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	<title>Portal Cultura PE &#187; Sertão</title>
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		<title>Penúltimo dia do Festival de Cinema de Triunfo destaca memória, território e resistência no audiovisual</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2025 00:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Juana Carvalho/Secult-PE O penúltimo dia da 16ª edição do Festival de Cinema de Triunfo foi marcado por reflexões sobre memória, identidade e pertencimento. Nesta sexta-feira (19), o histórico Theatro Cinema Guarany recebeu as últimas mostras competitivas e especiais do festival, além de atividades formativas que dialogaram diretamente com a história e a resistência da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-5.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122335" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (5)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">O penúltimo dia da 16ª edição do Festival de Cinema de Triunfo foi marcado por reflexões sobre memória, identidade e pertencimento. Nesta sexta-feira (19), o histórico Theatro Cinema Guarany recebeu as últimas mostras competitivas e especiais do festival, além de atividades formativas que dialogaram diretamente com a história e a resistência da exibição cinematográfica no interior de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr"><strong>FORMAÇÃO -</strong> No eixo de formação, a Fábrica de Criação Popular sediou, das 10h às 12h e das 13h às 16h, a oficina Estratégias de Retomada de Cinemas de Rua na Atualidade, ministrada pelas realizadoras Priscila Urpia e Bruna Tavares, do Coletivo #CineRuaPE. A atividade promoveu um debate sobre o papel contemporâneo dos cinemas de rua e suas possibilidades de reocupação como espaços culturais vivos, em diálogo direto com a trajetória do Theatro Cinema Guarany, símbolo da resistência do cinema de exibição no interior do estado.</p>
<p dir="ltr">“É muito importante debater esse assunto e trocar experiências com as pessoas que estão representando as salas de cinema. O encontro também permite essa troca, o aflorar das emoções e o contato direto. Para nós, é muito importante provocar reflexões e fazer com que as pessoas pensem nesses espaços de exibição para além do ato de fazer filmes”, destacaram Priscila Urpia e Bruna Tavares.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-8.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122336" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (8)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-8-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr"><strong>MOSTRAS -</strong> À noite, o festival apresentou a mostra Toda Terra Guardará Nossas Vozes, reunindo documentários e filmes experimentais que abordam memória, território, identidade e as narrativas que moldam o Nordeste. Foram exibidos os curtas <em>Mar de Dentro</em>, de Lia Letícia; <em>Areias do Céu</em>, de Virgínia Guimarães; <em>As Duas Faces de Eva</em>, do Coletivo Cinema no Interior; <em>Noé da Ciranda</em>, de João Marcelo e <em>Iluminação Especial 7.0</em>, de Mayara Bezerra. As obras funcionam como testemunhos da força dos povos do Sertão, da diversidade cultural da região, da sabedoria das comunidades tradicionais, da arte popular e da resistência cotidiana transformada em cinema.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-7.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122337" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (7)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-7-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Cavralho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação do dia, às 20h, foi exibido o longa-metragem <em>Gravidade</em>, dirigido por Leo Tabosa. A ficção propõe um entrelaçamento entre mistério, afetos e memórias, utilizando uma espécie de ficção científica emocional para tomar o colapso da Terra como metáfora dos colapsos internos vividos pelas personagens.</p>
<p dir="ltr"><strong>PRAÇA -</strong> Paralelamente, a sessão Cinemas de Brincar, realizada na Praça do Avião entre os dias 17 e 19 de dezembro, apresentou uma seleção de filmes voltados à infância e à imaginação. Na programação da sexta-feira, as obras exploraram a imaginação como prática contínua, por meio do desenho, da brincadeira e do pertencimento, reunindo produções de realizadoras, coletivos, escolas e comunidades indígenas e quilombolas.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-31.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122339" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-31-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">A exibição, organizada pelo realizador Caio Dornelas, exibiu ainda um filme produzido por crianças da comunidade quilombola de Águas Claras, feito em oficina ministrada pela diretora e artista visual Lia Letícia, que apresentou a sessão:</p>
<p dir="ltr">“O projeto nasce a partir dessas conversas das crianças com as pessoas mais velhas, nas quais elas criam histórias por meio das brincadeiras. O filme ficou bem divertido. O projeto propõe essa troca entre as comunidades, o lugar onde nós, realizadores e educadores, precisamos estar. Falamos das lutas dos povos originários e dos povos negros, e acredito que elas começam de dentro para fora da sociedade, nas comunidades”, ressaltou.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-41.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122338" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (4)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-41-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Festival de Cinema de Triunfo segue até o sábado (20), com a cerimônia de encerramento e premiação dos filmes.</p>
<p dir="ltr">Em sua 16ª edição, o festival se consolida como um dos principais eventos audiovisuais do interior de Pernambuco, promovendo o encontro entre realizadores, estudantes, público e profissionais do setor, além de fortalecer o cinema como linguagem artística, educativa e ferramenta de transformação social. Mais informações estão disponíveis no Instagram @festivaldecinemadetriunfo.</p>
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		<title>Festival de Cinema de Triunfo abre 16ª edição no Theatro Cinema Guarany</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 12:13:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-de-Juana-Carvalho-Secult-PE-5.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122199" alt="Fotos de Juana Carvalho - Secult-PE (5)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-de-Juana-Carvalho-Secult-PE-5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p>O Theatro Cinema Guarany, equipamento cultural restaurado e adaptado com acessibilidade, foi palco da abertura do 16º Festival de Cinema de Triunfo, neste domingo (14), numa cerimónia conduzida pela atriz triunfense Bruna Florie e com a apresentação de grupos como os Caretas de Triunfo. Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o festival segue até o próximo sábado (20), com mostras de filmes, oficinas, ações educativas e encontros formativos. A noite de abertura encerrou com uma sessão do  filme Último Azul, de Gabriel Mascaro, recentemente premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim.</p>
<p>A secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, ressaltou a importância do Festival de Cinema de Triunfo como espaço de formação, difusão e valorização do audiovisual, além de reforçar o compromisso do Governo do Estado com a preservação dos equipamentos culturais.</p>
