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	<title>Portal Cultura PE &#187; santo amaro</title>
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		<title>Espetáculo Emplumadas: Avuar pelas Sombras estreia no Teatro Marco Camarotti</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 14:40:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Teatro Marco Camarotti, do Sesc Santo Amaro, é palco do espetáculo Emplumadas: Avuar pelas Sombras, nesta terça (1º) e quarta-feira (2), às 19h30. Com direção de Natalie Revorêdo, a montagem é fruto de um processo artístico-colaborativo desenvolvido a partir do projeto CorpoLuz: Germinar para Florestar – Ramificando Narrativas como Dramaturgia Cênica Coletiva. O elenco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113699" aria-labelledby="figcaption_attachment_113699" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/EMPLUMADAS-Crédito-da-fotógrafa-Morgana-Narjara-6.jpeg"><img class="size-medium wp-image-113699" alt="Morgana Narjara/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/EMPLUMADAS-Crédito-da-fotógrafa-Morgana-Narjara-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Emplumadas: Avuar pelas Sombras</p></div>
<p>O Teatro Marco Camarotti, do Sesc Santo Amaro, é palco do espetáculo <em>Emplumadas: Avuar pelas Sombras</em>, nesta terça (1º) e quarta-feira (2), às 19h30. Com direção de Natalie Revorêdo, a montagem é fruto de um processo artístico-colaborativo desenvolvido a partir do projeto CorpoLuz: Germinar para Florestar – Ramificando Narrativas como Dramaturgia Cênica Coletiva. O elenco, composto por mulheres potentes e criativas, compartilha o desejo de libertação e autodescoberta por meio da arte.</p>
<p>O espetáculo, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), propõe uma jornada sensorial e poética composta por múltiplas facetas da vivência feminina. Com uma fusão de dança, música, performance e rituais simbólicos, <em>Emplumadas</em> utiliza o ato de voar como metáfora para o poder de quebrar amarras e transcender as sombras da própria existência. A obra aborda temas que vão desde as festas populares nordestinas, como a quadrilha, até representações do Sertão e da figura da boiadeira, instigando reflexões profundas sobre a vida e a resistência das mulheres.</p>
<p>A narrativa traz cenas que evocam rituais ancestrais e simbolismos femininos marcantes, como o Ritual das Mulheres Água e a performance das Mulheres Terra. Elementos da cultura popular brasileira também estão presentes, como o canto de proteção inspirado nas tradições do cavalo marinho e a capoeira, propondo uma releitura de nossas raízes culturais, misturadas à contemporaneidade das artistas em cena.</p>
<p>Natalie Revorêdo, diretora do espetáculo, descreve o processo criativo como uma construção coletiva, em que cada integrante do elenco e da produção contribuiu com suas vivências e vozes. “É uma celebração da potência feminina, de como cada uma de nós, com nossas histórias e nossos corpos, compõe um universo rico em nuances e significados”, afirma.</p>
<p>Os encontros artísticos que deram origem a <em>Emplumadas</em> foram conduzidos por Natalie, com a colaboração de artistas convidadas. Briê Silva, Flaira Ferro, Surama Ramos, Sandra Rino e Lau Veríssimo participaram do processo criativo, enriquecendo a construção do espetáculo junto às alunas e ampliando as possibilidades artísticas e colaborativas da obra.</p>
<p>Além da força artística, o espetáculo promove a solidariedade. Os ingressos podem ser adquiridos no local por R$ 10, via pix, ou trocados por absorventes. Toda a renda será destinada a uma instituição que apoia mulheres em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Espetáculo Emplumadas: Avuar pelas Sombras<br />
Processo de criação artístico-colaborativa a partir da vivência no projeto CorpoLuz: Germinar para Florestar – Ramificando Narrativas como Dramaturgia Cênica Coletiva<br />
Direção: Natalie Revorêdo<br />
Produção: Natasha Santiago, Camila Martins Ribeiro<br />
Assistência de produção: Júlia Arruda<br />
Iluminação: Aurora Jamelo<br />
Design: Priscila Avelin<br />
Assistência de direção: Bruna Desirêe<br />
