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	<title>Portal Cultura PE &#187; Secretaria de Cultura do Estado</title>
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		<title>Maracatu Cambinda Brasileira abre inscrições para oficinas de música e dança para crianças</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 18:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em janeiro, quando o calendário cultural retoma o fôlego após as festas de fim de ano e antecede a preparação para o Carnaval, o Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira promove duas oficinas gratuitas voltadas à música e à dança do maracatu rural. As atividades ocorrem no dia 18 de janeiro, em Nazaré da Mata, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122622" aria-labelledby="figcaption_attachment_122622" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Carol Melo</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/imagem.png"><img class="size-medium wp-image-122622" alt="Foto: Carol Melo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/imagem-607x377.png" width="607" height="377" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Cambinda Brasileira</p></div>
<p>Em janeiro, quando o calendário cultural retoma o fôlego após as festas de fim de ano e antecede a preparação para o Carnaval, o Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira promove duas oficinas gratuitas voltadas à música e à dança do maracatu rural. As atividades ocorrem no dia 18 de janeiro, em Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, região reconhecida como berço dessa manifestação cultural. O projeto foi aprovado no Funcultura Geral 2023/2024, na categoria de ações de salvaguarda do patrimônio cultural imaterial, com incentivo do Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundarpe.</p>
<p>As oficinas integram a programação do projeto “Maracatu Cambinda Brasileira – Ciclo de Celebrações&#8221; e são direcionadas a pessoas a partir dos 12 anos. As aulas serão ministradas por integrantes do próprio grupo, reconhecido como Patrimônio Vivo do Estado, e buscam ampliar o acesso aos saberes que estruturam o maracatu de baque solto, expressão central do Carnaval da região.</p>
<p>A oficina percussiva de maracatu rural propõe uma imersão na sonoridade tradicional do baque solto. Os participantes terão contato com instrumentos considerados patrimônios da cultura popular, como pouca, gonguê, caixa e instrumentos de sopro, que formam o chamado terno. Esse conjunto de músicos acompanha o mestre e o contramestre nas apresentações culturais, sustentando os versos improvisados e o ritmo que organiza o cortejo.</p>
<p>No mesmo dia, será realizada a oficina de dança, dedicada aos passos do Caboclo de Lança e da Corte. A formação aborda técnicas corporais que dialogam com a dança brasileira contemporânea a partir do encontro com matrizes populares. Passos, giros, meneios, molejos e o gingado característico do maracatu rural fazem parte do conteúdo trabalhado.</p>
<p>As atividades acontecem das 9h às 15h, na sede da Banda Revoltosa, localizada na Praça Carlos Gomes, nº 17, no Centro de Nazaré da Mata. Cada oficina terá carga horária de cinco horas-aula, e os participantes receberão certificado e lanches.</p>
<p>A participação é gratuita, mediante inscrição online, disponível entre os dias 5 e 9 de janeiro, por meio do perfil oficial do maracatu no Instagram.</p>
<p>A iniciativa reforça o papel do Cambinda Brasileira como espaço de formação, preservação e continuidade da cultura afro-brasileira na Zona da Mata Norte, em um período estratégico que antecede o Carnaval 2026.</p>
<p>Fundado em 5 de janeiro de 1918, o Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira é um dos grupos mais antigos em atividade em Pernambuco. Reconhecido como Patrimônio Vivo do Estado e Ponto de Cultura, o maracatu atua na Zona da Mata Norte preservando a cultura afro-brasileira por meio de apresentações, formações e atividades culturais abertas à comunidade, mantendo viva a tradição do maracatu rural.</p>
<p>O projeto conta com a parceria da Terno da Mata Produções, responsável por apoiar o maracatu na captação de recursos, no acompanhamento das ações e na prestação de contas. O trabalho é feito em diálogo com a diretoria do grupo, garantindo a participação dos próprios brincantes nas decisões e fortalecendo a sustentabilidade cultural do Cambinda Brasileira.</p>
<p>O projeto Maracatu Cambinda Brasileira – Ciclo de Celebrações tem uma agenda contínua, que começa em janeiro e segue até junho de 2026, reunindo ações de difusão, formação e sustentabilidade cultural.</p>
<p>Estão previstos três grandes eventos ligados aos ciclos tradicionais do maracatu rural: o aniversário do Cambinda Brasileira, em 10 de janeiro de 2026; a celebração da Páscoa, em 5 de abril de 2026, que marca o fim do ciclo carnavalesco do grupo; e a festa do ciclo junino, em 18 de julho de 2026. Além das celebrações, o projeto inclui atividades formativas e ações voltadas à preservação do maracatu como patrimônio cultural.</p>
<p><strong>Serviço<br />
</strong>O quê: Maracatu Cambinda Brasileira abre inscrições para oficinas de música e dança para crianças<br />
Quando: Domingo, 18 de janeiro<br />
Onde: sede da Banda Revoltosa, Praça Carlos Gomes, 17, Centro<br />
Inscrições: www.instagram.com/cambinda_brasileiraoficial</p>
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		<title>Festival de Circo do Brasil ganha programação na França</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 16:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com programação na França viabilizada através do apoio cultural do Governo do Estado de Pernambuco, através da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), com patrocínio do Ministério do Turismo do Governo Federal, o Festival de Circo do Brasil (FCB) se une ao Festival Europeia de Circo (L’Européenne de Cirque) [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120285" aria-labelledby="figcaption_attachment_120285" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-15-at-13.14.44.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120285" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-15-at-13.14.44-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Faminta-Lorena Zchaber</p></div>
<p>Com programação na França viabilizada através do apoio cultural do Governo do Estado de Pernambuco, através da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), com patrocínio do Ministério do Turismo do Governo Federal, o Festival de Circo do Brasil (FCB) se une ao Festival Europeia de Circo (L’Européenne de Cirque) e aporta em Toulouse, cidade do sul da França, para levar artistas brasileiros para apresentações especiais e estreias internacionais, de 17 a 28 de setembro. É a primeira vez que o evento, que nasceu em Recife há 21 anos e já impactou mais de 1 milhão de pessoas em Pernambuco, acontecerá em solo internacional, fechando a Temporada Cruzada Brasil-França 2025/Saison Croisée Brésil-France 2025.</p>
<p>A cooperação cultural entre os dois festivais é fruto de uma parceria firmada entre a Luni Produções, produtora cultural brasileira e realizadora do Festival de Circo do Brasil, e a La Grainerie, fábrica francesa de circo e artes itinerantes dedicada ao desenvolvimento do setor, com a colaboração da Ésacto’Lido &#8211; Escola Superior de Artes Circenses de Toulouse. “É um orgulho para nós realizar essa programação do Festival de Circo do Brasil pela primeira vez no exterior e a ideia é continuar esse movimento de internacionalização da nossa mostra nas próximas edições”, conta a produtora cultural da Luni, Karina Hoover.</p>