<p>“O audiovisual pernambucano vive um grande momento, fruto de políticas estruturantes como o Funcultura e de ações recentes como a Lei Paulo Gustavo. E o  Festival de Cinema de Triunfo é uma política pública que transforma vidas. Esse é o nosso maior legado: fortalecer identidades, estimular a criação e garantir que a cultura siga viva e pulsante. Está aberto o 16º Festival de Cinema de Triunfo. Aproveitem”, comentou a secretária de Cultura do Estado.</p>
<p><strong>THEATRO CINEMA GUARANY -</strong> Durante a cerimônia de abertura, foi destacado o papel histórico e simbólico do Theatro Cinema Guarany, construído em 1922 e tombado como patrimônio cultural de Pernambuco. O equipamento é sede permanente do Festival de Cinema de Triunfo e referência para a difusão do audiovisual no Sertão.</p>
<p>A abertura também marcou a apresentação das ações de requalificação do Theatro Cinema Guarany iniciadas, em 2024, pelo Governo de Pernambuco. As intervenções incluíram a modernização dos sistemas de projeção e sonorização, adequações de acessibilidade, implantação de equipamentos de prevenção e combate a incêndio, além da melhoria das condições de conforto e segurança para o público.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-de-Juana-Carvalho-Secult-PE-6.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122200" alt="Fotos de Juana Carvalho - Secult-PE (6)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-de-Juana-Carvalho-Secult-PE-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a><span style="color: #333333;">F</span><span style="color: #333333;">oto: Juana Carvalho/Secult-PE</span></p>
<p>“É motivo de grande satisfação ver o Guarany hoje bem cuidado, bem gerido e plenamente acessível, resultado de um trabalho conjunto e de uma sensibilidade institucional com o patrimônio cultural de Triunfo. O Festival de Cinema de Triunfo é uma conquista da cidade e um símbolo da nossa identidade cultural”, celebrou André Vasconcelos, secretário de Turismo, Cultura, Desenvolvimento e Eventos de Triunfo.</p>
<p>O Sesc Triunfo também integra a rede de parceiros do festival, colaborando com ações culturais e formativas que fortalecem a programação e ampliam o acesso do público às atividades. “Participamos da programação do festival por meio da Mostra dos 25 anos, além de oficinas, fortalecendo nossa prática de criação popular. Que o público aproveite não só o cinema, mas também a cidade, seus museus e pontos turísticos”, destacou Lisandra Ferreira, gerente do Sesc Triunfo.</p>
<p><strong>FORMAÇÃO NO FESTIVAL -</strong> A abertura incluiu homenagem aos estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio Alfredo de Carvalho, que participaram de oficina de captação e edição de filmes com celular. e receberam certificados e o Troféu Realizadores do Futuro, em reconhecimento ao curta-metragem produzido como resultado da atividade formativa realizada pelos ministradores Simon Films e Eduardo Cunha: Natalia do Espírito Santo, obra desenvolvida a partir de uma lenda urbana da região de Triunfo, que dialoga com a memória, o imaginário local e a tradição oral do município.</p>
<p>O Festival de Cinema de Triunfo chega à sua 16ª edição consolidado como um dos principais eventos audiovisuais do interior de Pernambuco, promovendo o encontro entre realizadores, estudantes, público e profissionais do setor, além de fortalecer o cinema como linguagem artística, educativa e ferramenta de transformação social. Para mais informações, acesse a página no Instagram @festivaldecinemadetriunfo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-de-Juana-Carvalho-Secult-PE-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122201" alt="Fotos de Juana Carvalho - Secult-PE (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-de-Juana-Carvalho-Secult-PE-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a><span style="color: #333333;">F</span><span style="color: #333333;">oto: Juana Carvalho/Secult-PE</span></p>
<p><strong>OFICINAS -</strong> As atividades formativas do festival reúnem, entre 16 e 19 de dezembro, uma programação diversa que inclui o workshop “Territórios de afetos”, conduzido por Rafael Nascimento, que propõe uma imersão criativa em narrativas negras e LGBTQIAP+ no Sertão; oficinas de elaboração de projetos e portfólios culturais nos quilombos Águas Claras e Santa Rosa, com Sandra Silva e Iyadirê Zidanes, voltadas ao fortalecimento das identidades quilombolas; a masterclass de Feane Monteiro sobre o novo cinema indígena e o autoagenciamento dos povos originários; um roteiro cultural com estudantes das escolas municipais guiado pela museóloga Rosélia Adriana; e a oficina do Coletivo #CineRuaPE, com Priscila Urpia e Bruna Tavares, dedicada às estratégias de retomada dos cinemas de rua e sua importância como espaços culturais ativos.</p>
<p><strong>CINEMA NA PRAÇA -</strong> A sessão Cinemas de Brincar, que acontece na Praça do Avião nos dias 17, 18 e 19 de dezembro, a partir das 19h, apresenta uma seleção de filmes voltados à infância e à imaginação, reunindo obras de realizadoras, coletivos, escolas e comunidades indígenas e quilombolas. A programação de quarta-feira destaca ficções que tratam de experiências negras, indígenas e rurais; na quinta, entram em foco produções comunitárias feitas em oficinas e processos coletivos, com crianças narrando e recriando seus territórios; e, na sexta, os filmes exploram a imaginação como prática contínua, por meio do desenho, da brincadeira e do pertencimento. A curadoria propõe um cinema acessível e plural, atento às múltiplas formas de criar e existir.</p>
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		<title>Série documental “Cultura Colaborativa PE” celebra a força dos espaços independentes pernambucanos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/serie-documental-cultura-colaborativa-pe-celebra-a-forca-dos-espacos-independentes-pernambucanos/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 14:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[espaços colaborativos]]></category>
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		<description><![CDATA[Terreno fértil para a arte e a cultura, Pernambuco tem uma vasta tradição de iniciativas que florescem e se mantêm de formas alternativas, dialogando diretamente com os territórios dos quais são frutos. A partir do interesse em mapear, conhecer e divulgar esses espaços nasceu o projeto Cultura Colaborativa PE, que resultou em uma série documental [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121748" aria-labelledby="figcaption_attachment_121748" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Arthur Braga/ Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Foto-Arthur-Braga-1.png"><img class="size-medium wp-image-121748" alt="Foto: Arthur Braga/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Foto-Arthur-Braga-1-607x336.png" width="607" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Luzia Barbosa, coordenadora do Memorial Sertanejo</p></div>
<p>Terreno fértil para a arte e a cultura, Pernambuco tem uma vasta tradição de iniciativas que florescem e se mantêm de formas alternativas, dialogando diretamente com os territórios dos quais são frutos. A partir do interesse em mapear, conhecer e divulgar esses espaços nasceu o projeto Cultura Colaborativa PE, que resultou em uma série documental e em uma publicação com informações e proposições para os mantenedores desses equipamentos e para as gestões públicas, a fim de auxiliar na criação e implementação de políticas públicas. O lançamento da série acontece no dia 26 de novembro, às 20h, no Bar Super 8, com a exibição de dois episódios e uma conversa com os idealizadores e participantes do projeto.</p>