Elenco, produção e roteiro: Babi Jácome, Brenda Lima, Briza Morais, Chell Moriim, Cléo Lima, Daiane Rebelo, Diana Cardona Guillén, Duda Gomes, Dulce Araújo, Ellen Salez, Evellyn Lima, Gabi do Carmo, Gal Conti, Lane Luz, Letícia Lima, Lu Tognon, Lucinha Tavares, Maduh Luz, Marial, Marina Mar, Mayara Narin, Mayra Clara, Natali Assunção, Nathalia Queiroz, Olga Valença, Priscila Nunes, Ruana Fontinelly, Sindy Mason, Vívian Marvel.<br />
Assessoria de imprensa: Dea Almeida (Alcateia Comunicação e Cultura)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></strong></p>
<p><strong>Espetáculo <em>Emplumadas: Avuar pelas Sombras</em> &#8211; terça (1º) e quarta-feira (2), às 19h30, no Teatro Marco Camarotti (Sesc Santo Amaro -</strong> <em>Praça do Campo Santo, 1-101, Santo Amaro, Recife-PE). Ingressos: R$ 10,00 (pix) ou absorventes (renda revertida para uma instituição de apoio a mulheres). Mais informações: (81) 98236-3777</em></p>
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		<title>PASÁRGADA.DOC &#8211; Odailta Alves</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 17:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Odailta Alves é escritora, educadora, atriz e ativista dos Direitos Humanos. Mulher negra, lésbica, nascida na favela de Santo Amaro, é doutoranda em linguística na UFPE. É escritora e atriz do espetáculo Clamor Negro. É também roteirista da Websérie Escritoras Negras de Pernambuco. Atua ainda dando palestras antirracistas e promovendo saraus de poesia. Suas primeiras [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/viNM_sHYrTU?si=7frjW0q7QQ-68zSr" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Odailta Alves é escritora, educadora, atriz e ativista dos Direitos Humanos. Mulher negra, lésbica, nascida na favela de Santo Amaro, é doutoranda em linguística na UFPE. É escritora e atriz do espetáculo Clamor Negro. É também roteirista da Websérie Escritoras Negras de Pernambuco. Atua ainda dando palestras antirracistas e promovendo saraus de poesia.</p>
<p>Suas primeiras escritas surgem na adolescência, quando começou a ler, pois tinha que escrever e ler as cartas na comunidade (meio de comunicação muito utilizado nas décadas de 80 e 90). Conta que tinha cadernos de poesia, nos quais copiava os textos que achava bonitos.</p>
<p>Aos poucos foi iniciando um processo de escrita que retratava as dores de amor, saudade, solidão, que perpassavam suas experiências e subjetividades e da vida de mulheres e homens negros. Na atuação como atriz, dramaturga, algumas de suas escritas ganharam os palcos do teatro de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.</p>
<p>À equipe do pasárgada.doc, Odaílta revelou os caminhos da sua escrita, o início da trajetória, seus processos criativos, suas influências os choques da sua carreira na literatura, a relação de sua obra com os territórios em que viveu e vive, com suas vivências e o que o motiva nessa carreira.</p>
<p>O Pasárgada.doc é um projeto especial de audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco, através da coordenadoria de Literatura, da Gerência de Política Cultural, em parceria com o Espaço Pasárgada, equipamento gerido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Com produção da gerência de Comunicação do Cultura.PE, esta temporada 2024 conta com 14 episódios com entrevistas exclusivas como talentos da literatura pernambucana e vai ao ar até o início do ano que vem.</p>
<p>Ficha Técnica: Governo de Pernambuco Governadora: Raquel Lyra Vice-governadora: Priscila Krause</p>
<p>Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco Secretária de Cultura: Cacau de Paula Secretária Executiva de Cultura: Yasmim Neves Secretária Executiva de Gestão: Ana Paula Jardim Direção: Juliana Salvador Produção: Juliana Albuquerque, José Jaime, Luciana Lima e Yuri Euzébio Reportagem: Yuri Euzébio Imagens: Felipe Bessa Edição: Simon Filmes Acessibilidade: Leonardo Samico</p>
