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	<title>Portal Cultura PE &#187; Schneider Carpeggiani</title>
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		<title>Editado pela Cepe, &#8220;O Corpo Desvelado&#8221; será lançado no Recife e no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 18:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/O-corpo-desvelado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98608" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/O-corpo-desvelado-322x486.jpg" width="322" height="486" /></a></p>
<p>Recém-editado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), o livro &#8220;O Corpo Desvelado &#8211; Contos Eróticos Brasileiros (1922-2022)&#8221; terá lançamentos no Rio de Janeiro e no Recife, com a presença da organizadora, Eliane Robert Moraes. O evento na capital pernambucana, no dia 3 de fevereiro, inclui uma aula aberta ao público conduzida por Eliane Robert, sobre a história dos contos eróticos nacionais. Será no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), das 17h às 20h.</p>
<p>O lançamento no Rio de Janeiro, na Livraria da Travessa, em Ipanema, prevê bate-papo entre Eliane Robert &#8211; crítica literária e professora na Universidade de São Paulo &#8211; e o escritor carioca Alberto Mussa, com mediação de Schneider Carpeggiani, jornalista e editor do Pernambuco, jornal literário da Cepe. A conversa na livraria está marcada para o dia 31 de janeiro (terça-feira), das 18h às 21h. Schneider também participará da aula com Eliane Robert na sede do Mepe, no Recife.</p>
<p>O &#8220;Corpo Desvelado&#8221; é a mais nova publicação do Selo Pernambuco da Cepe Editora e tem 598 páginas que passeiam da pornografia escancarada ao erotismo insinuado. O livro reúne 71 histórias de 63 autores consagrados, como Hilda Hilst e Nelson Rodrigues, e de uma geração mais nova, como Ana Paula Maia e José Falero. Custa R$ 90 (impresso) e R$ 32 (e-book), já disponível em livrarias.</p>
<p>Logo na primeira frase do livro, Eliane Robert, intelectual conhecida pela produção sobre literatura erótica, provoca o leitor com um questionamento: <em>“O que se sabe do corpo erótico além daquilo que não se sabe?”</em>. E responde em seguida<em>: “O que se sabe desse corpo é, de fato, muito pouco. Tão pouco que o empenho em desvelá-lo atravessa as mais distantes paisagens e os mais remotos tempos, para se repor continuamente sem jamais encontrar termo. Talvez caiba afirmar até mesmo que, quanto mais se acumulam as inventivas para se constituir um saber sobre a vida sexual, mais e mais insondável ela permanece”</em>.</p>
<p>Para desvelar esse corpo por meio da literatura produzida nos últimos cem anos, ela selecionou textos de Sérgio Sant’Anna, Otto Lara Resende, Dalton Trevisan, Nivaldo Tenório, Ronaldo Correia de Brito, Lygia Fagundes Telles, Vilma Arêas, Helena T, Chrysanthème, Raduan Nassar, Olga Savary, Elvira Vigna, Veronica Stigger e Ferreira Gullar, dentre outros. O livro está dividido em nove tópicos, traz histórias narradas por 45 homens e 18 mulheres, sem seguir ordem cronológica, e apresenta autores que não são associados ao erotismo, como o crítico literário Silviano Santiago, com o seu insinuante Futebol Americano.</p>
<p>Os contos, ora picantes, ora cheios de volúpia, ora sensuais, dão vida a um homem obcecado por melancia (Vereda Tropical, Pedro Maia Soares), um aposentado que retorna ao lugar das primeiras ilusões em busca de um tempo perdido e irrecuperável (Viagem aos seios de Duília, Aníbal Machado), uma manicure incomparável (Gilda, Ivana Arruda Leite), uma mulher recatada à espera do carteiro (Obscenidades para uma dona de casa, Ignácio de Loyola Brandão), uma mãe numa animada aula de dança com um amigo do filho (Episódio coreográfico, Marques Rebelo).</p>
