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	<title>Portal Cultura PE &#187; São Paulo</title>
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		<title>Governadora Raquel Lyra apresenta o Carnaval pernambucano à cidade de São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 15:37:27 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Com a proposta de atrair mais turistas para conhecerem o Carnaval de Pernambuco, um dos maiores eventos culturais do mundo, a governadora Raquel Lyra esteve em São Paulo, neste domingo (16), levando na bagagem uma edição especial do Festival Pernambuco Meu País, realizado por meio da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur). A festa aconteceu na Avenida Paulista e continuou no Parque Burle Marx.</p>
<p>“É muito legal termos a oportunidade de trazer uma ação como esta para cá, apresentar ao povo paulistano o maracatu, o caboclo de lança, os passistas e a orquestra de frevo. Quem está aqui vai poder sentir um pouco daquilo que é a alegria do povo pernambucano, de nossa cultura popular. E quem é de Pernambuco e está em São Paulo também pode matar a saudade de casa abrindo as portas para o maior e melhor Carnaval do mundo”, afirmou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A prévia da folia pernambucana começou na Avenida Paulista, às 10h, com a presença de diversas manifestações e patrimônios da cultura do Estado, como os caiporas de Pesqueira (Patrimônio Vivo) e o maior bloco de rua do planeta, o Galo da Madrugada, representado por um boneco inflável de 15 metros de altura. Em seguida, às 11h, a energia festiva foi levada ao Parque Burle Marx, com diversas outras atrações, como Roger de Renor e o Som na Rural, Gerlane Lops, Nego Thor, Romero Ferro, Duda Beat e Alceu Valença &#8211; ícone da festa de Momo do Estado e um do homenageados do Carnaval de Pernambuco em 2024.</p>
<p>O presidente da Empetur, Eduardo Loyo, chamou a atenção para o potencial turístico de Pernambuco, sobretudo em uma época como o Carnaval. “O Estado de São Paulo é o maior emissor turístico para Pernambuco durante todo o ano. Quando trazemos este evento para cá buscamos fazer com que os paulistas sintam um pouquinho do gosto de nosso Carnaval para que tenham vontade de ir para Pernambuco. O setor de turismo engloba cerca de 50 atividades econômicas, áreas pujantes na geração de emprego, e por isso vimos fazendo este trabalho que tem dado muito certo”, destacou.</p>
<p>Durante as apresentações deste domingo também teve destaque o Maracatu Estrela Brilhante de Nazaré da Mata, maracatu de baque solto com 24 anos de existência e uma trajetória imponente. Ao longo dos anos o grupo colecionou títulos nos concursos de agremiações por todo o Estado e se dedicou a apresentações culturais nos ciclos festivos do calendário cultural de Pernambuco, bem como a realização de aulas-espetáculos em escolas públicas e participação em festivais e encontros culturais nacionais e internacionais.</p>
<p>“É uma oportunidade de trazer nossa cultura popular e nossas raízes aqui para São Paulo, que tem uma comunidade nordestina pernambucana enorme e é uma emissora de turistas para Pernambuco. É um grande intercâmbio cultural”, completou a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula.</p>
<p>Outra atração foi o mestre Julião das Máscaras, de Olinda, que realizou no local uma oficina exclusiva de cabeças de la ursa, uma das peças mais famosas do artista. O artesão tem trabalhos que se espalham por galerias e coleções no Rio de Janeiro, na França e no Japão.</p>
<p>O casal pernambucano Cilene Nascimento e Mário Nascimento mora em São Paulo há mais de 30 anos e estava na Avenida Paulista matando a saudade da cultura da terra natal. “Fica um sentimento de felicidade e de amor à cultura. Lembrar de nossas raízes é tudo de bom. É muito importante para a gente. É bom demais matar a saudade”, comentou Cilene. “Não tem pareia, né? A gente lembra de nossa terra, nossa cultura e nossas raízes. Ficamos até emocionados. Passa um filme na cabeça, de onde a gente veio. Tudo de bom. Não tem igual”, completou Mário.</p>
