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	<title>Portal Cultura PE &#187; Sérgio Deslandes</title>
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		<title>Museu do Estado abriga lançamento do livro &#8220;Ópera no Recife: vozes, bastidores, espectadores&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 15:03:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) sedia nesta quinta-feira (10), a partir das 19h, a segunda edição do livro &#8220;Ópera no Recife: Vozes, Bastidores, Espectadores&#8221;, dos historiadores Karuna Sindhu de Paula, Felipe Azevedo e Souza e do maestro, compositor e pesquisador Sérgio Deslandes. Fruto de uma extensa pesquisa aprovada pelo Governo de Pernambuco, por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Opera-no-Recife.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97095" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Opera-no-Recife-341x486.jpg" width="341" height="486" /></a></p>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) sedia nesta quinta-feira (10), a partir das 19h, a segunda edição do livro &#8220;Ópera no Recife: Vozes, Bastidores, Espectadores&#8221;, dos historiadores Karuna Sindhu de Paula, Felipe Azevedo e Souza e do maestro, compositor e pesquisador Sérgio Deslandes.</p>
<p>Fruto de uma extensa pesquisa aprovada pelo Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, em 2016, o livro ganhou há quatro anos uma primeira edição reduzida &#8211; não contemplada pelo edital &#8211; esgotada em curtíssimo tempo. É um dos raríssimos estudos sobre a produção operística local e resgata a cena musical erudita e operística nos séculos 19 e 20, revelando ter sido Recife um importante centro cultural do continente americano e por onde passaram dezenas de companhias europeias.</p>
<p>Documento e memorial, o livro permite, como atesta em texto o professor de História da Música, de Harmonia e de Análise Musical no Conservatório Pernambucano de Música, Sérgio Nilsen Barza, dar “voz a amadores dedicados, relembrando profissionais esquecidos e pequenas companhias de trajetórias quixotescas, todos parte de uma rica tradição histórica”. Seus capítulos estão dispostos como um libreto operístico e foi organizado seguindo a estrutura de uma ópera, com seus elementos fundamentais.</p>
<p>Situando a ópera no contexto social do Recife do século 19, o livro revela que o gênero ganhou os espaços públicos como arte coadjuvante do teatro. No início, árias famosas executadas marcando os intervalos das comédias em cartaz no Teatro Público ou Casa da Ópera. Primeiro teatro de Pernambuco (1777), e popularmente conhecido como Capoeira, o espaço foi durante meio século o centro cultural da cidade, sendo frequentado tanto pelas camadas mais populares quanto pela elite e onde, não rara as vezes, as apresentações eram suspensas por causa da balbúrdia da plateia.</p>
<p>A obra destaca também o esforço e a busca por espaços e formatos de expressão artística mais apurados, uma vez que as artes eram um importante indicador do cosmopolitismo das cidades na época. <em>“Ser um importante porto foi fundamental, mas o desenvolvimento de um cenário artístico local, com seus críticos, músicos, empresários e público, teve relação direta com os investimentos feitos para o fomento das artes dramáticas pelo governo. [...] Diante do montante de investimento e da regularidade com que essa verba era alocada no setor artístico, pode-se afirmar que as artes cênicas foram o primeiro grande projeto político de incentivo à cultura financiado pelo Estado”</em>, destaca Felipe Azevedo e Souza.</p>
<p>Esse entendimento foi fundamental para um ambiente propício ao gênero. <em>“A agitação da ópera no Recife, por exemplo, criou um intenso intercâmbio entre artistas estrangeiros e nacionais, movimentou a economia de produtos de luxo, a oferta por aulas de canto, aguçou debates estéticos e morais, avivou disputas políticas”</em>, complementa Felipe Azevedo e Souza.</p>