<p>A partir de uma pesquisa no campo do Design, que busca soluções para problemas enfrentados pelos agentes do campo cultural, o Cultura Colaborativa PE começou a ser desenhado através de uma chamada pública que abrangeu todas as regiões do estado. O entendimento de casas colaborativas, para este trabalho, baseia-se em “comunidades de pessoas que se articulam em torno de um espaço físico, as quais se juntam para experimentar modos de vida mais distribuídos e abundantes do que centralizados e escassos”. Nessa perspectiva, a noção de comunidade é basilar.</p>
<p>A equipe mapeou mais de 120 locais independentes de cultura no estado, a partir dos quais foram selecionados representantes de diferentes áreas para a gravação da série documental, destacando a pluralidade das iniciativas, as particularidades de cada uma delas, de suas relações com os territórios onde atuam e também as questões comuns a todas.</p>
<p>Ao todo, foram produzidos oito episódios em torno de espaços que trabalham a partir de diferentes linguagens culturais, como música, teatro, artes visuais, design, literatura, gastronomia, entre outros. São eles: Casa Cores, em Petrolina; Memorial Sertanejo, em Santa Cruz; Instituto Lourival Batista, em São José do Egito; Riso da Terra, em Arcoverde; Reduto Coletivo, em Surubim; Ateliê Valcira Santiago, em Goiana; Daruê Malungo, no Recife, e Som na Rural, uma iniciativa itinerante que leva arte e cultura para diferentes cidades de Pernambuco e do Brasil.</p>
<p>“Este é um projeto de pesquisa cultural na linguagem de Design, que busca não só contar as histórias dos espaços e que tipos de impactos promovem nos territórios, mas também as dificuldades de fazer cultura nesses locais, que tipos de políticas públicas precisam ser pensadas. É um trabalho que buscou dialogar diretamente com esses agentes e fazedores de cultura, celebrando suas iniciativas e inserindo elas em um contexto mais amplo da cultura pernambucana”, explica Arthur Braga, que dirige a série junto a Luara Olívia.</p>
<p>Na data do lançamento, dia 26 de novembro, às 20h, no Bar Super 8, serão apresentados os episódios do Memorial Sertanejo e da Som na Rural. A escolha do Super 8 foi simbólica: a Mamede Simões é uma rua de tradição cultural no Recife e o local vem promovendo diversas ações de exibições de audiovisual ao ar livre. O lançamento contará com um bate-papo com as presenças de Roger de Renor e Nilton Pereira, da Som na Rural, e de Luara Olívia, além de Arthur Braga e de representantes do Memorial Sertanejo, estes últimos através de transmissão on-line. O evento terá acessibilidade com tradução para Libras.</p>
<p>A série será disponibilizada gratuitamente no YouTube, no canal da CEÇA &#8211; CoLaboratório. Os próximos episódios seguirão a seguinte ordem:</p>
<p>02/12 &#8211; Episódio 3: Instituto Lourival Batista: Poesia que Brota no Sertão do Pajeú<br />
04/12 &#8211; Episódio 4: Ateliê Valcira Santiago: Afeto e Resistência em Goiana<br />
09/12 &#8211; Episódio 5: Reduto Coletivo: Cultura em Cena no Agreste<br />
11/12 &#8211; Episódio 6: Riso da Terra: Cultura que Floresce na Porta do Sertão<br />
16/12 &#8211; Episódio 7: Daruê Malungo: Educação e Memória em Chão de Estrelas<br />
18/12 &#8211; Episódio 8: Casa Cores: Acolhimento e Orgulho no Sertão do São Francisco</p>
<p>A trilha sonora do projeto é composta exclusivamente por artistas de Pernambuco, privilegiando a produção das regiões representadas. Mais informações sobre os vídeos e sobre o projeto serão divulgadas também no Instagram da Ceça (@ceca.cc).</p>
<p><strong>PUBLICAÇÃO</strong> - Além da série documental, o Cultura Colaborativa PE também irá lançar um documento gratuito sobre os espaços culturais independentes de Pernambuco. A partir dos estudos conduzidos pela equipe, esse documento busca apontar diretrizes, a partir do design e da interdisciplinaridade, para pensar estrategicamente como políticas e ações podem ser pensadas para esses diferentes tipos de lugares.</p>
<p>O Cultura Colaborativa PE é uma realização da CEÇA &#8211; CoLaboratório e conta com incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong> - Lançamento da série documental “Cultura Colaborativa PE”<br />
Local: Bar Super 8 – Rua Mamede Simões, 144, Santo Amaro<br />
Data: 26 de novembro de 2025<br />
Horário: 20h<br />
Gratuito<br />
Informações: <a href="https://www.instagram.com/ceca.cc/" target="_blank">@ceca.cc</a> (Instagram)</p>
<p>FICHA TÉCNICA DA SÉRIE “CULTURA COLABORATIVA PE”:<br />
Realização: CEÇA CoLaboratório<br />
Direção e Fotografia: Arthur Braga e Luara Olívia<br />
Pesquisa e Produção: Arthur Braga<br />
Produção Executiva: Cecília Pessôa<br />
Edição: Felipe Lafé<br />
Assistência de Edição: Ana Laura e Gabriel Justo<br />
Montagem: Felipe Lafé e Luara Olívia<br />
Entrevistas: Arthur Braga, Luara Olívia e Sara Régia<br />
Assistência de Produção: Sara Régia<br />
Ilustrações e Identidade Visual: Java Araújo<br />
Som: Vitor Maia<br />
Motion: Xico Pessoa<br />
Libras: Jacks Interpretações</p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, série “Drags Justiceiras” ressignifica o Sertão com carisma e ousadia</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/com-incentivo-do-funcultura-serie-drags-justiceiras-ressignifica-o-sertao-com-carisma-e-ousadia/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 20:06:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sob a direção do cineasta Wllyssys Wolfgang — vencedor de mais de 50 prêmios e reconhecido como “Melhor Filme Pernambucano” no Festival de Triunfo (2024, curta-metragem) — a série mobilizou 102 profissionais, entre elenco, equipe técnica e figurantes, a maioria do próprio Sertão do São Francisco. “Drags Justiceiras&#8221; é sobre ocupar o sertão com outras imagens. Um sertão inventivo, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/2025.10.08-Bastidores-Drags-Justiceiras-Diaria-03-Foto-Fernando-Pereira-_233.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121087" alt="Foto: Fernando Pereira/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/2025.10.08-Bastidores-Drags-Justiceiras-Diaria-03-Foto-Fernando-Pereira-_233-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Sob a direção do cineasta Wllyssys Wolfgang — vencedor de mais de 50 prêmios e reconhecido como “Melhor Filme Pernambucano” no Festival de Triunfo (2024, curta-metragem) — a série mobilizou 102 profissionais, entre elenco, equipe técnica e figurantes, a maioria do próprio Sertão do São Francisco. “Drags Justiceiras&#8221; é sobre ocupar o sertão com outras imagens. Um sertão inventivo, queer, cinematográfico e muito mais próximo do que somos hoje”, afirma Wolfgang.</p>
<p>A narrativa acompanha Latypha Egytoh (Devi Cruz), Bekka Boom (Jadir Souza), Divinna Luxxy (Hertz Felix) e a sagaz Crisão (Fernanda Luz), que cruzam estradas empoeiradas levando arte, shows e muita provocação. Entre tiroteios, romances e falas afiadíssimas, elas enfrentam vilões que simbolizam opressões sociais e preconceitos ainda vivos no país. A série é uma celebração da diversidade e uma reinvenção da paisagem sertaneja — que aqui surge não como pano de fundo exótico, mas como território de criação e liberdade.</p>
<p>Filmada em locações de Petrolina e comunidades rurais da região, “Drags Justiceiras” aposta numa estética cinematográfica que valoriza os contrastes da Caatinga — sua vegetação, luz intensa e beleza singular — transformando o bioma em personagem vivo dentro da trama. Com produções já exibidas em grandes plataformas de streaming — como Globoplay (Natureza Forte), Looke, Prime Video e Apple+ (Carniceiros), além de Claro TV e NetNow — a WW Filmes consolida sua trajetória no audiovisual pernambucano com mais um projeto de impacto.</p>
