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	<title>Portal Cultura PE &#187; Selo Quero Cultura</title>
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		<title>Fóruns nacionais de gestores culturais lançam movimento &#8220;Quero Cultura&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Aug 2017 19:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-53010" alt="Secult-DF" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/FORUM-SECRETARIOS-DE-CULTURA-607x405.jpg" width="607" height="405" /></p>
<p>Reunidos durante esta segunda e terça, na Biblioteca Nacional de Brasília, o Fórum Nacional de Secretários de Estado e Dirigentes de Cultura e o Fórum Nacional de Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e Municípios Associados lançaram o Manifesto e a campanha Quero Cultura. O manifesto, representando mais de 50 das maiores autoridades da gestão cultural do Brasil de todas as regiões, se coloca a favor do desenvolvimento cultural brasileiro e pela integridade do Ministério da Cultura. O atual Ministro da Cultura também recebeu o documento ao final do Encontro.</p>
<p>O Secretário de Cultura de Pernambuco, Marcelino Granja destacou a unidade de ação dos Fóruns de Secretários de Cultura dos Estado e das Capitais. “O encontro reafirma o lugar estratégico das politicas públicas de cultura como parte de um projeto de desenvolvimento da Nação soberana, democrática e inclusiva socialmente”, coloca Marcelino. Ele destaca ainda que o movimento representa a luta dos gestores de Cultura do país pela integridade do MinC e das politicas públicas de cultura, simbolizada pelo lançamento do movimento e selo “Quero Cultura&#8221; para unir e mobilizar a sociedade brasileira em defesa da manutenção das politicas publicas de cultura como questão de Estado.</p>
<p>Presidente do Fórum Nacional de Gestores das Capitais e Municípios, Vinicius Palmeira, acredita que é importante que o MinC se sensibilize para as reivindicações de quem está fazendo gestão cultural na ponta, nos estados e municípios. &#8220;Estamos no dia a dia com aqueles que lutam e sentem cultura na alma. Trazemos esta mensagem de vivacidade preocupados com o destino da cultura do nosso país, tão ameaçado. Estamos aqui porque temos esperança de que podemos avançar&#8221;, disse.</p>
<p>Para o presidente do Fórum de Secretários de Cultura, Fabiano Piúba, esta reunião dos fóruns mostra grande articulação politica e institucional para o fortalecimento de ações integradas de cultura para o âmbito nacional. &#8220;Buscamos intercâmbios e sinergias para aprimorar as políticas mas também para uma interlocução com o MinC em uma via de mão dupla: como podemos pautá-lo e como o ministério pode nos pautar de temas relevantes. Foi assim que chegamos à construção deste documento, para avançarmos nos temas mais caros à cultura do pais&#8221;, reforçou.</p>
<p>Entre os pontos destacados na carta estão a regularização do Sistema Nacional de Arte e Cultura e do programa Cultura Viva (os pontos e pontões de cultura), além do PAC Cidades Históricas. Também estão na pauta de preocupações dos dirigentes de cultura a consolidação de políticas de produção, renovação da Lei do Audiovisual e apoio ao Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) para a gestão pública da cultura com abertura à participação social.</p>
<p><b> </b><b> </b></p>
<p><b>QUERO CULTURA</b></p>
<p><b>Manifesto em defesa das políticas culturais</b></p>
<p>Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura</p>
<p>Fórum Nacional de Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e Municípios Associados</p>
<p><em>A Cultura tem papel central no desenvolvimento do País e não pode ser política suplementar e secundária. É neste sentido que o fortalecimento de políticas culturais coloca-se como pauta prioritária para todos os entes federados. Tais políticas estimulam o pensamento crítico e inventivo dos brasileiros, valorizam a cidadania, a diversidade e a identidade de nosso povo, necessárias à construção de um processo de democratização efetiva do país, ao fortalecimento da soberania nacional.</em></p>
<p><em>O Ministério da Cultura é fundamental para a construção de um País cidadão. Organizar o Sistema Nacional de Cultura nos 26 estados, no Distrito Federal e nos 5.570 municípios no Brasil, por exemplo, é um dos desafios consistentes que temos pela frente. Juntos temos o compromisso com a democratização e gestão republicana dos mecanismos de financiamento, a definição clara das atribuições dos entes federados, a consolidação do Sistema Nacional de Cultura, a avaliação da primeira versão do Plano Nacional de Cultura (que vence no prazo de 2020) e construção da sua segunda versão (2021-2031).</em></p>
<p><em>O Ministério da Cultura passa por um processo de desmonte e desconstrução que fragilizam a sua estrutura. Os cortes orçamentários que foram de 43%, nos últimos meses, são imorais e inconstitucionais. O artigo 216-A da Constituição Federal, que institui o Sistema Nacional de Cultura, determina, em seu parágrafo primeiro, inciso XII, que haja uma &#8220;ampliação progressiva dos recursos contidos nos orçamentos públicos para a cultura&#8221;, e não sua redução. Esse artigo tem sido constantemente ignorado e desrespeitado.</em></p>
<p><em>A manutenção do MinC na estrutura do Governo ocorreu em função da mobilização e pressão dos movimentos e coletivos artísticos e culturais e toda a sociedade, mais do que uma determinação política e estratégica do Governo. A existência do Ministério da Cultura é uma questão de Estado.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><b>Isto posto, defendemos os seguintes pontos:</b></p>
<p>1. Integralidade do Ministério da Cultura e fortalecimento do diálogo com a sociedade civil e com os fóruns nacionais de dirigentes de cultura dos estados e municípios;</p>
<p>2. Fortalecimento do perfil técnico do Ministério da Cultura e a valorização dos servidores de carreira;</p>
<p>3. Regulamentação do Sistema Nacional de Cultura;</p>
<p>4. Cumprimentos contratuais dos objetos firmados em torno dos convênios entre o MinC e os órgãos gestores de cultura em âmbito estadual e municipal:</p>
<p>a) Programa Cultura Viva/Pontos de Cultura</p>
<p>b) Edital Economia Criativa</p>
<p>c) Editais do Sistema Nacional de Cultura</p>
<p>d) Emendas parlamentares</p>
<p>e) PAC das Cidades Históricas</p>
<p>f) Programa Cinema Perto de Você, da Ancine</p>
<p>g) Arranjos Regionais, da Ancine</p>
<p>h) Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC) e Mapas da Cultura</p>
<p>5. Consolidação das políticas de produção regionalizada de conteúdo artístico;</p>
<p>6. Renovação da Lei do Audiovisual;</p>
<p>7. Criação de legislação nacional alternativa à Lei 8666/1993 para promover a desburocratização dos processos de contratações artísticas e serviços culturais e demais instrumentos de transferência de recursos;</p>
<p>8. Apoio ao uso das inovações já trazidas pela legislação do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil – MROSC (Lei 13019 de 2014) na gestão pública cultural, como ferramenta de promoção da participação social na gestão de equipamentos públicos de cultura e na execução de políticas públicas voltadas à fruição de direitos culturais;</p>
<p>9. Apoio ao uso das inovações já trazidas pela legislação do Programa Cultura Viva, como ferramenta de fortalecimento dos pontos e pontões de cultura em todo o Brasil, voltada à promoção da cidadania e diversidade cultural.</p>
<p>A maior parte do mundo caminha para pensa a cultura como estratégica para o desenvolvimento das nações. O Brasil não pode caminhar num sentido diferente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Brasília, 29 de agosto de 2017</p>
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