<p><strong>Preciosidades -</strong> A pesquisa que resgata a história, protagonistas e personagens da ópera assegura ao leitor preciosidades. Entre tantas, saber da profusão de espaços para montagens dramático-musicais na cidade (Teatro Philodramático, Teatro Santo Antônio, Teatro Santa Isabel, Cine-Teatro Helvética, Teatro Moderno, Teatro do Parque, Cine-Teatro Polytheama, entre outros), das companhias de operetas judaicas que aqui encontraram solo fértil, as passagens de Carlos Gomes e Villa-Lobos pelo Recife e a produção lírica recifense &#8211; que tem a opereta Berenice (música de Valdemar de Oliveira e libreto de Nelson Paixão) como um marco. Avançando até os anos 2000, o livro analisa aspectos diversos da cadeia produtiva da ópera no Estado.</p>
<p>Para Karuna Sindhu de Paula, além de evidenciar a produção operística desde o século 19 (seja em montagens envolvendo equipes locais ou trazidas por companhias de fora), o livro revela para o grande público a importância do incentivo público. <em>“A partir do momento que se tem o incentivo através do edital do Funcultura para a ópera, a sistemática de produção e montagens acontece e isso muda o nosso cenário em relação à fruição da ópera no Recife. Representa um avanço que permite montagens com temáticas locais, com a nossa história, aproximando a ópera do consumo cultural das pessoas”</em>.</p>
<p><strong>Emparedadas -</strong> Fruto da pesquisa Uma Ópera Possível, (Lei Aldir Blanc), de autoria de Milena Marques (libreto) e Sérgio Deslandes (música), a ópera Emparedadas se inspira no livro &#8220;A Emparedada da Rua Nova contextualizando uma grave temática atual: o feminicídio&#8221;. A apresentação contará com a regência de Armindo Ferreira, tendo como solistas Virgínia Cavalcanti e Mônica Muniz.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>AUTORES</strong></span></p>
<p><strong>Karuna Sindhu de Paula -</strong> Professora de História e de Artes na rede estadual de ensino. Doutoranda em História (UFRPE) e mestre em História Cultural pela UFPE (2011), é autora do livro “Mulher vestida de casa” (Ed. Titivillus, 2021). Realiza produção, elaboração e gestão de projetos culturais.</p>
<p><strong>Felipe Azevedo e Souza -</strong> Doutor em História Social pela UNICAMP e professor de História do Brasil do Departamento de História da PUC-Rio.</p>
<p><strong>Sérgio Deslandes -</strong> É natural de Curitiba/PR. Possui Mestrado em Composição Musical (2008) e Doutorado em Música &#8211; Regência (2015), na UFBA. Em 2010, atuou como maestro interno da Ópera Carmen, encenada no Teatro Guaíra (Curitiba) e em abril de 2013 ganhou o título de Comendador da Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes pela Sociedade Brasileira de Artes Cultura e Ensino de Campinas (SP).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;Ópera no Recife&#8221;<br />
Quando: 10 de novembro de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) &#8211; Avenida Rui Barbosa, 960, Graças &#8211; Recife/PE</p>
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		<title>Vidas Musicais é o tema da próxima edição do Quintal do Bandeira, no Espaço Pasárgada</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 20:52:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/aad05f6a-a6a8-4a1e-914d-628579427dd4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89448" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/aad05f6a-a6a8-4a1e-914d-628579427dd4-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a></p>
<p>Acontece nesta quinta-feira (25), às 19h, mais uma edição do Quintal do Bandeira, série de encontros virtuais organizados pelo Espaço Pasárgada, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe. Vidas Musicais é o nome do tema da live que reunirá duas gerações para um debate em família. No encontro estarão presentes o icônico maestro, compositor, arranjador, pianista e regente Clovis Pereira, ao lado do seu filho, também violinista e Spalla da Orquestra Sinfônica Brasileira, Clovis Pereira Filho. Para mediar o bate-papo, está escalado Sérgio Deslandes, pesquisador, músico e Doutor em regência (UFBA). A apresentação fica por conta de Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada. A transmissão acontece no canal <a href="http://youtube.com/SecultPE">youtube.com/SecultPE</a>. O acesso é gratuito.</p>