<p>Para a administradora paulistana Andrea Paternost, 51 anos, a ação foi muito boa porque mostrou Pernambuco para quem não o conhece. “Do lado de cá nós até nos indagamos sobre o que representam certas figuras que talvez nem todo mundo conheça. Mas é muito legal ver o Carnaval de Pernambuco aqui em São Paulo. Já estive em Olinda e fiquei com vontade de voltar para lá”, disse.</p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, diretor pernambucano Luiz Manuel encena novo espetáculo em São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 04 May 2023 15:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-04-10-at-19.03.42.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101003" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-04-10-at-19.03.42-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O diretor de teatro pernambucano Luiz Manuel comanda, nos próximos dias 6, 7, 13, 14, 20 e 21 de maio (sábados, às 19h; domingos, às 17h), a estreia do sue mais novo espetáculo <em>Geometrias (In)congruentes</em>, no Espaço dos Satyros, localizado na Praça Roosevelt, em São Paulo. A montagem, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é uma ação cênica que desenvolve-se a partir de um jogo de dados. A participação no jogo-cena é orientada por um conjunto de regras, que determina o número de pessoas destinadas a improvisar em cada área do acontecimento (luz, som, vídeo e ação), e o perfil da criação (rítmico, melódico, intenso, volátil, misto etc.).</p>
<p><em>“A ideia inicial era uma performance audiovisual sobre a modulação do espaço cênico através da telepresença projetadas ao vivo com atores de cena, performers, bailarinas. Identificamos, com a orientação do professor e pesquisador Dr. Lau Santos, a correlação entre referências eurocêntricas com as de matrizes africanas como o jogo de Ifá e o cosmograma Bakongo entendendo que tanto as tecnologias contemporâneas computacionais quanto às tecnologias de tradição do jogo do Ifá e do jogo de Búzios são também numéricas. A partir daí a pesquisa tomou outro rumo”</em>, diz o diretor.</p>
<p>As regras são como as de um tabuleiro tradicional, pré-estabelecidas e acessíveis a todos, sejam jogadores-mediadores ou jogadores-espectadores. Assim, o público e os intérpretes podem entrar ou sair na hora que quiserem, se mover livremente pelo espaço, sentar, deitar, intervir nas cenas, provocar nova rodada, utilizar tecnologias digitais, filmar e fotografar a partir de uma abordagem lúdica e brincante para a construção da cena e do jogo.</p>
<p>Geometrias (In)congruentes coloca os participantes dentro diretamente do processo de composição da cena, por meio da criatividade e da manipulação das tecnologias, sejam elas relativas ao corpo ou à operação dos equipamentos de luz, som e dos dispositivos móveis (celulares, câmeras, aparelhos eletrônicos etc.). Servindo tanto para improvisação guiada levada a público, como também para o uso interno em grupos artísticos e escolas trazendo um desenvolvimento didático e criativo com foco nas artes cênicas.</p>
<p><em>“Pretendo não apenas discutir e pôr em xeque hierarquias convencionalizadas da produção teatral, mas também de levar o espectador a refletir sobre a importância e a potência de todas as áreas criativas da cena, familiarizando artistas com a exploração das tecnologias digitais para a cena, permitindo a participação do público na operação dos equipamentos e nos “bastidores” da criação cênica”</em>, explica Luiz Manuel.</p>
<p><strong>INTERCÂMBIO -</strong> <em>Geometrias (In)congruentes</em> é uma experiência possível de ser apresentado em diferentes espaços, desde caixas pretas até espaços multiuso. A montagem foi desenvolvida por meio dos recursos do Funcultura em residências realizadas nas cidades de São Paulo (SP), Petrolina, Arcoverde, Recife e Olinda (PE). O espetáculo contou com o envolvimento de cerca de 40 pesquisadores, artistas e estudantes em mais de 50 horas de experimentações com testes compartilhados e parcerias com equipamentos culturais diversos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/luiz-manuel-e1610839612915.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101004" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/luiz-manuel-e1610839612915-422x486.jpeg" width="422" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>DIRETOR -</strong> Formado em História pela UFPE, Luiz Manuel tem se dedicado às artes profissionalmente desde 2010. Administra um estúdio de criação: o “Espaço Coletivo Caverna”, casa de fruição e formação artística na periferia de Olinda (PE). Durante esses últimos dez anos, realizou um intercâmbio artístico em Portugal, dirigiu espetáculos de teatro, shows , escreveu roteiros e produziu para cinema e em vídeo-arte além de teatro de bonecos e produziu shows musicais. Recebeu pela segunda vez o prêmio de pesquisa para jovem encenador no Recife e, atualmente, cursa direção na SP Escola de Teatro e circula com a pesquisa <em>Geometrias Incongruentes</em>, espetáculo que traz um tabuleiro para se jogar teatro.</p>
