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	<title>Portal Cultura PE &#187; Schneider Carpegianni</title>
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		<title>Mostra Visual no Mamam celebra os dez anos do Suplemento Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Aug 2017 14:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) abre nesta quarta-feira, 30 de agosto, a exposição Uma capa é uma capa é uma capa é uma capa, que celebra a primeira década de existência do Suplemento Pernambuco. Jogando luz sobre a importância da imagem para a circulação de textos de literatura ou crítica literária, a mostra que chega [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) abre nesta quarta-feira, 30 de agosto, a exposição <em><strong>Uma capa é uma capa é uma capa é uma capa</strong>,</em> que celebra a primeira década de existência do <a href="http://www.suplementopernambuco.com.br/" target="_blank"><strong>Suplemento</strong> </a><strong><a href="http://www.suplementopernambuco.com.br/" target="_blank">Pernambuco</a>.</strong> Jogando luz sobre a importância da imagem para a circulação de textos de literatura ou crítica literária, a mostra que chega ao Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), no Recife, reúne 30 capas do jornal, desenvolvidas por oito profissionais. A abertura está marcada para as 19h e o acesso é gratuito.</p>
<p>O <em>Suplemento Pernambuco</em> é um jornal com foco na literatura, mas que sempre aborda também reflexões sobre o contemporâneo (jornalismo, narrativas críticas e ainda ensaios sobre imagem), abrindo espaço para discussões sobre a função da arte na compreensão do passado e do presente. Também investe no debate da produção narrativa de minorias sociais como as populações afro-brasileira e LGBTQI, por exemplo.</p>
<div id="attachment_52892" aria-labelledby="figcaption_attachment_52892" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Capa/Hallina Beltrão</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/hallina.png"><img class="size-medium wp-image-52892" alt="Capa/Hallina Beltrão " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/hallina-320x486.png" width="320" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração de Hallina Beltrão para a edição 132</p></div>
<p><em>“Essas questões estão diretamente ligadas à criação visual do Suplemento. Resolvemos expor nossas capas para mostrar um pouco de como é preciso aliar uma preocupação de texto com imagem, a fim de tornar o produto atraente – tanto para ter apelo a novos leitores como para consolidar os que já estão conosco”</em>, explicam os editores da publicação, Schneider Carpeggiani e Igor Gomes. Eles assinam a curadoria em parceria com os designers Hallina Beltrão, Janio Santos e Karina Freitas, responsáveis pela identidade visual da publicação.</p>
<p>As 30 capas mostram trabalhos em ilustração e foto. São assinadas por Fabio Seixo (foto), Hallina Beltrão (ilustração), Hélia Scheppa (foto), Jaíne Cintra (foto) Janio Santos (ilustração), Jéssica Mangaba (foto), Karina Freitas (ilustração) e Pedro Vasconcelos (foto).</p>
<p>O título da mostra de design editorial é uma paráfrase e uma invocação ao famoso verso da poeta e escritora estadunidense Gertrude Stein: <em>uma rosa é uma rosa é uma rosa é</em> <em>uma rosa</em>. Uma alusão à necessidade da ênfase e, ainda, uma celebração dos 90 anos de nascimento de Aloísio Magalhães, precursor do design no país.</p>
<div id="attachment_52895" aria-labelledby="figcaption_attachment_52895" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Capa/Fabio Seixo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/fabio-seixo.png"><img class="size-medium wp-image-52895" alt="Capa/Fabio Seixo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/fabio-seixo-319x486.png" width="319" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A fotografia de Fabio Seixo ganhou capa da edição 126</p></div>
<p>A visitação ocorre de 31 de agosto a 19 de novembro – de terça a sexta, das 12h às 18h; e nos sábados e domingos, das 13h às 17h.</p>
<p><strong>OUTRAS AÇÕES<br />