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		<title>País das Culturas Populares acolhe artistas pouco antes vistos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 05:00:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No Festival Pernambuco Meu País, o polo País das Culturas Populares tem se revelado uma ótima oportunidade tanto para artistas representantes de um leque mais amplo de diversidade ocuparem espaços a que costumam ter pouco acesso, e de forma descentralizada, quanto para o público conhecer essas pessoas e esses grupos que vão além dos rótulos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No Festival Pernambuco Meu País, o polo País das Culturas Populares tem se revelado uma ótima oportunidade tanto para artistas representantes de um leque mais amplo de diversidade ocuparem espaços a que costumam ter pouco acesso, e de forma descentralizada, quanto para o público conhecer essas pessoas e esses grupos que vão além dos rótulos tradicionais. Neste domingo (28), em Gravatá (Agreste), esse aspecto esteve bem representado pelo Trans Coco, primeiro grupo de coco LGBTQIA+ do Estado (leia-se: do mundo); e pela Orquestra Iorubás de Pernambuco, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. A família da Ciranda Sant&#8217;Anna e o ativismo do Coco Resistência completaram a programação da tarde no palco-caminhão.</p>
<p>Formado por pessoas trans, o sexteto de voz e percussão Trans Coco, do município de Igarassu (Litoral Norte), orgulha-se de ser o primeiro grupo LGBTQIA+ de coco de roda de Pernambuco. A música, claro, é importante, mas na apresentação do conjunto nota-se que prevalece a preocupação com a luta pela conquista de espaço, pela dignidade humana e pelo respeito. Requisitos básicos, porém, ainda em falta para muitas pessoas.</p>
<p>Comandado pela cantora Raphaella Ribeiro, que também se autointitula a primeira mulher trans vocalista de um brinquedo popular, o Trans Coco aborda em suas músicas o combate às práticas discriminatórias e preconceituosas e aos crimes. &#8220;O palco é lugar de todos os corpos. Para nós é muito importante estarmos aqui&#8221;, afirmou Raphaella. A plateia, a maior dos três dias eventos nesse polo em Gravatá, acolheu o Trans Coco com muito afeto.</p>
<p>Outro belo exemplo No País das Culturas Populares neste domingo foi o da Orquestra Iorubás de Pernambuco. Numa analogia, o grupo de vozes, percussão e metais seria o equivalente a um conjunto gospel, ou de música sacra, porém, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. É integrado por pessoas de terreiro que fazem expressões de axé por meio de cantigas de louvação. Como se isso não bastasse, traz em sua formação um set amplo e vigoroso de metais que acrescenta uma sonoridade única e robusta à tradição do gênero. Um grata surpresa.</p>
<p>E por falar em tradição, a Ciranda Sant&#8217;Anna trouxe para o caminhão-palco um belo espetáculo de música e dramatização. O grupo, da família homônima do bairro do Vasco da Gama (Zona Norte do Recife), dedicou seus primeiros minutos a uma performance de meditação e oração, que foi seguida pela abertura de uma faixa com os dizeres: &#8220;Diga não intolerância religiosa&#8221;. Na sequência, um balé popular com quatro integrantes foi para o meio da plateia instigar ainda mais a formação das tradicionais rodas de ciranda. As canções evocaram um show de conscientização (como por exemplo pela preservação da Amazônia) e de reverência aos orixás como muito respeito e muita dignidade.</p>
<p>No cair da noite, no mesmo tom ativista e militante pela cultura popular e pelos direitos sociais, o Coco da Resistência, formado por músicos de várias localidades da Região Metropolitana do Recife (Amaro Branco/Olinda, Brasília Teimosa, Janga/Paulista, Santo Amaro), também deixou seu recado em um repertório de coco de roda e samba interpretado com vozes, percussão e cordas (contrabaixo elétrico e cavaquinho). Momentos de grande riqueza cultural pernambucana.</p>
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		<title>Márcio Almeida inaugura a exposição “Nheë Nheë Nheë” no Sesc Santo Amaro</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jul 2019 13:57:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um olhar reflexivo e inquietante sobre as relações de trabalho desde a época de colonização brasileira e o paralelo com o cenário atual. Com um questionamento sobre os novos e velhos modelos de escravidão, o artista pernambucano Márcio Almeida leva para a Galeria de Artes Corbiniano Lins, no Sesc Santo Amaro, a exposição “Nheë Nheë [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69788" aria-labelledby="figcaption_attachment_69788" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/exposicao-marcio-almeida-sesc-santo-amaro1.jpg"><img class="size-medium wp-image-69788" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/exposicao-marcio-almeida-sesc-santo-amaro1-607x468.jpg" width="607" height="468" /></a><p class="wp-caption-text">Assinada pelo artista pernambucano Márcio Almeida, a mostra traz quatro instalações</p></div>