<p>Para os onze dias do evento, com curadoria de Danielle Hoover e Hélène Métailié, a grade nacional vai contar com espetáculos, oficinas, residências, cinema, música, artes visuais e gastronomia. O eixo curatorial deste ano é “Aldeia des Tous” (Aldeia de Todos), traz os temas sustentabilidade e democracia para o picadeiro. Aldeia de Tous é um neologismo que combina português e francês: &#8220;Aldeia&#8221; refere-se às localidades dos povos originários no Brasil e de “tous” traduzindo para o português significa de todos.</p>
<p>“A proposta é apresentar uma nova perspectiva sobre o circo brasileiro e suas diversas composições e atravessamentos. Destacando temas urgentes da contemporaneidade de forma transdisciplinar com outras linguagens artísticas”, destaca Danielle.</p>
<p><strong>Programação Cultural</strong></p>
<p>A programação cultural será iniciada em 19 de setembro, na La Grainerie, com a apresentação do novo projeto artístico Sarayvara, da Cia Nós No Bambu (DF). Trata-se do solo da multiartista Poema Mühlenberg que celebra seus 21 anos de carreira, tecendo uma trama de poesia que transita entre circo, dança e teatro. No dia 24, no mesmo local, será a primeira apresentação do espetáculo Idées pour Retarder la Fin du Monde, culminância do laboratório artístico inspirado na obra de Ailton Krenak e com direção artística de Duda Maia (Brasil) e Nicanor de Elia (França), que reúne seis jovens circenses, sendo três brasileiros (os pernambucanos Márcio Sá, Mainá Souza e Beatriz Nascimento) e três franceses (Meara Roach, Nicolas Moreno e Magdalena Hidalgo). A segunda apresentação da mostra acontecerá no dia 27, no Jardim de Vidailhan.</p>
<p>A La Grainerie também será palco dos espetáculos O Vazio é Cheio de Coisa, da Cia Nós No Bambu (DF), nos dias 25, 26 e 27, Faminta, com a performer Natasha Jascalevich e direção de Duda Maia (RJ), nos dias 26 e 28, e Assum Preto, do Coletivo Instrumento de Ver (DF) com o artista brasileiro radicado na Espanha Marco Motta, nos dias 27 e 28.</p>
<p>Solo estético e poético de Poema, o Vazio é Cheio de Coisa traz uma dança acrobática, onde um corpo humano e um bambu se bastam.Faminta explora a intrínseca relação entre comida e prazer feminino. Inspirado em duas canções a brasileira “Assum Preto”, de Luiz Gonzaga &amp; Humberto Teixeira, e a norte-americana “Blackbird”, de Nina Simone, Assum Preto propõe expressão do poder da arte para além do eurocentrismo, com contorção nos aparelhos aéreos em uma virtuose que transita entre as danças e músicas afro-diaspóricas. Inclusive, esse último é homônimo da exposição de pinturas que Marco Motta levará para o mesmo espaço que será sede do espetáculo. A vernissage será no dia 24, às 16h, e a exibição nos dias 23 (10h às 18h), 24 (10h às 22h), 26 (16h às 02h) e 28 (16h às 22h).</p>
<p>A La Grainerie recebe a programação musical que contempla dois concertos: Forrocitània, com Silvério Pessoa (PE), acompanhado por músicos nordestinos, e banda La Talvera (FRA), no dia 27, e Trio Brasília Afro Jazz, do Coletivo Instrumento de Ver (DF). O primeiro celebra a parceria de mais de um década de Silvério com o grupo francês, que traz hibridismo musical, diálogos entre acordeões diatônicos e cromáticos, flautas medievais, viola de 12 nordestina, textos sobre a cultura de cada povo em línguas diferentes. Já o segundo é uma banda de jazz afro-brasileira que explora diversas sonoridades percussivas que se unem à delicadeza dos instrumentos de sopro e a um baixo marcante através de repertório autoral e releituras.</p>
<p>A programação ainda conta com um intercâmbio gastronômico Pernambuco Chez Toulouse entre os chefs César Santos (PE) e Emanuel Broda-Morhange (FRA). A ação acontecerá no restaurante Les Cornichons, na La Grainerie, e proporcionará um cardápio com a fusão das duas cozinhas, unindo ingredientes do Nordeste aos elementos da escola francesa. No dia 25, terá uma noite especial da culinária pernambucana.</p>
<p>A Ésacto’Lido recebe o Cine Circo, com a apresentação exclusiva de curtas-metragens do Coletivo Instrumento de Ver (DF), no dia 25. Logo após a exibição dos filmes, acontecerão debates com o público sobre o processo criativo e entrelaçamentos entre as linguagens circense e audiovisual.</p>
<p><strong>Programação formativa</strong></p>
<p>Ao longo da programação artística serão realizados laboratórios e residências entre artistas brasileiros e franceses. Além do laboratório artístico Aldeia de Tous, que resultará na apresentação Idées pour Retarder la Fin du Monde, e da residência de criação de Sarayvara com Poema Mühlenberg, a grade formativa apresenta o laboratório de pesquisa artística de skate e acrobacia circense Hyperboles, da Cie SCoM (FRA), no dia 25, no Skatepark de Argoulets.</p>
<p>Ainda na grade formativa do festival, o workshop Lab Bambou, da Cia Nós No Bambu (DF), que trará a experiência da criação de formas simples de bambu e a exploração das possibilidades de interação do corpo com essas formas. A oficina é direcionada para estudantes da Ésacto’Lido e acontecerá na própria escola.</p>
<p>Na temporada do Brasil na França, dois pernambucanos farão visitas técnicas a várias escolas e espaços dedicados ao circo na França. São eles, a aerialista, rigger, produtora cultural, professora e fundadora do Casulo &#8211; Artes Circenses, espaço dedicado ao ensino, pesquisa e criação em circo, no Recife, Malu Vieira, e o diretor circense, produtor cultural, educador social, pesquisador e palhaço, Boris Trindade Júnior, o Borica.</p>
<p><strong>Temporada Cruzada Brasil-França/França-Brasil 2025</strong></p>
<p>Lançada por Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva, a Temporada Cruzada Brasil-França 2025 / Saison Croisée Brésil-France 2025 celebra os 200 anos de relações bilaterais e tem como objetivo fortalecer os laços entre os dois países. Estruturada em torno de três grandes eixos — Clima e Transição Ecológica; Diversidade das Sociedades e Diálogo com a África; Democracia e Estado de Direito —, a iniciativa também busca dinamizar a cooperação em áreas como cultura, economia, pesquisa, educação e esporte, com atenção especial à juventude e aos intercâmbios profissionais. A temporada ocorrerá entre abril e setembro de 2025 na França e entre agosto e dezembro do mesmo ano no Brasil.</p>
<p>“Da missão artística de Debret à voz de Ailton Krenak, a Temporada 2025 honra uma trajetória de fascínio e enriquecimento mútuo”, afirma Emmanuel Lenain, Embaixador da França no Brasil.</p>
<p>A Temporada está coordenada pelo Institut Français e o Instituto Guimarães Rosa em estreita colaboração com as Embaixadas da França no Brasil e do Brasil na França, sob a autoridade dos ministérios das Relações Exteriores e da Cultura de ambos os países. Os comissários são Anne Louyot (programação no Brasil) e Emilio Kalil (programação na França).</p>
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		<title>Confira o resultado do julgamento dos recursos e pós recursos do 11° Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 15:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura, torna público o Resultado do Julgamento dos Recursos da Análise Documental e o Resultado Pós Julgamento dos Recursos do Edital do 11° Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura &#8211; 2025, já disponíveis no Mapa Cultural de Pernambuco. O certame irá reconhecer, valorizar, incentivar e difundir a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura, torna público o Resultado do Julgamento dos Recursos da Análise Documental e o Resultado Pós Julgamento dos Recursos do Edital do 11° Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura &#8211; 2025, já disponíveis no <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2641/#info">Mapa Cultural de Pernambuco.</a></p>
