL PERNAMBUCANA | Íris Samandhi | Doc| 13&#8217;57&#8221; | PE<br />
CAMINHANDO COM ONÇAS | Larissa Corino, Letícia Benavalli e Rodrigo Rangel |Doc | 25’ | GO<br />
CHEIA | Wayner Tristão | Ani | 05’ | BA<br />
MEMÓRIAS CULINÁRIAS DO QUILOMBO AUSENTE FELIZ | Lucas Assunção | Doc | 15’ | MG<br />
NOSSO PANFLETO SERIA ASSIM | Leandro Olímpio | Doc | 25’ | SP</p>
<p><strong>MOSTRA PRIMEIROS PASSOS</strong></p>
<p>INFLAMÁVEL | Rafael Ribeiro Gontijo | Fic | 19’ | DF<br />
LIVRE PARA MENSTRUAR| Ana Pands | Doc | 24’ | SP<br />
MIRA | Sóllon Rodrigues | Fic | 17’ | PB<br />
QUATRO PONTES | Tábata Clarissa de Morais | Fic | 18’ | PE<br />
TRAVESSIA | Karol Felicio | Doc | 14’ | ES<br />
VEREDAS | Igor Rossato | Fic | 18’ |SP</p>
<p><strong>MOSTRA DIVERSIDADE</strong></p>
<p>A PISADA É DELAS: MULHERES DO CORAÇÃO NAZARENO | Patricia Yara Rocha | Doc | 15’ | PE<br />
A VOLTA | Anny Stone | Fic | 16’30’’ | PE<br />
BABILÔNIA | Duda Gambogi | Fic | 22’ | MG<br />
CARPINA, 11 DE SETEMBRO| Mery Lemos | Exp | 4&#8217;40&#8243; | PE<br />
GALEGA | Anna Lu Machado | Fic | 23’ | PE<br />
NUA | Fabi Melo | Fic | 15’ PB</p>
<p><strong>MOSTRA PERNAMBUCANA</strong></p>
<p>AGUDA | Mayara Millane | Exp | 13’ | PE<br />
CAROL | Bruna Tavares| Fic | 13’ | PE<br />
CAVALO MARINHO | Leo Tabosa | Fic | 22’ | PE<br />
CHÃO | Philippe Wollney | Exp | 14’ | PE<br />
EMOCIONADO | Pedro Melo | Fic | 15’ | PE<br />
FESTA INFINITA | Ander Beça | Fic | 25’ | PE<br />
MERGULHÃO | Rogi Silva e Juliana Soares | Ani | 14’ | PE<br />
NOÉ DA CIRANDA | João Marcelo | Doc | 12’ | PE<br />
QUEIMANDO POR DENTRO | Enock Carvalho e Matheus Farias| 16’ | Fic | PE<br />
SUSTENTA A PISADA! | Jéssika Betânia | Exp | 07’ | PE<br />
MOSTRA AGRESTE A HISTÓRIA E O BRILHO DAS BANDAS MARCIAIS DE TORITAMA | Brendo Hoshington | Doc | 20’ | PE<br />
COSTUREIRAS NO ONLINE | Mayara Bezerra | Doc | 13’33’’ | PE<br />
CRENÇA E CURA | Lavínia Bezerra | Doc | 20’23’’ | PE<br />
EU QUERIA QUE TODO DIA FOSSE CARNAVAL | Ívison Renato | Doc | 08’ | PE<br />
FACÇÃO | Henrique Corrêa | Fic | 16’ | PE<br />
O CARNAVAL É DE PELÉ | Daniele Leite e Lucas Santos | Doc | 20’ | PE<br />
OUTRO LADO DA GENTE | Vinícius Tavares | Doc | 12’21’’ | PE<br />
RETRATO DE UM FORRÓ | Gabriella Ambrósio | Doc | 18’14’’ | PE<br />
TODAS AS MEMÓRIAS QUE VOCÊ FEZ PARA MIM | Pedro Fillipe | Fic | 18’ | PE<br />
UMBILINA E SUA GRANDE RIVAL | Marlom Meirelles | Fic | 20’ | PE<br />
WADJA | Narriman Kauane | Doc | 29’ | PE</p>
<p><strong>SESSÃO ESPECIAL</strong></p>
<p>EU SOU, NÓS SOMOS | Direção Coletiva | Doc | 7’15’’ | PE<br />
LADEIRA ABAIXO| Ismael Moura | Fic | 17’ | PB<br />
MEMÓRIAS: HISTÓRIAS DO CINE TEATRO MUNICIPAL DE SUMÉ | Ana Célia Gomes | Doc | 20’ | PB<br />
MOAGEM | Odília Nunes | Doc | 16’| PE<br />
MOÇAMBIQUE, À FRANCIS BEBEY | Cecília Távora | Fic | 4’02’’ | PE<br />
MULHERES QUE VOAM | Robinson Santos | Doc | 22’28’’ | PE<br />
NO ALTO DA SERRA | Cariolando Souza | Fic | 04’17’’ | PE<br />
ODETE: A RENDEIRA | Adson Alves e Rosângela Araújo | Doc | 6&#8217;45&#8243; | PE<br />
PÁTRIA AMADA, BANDEIRA | João Lucas (Joe Ferreira) | Fic | 04’ | PE</p>
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		<title>Curta Taquary abre inscrições de filmes para sua 17ª edição</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 14:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106419" aria-labelledby="figcaption_attachment_106419" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Quixaba/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Crédito-Marcelo-Quixaba-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-106419" alt="Marcelo Quixaba/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Crédito-Marcelo-Quixaba-2-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Curta Taquary</p></div>
<p>Como um espaço enriquecedor que abraça a diversidade de perspectivas, experiências estéticas e vivências por meio do audiovisual, o Curta Taquary convida cineastas e artistas a submeterem suas obras para a 17ª edição. O período de inscrições está aberto até o dia 28 de novembro, exclusivamente por meio do <a title="CURTA TAQUARY" href="https://curtataquary.org/" target="_blank">site </a>do projeto. O 17º Curta Taquary conta com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) &#8211; Edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de Pernambuco.<br />
