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	<title>Portal Cultura PE &#187; santa isabel</title>
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		<title>Orquestra de Câmara de Pernambuco apresenta São João Sinfônico no Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jun 2017 14:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São João Sinfônico será apresentado pela Orquestra de Câmara de Pernambuco, sob a regência de José Renato Accioly, tendo como solista Beto Hortis. SaGRAMA, Quinteto Violado, Silvério Pessoa e Josy Caxiado e Tico Caxiado são convidados especiais da apresentação no Teatro de Santa Isabel Baião, xote, forró e coco tocados por violinos, violas, violoncelos, contrabaixos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>São João Sinfônico será apresentado pela Orquestra de Câmara de Pernambuco, sob a regência de José Renato Accioly, tendo como solista Beto Hortis. SaGRAMA, Quinteto Violado, Silvério Pessoa e Josy Caxiado e Tico Caxiado são convidados especiais da apresentação no Teatro de Santa Isabel</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/Orquestra-de-Camara.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-49704" alt="Divulgação/ Mia Comunicação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/Orquestra-de-Camara-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Baião, xote, forró e coco tocados por violinos, violas, violoncelos, contrabaixos, oboé, flauta, clarinete, fagote, trompa e com percussão sinfônica. Essa é a mistura sonora do próximo dia 10 de junho, no Teatro de Santa Isabel, quando a Orquestra de Câmara de Pernambuco, sob a regência do maestro José Renato Accioly, apresenta o concerto beneficente São João Sinfônico. Quarenta e seis músicos sobem ao palco mais nobre do Recife, a partir das 21h, para relembrar clássicos da música nordestina, em especial, de Dominguinhos e Luiz Gonzaga. Realizado pelo Governo de Pernambuco, através de uma parceria que envolve Conservatório Pernambucano de Música, Secretaria de Cultura e Fundarpe, e a Carla Navarro Produção Cultural, contando ainda com apoio da Cepe, o evento tem ingresso social e arrecadará donativos para os desabrigados das chuvas em Pernambuco.</p>
<p>“Queremos mostrar que o São João pode ter uma roupa sinfônica também. Misturar o erudito com o popular, quebrando essa fronteira que há entre esses dois universos. Acho que o público pode saborear essa mistura e sair feliz do teatro. Porque, na verdade, não há fronteira. A fronteira somos nós que colocamos. E o que é importante mesmo é fazer música que as pessoas gostam de ouvir, e de qualidade”, enfatiza o maestro José Renato Accioly, idealizador do concerto, que contará com cerca de 20 músicas.</p>
<p>“É um evento que vem reforçar o intuito do Governo de Pernambuco de valorizar nossas tradições juninas. Mesmo com a roupagem erudita, pela presença da Orquestra de Câmara, o concerto reúne alguns dos mais genuínos representantes da tradição junina, bem como um cancioneiro que é uma celebração dos clássicos da nossa música regional, do baião e de todas as vertentes do nosso forró”, reforça o secretário de Cultura Marcelino Granja.</p>
<p>A presidente da Fundarpe, Márcia Souto, destaca, para além da qualidade do programa e do formato que celebra a música e os artistas do nosso São João, a responsabilidade do poder público em garantir apoio aos eventos que se comprometem com as expressões culturais do ciclo junino. “Temos uma cultura rica e diversa, e com nossos próprios artistas conseguimos elaborar eventos muito especiais, como esse que acontecerá no próximo sábado e é simplesmente imperdível’, ressalta.</p>
<p>“O São João Sinfônico segue o objetivo do Conservatório Pernambucano de Música de formar plateias, buscar aproximar a música erudita do grande público. Nada melhor do que realizar isso com o que há de mais representativo do nosso São João”, destaca Roseane Hazin, gerente geral do CPM.</p>
<div id="attachment_36734" aria-labelledby="figcaption_attachment_36734" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Edmar Melo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Beto-Hortis-Foto-Edmar-Melo.jpg"><img class="size-medium wp-image-36734" alt="Foto: Edmar Melo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Beto-Hortis-Foto-Edmar-Melo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O músico Beto Hortis assume o solo de acordeom com repertório de Dominguinhos</p></div>