<p><em>“Em meio a um período de ascensão do fascismo e a uma pandemia em que o contato físico virou questão de vida ou morte, essa seleção de textos eróticos feita por Eliane Robert Moraes é um excelente exercício de reflexão. Robert Moraes lança luzes sobre zonas cinzentas da história da atrapalhada República brasileira ao observar como nossos autores trataram a questão do corpo. Além, claro, de &#8216;desmascarar&#8217; pornógrafos insuspeitos&#8221;</em>, declara Schneider Carpeggiani, jornalista e editor do Pernambuco, jornal literário da Cepe.</p>
<p>“O corpo desvelado&#8221; faz par com outro livro, lançado em 2018 também pela Cepe Editora sob o título O corpo descoberto – Contos eróticos brasileiros (1852-1922). Considerados lado a lado, os dois volumes compõem uma Antologia do conto erótico brasileiro, que cobre 170 anos da literatura do país no período que vai de 1852 a 2022”, informa ao leitor a nota editorial publicada no início da obra.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>1º Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;O Corpo Desvelado &#8211; Contos Eróticos Brasileiros (1922-2022)&#8221;, num bate-papo entre Eliane Robert e Alberto Mussa, com mediação de Schneider Carpeggiani<br />
Quando: 31 de janeiro de 2023 (terça-feira), das 18h às 21h<br />
Local: Livraria da Travessa (Rua Visconde de Pirajá, 572, Ipanema, Rio de Janeiro/RJ)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">2º Serviço</span></strong><br />
Lançamento do livro &#8220;O Corpo Desvelado &#8211; Contos Eróticos Brasileiros (1922-2022)&#8221;, com aula aberta de Eliane Robert e participação de Schneider Carpeggiani<br />
Quando: 3 de fevereiro de 2023 (sexta-feira), das 17h às 20h<br />
Local: Museu do Estado de Pernambuco &#8211; Mepe (Avenida Rui Barbosa, 960, Graças, Zona Norte do Recife)<br />
Preço: R$ 90 (impresso) e R$ 32 (e-book)</p>
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		<title>Antonio Carlos Secchin lança &#8220;João Cabral de ponta a ponta&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 20:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78128" aria-labelledby="figcaption_attachment_78128" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/livro-cepe-joão-cabral-de-ponta-a-ponta-antônio-carlos-secchin.jpg"><img class="size-medium wp-image-78128" alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/livro-cepe-joão-cabral-de-ponta-a-ponta-antônio-carlos-secchin-607x242.jpg" width="607" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Em comemoração aos 100 anos do poeta pernambucano, Cepe lança edição revisada e acrescida de textos inéditos de João Cabral de ponta a ponta, de Antonio Carlos Secchin</p></div>
<p>Neste ano do centenário do poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) lança <em>João Cabral de ponta a ponta</em>. Trata-se de uma edição revisada e enriquecida com material inédito, onde estão reunidos estudos dedicados a toda a obra publicada pelo poeta pernambucano, realizados pelo escritor, professor de Literatura Brasileira da Faculdade de Letras da UFRJ e membro da Academia Brasileira de Letras, Antonio Carlos Secchin. O autor passou mais de 35 anos debruçado sobre as escritas cabralinas. No título de 598 páginas, o leitor descobre um ensaio sobre Cabral e Carlos Drummond de Andrade; uma importante entrevista de Cabral concedida a Secchin em 1980; a última palestra do poeta em ambiente acadêmico (na Faculdade de Letras da UFRJ, em 1993); e valiosas imagens com reprodução de dedicatórias importantes e de capas raríssimas de obras do autor.</p>
<p>O livro conta ainda com todo o material analítico dos 20 títulos de João Cabral, expostos cronologicamente de acordo com as datas das publicações. Sem falar nos cinco ensaios sobre temas transversais da poesia do autor e de suas relações com outros escritores. Esse último material de pesquisa foi publicado em 2014, pela extinta Cosac Naify, sob o título <em>João Cabral: uma faca só lâmina</em>. <strong>A obra será lançada no próximo dia 26 de agosto (quarta-feira), às 17h30, em uma live no canal da Cepe no  YouTube, com a participação de Secchin mediada pelo editor do Suplemento Pernambuco (Cepe), Schneider Carpeggiani</strong>. Na ocasião o autor pretende falar da concepção do livro, desde as versões iniciais, publicadas em 1985 e 1999, passando pela de 2014, até chegar à forma definitiva, pela Cepe. Inicialmente os livros estarão disponíveis apenas em formato e-book. A impressão está condicionada ao retorno das atividades presenciais da gráfica da empresa pública.