Nesta edição o Curta Taquary mergulha nas margens do Rio Capibaribe para promover a difusão cultural e a formação em audiovisual, educação e meio ambiente. Abrangendo o percurso do Capibaribe por oito cidades do Agreste Setentrional &#8211; Poção, Jataúba, Santa Cruz do Capibaribe, Brejo da Madre de Deus, Taquaritinga do Norte, Toritama, Vertentes e Frei Miguelinho &#8211; o festival destaca sua conexão única com a vitalidade desse curso d&#8217;água.<br />
Com o compromisso constante com a preservação ambiental, o Curta Taquary reitera sua dedicação à sustentabilidade. Para a edição de 2024, que acontece de 16 a 22 de março de 2024, coincidindo com datas emblemáticas como o Dia Nacional de Conscientização das Mudanças Climáticas (16 de março) e o Dia da Água (22 de março), o festival amplifica sua iniciativa sustentável. Transformando as inscrições em mudas de plantas nativas da região, o evento busca ativamente contribuir para o reflorestamento de áreas degradadas.<br />
Destaca-se ainda nesta edição a harmonia entre a expressão artística e a conscientização ambiental sublinhando a importância da preservação do Ro Capibaribe e do ecossistema que o circunda. Além de celebrar a cinematografia e a educação, o Curta Taquary 2024 ressalta o papel essencial que cada participante desempenha na construção de um futuro sustentável para as comunidades ao longo das margens do Capibaribe.<br />
Por toda sua trajetória o Curta Taquary já exibiu trabalhos produzidos em todo o Brasil, além de filmes de diferentes países. Fundado em 2005, o festival se consolida como um dos mais vibrantes do País dialogando com outras linguagens artísticas, como artes visuais, música e teatro, e movimentando o Agreste de Pernambuco com exibições de filmes e por meio da realização de atividades formativas. Ao longo dos anos o evento se tornou um importante veículo de formação e de inclusão social promovendo a interiorização da cultura e levando informação e entretenimento sem nenhum custo para todas as classes sociais.<br />
Estão aptos a participar filmes de ficção, animação, documentário ou experimental de até 30 minutos de duração, incluídos os créditos, feitos por realizadores e/ou produtores nacionais ou radicados no País há mais de dois anos e que tenham sido concluídos a partir de janeiro de 2023.<br />
O Curta Taquary exibirá filmes em dez mostras competitivas e não há limite de trabalhos submetidos por cada participante, com possibilidade de participação em mais de um recorte temático. As dez categorias competitivas são:</p>
<p>Mostra Brasil: com temática livre;<br />
Mostra Primeiros Passos: para diretores/as em seu primeiro trabalho;<br />
Mostra Dália da Serra: voltada para filmes produzidos em atividades pedagógicas, projetos de formação e oficinas;<br />
Mostra Universitária: direcionada para produções oriundas de estudantes de graduação;<br />
Mostra Diversidade: filmes que abordem questões de sexualidade e de gênero em suas mais diferentes formas e perspectivas;<br />
Mostra Curtas Fantásticos: filmes de horror, ficção científica e fantasia;<br />
Mostra Criancine: filmes voltados para o público infantojuvenil;<br />
Mostra Pernambucana: filmes produzidos no Estado;<br />
Mostra Agreste: filmes produzidos no Agreste pernambucano;<br />
Mostra Por um Mundo Melhor: filmes com foco na educação ambiental.</p>
<p>“Ressaltar a importância da conscientização ambiental e o papel da arte e da cultura nessa luta é uma preocupação central do Curta Taquary&#8221;, afirma Alexandre Soares, coordenador e idealizador do Curta Taquary. &#8220;O festival entende que a formação sensível da plateia e das comunidades que impacta é um trabalho conjunto que tem a natureza como pilar central. Essa é uma preocupação que, para nós, dura o ano inteiro e queremos intensificar esse trabalho atingindo mais cidades e pessoas. O Rio Capibaribe é um símbolo muito forte para nossa região e para Pernambuco e ficamos felizes em contribuir com sua preservação”, explica.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Contatos:</strong></span></p>