<p>O certame irá reconhecer, valorizar, incentivar e difundir a literatura de Pernambuco com a seleção de quatro obras literárias dos gêneros poesia, contos ou romance, contemplando as quatro macrorregiões do Estado (Agreste, Região Metropolitana do Recife, Sertão e Zona da Mata).</p>
<p>O edital fará a seleção, premiação e publicação de livros inéditos e escritos em língua portuguesa, ou seja, o original não poderá ter sido publicado em formato de livro (físico ou digital) até a divulgação do resultado e entrega dos prêmios aos vencedores. É permitido, apenas, que parte do conteúdo da obra inscrita tenha sido publicada em blogs, sites, redes sociais e afins, sem prejuízo para o objeto deste concurso.</p>
<p>As quatro obras vencedoras receberão uma premiação financeira no valor de R$ 18 mil cada uma. Dentre elas, uma será agraciada com o Grande Prêmio, recebendo um valor adicional de R$ 18 mil, totalizando R$ 36 mil para essa obra. Assim, o 11° Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura totalizará em R$ 90 mil contemplando as quatro produções literárias. Os títulos vencedores serão publicados pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), com uma tiragem de 600 exemplares para cada obra. O Grande Prêmio contará com uma tiragem maior de 800 exemplares. Cada vencedor receberá 100 livros, a título de direitos autorais.</p>
<p><strong>Confira as listas dos resultados:</strong></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/xi-premio-hermilo-borba-filho-divulgacao-do-julgamento-dos-recursos-documental.pdf">Resultado do Julgamento dos Recursos da Análise Documental.</a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/xi-premio-hermilo-borba-filho-resultado-pos-julgamento-dos-recursos.pdf">Resultado Pós Julgamento dos Recursos.  </a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quadrilha Raio de Sol: o terreiro do brincar eternizado no São João</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 12:45:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Andréa Almeida Emprestando brilho aos olhos de quem a alcança e florescendo os terreiros mais desertos que há de se encontrar, a Quadrilha Raio de Sol tem mesmo o poder da multiplicação. A mania de grandeza pernambucana é o mantra dos que a fazem com garra e tanta paixão, em alto e bom som: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118514" aria-labelledby="figcaption_attachment_118514" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-19-at-19.20.25-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118514" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-19-at-19.20.25-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A estrela guia abre o espetáculo da Raio de Sol adulta</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Andréa Almeida</em></p>
<p>Emprestando brilho aos olhos de quem a alcança e florescendo os terreiros mais desertos que há de se encontrar, a Quadrilha Raio de Sol tem mesmo o poder da multiplicação. A mania de grandeza pernambucana é o mantra dos que a fazem com garra e tanta paixão, em alto e bom som: “Ano que vem vai ser ainda melhor!”. E promessa é dívida que se cumpre. Por onde passa, os seguidores novos e antigos, fervorosos, esgotam ingressos, preenchem cada espacinho lhes dado só para sentir na pele aquele irradiar. No palco, um brincante mirim vestido de estrela guia anuncia a “abrição das portas”, a Raio de Sol 2025 vem aí. E é de arrepiar. Imbuída pelos movimentos do maracatu rural a rodar pelo salão, a estrela abre alas para os três brincantes incorporados por uma noiva, um noivo e um marcador, que logo mostram a que veio o batalhão da quadrilha junina que no ano passado conquistou o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco: “Ô de casa, ô de fora, São João nasceu! Xangô menino, dono da justiça e da festa! Nossa folia é de reis e de rainhas também!”. O tema que este ano inspira o figurino, o cenário, a dança e a legião de guerreiros que se dedicam o ano inteiro é “Um Reisado a São João”. Com esse espetáculo, a Quadrilha Raio de Sol renasce e vibra no coração do público que vive a experiência de uma, pode-se dizer, tradicional ópera junina, a brilhar durante todo o festejo que celebra o plantio e a colheita nos campos rurais.</p>
<p>E por falar em renascer, este ano a Raio de Sol chega com uma “novidade antiga”. Pode parecer paradoxal, mas é o que tem enchido de orgulho, derramado lágrimas e emocionado de uma forma diferente brincantes e fãs da quadrilha: 2025 marca a estreia, ou o retorno, da Quadrilha Raio de Sol Mirim. Fundada em 1996 por Alana Nascimento e Boni, o marcador da época, o grupo surgiu em Águas Compridas, município de Olinda-PE, como brincadeira de criança em uma escola da comunidade. Ao passar dos anos, os pequenos cresceram e a quadrilha também, amadurecendo como adulta. E assim, despretensiosamente a princípio, foi ganhando corpo e formando centenas de jovens da periferia em talentosos artistas e estudiosos da cultura popular. De lá para cá, foram milhares de mãos costurando indumentárias, mentes brilhantes imaginando cores, sonhando temas, pesquisando referências, engajando a comunidade e fazendo acontecer. Hoje, há pouco mais de um ano da inauguração do Centro Cultural Raio de Sol no bairro do Hipódromo, agora no Recife-PE, a quadrilha resgata a sua essência com a criação da Raio de Sol Mirim. Uma espécie de vale muito a pena ver de novo a história sendo recontada e a brincadeira perpetuada.</p>
<div id="attachment_118497" aria-labelledby="figcaption_attachment_118497" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-17-at-14.54.23.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118497" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-17-at-14.54.23-607x399.jpeg" width="607" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">Quadrilha mirim representa o resgate da ancestralidade da Raio de Sol</p></div>
<p>“Agora a gente diz que recriou a mirim, né? Pra mim essa mirim agora é um resgate muito grande, porque são filhos de quem já dançou, minha neta tá dançando aqui, minha sobrinha dança aqui, e assim, é como se eu estivesse revivendo tudo de novo”, expressa Alana Nascimento, fundadora e diretora da Quadrilha Raio de Sol. “Eu chorei demais, para mim eu estava vendo meus filhos ali na quadrilha mirim. É muita emoção!&#8221;, reafirma Rute Andrade, que junto com Alana se dedica desde os primórdios ao grupo, também como diretora e responsável pelos adereços de cabeça. As vidas de ambas se confundem com a Quadrilha Raio de Sol. Enxergando de perto, elas são a própria Raio no corpo de mulheres que, aliás, já guerrearam muito no campo político do afeto e do amor para acolher crianças, jovens e transformar realidades que vão muito além dos resultados aplaudidos em junho. O São João é o ano inteiro para muita gente que através da Raio de Sol conquistou autonomia e protagonismo para narrar a própria história.</p>