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tHCBSwwWfkk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>“É um orgulho publicar, dentro da programação do centenário de João Cabral de Melo Neto, uma obra que se dedica aos meandros da sua poesia, do primeiro ao último livro. João Cabral de ponta a ponta é a versão ampliada e consolidada das pesquisas de Secchin sobre o poeta; parte do trabalho de uma vida dedicada à literatura. É uma edição para conhecer a poesia cabralina em profundidade, pois o autor traz leituras essenciais da produção tardia de João Cabral, pouco lembrada pela crítica. Na edição da Cepe Editora, temos ainda material inédito, com um novo ensaio, uma entrevista, um depoimento e imagens de exemplares raros colecionados por Secchin. Além de tudo isso, o ensaísta consegue mostrar como ninguém, ao longo do volume, a vitalidade e novidade do poeta pernambucano para os leitores atuais”</em>, resume o editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<div id="attachment_78139" aria-labelledby="figcaption_attachment_78139" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Rabelo/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/Antonio-Carlos-Secchin.-Crédito-Fernando-Rabelo.jpg"><img class="size-medium wp-image-78139" alt="Fernando Rabelo/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/Antonio-Carlos-Secchin.-Crédito-Fernando-Rabelo-607x415.jpg" width="607" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Antônio Carlos Secchin é o responsável pela obra que revisita os textos de João Cabral de Melo Neto</p></div>
<p><em>&#8220;Uma vez que Cabral dizia apreciar meu trabalho crítico sobre sua poesia, gostaria de que quem gosta da obra cabralina pudesse conhecer o que sobre ela escrevi, o que agora será possível graças à publicação da Cepe. Mas antes, ou paralelamente a isso, o fundamental é ler a própria obra dele&#8221;</em>, sugere Secchin.</p>
<p>Nos detalhados estudos críticos, há espaço também para comentários de outros críticos sobre os livros de João Cabral. Tanto sobre o que os críticos mais falam quanto sobre o que eles preferem ignorar. Poucos críticos destacavam, por exemplo, o caráter de humor de suas poesias, como o próprio João Cabral observava, segundo Secchin. <em>“Um humor cortante, quase agressivo, eu acrescentaria, bem típico de quem maneja uma faca só lâmina”</em>. Título de um dos livros de João Cabral, <em>Uma faca só lâmina</em> (1955) é obra de mais de 300 versos hexassílabos. Outros livros ignorados pela crítica são <em>A escola das facas</em> (1980) , <em>O Auto do frade</em> (1984) e <em>Agrestes</em> (1985).<em> &#8220;Considero que muitos se dão satisfeitos com a digamos, fase um de Cabral, que se encerra em 1968: ele entra na Academia Brasileira de Letras e publica, com grande sucesso de público e de crítica, sua Poesias completas . Quando retorna ao verso, em 1975, o contexto cultural já é outro, o da &#8216;poesia marginal&#8217;, e ele fica numa espécie de limbo, um poeta-&#8217;monumento&#8217; que pouco teria de novo a dizer. Mas não foi o que ocorreu”</em>, conta o autor.</p>
<p>Averso ao poema lírico, Cabral se autodenominava antilirista. <em>&#8220;Minha poesia é intelectual, em alguns livros, é uma poesia de crítica social à situação nordestina, é uma poesia, como dizem os críticos atuais, metapoesia, uma poesia sobre a poesia, mas não é uma poesia lírica. Eu tenho a impressão de que a verdadeira poesia lírica hoje está sendo feita pelos compositores de música. Os grandes líricos do Brasil hoje chamam-se Caetano Veloso, Chico Buarque de Holanda&#8221;</em>, diz João Cabral a Secchin. Para ele, o trabalho poético era como um trabalho manual. <em>&#8220;Ele recorre a comparações com atividades manuais &#8211; as do ferreiro, do toureiro, do pescador &#8211; exatamente para retirar da poesia a aura do sublime, como efeito de inspiração reservada aos poucos eleitos ou iluminados. Cabral não é um iluminado, é um iluminador&#8221;</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro <em>João Cabral de ponta a ponta</em>, com bate-papo entre <strong>Antonio Carlos Secchin</strong> e<strong> Schneider Carpeggiani</strong><br />