<p><strong>E-mail:</strong> curtataquaryaudiovisual@gmail.com<br />
<strong>Instagram:</strong> <a title="Curta Taquary" href="https://www.instagram.com/curtataquary/" target="_blank">@curtataquary</a><br />
<strong>Facebook:</strong> <a title="Curta Taquary " href="https://www.facebook.com/CurtaTaquary" target="_blank">@curtataquary</a><br />
<strong>YouTube:</strong> <a title="Curta Taquary Audiovisual" href="https://www.youtube.com/@CurtaTaquaryAudiovisual" target="_blank">@curtataquaryaudiovisual</a></p>
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		<title>Caruaru, Santa Cruz e Camaragibe na rota do projeto &#8216;Outras Palavras&#8217;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/caruaru-santa-cruz-e-camaragibe-na-rota-do-projeto-outras-palavras/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2016 19:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dando continuidade a sua 5ª edição, iniciada em escolas públicas de Araçoiaba e Paulista, o projeto Outras Palavras, desenvolvido pela Secult-PE e Fundarpe, promoveu na manhã de terça-feira (18), em Santa Cruz do Capibaribe, palestra com o Patrimônio Vivo e mestre do artesanato pernambucano, Lula Vassoureiro. O público presente, composto por estudantes e professores de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dando continuidade a sua 5ª edição, iniciada em escolas públicas de Araçoiaba e Paulista, o projeto <i>Outras Palavras</i>, desenvolvido pela Secult-PE e Fundarpe, promoveu na manhã de terça-feira (18), em Santa Cruz do Capibaribe, palestra com o Patrimônio Vivo e mestre do artesanato pernambucano, Lula Vassoureiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O público presente, composto por estudantes e professores de 12 instituições de ensino, ouviu relatos da vasta experiência do artesão no seu processo de criação, que se tornou conhecido especialmente pela confecção de máscaras de Papangus para o tradicional Carnaval da cidade de Bezerros.</p>
<div id="attachment_41251" aria-labelledby="figcaption_attachment_41251" class="wp-caption img-width-604 alignnone" style="width: 604px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Projeto-Outras-Palavras-Santa-Cruz-do-Capibaribe-Lula-Vassoureiro-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-full wp-image-41251" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Projeto-Outras-Palavras-Santa-Cruz-do-Capibaribe-Lula-Vassoureiro-Jan-Ribeiro.jpg" width="604" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">Lula Vassoureiro</p></div>
<p style="text-align: justify;">Começando pela infância difícil, na qual herdou do pai, Zé Vassoureiro, a prática do artesanato como fonte de sobrevivência, além da comercialização de vassouras no município, Lula Vassoureiro expôs aprendizados que serviram de exemplo, principalmente aos mais jovens. <i>“Eu quero dizer a vocês que com 6 anos de idade eu já era artesão. Nessas alturas, Jesus já tinha chamado o meu pai. Por causa das fôrmas dele, parece que eram quinze fôrmas, eu levei umas trinta ‘pisa’, porque pegava as fôrmas para aprender sozinho. Eu dizia: pai, já que não quer me colocar na escola, me ensine a sua profissão. E ele me dizia: jamais”</i>, recordou Lula.</p>
<p style="text-align: justify;"><i>“Meu pai era muito amigo do finado Vitalino e saía de Bezerros para Caruaru, onde costumavam se encontrar. Quando meu pai faleceu, eu comecei devagarzinho a produzir minhas criações. Fazia bois de papel, cavalos, pessoas e, posteriormente, comecei a criar máscaras de Papangus, que de 1985 para cá se tornaram o símbolo do Carnaval da cidade”</i>, comentou.</p>