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		<title>Cabras de Lampião parte para turnê em São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 19:16:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56221" aria-labelledby="figcaption_attachment_56221" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Sebastião Costa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/cabras-de-lampião.jpg"><img class="size-medium wp-image-56221" alt="Sebastião Costa/Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/cabras-de-lampião-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Cabras de Lampião é conhecido pela originalidade e a autenticidade do ritmo dos cangaceiros do sertão</p></div>
<p>O grupo pernambucano de xaxado Cabras de Lampião coloca o matulão nas costas e pega a estrada, a partir do próximo sábado (8/6), rumo a São Paulo. O grupo sai da cidade do cangaceiro Lampião, em Serra Talhada e parte para uma turnê que, com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, vai percorrer, além da capital paulista, as cidades de Birigui, Osasco e Sorocaba. O público vai poder conferir, além do xaxado, outras danças típicas do bando guerreiro nordestino. As apresentações são gratuitas e vão acontecer nas unidades Sesc de São Paulo e culminar na Festa das Tradições Nordestinas, no Centro de Tradições Nordestinas, no evento “São João de Nóis Tudim”.</p>
<p>De acordo com a presidente da Fundação de Cultura Cabras de Lampião, Cleonice Maria,<em> &#8220;o grupo parte da Terra de Lampião e Capital do Xaxado para mostrar a dança dos cangaceiros, apresentando uma riqueza de elementos: indumentárias, comidas, hábitos e, principalmente, histórias narradas nas letras das canções&#8221;</em>.</p>
<p><strong>Grupo -</strong> O Cabras de Lampião é o maior divulgador da dança nordestina e mantém a originalidade e a autenticidade do ritmo dos cangaceiros do sertão. Trata-se de uma trupe de artistas sertanejos que reproduz no palco como os cangaceiros se divertiam nas caatingas nos intervalos dos combates.</p>
<p>As cantigas apresentadas pelo Grupo Cabras de Lampião são inspiradas pelo próprio cangaço, servindo como destaque para os cancioneiros nordestinos, como Luiz Gonzaga, Zé Ramalho, Elba Ramalho. &#8220;Utilizamos versos de autoria do próprio Lampião para conduzir o espetáculo&#8221;, diz Cleonice Maria. Já o figurino é semelhante aos trajes usados pelos cangaceiros.</p>
<p>Confira a agenda completa abaixo:</p>
<p><strong> Turnê dos Cabras de Lampião por São Paulo</strong><br />
8/6 &#8211; Sesc Birigui, às 17h<br />
9, 11, 12 e 15/6 &#8211; Centro das Tradições Nordestinas, às 17h<br />
13/6 &#8211; Sesc Osasco, às 17h<br />
Dia 16/6 &#8211; Sesc Sorocaba, às</p>
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		<title>Série de ficção pernambucana ganha exibição em São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2019 19:10:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A caatinga pernambucana é o cenário de um futuro distópico na série “Atrofia”, onde seres humanos adoecem e perdem seus sentidos. Gravado no entorno de Petrolina, no sertão do Estado, com o incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, o episódio piloto será exibido neste sábado (12), às 16h, no Museu da Imagem e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66141" aria-labelledby="figcaption_attachment_66141" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Camila Rodrigues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Foto-3-Camila-Rodrigues.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66141" alt="Camila Rodrigues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Foto-3-Camila-Rodrigues-607x340.jpeg" width="607" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Série de ficção conta a história de uma síndrome que atinge 80% dos seres humanos.</p></div>
<p>A caatinga pernambucana é o cenário de um futuro distópico na série “Atrofia”, onde seres humanos adoecem e perdem seus sentidos. Gravado no entorno de Petrolina, no sertão do Estado, com o incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, o episódio piloto será exibido neste sábado (12), às 16h, no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo.</p>
<p>Composta por oito capítulos, a primeira temporada da série mostra as consequências de uma síndrome desconhecida que afeta o tato, o paladar, o olfato e os membros superiores. Cerca de 80% da população mundial começa a atrofiar, transformando-se em pessoa irracionais, famintas e improdutivas. A narrativa transita entre o suspense, drama e terror e será ambientada totalmente na caatinga, bioma único no mundo, que ajuda a construir o universo pós-apocalíptico de uma maneira jamais retratada, integrando elementos culturais, folclóricos e regionais às histórias.</p>