Quando: 26 de agosto (quarta-feira), às 17h30<br />
Onde: Canal da Cepe no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCI9qcytTbfViq_vr7igY6VQ" target="_blank"><strong>www.youtube.com/watch?v=tHCBSwwWfkk</strong></a>)<br />
Preço do livro: R$ 18 (e-book); R$ 60 (livro físico)</p>
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		<title>Ronaldo Correia de Brito lança seu novo livro no MEPE</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jun 2018 15:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Considerado como um dos maiores escritores da literatura brasileira contemporânea, Ronaldo Correia de Brito lança, nesta segunda-feira (11), às 19h, seu mais novo livro Dora sem véu, no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE). O acesso é gratuito. O evento é uma parceria do autor com o Suplemento Pernambuco, a Companhia Editora de Pernambuco &#8211; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61333" aria-labelledby="figcaption_attachment_61333" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Facebook/Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/ronaldo-correia-de-brito-livro-dora-sem-veu.jpg"><img class="size-medium wp-image-61333" alt="Facebook/Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/ronaldo-correia-de-brito-livro-dora-sem-veu-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Em seu novo romance, o escritor fala das ausências, a situação das mulheres e os vários brasis dentro de uma nação</p></div>
<p>Considerado como um dos maiores escritores da literatura brasileira contemporânea, <strong>Ronaldo Correia de Brito</strong> lança, nesta segunda-feira (11), às 19h, seu mais novo livro <em>Dora sem véu</em>, no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE). O acesso é gratuito.</p>
<p>O evento é uma parceria do autor com o Suplemento Pernambuco, a Companhia Editora de Pernambuco &#8211; CEPE, a Alfaguara e o MEPE. Na ocasião, Ronaldo discutirá <em>Dora sem véu</em> com o editor do Pernambuco, o jornalista e crítico literário Schneider Carpeggiani.</p>
<p>Segundo a escritora Socorro Acioli, o autor opera, em &#8220;Dora sem véu&#8221;, um uso maduro de premissas literárias conhecidas com elementos heterogêneos que marcam sua obra pregressa: o sertão com chuva e a ideia da jornada se unem às potentes influências <em>“das narrativas indianas, dos dramas bíblicos, a poesia americana, a religiosidade e a cosmogonia dos índios cariris. Não seria um Ronaldo Correia de Brito legítimo se não voltasse aos mitos fundadores da humanidade em algum momento”</em>, diz Acioli.</p>
<p>Entre sacolejos de um pau-de-arara e a secura das frases curtas o leitor conhece a protagonista Francisca. Na velhice, reconhece as más escolhas feitas durante a vida. Esse sentimento justifica a necessidade dela em buscar sua avó, Dora, uma personagem ausente e gigantesca.</p>
<p>É com um romance cheio de rios, chuvas e narrado quase em sua totalidade por uma mulher que Ronaldo Correia de Brito aborda questões candentes à nossa contemporaneidade &#8211; em especial, as de fundo político.</p>
<p><strong>SÃO PAULO -</strong> Outro lançamento está previsto para &#8220;Dora sem véu&#8221; em São Paulo, no dia 20 de agosto, na Livraria da Vila (na Fradique Coutinho). Ainda em parceria com o Pernambuco e com a Alfaguara, no evento também haverá debate entre o escritor e o jornalista Schneider Carpeggiani.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento de &#8220;Dora sem véu&#8221;, com debate + sessão de autógrafos com Ronaldo Correia de Brito<br />