<p>Um olhar reflexivo e inquietante sobre as relações de trabalho desde a época de colonização brasileira e o paralelo com o cenário atual. Com um questionamento sobre os novos e velhos modelos de escravidão, o artista pernambucano Márcio Almeida leva para a Galeria de Artes Corbiniano Lins, no Sesc Santo Amaro, a exposição “Nheë Nheë Nheë”, tem início nesta quarta-feira (10/7), às 17h, com acesso gratuito e curadoria de Beano de Borba.</p>
<p><em>“É um paralelo em relação à questão do trabalho ocidental e ócio tropical e tem como base a interferência das religiões e as estratégias que os colonizadores usavam para catequizar os povos indígenas”</em>, define o artista, que, durante residência no Usina de Arte Santa Terezinha, concebeu a exposição. O nome vem do tupi-guarani “Nhe”, que significa “fala”, e se amplia para acompanhar a mudança de significado que teve no decorrer do tempo e que, hoje, define “quem fala muito”.</p>
<p>Serão quatro instalações, e duas delas são inéditas. Uma das novidades é “Nheë Nheë Nheë”, que leva o mesmo nome da mostra, e traz 13 peças criadas com galhos de oliveira, pás e ferro de cova que dão forma a ferramentas de trabalho. Na tarde de abertura, a artista e performer Flávia Pinheiro vai ungir com óleo de urucum as peças de uma ânfora de 1,5 metro quebrada para mostrar a soma de elementos religiosos e versar sobre a disrupção sobre entendimento de trabalho e cultura.</p>
<p>A outra que será apresentada pela primeira vez ao público é “Nosso descanso é carregar pedras”, que utiliza cartões de ponto pintados com aquarela em formato de pedras. As duas demais são “Waiting for work” com uma série de dez fotografias reais retratando o descanso de funcionários após o intervalo do almoço, e “Truck Sistem”, que lança luz sobre a servidão por dívida. Por meio de mais de 30 papeis carbono coletados e grafados, Márcio pretende atentar para uma escravidão que se dá a partir de débitos da classe trabalhadora.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição “Nheë Nheë Nheë” &#8211; Márcio Almeida<br />
Quando: de 10 de julho a 28 de setembro<br />
Horário: 9h às 17h<br />
Informações: (81) 3216-1728<br />
Entrada: gratuita<br />
Endereço: Sesc Santo Amaro (Rua 13 de Maio, 455, Santo Amaro)</p>
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		<title>Coletivo Lugar Comum ganha ruas do Recife com &#8216;Motim&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2016 11:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a proposta de fazer do riso uma ação política, um ato de protesto e de rebeldia, o Coletivo Lugar Comum inicia no Recife uma nova temporada do espetáculo Motim. As sessões iniciam nesta quinta-feira (1º), na Praça de Santo Amaro, e seguem nos dias 3, 9 e 10 de dezembro, sempre às 17h. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42666" aria-labelledby="figcaption_attachment_42666" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22369526429_2c110c1876_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-42666 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22369526429_2c110c1876_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante o espetáculo, os performers criadores do Coletivo riem sem parar diante dos transeuntes</p></div>
<p>Com a proposta de fazer do riso uma ação política, um ato de protesto e de rebeldia, <strong><a href="https://www.coletivolugarcomum.com" target="_blank">o Coletivo Lugar Comum</a></strong> inicia no Recife uma nova temporada do espetáculo <strong>Motim</strong>. As sessões iniciam nesta quinta-feira (1º), na Praça de Santo Amaro, e seguem nos dias 3, 9 e 10 de dezembro, sempre às 17h. A montagem em seguida irá para o Morro da Conceição, onde será apresentada nos dias 11, 15, 16 e 17 de dezembro, também às 17h. A entrada é gratuita.</p>
<p>O projeto, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, é uma pesquisa cuja estreia aconteceu em 2015 e que traz à tona uma política de valorização da importância do riso. Sobretudo, pela sua capacidade de estabelecer laços sociais baseados no compartilhamento afetivo, na dimensão lúdica das relações e nas experiências de prazer e de alegria.</p>