<p>O mundo inteiro é tomado pelos atrofiados– seres que rivalizam com a população racional nas histórias. “Embora haja semelhança com zumbis – e nós amamos zumbis! – Os atrofiados não estão mortos. Eles são seres humanos doentes e animalizados, ou seja, irracionais, o que aumenta a tensão e o dilema entre os personagens”, expõe o diretor Wllyssys Wolfgang, que dividiu a direção com Geisla Fernandes.</p>
<p>Além de dirigir a série Atrofia, a dupla também assinou a direção do curta-metragem “O Experimento” (terror zumbi, 2016), que foi desenvolvido no 1<sup>o</sup>. Núcleo Experimental de Cinema do MIS-SP. O curta conquistou prêmios e indicações nacionais e internacionais, compondo a lista de Melhores Curtas-metragens Paulistanos em 2016, participando de festivais como “Rio Fantastik”, “Petit Pavê” e “Curt’Arruda” em Portugal.</p>
<p><b>O PILOTO</b></p>
<p>Intitulado “Em Pedaços”, o primeiro episódio contou com elenco pernambucano, como a recifense Cíntia Lima e os petrolinenses Juliene Moura e José Lírio da Costa, que contracenam intensamente num cenário hostil e perigoso. O trabalho de preparação do elenco para a performance dos personagens atrofiados é diretamente influenciado pela dança Butô, originária do Japão pós-guerra.</p>
<p>O próximo passo da produtora WW Filmes é encontrar players que tenham interesse em produzir e exibir a série completa, que inicialmente conta com oito episódios independentes, mas dentro do mesmo contexto. “Todos os episódios já estão roteirizados. Cada um deles traz elementos e questões universais que provocarão identificação, em algum momento, com o telespectador. O bioma caatinga é marcante na tela e assim, transforma a paisagem árida em uma presença importante. A caatinga é como um personagem sempre presente. Imaginar-se neste cenário hostil e pós-apocalíptico, é um desafio interessante.” comenta a co-diretora Geisla Fernandes.</p>
<p><b>SERVIÇO:<br />
</b>Exibição do Piloto da Série ATROFIA<br />
Quando: Neste sábado (12), às 16h<br />
Onde: Auditório do MIS (Av. Europa – 158/ Jardim Europa – SP)<br />
Entrada Gratuita<b></b></p>
<p><b> </b></p>
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		<title>51º Fefol começa neste final de semana e homenageia Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2015 13:11:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[51º Fefol]]></category>
		<category><![CDATA[espetáculo ‘Papangu – Um folião do carnaval de Bezerros’]]></category>
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		<category><![CDATA[Papanguarte – Balé Popular de Bezerros]]></category>
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		<description><![CDATA[Com programação inteiramente gratuita, que busca promover um tradicional encontro de segmentos culturais, através de mostras de artesanato e gastronomia, gincanas, oficinas, shows musicais, entre outras atividades, a 51ª edição do Festival do Folclore (Fefol) terá abertura neste sábado (8), na cidade de Olímpia, em São Paulo. Durante o evento, o Estado de Pernambuco estará [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_28814" aria-labelledby="figcaption_attachment_28814" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Papanguarte-divulgacao-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-28814" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Papanguarte-divulgacao-02-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Originado há 18 anos em Bezerros, o Papanguarte Balé Popular estará estreando no 51º Fefol o espetáculo de dança ‘Papangu – Um folião do carnaval de Bezerros’.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com programação inteiramente gratuita, que busca promover um tradicional encontro de segmentos culturais, através de mostras de artesanato e gastronomia, gincanas, oficinas, shows musicais, entre outras atividades, a 51ª edição do Festival do Folclore (Fefol) terá abertura neste sábado (8), na cidade de Olímpia, em São Paulo. Durante o evento, o Estado de Pernambuco estará sendo homenageado, tendo como principal representante de sua cultura popular, o grupo parafolclórico Papanguarte Balé Popular, originado na cidade de Bezerros, no Agreste.</p>