Quando: 11/6 (segunda-feira), às 19h<br />
Onde Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960; Graças)<br />
ENTRADA FRANCA</p>
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		<item>
		<title>Novas narrativas literárias e da comunicação marcam a Semana do Livro de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2016 18:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As novas narrativas da literatura, comunicação e leitura norteiam a programação da Semana do Livro de Pernambuco, que acontece no Museu do Estado (Mepe) de quarta (30) a domingo (4). Pautado pela temática Narrativas Possíveis do Presente, o encontro literário promoverá nos cinco dias de encontro uma série de debates, oficinas, mesas redondas, intervenções e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/14716152_1494597173890448_5044136928862634421_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-41551 aligncenter" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/14716152_1494597173890448_5044136928862634421_n-607x224.jpg" width="607" height="224" /></a></p>
<p>As novas narrativas da literatura, comunicação e leitura norteiam a programação da<strong> Semana do Livro de Pernambuco</strong>, que acontece no Museu do Estado (Mepe) de quarta (30) a domingo (4). Pautado pela temática <em>Narrativas Possíveis do Presente</em>, o encontro literário promoverá nos cinco dias de encontro uma série de debates, oficinas, mesas redondas, intervenções e apresentações culturais. Dentre os nomes confirmados na programação, que é gratuita, estão os de escritores e poetas como Miró, José Castello, Sidney Rocha e Elvira Vigna, além de atrações musicais como o Em Canto e Poesia e Josildo Sá.</p>
<p>Com curadoria de Schneider Carpeggiani, a Semana do Livro de Pernambuco é uma realização da Cia. de Eventos e Ideação, conta com apoio cultural do Ministério da Cultura e apoio do Governo de Pernambuco, por meio do Museu do Estado/Fundarpe/Secult-PE.</p>
<p>Sobre a temática escolhida para a primeira edição do evento, Schneider Carpeggiani afirma que a ideia é permitir reflexões sobre algumas questões que aconteceram neste ano envolvendo a comunicação literária. “<em>Na mesa de abertura, por exemplo, teremos uma discussão importante sobre o papel do juiz e da lei, dentro do conceito que foi o recente processo de impeachment no Brasil”,</em> explica.</p>
<div id="attachment_42541" aria-labelledby="figcaption_attachment_42541" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Bernardo-Kucinski.jpg"><img class="size-medium wp-image-42541" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Bernardo-Kucinski-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Bernardo Kucinski dialoga sobre literatura como estratégia para dar voz às vítimas da ditadura</p></div>
<p>Ainda durante a abertura, na quarta (30), o evento proporcionará um contato com o escritor e jornalista e crítico literário José Castello, que em 2011 venceu o prêmio Jabuti com o romance <strong>Ribamar</strong><em>.</em> <em>“Exclusivamente para a Semana do Livro, Castello preparou uma masterclass sobre <strong>O Processo</strong>, de Franz Kafka, e a sua relação com o nosso cenário político-social-literário contemporâneo”</em>, revela Schneider.</p>
<p>Ao longo da programação, as pautas, enfrentamentos e questões atuais relacionadas ao mercado editorial brasileiro serão colocadas em discussão por escritores, críticos literários, editores, livreiros e jornalistas. <em>&#8220;A escritora Elvira Vigna lança no mesmo dia  seu último romance (<strong>Como se Estivéssemos em Um Palimpsesto de Putas</strong>), talvez o livro mais importante lançado este ano no Brasil, por tratar de escolhas éticas que levam a extremos”</em>, avalia.</p>