<p>O São João Sinfônico contará com o acordeonista Beto Hortis como solista e algumas participações superespeciais: SaGRAMA, Quinteto Violado, Silvério Pessoa. Os dançarinos Josy e Tico Caxiado completam o time ilustre. “Depois da apresentação no FIG de 2008, com participação do próprio Dominguinhos, fizemos, no ano passado, com Beto Hortis, incluindo algumas músicas deste músico e compositor pernambucano, que é um gênio, grande acordeonista. Vimos que dava para substituir a voz de Domingos pela sanfona de Beto e, desde então, fomos amadurecendo esta ideia do São João Sinfônico”, detalha José Renato.</p>
<p>Com cinco discos gravados, Beto Hortis será o solista da noite, abrindo o concerto com um repertório de Dominguinhos, a exemplo de Abri a Porta, Sanfona Sentida, Tenho Sede e Gostoso Demais, todas com arranjo de Dierson Torres. Ele executa ainda a sua valsa Pequenas Rosas. A segunda parte do concerto terá a participação do Quinteto Violado, que em 2017 completa 45 anos de carreira. Com a orquestra, o grupo, formado por Dudu Alves, Marcelo Melo, Ciano Alves, Roberto Medeiros e Sandro Lins, e mais João Alves na percussão, toca três faixas, a exemplo de Sete meninas.</p>
<p>Um dos momentos mais esperados da noite é quando os Violados tocam Asa Branca, com a Orquestra e o SAGRAMA. “Esse arranjo de Asa Branca foi elogiado pelo próprio Luiz Gonzaga como sendo o mais bonito para a música. Este ano, faz sete décadas que Lua gravou a música”, conta o maestro. E por falar em SaGRAMA, a participação do grupo vai além da execução das músicas no concerto. Sérgio Campelo, diretor musical do grupo, dedicou-se a preparar arranjos para parte do repertório. “Ele foi fundamental. O arranjo das composições de Jackson do Pandeiro é dele, entre outras músicas. O arranjador é fundamental. Ele pode explorar bem o timbre da orquestra, as sonoridades diferentes de cada instrumento, ressaltando ainda mais a beleza da música. E o SaGRAMA é um grupo irmão. Tenho uma convivência de mais de 25 anos de amizade com Sérgio”, pontua José Renato Accioly.</p>
<p>O cantor Silvério Pessoa traz para o São João Sinfônico um pouco do seu show projeto atual, dedicado a Jackson do Pandeiro, o show Cabeça Feita. Entre as músicas escolhidas para a ocasião, Sebastiana e Chiclete com Banana, clássicos do repertório do paraibano. Com o SaGRAMA, Silvério canta ainda Qui nem Jiló. Estimado para durar pouco mais de uma hora, o São João Sinfônico será encerrado com todos os músicos e convidados juntos no palco, para executar duas marchinhas juninas. “Estamos muito felizes em poder juntar esse povo todo. Há um prazer muito grande em compartilhar a música com essas pessoas. São músicos e artistas cujas trajetórias se encontram em muitos momentos com a da Orquestra. É um grande encontro de amigos, uma celebração como é o São João: a festa da vida, da colheita. Colhemos e nos confraternizamos”, brinca o maestro deste São João que promete encantar a todos os que forem ao Teatro de Santa Isabel no próximo dia 10.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
São João Sinfônico<br />
Quando: Sábado, 10 de junho, às 21h<br />
Local: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n, Santo Antônio, Recife. Fone: 3355-3323).<br />
Ingresso social: R$ 1 mais dois 2 produtos de pronto-consumo (leite, sucos, biscoitos, bolachas e enlatados) ou produtos de limpeza a serem doados aos desabrigados pelas chuvas no Estado.<br />
Distribuição dos bilhetes e recolhimento das doações a partir das 19h.</p>
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		<title>Alceu revive psicodelia musical no Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2015 00:02:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Michelle de Assunção &#160; Alceu e a banda que o acompanhou em recente apresentação no Rio de Janeiro No palco, o menestrel Alceu Valença vai logo avisando: a roupa que está usando é a mesmíssima de 1976, quando estreou o show do álbum Vivo!, o terceiro de sua discografia (antes havia lançado Alceu Valença [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;" align="center"><em>por Michelle de Assunção</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_30786" style="width: 617px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/11052480_10153238137853107_4763482678070373647_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-30786" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/11052480_10153238137853107_4763482678070373647_n-607x450.jpg" width="607" height="450" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Alceu e a banda que o acompanhou em recente apresentação no Rio de Janeiro</dd>
</dl>
