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	<title>Portal Cultura PE &#187; Semana Arte Mulher</title>
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		<title>Semana Arte Mulher ocupa o Cinema São Luiz</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2018 15:15:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Arte Mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[O Cinema São Luiz, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, abrigará nos próximos dias a programação da 2ª Semana Arte Mulher. Com diversas ações culturais, como exibições de filmes, oficinas, exposições, performances, debates, reflexões e espetáculos, o evento busca estabelecer diálogo vivo e direto entre o povo e a arte criada e executada por mulheres. Para isso, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58279" aria-labelledby="figcaption_attachment_58279" class="wp-caption img-width-599 alignnone" style="width: 599px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/semana-arte-mulher-cinema-sao-luiz.png"><img class="size-full wp-image-58279" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/semana-arte-mulher-cinema-sao-luiz.png" width="599" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Além da exibição de filmes, a segunda edição do evento contará com oficinas, exposições, performances, debates, reflexões e espetáculos</p></div>
<p>O Cinema São Luiz, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, abrigará nos próximos dias a programação da 2ª <a href="http://www.semanaartemulher.com/" target="_blank"><strong>Semana Arte Mulher</strong></a>. Com diversas ações culturais, como exibições de filmes, oficinas, exposições, performances, debates, reflexões e espetáculos, o evento busca estabelecer diálogo vivo e direto entre o povo e a arte criada e executada por mulheres. Para isso, utiliza as manifestações artísticas como meio de convívio, diversão e denúncia, de forma que a palavra, o texto, a música, a expressão e a imagem corporificada de cada artista possam criar um elo maior da mulher com a população.</p>
<p>Segundo o coordenador-geral da Semana Arte Mulher, Pedro Castro, a programação envolve artistas preocupadas com o discurso da arte corporal e existencial. <em>&#8220;O que as move, em princípio, é acreditar na capacidade de mudança que a arte possibilita. A SAM chega com esse propósito de viver de perto os sentimentos de cada artista, assim como de proporcionar ao público ações de teatro, dança, circo, música, artesanato, cultura popular, literatura, cinema e artes plásticas de suma importância para a vida sociocultural e educacional de um povo&#8221;</em>, diz o produtor. O evento conta com apoio do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio da Secult-PE/Fundarpe e da Secretaria da Mulher.</p>
<p>Nesta edição, as atividades estão descentralizadas e espalhadas por cinco polos no Recife: Cinema São Luiz (Polo Audiovisual), Teatros Apolo e Hermilo (Complexo Centro Apolo-Hermilo), Morro da Conceição (Polo de Todas as Artes), Parque da Jaqueira (Polo das Crianças) e Compaz Alto Santa Terezinha, com 95% das atrações de acesso gratuito ao público. Confira <a href="http://www.semanaartemulher.com/#programacao" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todas as ações culturais da Semana da Mulher e, abaixo, os filmes que serão exibidos gratuitamente no São Luiz, sob a curadoria de Ruth Pinho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sessão 1, segunda-feira (5/3), às 8h30</strong></span></p>
<p>Diretora convidada: Brenda Lígia Miguel<br />
Cineclubista: Íris Regina &#8211; Cineclube Bamako de Recife/Olinda<br />
Duração: 53min</p>
<p><strong>O Dia de Jerusa (SP)</strong><br />
Direção: Viviane Ferreira<br />
Ficção, 20min, 2014, livre<br />
Bixiga, coração de São Paulo. Jerusa, moradora de um sobrado envelhecido pelo tempo, recebe Silvia, uma pesquisadora de opinião que circula pelo bairro convencendo as pessoas a responderem questionários para uma pesquisa de sabão em pó.</p>
<p><strong>Lápis de Cor (BA)</strong><br />
Direção: Larissa Fulana de Tal<br />
Documentário, 13min, 2014, livre<br />
A representação racial no universo infantil e a maneira como o padrão de beleza eurocêntrico afeta a autoimagem e autoestima de crianças negras, revelando a ação silenciosa do racismo.<br />
