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	<title>Portal Cultura PE &#187; São José do Belmonte</title>
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		<title>Projeto “Outras Palavras” leva Kátia Mesel e DJ Big para Exu e São José do Belmonte</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Nov 2019 20:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Projeto de integração entre cultura e educação promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico (Fundarpe), em parceria com a Secretaria de Educação do Estado, o “Outras Palavras” chega nesta semana aos municípios de Exu e São José do Belmonte, ambos no Sertão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73377" aria-labelledby="figcaption_attachment_73377" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/20409873641_7999eab23d_3k.jpg"><img class="size-medium wp-image-73377" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/20409873641_7999eab23d_3k-607x329.jpg" width="607" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">Katia Mesel vai apresentar seu filme “Recife de Dentro da Fora”</p></div>
<p>Projeto de integração entre cultura e educação promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico (Fundarpe), em parceria com a Secretaria de Educação do Estado, o “Outras Palavras” chega nesta semana aos municípios de Exu e São José do Belmonte, ambos no Sertão pernambucano. Alunos de duas escolas públicas estaduais dessas duas cidades participarão de exibição de filme da cineasta pernambucana Kátia Mesel, com presença da diretora, e vivência com o DJ Big e seu projeto Grupo Pé no Chão.</p>
<p>Os encontros acontecerão sempre pela manhã, das 9h às 12h. Em Exu, o “Outras Palavras” ocorrerá na quarta-feira (27), na EREM Barão de Exu. Em São José do Belmonte, o evento acontece na sexta-feira (29), na ETE Pedro Leão Leal.</p>
<p>Os dois encontros começam com a exibição do filme “Recife de Dentro da Fora”, de Kátia Mesel, baseado no poema “O Cão Sem Plumas”, de João Cabral de Melo Neto. A cineasta vai apresentar o filme e chamar a atenção para o início das comemorações dos 100 anos de nascimento do poeta, autor do poema que deu origem ao filme, nascido em 9 de janeiro de 1920. Depois, haverá roda de conversa sobre o filme e sobre a interação entre literatura e o audiovisual.</p>
<p>Katia Mesel é a primeira cineasta mulher de Pernambuco e está comemorando 50 anos de atividades audiovisuais. Vem expandindo seu olhar para o Agreste e o Sertão em exibições, oficinas, conversas, debates, participação em juris e outras atividades. Eventos como o Curta Taquary (Taquaritinga do Norte), Poesia na Tela (Amaraji), Feira Literária do Sertão (Arcoverde) e Festival de Cinema de Triunfo estão entre os que integram o portfólio de atuação da diretora.</p>
<div id="attachment_71013" aria-labelledby="figcaption_attachment_71013" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/DJ-Big_Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-71013" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/DJ-Big_Foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Big comandará vivência com alunos das escolas visitadas pelo &#8220;Outras Palavras&#8221;</p></div>
<p>Segunda atração do “Outras Palavras” em Exu e São José do Belmonte, o DJ Big, educador social e ícone do movimento Hip Hop pernambucano, proporcionará aos estudantes uma vivência a partir do <b>Grupo Pé no Chão, entidade</b> sociedade civil criada em 1994 com o objetivo de realizar atividades educativas, artísticas e culturais para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social no município do Recife.</p>
<p>Com atuação inserida nas comunidades de Santo Amaro e Arruda há mais de 20 anos, o DJ consegue manter ampla rede de articulação com as famílias dos jovens, com as escolas públicas, postos de saúde, distritos sanitários, associações de moradores e conselhos tutelares dessas localidades. Desde 2004, a ação integra o <b>Ponto de Cultura Eco da Periferia – Grupo de Apoio Mútuo Pé no Chão</b>, que proporciona atividades de cultura e educação a crianças e adolescentes da periferia recifense, sempre levando as suas ações à ocupação de espaços como ruas, escolas e praças.</p>
<p>Voltado para estudantes da rede pública estadual de ensino e com quatro anos de existência o programa já atingiu mais de 600 escolas pernambucanas, beneficiou cerca de 20 mil estudantes e distribuiu mais de seis mil livros nas bibliotecas por onde passou.</p>
<p><b>Serviço</b><br />
“Outras Palavras” em Exu<br />
Quarta-feira (27), das 9h às 12h<br />
EREM Barão de Exu</p>
<p>Outras Palavras em São José do Belmonte<br />
Sexta-feira (29), das 9h às 12h<br />
ETE Pedro Leão Leal</p>
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		<title>Outras Palavras retorna com a poesia (en)cantada do Pajeú</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2018 20:23:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias A espera e a saudade acabaram. Depois de um período de férias escolares, o Outras Palavras, projeto de integração entre a cultura e a educação da Secult-PE e Fundarpe, está de volta ao ambiente escolar. A primeira edição de 2018 aconteceu nesta última quarta-feira (14), na Escola Técnica Pedro Leão Leal, localizada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58583" aria-labelledby="figcaption_attachment_58583" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/26952958668_a9d6ec06b1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58583 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/26952958668_a9d6ec06b1_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Escola Técnica em São José do Belmonte, no Sertão Central, recebeu a primeira edição de 2018 do Outras Palavras</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>A espera e a saudade acabaram. Depois de um período de férias escolares, o <strong>Outras Palavras</strong>, projeto de integração entre a cultura e a educação da Secult-PE e Fundarpe, está de volta ao ambiente escolar. A primeira edição de 2018 aconteceu nesta última quarta-feira (14), na Escola Técnica Pedro Leão Leal, localizada no município de São José do Belmonte, no Sertão Central, com a participação de dois importantes nomes da atual geração da região do Pajeú: O cantador e repentista Zé Carlos, de Tabira, e a declamadora e também poetiza Belinha, do grupo As Severinas, de São José do Egito.</p>
<p>Esta edição do Outras Palavras contou com o apoio da GRE Sertão Central e teve ainda a presença do presidente da Associação da Pedra do Reino, Diogo, e de estudantes de outras três escolas da região (Estadual Professor Manoel de Queiro, EREM Dr. Walmy Campos Bezerra e Colégio Municipal D. Arcâncio Pereira), além de poetas do projeto Infância Rimada, organizado por Zé Carlos.</p>
<div id="attachment_58597" aria-labelledby="figcaption_attachment_58597" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40780736652_39a8d51bd0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58597 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40780736652_39a8d51bd0_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Aqui temos curso de agroecologia, administração e rede de computadores, e até um pomar também, onde os jovens podem ter um contato mais próximo com a terra”, disse o diretor da escola, Antonio Carlos de Magalhães</p></div>
<p>Considerada por muitos gestores de escolas como uma das Escolas Técnicas Estaduais mais conservadas do estado, o diretor da ETE Pedro Leão Leal, Antônio Carlos de Magalhães, não esconde a satisfação nesse reconhecimento. <i>“A gente faz aqui um trabalho de educação voltado para a conservação da escola. Há aqui um sentimento de pertencimento por parte dos estudantes. Pra se ter uma ideia, desde 2015, nunca houve uma depredação do espaço. Aqui temos curso de agroecologia, administração e rede de computadores, e até um pomar também, onde os jovens podem ter um contato mais próximo com a terra”, </i>reforça o diretor.</p>
<div id="attachment_58591" aria-labelledby="figcaption_attachment_58591" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40780734192_15506be3b4_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58591 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40780734192_15506be3b4_k-607x432.jpg" width="607" height="432" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta Zé Lopes conversou com os estudantes sobre sua obra e o projeto Infância Rimada, realizado em Tabira, no Sertão do Pajeú</p></div>
<p>A primeira conversa dos jovens alunos, mediada pelo jornalista e cineasta Marcos Henrique Lopes, foi com o poeta Zé Carlos, que falou sobre sua obra e sobre alguns de seus projetos em Tabira, como o<strong> <a href="https://www.facebook.com/infancia.rimada" target="_blank">Infância Rimada</a></strong>. <i>“A ideia surgiu porque dentro da cidade a gente já tinha uma garotada que participava dos encontros poéticos. Veio então a proposta de criar um grupo pra se treinar as técnicas de declamação. E quem declama sabe que existem muitas. Precisa-se de muito olhar, de muito entusiasmo e interpretação, de acordo com cada texto”.</i></p>
<p>Segundo ele, já haviam seis crianças que declamavam na cidade, quatro meninos e duas meninas, e o grupo começou assim. <i>“Hoje a gente conta com mais de quarenta crianças, com idades entre quatro e 13 anos, e já passaram quase 70 pelo grupo”</i>. Duas que fazem parte do Infância Rimada, Tiago e Cauã Silva, foram com o Zé Carlos para o Outras Palavras dar uma mostra do que aprenderam e do que sabem fazer com a palavra (en)cantada.</p>