<p>“Drags Justiceiras” é realizada em parceria com a Caroá Produções, com incentivo do Funcultura Audiovisual/Fundarpe e apoio da Prefeitura de Petrolina, reafirmando o compromisso do setor com a geração de emprego, a valorização da diversidade e o fortalecimento da cultura no Sertão.</p>
<p>A equipe conta com Severo Filho (dir. produção), Camila Rodrigues (prod. executiva), Clarissa Ribeiro (dir. arte e figurino), Aluan Braga (dir. fotografia), Mirian Hapuque (1a AD), Wyvys Reis (produção e logística), Cícero Rodrigues (coord. produção e efeitos), Fernando Pereira (fotógrafo still e logger), Amanda Martins (co-roteirista), Karina Mattos (maquiadora), Nicole Battor (figurinista), Cleriton Alves (operador de som) e Maria Morena (técnica de som). Completam o time Sheila Gomes (produtora), Antonio Veronaldo (preparador de elenco), Adail Dias e Jailson Francisco (motoristas), Adailton Matias (eletricista), Amanda Matias (controle financeiro), Anna Beatriz (assist. de elenco), Davi Magalhães (assist. de objetos), Érica Raquel (prod. de objetos), Gabriela Leonardo (assist. de figurino), Gustavo Costa (1o assist. de arte), Iale Lima (continuísta), Jaidson Sá (peruqueiro), Letícia Rodrigues (assist. de prod. executiva), Deco (platô), Omar Neto (assist. de platô), André Sapo (contrarregra), Pryscilla Capryttee (assist. de maquiagem), Rodrigo Santos (assist. de fotografia) e Wanderson Oliveira (storymaker).</p>
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		<title>no Sertão, Floresta recebe formação gratuita em audiovisual do projeto Outros Sertões e o Minuto</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 17:02:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PNAB Pernambuco]]></category>
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		<category><![CDATA[Cinema pernambucano]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[PNAB]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão]]></category>

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		<description><![CDATA[Oportunidade de qualificação em audiovisual para a população de Floresta e Região: a oficina “Outros Sertões e o Minuto” chega ao município de 04 a 09 de agosto de 2025, com aulas no Cine Recreio (Rua Pereira Maciel, 109, Centro. Das 16h ás 20h). A oficina já passou por diversas cidades como São José do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119349" aria-labelledby="figcaption_attachment_119349" class="wp-caption img-width-526 alignnone" style="width: 526px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: leonardo lemos/ divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/OUTR.jpg"><img class="size-medium wp-image-119349" alt="Foto: leonardo lemos/ divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/OUTR-526x486.jpg" width="526" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Uilma Queiroz, Mila Nascimento e Alexandehn ministram aulas sobre audiovisual e cinema</p></div>
<p dir="ltr">Oportunidade de qualificação em audiovisual para a população de Floresta e Região: a oficina “Outros Sertões e o Minuto” chega ao município de 04 a 09 de agosto de 2025, com aulas no Cine Recreio (Rua Pereira Maciel, 109, Centro. Das 16h ás 20h).</p>
<p>A oficina já passou por diversas cidades como São José do Egito, Triunfo, Carnaíba, Arcoverde / Buíque e Afogados da Ingazeira. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do link  <a href="https://forms.gle/gZ3vYfDtyUG5hfDt9" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://forms.gle/gZ3vYfDtyUG5hfDt9&amp;source=gmail&amp;ust=1753886576873000&amp;usg=AOvVaw3s6VqKBFHYJ_fYD1LE9ndS">https://forms.gle/<wbr />gZ3vYfDtyUG5hfDt9</a>  até o dia 2 de agosto (sábado, lembrando que as aulas começam na segunda, 4/8).</p>
<p>Também é possível se inscrever presencialmente no Espaço Cultural João Boiadeiro, de segunda a sexta, das 8h às 14h e no Cine Recreio, de segunda a sexta, das 18h às 20h: inscrições e aulas são gratuitas e com direito a certificado!</p>
<p>Esta edição da oficina tem parceria com o Instituto Florestar de Reflorestamento da Caatinga, Coletivo Bucaneiros e Cine Recreio &#8211; cinema de rua e ponto cultural e incentivo da PNAB PE, Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco e Ministério da Cultura &#8211; Governo Federal.</p>
<p>“A edição em Floresta nasce como uma forma de dialogar com iniciativas como a do Instituto Florestar, que vem desenvolvendo um trabalho de recaatingamento dos Sertões. Nosso projeto busca uma reflexão dos Sertões no cinema, entendendo representações e identidades como algo a ser construído a partir do olhar para si mesmo”, reflete Uilma Queiroz, uma das oficinas.</p>
<p>“Observar a caatinga, portanto, é fundamental para contemporaneidade. Ver suas sementes e tecnologias de convivência com o semiárido é, hoje, o que há de mais moderno e futurista, especialmente no contexto de mudança climática, em que nosso bioma vem sendo apontado como exemplo de adaptação. Se antes a natureza era vista como o avesso da civilização e da modernidade, hoje começamos a enxergar que só há futuro possível se fizermos das sementes, florestas inteiras”, finaliza.</p>
<p><strong>CINEMA E REFLORESTAMENTO</strong> - Para a edição em Floresta, o projeto firma colaboração com o Instituto Florestar de Reflorestamento e usa elementos na sua identidade visual que remetem às sementes da caatinga. “O sertão vive um novo tempo, de pensar nossas práticas cotidianas e praticar uma nova agricultura, sustentável e conectada com a Caatinga,  as agroflorestas, os quintais produtivos, contam a história de um novo sertão, um sertão que precisa ser visto e ouvido. E o cinema, o audiovisual, se conectam totalmente com esse objetivo”, afirma Tatiane Menezes, diretora de projetos ambientais do Instituto Florestar.</p>
<p>Além do foco em reflorestamento, o projeto ainda ocupa o emblemático Cine Recreio: monumento cultural da região construído na década de 1960 e reaberto em 2025. “Tem sido uma alegria ver o cine em funcionamento. Mas a verdade é que a gente, enquanto Coletivo Bucaneiros, vem aprendendo algo muito maior: sobre andar de mãos dadas! E receber o projeto é reafirmar nosso senso de comunidade, de que ninguém faz cinema e arte sozinho. Agradecemos demais pela parceria e que seja a primeira de muitas que virão!”, reflete Rebeca Rocha, professora e integrante do Coletivo Bucaneiros, que cuida do Cine Recreio.</p>
<p>Com produção da Cabocla Produções e um total de 24h/aula, sendo 4h/dia, a ação terá como oficineiros: Mila Nascimento, Uilma Queiroz e Alexandehn. Conheça:</p>
<p>Mila Nascimento é produtora cultural, poeta, cineasta, mãe e trabalha com formação em audiovisual para jovens e adultos. Roteirizou e dirigiu “Diana” que integrou a coletânea feminista pernambucana “As filhas de Lilith”. Videomaker em produções autorais e institucionais, inclusive videoclipes. Idealizou a oficina de micro documentários produzidos com aparelhos de celular “Meu mundo num minuto”.</p>
<p>Já Uilma é pajeuzeira criada no sítio Matinha em Carnaíba e na zona urbana de Afogados da Ingazeira (PE). Coloca em diálogo a educação formal e as artes, além de criar e difundir práticas educativas em lugares alternativos. Mestra em História pela UFPE, educadora e pesquisadora. Roteirista e diretora do documentário O bem virá; curadora do Cineclube Minadouro (2021-2022) e da Mostra Audiovisual do Festival Rosa dos Ventres (2024). Integra o Mulheres no Audiovisual PE, o MAPE.</p>
