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	<title>Portal Cultura PE &#187; Semiárido</title>
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		<title>Potência e riqueza da Caatinga são temas da série documental “Natureza Forte”</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2025 17:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117892" aria-labelledby="figcaption_attachment_117892" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Natureza-Forte-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-117892" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Natureza-Forte-1-607x458.jpg" width="607" height="458" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: divulgação</p></div>
<p dir="ltr">A segunda temporada da série documental &#8220;Natureza Forte&#8221; está no ar, levando aos espectadores uma visão inspiradora e inovadora do Semiárido Brasileiro. Exibida às sextas-feiras, às 22h, no Canal Futura, e com todos os episódios disponíveis no Globoplay, a produção revela a inventividade e a força das comunidades pernambucanas que convivem harmoniosamente com a Caatinga, único bioma exclusivamente brasileiro. Realizada pela Abajur Soluções, em coprodução com a WW Filmes, a obra conta com o incentivo do Fundo Setorial do Audiovisual &#8211; FSA/ANCINE, por meio do 14º Edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de Pernambuco &#8211; Funcultura/FUNDARPE 2020/2021.</p>
<p dir="ltr">Desta vez, a série adentra as fronteiras mais extremas do sertão nordestino, abordando temas como cultura, educação, sustentabilidade, tradição, agricultura, empreendedorismo e igualdade de gênero. Com imagens e narrativas emocionantes, &#8220;Natureza Forte&#8221; apresenta histórias reais de superação, protagonismo e amor pela terra e pela arte, desconstruindo estereótipos e revelando um sertão criativo e plural. Para os realizadores, contar as próprias histórias, a partir das vozes de artistas, agricultores, mestres da cultura e empreendedores locais, é um gesto político e afetivo de afirmação da identidade sertaneja.</p>
<p dir="ltr">Dirigida por Geisla Fernandes, Fernando Pereira e Wllyssys Wolfgang, a segunda temporada foi captada após uma extensa viagem pelo interior de Pernambuco. &#8220;Foram mais de três mil quilômetros rodados, conhecendo histórias que mostram a inventividade do sertanejo e sua forma única de conviver com a Caatinga&#8221;, relata Wllyssys Wolfgang, diretor da série e da WW Filmes.</p>
<p dir="ltr">Geisla Fernandes, também diretora, destaca a diversidade de personagens retratados. &#8220;São histórias de artistas, agricultores, empreendedores que transformam seus ofícios em exemplos de superação e resistência. Essa série revela um outro lado do sertão, pouco conhecido fora da região, mas que merece ser celebrado”, ressalta.</p>
<p dir="ltr">A equipe por trás dessa jornada também inclui Camila Rodrigues (produtora executiva), Byanquera (assistente de direção), Robério Brasileiro (diretor de fotografia), Jota Souza (assistente de fotografia), Pedro Lacerda (produtor), Wyvys Reis (coordenador de logística), Wanderson Oliveira (still e assistente de produção) e Guterres (técnico de som).</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>&gt; “Natureza Forte” I 2ª temporada</strong></p>
<p dir="ltr">Sinopse: “Natureza Forte” retrata a força, criatividade e diversidade dos sertanejos na Caatinga, com histórias de superação que revelam a resiliência do Semiárido Brasileiro.</p>
<p dir="ltr">Onde assistir: Canal Futura (às sextas-feiras, 22h) e Globoplay (todos os episódios disponíveis)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Livro Arte Indígena em Pernambuco é lançado na terra indígena Entre Serras Pankararu, em Petrolândia</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 18:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O livro Arte Indígena em Pernambuco: Da Natureza Sagrada às Peças da Nossa Cultura Material é lançado durante o Encontrão da Comissão de Professores/as Indígenas de Pernambuco (Copipe), realizado desta segunda (18) até quinta-feira (21), no município de Petrolândia, na terra indígena Entre Serras Pankararu, no Sertão pernambucano. De autoria coletiva, a publicação envolve mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114521" aria-labelledby="figcaption_attachment_114521" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mirah Ateliê de Ideias/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/XucuruOroruba-IMG_5777-mirah.ideias.jpg"><img class="size-medium wp-image-114521" alt="Mirah Ateliê de Ideias/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/XucuruOroruba-IMG_5777-mirah.ideias-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Arte indígena xukuru de ororubá</p></div>