<p style="text-align: justify;">No decorrer das várias atividades do festival, o Papanguarte estará apresentando o espetáculo ‘Papangu – Um folião do carnaval de Bezerros’, que se trata de um trabalho coreográfico embasado em pesquisas de estudiosos acadêmicos, narrando a origem centenária dos grupos de papangus e sua importância para a folia momesca do município e para a cultura pernambucana. Possuindo uma maneira lúdica, contada pelos personagens principais Mateus e Catirina, o espetáculo agrega três versões da origem do folguedo, destacando a tradição de passos e ritmos que caracterizam os grupos e seus rituais no município, bastante popular por ser um dos principais polos carnavalescos do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A nossa participação nesta edição do Fefol é motivo de muita alegria, principalmente pelo reconhecimento ao nosso trabalho em prol da divulgação da cultura pernambucana, em especial, a bezerrense através dos Papangus. Foram mais de cinco anos participando deste maior festival de folclore do país e, hoje, estamos colhendo o resultado do nosso trabalho”</em>, explicou Carlos Marques, coordenador geral do grupo. <em>“Vamos transformar Olímpia na capital do frevo, do maracatu, dos caboclinhos, dos caretas, dos caiporas, do forró, do xaxado, do cavalo marinho, da ciranda, do coco, do reisado, do pastoril e, especialmente, dos papangus de Bezerros”</em>, adiantou, referindo-se as apresentações do balé popular durante o evento.</p>
<p>O 51º Fefol segue até o dia 16 de agosto e a programação completa pode ser conferida pelo site: <strong><a title="www.folcloreolimpia.com.br " href="http://www.folcloreolimpia.com.br " target="_blank">www.folcloreolimpia.com.br</a></strong></p>
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		<title>Grupo de Bezerros vai representar Pernambuco no 51º Festival do Folclore</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2015 21:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27516" aria-labelledby="figcaption_attachment_27516" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Papanguarte-Bale-Popular-de-Bezerros-divulgacao-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-27516" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Papanguarte-Bale-Popular-de-Bezerros-divulgacao-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Papanguarte Balé Popular de Bezerros</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por: Roberto Moraes Filho</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Conhecido pela característica parafolclórica de sua atuação, originada há 18 anos na cidade de Bezerros, Agreste pernambucano, o grupo Papanguarte Balé Popular de Bezerros estará participando da 51ª edição do Festival do Folclore (FEFOL), realizado em Olímpia, no Estado de São Paulo. O evento, que acontece entre os dias 8 e 16 de agosto, visa promover conforme a tradição, um grande encontro de segmentos culturais através de atividades gratuitas, como mostras de gastronomia e artesanato, além de oficinas, gincanas, apresentações de danças e shows musicais.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Lucas Sales, integrante há três anos do Papanguarte Balé Popular, a importância da participação do grupo equivale, sobretudo, a representação de Pernambuco enquanto um dos estados homenageados nesta edição do evento. <em>“Nosso grupo irá participar de várias atividades ao longo do festival. Para nós é um momento de grande satisfação, possibilitando apresentações a nível nacional, que irão narrar um pouco sobre várias histórias de grupos de papangus formados em nossa cidade”</em>, explicou Lucas.</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser considerado o único empreendimento cultural do gênero no Brasil, o FEFOL possui em sua estrutura o incentivo para que grupos e manifestações de cultura popular do país, sejam mantidos e passem a participar anualmente de suas edições. O evento também se destaca por promover o comércio e a difusão de artesanatos brasileiros, contribuindo como fonte de pesquisa nos processos destas produções a nível nacional.</p>
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		<title>&#8220;De Íris ao arco-íris&#8221; inicia circulação nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 19:56:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Foto-Leandro-Lima.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26898" alt="Leandro Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Foto-Leandro-Lima-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>O projeto &#8220;No rastro das sete cores: circulação De Íris ao arco-íris&#8221; se apresenta na capital cearense nesta sexta-feira (03/07), com apresentação, às 14h, no Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av. Duque de Caxias, 1701, Centro), integrando a programação da Semana Sesc de Artes Integradas 2015. O espetáculo teatral &#8220;De íris ao arco-íris&#8221; conta a história da lagarta Íris que faz de tudo para chegar ao reino encantado. A montagem utiliza as técnicas de teatro de objetos, teatro de bonecos e teatros de sombras, sendo destinada a crianças a partir dos quatro anos de idade, surdas e ouvintes, já que não usa a linguagem oral. A encenação conta com  intérprete de Libras (Linguagem Brasileira de Sinais) e será seguida de bate-papo entre o público e a equipe artística do espetáculo. A entrada é gratuita, mediante retirada de senha no local. O projeto conta com o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.</p>