<p>Alexandehn Negro, Brasileiro, pernambucano, periférico de Olinda. Atua em Produção Cultural, Musical e Audiovisual e Realizador Audiovisual. Atualmente trabalha na produção executiva e técnica de Jonatas Onofre; já atuou no festival caboco da mata 2022, programa &#8220;Á Vontade LabPE (2021)&#8221; da TVU, Tipoia Festival 2020, EP Mormaço &#8211; Mormaço &#8211; Nas Condição (2017) e nas singles Bolso (2018) e Tempo (2018). Na cultura popular atua no cineclube casa farol e no grupo ‘Una e o coco do farol’, além de ser facilitador de oficinas audiovisuais.</p>
<p>A exibição pública do resultado final da oficina acontecerá 09/08 no &#8220;CINE RECREIO&#8221; (Rua Pereira Maciel, 109, Centro) abrindo a programação que exibe o longa metragem &#8220;O bem virá&#8221; de Uilma Queiroz (Afogados da Ingazeira-PE) às 19h. É aberto a toda a população. Mais informações:<a href="http://instagram.com/outrossertoeseominuto" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://instagram.com/outrossertoeseominuto&amp;source=gmail&amp;ust=1753886576873000&amp;usg=AOvVaw05MiNIWKf9JGBWOVHBYAzh">instagram.com/<wbr />outrossertoeseominuto</a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/OSEOM-FLORESTA-INSTA-RÉGUA-PEQUENA.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-119350" alt="OSEOM FLORESTA INSTA RÉGUA PEQUENA" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/OSEOM-FLORESTA-INSTA-RÉGUA-PEQUENA-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
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		<title>Ciclo Junino 2025: Cortejo Brincantes de Pernambuco realiza edição inédita no interior do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 18:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo Junino 2025]]></category>
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		<description><![CDATA[Em clima de São João, em Pernambuco, é tempo de seguir o passeio por todo o Estado, aproveitando o que há de melhor da arte, cultura e gastronomia local. Aderindo ao período festivo, o Cortejo Brincantes de Pernambuco realiza edição inédita para o Ciclo Junino 2025. A ação do Governo de Pernambuco, por meio da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118540" aria-labelledby="figcaption_attachment_118540" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Cortejo-Brincantes-de-Pernambuco-Silla-Cadengue-SecultPE-Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-118540" alt="Foto: Divulgação / Silla Cadengue - SecultPE - Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Cortejo-Brincantes-de-Pernambuco-Silla-Cadengue-SecultPE-Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Silla Cadengue/ SecultPE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Em clima de São João, em Pernambuco, é tempo de seguir o passeio por todo o Estado, aproveitando o que há de melhor da arte, cultura e gastronomia local. Aderindo ao período festivo, o Cortejo Brincantes de Pernambuco realiza edição inédita para o Ciclo Junino 2025. A ação do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), objetiva levar diversas manifestações culturais pernambucanas para os festejos do Agreste, Sertão e Zona da Mata. A programação começa a partir deste sábado (21) e segue nos dias 22, 23 e 28 deste mês.</p>
<p dir="ltr">Após circular pelo REC&#8217;n'Play, em 2023, no Festival Pernambuco Meu País, em 2024, e nos dois últimos ciclos carnavalescos, &#8211; passando por 9 cidades do Estado -, o projeto volta a ser realizado, chegando pela primeira vez ao período junino. Com previsão de investimento em torno de R$ 400 mil em sua edição de estreia no calendário do ciclo, a atividade traz cerca de 30 atrações culturais, entre bacamarteiros, quadrilhas juninas, bandas de pífano, grupos de xaxado e bois, que irão ganhar as ruas dos municípios de Limoeiro, Arcoverde, Salgueiro e Carpina, com o intuito de viabilizar uma imersão na cultura popular.</p>
<p dir="ltr">O giro pelas comemorações se inicia pelo Agreste pernambucano, começando por Limoeiro, no mesmo dia da abertura do São João da cidade, neste sábado, dia 21 de junho. A partir das 18h30, com concentração na Rua da Alegria, no centro do município, cerca de oito grupos vão espalhar cores e sons típicos da época. Entre as atrações estão o Grupo de Bacamarteiros Batalhão 56, o Boi Misterioso e a Quadrilha Junina Brincant´s Show.</p>
<p dir="ltr">A próxima parada será no dia 22 de junho, já no Sertão, com os brincantes puxando a animação junina em Salgueiro. O arrastão de cultura popular, composto por cerca de sete grupos culturais populares, entre eles A Bicharada, Ciço do Pife e o Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, irá se concentrar em frente à Escola de Referência em Ensino Médio Professor Urbano Gomes de Sá e ganhará as ruas a partir das 18h. Ainda na região, mas na véspera de São João (23), o cortejo chega a Arcoverde. Cerca de oito grupos vão deixar a cidade ainda mais animada a partir das 19h30. Atrações como o Boi Imperial, o Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru de Abreu e Lima e a Quadrilha Junina Mulambenbes em Pernas de Pau sairão do Largo da Matriz do Livramento e seguirão alegrando toda a cidade.</p>
<p dir="ltr">E, como destino final desta edição, será a vez da Zona da Mata Norte. Na véspera de São Pedro, no dia 28 de junho, a programação se estende, chegando à Carpina, que também será tomada pelo arrastão cultural. O Cortejo Brincantes de Pernambuco promete encerrar a edição inédita com chave de ouro, com muita cultura, arte e memória. A programação será divulgada em breve.</p>
<p dir="ltr">A Secretária de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco, Cacau de Paula, ressalta que esta edição do Cortejo Brincantes de Pernambuco reitera o compromisso da gestão Raquel Lyra com a valorização e promoção da cultura popular do Estado. “Viabilizar que os cortejos se integrem aos festejos juninos e ganhem as ruas das diferentes regiões de Pernambuco é uma forma de reverenciar a pluralidade e poder da cultura popular pernambucana, tão especial para nós. Além de promover uma experiência mais próxima das nossas tradições, essa iniciativa consegue atingir diferentes gerações, ajudando a preservar nossas manifestações culturais, algo que sempre defendemos”, destaca.</p>
<p dir="ltr">“Aqui, a cultura popular sempre ocupará um lugar de destaque, valorizando nossa história e nossas raízes. E o Cortejo Brincantes representa isso muito bem! Quando ele ganha as ruas, a conexão com o público é imediata”, comenta a diretora de Atividades Culturais da Fundarpe, Carla Pereira.</p>
<p dir="ltr">Mais informações e acompanhamento da cobertura completa do Cortejo Brincantes de Pernambuco no Ciclo Junino 2025 poderão ser encontradas no Instagram do Cultura PE, o <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>&gt; Confira a programação completa:</strong></em></p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado &#8211; 21/06 | 18h30</strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Limoeiro</strong></p>
<p dir="ltr">Ponto de concentração: Rua da Alegria, Centro &#8211; Limoeiro/PE</p>
<p dir="ltr">Atrações: Batalhão 19 &#8211; Flor de Lis, Batalhão 74, Boi Cara Preta, Boi Leão, Boi Misterioso, Grupo de Bacamarteiros Batalhão 56, União dos Bacamarteiros de Cupira Batalhão 1 e Quadrilha Junina Brincant´s Show.</p>
<p dir="ltr"><strong>Domingo &#8211; 22/06 | 18h </strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Salgueiro</strong></p>
<p dir="ltr">Ponto de concentração: Escola de Referência em Ensino Médio Professor Urbano Gomes de Sá | Rua Valdemar Menezes, Nossa Sra. Aparecida, Salgueiro &#8211; PE</p>
<p dir="ltr">Atrações: A Bicharada, Associação Cultural dos Bacamarteiros Baixa Verde de Santa Cruz da Baixa Verde, Banda de Pífanos Riacho do Meio, Ciço do Pife, Grupo de Arte de Verdejante com o Espetáculo Tradições e Encantos, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião e Quadrilha Junina Jovens da Roça.</p>