<p>“A missão do continuar”, como pactuam os brincantes, é semente que germina a Raio de Sol Mirim em 2025, perpetuando a identidade e enraizando a memória do grupo. E a ideia surgiu da vontade de uma representante das crianças, Lia, de 6 anos, filha de Leila Nascimento e que por sua vez é filha da fundadora Alana Nascimento. “Com a Raio de Sol Mirim e o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, eu sinto que agora a nossa quadrilha é para sempre. As crianças dançando coco, xaxado, ciranda, maracatu… É uma herança viva. Isso é futuro. Isso é raiz que cresce”, enfatiza Leila, que dança na quadrilha desde pequenininha e hoje é diretora artística e coreógrafa do grupo. Com a força das três gerações de quadrilheiras, o tema do espetáculo de estreia da Raio de Sol Mirim é “Um São João Salustiano”, homenagem ao Mestre Salustiano, ícone do maracatu rural, da rabeca, fundador do Maracatu Piaba de Ouro e que em 2007 também foi reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco. Sem spoiler, mas o público se surpreende com a presença de Salu na energia dos movimentos, na rabeca, na alegria e no imaginário que remete ao maracatu rural. Tudo isso interpretado com a genialidade, a magia e a pureza dos brincantes mirins, que arrancam suspiros e aplausos da plateia com tanta graça e talento nato.</p>
<div id="attachment_118515" aria-labelledby="figcaption_attachment_118515" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-19-at-19.11.57.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118515" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-19-at-19.11.57-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Quadrilha Raio de Sol adulta</p></div>
<p>Já a Raio de Sol Adulta bebeu na fonte dos Reisados &#8211; expressão da cultura popular de herança ibérica, como a quadrilha junina espalhada Brasil afora, especialmente no Nordeste. Os brincantes transformam o lugar da louvação em arraial para dar vivas e presentes a São João, mesclando anavantus e “abrição de portas”, “passeio na roça” e cortejo, rodas e adoração, anarriês e retiradas. Exibindo toda a exuberância e riqueza da cultura popular, o figurino é carregado de simbolismo e significado abusando de referências das duas manifestações tradicionais, com coroas aplicadas em chapéus de palha, sanfona, viola, espadas, fitas, espelhos, rainhas e reis, que, no enredo, contam a história de um noivo que foge a todo custo do casamento e de uma noiva que com muito humor consegue enlaçar o coração do rapaz. Comicidade, drama, guerra e, enfim, romantismo. A contemporaneidade da narrativa aparece através da fala de uma brincante mirim no espetáculo, que solta com sagacidade para a noiva-rainha: “E você levanta a cabeça porque se não a coroa cai, rainha!”, empoderando a noiva. A quadrilha infantil tem participação especial na apresentação da adulta. O espetáculo “Ô de dentro, ô de fora” faz um “salve” a Dona Jacinta e a Gonzaga de Garanhuns, mestres do Reisado e também Patrimônios Vivos de Pernambuco.</p>
<p>“A gente estudou os Reisados do nosso Estado e pensou: e se São João tivesse nascido no próprio Arraial? A gente chega pra festejar esse nascimento e oferecer presentes — espelhos, fitas, sanfonas. Essa é nossa forma de louvar”, conta Leila Nascimento. Este ano, ela interpreta Jacinta como a noiva, personagem inspirada na mestra Dona Jacinta. “Ela foi uma mulher que dedicou a vida ao Reisado. A gente homenageia sua trajetória com afeto e poesia. Mas a nossa Jacinta quer casar. É uma personagem leve, engraçada. A gente usa a dança das espadas, típica do Reisado, para narrar o embate entre o desejo dela e o medo do noivo. No fim, o amor sempre vence”, revela.</p>
<div id="attachment_118516" aria-labelledby="figcaption_attachment_118516" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-19-at-19.20.26.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118516" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-19-at-19.20.26-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O Reisado para São João tem encantado públicos em 2025</p></div>
<p><b>Tradição reconhecida por Pernambuco</b> -   Em 2024, as quadrilhas juninas ganharam categoria exclusiva no edital de premiações culturais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), através da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE). A inclusão dessa categoria específica ocorre em um momento de grande valorização da tradição junina no País. Também no ano passado, as quadrilhas foram reconhecidas como manifestação da cultura nacional por meio da Lei nº 14.900, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A conquista representa um importante marco simbólico, que insere as quadrilhas no mesmo patamar de outras expressões brasileiras já reconhecidas, como o forró e as escolas de samba.</p>
<p>Em Pernambuco, a importância das quadrilhas juninas vai além da festa. Atualmente, estão em processo de reconhecimento como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado, através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), reforçando sua relevância como manifestação viva da cultura popular. O Estado conta com 121 grupos cadastrados na Federação das Quadrilhas Juninas e Similares de Pernambuco (Fequajupe), mobilizando mais de 12 mil brincantes em todas as regiões — do Litoral ao Sertão — e envolvendo cerca de 4 mil profissionais diretos e indiretos.</p>
<p>“O Patrimônio Cultural Imaterial é reconhecido como práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas que fazem a gente entender um conjunto de saberes e fazeres transmitidos entre gerações. E as quadrilhas estão no processo de conquistar esse título, por sua importância sociocultural seja em ambientes de concursos e festivais, ou em arraiais de bairro e práticas familiares. Além disso, as quadrilhas tem uma importância econômica muito forte, por não só envolvem músicos e dançarinos, mas também maquiadores, costureiros, pessoas que fazem adereços, designers, cabeleireiros, coreógrafos, entre outros profissionais. Outra forma de o Governo de Pernambuco reconhecer e incentivar essa manifestação cultural é o título de Patrimônio Vivo, sendo a Quadrilha Raio de Sol o primeiro grupo titulado no Estado nesse segmento”, ressalta a gerente de Patrimônio Cultural Imaterial da Fundarpe, Lana Monteiro. Em Pernambuco, já foram concedidos 105 títulos de Patrimônio Vivo, entre mestres, mestras e grupos culturais.</p>
<p><b>Do salão europeu ao terreiro nordestino</b> &#8211; A quadrilha junina que hoje é símbolo da identidade nordestina nasceu longe daqui. “As quadrilhas juninas têm origem nas danças de salão europeias, como o quadrille francês, que chegaram ao Brasil com a corte portuguesa no século XIX. Com o tempo, o povo do interior brasileiro apropriou-se dessa linguagem, transformando uma dança aristocrática em expressão da cultura popular”, explica o antropólogo Hugo Menezes, professor da UFPE e pesquisador da tradição das quadrilhas juninas. As quadrilles, polcas, mazurcas e valsas foram ressignificadas nos terreiros nordestinos, tornando-se celebrações da colheita e da fartura. Durante o século XX, com a urbanização, o “matuto” virou personagem caricatural: o dente pintado, a roupa remendada, o campo como sinônimo de atraso. Mas a partir dos anos 1980, especialmente em Pernambuco, as quadrilhas começaram a se reinventar. Abandonaram a estética pejorativa e passaram a exibir luxo, orgulho, ancestralidade e arte. A quadrilha deixou de ser “matuta” para se tornar um dos maiores espetáculos públicos do Brasil.</p>
<p>E é como os brincantes da Quadrilha Raio de Sol dizem por aí: “Pessoas como a gente não morrem, se eternizam no terreiro do brincar”.</p>
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		<title>Inscrições abertas para formação de mulheres parteiras em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2025 14:03:28 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118061" aria-labelledby="figcaption_attachment_118061" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduarda Santana</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/3_Projeto-“As-Áyabás-e-a-Maternidade_Foto_-Eduarda-Santana_@pav0a.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118061" alt="Foto: Eduarda Santana" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/3_Projeto-“As-Áyabás-e-a-Maternidade_Foto_-Eduarda-Santana_@pav0a-324x486.jpeg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto As Áyabás e a Maternidade</p></div>