<div id="attachment_41249" aria-labelledby="figcaption_attachment_41249" class="wp-caption img-width-603 alignnone" style="width: 603px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Projeto-Outras-Palavras-Santa-Cruz-do-Capibaribe-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-full wp-image-41249" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Projeto-Outras-Palavras-Santa-Cruz-do-Capibaribe-Jan-Ribeiro.jpg" width="603" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Os escritores Luiz Coutinho Dias Filho e Joseilson Ferreira, participando de roda de diálogo com a professora Emanuela Barbosa, durante o projeto Outras Palavras.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A palestra contou ainda com roda de diálogos entre os escritores Luiz Coutinho Dias Filho (vencedor do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura) e Joseilson Ferreira (vencedor do 2º Prêmio Pernambuco de Literatura), tendo mediação da professora Emanuela Barbosa. <i>“Espero que o projeto se repita por mais vezes na região, possibilitando a quebra de paradigmas com os estudantes, para que eles tenham uma visão diferente sobre a arte e a literatura dentro da escola através do contato com escritores. E dessa forma nós possamos incentivá-los a continuar também nesse caminho”,</i> disse Joseilson sobre a sua participação no projeto.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Projeto-Outras-Palavras-Santa-Cruz-do-Capibaribe-Jan-Ribeiro-03.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-41252" title="Projeto Outras Palavras - Santa Cruz do Capibaribe - Jan Ribeiro - 03" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Projeto-Outras-Palavras-Santa-Cruz-do-Capibaribe-Jan-Ribeiro-03.jpg" width="603" height="399" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Já em Caruaru, a sede da Gerência Regional de Educação recebeu, nesta quarta-feira (19), estudantes e professores de 14 instituições municipais e estaduais da cidade. Na roda de diálogos, a professora Emanuela Barbosa abordou a produção literária regional, contando com os escritores Carlos Gomes (ganhador do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura) e Joseilson Ferreira.</p>
<p style="text-align: justify;"> <em>“Achei muito bom ouvir o que os estudantes traziam, apresentando aqui leituras e também foi um momento muito importante para nós escritores, de poder levar a palavra da gente e acrescentar as experiências trocadas durante o projeto”</em>, comentou o escritor Carlos Gomes.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto também contou com a apresentação especial da Banda Filarmônica Euterpina, de Nazaré da Mata. <i>“Precisamos lutar por essa parceria que tanto vem enriquecendo o trabalho e o conhecimento dos nossos estudantes. Em Santa Cruz do Capibaribe foi um sucesso e aqui em Caruaru também está sendo. Vamos continuar disponíveis para que novas edições como essa aconteçam aqui no Agreste e os estudantes aproveitem ao máximo”</i>,  disse a professora Bettjane Silva, diretora da Gerência Regional de Educação em Caruaru, que esteve presente na realização do projeto.</p>
<div id="attachment_41253" aria-labelledby="figcaption_attachment_41253" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Projeto-Outras-Palavras-Banda-Musical-Euterpina-01-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-41253" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Projeto-Outras-Palavras-Banda-Musical-Euterpina-01-Jan-Ribeiro-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Filarmônica Euterpina</p></div>
<p style="text-align: justify;"><i style="text-align: justify;">“Para nós, o projeto Outras Palavras é a concretização de um grande sonho que todos nós que estamos na educação pública temos, que é transformar a nossa escola também em um ambiente onde a gente possa ter acesso à arte e à cultura”</i><span style="text-align: justify;">, disse Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe e idealizadora do projeto. </span><i style="text-align: justify;">“Essa integração que se dá através do projeto é especialmente uma ação de resistência, pelos vários retrocessos que estão sendo aprovados nacionalmente, que pretendem reduzir recursos para a educação e para a saúde e que, de fato, vão na contramão de tudo que a gente construiu na nossa luta, em especial na constituição de 1988. Ao contrário de retirar a disciplina de Artes do currículo do ensino médio, nós queremos levar a cultura e a arte para a escola”</i><span style="text-align: justify;">, concluiu Antonieta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em Camaragibe &#8211; </strong>O projeto <em>Outras Palavras </em>também fará parte na próxima sexta-feira (21), da primeira edição do FESTLETRAS, promovido na Escola de Referência Tito Pereira de Oliveira. A partir das 9h30, Antonieta Trindade estará participando de um bate-papo sobre literatura, acompanhada do escritor Rômulo César de Melo, vencedor do 1º Prêmio Pernambuco de Literatura, com a obra &#8216;Dois nós na gravata&#8217;.<br />