<p><em>“Estamos entusiasmados com este encontro em família, uma família artística, espiritual e luminosa. Vamos receber artistas maravilhosos que muito tem a nos ensinar e a expectativa é de um debate riquíssimo enaltecendo a cultura e a colocando em local de destaque. O professor Sérgio Deslandes vai mediar esse bate-papo que promete muito conteúdo.”</em> Comentou Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada.</p>
<p>O projeto <strong>QUINTAL DO BANDEIRA</strong> é um conjunto de encontros virtuais que são realizados, a princípio, de julho a dezembro de 2021, sempre últimas quintas-feiras de cada mês, com pessoas convidadas pelo Espaço Pasárgada, com objetivo de colocar os diálogos a respeito da cultura no centro das atenções. Os encontros abordarão assuntos referentes à cultura de um modo geral, nas linguagens com as quais a Casa de Manuel Bandeira vem se relacionando ao logo dos anos: literatura; poesia; teatro; cinema; patrimônio; museologia, etc.</p>
<p><strong>CONVIDADOS:</strong></p>
<p><strong>Clóvis Pereira dos Santos</strong> é maestro, compositor, arranjador, pianista e regente brasileiro. É compositor de frevos, caboclinhos e maracatus, além de obras para coro e orquestra e de peças para orquestra sinfônica. Em 1950 ingressou no Conservatório Pernambucano de Música. Estudou também na Escola de Belas Artes da UFPE. Em 1964, entrou para a Orquestra Sinfônica do Recife. No mesmo ano, foi convidado para atuar como professor de Teoria Musical e Harmonia nas Universidades Federais do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Viajou aos Estados Unidos, em 1974, como regente do Coral Universitário da Paraíba, Formou-se pela Berklee College of Music (Boston) em Harmonia Moderna e Orquestração. Representou o Brasil com o Coral Universitário da Paraíba, no Fourth International Choir Festival, em 1974, nos Estados Unidos, apresentando-se no Lincoln Center, em Nova York, e no Kennedy Center, em Washington. Em 1970, participou ativamente da criação do Movimento Armorial. A convite de Ariano Suassuna, compôs as primeiras obras representativas do movimento. Em 1980, transferiu-se da Universidade Federal da Paraíba, para a de Pernambuco, a fim de lecionar nos cursos superiores de graduação em música. Assumiu, em 1983, o cargo de Diretor-Superintendente do Conservatório Pernambucano de Música, onde permaneceu por quatro anos. Participou do Music School Administrators, a convite do governo dos Estados Unidos. Em 2000, sob sua regência, a Orquestra Sinfônica do Recife executou seu poema sinfônico Terra Brasilis, composto em homenagem aos 500 anos do descobrimento do Brasil. Clóvis Pereira completará 90 anos em 2022.</p>
<div id="attachment_89449" aria-labelledby="figcaption_attachment_89449" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/f47c9640-dcf7-4637-ada8-bec706ded3c3.jpg"><img class="size-full wp-image-89449" alt="Clóvis Pereira- Maestro, compositor, arranjador, pianista e regente brasileiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/f47c9640-dcf7-4637-ada8-bec706ded3c3.jpg" width="221" height="328" /></a><p class="wp-caption-text">Clóvis Pereira- Maestro, compositor, arranjador, pianista e regente brasileiro</p></div>
<p dir="ltr"><strong>Clovis Pereira Filho</strong>, violinista, recifense, 55 anos. Graduado na Universidade de Frankfurt e mestre pela Universidade de Duesseldorf, ambas na Alemanha. Trabalhou por 10 anos como Spalla na Orquestra de Copenhague, e atualmente ocupa o cargo de Spalla na Orquestra Sinfônica Brasileira. É  fundador do Quinteto Pernambucano, grupo focado em trabalhos armoriais. Leciona no projeto &#8220;Ação Social pela Música do Brasil&#8221;, no qual também é maestro titular da Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro.</p>