<p>A maternidade é um momento crucial na vida das mulheres e suas famílias, e a maneira como esse processo é vivido pode ter impactos significativos na saúde e no bem-estar de mães e bebês para toda vida. Nesse sentido, o projeto &#8220;As Àyabás e a Maternidade &#8211; Reprodução e Salvaguarda dos Saberes das Parteiras Tradicionais&#8221; nasce para formar gratuitamente vinte novas mulheres parteiras, visando salvaguardar e reconhecer os saberes tradicionais das parteiras de Pernambuco. A realização é da Associação Amigos de Nossa Senhora da Conceição, com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc, do Governo do Estado de Pernambuco, e parceria com o Ponto de Cultura Anarriê.</p>
<p>As inscrições acontecem até dia 30 de maio de 2025 através de formulário online. Todas as interessadas em participar devem ter idade mínima de 18 anos. O projeto é imerso nos ensinamentos da cultura Yorubá e evoca a sabedoria ancestral das Àyabás, Yemanjá e Oxum, que são as Orixás Rainhas ligadas à fertilidade e às águas que nutrem a vida na terra.</p>
<p>A formação no dia 02 de junho e será realizada nos terreiros de Matriz Afro-Indígena Ilè Àsé Ògún Toperinã e no Ilê Asé Iyá Mi Akunlè Akoloiyá &#8211; Casa das Duas Rainhas, localizadas no bairro de Nossa Senhora da Conceição, no município de Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR). Todas as vivências contarão com intérprete de libras, divididas em sete módulos, com encontros teóricos, práticos e carga horária total de 150 horas/aula, em dois meses de duração.</p>
<p>Ao formar novas parteiras, o projeto reconhece e valoriza a importância da saúde feminina e materna, estabelece uma rede colaborativa entre parteiras tradicionais, gestantes e doulas, promove trocas de experiências e aprendizados, além de sensibilizar para os benefícios do parto humanizado, visando ampliar o bem-estar e as garantias dos Direitos Humanos das Mulheres.</p>
<p>Serão destinadas no mínimo 10% (dez por cento) das vagas para mulheres com deficiência. A certificação e avaliação ocorrerá de acordo com frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) e empenho da participante.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
Inscrições abertas para o Projeto “As Àyabás e a Maternidade”, que irá formar novas mulheres parteiras em Pernambuco.<br />
Inscrição: até 30 de maio de 2025<br />
Formulário: https://tinyurl.com/ynhtj96p<br />
Instagram: @ayabaseamaternidade<br />
E-mail: ayabaseamaternidade@gmail.com / aansconceicao@gmail.com</p>
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		<title>Filme sobre diversidade cultural do Estado é atração do Cine Pasárgada</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2014 12:10:40 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (20), às 19h, o Espaço Pasárgada promove mais uma edição do Cine Pasárgada, desta vez com a exibição do média-metragem <em><strong>Pernambuco: As diversas identidades</strong></em>, do diretor pernambucano Antonio Carrilho. A iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado tem o objetivo de estimular o acesso ao conhecimento das obras cinematográficas produzidas em Pernambuco. A entrada é gratuita e o Espaço Pasárgada fica localizado na Rua da União, centro do Recife.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/FINAL-PERNAMBUCO-11122013-FINAL.jpg"><img class="size-medium wp-image-17146 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/FINAL-PERNAMBUCO-11122013-FINAL-340x486.jpg" width="340" height="486" /></a></p>
<p>Após a exibição do filme, o público poderá conversar com Antonio Carrilho sobre a produção da obra e outros assuntos ligados ao cinema pernambucano. Além disso, estão previstas até o final do ano outras duas sessões, com os diretores Sérgio Oliveira, Renata Pinheiro e Lírio Ferreira. Já passaram pelo Cine Pasárgada nomes como Marcelo Pedroso, Felipe Peres e Cláudio Assis.</p>
<p><strong>Sobre o filme</strong></p>
<p>Neste documentário <em><strong>Pernambuco: As diversas identidades, </strong></em>de 52 minutos, Antonio Carrilho realiza um amplo painel da cultura do estado de Pernambuco. Presença essencial em qualquer estudo que vise compreender a realidade brasileira, Pernambuco teve e tem participação ativa em muitos momentos da vida cultural, política e econômica do Brasil, se sobressaindo na área cultural em todos seus aspectos.</p>
<p><strong>Sobre o equipamento cultural</strong></p>
<p>No sobrado nº 263 da Rua da União, hoje Espaço Pasárgada, Manuel Bandeira viveu parte da sua infância, dos seis aos dez anos. O casarão em estilo neoclássico, de propriedade do avô de Bandeira, inspirou vários de seus poemas. Em um deles, “Evocação do Recife”, Bandeira retrata a cidade a partir da ótica de uma criança que começa a descobrir o mundo.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Cine Pasárgada, com o filme &#8216;Pernambuco: As diversas identidades&#8217;, de Antonio Carrilho</strong><br />
Espaço Pasárgada (Rua da União, 263, Boa Vista – Recife – PE)<br />
Quinta (20) | 19h<br />
Gratuito<br />
Mais informações: (81) 3184 3165</p>
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		<title>Festivais e ações permanentes agitam fim de semana nos espaços culturais da rede estadual</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2014 17:10:59 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14079" aria-labelledby="figcaption_attachment_14079" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Manuela Galindo/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/5224445094_c7e8b52bd4_b.jpg"><img class="size-medium wp-image-14079" alt="Manuela Galindo/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/5224445094_c7e8b52bd4_b-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos museus mais visitados no Estado, o Museu do Barro de Caruaru destaca em suas coleções os principais polos de cerâmica popular da região</p></div>
<p>Até o próximo domingo (28), os equipamentos culturais da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) seguem com uma série de eventos importantes, a exemplo da 8ª Primavera dos Museus e do Festival Animage. Além disso, há ainda as exposições que já estavam em curso, como Diálogo Entre Barrocos, na Torre Malakoff, e Narrativas Poéticas, no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE). O público poderá conferir também espetáculos no Teatro Arraial e as atividades permanentes dos equipamentos, como o Escambo de Livros, no Espaço Pasárgada, o acervo do Museu de Arte Contemporânea, em Olinda, bem como ações de cultura popular na Casa da Cultura.</p>
<p><strong>Primavera dos Museus e outras exposições</strong></p>
<p>Os apreciadores da museologia e história do Estado podem visitar os cinco museus geridos pela Secult-PE/Fundarpe, todos com atividades ou acervos disponíveis ao público. Três deles, o Museu Regional de Olinda (MUREO), o Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE) e o Museu do Barro de Caruaru (MUBAC) participam da programação da 8ª Primavera dos Museus, um evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em mais de 760 instituições culturais do país.</p>