</strong>Além da exposição, o Suplemento Pernambuco vem investido em outras áreas de atuação. Lançou, em março deste ano, um selo literário (homônimo ao jornal), que já publicou um livro de Silviano Santiago (o ensaio Genealogia da ferocidade) e lançará em breve outro de José Luiz Passos (o romance Antologia fantástica da República brasileira); também expandiu sua versão impressa (de 24 para 32 páginas), que agora conta com assinatura independente anual (R$ 60) e bianual (R$100). Outras iniciativas estão em curso.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Exposição <em>Uma capa é uma capa é uma capa é uma capa: 30 capas do Suplemento Pernambuco</em></strong><br />
Com imagens de Fabio Seixo, Hallina Beltrão, Hélia Scheppa, Jaíne Cintra, Janio Santos, Jéssica Mangaba, Karina Freitas e Pedro Vasconcelos</p>
<p>Local: Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – Mamam (Rua da Aurora, 265)<br />
Abertura: Quarta-feira, 30 de agosto, às 19h<br />
Visitação: de 31 de agosto a 19 de novembro (De terça a sexta: das 12h às 18h; Sábados e domingos: das 13h às 17h)<br />
<em>Entrada gratuita</em></p>
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		<title>Para montar e desmontar o Sertão</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 01:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[O que é sertão? Contemporâneo, ultrapassado, mítico, sem tempo? De que matéria é feito, que cara tem? Qual a sua influência sobre a expressão artística de quem nasce ou vive aí? Essas perguntas foram feitas, direta ou indiretamente, na mesa de debates “Sertões estrangeiros”, de ontem (19/05), com a participação da jornalista Fabiana Moraes e do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4322" aria-labelledby="figcaption_attachment_4322" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2012/05/sertões-estrangeiros.jpg"><img class="size-medium wp-image-4322" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2012/05/sertões-estrangeiros-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Sertões estrangeiros”, com o escritor Ronaldo Correia de Brito (dir.) e jornalista Fabiana Moraes (centro), sob mediação de Schneider Carpegianni</p></div>
<p>O que é sertão? Contemporâneo, ultrapassado, mítico, sem tempo? De que matéria é feito, que cara tem? Qual a sua influência sobre a expressão artística de quem nasce ou vive aí? Essas perguntas foram feitas, direta ou indiretamente, na mesa de debates “Sertões estrangeiros”, de ontem (19/05), com a participação da jornalista Fabiana Moraes e do escritor Ronaldo Correia de Brito, e mediada por Schneider Carpeggiani.</p>
<p>Tanto a jornalista quanto o escritor, cada um dentro das possibilidades que cabem nos seus exercícios, experimentam lançar um olhar diverso sobre o sertão em seus trabalhos. Veja um pequeno depoimento dos convidados falando sobre o sertão nos seus livros:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/qWBd94hUW6g" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/tT9ewBa3lDE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O sertão que mudou, que incorporou elementos urbanos e que já não tem mais correspondência com a ideia do lugar prevalentemente agrário, esteriotipado e fechado ao que é moderno. Essa foi a tônica da mesa, que mexeu com qualquer ideia pronta sobre o sertão e os sertanejos. Diante disso, Fabiana Moraes fala da necessidade de desmonte da ideia pré-concebida de uma arte brasileira ou sertaneja. Ou seja, de uma arte que se engessa e se curva diante de um modelo. Mas um desmonte que não seja negação, e sim um forma não viciada de olhar e tratar o tema.</p>
<p>Ronaldo Correia de Brito fala dos personagens estereotipados da dita literatura regionalista, e da emergência de reinventar esses modos de ver o sertão. Para ele, o sertão mudou. “Então é natural que tudo isso mude, e que a literatura, a música, a poesia popular, não continuem investindo numa ética não existente. Insitindo num naturalismo não mais existente. Copiando este modelo, este esteriótipo de mundo, de personagens”, afirma.</p>
<p>Ouça também um trecho de<em> Galiléia</em> (de Ronaldo Correia de Brito) e de <em>Os Sertões</em> (livro-reportagem de Fabiana Moraes), lidos pelos próprios autores durante a mesa:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/2m19rBzzm8U" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/A-p3ixJrltQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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