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	<title>Portal Cultura PE &#187; Shakespeare</title>
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		<title>Trup Errante dá início à circulação pelo Sertão com espetáculo Prazer, Shakespeare ou Peças de Bolso</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 14:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115325" aria-labelledby="figcaption_attachment_115325" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernaivulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/2-Prazer-Shakespeare-ou-PdB-por-Fernando-Pereira-31.3.23-26.jpg"><img class="size-medium wp-image-115325" alt="Fernaivulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/2-Prazer-Shakespeare-ou-PdB-por-Fernando-Pereira-31.3.23-26-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Prazer, Shakespeare ou Peças de Bolso, da Trup Errante</p></div>
<p>A Trup Errante, grupo teatral de Petrolina (PE) com quase duas décadas de trajetória, dá início a sua primeira circulação pelo Sertão de Pernambuco com o espetáculo <em>Prazer, Shakespeare ou Peças de Bolso</em>. A turnê passa por seis cidades: Arcoverde, Ingazeira, Exu, Belém do São Francisco, Salgueiro e Lagoa Grande, sendo quatro delas neste mês de janeiro (confira abaixo a programação). Apoiada pelo Funcultura, a iniciativa busca fortalecer elos com o interior do Estado conectando histórias e públicos por meio da obra de William Shakespeare.</p>
<p>O espetáculo adapta trechos de clássicos como <em>Sonho de uma Noite de Verão</em>, <em>Hamlet</em>, <em>Romeu e Julieta</em>, <em>A Megera Domada</em> e <em>Otelo</em>. Comédias e tragédias são reinterpretadas em uma linguagem que dialoga com temas contemporâneos como existencialismo, racismo e feminicídio utilizando o metateatro para aproximar Shakespeare do público.</p>
<p>A peça apresenta comédias e tragédias com 18 personagens que ganham vida pelos atores José Lírio Costa, Rafa Moraes, Raphaela de Paula e Zuleika Bezerra sob a encenação de Thom Galiano.</p>
<p>Com uma cenografia minimalista e formato compacto, o espetáculo foi planejado para se adaptar a diferentes espaços garantindo a circulação em contextos diversos. Além das apresentações, a Trup Errante realiza atividades de intercâmbio com artistas e coletivos locais promovendo trocas culturais e fortalecendo o diálogo entre distintas produções do teatro sertanejo.</p>
<p>Essa circulação concretiza um desejo antigo do grupo: aprofundar relações com as artes cênicas produzidas em outros municípios do interior e o Sertão. &#8220;Mais do que uma turnê, o projeto representa um movimento de conexão com territórios e narrativas que dialogam com a essência do grupo&#8221;, afirma Rafa Moraes, uma das integrantes do grupo que, além de atuar, conduz a produção.</p>
<p>Moraes completa: &#8220;Poder chegar em Arcoverde ou Exu e reencontrar grupos que são referências para nós, como a Tropa do Balacobaco e a Cia. Traquejo, e sentar para trocar sobre a delícias e dificuldades de ser um grupo do interior, é importante para reconhecer nossa potencialidades. Poder ir brincar pela primeira vez no terreiro de Odília Nunes, no Festival Chama Violeta, é uma honra, um sonho há muito desejado pela Trup. E Belém do São Francisco, onde ainda não nos apresentamos, estamos ansiosos para conhecer histórias de lá&#8221;. Moraes finaliza explicando que haverá uma segunda etapa da circulação pelas cidades de Salgueiro e Lagoa Grande.</p>
<p>O espetáculo conta com a presença de intérprete de libras proporcionando acessibilidade e garantindo inclusão e democratização do acesso à cultura.</p>
<p>A realização dessa circulação é possível graças ao Funcultura Geral 2022/2023 destacando a relevância do incentivo público para iniciativas que expandem o acesso ao teatro e fortalecem a difusão cultural em regiões do interior pernambucano.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Arcoverde -</strong> quarta-feira (8), às 19h, no Teatro Geraldo Barros</p>
<p><strong>Ingazeira -</strong> domingo (12), às 20h, no Festival Chama Violeta</p>
<p><strong>Exu –</strong> dia 14, às 19h</p>
<p><strong>Belém do São Francisco -</strong> dia 16, às 19h</p>
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		<title>Atrizes pernambucanas encarnam clássico de Shakespeare</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2014 19:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Remo Produções]]></category>
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		<category><![CDATA[Shakespeare]]></category>