O documentário faz referência à cor de lápis conhecida como “cor de pele”, que, na verdade, é de tonalidade bege. É essa cor que as crianças utilizam para representar a si mesmas e as pessoas do seu convívio, compondo, nos desenhos, um fenótipo de pessoas brancas – olhos claros, cabelos louros e pele bege -, mesmo quando são negras.</p>
<p><strong>Òrun Àiyé &#8211; A Criação do Mundo (BA)</strong><br />
Direção: Cintia Maria e Jamile Coelho<br />
Animação, 12min, 2015, livre<br />
O vovô Bira narra para a sua neta Luna como os deuses africanos Olodumaré, Orunmilá, Oduduwa, Oxalá, Nanã e Exú interagem para criar a Terra e os seres humanos.</p>
<p><strong>Rabutaia (PE)</strong><br />
Brenda Lígia Miguel<br />
Documentário, 8min, 2014, livre<br />
Um mergulho no caldeirão de memórias de Gilson Silva, que, nos anos 70, usava black power ao som de Michael Jackson.<br />
Enfrentou racismo e cicatrizes com trabalho, estudo e amor pela família, que reverencia o símbolo pátrio com samba e festa na cadência do povo. É pura linguagem e política.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sessão 2, segunda-feira (5/3), às 10h30</strong></span></p>
<p>Diretora convidada: Natália Lima<br />
Cineclubista: Anina Dias – Cineclube Cidadania (Recife)<br />
Duração: 47min</p>
<p><strong>De Castigo (SP)</strong><br />
Direção: Helena Ungaretti<br />
Ficção, 20min, 2014, livre<br />
Felipe é obrigado a passar suas tardes com tia Guta.</p>
<p><strong>Vento (RS)</strong><br />
Direção: Betânia Furtado<br />
Animação, 14min, 2016, livre<br />
Uma garrafa com uma mensagem desperta em Gabriel, um garoto solitário, a vontade de aprender a ler e descobrir que o sonho pode estar mais perto do que se imagina.</p>
<p><strong>O Voo (SP)</strong><br />
Direção: Manoela Ziggiatti<br />
Documentário, 11min, 2015, livre<br />
Aos 3 anos, Vitor veste sua capa e está pronto para voar. Em um diálogo entre mãe e filho, o nascimento da consciência infantil.<br />
O amor media a passagem entre o mundo infinito do desejo e da fantasia e o mundo finito do medo e da racionalidade.<br />
Apenas o amor é capaz de ligar esses dois mundos para nunca mais separá-los. Tudo o que se torna possível depois que esses dois mundos são ligados é quase igual ao que chamamos de impossível.</p>
<p><strong>Dia Um (PE)</strong><br />
Direção: Natália Lima<br />
Animação, 2min, 2017, livre<br />
A superlotação do planeta e a devastação ambiental forçam os grandes líderes a se unirem para construir as Arcas Espaciais, naves gigantescas que levam os seres humanos para o Espaço em busca de outro lar. Uma lei determina que apenas os mais jovens podem desbravar este novo mundo e dar continuidade à espécie – os idosos morrerão junto ao planeta Terra, que será destruído após a decolagem da última Arca Espacial.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sessão 3, quarta-feira (7/3), às 8h30</strong></span></p>
<p>Diretoras convidadas: Chia Beloto e Manuela Andrade<br />
Cineclubista: Claudia Roseane – Cineclube Vivarte (Pesqueira)<br />
Duração: 42min</p>
<p><strong>Em Busca da Terra Sem Males (RJ)</strong><br />
Direção: Anna Azevedo<br />
Documentário, 15min, 2017, livre<br />
Nos arredores da cidade do Rio de Janeiro, um grupo indígena sem terra ergue uma pequena aldeia. Ali, crianças crescem entre as antigas tradições, como a língua guarani e a cultura urbana. Mas há o medo de serem expulsos de lá e, outra vez, terem de sair em busca da “terra sem males”.</p>
<p><strong>Fazenda Rosa (PE)</strong><br />
Direção: Chia Beloto<br />
Animação, 9min, 2017, livre<br />
Erasto Vasconcelos, o poeta da percepção da vida, de como ela é tão bem usada neste nosso planeta, faz eco da “pernambucaneidade” do que nos rodeia, dos bichos do dia e da noite, dos peixes do rio, dos pássaros, dos bichos do mangue, das árvores e suas frutas, do que se planta para comer, das personagens que nos cantam e das cantigas de roda.</p>
<p><strong>Fantasia de Índio (PE)</strong><br />
Direção: Manuela Andrade<br />
Documentário, 18min, 2017, 12 anos<br />
Desde criança, ouvia minha mãe falar da nossa ascendência indígena. Há duas décadas, meu tio foi ao encontro dos xukurus à procura de rastros do passado. Resolvi dar continuidade a essa busca.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sessão 4, quarta-feira (7/3), às 10h30</strong></span></p>
<p>Diretoras convidadas: Erlânia Nascimento e Úrsula Freire<br />