<p style="text-align: left;" align="center">No palco, o menestrel Alceu Valença vai logo avisando: a roupa que está usando é a mesmíssima de 1976, quando estreou o show do álbum <i>Vivo!,</i> o terceiro de sua discografia (antes havia lançado <i>Alceu Valença e Geraldo Azevedo</i>, de 1972, e <i>Molhado de Suor</i>, de 1974). <i>Espelho Cristalino</i> veio em 1977 e consagra definitivamente o pernambucano como um cantor e compositor que, nascido no agreste pernambucano de São Bento do Una, apresentava uma música nunca ouvida antes. Bebendo do rock estrangeiro, do baião de Luiz Gonzaga, do coco de Jackson do Pandeiro, da poesia dos cantadores nordestinos, Alceu brindava o público brasileiro com um som/poética autêntico, livre, louco, surreal. Esses três primeiros discos solo – clássicos do seu cancioneiro &#8211; marcaram a fase que ficou conhecida como a psicodelia de Alceu Valença. E a atualidade das canções é tal qual a roupa que ele usou na estreia do show <i>Vivo! Revivo!,</i> semana passada, no Teatro Net Rio, que é o antigo Teatro Tereza Rachel, onde foi gravado o Vivo! original, durante a temporada do show &#8220;Vou Danado Pra Catende&#8221;, em 1976.</p>
<p>Tão atual que gerou o show Vivo! Revivo! – que reúne músicas desses três álbuns – e ao Recife nesta quinta e sexta, para ser mostrado num teatro igualmente histórico. O espetáculo será filmado, com a presença do público, e lançado em DVD no próximo ano, com roteiro de Alceu Valença e direção de Lula Queiroga. No show do Rio, Alceu contestou o título de psicodélico e divertiu a plateia. “Sempre fui conhecido como o doidinho de Delma”. Ou seja, a arte foi tão somente uma consequência desta personalidade desvairada que apresentou desde menino. Que seja. É mesmo este período que assinalou a personalidade valenciana e o credenciou para tudo que fez depois. Tanto é que, após a primeira parte do show (no teatro Net Rio) Alceu brindou o público com hits de sua carreira: <i>La Belle de jour, Anunciação</i>, etc.</p>
<p>No palco, ele está acompanhado por Paulo Rafael (guitarra), Nando Barreto (baixo), Cássio Cunha (bateria), Jean Dumas (percussão), César Michiles (flauta) e Leo Stegman (viola). No repertório, podem esperar por: <i>Papagaio do Futuro, Sol e Chuva, O Casamento da Raposa com o Rouxinol, Descida da Ladeira, Pontos Cardeais, Cabelos Longos, Agalopado, Anjo de Fogo, Espelho Cristalino, Dia Branco. </i></p>
<p>Alceu já chegou a definir esse repertório como um rock que não é rock. De todo modo, é um repertório que acompanhou gerações desde os anos 70, e foi uma escola para diversos artistas que vieram depois. Os ingressos para o show no Recife, no dia 9, quando a bilheteria foi aberta para o público em geral, se esgotaram rapidamente. Se você que está lendo este texto foi um dos sortudos que recebeu convite para o dia 8, quando o show acontece apenas para convidados, não deixe de ir! De outra forma, será o jeito aguardar o DVD ou reviver na vitrola a trilogia psicodélica de Alceu Valença e curtir bons momentos ao lado da sua vitrola.</p>
<p><b>Em tempo</b>: Alceu Valença chamou a atenção do Brasil ao liderar a trupe, formada por Zé Ramalho, Paulo Rafael, Zé da Flauta e Lula Côrtes, que explodiu as trincheiras da MPB com <i>“Vou Danado pra Catende” </i><span style="color: #555555;"> e abriu o caminho para a criação de </span><b><span style="color: #555555;">Vivo!</span></b></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/rnc84s-i3ew" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O show foi registrado no disco que virou um marco da música brasileira moderna, num culto intemporal e independente das imposições do mercado<span style="color: #555555;">.  Em enquete realizada no site do artista,</span> <span style="color: #555555;">internautas escolheram VIVO! como o trabalho de Alceu que eles mais gostariam de ver novamente em cena.</span></p>
<p>Ouça o disco Vivo! na íntegra:<br />
<iframe src="https://www.youtube.com/embed/Zs3yy6vN2CE" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>A Matinada reúne mestres do coco pernambucano</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2015 18:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[com informações da assessoria A arte do improviso na ponta da língua é quem vai imperar nesta quarta (1º). Cinco importantes nomes do coco de Pernambuco &#8211; Galo Preto, Zé de Teté, Bio Caboclo, Cícero Gomes e Adiel Luna – se reúnem em torno de um único nome: A Matinada. O novo projeto dos cantadores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/bd58acd2912f03d258bb006e91a4d436.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26774" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/bd58acd2912f03d258bb006e91a4d436-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>com informações da assessoria</strong></em></p>