<p dir="ltr"><strong>Segunda-feira (véspera de São João) &#8211; 23/06 | 19h30 </strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Arcoverde</strong></p>
<p dir="ltr">Ponto de concentração: Largo da Matriz do Livramento</p>
<p dir="ltr">Atrações: Banda de Pífanos Riacho do Meio, Boi Diamante de Arcoverde, Boi Imperial, Ciço do Pife, Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru de Abreu e Lima, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, Quadrilha Junina Levanta Poeira e Quadrilha Junina Mulambenbes em Pernas de Pau.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado (véspera de São Pedro) &#8211; 28/06 </strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Carpina</strong></p>
<p dir="ltr"><em>Programação em breve</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sertão pernambucano recebe gravações de filme que desvenda a ancestralidade do coração do Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 19:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Paulo Gustavo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[lei paulo gustavo]]></category>
		<category><![CDATA[longa-metragem]]></category>
		<category><![CDATA[Petrolina]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão]]></category>

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		<description><![CDATA[Comunidades rurais, vilas ribeirinhas e o centro histórico de Petrolina se transformaram em set de cinema para a gravação de DNA Origens: Sertão, primeiro longa-metragem nacional inteiramente dedicado a revelar, por meio de testes genéticos, a complexa mistura de povos que moldou a região. O filme deverá percorrer mais de três mil quilômetros. O projeto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Filme-DNA-Origens-Sertão.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118410" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Filme-DNA-Origens-Sertão-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">Comunidades rurais, vilas ribeirinhas e o centro histórico de Petrolina se transformaram em set de cinema para a gravação de DNA Origens: Sertão, primeiro longa-metragem nacional inteiramente dedicado a revelar, por meio de testes genéticos, a complexa mistura de povos que moldou a região. O filme deverá percorrer mais de três mil quilômetros. O projeto conta com incentivo da Lei Paulo Gustavo e do Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-pe) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p dir="ltr">Dirigido por Fernando Pereira, Geisla Fernandes e Wllyssys Wolfgang – trio responsável pela série Natureza Forte, lançada em 2025 na Globoplay e no Canal Futura – o filme acompanha moradores de diferentes microrregiões da Caatinga enquanto descobrem, diante das câmeras, a própria história inscrita no DNA. Entre eles estão descendentes de povos indígenas, remanescentes quilombolas, famílias e trabalhadores urbanos de fenótipo diverso, todos ligados por um território marcado por migrações e resistência.</p>
<p dir="ltr">Para dar rigor científico à narrativa, a produção firmou parceria com o Laboratório Genera, maior referência em genômica pessoal da América Latina: kits Premium de ancestralidade foram destinados exclusivamente ao projeto, que também contará com análises prioritárias e um relatório inédito sobre o “mapa genético” do Sertão, material de interesse para pesquisadores de saúde pública e história social.</p>
<p dir="ltr">Além de entrevistas intimistas, DNA Origens: Sertão aposta em imagens aéreas em resolução 6K, timelapses do bioma único da Caatinga e infográficos animados que traduzem conceitos genéticos de forma acessível, mesmo para quem nunca ouviu falar em cromossomos. Para Geisla Fernandes, “é um filme que usa a ciência como ponto de partida para provocar reflexões sobre pertencimento”. Fernando Pereira acredita que “o Sertão reúne dinâmicas migratórias que refletem o Brasil inteiro; revelar seu mosaico genético é revelar quem somos como nação”. Wllyssys Wolfgang detalha que “a experiência de filmar essas descobertas é intensa e reveladora e cada história carrega uma verdade emocionante que conecta ciência e identidade”.</p>
<p dir="ltr">A equipe reúne profissionais do Sertão e de outras regiões: a assistente de direção Cecília Assy, o diretor de produção Cícero Rodrigues, a diretora de arte Clarissa Ribeiro, a produtora executiva Camila Rodrigues, o coordenador de produção e logística Wyvys Reis, a roteirista Amanda Martins, o pesquisador audiovisual Samuel Britto, a assistente de produção executiva Letícia Rodrigues, o assistente de produção Caio Zuffo, o diretor de fotografia Aluan Braga, o operador de câmera Jota Souza, o assistente de fotografia Wadson Bahia, o iluminador José Charger, o fotógrafo still e assistente de produção Wanderson Oliveira, o assistente de arte Gustavo Costa, o contrarregra André Sapo, o técnico de som Alex Guterres e a assistente de áudio Kell Alves, movimentando a economia criativa local e capacitando novos técnicos.</p>
<p dir="ltr">Produzido pela Abajur Soluções Artísticas, em parceria com a WW Filmes, e com previsão de lançamento para 2026/2027, o longa pretende colocar em pauta um Brasil ainda pouco retratado pelas lentes da genealogia moderna e reacende o debate sobre o apagamento histórico de populações do interior nordestino, visando ampliar o conhecimento sobre identidade e ancestralidade no país.</p>
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		<title>9ª Mostra Pajeú de Cinema chega a Afogados da Ingazeira</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2025 17:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 9ª edição da Mostra Pajeú de Cinema &#8211; MPC, que teve início em 28 de abril, chega à cidade de Afogados da Ingazeira encerrando sua programação. Com incentivo da Lei Paulo Gustavo, disponibilizada pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), a edição de 2025 percorreu as cidades de Calumbi, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117966" aria-labelledby="figcaption_attachment_117966" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/MPC-Sara-Andrade-3-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-117966" alt="Foto: divulgação / Sara Andrade" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/MPC-Sara-Andrade-3-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: divulgação / Sara Andrade</p></div>
<p dir="ltr">A 9ª edição da Mostra Pajeú de Cinema &#8211; MPC, que teve início em 28 de abril, chega à cidade de Afogados da Ingazeira encerrando sua programação. Com incentivo da Lei Paulo Gustavo, disponibilizada pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), a edição de 2025 percorreu as cidades de Calumbi, Carnaíba, Flores, Iguaracy, Ingazeira, Tabira e Solidão, Sertão do Pajeú. A programação em Afogados conta com palestras e exibições gratuitas. As exibições acontecem no Cine São José, cinema de rua histórico da cidade. Todas as atividades são gratuitas.</p>
<p dir="ltr">Entre os destaques das exibições da programação de Afogados da Ingazeira, estão os longas pernambucanos ‘Criaturas da Mente’ de Marcelo Gomes, e ‘Tijolo por Tijolo’, de Victória Álvares e Quentin Delaroche. O primeiro filme apresenta o sonho como motor da revolução humana, o mote de Sidarta Ribeiro, neurocientista brasileiro que, há 20 anos, estuda os mistérios do sonhar, será exibido na noite de abertura. Já o segundo filme, encerra as exibições da mostra e conta a história de Cris, moradora do Ibura, periferia do Recife. Grávida do quarto filho e em busca de uma laqueadura, ela trabalha como micro-influenciadora digital, enquanto tenta reconstruir a casa e reestruturar a vida.</p>