Cineclubista: Natália Lopes – Fazendo Milagres Cineclube<br />
(Olinda)<br />
Duração: 38min</p>
<p><strong>Bambas (SP)</strong><br />
Direção: Anna Furtado<br />
Documentário, 20min, 2017, livre<br />
O curta dá voz a mulheres sambistas de São Paulo de diferentes idades, classes e ideias, desenhando um panorama da vida delas e mostrando as dificuldades e situações que o samba impõe às que se aventuram em suas rodas.</p>
<p><strong>As Minas do Rap (SP)</strong><br />
Direção: Juliana Vicente<br />
Documentário, 14min, 2015, livre<br />
Através de artistas como Negra Li e Karol Conka, é narrada a vida de mulheres ligadas ao hip hop e o histórico feminino dentro do movimento.</p>
<p><strong>Lia de Camaragibe (PE)</strong><br />
Direção: Erlânia Nascimento e Úrsula Freire<br />
Clipe, 4min, 2017, livre<br />
Lia de Camaragibe é uma mulher que se divide em muitas.<br />
Essas várias Lias são compostas no videoclipe.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sessão 5, quarta-feira (7/3), às 14h30</strong></span></p>
<p>Roterista convidada: Sara Brito<br />
Cineclubista: Elaine Gomes – Centro Cultural Casa Coletivo<br />
(Olinda)<br />
Duração: 52min</p>
<p><strong>Sesmaria (RS)</strong><br />
Direção: Gabriela Richter Lamas<br />
Ficção, 23min, 2015, livre<br />
Durante 50 anos como fumicultores em Sesmaria, Wilhelm e Hilda não deixaram de colher nenhuma safra. Neste ano, Wilhelm não plantará. O que mais, além da vida, se leva com a morte?</p>
<p><strong>Exília (PE)</strong><br />
Direção: Renata Claus<br />
Documentário, 24min, 2015, livre<br />
Dona Bernadete visita Dona Leriana, sua antiga vizinha na ilha de Tatuoca.</p>
<p><strong>Comida que Alimenta (PE)</strong><br />
Roteiro: Sara Brito<br />
Direção e animação: Ianah Maia<br />
Animação, 5min, 2015, livre<br />
Através da conversa de uma criança com um agricultor, o curta trata de questões como os problemas causados à saúde pelo consumo de agrotóxicos e dos produtos transgênicos. Também da importância de se valorizar a produção local, o comércio.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sessão 6, quarta-feira (7/3), às 16h30</strong></span></p>
<p>Diretoras convidadas: Cecília da Fonte e Priscila Guedes<br />
Cineclubista: Daniele França – Cineclube VouVer Filmes (Recife)<br />
Duração: 64min</p>
<p><strong>O Amor é Foda (Brasil/Portugal)</strong><br />
Direção: Priscila Guedes<br />
Ficção, 5min, 2015, 12 anos<br />
José é um ex-cego que recupera a visão após uma cirurgia. Maria, sua bela amada, retira o curativo daqueles olhos dos quais tanto já desejou ser vista. Ela tem esperanças. Ele queria muito voltar a ver, mas não contava que a vida tivesse mudado tanto desde as últimas imagens vistas e guardadas na memória. Ela nunca imaginou que ele tomasse uma atitude tão drástica para apaziguar o seu novo olhar diante do mundo. O amor é fudido.</p>
<p><strong>Sem Você a Vida é uma Aventura (SP)</strong><br />
Direção: Alice Andrade Drummond<br />
Ficção, 25min, 2015, livre<br />
Hoje, Amanda só queria ir à praia.</p>
<p><strong>No Seu Lugar (SP)</strong><br />
Direção: Mariana Gorotti<br />
Ficção, 16min, 2014, livre<br />
Laura, uma menina de 9 anos, busca compreender a recente perda de visão de seu avô. Enquanto a família passa por uma fase de adaptação, ela experimenta novas situações que a aproximarão dele.</p>
<p><strong>Sexta Série (PE)</strong><br />
Direção: Cecília da Fonte<br />
Ficção, 18min, 2013, 10 anos<br />
Um dia na vida de Clarice e Ana, duas amigas da sexta série.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sessão 7, quinta-feira (8/3), às 8h30</strong></span></p>
<p>Diretoras convidadas: Gabi Saegesser e Tila Chitunda<br />
Cineclubista: Beth de Oxum – Cineclube Macaíba (Olinda)<br />
Duração: 68min</p>
<p><strong>De Tanto Olhar o Céu Gastei Meus Olhos (MS)</strong><br />
Direção: Nathália Tereza<br />
Ficção, 25min, 2017, 10 anos<br />
O pai de Luana e Wagner envia uma carta após anos de abandono. Wagner acredita que o pai pode ter mudado. Luana não.</p>
<p><strong>Travessia (RJ)</strong><br />
Direção: Safira Moreira<br />
DOCumentário, 5min, 2017, livre<br />
Utilizando uma linguagem poética, Travessia parte da busca pela memória fotográfica das famílias negras e assume uma postura crítica e afirmativa diante da quase ausência e da estigmatização<br />
da representação do negro.</p>
<p><strong>Iluminadas (PE)</strong><br />