<p><strong>MUREO -</strong> Até o próximo domingo (28), o museu sedia a <em>Exposição Virtual de Fotografia</em>, com imagens de Rafael Bandeira, Aluísio Moreira, Débora Figueredo, Gaby Mendes e Flavio Japa, e curadoria de Luciano Borges. Além disso, o equipamento cultural recebe até 31 de outubro próximo o projeto<em> Interferência Poética – Poetizando o museu</em>, com a presença dos poetas Alexsandro Marcos, Regina Carvalho, Onildo Moreno, Mário Júnior e Edgar Diniz. A ação conta com poesias impressas e livros de poetas disponíveis ao público.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Museu-Regional-de-Olinda.jpg"><img class="size-medium wp-image-14074 aligncenter" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Museu-Regional-de-Olinda-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Além da programação da Primavera dos Museus, o Museu Regional de Olinda oferece diariamente ao público uma mostra permanente que propicia ao observador uma visão de uma casa pernambucana do século passado, além de contar com a mostra temporária <em>Os Mamulengos visitam o MUREO</em>, aberta ao público das 16h às 17h. A mostra é uma parceria com o Museu do Mamulengo e com curadoria de Luciano Borges e Marjones Pinheiro. A visitação ao MUREO pode ser feita de segunda a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos das 14h às 17h. A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>MASPE –</strong> Na sexta-feira (26), das 10h30 às 14h, o museu recebe o Bate Papo Bem-Te-Vi, uma ação sociocultural educativa direcionada para crianças e adolescentes de escolas públicas, ministrada pelos artistas Edgar Diniz e Elias Sultanum, que em um determinado momento praticarão ao vivo sua arte, poesia em cordel e pintura em imagem sacra.</p>
<div id="attachment_14179" aria-labelledby="figcaption_attachment_14179" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Maspe-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-14179" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Maspe-1-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Exposições, sessões de filmes, debates e atividades físicas compõem a programação do Maspe durante o evento</p></div>
<p>Outra atividade a ser realizada no Museu de Arte Sacra durante a Primavera dos Museus é o Cineclube Jardim Vai ao Museu-MASPE, que exibirá entre os dias 27 e 28 de setembro, às 10h30, os curtas <em>Olinda Tu És Arte – Badida</em>,<em> Mestre Vitalino</em> e <em>Zuleno</em>, filmes que contam a história de importantes personagens da cultura olindense. O projeto é uma parceria entre o Educativo MASPE e o Cineclube Jardim/ Atelier Mutirão de Cultura. A classificação é livre.</p>
<p>Além dessas exposições, o acervo fixo do MASPE, que começou a ser construído a partir de mais uma centena de peças cedidas pela Arquidiocese de Olinda e Recife, reúne objetos de culto como santos populares e de procissão, relicários, custódias e pinturas religiosas. O Museu de Arte Sacra de Pernambuco está aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h, e aos sábados e domingos das 10h às 14h. A entrada custa R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia).</p>
<p><strong>MUBAC –</strong> O equipamento receberá durante a 8ª Primavera dos Museus a mostra fotográfica <em>Pernambuco Vivo</em>. A exposição, aberta ao público até o dia 3 de novembro deste ano, apresenta uma amostra do patrimônio cultural vivo de Pernambuco, seus mestres e outras expressões culturais de relevância para o Estado.</p>
<p>Além disso, o Museu do Barro de Caruaru destaca em suas coleções os principais polos de cerâmica popular da região, enfatizando sua preservação e promoção. O acervo do museu é composto por cerca de 2.300 peças, entre cerâmica utilitária, decorativa, figurativa e ex-votos. A visitação ao espaço pode ser feita de segunda a sábado, das 8h às 17h. No domingo, das 9h às 13h. Os ingressos custam R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia).</p>
<p><strong>MEPE -</strong> Em paralelo, o Museu do Estado de Pernambuco, no bairro das Graças no Recife, continua até o dia 12 de outubro com a exposição <em>Narrativas Poéticas</em>. Além disso, neste próximo sábado (27) o MEPE volta com o projeto <em>Ouvindo e Fazendo Música no Museu</em>, às 17h, desta vez com trompetista Márcio Oliveira, que apresentará seu disco solo que está sendo produzido com recursos do Funcultura. O ingresso no Museu do Estado de Pernambuco custa R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia).</p>
<p><strong>MAC</strong> &#8211; Na Cidade Alta de Olinda, o Museu de Arte Contemporânea apresenta seu acervo além da exposição<em> Ora Bolas</em>, inspirada na Copa do Mundo de Futebol. A visitação na sexta-feira (26) pode ser feita das 9h às 17h, e no sábado (27) e domingo (28) das 14h às 17h. A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>Programação de cinéfilo</strong></p>
<p>O Cinema São Luiz, também no centro do Recife, continua com a programação da 6ª edição do festival Animage. Na sexta-feira (26) haverá uma Mostra Erótica e no sábado (27) será realizado o encerramento e premiação do festival de animação. Todas as sessões do Animage são gratuitas.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Cine-São-Luiz-Fundarpe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-13837 aligncenter" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Cine-São-Luiz-Fundarpe-2-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>O cinema também tem outros três filmes em cartaz no final de semana: <em>Como Treinar o Seu Dragão 2</em>, de Dean DeBlois, será exibido no sábado (27), às 14h, e domingo (28) em duas sessões, às 10h e 14h; <em>Amorosa Soledad</em>, de Martín Carranza e Victoria Galard, no sábado (27) e domingo (28), às 16h; e <em>Eu, Mamãe e os Meninos</em>, de Guillaume Gallienne, na sexta (26), sábado (27) e domingo (28), às 17h45. Os ingressos custam R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia).</p>
<p><strong>História do barroco e cultura popular</strong></p>
<p>Na ilha do Bairro do Recife, onde fica a Torre Malakoff, está instalada a exposição Diálogo Entre Barrocos, aberta ao público até o próximo dia 12 de outubro. A mostra apresenta detalhes do Barroco de Ouro Preto e Bom Jesus de Matosinhos, os quais eternizaram Aleijadinho como o Patrono das Artes no Brasil. A exposição é realizada numa parceria com o Instituo Cervantes Recife e conta ainda com conferências e uma classe in situ sobre o tema, marcadas para outubro. A entrada é gratuita.</p>
<p>Não distante dali, a Casa da Cultura, no centro do Recife, recebe novamente neste sábado (27) um ensaio do Maracatu Várzea do Capibaribe, às 15h, no Palco Nelson Ferreira (hall central). No mesmo dia, o Mestre Pirulito ministrará uma oficina sobre a história e características do maracatu, uma das manifestações populares mais conhecidas em Pernambuco. Além disso, na sexta-feira (26), às 18h, tem roda de capoeira com o Mestre do Vale. As duas atividades são abertas ao público.</p>
<p><strong>Teatro Arraial em dose dupla</strong></p>
<p>Na Rua da Aurora, o Teatro Arraial terá mais uma vez dois espetáculos durante o final de semana. Na sexta-feira (26) e no sábado (27), às 20h, o equipamento cultural continua com a peça adulta <em>25 Anos de Munganga com Mateus e Catirina</em>, da MC Produções e com direção de Alberto Braynner. Neste caso, os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Haru-A-Primavera-do-Aprendiz-Costa-Neto-Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-13875 aligncenter" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Haru-A-Primavera-do-Aprendiz-Costa-Neto-Fundarpe-607x395.jpg" width="607" height="395" /></a></p>
<p>Já no domingo (28), às 16h, o teatro recebe novamente a montagem infantil <em>Haru – A Primavera do Aprendiz</em>, com produção de Christianne Galdino e direção de Marcondes Lima. Entradas custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Os dois espetáculos fazem parte da seleção da Convocatória de Ocupação de Pautas do Teatro Arraial 2014.2, promovida pela Coordenadoria de Artes Cênicas da Secretaria de Cultura de Pernambuco. O objetivo é abrir espaço para a produção independente e estimular a formação de plateia no Estado.</p>