<p>A arte do improviso na ponta da língua é quem vai imperar nesta quarta (1º). Cinco importantes nomes do coco de Pernambuco &#8211; Galo Preto, Zé de Teté, Bio Caboclo, Cícero Gomes e Adiel Luna – se reúnem em torno de um único nome: <strong>A Matinada</strong>. O novo projeto dos cantadores se apresenta ao público, no Teatro de Santa Isabel, a partir das 19h, para a gravação do DVD ao vivo. Juntos, eles irão reverenciar o coco desde sua forma mais pura e encantadora – como cantiga de trabalho – até como modalidade mais elaborada de rimas e métricas. A gravação do DVD tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. A entrada é gratuita (com retirada dos ingressos uma hora antes do espetáculo, na bilheteria do teatro).</p>
<p>As várias formas de cantar o coco &#8211; Litoral, Zona da Mata, Agreste e Sertão – se encontrarão nas vozes dos cinco artistas, unidos em sua paixão por essa tradição popular que construiu parte de nossas tradições orais e rítmicas. No palco do Santa Isabel, o público fará uma imersão geográfica na brincadeira de cada um dos mestres, que irão passear pela mazurca (do Agreste e Sertão), o trupé (do Sertão e Zona da Mata), a embolada de pandeiro e de viola, o coco de engenho (Zona da Mata), o coco de sala e o coco de obrigação (Agreste, Zona da Mata e Litoral).</p>
<p>Ora todos juntos, ora em duplas, ora apresentando seus trabalhos individuais, os mestres brincam, improvisam e exploram os toques, as pisadas e os versos nas mais diversas métricas e melodias, cantando e encantando. Completam a brincadeira Maureliano Ribeiro – coquista e artesão de instrumentos percussivos de Camaragibe – e os arcoverdenses Iran Calixto, Pecon Calixto e Damares Calixto, que trazem no sangue a linguagem de coquistas mais representativa de Arcoverde.</p>
<p><strong>Galo Preto</strong><br />
É cantador, coquista, repentista, músico, compositor e percussionista. Fluente em vários estilos de coco, o mestre é Patrimônio Vivo de Pernambuco e passeia com destreza pela embolada, pelo coco de pisada e pelas cantigas de bata de feijão. Nascido em 1935, no município de Bom Conselho &#8211; hoje quilombo de Santa Izabel – em Pernambuco, é um dos últimos representantes da tradição do coco daquela região. Na década de 70 ganhou grande visibilidade nacional, apresentando-se em muitos programas de televisão. Galo Preto fez parceria com grandes nomes da música brasileira, como Jackson do Pandeiro, Cauby Peixoto, Arlindo dos Oito Baixos e Luiz Gonzaga. Em 2007, retornou aos palcos, depois de 11 anos afastado, e agora está presente n’ A Matinada.</p>
<p><strong>Zé de Teté</strong><br />
Nasceu no Sítio Araras, município de Limoeiro, no ano de 1944, e começou a cantar e compor nos anos 70, já adulto. Hoje possui mais de duzentas composições, sendo 61 delas gravadas. Seu último CD “O Rei do Coco” foi gravado com apoio do Funcultura. Zé faz shows em grande parte das cidades pernambucanas e sente-se bastante recompensando pela fidelidade de seu público, tornando-se bastante conhecido no cenário sem precisar abandonar sua cidade natal. O coco de São João é o estilo mais explorado no trabalho do mestre.</p>
<p><strong>Bio Caboclo</strong><br />
Sua vocação para repentista apareceu na infância, estimulado pelo pai Zé Caboclo, que o levava nos eventos culturais promovidos em casas de amigos, onde cantava folhetos e versos de coco de roda. Aos 18 anos Bio iniciou sua carreira artística como violeiro, herdando do pai o dom e o apelido &#8216;Caboclo&#8217;. Logo depois, também nesta idade, foi convidado a ser mestre de maracatu e a cantar coco no São João de Lagoa de Itaenga. Bio Caboclo é conhecido como uma lenda viva da Cultura de Pernambuco e domina como ninguém essas três artes poéticas (viola,baque solto e coco de engenho). Nasceu em 1959, natural de Glória do Goitá/PE.</p>
<p><strong>Cícero Gomes</strong><br />
Remanescente do Coco de Raízes, é líder e vocalista do Coco Trupé de Arcoverde, grupo que mantém junto com seus filhos e sua mulher. Ciço, como é mais conhecido, já se apresentou em diversas cidades do país e da Europa, divulgando a cultura arcoverdense e o coco de trupé, de pisada mais forte e acelerada, com influências da musicalidade de tribos xucurus, do xaxado e do samba de roda. O trupé é música e é dança, onde o tamanco de madeira de solado grosso usado pelos coquistas tem importante papel na marcação da batida. Nascido em 1955, começou a cantar aos 5 anos, acompanhado da mãe. Nos anos 60, se dedicou às brincadeiras, cantando músicas tradicionais. Nos anos 70, iniciou a carreira profissional no Coco, com o mestre Ivo Lopes. O primeiro grupo a participar se chamava &#8220;A Caravana&#8221;.</p>
<p><strong>Adiel Luna</strong><br />