A proposta do festival é proporcionar o contato da comunidade local com as escolas, fortalecendo os laços entre estudantes e sua realidade, através da produção artística e acadêmica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Serviço: </strong><br />
<em><strong>Projeto Outras Palavras no FESTLETRAS</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sexta-feira, 21 de outubro<br />
<strong>Horário:</strong> 9h30<br />
<strong>Local:</strong> EREM Escola de Referência Tito Pereira de Oliveira (Estrada de Aldeia &#8211; Km 12, Araçá/Camaragibe)<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Sulanca vira tema de exposição em Santa Cruz do Capibaribe</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 16:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Santa Cruz do Capibaribe]]></category>
		<category><![CDATA[Sulanca: uma Evolução Tecnológica]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte geradora de emprego e renda, a tradicional Feira da Sulanca de Santa Cruz do Capibaribe, município localizado no agreste pernambucano, é tema de uma exposição que, com incentivo do Funcultura, fica em cartaz até janeiro no Moda Center, grande polo comercial da cidade. Idealizada por Beto Assis e a pesquisadora Sandra Roberta, a mostra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_32207" aria-labelledby="figcaption_attachment_32207" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gilberto Geraldo/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Sulanca_Exposicao_Santa_Cruz_do_Capibaribe.jpg"><img class="size-medium wp-image-32207" alt="Gilberto Geraldo/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Sulanca_Exposicao_Santa_Cruz_do_Capibaribe-607x305.jpg" width="607" height="305" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição conta com 100 monóculos</p></div>
<p>Fonte geradora de emprego e renda, a tradicional Feira da Sulanca de Santa Cruz do Capibaribe, município localizado no agreste pernambucano, é tema de uma exposição que, com incentivo do Funcultura, fica em cartaz até janeiro no Moda Center, grande polo comercial da cidade.</p>
<p>Idealizada por Beto Assis e a pesquisadora Sandra Roberta, a mostra S<em>ulanca: uma Evolução Tecnológica</em> retrata a transformação que o polo têxtil do município viveu ao longo das últimas seis décadas, através de fotos, máquinas de costuras e um documentário produzido especialmente para o projeto. &#8220;O documentário revela a história de diversas figuras que mantiveram ou ainda possuem alguma relação com a sulanca. É possível encontrar no vídeo várias curiosidades, como a da primeira máquina de overloque trazida para Santa Cruz, por seu Mauro Feitosa, em 1968&#8243;, contou Beto.</p>
<p>A exposição ainda conta com 100 monóculos (pequenos tubos de imagens) que retratam imagens da feira e de seus frequentadores nos anos 70 e 80. &#8220;Devido às festas de fim de ano, a nossa exposição tem feito o maior sucesso entre o público que frequenta o Moda Center. As pessoas se sentem retratadas naquelas imagens e é impossível passar por ali e não conferir. Além de Santa Cruz, pretendemos levar para outras cidades aonde a cadeia têxtil é bem atuante na economia local, como Caruaru e Toritama&#8221;, afirmou o idealizador sobre a receptividade da mostra no polo comercial.</p>
<p><strong>Feira da Sulanca</strong><br />