<p><strong>Incentivo à leitura</strong></p>
<p>No Espaço Pasárgada, na Rua da União, o público pode participar do projeto Escambo de Livros, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. A ideia é que os interessados levem um livro (que não pode ser didático nem religioso) ao local para em seguida trocar por um dos que estão no equipamento cultural. A participação neste projeto, que se repete continuamente de segunda a sexta, é gratuita.</p>
<p><strong>Confira abaixo a programação do equipamentos culturais da Secult-PE/Fundarpe:</strong></p>
<p><strong>Torre Malakoff</strong><br />
Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife – Recife – PE<br />
Exposição Diálogo Entre Barrocos<br />
Visitação até 12 de outubro<br />
Terça a sexta | 10h às 18h; Sábados| 15h às 18h; Domingos | 15h às 19h<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Casa da Cultura</strong><br />
Cais da Detenção, s/n, Santo Antônio, Recife – PE<br />
Roda de capoeira com Mestre do Vale<br />
Terças, quintas e sextas-feiras | 18h<br />
Ensaio do Maracatu Várzea do Capibaribe, com oficina de maracatu com o Mestre Pirulito<br />
Sábado (20) | 15h<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Espaço Pasárgada</strong><br />
Rua da União, 263, Boa Vista – Recife – PE<br />
Escambo de Livros<br />
Segunda a sexta | 9h às 17h<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Cinema São Luiz</strong><br />
Rua da Aurora, 175, Boa Vista – Recife &#8211; PE<br />
Festival Animage<br />
Sexta (26) e Sábado (27) | 20h<br />
Gratuito</p>
<p>Programação alternativa<br />
Como Treinar o Seu Dragão 2<br />
Sábado (27) | 14h; Domingo (28) | 10h e 14h<br />
Amorosa Soledad<br />
Sábado (27) e domingo (28) | 16h<br />
Eu, Mamãe e Os Meninos<br />
Sexta (26), Sábado (27) e domingo (28) | 17h45<br />
R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)</p>
<p><strong>Teatro Arraial</strong><br />
Rua da Aurora, 457, Boa Vista – Recife -PE<br />
25 anos de Munganga<br />
Teatro Arraial (Rua da Aurora, Boa Vista)<br />
Sexta (26) e sábado (27) | 20h<br />
R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)<br />
Haru &#8211; A Primavera do Aprendiz<br />
Domingo (28) | 16h<br />
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)<br />
(81) 3184 3057</p>
<p><strong>Museu de Arte Sacra (MASPE)</strong><br />
Rua Bispo Coutinho, 726, Alto da Sé – Olinda – PE<br />
Exposição permanente de arte sacra e popular<br />
Terça a sexta | 10h às 16h; Sábados e domingos | 10h às 14h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)</p>
<p>(Programação na 8ª Primavera dos Museus)<br />
Sexta (26) | 10h30 às 14h<br />
Ação Educativa Bate Papo Bem-te-vi, com os artistas Edgar Diniz e Elias<br />
Sultanum</p>
<p>Sábado (27) e domingo (28) | 10h30 às 13h30<br />
Cineclube Jardim vai ao museu com os filmes: Olinda Tu És Arte – Badida, Doc. Mestre Vitalino e Zuleno</p>
<p><strong>Museu Regional de Olinda (MUREO)</strong><br />
Rua do Amparo, 128, Amparo, Olinda – PE<br />
Exposição permanente com objetos e mobílias do século passado<br />
Terça a sexta – 9h às 17h; Sábado e domingo – 14h às 17h<br />
Gratuito</p>
<p>(Programação na 8ª Primavera dos Museus)<br />
Domingo (28) | 17h às 18h<br />
Encerramento com apresentação do projeto C.I.S.M.A, e participação do rapper<br />
Alex Sandro, o DJ Sandro Felix, André Aral e Edgar Diniz</p>
<p>Até domingo (28) | 9h às 17h<br />
Exposição virtual de fotografia, com fotos de Rafael Bandeira, Aluísio Moreira, Débora Figueredo, Gaby Mendes e Flavio Japa. Curadoria de Luciano Borges</p>
<p><strong>Museu do Barro de Caruaru (MUBAC)</strong><br />
Praça Cel. José de Vasconcelos, 100, Centro – Caruaru – PE<br />
Exposição permanente com acervo local e trabalhos de ceramistas da região<br />
Terça a sábado | 8h às 17h; Domingo | 9h às 13h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)</p>
<p>(Programação na 8ª Primavera dos Museus)<br />
Exposição Pernambuco Vivo<br />
Segunda (22) a 3 de novembro | 10h às 17h</p>
<p><strong>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)</strong><br />
Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife – PE<br />
Aberto para visitação, além da Exposição Narrativas Poéticas e do projeto Ouvindo e Fazendo Música no Museu, com o trompetista Márcio Oliveira<br />
Terça a sexta | 9h às 17h; Sábados e domingos | 14h às 17h<br />
*Ouvindo e Fazendo Música no Museu: Sábado (20) | 17h<br />
R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia)<br />
Rua 13 de maio, 149, Varadouro – Olinda &#8211; PE<br />
Aberto para visitação, com acervo do espaço e exposição do projeto Ora Bolas<br />
Terça a sexta | 9h às 17h; Sábado e domingo | 14h às 17h<br />
Gratuito</p>
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		<title>Equipamentos culturais da Secult-PE participam da Primavera dos Museus</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2014 17:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8ª Primavera dos Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) promove, de 22 a 28 de setembro, a 8ª edição da Primavera dos Museus, evento que envolve 761 museus e outras instituições culturais do país numa programação com mais de 2400 atividades, entre exposições, visitas guiadas, palestras e exibição de filme. Dentro desta proposta, três museus geridos pela Secretaria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14074" aria-labelledby="figcaption_attachment_14074" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Museu-Regional-de-Olinda.jpg"><img class="size-medium wp-image-14074" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Museu-Regional-de-Olinda-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">MUREO é um dos equipamentos da Secult-PE que participa da programação da 8ª Primavera dos Museus</p></div>
<p>O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) promove, de 22 a 28 de setembro, a 8ª edição da Primavera dos Museus, evento que envolve 761 museus e outras instituições culturais do país numa programação com mais de 2400 atividades, entre exposições, visitas guiadas, palestras e exibição de filme.</p>
<p>Dentro desta proposta, três museus geridos pela Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) abrem suas portas com programações especiais: O Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE), o Museu Regional de Olinda (MUREO), e o Museu do Barro de Caruaru (MUBAC).</p>
<p><strong>Arte Sacra e outras intervenções</strong></p>
<p>Durante a Primavera dos Museus, o MASPE sediará, de terça (23) até o dia 24 de outubro próximo, a exposição temporária<em> Mostra Coletiva Infinita Primavera</em>, dos artistas Ede Alves, Sandro Felix, Ivone Mendes, Michelle Martinez, Kate Queiroz, Simone Simonek, Milton Cosmus, André Aral, Eliana Leão, Regina Carvalho e Elias Sultanum.</p>
<div id="attachment_14077" aria-labelledby="figcaption_attachment_14077" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14459495693_6d9a76a663_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-14077" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14459495693_6d9a76a663_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O MASPE fica instalado na antiga Casa da Câmara, fundada por Duarte Coelho em 1537</p></div>
<p>Outra atividade a ser realizada no Museu de Arte Sacra durante a iniciativa é o Cineclube Jardim Vai ao Museu-MASPE, que exibirá entre os dias 27 e 28 de setembro, às 10h30, os curtas Olinda Tu És Arte – Badida, Mestre Vitalino e Zuleno, filmes que contam a história de importantes personagens da cultura olindense. O projeto é uma parceria entre o Educativo MASPE e o Cineclube Jardim/ Atelier Mutirão de Cultura. A classificação é livre.</p>