<div id="attachment_58586" aria-labelledby="figcaption_attachment_58586" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/26952972048_05aa77d203_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58586 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/26952972048_05aa77d203_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Thiago Silva, um dos jovens que faz parte do Infância Rimada, foi até o Outras Palavras declamar poesias de poetas de sua região</p></div>
<p>No palco, declamaram poesias de vários nomes da região do Pajeú, como Dedé Monteiro, Patrimônio Vivo de Pernambuco titulado em 2016. Como de praxe, o microfone é aberto aos jovens que queiram fazer perguntas e a estudante Iris, que participava da atividade, quis saber se o projeto Infância Rimada também estimula a criação de trabalhos autorais por parte das crianças. <i>“Além de trabalhar as técnicas que eu falei, como postura e a clareza do que se quer dizer, a gente também comenta muito sobre a criação de poesia deles. Tem muitos que já fazem. Esses dois, por exemplo, já têm as suas próprias autorias”,</i> explicou Zé Carlos.</p>
<p>Marcos Henrique Lopes lembrou que Zé Carlos recebeu o Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular, em 2017, na categoria Mestre e Saberes. <i>“Queria que você falasse um pouco sobre essa premiação. A gente sabe que não faz ninguém escrever melhor, mas é um estímulo pra continuar”,</i> pediu o jornalista. <i>“Só pra contextualizar, todo ano nós passamos em todas as salas de escolas de Tabira para dizer que temos uma associação de jovens, porque a gente supõe que existam crianças e adolescentes que queiram participar, mas não sabem como entrar no grupo”, </i>disse o poeta.</p>
<div id="attachment_58585" aria-labelledby="figcaption_attachment_58585" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/26952968278_38fd0df1f1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58585 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/26952968278_38fd0df1f1_k-607x416.jpg" width="607" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">A poetiza Belinha foi participar do Outras Palavras para lançar seu primeiro livro, o Canta Dores</p></div>
<p style="text-align: left;"><i>“Você tem que fazer seus trabalhos independente do resultado. Eu nunca sonharia que um dia iria abrir um edital que premiasse pessoas no estado de Pernambuco, que tiveram uma ideia e que a estavam executando há algum tempo. E quando eu li o edital, eu vi que me encaixava nos pré-requisitos. Listei os trabalhos que eu realizei, como os festivais, a associação com os jovens, e outros trabalhos, porque você precisa provar a transmissão de saberes”.<br />
</i></p>
<p>Em seguida, Marcos Henrique convidou a poetiza Belinha a subir no palco, que já chegou fazendo o que bem sabe: declamando uma poesia do Pajeú. Belinha é uma das integrantes do grupo As Severinas e lançou na ocasião seu primeiro livro, o Canta Dor, assinando com seu nome Isabelly Moreira. Nascida em São José do Egito, Belinha contou que cresceu com o pai, amigos, vizinhos e todo um universo da poesia lhe cercando. &#8220;<i>Inclusive professores me influenciaram, e digo a eles aqui presentes que o tralho nas escolas é muito valoroso. Em algum momento nós conseguimos adentrar no ensino no município de São José do Egito de uma forma mais ampla. A exemplo disso é que temos a disciplina de poesia popular em sala de aula. Todas as escolas da cidade ministram essas aulas, e lá os alunos aprendem sobre quem foram os poetas, as técnicas, alguns recursos inerente a esse campo. Dentro do mundo da cantoria de viola, a gente precisa seguir alguns aspectos pra se enquadrar nisso, mas todo sentimento poético é livre”, </i>disse ela.<i><br />
</i></p>
<div id="attachment_58584" aria-labelledby="figcaption_attachment_58584" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/26952963588_44e3fc7d8b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58584 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/26952963588_44e3fc7d8b_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vários alunos e alunos aproveitaram o momento para tirar dúvidas sobre o processo criativo de um poeta, bem como as dificuldades e prazeres de se trabalhar com essa arte</p></div>
<p>Belinha aproveitou para defender o ofício de trabalhar com a arte, como a poesia. <i>&#8220;Teve uma hora que eu achei engraçado porque alguém perguntou ao Zé Carlos se ele só fazia isso. E ai fica parecendo que o trabalho de artista é menor, e acontece isso. E nem é por maldade, é pela distância do universo que se tem. O trabalho da arte é como outro qualquer, só tem a diferença de não ser palpável. Se você contrata um pedreiro pra levantar um muro, ele vai lhe dar cinco dias pra entregar o serviço. Você não pode pedir um soneto em cinco dias, porque a gente não lida com o palpável. Vai depender do poeta e da poetiza”.<br />
</i></p>
<div id="attachment_58590" aria-labelledby="figcaption_attachment_58590" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40780721392_574b42213a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58590 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40780721392_574b42213a_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Entre uma conversa e outra, Belinha declamou poesias e até cantou algumas cantorias de coco de roda pra garotada</p></div>
<p>A estudante Aline, outra presente na atividade, opinou que <em>&#8220;todo artista deve ter uma obra de sua própria autoria que lhe inspira, lhe motiva emocionalmente, por ali estar a sua verdade&#8221;,</em> e quis saber de Belinha se ela tinha alguma assim. <em>“Tem um soneto que eu queria trazer pra vocês, chamado A Meretriz, que remete à uma das poetizas do Pajeú, chamada Severina Branca. Ela teve uma vida muito árdua porque virou prostituta pelo machismo da época ao engravidar na adolescência e ser expulsa de casa pela rejeição da família. Pra se valer da vida, precisou se prostituir, e esse ponto de vista é uma história muito trágica, mas Severina começou a andar nas noites e na boemia de São José do Egito. Por esse contato, ela conseguiu ganhar protagonismo na poesia enquanto mulher, ainda que enquanto mulher massacrada pelo próprio machismo”.</em></p>
<div id="attachment_58588" aria-labelledby="figcaption_attachment_58588" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40113589194_81ebeff567_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58588 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40113589194_81ebeff567_k-607x451.jpg" width="607" height="451" /></a><p class="wp-caption-text">No final da programação, as escolas receberam um kit do Outras Palavras, com livros premiados no Prêmio Pernambuco de Literatura ou produzidos com incentivo do Funcultura, e que vão ficar disponíveis nas respectivas bibliotecas das instituições</p></div>
<p>O mediador da conversa entre a poetiza e os estudantes lembrou-se da relação próxima dela com Dedé Monteiro, e pediu que ela falasse um pouco sobre como é essa convivência tão próxima com os mestres do Pajeú. “<i>É até íntima com a maior parte deles. A gente vive se encontrando em eventos, sarais, festivais, e naturalmente se cria um vínculo. No caso de Dedé, ele não é uma referência só pra mim. Mesmo com todas as dificuldades, se de todas as 17 cidades do Pajeú apenas um nome pudesse representar a poesia local os poetas responderiam Dedé Monteiro, E temos a honra de termos ele entre nós e permeando entre as novas gerações”.</i></p>
<div id="attachment_58589" aria-labelledby="figcaption_attachment_58589" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40113591034_f7e419a430_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58589 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40113591034_f7e419a430_k-607x388.jpg" width="607" height="388" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Aqui vocês puderam ter um contato mais próximo com poetas da cultura popular pernambucana, e a gente espera que vocês se apropriem cada vez mais do ambiente escolar”, celebrou Humberto de Jesus, da equipe do Outras Palavras</p></div>
<p>No final da programação, as escolas receberam um kit do Outras Palavras, com livros premiados no Prêmio Pernambuco de Literatura ou produzidos com incentivo do Funcultura, e que vão ficar disponíveis nas respectivas bibliotecas das instituições.</p>
<p><i>“A gente começou aqui mais uma temporada do Outras Palavras, e já temos uma longa estrada pela frente. Na semana que vem iremos a várias cidades da Região Metropolitana do Recife, e nesta quinta-feira (15) estaremos em Salgueiro, no Sertão Central, sempre com o propósito de realizar uma integração entre a cultura e a educação. Aqui vocês puderam ter um contato mais próximo com poetas da cultura popular pernambucana, e a gente espera que vocês se apropriem cada vez mais do ambiente escolar”, </i>celebrou Humberto de Jesus, representando a equipe do Outras Palavras.</p>
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		<title>Sertão Central recebe a 24ª edição da Cavalgada da Pedra do Reino</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sertao-central-recebe-a-24a-edicao-da-cavalgada-da-pedra-do-reino/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2016 15:39:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Teve início neste último domingo (22), no município de São José do Belmonte, no Sertão Central de Pernambuco, a XXIV Cavalgada da Pedra do Reino, manifestação cultural que surgiu inspirada no episódio da tragédia sebastianista na Serra do Catolé, contada no Romance da Pedra do Reino, do mestre Ariano Suassuna. A iniciativa conta com apoio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25527" aria-labelledby="figcaption_attachment_25527" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalgada-Pedra-do-Reino-PNC-Sertao-Central-2015-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-25527" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalgada-Pedra-do-Reino-PNC-Sertao-Central-2015-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">24ª Cavalgada à Pedra do Reino, em São José do Belmonte, conta com apoio da Secretaria de Cultura e Fundarpe</p></div>