<p>O espetáculo teve sua estreia em Fortaleza nesta quinta-feira (02/07), dando início a circulação nacional. A peça ainda irá circular pelas cidades de Cuiabá (MT), Teresina(PI) e São Paulo (SP). O texto dramático é uma criação coletiva a partir da obra de Jorge de Paula, que assina a encenação. O elenco é formado por Andréa Veruska, Iara Campos, Jorge de Paula e Lucélia Albuquerque.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/DSC_219610x15.jpg"><img class=" wp-image-26899 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/DSC_219610x15-324x486.jpg" width="194" height="292" /></a></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> A lagarta Íris que faz de tudo para chegar ao reino encantado. Certo dia, ao se transformar em uma borboleta de cores exuberantes, Íris aparece de surpresa na festa de aniversário do rei do Jardim Sereno de Manhãzinha, Muito Calor à Tardinha e, por não se submeter aos caprichos desse truculento soberano, é expulsa do jardim. Mesmo assim, ela não desistirá de chegar ao reino que tanto deseja.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p>Texto dramático: Criação coletiva a partir da obra De Íris ao Arco-íris, de Jorge de Paula.<br />
Encenação: Jorge de Paula.<br />
Elenco: Andréa Veruska, Iara Campos, Jorge de Paula e Lucélia Albuquerque. Design de luz: Eron Villar.<br />
Operação de luz: Dado Sodi e Eron Villar.<br />
Criação de silhuetas e programação visual: Luciano Félix.<br />
Cenografia e indumentária: Marcondes Lima.<br />
Confecção de bonecos e adereços: Henrique Celibi.<br />
Trilha sonora original e execução: Júlio Morais.<br />
Técnicos de palco: Kátia Virgínia, Gustavo Teixeira e Junior Brow. Direção de produção e administração financeira: Karla Martins (Decanter Articulações Culturais)<br />
Produção executiva e elaboração de projeto: Andréa Veruska, Jorge de Paula e Karla Martins.</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
</strong>SEMANA SESC DE ARTES INTEGRADAS 2015<br />
Projeto No Rastro das Sete Cores: Circulação &#8220;De Íris ao arco-íris&#8221;<br />
03 de Julho de 2015, às 14h<br />
Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av. Duque de Caxias, 1701, Centro, Fortaleza) <em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><br />
</em></em></em></em></em>Entrada gratuita mediante retirada de senha no local.</p>
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		<title>Som na Rural ocupa São Paulo com shows em espaços públicos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/som-na-rural-ocupa-sao-paulo-com-shows-em-espacos-publicos/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 19:05:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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		<description><![CDATA[O projeto Som na Rural está em São Paulo para transformar espaços públicos da cidade em um palco vibrante para shows, onde a plateia e  artistas estão frente a frente, sem barreiras. A colorida e iluminada Rural Willys, de 1969, ocupa neste sábado (13/06) o Largo do Paissandu, onde às 17h recebe a cantora pernambucana [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25917" aria-labelledby="figcaption_attachment_25917" class="wp-caption img-width-403 alignnone" style="width: 403px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Rural-1.jpg"><img class="size-full wp-image-25917" alt="Som na Rural / Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Rural-1.jpg" width="403" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">Roger de Renor leva o Som na Rural para São Paulo, promovendo shows de artistas pernambucanos em espaços públicos.</p></div>