Nascido em 1984, em Tiúma, município de São Lourenço da Mata, é coquista, violeiro e mestre de baque solto, tendo passado por maracatus como o Piaba de Ouro, o Leãozinho de Aliança e o Leão do Norte. Adiel também é cantador e cordelista – participou de festivais e recitais ao lado de poetas importantes como Chico Pedrosa, Jessier Quirino e Sinésio Pereira e tem mais de 50 títulos de cordéis publicados. O documentário étnico “O Coco de Improviso e a Poesia Solta no Vento” (Natália Wanderlei, 2011) conta sua relação com seus principais mestres dentro do coco. Sua matriz é o repente, poesia fundamentada na rima, na métrica e na oração de improviso. De família de poetas cantadores, Adiel Luna, se apresentou em todas as regiões de Pernambuco, em cidades importantes do Brasil e na Europa. É um destaque da nova geração de artistas e a figura que, n’ A Matinada, costura a brincadeira dos mestres, já que dialoga com todos os estilos de coco trabalhado por eles. O projeto é novo, mas já se apresentou em eventos importantes de cultura popular com o Festival Lula Calixto, em Arcoverde, o Festival de Inverno de Garanhuns, o Festival Pernambuco Nação Cultural da Mata Norte e o Festival de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, em Goiás.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Gravação do DVD </em>A Matinada<br />
Quarta (1º/6), a partir das 19h<br />
Teatro de Santa Isabel | Praça da República, s/n, Santo Antônio – Recife/PE<br />
Entrada gratuita (com retirada dos ingressos uma hora antes, na bilheteria do teatro)</p>
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		<title>Siba apresenta “De Baile Solto” no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/siba-apresenta-de-baile-solto-no-recife/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 18:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[De Baile Solto]]></category>
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		<category><![CDATA[Show]]></category>
		<category><![CDATA[Siba]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro de Santa Isabel]]></category>

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		<description><![CDATA[O músico pernambucano Siba estreia, nesta sexta (26) e sábado (27), a turnê do seu mais novo álbum, De Baile Solto. As apresentações acontecem no Teatro de Santa Isabel (Santo Antônio), no Recife, a partir das 21h. O disco foi lançado no último dia 13 de maio, no site do artista, totalmente disponível para streaming [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24836" aria-labelledby="figcaption_attachment_24836" class="wp-caption img-width-480 alignnone" style="width: 480px"><p class="wp-image-credit alignleft">José de Hollanda</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/capa-De-Baile-Solto.jpg"><img class="size-full wp-image-24836" alt="José de Hollanda" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/capa-De-Baile-Solto.jpg" width="480" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Os maracatus de baque solto são figura central no novo trabalho de Siba</p></div>
<p>O músico pernambucano <strong>Siba</strong> estreia, nesta sexta (26) e sábado (27), a turnê do seu mais novo álbum, <em>De Baile Solto</em>. As apresentações acontecem no Teatro de Santa Isabel (Santo Antônio), no Recife, a partir das 21h. O <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/musica/de-baile-solto-coloca-maracatu-no-centro-da-questao/" target="_blank">disco foi lançado no último dia 13 de maio</a>, no <a href="http://www.mundosiba.com.br/" target="_blank">site do artista</a>, totalmente disponível para <em>streaming</em> e <em>download</em>. O público poderá conferir, ao vivo, as novas canções, que tiveram boa recepção da crítica. Os ingressos estão sendo vendidos na bilheteria do teatro e no site eventick.</p>
<p>Em <em>De Baile Solto</em>, Siba lança luz sobre manifestações da Zona da Mata Norte de Pernambuco – em especial, o maracatu de baque solto – e questiona, em letras de críticas contundentes, o lugar dessas tradições na sociedade contemporânea. Ele lança mão de um formato peculiar para vestir as canções, com guitarras, bateria, percussão e tuba – configuração já explorada em seu trabalho anterior, <em>Avante</em> (2012), mais aprofundada em possibilidades neste novo disco.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Siba apresenta </em>De Baile Solto<br />
Sexta (26) e Sábado (27), às 21h<br />
Teatro de Santa Isabel | Praça da República, s/n, Santo Antônio – Recife/PE<br />
R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada) – à venda na bilheteria do teatro e no site eventick.</p>
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