<p>O livro <em>Arte Indígena em Pernambuco: Da Natureza Sagrada às Peças da Nossa Cultura Material</em> é lançado durante o Encontrão da Comissão de Professores/as Indígenas de Pernambuco (Copipe), realizado desta segunda (18) até quinta-feira (21), no município de Petrolândia, na terra indígena Entre Serras Pankararu, no Sertão pernambucano. De autoria coletiva, a publicação envolve mais de cem professoras e professores indígenas de arte e lideranças indígenas do Estado, com organização de Eliene Amorim de Almeida, Lara Erendira Almeida de Andrade e Manuela Schillaci.</p>
<p>A obra inédita é uma realização da Comissão de Professores/as Indígenas de Pernambuco (Copipe), com incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco. O projeto se destaca por envolver diversos povos indígenas do Semiárido brasileiro. A edição impressa do livro, com tiragem de 1 mil exemplares, será distribuída para escolas indígenas de Pernambuco. A publicação também está disponível ao público gratuitamente, em formato de e-book com audiodescrição por meio do <a title="Copipe" href="https://copipeedu.wixsite.com/copipe" target="_blank"><strong>site oficial</strong></a>.</p>
<p>O livro é resultado de uma ampla pesquisa que contou com encontros e oficinas para sistematizar os conhecimentos dos povos indígenas em Pernambuco e suas formas de arte. O livro apresenta arte indígena em sua diversidade, com aspectos relacionados às histórias, rituais e cosmologias dos povos indígenas atikum, fulni-ô, kambiwá, kapinawá, pankaiwká, entre serras pankaruru, pankará, pipipã, tuxá, truká, xukuru de cimbres e xukuru de ororubá.</p>
<p>“Nossa arte tem um vínculo direto com nossos territórios, nossa história e nossa forma de ser no mundo. Ela conta, de uma certa maneira, uma história: a história dos conhecimentos dos nossos antepassados de transformar o que era encontrado nas caatingas, nas matas úmidas e nos rios em objetos para o uso cotidiano, festivo e sagrado”, diz a apresentação de um dos cinco capítulos.</p>
<p>A obra, composta de textos de autoria coletiva, sintetiza as concepções de professoras, professores e lideranças indígenas em torno do tema, trazendo trechos com reflexões por povo e fotos dos objetos de arte. O livro traz um recorte voltado para a arte material indígena produzida com diversos materiais como penas, frutos, palhas, cipós, fibras, madeiras e barros.</p>
<p>São adornos como colares, brincos, pulseiras e tornozeleiras, mas também maracás, cachimbos, cocares, chapéus e vestimentas usados em rituais. Há ainda os objetos utilitários como urupembas, pratos, copos, pilões, gamelas, cestos, bolsas, abanos, esteiras e outros utensílios de decoração.</p>
<p>O livro é também fruto de longos e vários anos de debate do movimento de Educação Escolar Indígena no Estado de Pernambuco, quando as lideranças e educadores indígenas de diversas etnias realizaram reflexões e articulações sobre a educação escolar que desejavam para as crianças, adolescentes, jovens e adultos dos povos indígenas.</p>
<p><strong>EQUIPE -</strong> O projeto tem coordenação da Comissão de Professores/as Indígenas de Pernambuco (Copipe), Eliene Amorim de Almeida e Lara Erendira Almeida de Andrade. A produção executiva é de Clarice Hoffmann e Manuela Schillaci. A equipe técnica de pesquisa e a revisão do texto é de Darllan Neves da Rocha e Manuela Schillaci. A oficina com professores/as de arte indígena foi realizada por Eliene Amorim de Almeida, Francisca Bezerra da Silva, Manuela Schillaci e Paula K. O projeto gráfico e diagramação é da Mirah Ateliê de Ideias (Paula K.) e a assessoria de imprensa de Flora Noberto.</p>
<p>O livro é uma realização da Copipe e conta com parcerias da Associação Nacional de Ação Indigenista (Anaí), Centro Universitário Frassinetti do Recife (UniFafire), Rede de Pesquisa e Conhecimentos relativos aos Povos Originários (Rede Dialog) e Instituto Nacional de Pesquisas Científicas (Quebec, Canadá).</p>
<div id="attachment_114522" aria-labelledby="figcaption_attachment_114522" class="wp-caption img-width-349 alignnone" style="width: 349px"><p class="wp-image-credit alignleft">Copipe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Livro-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-114522" alt="Copipe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Livro-capa-349x486.jpg" width="349" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O livro Arte Indígena em Pernambuco: Da Natureza Sagrada às Peças da Nossa Cultura Material</p></div>
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