<div id="attachment_89450" aria-labelledby="figcaption_attachment_89450" class="wp-caption img-width-489 alignnone" style="width: 489px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/091a0d60-f2a6-4311-8ffc-3db3c71bfbcf.jpg"><img class="size-medium wp-image-89450" alt="Clóvis Pereira Filho é violinista, Spalla da Orquestra Sinfônica Brasileira e maestro da Orquestra Sinfônica Jovem-RJ" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/091a0d60-f2a6-4311-8ffc-3db3c71bfbcf-489x486.jpg" width="489" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Clóvis Pereira Filho é violinista, Spalla da Orquestra Sinfônica Brasileira e maestro da Orquestra Sinfônica Jovem-RJ</p></div>
<p dir="ltr"><strong>Sérgio Deslandes</strong> é pesquisador e músico, possui vários livros editados no sul do Brasil, e em 2019 recebeu a Menção Honrosa do Prêmio Amaro Quintas &#8211; história de Pernambuco da Academia Pernambucana de Letras, por seu livro “Ópera no Recife &#8211; Vozes, bastidores e Espectadores”, escrito em parceria com Karuna Sindhu de Paula e Felipe Souza. Em 2008 concluiu seu Mestrado em Composição Musical na UFBA e em 2015 o Doutorado em Regência, na mesma instituição. Atualmente é professor na UFPE. Tem atuado regularmente em atividades artísticas no Estado de Pernambuco com o Tapioca de Shark &#8211; Trio de Violões &#8211; grupo independente que tem movimentado a cena violonística de Recife promovendo o Encontro Nordestino de Violonistas. Em abril de 2013 ganhou o título de Comendador da Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes pela Sociedade Brasileira de Artes Cultura, e Ensino de Campinas (SP). Sua produção artística e científica pode ser vista, ouvida e baixada no site: http:<a href="http://sergiodeslandes.art/">//sergiodeslandes.art/</a><br />
<em></em></p>
<div id="attachment_89451" aria-labelledby="figcaption_attachment_89451" class="wp-caption img-width-322 alignnone" style="width: 322px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/7b4e9f5a-c64b-47f5-84a4-0d61b50dd143.jpg"><img class="size-medium wp-image-89451" alt="Sérgio Deslandes: Pesquisador, músico, Doutor em Regência (UFBA) Professor da UFPE, mediará o bate-papo nesta quinta (25)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/7b4e9f5a-c64b-47f5-84a4-0d61b50dd143-322x486.jpg" width="322" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Sérgio Deslandes: Pesquisador, músico, Doutor em Regência (UFBA) Professor da UFPE, mediará o bate-papo nesta quinta (25)</p></div>
<p dir="ltr"><strong>Serviço:<br />
</strong>Quintal do Bandeira – Vidas Musicais<br />
<em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Quando: 25 de novembro de 2021 (quinta-feira), às 19h<br />
</em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Transmissão pelo canal da Secult-PE/Fundarpe no YouTube: <a href="http://youtube.com/SecultPE">youtube.com/SecultPE</a></em></em></em></em></p>
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		<title>Projeto Saraus em Pasárgada comemora um ano</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 17:07:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Clara Albuquerque O projeto Saraus em Pasárgada vai completar um ano de existência em grande estilo. Nesta sexta-feira (20), a partir das 18h, um sarau especial relembra o centenário da publicação do livro A Cinza das Horas, primeiro livro de Manuel Bandeira, editado com recursos próprios aos seus 31 anos. O evento vai acontecer no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54238" aria-labelledby="figcaption_attachment_54238" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/saraus-em-pasargada-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-54238" alt="Jan Ribeiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/saraus-em-pasargada-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-2-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Mais de 600 pessoas já circularam pelo quintal do Espaço Pasárgada neste primeiro ano do projeto</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Clara Albuquerque</strong></p>