<p>O projeto <strong><a href="https://www.facebook.com/som.narural" target="_blank">Som na Rural</a></strong> está em São Paulo para transformar espaços públicos da cidade em um palco vibrante para shows, onde a plateia e  artistas estão frente a frente, sem barreiras. A colorida e iluminada Rural Willys, de 1969, ocupa neste sábado (13/06) o Largo do Paissandu, onde às 17h recebe a cantora pernambucana Karina Buhr. No domingo (14/06), a ocupação cultural acontece na Praça da República, às 16h, com mais um artista pernambucano, o cantor Fabio Trummer que apresenta o projeto musical Trummer Super Sub América, que realiza em paralelo a banda olindense Eddie. A circulação do Som na Rural é realizada com o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco, e já passou pelo Distrito Federal.</p>
<p>Criada há seis anos para ser parte da programação de uma TV pública, o Som na Rural se tornou um projeto cultural itinerante, sob o comando de Roger de Renor e por Nilton Pereira, que eram os responsáveis pela apresentação e direção do programa de TV. Desde então, a Rural atrai centenas de pessoas pelas praças e ruas do Recife, sendo uma alternativa cultural que convida a reflexão sobre as intervenções urbanísticas por parte do poder público e da iniciativa privada.</p>
<p>Além das duas apresentações deste fim de semana, previstas no projeto aprovado pelo Funcultura, o Som na Rural quis aproveitar ao máximo sua passagem por São Paulo e ampliou a agenda realizando shows no Capão Redondo, Diadema e na Virada Cultural SP, com a participação do rapper Zé Brown e convidados.</p>
<p>Já se apresentaram no Som na Rural: Otto, Mombojó, Karina Buhr, Sagaranna, DJ Dolores, Luis Paixão, Banda Eddie, Catarina Dee Jah, Orquestra Santa Massa, Bonsucesso, Anjo Gabriel, Maquiladora, Juvenil Silva, Bongar, Aninha Martins, Nação Xambá, Coco do Miudinho, Associação Metropolitana de Hip Hop, Graxa, Silvério Pessoa, Iuri Queiroga, Criolo, Lirinha, Banda Palafita, Jr. Areia e João do Cello, Rogerman, Ortinho, Fábio Trummer, Isaar, Maciel Melo, Orquestra Contemporânea de Olinda e o rapper Tiger.</p>
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		<title>Josildo Sá leva seu samba de latada a São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2014 19:07:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[forró]]></category>
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		<description><![CDATA[Sertanejo dos bons – natural de Floresta e criado em Tacaratu -, mas de alma cosmopolita, o cantor Josildo Sá chega até o Sudeste levando a malemolência do seu samba de latada. Ele aporta em São Paulo, neste fim de semana, para uma temporada de três shows. Nesta sexta (28), ele cumpre agenda dupla: às [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/josildo-sa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-17685" alt="Tom Cabral/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/josildo-sa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Sertanejo dos bons – natural de Floresta e criado em Tacaratu -, mas de alma cosmopolita, o cantor <a href="http://www.josildosa.com.br/" target="_blank"><strong>Josildo Sá</strong></a> chega até o Sudeste levando a malemolência do seu samba de latada. Ele aporta em São Paulo, neste fim de semana, para uma temporada de três shows. Nesta sexta (28), ele cumpre agenda dupla: às 21h, no Teatro Décio de Almeida Prado, na capital paulista; em seguida, segue para o Canto da Ema, no bairro de Pinheiros. E no domingo (30), ele faz show no Centro Cultural da Juventude, em Vila Nova Cachoeirinha, às 17h.</p>
<p>No “matulão”, ele leva entoadas, xotes, baiões e arrasta-pés, todos ao seu estilo, um forrozinho bem sambado, de balanço diferente. O repertório dos shows é baseados nos discos “Virado num paletó véio” (1998), “Coreto” (2000), “Josildo Sá e Paulo Moura – Samba de Latada” (2006), e “Samba de Latada – Josildo Sá e Paulo Moura ao vivo” (2011). “<em>Faço um apanhado da minha história, através das canções e de tudo que tem me influenciado na música, reverencio os grandes mestres da música nordestina e mostro também qual é a minha língua, o meu sotaque</em>”, conta Josildo. Outros grandes nomes do cancioneiro nordestino também serão lembrados no show: “Lamento Sertanejo” (Gilberto Gil e Dominguinhos) “Forró de Mané Vito” (Luiz Gonzaga e Zé Dantas) e “Pra não morrer de tristeza” (João Silva).</p>
<p>Ao tocar em São Paulo, Josildo acaba por refazer um pedaço do seu histórico familiar, o que lhe deixa bem à vontade na Terra da Garoa. Foi lá que o músico Agostinho do Acordeom, seu pai, fez carreira artística, quando era figura constante nos forrós da capital e do interior. O caráter urbano de São Paulo parece casar bem com a música de Josildo, fincada nas tradições populares, mas aberta a referências das mais diversas. “<em>A cena paulista é muito boa para o forró, leva o forró a sério, tipo, se não for pé-de-serra não entra em certas casas de show. Há uma discussão forte, que discute a tradição</em>”, avalia.</p>