Direção: Gabi Saegesser<br />
Documentário, 13min, 2016, 12 anos<br />
Luz, sombra, mistério.</p>
<p><strong>FotogÁfrica (PE)</strong><br />
Direção: Tila Chitunda<br />
Documentário, 25min, 2016, 12 anos<br />
Dona Amélia é uma angolana refugiada de guerra que recomeçou a vida em Olinda. A partir do seu mural de fotografias, a sua filha brasileira vai em busca das raízes, dividida entre as memórias da família e as manifestações de origem africana que encontra pelo caminho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sessão 8, quinta-feira (8/3), às 10h30</strong></span></p>
<p>Diretoras convidadas: Kátia Mesel e Mery Lemos<br />
Cineclubista: Gabriela Monteiro – Cineclube Tela da Mata (Nazaré<br />
da Mata)<br />
Duração: 49min</p>
<p><strong>Sulanca (PE)</strong><br />
Direção: Kátia Mesel<br />
Documentário, 14min, 1986, livre<br />
A vida das costureiras de Santa Cruz do Capibaribe. Lá não existe miséria, fome ou desemprego.</p>
<p><strong>Geisiely com Y (PE)</strong><br />
Direção: Mery Lemos<br />
Ficção, 15min, 2017, 12 anos<br />
Baseado no conto homônimo da escritora Ezter Liu, o filme conta a trajetória de uma mulher agredida, física e psicologicamente,através da ótica da policial que faz seu atendimento. Geisiely, como tantas outras, é uma mulher que procura no fundo dos fatos alguma dignidade.</p>
<p><strong>Não Tem Só Mandacaru (PE)</strong><br />
Direção: Tauana Uchôa<br />
Documentário, 20 min, 2016, livre<br />
Diante de um Nordeste estereotipado, o documentário mostra a riqueza cultural da região, destacando poetas tradicionais e emergentes da cidade de São José do Egito.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sessão 9, sexta-feira (9/3), às 8h30</strong></span></p>
<p>Diretoras convidadas: Mape – Barbara Hostin, Gil, Júlia Karam,<br />
Jornalista convidada: Carol Almeida<br />
Juliana Trevas, Maria Cardozo, Roberta Garcia, Sylara Silvério<br />
Cineclubista: Juliana Casanova – Cineclube Alumia (Recife)<br />
Duração: 55min</p>
<p><strong>Do Portão pra Fora (SP)</strong><br />
Direção: Letícia Bina<br />
Documentário, 16min, 2016, 12 anos<br />
Jaqueline recomeça a vida no lugar onde cresceu. Em pouco menos de um ano da saída da prisão, tornou-se mãe pela segunda vez e hoje divide seu tempo entre o trabalho e os cuidados do lar.</p>
<p><strong>A Mão que Afaga (SP)</strong><br />
Direção: Gabriela Amaral Almeida<br />
Ficção, 19min, 2012, livre<br />
No aniversário de 9 anos de seu único filho, operadora de telemarketing planeja uma festa que tem poucas chances de dar<br />
certo.</p>
<p><strong>Cores Femininas (PE)</strong><br />
Direção: Barbara Hostin, Gil, Júlia Karam, Juliana Trevas, Maria<br />
Cardozo, Roberta Garcia, Sylara Silvério<br />
Documentário, 20 minutos, 2017, livre<br />
Em outubro de 2016, o Mape (Mulheres do Audiovisual de Pernambuco) registra o encontro “Cores femininas”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sessão 9, sexta-feira (10/3), às 10h30</strong></span><br />
Diretora convidada: Tuca Siqueira<br />
Cineclubista: Claudia Oliveira – Cineclube Avalovara (Vitória de<br />
Santo Antão)<br />
Duração: 58min</p>
<p><strong>Confete (RJ)</strong><br />
Direção: Jo Serfaty e Mariana Kaufman<br />
Documentário, 15min, 2012, livre<br />
Confete se desloca com os corpos através do tempo suspenso nas cores e sons do Carnaval. O filme percorre o caminho do confete, desde a fábrica até o chão das ruas do Rio de Janeiro na Quarta de Cinzas.</p>
<p><strong>O Quebra Cabeça de Tarik (MG)</strong><br />
Direção: Maria Leite<br />
Animação, 19min, 2015, livre<br />
O cientista Tarik está bem velho, mas nem cogita a possibilidade de morrer. Se partes do seu corpo já não resistem ao tempo, ele adapta máquinas que as substituam. Em seu laboratório subterrâneo, Tarik se prepara para receber a peça fundamental do seu grande projeto de vida.</p>
<p><strong>Mata Norte (PE)</strong><br />
Direção: Tuca Siqueira<br />
Documentário, 24min, 2015, 12 anos<br />
A fábrica da Fiat trouxe a promessa de desenvolvimento sem precedentes para o município de Goiana, na Zona da Mata Norte pernambucana. O filme confronta tradição do folclore indígena local com o novo processo de industrialização. O futuro veio mesmo para redimir os goianenses ou trouxe uma nova roupagem para a velha exploração?</p>
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