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	<title>Portal Cultura PE &#187; seresta</title>
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		<title>País da Música que passa de geração para geração</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 06:30:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos motivos da perpetualidade da música pernambucana, com autenticidade, é a passagem do conhecimento e do afeto por essa arte de geração a geração. No Festival Pernambuco Meu País é possível observar esse aspeto em diversos polos. Como no País da Música, que na última noite em Gravatá (Agreste), neste domingo (28), começou e encerrou com atrações que refletem essa paixão hereditária: a dupla de cantadores repetistas Daniel Olímpio &amp; Djair Olímpio, representante do município, e o cantor Taiguara Borges, do Alto José Bonifácio (Recife), sambista com o dom da versatilidade tal qual o pai, Elias Paulino, cavaquinista do gênero instrumental e um dos fundadores do Grupo Terra. A despedida do palco-caminhão da cidade contou ainda com o forró de Lucas Pereira e de Tomás Henrique e o choro e a seresta do grupo Cambucá, todos da terrinha.</p>
<p>Para encerrar um polo como o País da Música tem que ser em grande estilo. E foi assim que Taiguara Borges subiu no palco. Numa espécie de versão 2.0 do Grupo Terra (ou Grupo Terra Júnior), o cantor e sua banda trouxeram sua versão revisitada do samba pós-anos 1990 acrescida das referências de sua geração. Logo na abertura fez uma introdução dando o toque do samba com muito soul e suingue e até uma pitada de rap e hip hop.</p>
<p>No repertório, Taiguara Borges mostrou cações autorais com a mesma desenvoltura de standards de bandas que são referências para seu trabalho, como Grupo Raça e Revelação. E foi além. Acertou muito quando esbanjou versatilidade em versões para temas consagrados de Cazuza, Alceu Valença, Dominguinhos, Chico Sciense &amp; Nação Zumbi, Lenine, Nena Queiroga e André Rio.</p>
<p>E por falar em repertório, taí algo que a dupla Daniel Olímpio &amp; Djair Olímpio de tem de sobra. Encarregados de abrir os trabalhos no País da Música neste domingo, pai e filho deram uma verdadeira aula de tudo o que faz parte do universo dos cantadores. Na base do improviso peculiar ao gênero mostraram repentes, canções, poemas e poesias declamadas despertando a curiosidade do público, sobretudo visitante, pois quem é de Gravatá já conhece bem a dupla e esse estilo musical.</p>
<p>E conhece bem também o forró, que teve no caminhão-palco, na mesma noite, duas atrações locais que colocaram o povo para dançar. A primeira delas foi o cantor e acordeonista Lucas Pereira, que apostou no formato garantido, com clássicos do gênero, do pé de serra aos xotes modernos e estilizados que ficaram famosos nas vozes de Luiz Gonzaga, Flávio José, Petrúcio Amorim, Flávio Leandro e Gilberto Gil e com a banda Mastruz com Leite. Foi outro artista que prestou homenagem a Alceu Valença, atração do polo Pernambuco Meu País, na mesma noite, cantando Maria dos Santos (parceria com Don Tronxo).</p>
<p>O também forrozeiro Tomás Henrique apresentou seu forró bregão, com canções em que prevalece a referência da música brega. O show contou ainda com a participação da cantora Vera Freitas, do município de Pombos (também no Agreste), que agregou ainda mais valor ao repertório com sucessos de Alcymar Monteiro, Jacinto Silva, Elba Ramalho e de seu saudoso conterrâneo Vanildo de Pombos, a quem fez um tributo interpretando Um Galope Galopado.</p>
<p>O clima de reverência também prevaleceu na apresentação do experiente grupo Cambucá, que revisitou com segurança e desenvoltura standards do choro e da seresta com participação da cantora Rosy Aguilar. No repertório, temas de Waldir Azevedo, Sérgio Bittencourt, Sílvio Caldas e Nelson Gonçalves.</p>
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		<title>Seresta encerra atividades da Praça da Palavra no FIG 2015</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2015 00:19:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[‘Entre música e a poesia: sarau e seresta’ foi a última atração da Praça da Palavra no Festival de Inverno de Garanhuns 2015. A apresentação comandada pelos escritores e músicos Antônio Cândido e Emmanuel Martins repete a dose do ano passado e marca encerramento das atividades de literatura no festival com plateia cheia. Enquanto a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>‘Entre música e a poesia: sarau e seresta’ foi a última atração da Praça da Palavra no Festival de Inverno de Garanhuns 2015. A apresentação comandada pelos escritores e músicos Antônio Cândido e Emmanuel Martins repete a dose do ano passado e marca encerramento das atividades de literatura no festival com plateia cheia.</p>
<p>Enquanto a dupla cantava músicas românticas de sucesso nacional, acompanhava baixinho cada verso Durvalina Maciel. “<em>Todos os sábados a tarde tenho encontro com eles para acompanhar suas serestas</em>”, disse a garanhuense. Na plateia, um coro baixo era possível ser percebido ao longo de toda a apresentação. Muitos já conheciam a apresentação dos escritores, como é o caso de Ana Paula Ferreira, que acompanha as apresentações de Antônio Cândido e Emmanuel Martins desde que eles fundaram a Confraria dos Poetas.</p>
<p>No meio da apresentação a dupla fez uma menção ao poeta Fagundes Varela. De acordo com Antônio Cândido, Varela foi um dos mais importantes poetas românticos na literatura nacional. “<em>Por isso nossa homenagem a ele</em>”, complementou.</p>
<p>Os aplausos que vinham da plateia também partia daqueles que compartilhavam da tradição de fazer serestas. “<em>Estou adorando, me lembra os setes anos que fiz parte da ‘Seresteiros da Pitanguinha’, em Maceio</em>”, contou Francisco Lessa, que pela segunda vez acompanha o FIG.</p>
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