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	<title>Portal Cultura PE &#187; Sílvio Barreto Campello</title>
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		<title>História das artes gráficas pernambucanas é revisitada em publicação</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2014 18:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14186" aria-labelledby="figcaption_attachment_14186" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/IMG_2706.jpg"><img class="size-full wp-image-14186" alt="A" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/IMG_2706.jpg" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Publicação mostra a evolução das artes gráficas em Pernambuco</p></div>
<p>Foi em meio ao vasto acervo de livros e catálogos da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco (BPE), no Recife, que os designers e pesquisadores pernambucanos Sebba Cavalcante e Sílvio Barreto Campello encontraram a matéria-prima da publicação <em>Ilustração e artes gráficas – periódicos da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco (1875 &#8211; 1939)</em>, que lançam quinta-feira (25), às 19h, no Orbe Coworking.</p>
<p>A ideia do livro, segundo Sebba, surgiu durante as pesquisas para o seu mestrado em Design pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). &#8220;Durante a pós-graduação, realizei uma série de pesquisas em vários acervos da capital pernambucana, como Biblioteca Blanche Knopf (Fundaj), Arquivo Público Estadual e a própria BPE. Nesses espaços, me deparei com uma quantidade/diversidade incrível da produção de artes gráficas em muitas revistas. Para o mestrado, optei por focar no conjunto da obra do artista gráfico Manoel Bandeira (1900-1964). Depois da defesa, vimos [eu e Sílvio Barreto, que foi meu orientador] que havia, nesse material inédito, a oportunidade de mostrar ao grande público a produção intensa de design em Pernambuco, antes mesmo da virada do século 20&#8243;, revelou.</p>
<p>Com incentivo do Funcultura e selo da Editora Blucher, a publicação revela, ao longo de 120 páginas, parte da memória gráfica pernambucana, compreendida em um período de 64 anos. &#8220;A história das artes gráficas do Estado não poderia ser resumida em pouco mais de 100 páginas. O nosso recorte foi baseado no uso das tecnologias de impressão de imagens e, por se tratar da virada do século 19 para o 20, esse momento é bastante emblemático pelas transformações de comportamento social e também pelos caminhos que os movimentos artísticos seguiram. Muitas dessas mudanças foram motivadas pela revolução tecnológica que arrebatou a comunicação, e transformou consideravelmente nossa lógica sócio-cultural&#8221;, disse Sebba.</p>
<p>Além de mostrar que Pernambuco tem um rico legado em torno das artes gráficas, possuindo relação direta com outros universos como do design, das artes plásticas, da economia e da publicidade, o livro revela algumas curiosidades da BPE. &#8220;Logo na introdução, tecemos alguns comentários sobre sua história, como o fato da instituição já ter passado pelo mesmo terreno onde, hoje, está localizado o Edifício Pernambuco - espaço que, coincidentemente, escolhemos para lançar a publicação&#8221;, contou Cavalcante. Ainda de acordo com ele, a Biblioteca, localizada no bairro de Santo Amaro, possui um papel fundamental para a identidade e memória do País. &#8220;O acervo da BPE é absurdamente extenso e diverso. Resguarda documentos e publicações fundamentais para o povo brasileiro e pernambucano.&#8221;, disse. Atualmente, a instituição possui um acervo estimado em 270 mil livros e 370 mil volumes periódicos, entre eles, jornais do início da imprensa local e obras do período colonial. Para o livro, foram digitalizadas imagens de 43 revistas com periodicidade mensal, quinzenal e semanal.</p>
<div id="attachment_14188" aria-labelledby="figcaption_attachment_14188" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/MG_8189.jpg"><img class="size-full wp-image-14188" alt="Sílvio Barreto Campello e Sebba Cavalcante, os autores do livro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/MG_8189.jpg" width="600" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Sílvio Barreto Campello e Sebba Cavalcante, os autores do livro</p></div>
<p><strong>Um pouco de história&#8230;</strong><br />
Apesar de chegar tardiamente em Pernambuco, por volta de 1815, a prática gráfica se desenvolveu de forma relativamente rápida (um adendo: no Brasil, o primeiro livro impresso, <em>Marília de Dirceu</em>, de Tomás Antônio Gonzaga, foi publicado em 1808). Há registros de que no Estado, entre os anos de 1821 e 1830, foram lançadas 27 publicações periódicas, com um aumento crescente nas décadas seguintes. &#8221;No livro, identificamos que o primeiro impresso produzido em terras pernambucanas data de 1817. Trata-se do folhetim de cunho revolucionário chamado de <em>O Preciso</em>. Este foi o estopim para um crescimento da produção gráfica por aqui&#8221;, afirmou Sebba. É neste cenário que novas profissões &#8211; ligadas à indústria gráfica &#8211; surgiram com força: tipógrafos, impressores, ilustradores, caricaturistas, coloristas, gravadores, capistas e clicheristas. Os artistas gráficos, como eram chamados à época, já desenvolviam uma prática muito semelhante à atribuída atualmente aos profissionais de design gráfico.</p>
<p><b>Estrutura</b><br />
Ao longo dos seis capítulos, são pincelados diversos assuntos em torno das imagens selecionadas, como nomes de alguns dos artistas gráficos, tendências artísticas e sociais de cada época e tecnologias gráficas vigentes. Imagens de revistas dos finais do século XIX, cuja litografia se notabiliza como a tecnologia gráfica capaz de produzir imagens de grande qualidade; composições com imagem fotográfica, onde se vê como o advento da tecnologia do clichê trouxe a fotografia para dentro das páginas impressas desde a primeira década do século XX; além de uma exploração da criatividade e técnica dos profissionais de então, mostrando a diversidade de soluções entre os processos do meio gráfico são alguns conteúdos da publicação.<strong> </strong>&#8220;Em cada capítulo há um texto que se aprofunda nas questões que envolvem este grupo de imagens, e cada grupo de imagens é acompanhado por legendas que apontam as suas origens (de que revista foi extraído e o ano em que foi produzida). No mais, consideramos que as imagens falam por si, entre os grupos que se encontram&#8221;, destacou Sebba.</p>
<p>Para compor os títulos da publicação, foi produzida uma fonte exclusiva. A letra, intitulada <em>Mauricéia</em> e projetada pelo designer cearense Matheus Barbosa, é inspirada em tipos presentes em algumas das revistas pesquisadas e pode ser conferida nos títulos e capitulares da publicação. O nome da fonte, inclusive, surgiu a partir de um desses periódicos antigos no qual o estilo tipográfico foi encontrado.</p>
<p>Segundo os designers, o livro não tem intenção de ser um olhar definitivo, por isso, as imagens são apresentadas com breves comentários sobre sua importância, contexto, origem, ano de produção e, eventualmente, autoria. &#8220;Fizemos um recorte sobre um acervo específico (BPE). E também um olhar específico, em que a busca por resultados gráficos relacionados ao ofício do design deram o norte. Portanto, estamos longe de ter algo com o caráter definitivo&#8221;, finalizou Cavalcante.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do livro <em>Ilustração e artes gráficas – periódicos da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco (1875 &#8211; 1939)</em><br />
Quando: 25/9 (quinta-feira)<br />
Onde: Orbe Coworking (Av. Dantas Barreto, 324, 8ª andar do Edf. Pernambuco &#8211; Recife)<br />
Horário: 19h<br />
Preço do livro: R$ 34,00</p>
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