<p>Teve início neste último domingo (22), no município de São José do Belmonte, no Sertão Central de Pernambuco, a XXIV Cavalgada da Pedra do Reino, manifestação cultural que surgiu inspirada no episódio da tragédia sebastianista na Serra do Catolé, contada no Romance da Pedra do Reino, do mestre Ariano Suassuna. A iniciativa conta com apoio do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, e é uma realização da Associação Cultural da Pedra do Reino, em parceria com a Prefeitura de São José do Belmonte.</p>
<p>Com o tema “Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do sangue do vai- e- volta”, a programação conta com as tradicionais festividades que atraem visitantes de toda região. Dentre elas, destacam-se a Cavalhada e a Cavalgada à Pedra do Reino, na qual os cavaleiros participantes mais uma vez anunciarão o legado do Rei Desejado, evocando a figura do rei D. Sebastião.</p>
<div id="attachment_25528" aria-labelledby="figcaption_attachment_25528" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalgada-a-Pedra-do-Reino-PNC-Sertao-Central-2015-Costa-Neto-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-25528" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalgada-a-Pedra-do-Reino-PNC-Sertao-Central-2015-Costa-Neto-02-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">23ª Cavalgada à Pedra do Reino, em São José do Belmonte.</p></div>
<p>Para Márcia Souto, presidente da Fundarpe, esta é uma importante manifestação cultural do sertão pernambucano. “Não foi à toa que este movimento tão rico inspirou boa parte da literatura de Ariano Suassuna. A Cavalgada da Pedra do Reino cumpre mais uma vez a missão de fortalecer os laços de cada território com sua própria tradição, valores e costumes”, opina.</p>
<p>Durante a Cavalhada, que acontece na tarde do sábado (28), duas equipes de cavaleiros, intituladas Azul e Encarnado, reproduzem jogos típicos da Idade Média, procurando acertar argolas penduradas com suas lanças durante a corrida. A concentração será em frente à Igreja Matriz de São José, e depois o público segue em direção ao Carvalhão, com direito a apresentações da Banda Filarmônica São José, Banda de Pífanos do Mestre Ulisses e Grupo de Cavalhada de Zeca Miron. Ainda no sábado (28), às 9h, a Praça Sá Moraes receberá apresentações de cultura popular, com bandas de pífanos, reisados, violeiros e repentistas, entre outras atrações.</p>
<p>O domingo (29) começa cedo com o ponto alto da celebração popular, quando os fogos de artifício são acionados e os primeiros cavaleiros começam a surgir em frente à Igreja Matriz de São José. O trajeto da Cavalgada à Pedra do Reino contará com apresentação de corais, bandas filarmônicas e de pífanos, e segue até o Sítio Histórico da Pedra do Reino, onde uma multidão aguarda a chegada dos cavaleiros uniformizados para a tradicional festa. Este ano o rei da Cavalgada à Pedra do Reino é o Sr. José Iran de Oliveira Barros, que participa do evento desde a primeira cavalgada e foi um dos fundadores da Associação Cultural Pedra do Reino.</p>
<p><strong>História</strong> – A Pedra do Reino é formada por duas grandes rochas (uma com 30 e outra com 33 metros de altura), na Serra do Catolé, Município de São José do Belmonte (a 479 km do Recife). Este endereço é o destino final da cavalgada que acontece todos os anos e que relembra o movimento sebastianista liderado por João Antônio dos Santos, em 1838. No local, o auto proclamado Rei João Antônio formou uma comunidade de fiéis seguidores, prometendo um reino de justiça, liberdade e prosperidade, no qual os pobres ficariam ricos e até os pretos renasceriam brancos.</p>
<p>Em 1971, o escritor Ariano Suassuna publicou o livro “O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta”, resgatando e dando notoriedade ao episódio. O Memorial da Pedra do Reino, situado à Praça Pires Ribeiro, 34, no Centro de São José do Belmonte, expõe quadros, livros, documentos e fotos que se relacionam com o movimento e toda história de fé, fanatismo, tragédia e festa ocorridos no local.</p>
<p><strong>Confira a programação completa:</strong><br />
<strong>XXIV Cavalgada da Pedra do Reino </strong><br />
<strong>São José do Belmonte</strong><br />
<strong>Dias 27, 28 e 29 de maio de 2016</strong></p>
<p><strong>SEXTA-FEIRA (27 DE MAIO)</strong><br />
Palco de shows<br />
Local: Parque de Eventos da Praça Antônio Gomes da Cruz<br />
Horário: 22h<br />
Atrações: Gideon do Forró<br />
Bota pra Moer</p>
<p><strong>SÁBADO (28 DE MAIO)</strong><br />
<strong>Cultura Popular</strong><br />
Local: Praça Sá Moraes<br />
Horário: 9h<br />
Atrações: Banda de Pífanos do Mestre Ulisses<br />
Grupo de Dança de São Gonçalo<br />
Violeiros e Repentistas<br />
Reisado do Mestre João Cícero<br />
Grupo de Bacamarteiros</p>
<p><strong>Cavalhada</strong><br />
Local: Concentração em frente à Igreja Matriz de São José, depois segue em direção ao Carvalhão<br />
Horário: 15h<br />
Atrações: Banda Filarmônica São José<br />
Banda de Pífanos do Mestre<br />
Grupo de Cavalhada de Zeca Miron</p>
<p>Palco de shows<br />
Local: Parque de Eventos da Praça Antônio Gomes da Cruz<br />
Horário: 22h<br />
Atrações: Forró Mil<br />
Danilo Pernambucano (Participação especial)</p>
<p><strong>DOMINGO (29 DE MAIO)</strong><br />
<strong>Cavalgada da Pedra do Reino</strong><br />
*Concentração com missa às 5h30, em frente à Igreja Matriz de São José, e apresentação do Coral de Aboio de Serrita<br />
*Saída dos cavaleiros às 6h, com apresentação d<br />
*Percurso até o Sítio Histórico da Pedra do Reino, com</p>
<p><strong>Palco na Pedra do Reino</strong><br />
Horário: 7h30<br />
Local: Parque de Eventos da Praça Antônio Gomes da Cruz<br />
Atrações: Forró Pé-de-Serra José Balbina<br />
Zeca Bota Bom<br />
Trio Pé-de-Serra Talhada<br />
Aboiadores João Vítor e Nilsinho Vaqueiro</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pernambuco Nação Cultural em Belmonte celebra legado de Ariano Suassuna</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambuco-nacao-cultural-em-belmonte-celebra-legado-de-ariano-suassuna/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambuco-nacao-cultural-em-belmonte-celebra-legado-de-ariano-suassuna/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2015 02:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[23ª Cavalgada à Pedra do Reino]]></category>
		<category><![CDATA[23ª Cavalhada Zeca Miron]]></category>
		<category><![CDATA[Ariano Suassuna]]></category>
		<category><![CDATA[pernambuco nação cultural]]></category>
		<category><![CDATA[São José do Belmonte]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão Central 2015]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roberto Moraes Filho Conhecida pela inspiração nas tradições ibéricas, perpetuada através de competições entre mouros e cristãos, a 23ª edição da Cavalhada Zeca Miron foi realizada no sábado (30), integrando a programação festiva do Pernambuco Nação Cultural &#8211; Sertão Central. Sendo uma realização da Associação Cultural Pedra do Reino, o evento prestou uma grande [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25524" aria-labelledby="figcaption_attachment_25524" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalhada-Zeca-Miron-PNC-Sertao-Central-2015-Belmonte-Foto-Costa-Neto-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-25524" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalhada-Zeca-Miron-PNC-Sertao-Central-2015-Belmonte-Foto-Costa-Neto-02-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">23ª Cavalhada Zeca Miron, em São José do Belmonte.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Roberto Moraes Filho</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Conhecida pela inspiração nas tradições ibéricas, perpetuada através de competições entre mouros e cristãos, a 23ª edição da Cavalhada Zeca Miron foi realizada no sábado (30), integrando a programação festiva do Pernambuco Nação Cultural &#8211; Sertão Central. Sendo uma realização da Associação Cultural Pedra do Reino, o evento prestou uma grande homenagem ao escritor e dramaturgo Ariano Suassuna, falecido em agosto do ano passado.</p>
<div id="attachment_25525" aria-labelledby="figcaption_attachment_25525" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalhada-Zeca-Miron-Familia-Suassuna-PNC-Sertao-Central-2015-Belmonte-Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-25525" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalhada-Zeca-Miron-Familia-Suassuna-PNC-Sertao-Central-2015-Belmonte-Foto-Costa-Neto-607x395.jpg" width="607" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">Familiares de Ariano Suassuna, durante a homenagem na Cavalhada Zeca Miron.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Contando com a presença de Dª Zélia, viúva do escritor, além de filhos e netos, a memória de Ariano Suassuna foi consolidada no evento por meio de um mural confeccionado pelo artista-plástico Silvinho, em uma das paredes do Estádio Carvalhão. O mural, que contem a imagem do mestre ornamentada com elementos armoriais, reporta à obra “O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta”, publicado pelo escritor no ano de 1971.</p>