Originada na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, a Feira da Sulanca iniciou o seu primeiro movimento de vendas na esquina entre a Rua Siqueira Campos e a Av. João Francisco Aragão. O termo sulanca durante muito tempo ficou conhecido como termo pejorativo para roupa de baixa qualidade e, conseqüentemente a Feira da Sulanca também acompanhou durante muitos anos este estigma, de só ter produtos de baixa qualidade. Atualmente, o espaço funciona como uma espécie de atacado para centenas de pequenos comerciantes de outras cidades, que chegam em ônibus fretados especialmente para a feira, vindos de diversas partes do Brasil.</p>
<p>O termo sulanca provém do tecido helanca. Surgiu na década de 1960, quando os comerciantes José Morais, Manuel Francisco de Deus, além de algumas famílias tradicionais da terra, tal como a Monteiro, começaram a fabricar e vender, em Santa Cruz do Capibaribe, as primeiras peças de vestuário utilizando retalhos de helanca trazidos de São Paulo, além do próprio tecido.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição Sulanca: uma Evolução Tecnológica<br />
Em cartaz até o mês de janeiro<br />
Onde: Moda Center Santa Cruz do Capibaribe (PE-160, 12 &#8211; Bela Vista, Santa Cruz do Capibaribe)<br />
Acesso gratuito<br />
Telefone:(81) 3759-1000<em id="__mceDel"><br />
</em></p>
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		<title>Exposição e oficinas do projeto Espelho d&#8217;Água circulam por três cidades ribeirinhas de PE</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2015 11:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[espelho d'água]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Palmares]]></category>
		<category><![CDATA[Petrolina]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Cruz do Capibaribe]]></category>

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		<description><![CDATA[Petrolina, Santa Cruz do Capibaribe e Palmares são os municípios ribeirinhos escolhidos para receber a exposição Espelho D’Água. A circulação do projeto começará segunda-feira (29), em Petrolina, e marcará o encerramento do mês dedicado ao meio-ambiente. Incentivado pelo Funcultura, a iniciativa, que foi idealizada pela produtora, fotoativista e educadora Rachel Ellis, conta com curadoria do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26556" aria-labelledby="figcaption_attachment_26556" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Espelho-DAgua-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-26556" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Espelho-DAgua-1-607x424.jpg" width="607" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Espelho d&#8217;Água foi idealizado por Rachel Ellis e conta com curadoria do fotoativista e educador paraense Miguel Chikaoka</p></div>
<p>Petrolina, Santa Cruz do Capibaribe e Palmares são os municípios ribeirinhos escolhidos para receber a exposição <em>Espelho D’Água</em>. A circulação do projeto começará segunda-feira (29), em Petrolina, e marcará o encerramento do mês dedicado ao meio-ambiente. Incentivado pelo Funcultura, a iniciativa, que foi idealizada pela produtora, fotoativista e educadora Rachel Ellis, conta com curadoria do fotoativista e educador Miguel Chikaoka (PA) e produção da Arraia Produções.</p>
<p>Além da exposição, serão oferecidas gratuitamente  várias atividades ao público. Em cada município, haverá uma oficina de pinlux (fotografia pin hole com caixas de fósforo) que ofecerá 60 vagas para os moradores locais. Também será lançado um catálogo no qual seguem encartados cartões-postais produzidos a partir das fotografias que compõem a exposição e registros da metodologia, além de DVD com vídeo do projeto. O blog (<a href="https://espelhodagua2015.wordpress.com/" target="_blank"><strong>espelhodagua2015.wordpress.com</strong></a>), criado para acompanhar o primeiro momento do projeto, será atualizado a medida que forem marcadas as novas oficinas e exposições e forem acrescentadas as imagens das oficinas.</p>
<p>Os três municípios foram escolhidos por se encontrarem às margens de rios importantes em Pernambuco, que passam por transformações devido aos processos de desenvolvimento econômico em cada local: São Francisco (Petrolina), Capibaribe (Santa Cruz do Capibaribe) e Una (Palmares).</p>
<p><strong>Histórico</strong><br />