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<p><em>“Não é uma atitude resignada, mas sim rebelde, frente à vida. É um rumor alto provocado não só por vozes, mas por grandes gargalhadas, o prazer do corpo em estado de riso. No entanto, a arma dessa rebeldia é a capacidade de reconhecer ou instaurar situações de humor em circunstâncias em que o que se espera é uma atitude séria”</em>, opina Roberta Ramos, dramaturga e artista performer responsável pela concepção do espetáculo e que é também professora do curso de dança da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<div id="attachment_42668" aria-labelledby="figcaption_attachment_42668" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22542789592_cb33b90fe2_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-42668" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22542789592_cb33b90fe2_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto traz à tona a importância do riso no cotidiano</p></div>
<p>Segundo Roberta, os espaços públicos escolhidos para a encenação de <strong>Motim</strong> também atendem ao viés político da iniciativa. <em>“Era um desejo coletivo essa possibilidade de dar acesso às pessoas, que por inúmeros motivos, não conseguem ir até um determinado espaço para assistir a um espetáculo. Com essa intervenção nas vias públicas conseguimos possibilitar essas novas sensações e extrair do riso a potência para lidar subversivamente com as pressões do dia a dia”</em>, considera Ramos.</p>
<p>Durante o espetáculo, os performers criadores do Coletivo, Adriana Ayub, Conrado Falbo, Cyro Morais, Gabriela Santana, Iara Sales, Letícia Damasceno, Liana Gesteira, Maria Agrelli, Roberta Ramos, Silvia Góes, Priscilla Figueiroa e Renata Muniz, riem sem parar diante dos transeuntes que caminham pelas vias onde estarão encenando.</p>
<div id="attachment_42669" aria-labelledby="figcaption_attachment_42669" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22530373306_cb8cc05256_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-42669" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22530373306_cb8cc05256_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nesta nova temporada, o espetáculo será exibido em Santo Amaro e Morro da Conceição</p></div>
<p><strong>Coletivo Lugar Comum -</strong> O grupo recifense atua desde agosto de 2007, reunindo artistas de diferentes linguagens (dança, teatro, música, artes visuais, literatura). Hoje agrega 14 artistas, que se revezam, dando aulas uns para os outros, colaborando nas criações, na produção de projetos, na discussão de textos e ideias, entre outras atividades artístico-culturais.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Temporada do espetáculo Motim</em><br />
1°, 3, 9 e 10 de dezembro | 17h<br />
Praça de Santo Amaro (próximo ao SESC Santo Amaro)<br />
11, 15, 16 e 17 de dezembro | 17h<br />
Praça do Morro da Conceição<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Ficha técnica do espetáculo Motim</strong><br />
Concepção e dramaturgia: Roberta Ramos<br />
Performers criadores: Adriana Ayub, Conrado Falbo, Cyro Morais, Gabriela Santana, Iara Sales, Letícia Damasceno, Liana Gesteira, Maria Agrelli, Roberta Ramos, Silvia Góes, Priscilla Figueiroa e Renata Muniz<br />
Preparação corporal: Giordani Gorki (Kiran)<br />
Oficina Percepção e criação de trilha e das paisagens sonoras: Caio Lima<br />
Colaboração com paisagens sonoras: Thelmo Cristovam<br />
Gravação: Estúdio Base<br />
Técnico de gravação: Carlinhos Carvalho<br />
Oficina Corpo Cômico: Arilson Lopes<br />
Oficina Riso/cômico/humor: Joice Aglae<br />
Figurino: Juliana Beltrão<br />
Criação e Operação de luz: Luciana Raposo e performers criadores<br />
Operador de som: Almir Negreiros<br />
Produção executiva da temporada 2015: Paloma Granjeiro<br />
Assistente de produção da temporada 2015: Maria Clara Camarotti<br />
Projeto gráfico: Daniela Brilhante<br />
Textos: Conrado Falbo e Roberta Ramos<br />
Organização do Caderno de Criação: Conrado Falbo e Roberta Ramos<br />
Assessora de imprensa: Ana Paula Rocha<br />
Fotografia: Ju Brainer<br />
Produção do vídeo: Produtora Jacaré<br />
Realização: Coletivo Lugar Comum<br />
Duração da performance: 60 min</p>
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