<p style="text-align: justify;">Como convidado especial, o cordelista e historiador belmontense Ernando Carvalho, autor do livro &#8220;Cavalgada Zeca Miron&#8221;, referiu-se aquele momento como um importante símbolo de gratidão do evento, especialmente pelo apoio concedido por Ariano para que o município passasse de fato a incorporar a tradição recriada por Zeca Miron no ano de 1996. &#8220;Ariano Suassuna e Zeca Miron eram grandes amigos, tanto que em 2002, quando foi homenageado por uma escola de samba durante o carnaval do Rio de Janeiro, Ariano fez questão de convidar Zeca para compor com outros amigos aquele desfile&#8221;, comentou Ernando.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalhada-Zeca-Miron-PNC-Sertao-Central-2015-Belmonte-Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-25526" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalhada-Zeca-Miron-PNC-Sertao-Central-2015-Belmonte-Foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Após a homenagem, foram iniciadas as competições entre os cavaleiros azuis e encarnados, nas modalidades corrida das argolas, lance as lanças e corrida das espadas. A disputa entre os dois grupos de cavaleiros foi bastante acirrada, ocasionando num empate de 10 x 10. Com a prova final de desempate, os encarnados saíram vitoriosos nesta edição, recebendo de Dantas Suassuna, filho de Ariano, a bandeira da torcida encarnada.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste domingo (31), a Cavalgada à Pedra do Reino também chegou a sua 23ª edição, repetindo mais um dia dedicado ao seu saudoso imperador. A concentração aconteceu em frente à Igreja Matriz de São José, onde os padres Cladivan Santos e Eduardo Lima fizeram uma bênção a todos os participantes.</p>
<div id="attachment_25527" aria-labelledby="figcaption_attachment_25527" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalgada-Pedra-do-Reino-PNC-Sertao-Central-2015-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-25527" alt="Costa Neto " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalgada-Pedra-do-Reino-PNC-Sertao-Central-2015-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">23ª Cavalgada à Pedra do Reino</p></div>
<p style="text-align: justify;">Após a realização do ato religioso, que também contou com as apresentações do Coral de Aboio de Serrita, da Banda Filarmônica São José e da Banda de Pífanos do Mestre Ulisses, a cavalgada segue em direção as terras da Fazenda Pedra do Reino, localizada a aproximadamente 26km do centro da cidade. Durante o trajeto, composto por uma vegetação nativa e exuberante, os participantes possuem dois momentos de intervalo, para que o trajeto também seja marcado pela descontração propícia ao ritmo da festividade que os espera no reino encantado que inspirou Ariano Suassuna.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegando ao local, o rei e a rainha da cavalgada, ambos netos de Suassuna, conduziram os cavaleiros para mais uma bela cerimônia dedicada ao mestre da literatura nordestina. A família fez questão de saudar a todos. &#8220;A emoção é porque sabemos o quanto ele gostava deste lugar&#8221;, ressaltou Dª Zélia.</p>
<div id="attachment_25529" aria-labelledby="figcaption_attachment_25529" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Familia-Ariano-Suassuna-PNC-Sertao-Central-2015.jpg"><img class="size-medium wp-image-25529" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Familia-Ariano-Suassuna-PNC-Sertao-Central-2015-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Família de Ariano Suassuna recebendo os participantes da 23ª Cavalgada</p></div>
<p style="text-align: justify;">Sobre o legado do escritor deixado para o município de São José do Belmonte, Dantas Suassuna disse que a família tem planos para retomar as atividades culturais iniciadas pelo pai na localidade. &#8220;Temos alguns projetos e estes serão conversados mais adiante, para que possamos contar com o apoio das associações interessadas nas parcerias locais&#8221;, comentou Dantas.</p>
<p style="text-align: justify;">A manhã e tarde na Pedra do Reino foi de bastante festividade para os participantes. Estiveram se apresentando no local o Trio de Forró de Douglas, Naldo Aboiador e Sérgio do Forró. O evento, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através da Fundarpe, estima que cerca de 3 mil pessoas compareceram na propriedade rural para o encerramento da cavalgada.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Artistas e grupos de cultura popular celebram tradições da Pedra do Reino</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/artistas-e-grupos-de-cultura-popular-celebram-tradicoes-da-pedra-do-reino/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2015 15:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Banda de Pífanos do Mestre Ulisses]]></category>
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		<category><![CDATA[Cavalhada Zeca Miron]]></category>
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		<category><![CDATA[pernambuco nação cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Reisado do Mestre João Cícero]]></category>
		<category><![CDATA[São José do Belmonte]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão Central]]></category>
		<category><![CDATA[violeiros e repentistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em São José do Belmonte, a programação do Pernambuco Nação Cultural deste sábado (30), será iniciada a partir das 9h, no Pátio de Eventos Carlos Antônio Gomes da Cruz. No local, irão se apresentar a Banda de Pífanos do Mestre Ulisses, o Grupo de Dança de São Gonçalo, a dupla de violeiros e repentistas Francinaldo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em São José do Belmonte, a programação do Pernambuco Nação Cultural deste sábado (30), será iniciada a partir das 9h, no Pátio de Eventos Carlos Antônio Gomes da Cruz. No local, irão se apresentar a Banda de Pífanos do Mestre Ulisses, o Grupo de Dança de São Gonçalo, a dupla de violeiros e repentistas Francinaldo e Zé Oliveira, o Reisado do Mestre João Cícero e o grupo Forró Pé de Serra.</p>
<div id="attachment_25496" aria-labelledby="figcaption_attachment_25496" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Reizado-do-Mestre-Joao-Cicero-foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-25496" alt="Costa Neto " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Reizado-do-Mestre-Joao-Cicero-foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Reisado do Mestre João Cícero, tradição popular da cidade</p></div>
<p style="text-align: justify;">Composto por 14 integrantes, que vão desde adolescentes até idosos, o Reisado do Mestre João Cícero foi originado em Belmonte há 5 anos. Segundo o Mestre João Cícero, a apresentação da tradição envolve encenações com danças, guerras e louvações com cantos dedicados ao Divino. &#8220;Iremos nos apresentar mantendo nossas próprias características, que lembram um pouco a essência artística existente na cultura popular desta cidade&#8221;, explicou Mestre Cícero.</p>
<p>Tendo como homenageado, nesta edição, o escritor e dramaturgo Ariano Suassuna, as apresentações do Pernambuco Nação Cultural também farão menção ao universo mágico que envolve Belmonte, inspirado no livro “O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta”, publicado em 1971.</p>
<div id="attachment_25497" aria-labelledby="figcaption_attachment_25497" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalhada-2014-foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-25497" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalhada-2014-foto-Costa-Neto-607x397.jpg" width="607" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalhada Zeca Miron, na sua 22ª edição, em 2014</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Cavalhada Zeca Miron neste sábado (30), chega a sua 23ª edição, mantendo a inspiração ibérica das disputas entre o azul e o encarnado. A concentração acontece a partir das 15h, em frente à Igreja Matriz de São José, de onde o cortejo segue pelas ruas do centro da cidade em direção ao Estádio Carvalhão. No local, serão realizadas homenagens e o público presente irá conferir a tradicional disputa. Entre as atrações, estarão se apresentando a Banda Filarmônica São José e o grupo Cavalhada Zeca Miron.</p>
<div id="attachment_25498" aria-labelledby="figcaption_attachment_25498" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalgada-2014-foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-25498" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Cavalgada-2014-foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalgada da Pedra do Reino realizada em 2014</p></div>
<p style="text-align: justify;">No domingo (31), a 23ª Cavalgada da Pedra do Reino encerra a programação do Pernambuco Nação Cultural &#8211; Sertão Central. Contando com a participação de cerca de 700 cavaleiros, o encontro terá sua concentração iniciada com ato religioso, a partir das 5h30, no lado externo da Igreja Matriz de São José. Durante a missa, o público e os cavaleiros serão saudados com a apresentação do Coral de Aboio de Serrita.</p>
<p style="text-align: justify;">O início da cavalgada acontece pontualmente às 6h, quando a Banda Filarmônica São José e a Banda de Pífanos do Mestre Ulisses entoarão canções dedicadas especialmente aos cavaleiros. Já no Sítio Histórico da Pedra do Reino, acontecem as apresentações do músico Galego Aboiador e do grupo Os Três dos Cariri.</p>