<p>Ainda na quinta (1º), haverá um debate entre Maria Eduarda Rocha e Yvana Fechine, professoras do Departamento de Comunicação Social da UFPE, Chico Ludermir, jornalista e mestrando em Sociologia, e Dandara Luísa Alves, integrante do laboratório de Estudos em Sexualidade Humana. O grupo vai discutir sobre o espaço da universidade pública como campo de disputa política, e na ocasião Chico Ludermir lança seu livro <strong>A história incompleta de Brenda e de outras mulheres</strong>, pela Confraria do Vento.</p>
<p><strong>Música e Cultura Popular</strong></p>
<p>Na agenda musical, o <strong>Em Canto e Poesia</strong>, formado por netos do poeta popular Louro do Pajeú, fará apresentação às 20h, no Palco do Espaço Livro Aberto. &#8220;O show vai revelar toda a riqueza desta tradição, valorizando o legado de outros importantes personagens como Biu de Crisanto, Zé de Cazuza, Rogaciano Leite, Manoel Filó, João Batista de Siqueira (Cancão), Antônio Marinho, Jó Patriota, Zé Marcolino e Dedé Monteiro&#8221;, adianta o produtor do grupo, Amaro Filho.</p>
<div id="attachment_18306" aria-labelledby="figcaption_attachment_18306" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Em-Canto-e-Poesia-FPNC-Sertao-do-Moxoto-20131.jpg"><img class="size-medium wp-image-18306" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Em-Canto-e-Poesia-FPNC-Sertao-do-Moxoto-20131-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Em Canto e Poesia, que resgata a cantoria popular nordestina é uma das atrações</p></div>
<p>O Grupo <strong>Cacuriá de Dona Teté</strong>, personalidade maranhense reconhecida por seu trabalho similiar ao da pernambucana Selma do Coco, também integra a programação da quinta-feira (01), às 18h45. Seguindo a tradição da rezadeira e caixeira Almerice da Silva Santos, carinhosamente chamada por Dona Teté, o grupo apresentará um espetáculo alegre, dinâmico, ao som dos ritmos de carimbó, caroço, valsa e baião inspirado no carimbó de caixeiras.</p>
<p><strong>Mercado editorial</strong></p>
<p>O curador do evento também destaca outras ações, como o debate sobre o caráter ideológico e a função social das livrarias no Brasil que será realizado no sábado (3), às 17h30. <em>“Este ano tivemos o livro biográfico do Coronel Ustra como um dos mais vendidos no Brasil, segundo o Publish News. E uma das redes que mais tem vendido este livro é bastante conhecida no mercado editorial”,</em> conta. Participam do debate Lourival Holanda, professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e Daniel Louzada, livreiro e proprietário da Livraria da Vinci.</p>
<div id="attachment_16123" aria-labelledby="figcaption_attachment_16123" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tom Cabral/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/miro1.jpg"><img class="size-full wp-image-16123" alt="Tom Cabral/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/miro1.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta Miró também participa da programação da Semana do Livro com o lançamento do seu livro &#8217;20 – para pensar um pouco&#8217;</p></div>
<p>De acordo com o curador da Semana, o Museu do Estado foi escolhido por ser um espaço de fácil acesso no Recife e também pela possibilidade de utilização da área externa para as outras atividades. A agenda cultural do sábado (3) traz o lançamento e autógrafo do mais recente trabalho de Miró, a publicação <strong>20 – para pensar um pouco;</strong> show <em>Minha Pequena África</em>, do grupo Cordelândia; e a apresentação <em>Humor na Feira</em>, do escritor Zelito Nunes e Eugênio Jerônimo, Já no domingo (4), haverá nova oportunidade de conferir Miró recitando suas poesias e uma apresentação do show <em>Latada para crianças</em>, de Josildo Sá.</p>
<p>Confira a <a href="http://semanadolivrodepernambuco.com.br/programacao/" target="_blank"><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA</strong></a> e aproveite.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Semana do Livro de Pernambuco</em></strong><br />
Quarta (30/11) a domingo (4/12)<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960, Graças – Recife)<br />
Gratuito</p>
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