<p>Na sexta-feira (26), das 10h30 às 14h, o museu recebe o <em>Bate Papo Bem-Te-V</em>i, uma ação sociocultural educativa direcionada para crianças e adolescentes de escolas públicas, ministrada pelos artistas Edgar Diniz e Elias Sultanum, que em um determinado momento praticarão ao vivo sua arte, poesia em cordel e pintura em imagem sacra.</p>
<p>Ainda no MASPE, desta vez na quinta (25), às 14h, será realizada a ação <em>Museu Saudável</em>, iniciativa direcionada para adultos e a terceira idade no jardim do museu com aulas de Tai Chi Chuan ministradas pela instrutora Simone Simonek.</p>
<p>O Museu de Arte Sacra de Pernambuco fica instalado na antiga Casa da Câmara, fundada por Duarte Coelho em 1537, e já oferece ao público a exposição permanente <em>Coleções de Arte Sacra e Arte Popular</em>. A visitação ao MASPE pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h, e no sábado e domingo das 10h às 14h. A entrada custa R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia).</p>
<div id="attachment_14076" aria-labelledby="figcaption_attachment_14076" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/4767503861_04386624f5_b.jpg"><img class="size-medium wp-image-14076" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/4767503861_04386624f5_b-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Museu Regional de Olinda propicia ao observador uma visão de uma casa pernambucana do século passado</p></div>
<p><strong>Atividades no MUREO</strong></p>
<p>Para a Primavera dos Museus, o Museu Regional de Olinda receberá, de 22 a 28 de setembro, a <em>Exposição Virtual de Fotografia</em>, com imagens de Rafael Bandeira, Aluísio Moreira, Débora Figueredo, Gaby Mendes e Flavio Japa, e curadoria de Luciano Borges. Além disso, de 22 de setembro a 31 de outubro o equipamento cultural sedia o projeto <em>Interferência Poética – Poetizando o museu</em>, com a presença dos poetas Alexsandro Marcos, Regina Carvalho, Onildo Moreno, Mário Júnior e Edgar Diniz. A ação conta com poesias impressas e livros de poetas disponíveis ao público.</p>
<p>Ainda no MUREO, na terça-feira (23), das 10h às 11h, outra atividade será a <em>Leitura do Museu e Visita Guiada</em>, uma mediação direcionada aos alunos da Escola Estadual Guedes Alcoforado. Na quarta (24), às 15h, a poeta Regina Carvalho ministra a ação <em>Proseando no Museu</em>, com o tema <em>Museus Criativos</em>. No dia do encerramento, no domingo (28), às 17h, o público poderá conferir as apresentações dos grupos Electro Vitrola e Projeto C.I.S.M.A, com o rapper Alex Sandro e o DJ Sandro Felix. Cantor André Aral e o poeta Edgar Diniz.</p>
<p>Além da programação da Primavera dos Museus, o Museu Regional de Olinda oferece diariamente ao público uma mostra permanente que propicia ao observador uma visão de uma casa pernambucana do século passado, além de contar com a mostra temporária <em>Os Mamulengos visitam o MUREO</em>, aberta ao público das 16h às 17h. A mostra é uma parceria com o Museu do Mamulengo e com curadoria de Luciano Borges e Marjones Pinheiro. A visitação ao equipamento cultural pode ser feita de segunda a sexta, das 9h às 17h, e no sábado e domingo das 14h às 17h. A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>Primavera no Museu do Barro</strong></p>
<p>Além das mostras permanentes no local, o MUBAC receberá durante a Primavera dos Museus, a partir do dia 26 de setembro até o dia 3 de novembro a mostra fotográfica<em> Pernambuco Vivo</em>, onde será mostrado o patrimônio cultural vivo de Pernambuco, seus mestres e outras expressões culturais de relevância para o Estado.</p>
<div id="attachment_14079" aria-labelledby="figcaption_attachment_14079" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Manuela Galindo/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/5224445094_c7e8b52bd4_b.jpg"><img class="size-medium wp-image-14079" alt="Manuela Galindo/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/5224445094_c7e8b52bd4_b-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos museus mais visitados no Estado, o Museu do Barro de Caruaru destaca em suas coleções os principais polos de cerâmica popular da região</p></div>
<p>Além disso, o MUBAC destaca em suas coleções os principais polos de cerâmica popular da região, enfatizando sua preservação e promoção. O acervo do museu é composto por cerca de 2.300 peças, entre cerâmica utilitária, decorativa, figurativa e ex-votos.</p>
<p>Vale salientar que o Museu do Barro de Caruaru tem em exposição no seu acervo os trabalhos de seis patrimônios vivos de Pernambuco, tais como Zé Caboclo, Ernestina, Zé Rodrigues, Ana das Carrancas e Manuel Eudócio. A visitação ao espaço pode ser feita de segunda a sábado, das 8h às 17h. No domingo, das 9h às 13h. Os ingressos custam R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia).</p>
<p><strong>Confira a programação dos museus da Secult-PE/Fundarpe durante o Primavera dos Museus:</strong></p>
<p><strong>Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE)</strong><br />
Rua Bispo Coutinho, 726, Alto da Sé – Olinda &#8211; PE<br />
Terça a sexta | 10h às 16h; Sábados e domingos | 10h às 14h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)</p>
<p>Segunda (23) a 24 de outubro | 10h às 16h<br />
Mostra coletiva Infinita Primavera, com os artistas Ede Alves, Sandro Felix, Ivone Mendes, Michelle Martinez, Kate Queiroz, S. Simonek, M. Cosmus, André Aral, Eliana Leão, Regina C e Elias S.</p>
<p>Quarta (25) | 14h<br />
Museu Saudável &#8211; Atividade oriental Tai chi chuan, com Simone Simonek</p>
<p>Quinta (26) | 10h30 às 14h<br />
Ação Educativa Bate Papo Bem-te-vi, com os artistas Edgar Diniz e Elias<br />
Sultanum</p>
<p>Sábado (27) e domingo (28) | 10h30 às 13h30<br />
Cineclube Jardim vai ao museu com os filmes: Olinda Tu És Arte – Badida, Doc. Mestre Vitalino e Zuleno</p>
<p>Exposição permanente de arte sacra e popular</p>
<p><strong>Museu Regional de Olinda (MUREO)</strong><br />
Rua do Amparo, 128, Amparo, Olinda – PE<br />
Terça a sexta | 9h às 17h; Sábado e domingo | 14h às 17h<br />
Gratuito</p>
<p>Até o dia 30 de outubro | 16h às 17h<br />
Exposição Mamulengos e Bonecos visitam o MUREO, com curadoria de Luciano Borges e Marjones Pinheiro</p>
<p>Terça (23) a domingo (28) | 9h às 17h<br />
Exposição virtual de fotografia, com fotos de Rafael Bandeira, Aluísio Moreira, Débora Figueredo, Gaby Mendes e Flavio Japa. Curadoria de Luciano Borges</p>
<p>Terça (23) | 9h às 17h<br />
Intervenção Poética com Alexsandro Marcos, Regina Carvalho, Onildo Moreno, Mário Júnior e Edgar Diniz</p>
<p>Terça (23) | 10h às 11h<br />
Visita guiada com escolas de Olinda</p>
<p>Quarta (24) | 15h às 16h<br />
Mesa Redonda Proseando no MUREO, com a escritora Regina Carvalho e o tema Museus Criativos. Coordenação da mesa: Luciano Borges</p>
<p>Domingo (28) | 17h às 18h<br />
Encerramento com apresentação do projeto C.I.S.M.A, e participação do rapper<br />
Alex Sandro, o DJ Sandro Felix, André Aral e Edgar Diniz</p>
<p>Exposição permanente com objetos e mobílias do século passado</p>
<p><strong>Museu do Barro de Caruaru (MUBAC)</strong><br />
Praça Cel. José de Vasconcelos, 100, Centro – Caruaru – PE<br />
Terça a sábado | 8h às 17h; Domingo | 9h às 13h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)</p>
<p>Exposição Pernambuco Vivo<br />
Segunda (22) a 3 de novembro | 10h às 17h</p>
<p>Exposição permanente com acervo local e trabalhos de ceramistas da região</p>
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