<p><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p><strong>PERNAMBUCO NAÇÃO CULTURAL</strong><br />
<strong>SERTÃO CENTRAL – SÃO JOSÉ DO BELMONTE</strong><br />
Dias 29, 30 e 31 de maio de 2015</p>
<p><strong>SEXTA-FEIRA (29 DE MAIO)</strong><br />
Palco Nação Cultural<br />
Horário: 22h<br />
Local: Parque de Eventos da Praça Antônio Gomes da Cruz<br />
Guilherme Dantas<br />
Flávio Leandro</p>
<p><strong>SÁBADO (30 DE MAIO)</strong><br />
Cultura Popular<br />
Horário: 9h<br />
Local: Pátio de Eventos Carlos Antônio Gomes da Cruz<br />
Atrações: Banda de Pífanos do Mestre Ulisses<br />
Grupo de Dança de São Gonçalo<br />
Violeiros e Repentistas<br />
Reisado do Mestre João Cicero<br />
Forró Pé de Serra<br />
Banda de Pífanos do Mestre Ulisses</p>
<p>Cavalhada<br />
Horário: 15h<br />
Local: Concentração em frente à Igreja Matriz de São José, depois segue em direção ao Carvalhão<br />
Atrações: Banda Filarmônica São José<br />
Cavalhada Zeca Miron</p>
<p>Palco Nação Cultural<br />
Local: Parque de Eventos da Praça Antônio Gomes da Cruz<br />
Gean Mota<br />
Jorge de Altinho</p>
<p><strong>DOMINGO (30 DE MAIO)</strong><br />
Cavalgada da Pedra do Reino<br />
*Concentração com missa às 5h30, em frente à Igreja Matriz de São José, e apresentação do Coral de Aboio de Serrita<br />
*Saída dos cavaleiros às 6h, com apresentação da Banda Filarmônica São José e Banda de Pífanos do Mestre Ulisses<br />
*Percurso até o Sítio Histórico da Pedra do Reino, com Galego Aboiador e Os Três dos Cariri</p>
<p>Palco na Pedra do Reino<br />
Horário: 7h30<br />
Local: Parque de Eventos da Praça Antônio Gomes da Cruz<br />
Trio de Forró de Douglas<br />
Naldo Aboiador<br />
Sérgio do Forró</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pernambuco Nação Cultural chega ao Sertão Central da Pedra do Reino</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2015 15:12:17 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6826" aria-labelledby="figcaption_attachment_6826" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/cavalgada-1-607x405.jpg"><img class="size-full wp-image-6826" title="Cavalgada à Pedra do Reino" alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/cavalgada-1-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">A tradicional Cavalgada à Pedra do Reino é uma das atrações de destaque do PNC Sertão Central</p></div>
<p>O município de São José do Belmonte, no Sertão Central de Pernambuco, receberá entre os próximos dias 29 e 31 de maio o programa Pernambuco Nação Cultural. A iniciativa é uma realização da Secretaria de Cultura e Fundarpe, em parceria com a prefeitura de São José do Belmonte e Associação Cultural da Pedra do Reino. Estão na programação as tradicionais festividades que atraem visitantes de toda região. Dentre elas, destacam-se a Cavalhada e a Cavalgada à Pedra do Reino, cenário de tragédia religiosa que reconta o episódio sebastianista na Serra do Catolé e inspirou a literatura de Ariano Suassuna, o homenageado da cavalgada neste ano.</p>
<p>De acordo com o secretário de Cultura de Pernambuco, Marcelino Granja, esta edição do Pernambuco Nação Cultural cumpre mais uma vez a missão de fortalecer os laços de cada território com sua própria tradição, valores, costumes, etc. “A edição do PNC está completamente voltada para as tradições do Sertão Central do Estado. Teremos várias atividades culturais, com bastante forró, poesia de viola, reisados, entre outras atrações, e que culminam com a tradicional Cavalgada à Pedra do Reino, história esta que foi imortalizada e reverberada pelo país através da literatura do mestre Ariano Suassuna”, pontua o secretário.</p>
<p>Durante a Cavalhada, que acontece na tarde do sábado (30/05), duas equipes de cavaleiros, intituladas Azul e Encarnado, reproduzem jogos típicos da Idade Média, procurando acertar argolas penduradas com suas lanças durante a corrida. A concentração será em frente à Igreja Matriz de São José, e depois o público segue em direção ao Carvalhão, com direito a apresentações dos culturais.</p>
<p>Ainda no sábado (30/05), às 9h, a Praça Sá Moraes receberá apresentações de cultura popular, com bandas de pífanos, reisados, violeiros e repentistas, entre outras atrações.</p>
<p>Já o domingo (31/05) começa cedo, quando os fogos de artifício são acionados e os primeiros cavaleiros começam a surgir em frente à Igreja Matriz de São José. O trajeto da Cavalgada à Pedra do Reino contará com apresentação de corais, bandas filarmônicas e de pífanos, e segue até o Sítio Histórico da Pedra do Reino, onde uma multidão aguarda a chegada dos cavaleiros uniformizados para a tradicional festa.</p>
<p><strong>Palco Nação Cultural e na Pedra do Reino –</strong> Os principais polos de shows ficará instalado em dois pontos. Na sexta-feira (29/05) e no sábado (30/05), o público poderá conferir, a partir das 22h, o Palco Nação Cultural recebe shows de artistas como Guilherme Dantas, Flávio Leandro, Gean Mota e Jorge de Altinho no Parque de Eventos da Praça Antônio Gomes da Cruz. No domingo (31/05), logo após a Cavalgada à Pedra do Reino, às 7h30, o Palco da Pedra do Reino contará com apresentações do Trio de Forró de Douglas, Aboiadores João Víctor e Neto Barros e Sérgio do Forró animarem a festa no sítio histórico do município.</p>
<div id="attachment_18734" aria-labelledby="figcaption_attachment_18734" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/14688415272_3df6f7c48d_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-18734" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/14688415272_3df6f7c48d_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ariano Suassuna será homenageado durante a Cavalgada à Pedra do Reino e em outras atividades do PNC Sertão Central</p></div>
<p><strong>Homenagem -</strong> A homenagem ao mestre Ariano Suassuna durante a Cavalgada à Pedra do Reino não poderia passar em branco. O tema da cavalgada, este ano, é A Sagração do Imperador da Pedra do Reino. Uma homenagem ao mestre, que foi titulado, pela Associação Cultural da Pedra do Reino, como Cavaleiro Honorário da Ordem dos Cavaleiros da Pedra do Reino, Dom Ariano Vilar Suassuna. Foi Ariano quem formatou a estética da cavalgada, transformando-a numa festa popular que reúne hoje milhares de pessoas e relembra a guerra entre mouros e cristãos.</p>
<p>Este ano, por conta da merecida homenagem, os netos do dramaturgo, Mariana e Lucas Suassuna, serão, respectivamente, a rainha e o rei da cavalgada. Ao longo da programação do PNC Sertão Central, citações ao mestre Suassuna, além de postais com fotografias de Ariano, em diversos momentos em que esteve presente à cavalgada, serão distribuídas para o público da festa.</p>
<p>História &#8211; A Pedra do Reino é formada por duas grandes rochas (uma com 30 e outra com 33 metros de altura), na Serra do Catolé, Município de São José do Belmonte (a 479 km do Recife). Este endereço é o destino final da cavalgada que acontece todos os anos e que relembra o movimento sebastianista liderado por João Antônio dos Santos, em 1838. No local, o auto proclamado Rei João Antônio formou uma comunidade de fiéis seguidores, prometendo um reino de justiça, liberdade e prosperidade, no qual os pobres ficariam ricos e até os pretos renasceriam brancos.</p>
<p>Em 1971, o escritor Ariano Suassuna publicou o livro “O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta”, resgatando e dando notoriedade ao episódio. O Memorial da Pedra do Reino, situado à Praça Pires Ribeiro, 34, no Centro de São José do Belmonte, expõe quadros, livros, documentos e fotos que se relacionam com o movimento e toda história de fé, fanatismo, tragédia e festa ocorridos no local.</p>
<p><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p><strong>PERNAMBUCO NAÇÃO CULTURAL</strong><br />
<strong> SERTÃO CENTRAL – SÃO JOSÉ DO BELMONTE</strong><br />
Dias 29, 30 e 31 de maio de 2015</p>
<p><strong>SEXTA-FEIRA (29 DE MAIO)</strong><br />
Palco Nação Cultural<br />
Horário: 22h<br />
Local: Parque de Eventos da Praça Antônio Gomes da Cruz<br />
Guilherme Dantas<br />
Flávio Leandro</p>
<p><strong>SÁBADO (30 DE MAIO)</strong><br />
Cultura Popular<br />
Horário: 9h<br />
Local: Praça Sá Moraes<br />
Atrações: Banda de Pífanos do Mestre Ulisses<br />
Grupo de Dança de São Gonçalo<br />
Violeiros e Repentistas<br />
Reisado do Mestre João Cicero<br />
Forró Pé de Serra<br />
Banda de Pífanos do Mestre Ulisses</p>
<p>Cavalhada<br />
Horário: 15h<br />
Local: Concentração em frente à Igreja Matriz de São José, depois segue em direção ao Carvalhão<br />
Atrações: Banda Filarmônica São José<br />
Cavalhada Zeca Miron</p>
<p>Palco Nação Cultural<br />
Local: Parque de Eventos da Praça Antônio Gomes da Cruz<br />
Gean Mota<br />
Jorge de Altinho</p>
<p><strong>DOMINGO (30 DE MAIO)</strong><br />
Cavalgada da Pedra do Reino<br />
*Concentração com missa às 5h30, em frente à Igreja Matriz de São José, e apresentação do Coral de Aboio de Serrita<br />
*Saída dos cavaleiros às 6h, com apresentação da Banda Filarmônica São José e Banda de Pífanos do Mestre Ulisses<br />
*Percurso até o Sítio Histórico da Pedra do Reino, com Galego Aboiador e Os Três dos Cariri</p>
<p>Palco na Pedra do Reino<br />
Horário: 7h30<br />
Local: Parque de Eventos da Praça Antônio Gomes da Cruz<br />
Trio de Forró de Douglas<br />
Naldo Aboiador<br />
Sérgio do Forró</p>
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		<item>