<p>O projeto Saraus em Pasárgada vai completar um ano de existência em grande estilo. Nesta sexta-feira (20), a partir das 18h, um sarau especial relembra o centenário da publicação do livro <em>A Cinza das Horas</em>, primeiro livro de Manuel Bandeira, editado com recursos próprios aos seus 31 anos. O evento vai acontecer no Espaço Pasárgada, localizado na Rua da União 263, no Bairro da Boa Vista, Recife.</p>
<p>Durante o sarau, público poderá apreciar dois ambientes: o primeiro conta com apresentações teatrais e musicais em homenagem a Bandeira e o segundo com alegorias e fotografias do Bloco A Cinza das Horas. <em>“A música era a grande paixão da vida do poeta. Por isso pensamos em trazer a música neste Sarau Especial. Então, nós contamos com a apresentação do duo de violonistas Sérgio Deslandes e Abraão Marreira que vão tocar uma peça inédita chamada Cantiga, uma composição do Frei Jaime Diniz com Letra de Manuel Bandeira. Também estarão conosco o duo Audire com a cantora Amanda Coelho e o violonista Thiago Pinto</em>”, conta a gestora do Espaço Pasárgada, Marília Mendes. Outras participações especiais da programação do Sarau são a da poetisa Adélia Coelho e os músicos Amanda Cabral e Rafael Meira.</p>
<p>O Grupo Bacantes de Poesia também se apresentará, com uma série de poesias declamadas do livro <em>A Cinza das Horas</em>. Nascido de uma atividade de formação teatral da Secult-PE/Fundarpe, que trabalhou com os textos de Bandeir, o grupo, com seis integrantes, ficará responsável, ainda, pela recepção do público caracterizados os personagens que os textos do poeta os inspiraram. <em>“Quem conhece o livro vai se identificar. O meu apego a Bandeira e à sua obra vem, especialmente, do fato de o mundo dele ser muito próximo ao Recife. É muito importante mostrar para as pessoas que Bandeira faz parte desta cidade e que a poesia dele reflete o que ele vivenciou aqui”</em>, diz a atriz Ana Nogueira, integrante do Grupo Bacantes de Poesia.</p>
<div id="attachment_54239" aria-labelledby="figcaption_attachment_54239" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/saraus-em-pasargada-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-54239" alt="Jan Ribeiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/saraus-em-pasargada-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-1-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz Ana Nogueira em uma das apresentações dos Bacantes da Poesia</p></div>
<p><strong>SARAUS EM PASÁRGADA</strong> &#8211; O projeto teve início em outubro de 2016, com a poetisa Jussara Salazar falando sobre o tema <em>Vida e Morte na Poesia</em>. Em um ano, recebeu mais de 600 pessoas como público e convidados notáveis no cenário contemporâneo da poesia pernambucana como Miró, Zizo, Meca Moreno e o grupo Profundanças. “Os Saraus em Pasárgada é um espaço para artistas da música e da poesia que estão em busca de estabelecerem uma relação mais próxima com o público. Nós trabalhamos variados temas e formatos das expressões literárias do Estado. O Sarau é também uma celebração a todas essas diferenças”, explica a gestora do Espaço Pasárgada, Marília Mendes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></span><br />
Sarau &#8220;A Cinza das Horas&#8221; com o Grupo Bacantes de Poesia formado por Ana Nogueira, Anaclaudia Vieira, Eduardo Godoy, Daniella Miranda, Ísis Agra e Fernanda Spíndola;</p>
<p>Duo de violões: Sérgio Deslandes/ Abraão Marreira</p>
<p>Duo Audire: Amanda Coelho (Soprano) e Thiago Pinto (violão)</p>
<p>Duo Rafael Meira (violão) Amanda Cabral (voz)</p>
<p>Recital com microfone aberto</p>
<p>Parceria com o Bloco &#8220;A Cinza das Horas&#8221; que trará acervo fotográfico do bloco inspirado no livro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SERVIÇO</strong></span><br />
Saraus em Pasárgada – Aniversário de um ano<br />
Quando: 20/10 (sexta-feira), às 18h<br />
Onde: Espaço Pasárgada (R. da União, 263 – Boa Vista, Recife – PE)<br />
Quanto: Acesso gratuito</p>
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