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		<description><![CDATA[Considerada como uma das principais obras de William Shakespeare, a peça Rei Lear ganha sotaque nordestino pelas mãos das atrizes pernambucanas Paula de Renor, Sandra Possani e Bruna Castiel, que encenam em curta-temporada, a partir de sábado (22), o clássico da dramaturgia inglesa, no Teatro Apolo. Com direção do premiado diretor carioca Moacir Chaves e produção da Remo Produções, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Considerada como uma das principais obras de William Shakespeare, a peça <em>Rei Lear </em>ganha sotaque nordestino pelas mãos das atrizes pernambucanas Paula de Renor, Sandra Possani e Bruna Castiel, que encenam em curta-temporada, a partir de sábado (22), o clássico da dramaturgia inglesa, no Teatro Apolo.</p>
<p>Com direção do premiado diretor carioca Moacir Chaves e produção da Remo Produções, o espetáculo, embora apresente dezenas de personagens, não foi adaptado, apenas recebeu cortes. <em id="__mceDel">“</em>Encenar <em>Rei Lear</em> significa refletir sobre o mundo moderno e contemporâneo. Conhecemos mais de nós mesmos quando mergulhamos em um material desse alcance e envergadura”, analisa Chaves. Na montagem, o monarca da Bretanha, ao chegar à velhice, se vê obrigado a dividir o seu reino entre as três filhas para garantir a sua sucessão. Segundo o teórico Jan Kott, o tema de Rei Lear é a decomposição e o declínio do mundo. “Dos doze principais personagens, metade é justa, a outra injusta. Uma metade de bons, uma metade de maus. A divisão é tão lógica e abstrata quanto numa peça de moralidade. Mas é uma peça de moralidade em que todos serão aniquilados: os nobres e os vis, os perseguidos e os perseguidores, os torturadores e os torturados”, escreve Kott no livro <em>Shakespeare, nosso contemporâneo</em>. “O texto foi escrito em 1606, mas trata de questões pertinentes aos dias de hoje: como se constroem as estruturas de poder, injustiças sociais, tratamento ao idoso e à mulher”, complementa Chaves.</p>
<div id="attachment_17327" aria-labelledby="figcaption_attachment_17327" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/foto-Guga-Melgar-2-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-17327 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/foto-Guga-Melgar-2-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante o espetáculo, os músicos Samuel Nóbrega e Tomás Brandão executam a trilha sonora ao vivo (Foto: Guga Melgar/Divulgação)</p></div>
<p>Além das atrizes, estão no palco os músicos Samuel Nóbrega e Tomás Brandão. Os dois executam ao vivo a trilha sonora criada especialmente para o espetáculo por Brandão e Miguel Mendes. Há uma tentativa de encontro entre a música eletrônica e a música popular, refletida, por exemplo, nas escolhas dos instrumentos: um sintetizador polifônico analógico e uma guitarra preparada. Os músicos adotam técnicas não convencionais que envolvem o uso de utensílios diversos nas cordas, interferências sonoras nos captadores e processamento digital e analógico do sinal produzido. Durante a encenação, Nóbrega e Brandão usam um aplicativo de smartphone chamado <em>Garage Band</em>, que permite a execução de ritmos em pads na tela, assim como a reprodução de faixas e o processamento do resultado geral com efeitos como reverb, eco e filtros.</p>
<p>Tanto a iluminação quanto o cenário são assinados por parceiros antigos de Moacir Chaves: Aurélio de Simoni e Fernando Mello da Costa, respectivamente. Já o figurino foi idealizado por Chris Garrido, que recentemente foi premiada pelo figurino do filme <em>Tatuagem</em>. O cenário é coberto por terra, onde placas com os nomes dos personagens são cravadas; ao fundo, colunas grandes de sustentação de biombos dão a ideia de torres gigantes de castelo. Nos biombos são colocados diversos figurinos de maracatu, cedidos pelo acervo do Maracatu Nação Pernambuco. O maracatu, associado às cerimônias de coração dos reis e rainhas do Congo, também tem rei e rainha, duque e duquesa, príncipe e princesa, assim como no universo europeu da Idade Média da história de Shakespeare.</p>
<p>A montagem, que estreou no Teatro Glauce Rocha, no Rio de Janeiro, onde também cumpriu curta temporada, foi viabilizada graças ao Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2013, e fica em cartaz até o dia 30/11, no Recife.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Rei Lear<br />
Estreia: 22/11 (sábado), às 20h<br />
Temporada: Quintas e sextas-feiras, às 19h; sábados e domingos, às 20h. Até 30/11<br />
Onde: Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife)<br />
Quanto: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)<br />
Informações: (81) 3355-3320</p>
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