		<title>Cinema no Interior viabiliza formação cinematográfica no Sertão</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2015 20:39:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Sertão pernambucano se prepara para mais uma jornada cinematográfica. O projeto Cinema no Interior chega a sua 5ª edição, viabilizando a formação e a produção audiovisual nas cidades de Belém do São Francisco, Cabrobó, São José do Belmonte, Serra Talhada e Afogados da Ingazeira. Cada cidade recebe a partir desta segunda-feira (23) oficinas de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_21476" aria-labelledby="figcaption_attachment_21476" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/Cinema-no-Interior.jpg"><img class="size-medium wp-image-21476" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/Cinema-no-Interior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cineasta visitou municípios do Sertão para seleção dos participantes da formação.</p></div>
<p>O Sertão pernambucano se prepara para mais uma jornada cinematográfica. O projeto <strong><a href="http://www.cinemanointerior.com.br/" target="_blank">Cinema no Interior</a></strong> chega a sua 5ª edição, viabilizando a formação e a produção audiovisual nas cidades de Belém do São Francisco, Cabrobó, São José do Belmonte, Serra Talhada e Afogados da Ingazeira. Cada cidade recebe a partir desta segunda-feira (23) oficinas de roteiro, formação de atores, fotografia e captação de áudio. A ideia é que a população local participe das várias etapas da produção audiovisual e criem seu próprio filme de curta-metragem. O projeto Cinema no Interior é realizado pela Mont Serrat Filmes com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e conta com as parcerias do Festival de Cinema de Contis (França), do Instituo Criar de TV, Cinema e Novas Mídias (São Paulo) e das prefeituras municipais. <strong>Confira abaixo o calendário das oficinas.</strong></p>
<p>De acordo com o cineasta Marcos Carvalho, idealizador e realizador do projeto, o Cinema no Interior busca “despertar o interesse de jovens artistas e produtores na realização de novos filmes e, ao mesmo tempo, valorizar a riqueza artística, histórica e cultural das cidades do interior”.</p>
<p>As oficinas de roteiro são ministradas por Tairone Feitosa, autor de roteiros como “J.S. Brown, o Último Herói”, “O Homem da Capa Preta”, “A Dança dos Bonecos”, “Luzia Homem”, “Ele, o Boto” e minisséries da TV Globo. Já a oficina de formação de atores tem como mestres com a preparadora de elenco francesa Morgane Amalia juntamente com Paulo de Melo e Adriana Perim. As oficinas de fotografia e captação de áudio para cinema são ministradas por Álvaro Severo, Nayara Mendel e Natália Tavares.</p>
<div id="attachment_21477" aria-labelledby="figcaption_attachment_21477" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/equipe-Cinema-no-Interior-Triunfo.jpg"><img class="size-medium wp-image-21477" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/equipe-Cinema-no-Interior-Triunfo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marcos Carvalho com equipe do Cinema no Interior em Triunfo.</p></div>
<p>Após a realização das oficinas em cada cidade, a Mont Serrat Filmes irá publicar um livro fotográfico, um DVD contendo os curtas produzidos e realizar uma mostra de cinema, com premiação e homenagens aos destaques e parceiros. Todos os filmes produzidos durante as oficinas ainda serão exibidos numa mostra realizada em novembro de 2015, no Centro Cultural do Banco do Nordeste, na cidade de Fortaleza. Na ocasião, haverá uma retrospectiva do projeto Cinema no Interior, que já realizou edições nos nove estados do Nordeste brasileiro.</p>
<p>A produtora audiovisual também pretende descobrir novos talentos e convidar atores locais para o seu novo longa-metragem, que terá como preparador de elenco <strong><a href="http://atorimaginario.com/" target="_blank">Christian Duurvoort</a></strong>, responsável pelo treinamento para o filme &#8220;Capitães da Areia&#8221;, de Cecília Amado, entre outros. O filme contará com a participação de atores consagrados como Matheus Nachtergaele, José Dumont, Chico Diaz, Cláudia Ohana, Gero Camilo e do músico Naná Vasconcelos.</p>
<p>Para a realização da 5ª edição, a coordenação do projeto Cinema no Interior visitou vários municípios com potencial para receber o projeto de formação. Durante as visitas foi realizado um trabalho de articulação e mobilização das comunidades locais e a distribuição de livros e DVDs de edições anteriores do projeto. Dos quinze municípios que manifestaram interesse em receber o projeto, cinco foram selecionados: Belém do São Francisco, Cabrobó, São José do Belmonte, Serra Talhada e Afogados da Ingazeira. Como fruto inicial da parceria com instituições francesas, um realizador francês irá acompanhar todas as etapas da formação para produzir um filme sobre o processo de formação e produção audiovisual desenvolvido pelo Cinema no Interior.</p>
<p><strong>IDEALIZADOR</strong> – O cineasta Marcos Carvalho, idealizador do Cinema no Interior, é um dos diretores e produtores do longa-metragem “Na quadrada das águas perdidas”, realização da Mont Serrat Filmes e vencedor de mais de 16 prêmios, dentre eles, melhor filme, fotografia e trilha sonora no IV Festival de Cinema de Triunfo. O longa foi lançado simultaneamente no circuito comercial de cinema nas cidades de Petrolina, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre.</p>
<p><strong>Serviço<br />
</strong>Cinema no Interior<br />
Contato:  <a href="mailto:cinemanointerior@yahoo.com.br">cinemanointerior@yahoo.com.br<br />
</a></p>
<p><b>OFICINAS DE ATORES</b></p>
<p>BELÉM DO SÃO FRANCISCO: 23 e 24 de fevereiro</p>
<p>SÃO JOSÉ DO BELMONTE: 25 e 26 de fevereiro</p>
<p>CABROBÓ: 27 e 28 de fevereiro</p>
<p>SERRA TALHADA: 02, 03 e 04 de março</p>
<p>AFOGADOS DA INGAZEIRA: 05, 06 e 07 de março</p>
<p><strong>OFICINAS DE FOTOGRAFIA</strong></p>
<p>BELÉM DO SÃO FRANCISCO: 23 e 24 de fevereiro</p>
<p>SÃO JOSÉ DO BELMONTE: 25 e 26 de fevereiro</p>
<p>CABROBÓ: 27 e 28 de fevereiro</p>
<p>SERRA TALHADA: 02, 03 e 04 de março</p>
<p>AFOGADOS DA INGAZEIRA: 05, 06 e 07 de março</p>
<p><strong>OFICINAS DE ROTEIRO</strong></p>
<p>BELÉM DO SÃO FRANCISCO: 23 a 28 de fevereiro</p>
<p>SÃO JOSÉ DO BELMONTE: 02 a 07 de março</p>
<p>CABROBÓ: 09 a 14 de março</p>
<p>SERRA TALHADA: 16 a 21 de março</p>
<p>AFOGADOS DA INGAZEIRA: 23 a 28 de março</p>
<p><strong>PRODUÇÃO DOS FILMES<br />
</strong><br />
BELÉM DO SÃO FRANCISCO: 02 a 07 de março</p>
<p>SÃO JOSÉ DO BELMONTE: 09 a 14 de março</p>
<p>CABROBÓ: 16 a 21 de março</p>
<p>SERRA TALHADA: 23 a 28 de março</p>
<p>AFOGADOS DA INGAZEIRA: 30 de março a 04 de abril</p>
<p><a href="mailto:cinemanointerior@yahoo.com.br"> </a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cavalgada até o centro do universo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cavalgada-ate-o-centro-do-universo/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 May 2013 23:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[FPNC Sertão Central 2013]]></category>
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		<description><![CDATA[São José do Belmonte se volta ao mais importante símbolo da cidade: a Pedra do Reino Por Leonardo Vila Nova Um estampido de fogos de artifício irrompeu no céu de São José do Belmonte pouco antes das 5h da manhã deste domingo (26/5). Era sinal de que o dia amanhecia diferente na cidade. Era sinal [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>São José do Belmonte se volta ao mais importante símbolo da cidade: a Pedra do Reino</em></p>
<div id="attachment_4657" aria-labelledby="figcaption_attachment_4657" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/IMG_05402-1024x768.jpg"><img class="size-medium wp-image-4657" alt="A Cavalgada à Pedra do Reino é tradição em São José do Belmonte / Foto: Leonardo Vila Nova" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/IMG_05402-1024x768-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A Cavalgada à Pedra do Reino é tradição em São José do Belmonte / Foto: Leonardo Vila Nova</p></div>
<p><em><strong>Por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Um estampido de fogos de artifício irrompeu no céu de São José do Belmonte pouco antes das 5h da manhã deste domingo (26/5). Era sinal de que o dia amanhecia diferente na cidade. Era sinal de que, neste dia, era mais um dia de Cavalgada. O destino: a famosa Pedra do Reino, na Serra do Catolé, consagrada como o principal ponto de encontro entre misticismo e teatro popular, que se fundem para contar o momento mais marcante da história daquele povo. Nesta gigantesca pedra, entre 16 e 18 de maio de 1838, numa batalha entre João Ferreira, lunático líder sebastianista, e a Guarda Nacional Brasileira, cerca de 80 pessoas (entre elas, 30 crianças) foram sacrificadas/assassinadas, numa matança sem precedentes, fruto do fundamentalismo que conduziu grande parte dos corações e mentes daquele Nordeste do século XIX.</p>
<p>Desde 1993, no último domingo de maio, São José do Belmonte assiste ao trajeto de 27 km que leva centenas de cavaleiros, amazonas e vaqueiros ao local da tragédia, para reverenciar esta data. A XXI Cavalgada à Pedra do Reino parou a cidade, como vem sendo há mais de duas décadas. Uma das fontes de inspiração da manifestação é também o consagrado “Romance d’A Pedra do Reino”, de Ariano Suassuna, que faz a ponta perfeita entre a história de origem ibérica e a tradição do povo sertanejo.</p>