<p dir="ltr">A curadoria da 9ª edição é composta por Bruna Tavares, diretora de produção da Pajeú Filmes, programadora do Cine São José e produtora cultural; Janaína Oliveira, curadora e pesquisadora de cinema; e André Dib, crítico, pesquisador e curador de cinema. “Estamos muito felizes com o sucesso da etapa de itinerância deste ano, que incluiu as cidades de Calumbi e Flores. Agora, partimos para a última semana de exibições no espaço que é sinônimo de resistência e resiliência, tal qual propomos nesta 9ª edição. Para nós, é sempre um prazer ocupar o Cine São José com filmes nacionais, ainda mais abrir e encerrar a semana de exibições com filmes pernambucanos na tela de um cinema no Sertão do Estado”, explica William Tenório, diretor geral da MPC.</p>
<p dir="ltr">A Mostra Pajeú de Cinema é uma realização da Pajeú Filmes, produtora audiovisual sediada em Afogados da Ingazeira/PE, em parceria com a Secretaria de Educação Municipal de Iguaracy, Secretaria de Educação Municipal de Ingazeira, Secretaria de Educação Municipal de Carnaíba, Secretaria de Educação Municipal de Solidão, Secretaria de Educação Municipal de Calumbi, Secretaria de Educação Municipal de Flores, Secretaria de Cultura de Tabira e a Secretaria de Educação Municipal de Afogados da Ingazeira.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>&gt; Confira a programação da 9ª MPC em Afogados da Ingazeira: </strong></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>16/05 (sexta-feira) </strong></p>
<p dir="ltr">Auditório da FASP</p>
<p dir="ltr">14h &#8211; Palestra 1: As possibilidades do cinema no sertão, com William Tenório</p>
<p dir="ltr">15h30 &#8211; Palestra 2: Cinema e Comunidade, com Bia Pankararu</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>19/05 (segunda-feira)</strong></p>
<p dir="ltr">8h &#8211; Matinê 1 (49’)</p>
<p dir="ltr">A Cachoeira dos Pássaros (PE, 2023, 8’) de Thiago Pombo &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Eu e o boi, o boi e eu (MG, 2024, 5&#8242;) de Jane Carmen Oliveira  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Malu e a Máquina(DF, 2023, 14&#8242;) de Ana Luíza Meneses  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Vamos em Batalha (ES, 2024, 21&#8242;) de Moradores das Comunidades  &#8211; Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">19h30 &#8211; Noite de abertura</p>
<p dir="ltr">Sertão, América (ES/RS/PI, 2023, 18&#8242;), de Marcela Ilha Bordin &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Criaturas da Mente (PE, 2024, 85’), de Marcelo Gomes &#8211; 12 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>20/05 (terça-feira)</strong></p>
<p dir="ltr">8h &#8211; Matinê 2 (61’)</p>
<p dir="ltr">Os Guerreiros da Rua 2 &#8211; A Missão (PE, 2023,15’) de  Erickson Marinho   &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">A Menina que queria voar (BA, 2024, 20&#8242;) de Tais Amordivino  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Do Outro Lado da Serra (MG, 2024, 26&#8242;) de Amanda Borges de Souza Almeida  &#8211; Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">19h &#8211; Noite 2 (103&#8242;)</p>
<p dir="ltr">A Menina que queria voar (BA, 2024, 20&#8242;) de Tais Amordivino  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">O Sonho de Clarice (DF, 2023, &#8216;) de Fernando Gutiérez e Guto Bicalho  &#8211; Maiores de 10 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>21/05 (quarta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr">8h &#8211; Sessão com acessibilidade</p>
<p dir="ltr">Os Guerreiros da Rua 2 &#8211; A Missão (PE, 2023,15’) de  Erickson Marinho</p>
<p dir="ltr">Malu e a Máquina(DF, 2023, 14&#8242;) de Ana Luíza Meneses</p>
<p dir="ltr">Outro Lugar (MT, 2024, 15’)  de  Perseu Azul</p>
<p dir="ltr">Como se Ninguém Estivesse Olhando ( PB, 2024, 13’) de  Gi Ismael</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">19h &#8211; Noite 3 (92’)</p>
<p dir="ltr">Quatro Pontes(PE, 2024,18’) de Tábata Clarissa de Morais  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Ouvidor (SP, 2023, 74’) de Matias Borgström  &#8211; Maiores de 12 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>22/05 (quinta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr">8h &#8211; Matinê 1 (49’)</p>
<p dir="ltr">A Cachoeira dos Pássaros (PE, 2023, 8’) de Thiago Pombo &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Eu e o boi, o boi e eu (MG, 2024, 5&#8242;) de Jane Carmen Oliveira  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Malu e a Máquina(DF, 2023, 14&#8242;) de Ana Luíza Meneses  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Vamos em Batalha (ES, xxxx, 21&#8242;) de Moradores das Comunidades  &#8211; Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">19h30 &#8211; Noite 4 (74’)</p>
<p dir="ltr">Alguma coisa com plutônio (PE, 2024, 11’) de Raonni Assis &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Centro Ilusão (CE, 2024, 82’) de Pedro Diogenes &#8211; Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>23/05 (sexta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr">8h &#8211; Matinê 2 (61’)</p>
<p dir="ltr">Os Guerreiros da Rua 2 &#8211; A Missão (PE, 2023,15’) de  Erickson Marinho   &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">A Menina que queria voar (BA, 2024, 20&#8242;) de Tais Amordivino  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Do Outro Lado da Serra (MG, 2024, 26&#8242;) de Amanda Borges de Souza Almeida  &#8211; Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">19h30 &#8211; Noite 3 (102’)</p>
<p dir="ltr">Tijolo por Tijolo (PE, 2024, 103’) de Victória Álvares e Quentin Delaroche &#8211; Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>9ª Mostra Pajeú de Cinema divulga programação completa</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/9a-mostra-pajeu-de-cinema-divulga-programacao-completa/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 17:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 9ª edição da Mostra Pajeú de Cinema &#8211; MPC teve sua estreia na última segunda-feira (28) e segue até  23 de maio, no Sertão do Pajeú. A edição &#8211; que conta com incentivo da Lei Paulo Gustavo, disponibilizada pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura &#8211; Secult-PE &#8211; apresenta 22 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117668" aria-labelledby="figcaption_attachment_117668" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/MPC-Sara-Andrade-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-117668" alt="Foto: Divulgação / Sara Andrade" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/MPC-Sara-Andrade-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação / Sara Andrade</p></div>
<p dir="ltr">A 9ª edição da Mostra Pajeú de Cinema &#8211; MPC teve sua estreia na última segunda-feira (28) e segue até  23 de maio, no Sertão do Pajeú. A edição &#8211; que conta com incentivo da Lei Paulo Gustavo, disponibilizada pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura &#8211; Secult-PE &#8211; apresenta 22 produções entre curtas e longas-metragens. Além das exibições, a programação da mostra conta com oficinas e bate papo com profissionais de cinema. A programação completa da 9ª MPC está disponível através do <a href="https://www.instagram.com/mostrapajeudecinema/">link</a>. Todas as atividades são gratuitas.</p>