A exposição apresenta resultados e documenta o processo das oficinas ocorridas entre junho e julho de 2010, dentro do projeto homônimo patrocinado pelo BNB Cultura em outras comunidades ribeirinhas do São Francisco. As atividades foram facilitadas por Rachel Ellis com registros em foto e vídeo realizados pelo cineasta e artista Gabriel Mascaro. Mais de 60 pessoas de origens e realidades bem diferentes foram atendidas na Ilha de Assunção (Povo Truká, Cabrobó, PE), Olho d&#8217;Água do Casado (AL), Santarém (BA) e Quilombola Barra da Parateca (Carinhanha, BA). As turmas foram mobilizadas pelas associações de moradores de cada comunidade.</p>
<p>Antes de chegar ao que poderia ser chamado de produto final, a fotografia, em cada oficina houve debates e reflexões em torno do rio alimentadas por exercícios ópticos, mapeamentos, pinturas e textos que prepararam os alunos para além dos olhos. As máquinas fotográficas artesanais – pinlux – também foram construídas ao longo da semana, sendo utilizadas apenas no último dia.</p>
<p>Ao final das oficinas, os alunos escolheram uma de suas fotos para montá-la como cartão-postal artesanal e enviá-la a outra comunidade com uma mensagem escrita no verso. Assim, se articulou uma rede de comunicação visual poética.</p>
<p><strong>Montagem</strong><br />
Na exposição, que deverá passar quatro semanas em cada local, vinte imagens dos participantes das oficinas estarão expostas, assim como uma representação fotográfica da rede criada a partir dos cartões-postais enviados. Também serão reproduzidas algumas das ferramentas pedagógicas utilizadas nas oficinas e instruções de montagem das câmeras pinlux.</p>
<p>Além disso, haverá a projeção de um vídeo, registro das oficinas nas quatro comunidades, que inclui depoimentos dos participantes sobre o processo de aprendizagem e de moradores com relatos de histórias tradicionais, que trazem à tona o imaginário da comunidade em relação ao Rio. O ambiente sonoro ribeirinho será representado por recipientes microfonados cheios de água em que as pessoas poderão interferir.</p>
<p>Sobre as fotos em exibição, Rachel Ellis reflete: “Cada participante construiu uma câmerafotográfica artesanal que usou para registrar suas ideias, impressões sobre o rio e a sua convivência com ele. O resultado imagético das fotografias foge do naturalismo e se lança numa viagem onírica, quase como num sonho. Ao invés do realismo fotográfico, tem-se uma imagem borrada, distorcida, irregular, aberta, propositiva. A água enquanto abstração de um sonho”.</p>
<p><strong>Oficina</strong><br />
Em cada município, será realizada uma oficina de fotografia usando a técnica pin hole com 6h/aulas de duração oferecidas a professores. O resultado esperado são cartões-postais a serem trocados entre as três localidades. As inscrições serão gratuitas e deverão ser realizadas nos locais de exposições com os monitores.</p>
<p><strong>Rachel Ellis</strong><br />
Mestre em Politicas Públicas, Planejamento e Participação Social pela London School of Economics. Ela co-fundou o projeto FotoLibras  em 2007 que marcou o começou de seu trabalho com fotografia e inclusão. É fundadora do GEMA, coletivo que desenvolve projetos que utilizam as artes visuais para promover a transformação social. E é sócia-diretora da produtora DESVIA, onde ela fica de frente do desenvolvimento de projetos audiovisuais e as ações educativas de distribuição.</p>
<p>Confira um vídeo sobre o projeto:</p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/15154548" height="281" width="500" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="https://vimeo.com/15154548">Espelho d&#8217;Água (www.espelhodagua.org)</a> from <a href="https://vimeo.com/user4677284">Espelho d&#8217;Água</a> on <a href="https://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Abertura da <em>Exposição Espelho D’Água</em> &#8211; Petrolina<br />
Quando: 29 de junho, às 19h<br />
Onde: Museu do Sertão &#8211; Rua Esmelinda Brandão, s/nº. Centro – Petrolina<br />
Visitação: terça a sexta e domingo, das 8h às 14h<br />
sábado, das 8h às 12h e 13h às 17h</p>
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