<p>Quando o Sol ainda descortinava na cidade, uma multidão já se aglomerava em frente à Igreja Matriz da cidade, aguardando a tão esperada corte, dividida nas cores cores azul (cristãos) e encarnado (mouros). Sob mais uma salva de fogos de artifício, Rei e Rainha chegam ao local, causando profunda comoção nos populares que lotavam o local. O Coral de Aboiadores de Serrita deu o tom sertanejo à cerimônia, recepcionando a corte, com canções que simbolizam o imaginário do homem nordestino. “Asa branca”, o hino nordestino, sacramentou os filhos de Belmonte. E com a tradicional bênção do pároco da matriz, os cavaleiros partiram, ao som de “Catinga sebastiana” (Ariano Suassuna).  De fato, não há como descrever o que se sente neste momento. Palavras fogem, enquanto sentimentos transbordam, sem qualquer economia.</p>
<p>Olhos fechados durante a bênção, as mãos firmes empunhando as rédeas dos cavalos e lágrimas flagrantes sobre o rosto  deram o tom desse momento tão marcante. Sob os aplausos da população, os representantes da Cavalgada partiram para um trajeto tortuoso, onde a fé e a força de vontade são testadas a cada momento. A estrada de barro seco, que faz subir uma poeira interminável, tendo o Sol como testemunha e os morros já verdejantes – indicando que a chuva já chegara ao Sertão -, são o cenário que compõe a mística jornada. Em cerca de seis horas de percurso se desvela a tão afamada coragem do homem nordestino. Não há obstáculo que a fé e a determinação não vençam. E o destino vai, a cada passo dos cavalos, se descortinando adiante.</p>
<p>Para chegar à Pedra do Reino, não basta somente ir a cavalo. Carros, motos, bicicletas, todos os meios estão à disposição daqueles que querem presenciar o espetáculo. Há 20 anos, quando a Cavalgada deu os seus primeiros passos, não se sabia exatamente por onde ir. Uma das pessoas que indicou, literalmente, “o caminho das pedras”, foi o empresário Aníbal Leonel, que mostrou aos criadores da cavalgada como se chegava ao local. “<i>Eu moro próximo à Serra do Catolé e me perguntaram como se chegava ao local. O acesso só era possível com poucos cavalos e somente dois carros. Esse foi o primeiro passo. A partir daí, o evento foi se sedimentando e foi se tornando cada vez mais grandioso. Hoje temos mais de mil pessoas que vêm a esse local, conhecer essa história que marcou não só o estado, mas todo o Brasil. É lindo ver essa minha cidade  significar tanto para todas essas pessoas</i>“, contou Aníbal.</p>
<p>E o tão profundo significado e importância da Cavalgada estavam presentes no rosto de cada pessoa que cessou o piscar de olhos quando Rei e Rainha adentraram a Serra do Catolé, seguidos de sua corte. Gritos, aplausos, reverências e músicas recepcionaram os personagens mais importantes desse enredo. À frente de todos, Valquíria Novaes, a bela jovem de 18 anos, escolhida como rainha desta edição da Cavalgada. Um sorriso cativante e a inabalável segurança às rédeas do seu cavalo demonstraram a grandeza do símbolo que ela representava ali. “<i>Eu encaro com uma alegria muito grande representar a minha cidade e o povo sertanejo nesta Cavalgada. Trazer de volta a valorização dessa história não acaba apenas hoje, mas seguirá comigo enquanto eu viver e na história de Belmonte, em todas as rainhas escolhidas nos próximos anos</i>“, disse Valquíria, que se revezava entre responder às perguntas e o intenso assédio da população, ávida por fotos junto à atual majestade.</p>
<p>Outra parte desse espetáculo está devidamente representada nos cavaleiros que seguem a jornada até a Pedra do Reino. Homens sertanejos que dedicam parte da sua vida a seguir por entre estradas difíceis – na vida e na cavalgada – e alcançar um destino. Seja em reverência àquelas pessoas que sacrificaram a sua vida em nome da sua fé ou àqueles que lutam para vencer as batalhas cotidianas diante das agruras da vida. Um desses cavaleiros acompanha a cavalgada, ininterruptamente, desde a sua primeira edição. Desde 1993, Clênio Barros veste o seu gibão e segue até a Pedra do Reino. Dois anos após o debute, ele porta a bandeira de Pernambuco, e dela nunca mais se desgarrou. “<i>A capitania hereditária de Duarte Coelho há 21 anos é minha. A bandeira mais linda do mundo está comigo e ela eu não largo. Tenho um carinho muito grande por ela</i>“, declarou Clênio. “<i>Eu estou e sempre estarei totalmente integrado à Cavalgada. Quando, um dia, não existir mais um cavaleiro na Cavalgada, eu estarei lá, mantendo essa tradição. É uma coisa que não há explicação. Se sente, se vive. É o amor maior da minha vida</i>“, confessou, com um sorriso que nenhuma recompensa material pode comprar e reportagem alguma irá explicar. No próximo ano, a XII Cavalgada à Pedra do Reino aguarda você, que leu este humilde (e impressionado) relato.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>São José do Belmonte se prepara para sua tradicional Cavalgada</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 17:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Símbolo da história da cidade, a Pedra do Reino aguarda a chegada de cavaleiros e amazonas neste domingo (26) Por Leonardo Vila Nova Uma das mais emocionantes demonstrações de afirmação e beleza da cultura sertaneja aguarda uma verdadeira multidão neste fim de semana. Misto de teatro popular e religiosidade, a XXI Cavalgada à Pedra do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><i>Símbolo da história da cidade, a Pedra do Reino aguarda a chegada de cavaleiros e amazonas neste domingo (26)</i></p>
<div id="attachment_4690" aria-labelledby="figcaption_attachment_4690" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7305010720_f24313b03c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4690" alt="Cavalgada à Pedra do Reino é o evento mais aguardado em Belmonte / Foto: Costa Neto (Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7305010720_f24313b03c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalgada à Pedra do Reino é o evento mais aguardado em Belmonte / Foto: Costa Neto (Secult-PE)</p></div>
<p><strong>Por Leonardo Vila Nova</strong></p>
<p>Uma das mais emocionantes demonstrações de afirmação e beleza da cultura sertaneja aguarda uma verdadeira multidão neste fim de semana. Misto de teatro popular e religiosidade, a XXI Cavalgada à Pedra do Reino mostrará porque o evento se tornou uma das mais simbólicas manifestações  culturais do estado, marcando o calendário anual de São José de Belmonte, sempre no último domingo de maio. A cidade já está se preparando para o ponto alto da celebração popular, neste domingo (26), relembrando a história do seu povo, que envolve misticismo, tragédia e poesia, contada e recontada há mais de duas décadas.</p>
<p>A Cavalgada à Pedra do Reino foi criada em 1993, e é inspirada nas lendas do movimento sebastianista, que fizeram parte do imaginário nordestino no século XIX. Outra fonte de inspiração do evento é o Romance da Pedra do Reino, de Ariano Suassuna. O espetáculo remonta ao tão esperado retorno do Rei Dom Sebastião, que traz consigo sua corte, formada por seus valorosos cavaleiros. Cultura medieval e sertaneja se transformam numa só e relembram um momento histórico do lugar, cheio de simbolismo: a tragédia ocorrida em Pedra Bonita – atual Pedra do Reino – onde ocorreu o sacrifício sangrento de 80 pessoas, em 1838.</p>
<p>Cerca de 450 cavaleiros e amazonas são esperados para empreender 27 km de um trajeto, que tem início  ainda na madrugada deste domingo, com a chegada dos participantes da cavalgada. A saída está marcada às 5h30, saindo da Igreja Matriz de São José do Belmonte, onde todos receberão a bênção do padre para seguirem em paz a sua jornada. O momento seguinte é a parada para o café da manhã dos cavaleiros e amazonas.</p>
<p>O percurso dura, em média, seis horas, e culmina com a chegada na Serra do Catolé, onde está localizada a Pedra do Reino. Este é o momento mais simbólico do evento. No local, aconteceu uma verdadeira chacina, com oitenta pessoas sendo atiradas das pedras (de altura média de 30 metros), seguindo ordem de um líder do movimento sebastianista, João Ferreira. Segundo ele, o retorno de Dom Sebastião só se concretizaria quando o lugar fosse lavado com sangue. Em lembrança aos mortos nessa tragédia, é realizada uma missa campal, que terá a participação do Coral de Aboio de Serrita, da Banda Filarmônica São José, e dos aboiadores Chico Justino e Cícero Mendes, Valmir Maracanã e Leonardo de Luna.</p>
<p>A Cavalga à Pedra do Reino é realizada pela Associação Cultural da Pedra do Reino, com apoio do Governo do Estado, através da Secult-PE/Fundarpe e da Prefeitura de São José do Belmonte.</p>
<p><b>Cavalhada</b></p>
<p>Como parte da programação da Cavalgada à Pedra do Reino, acontece, na tarde deste sábado (25), a também tradicional Cavalhada Zeca Miron, inspirada nas tradições ibéricas. A partir das 15h, na frente da Igreja Matriz de São José do Belmonte, se concentram 12 cavaleiros, que simbolizam  os 12 pares de França, da lenda “Carlos Magno e os 12 pares de França”, que ganhou popularidade através da literatura de cordel. No local, há a apresentação da Filarmônica de São José.</p>
<p>Nas figuras de católicos e mouros, os cavaleiros se dividem nas cores azul e vermelho (ou, o “encarnado”, como nos cordões do pastoril), e seguem até o Estádio Carvalhão, onde darão início à competição entre as duas cores. Os cavaleiros, então, arremessam suas lanças na direção de argolas. O vencedor será o lado que obtiver o maior número de argolas, consagrando seu rei como campeão da disputa. A Cavalhada também tem como referência a história da batalha entre mouros e cristão, através da cruzada empreendida por Dom Sebastião, ao norte da África.</p>
<p><b>Esquema de segurança</b></p>