<p dir="ltr">Ao todo, oito cidades farão parte do circuito da mostra, sendo elas: Calumbi, Carnaíba, Flores, Iguaracy, Ingazeira, Tabira, Solidão e Afogados da Ingazeira. A curadoria da programação escolhida para todos os municípios é composta por Bruna Tavares, diretora de produção da Pajeú Filmes, programadora do Cine São José e produtora cultural; Janaína Oliveira, curadora e pesquisadora de cinema e André Dib, crítico, pesquisador e curador de cinema. O time de curadores ressalta a novidade desta edição, que é a extensão das itinerâncias.</p>
<p dir="ltr">“Chegamos a 9º edição da Mostra Pajeú adicionando mais duas cidades a nossa programação, Calumbi e Flores, estamos muito orgulhosos com os passos demos até aqui. O recorte dos filmes traz discussões importantes de forma potente e muito atual, é muito bacana saber que estamos levando o cinema nacional a tantos lugares do Pajeú. Com certeza, será um reencontro com o público repleto de alegria”, destaca Bruna Tavares.</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação</strong></p>
<p dir="ltr">Os 22 filmes escolhidos para esta edição estão divididos em 9 programas compondo a programação de curtas e longas-metragens com  exibições em praça pública nas suas etapas da itinerância e no Cine São José, cinema histórico em Afogados da Ingazeira. Em mais uma edição, a MPC conta com um recorte de filmes de diferentes regiões do país, com abordagens e temáticas diversas e atuais para públicos de todas as idades, contemplando ainda a diversidade nas questões de raça/etnia e gênero de todos/as/es realizadores/as das obras selecionadas.</p>
<p dir="ltr"><strong>Oficinas</strong> &#8211; Nesta edição, a ação traz a Oficina de Realização Audiovisual, com foco na animação, ministrada por Paulo Leandro, cineasta e artista plástico, nas cidades de Calumbi e Flores, estreantes da mostra. As oficinas acontecerão de 7 a 14 de maio, em uma escola de cada cidade. A proposta é que ao final de cada oficina os participantes tenham construído um produto audiovisual que será exibido nas cidades. Além disso, em parceria com o projeto Da Poesia ao Vídeo, a mostra conta com a oficina ‘Da Poesia ao Vídeo &#8211; Ocupação Pajeú entre 23 de abril a 6 de maio, ministrada pela produtora e professora Eva Jofilsan, com estudantes da Escola Municipal Domingos Jacinto Ferreira, em Ibitiranga/Carnaíba.</p>
<p dir="ltr"><strong>Encontros com profissionais do cinema</strong> &#8211; Na 9ª MPC, serão realizados oito encontros com profissionais do cinema: Teatro, Cinema e Literatura, com Caroline Arcoverde e Djaelton Quirino (em iguaracy); Cinema e Meio Ambiente, com Alexandre Taquary (Tabira); Fazer Cinema, com Eva Jofilsan (Ibitiranga/Carnaíba); Cinema de animação, Jefferson Batista (Ingazeira); Cineclube e cinema, Henrique Cavalcanti (Calumbi); Produção Audiovisual, com Bruna Tavares (Flores), além de outros dois encontros em que acontecerão em Afogados da Ingazeira.</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação de filmes</strong> &#8211; A 9º MPC traz uma programação de exibições mais enxuta e focada em criar espaços para o debate com o público. Terão dois programas circulando as cidades da itinerância. Para o Cine São José, as exibições acontecerão de 19 a 23 de maio, com as matinês para o público infanto-juvenil das cidades que compõem a mostra, a sessão com acessibilidade para pessoas com deficiência e as exibições noturnas com um curta e um longa-metragem.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>9ª MOSTRA PAJEÚ DE CINEMA </strong></p>
<p dir="ltr">Quando: 28/04 a 23/05</p>
<p dir="ltr">Onde: Calumbi, Carnaíba, Flores, Iguaracy, Ingazeira, Tabira, Solidão e Afogados da Ingazeira</p>
<p dir="ltr"><em>Programação completa disponível no <a href="https://www.instagram.com/mostrapajeudecinema/">link</a> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Secult-PE e Fundarpe apresentam Catálogo de Registro dos Patrimônios Vivos 2024</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-apresentam-catalogo-de-registro-dos-patrimonios-vivos-2024/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-apresentam-catalogo-de-registro-dos-patrimonios-vivos-2024/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 22:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Promover a regionalização e a diversidade, valorizando e preservando saberes e tradições das expressões culturais e populares de Pernambuco. Este é o objetivo do lançamento do Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024, apresentado nesta sexta-feira (25), de forma virtual, pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117571" aria-labelledby="figcaption_attachment_117571" class="wp-caption img-width-418 alignnone" style="width: 418px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-25-164337.png"><img class="size-medium wp-image-117571" alt="Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-25-164337-418x486.png" width="418" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024</p></div>
<p dir="ltr">Promover a regionalização e a diversidade, valorizando e preservando saberes e tradições das expressões culturais e populares de Pernambuco. Este é o objetivo do lançamento do Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024, apresentado nesta sexta-feira (25), de forma virtual, pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Ao todo, dez Patrimônios Vivos, titulados no último ano, protagonizam a edição, que já está disponível através do <a href="https://online.fliphtml5.com/rabfh/vush/#p=1">link</a>.</p>
<p dir="ltr">A publicação traz um mergulho informacional-cultural sobre as expressões populares do Estado selecionadas no 19º Concurso Público de Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, com resultado publicado em agosto de 2024. Em destaque, além da biografia dos titulados, informações adicionais em caráter multimídia, como curiosidades e indicações de leituras, sites, vídeos, plataformas e redes sociais, também são disponibilizadas. A edição anual ainda traz uma cor presente na bandeira de Pernambuco, sendo azul a cor deste ano. Todo o apanhado é fruto da pesquisa e elaboração editorial idealizada pela Unidade Gerencial do Registro dos Patrimônios Vivos da Fundarpe, em parceria com a Assessoria de Comunicação da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p dir="ltr">Para este ano, forró, caboclinhos, frevo, ciranda e artesanato estão entre as atividades culturais contempladas, sendo estes os dez Patrimônios Vivos de Pernambuco titulados: Benedito da Macuca, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); Caboclinhos Cahetés de Goiana, de Goiana (Zona da Mata); Caiporas de Pesqueira, de Pesqueira, Agreste Central; Clube Vassourinhas de Olinda (RMR); Chico Santeiro, de Triunfo (Sertão); Índios Tabajara, de Goiana (Zona da Mata); João Limoeiro, de Carpina (Zona da Mata); João de Cordeira, de João Alfredo (Agreste); Quadrilha Raio de Sol, de Olinda (RMR); e Sociedade Musical Pedra Preta, de Itambé (Zona da Mata).</p>
<p dir="ltr"><strong>Patrimônios Vivos na educação</strong></p>
<p dir="ltr">A publicação destaca que, ainda em 2024, um grande avanço com a Lei nº 18.579 foi registrado.  A recente determinação institui a Política Estadual de Patrimônio Vivo nas Instituições de Ensino do Estado de Pernambuco. O objetivo da ação é a troca entre as práticas culturais tradicionais com a comunidade escolar e universitária, entre outros agentes e instituições envolvidas, a fim de perpetuar o legado das expressões de geração a geração.</p>
<p dir="ltr">
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			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-apresentam-catalogo-de-registro-dos-patrimonios-vivos-2024/feed/</wfw:commentRss>
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