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		<title>Pernambucanos expõem na Mostra Cidade Gráfica, em São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2014 20:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem estiver em São Paulo nesta semana, poderá conferir a inauguração da Mostra Cidade Gráfica, que fica em cartaz no Itaú Cultural – São Paulo, de 20 de novembro a 4 de janeiro, e conta com obras do designer pernambucano Guilherme Luigi (Dingbat Cobogó), do fotógrafo Josivan Rodrigues (Cobogó de Pernambuco) e do trio Damião Santana, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem estiver em São Paulo nesta semana, poderá conferir a inauguração da Mostra Cidade Gráfica, que fica em cartaz no Itaú Cultural – São Paulo, de 20 de novembro a 4 de janeiro, e conta com obras do designer pernambucano Guilherme Luigi (Dingbat Cobogó), do fotógrafo Josivan Rodrigues (Cobogó de Pernambuco) e do trio Damião Santana, Fátima Finizola e Solange Coutinho, responsáveis pelo projeto <em>Abridores de Letras de Pernambuco</em>. Com curadoria de Elaine Ramos, Celso Longo e Daniel Trench, a exposição reúne 40 trabalhos de 36 artistas e coletivos de várias cidades do Brasil e da França. Os três projetos pernambucanos selecionados foram realizados com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/MostraCidade-Grafica-designers-pernambucanos.jpg"><img class="size-medium wp-image-17124 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/MostraCidade-Grafica-designers-pernambucanos-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a></p>
<p>Para a seleção de trabalhos, foi convocada uma chamada de projetos, aberta de 2 de junho a 18 de julho. Além disso, os curadores também empreenderam visitas a algumas capitais brasileiras para conhecer de perto alguns dos projetos e realizadores. No Recife, os curadores reuniram-se com vários artistas, designers, fotógrafos e realizaram uma reunião com livre acesso ao público para esclarecimentos sobre o projeto na Orbe Coworking.</p>
<p>Na mostra, será possível conferir os mais diversos projetos gráficos, entre livros, cartazes, fontes, pesquisas acadêmicas e peças gráficas que navegam no limite entre o design gráfico e as artes visuais. Os três trabalhos de Pernambuco presentes no evento são frutos da observação, registro e reflexão a partir da interface urbana. São eles:</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/dingbatcobogo" target="_blank"><strong>Dingbat Cobogó</strong></a>, de Guilherme Luigi. Parte da pesquisa iconográfica de Josivan Rodrigues sobre os cobogós de Pernambuco para construir vetorialmente 36 símbolos em versão positiva e negativa correspondentes aos caracteres digitais de uma família tipográfica. Disponíveis gratuitamente na internet para download, os dingbats podem ser utilizados para diversos fins: da simples ornamentação sobre variados suportes até projetos de arquitetura.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/cobogodepernambuco" target="_blank"><strong>Cobogó de Pernambuco</strong></a>, de Josivan Rodrigues. O artista registrou as imagens e a história desta ferramenta, por meio de um ensaio fotográfico, exposto na mostra, e um livro publicado em 2013. Vale informar que o cobogó é um elemento construtivo pré-fabricado, vazado e modular, criado naquele estado no início de século XX, para facilitar a ventilação natural e a proteção solar, que, justapostos, formam também uma estampa gráfica.</p>
<p><a href="http://issuu.com/editorablucher/docs/issu_-_abridores_de_letras" target="_blank"><strong>Abridores de Letras de Pernambuco</strong></a>, de Damião Santana, Fátima Finizola e Solange Coutinho. Mapeia os &#8220;abridores de letras&#8221; remanescentes no Estado, com base em um amplo registro visual. O grupo percorreu cerca de 800 quilômetros do litoral ao interior do Estado, passando por seis cidades e conhecendo o trabalho de 12 pintores letristas depois compilados em uma publicação. Na exposição, estão expostos alguns originais que trazem a materialidade da tinta, do suporte e do gesto manual.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Mostra Cidade Gráfica, no Itaú Cultural &#8211; São Paulo</strong><br />
Abertura para convidados: 19 de novembro<br />
Em cartaz: de 20 de novembro a 4 de janeiro<br />
Horário de funcionamento:<br />
De terça-feira a sexta-feira, das 9h às 20h<br />
Sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h<br />
Faixa etária: livre<br />
Entrada franca</p>
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