<p>Para garantir a tranquilidade, conforto e segurança de todos que participarem da XXI Cavalgada à Pedra do Reino – cavaleiros, equipes e público – a Secretaria de Cultura de Pernambuco/Fundarpe, em parceria com a Polícia Militar de Pernambuco, Ministério Público de Pernambuco, Associação Cultural da Pedra do Reino e Prefeitura de São José do Belmonte – ampliará o esquema de segurança no entorno do evento. Serão disciplinados o acesso dos carros ao local, assim como será proibida a utilização de bebidas em recipientes de vidro. Será disponibilizada sinalização para o acesso e roteiro da cavalgada, assim como saídas de emergência, além de todo o apoio técnico à realização do evento, limpeza e atendimento ao público.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O forró e suas várias facetas</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 15:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Na primeira noite do FPNC Sertã Central, o mais autêntico gênero nordestino deu as cartas Por Leonardo Vila Nova Ainda nem chegamos ao mês do São João, e o forró – gênero principal dos festejos juninos – já demarcou terreno em São José do Belmonte. Na primeira noite da programação de shows do FPNC Sertão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Na primeira noite do FPNC Sertã Central, o mais autêntico gênero nordestino deu as cartas</em></p>
<p><em><strong>Por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Ainda nem chegamos ao mês do São João, e o forró – gênero principal dos festejos juninos – já demarcou terreno em São José do Belmonte. Na primeira noite da programação de shows do FPNC Sertão Central, nesta sexta (24), a cidade foi ao palco montado no Estádio Carvalhão, para conferir diversos artistas que fazem do gênero sua principal forma de expressão. Cada um à sua maneira mostrou que no forró as possibilidades de reinvenção são tamanhas e que o gênero vem agregando à sua linguagem uma diversidade de elementos e de olhares.</p>
<div id="attachment_29479" aria-labelledby="figcaption_attachment_29479" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8819371558_5c280490c8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29479" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8819371558_5c280490c8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jackson da Sanfona &amp; Paixão Nordestina</p></div>
<p>Coube à prata da casa abrir a noite forrozeira. Com sete anos e meio de estrada, a Banda Paixão Nordestina &amp; Jackson da Sanfona fazem um som em que os instrumentos elétricos têm papel de destaque na sonoridade que já se tornou marca de boa parte dos grupos surgidos dos anos 1990 pra frente. O trio zabumba, triângulo e sanfona (esta empunhada pelo idealizador do projeto, o músico belmontense Jackson) ganham a companhia pesada da guitarra, baixo, bateria e de um naipe de metais. Essa particularidade abre espaço para que outras vertentes musicais, que não o forró, ganhem espaço no repertório. Foi assim com a presença de “Telegrama”, de Zeca Baleiro, no set list, ou “Lindo lago do amor”, de Gonzaguinha, encerrando o show da banda. Alguns clássicos indispensáveis, como “Anunciação” e “Frevo mulher”, também marcaram presença.</p>
<div id="attachment_29481" aria-labelledby="figcaption_attachment_29481" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8820608706_61b939937e_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29481" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8820608706_61b939937e_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Joãozinho de Exú</p></div>
<p>Joãozinho do Exu é uma das figuras mais celebradas em São José do Belmonte. Compositor com 25 anos de estrada, ele também segue a linha de forró conectada a um formato mais elétrico, o que desperta particular interesse nos mais jovens. No entanto, consegue fazer isso tanto com canções próprias (gravadas por nomes diversos, que vão de Dominguinhos a  Limão Mel) quanto com músicas de alcance nacional, a exemplo de “Xote dos milagres”, da banda Falamansa. “O forró pode ganhar novas influências, podem surgir novos grupos, mas sempe será zabumba, triângulo e sanfona. Isso ninguém tira. É importante inovar, e eu procuro inovar, mas sem deixar nossa raiz se perder. É o que eu procuro fazer, principalmente pelo fato de ter nascido na terra de Luiz Gonzaga”, disse Joãozinho.</p>
<div id="attachment_29482" aria-labelledby="figcaption_attachment_29482" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8819918540_7f2b4a24b9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29482" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8819918540_7f2b4a24b9_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Claudiana de França</p></div>
<p>Tambem é possível observar que os formatos mais contemporâneos das bandas podem se colocar a serviço das canções mais tradicionais. Quem reza por essa cartilha é a cantora Claudiana de França, segunda atração da noite. Nascida em Parnamirim, sua essência musical foi apurada a partir da influência boêmia do pai, grande apreciador de música. E uma das principais referências do seu som é Luiz Gonzaga, presença constante na radiola de casa. Isso pode ser observado na escolha do seu repertório, que teve sua primeira metade completamente dedicada às músicas do Rei do Baião, com clássicos como “Xote das meninas”, “Cintura fina” e “Vem, morena”. A partir daí, ela abre espaço para as canções de autores mais recentes, a exemplo de Flávio Leandro, que se apresenta na noite de hoje, em Belmonte.</p>
<div id="attachment_29483" aria-labelledby="figcaption_attachment_29483" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8821451946_7e47b6de8e_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29483" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8821451946_7e47b6de8e_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Adelmário Coelho</p></div>
<p>Além do formato das bandas – que se reflete no som que chega ao público – e o diálogo do repertório com outros gêneros, uma característica marcante de alguns forrozeiros é o investimento na produção do show como um todo. Exemplo claro disso é Adelmário Coelho, que encerrou a noite desta sexta. Natural de Curaçá (BA), ele percorre o Nordeste apresentando um forró que ganha força não só musicalmente, mas visualmente. Cenário, figurino e iluminação: tudo isso salta aos olhos durante seu show, aliado a um corpo de bailarinos que vai cerzindo em suas coreografias o repertório do cantor, impressionando a plateia, que se vê instigada a acompanhar a dança.</p>
<p>No entanto, veio da penúltima atração a proposta mais “ousada”, digamos. A banda recifense Fim de Feira tem como base o autêntico forró, mas consegue traçar um amplo arco de diálogos com elementos diversos. Eles atacam de jazz, coco, carimbó, reggae e rock, sem perder de vista um minuto sequer que é o forró quem comanda a farra. De um repertório que tem como base os dois discos da banda – “A revolução dos pebas” e o recente “De todo jeito a gente apanha”- eles conseguem passear por territórios distintos da música – indo de “Pagode russo” a “Eleanor Rigby”, dos Beatles. Tudo isso, sendo dito num linguajar popular – refletido na presença constante da poesia de cordel ao longo do show.</p>
<div id="attachment_29484" aria-labelledby="figcaption_attachment_29484" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8820822340_e5dba77f2c_z-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-29484" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8820822340_e5dba77f2c_z-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fim de Feira</p></div>
<p>A ousadia reside no fato de seguirem uma linhagem iniciada por cânones como Ary Lobo, Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, mas pouco explorada no forró atualmente, se permitindo mostrá-la a públicos dos mais diversos, como cariocas, europeus ou belmontenses. “A origem de tudo está no forró, no baião, no coco. Essa matriz é imprescindível no nosso trabalho, e procuramos, naturalmente, aliar novas linguagens a isso. A partir desses artistas que são nossas grandes referências, nós aprendemos que é importante essa raiz estar presente, contanto que possamos trazer nossas referências particulares, e uma bagagem da música universal também, o que acaba fincando uma marca registrada à cada artista, que vem a se chamar de ‘originalidade’. Jackson do Pandeiro tinha uma postura totalmente rock’n’roll. É bem essa postura. Essa é a nossa matriz”, explicou Bruno Lins, vocalista da Fim de Feira.</p>
<p><strong>A voz do Sertão</strong></p>
<div>
<div id="attachment_29486" aria-labelledby="figcaption_attachment_29486" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/aboiadores-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-29486" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/aboiadores-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Aboidores Chico Justino e Cícero Mendes</p></div>
<p>Uma agradável surpresa marcou a noite desta sexta, no Estádio Carvalhão. A dupla de aboiadores Chico Justino e Cícero Mendes se apresentou, nos intervalos dos shows, para cantar toadas que já são uma prévia do que virá neste domingo (26), com a Cavalgada da Pedra do Reino. Vindos de Serrita, em seus versos certeiros de improviso, marcados pela voz rasgante, eles louvaram a cidade de São José do Belmonte, o Festival Pernambuco Nação Cultural e o homem nordestino. Arremataram a plateia, ao fechar uma de suas toadas com a frase “quem nunca veio ao Sertão, da vida não curte nada!”</p>
</div>
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