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	<title>Portal Cultura PE &#187; Simão Martiniano</title>
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		<title>Série sobre Simião Martiniano, o eterno ‘camelô do cinema’, será lançada no FestCine</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2015 16:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_32356" aria-labelledby="figcaption_attachment_32356" class="wp-caption img-width-568 aligncenter" style="width: 568px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/DSC07286.jpg"><img class="size-medium wp-image-32356" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/DSC07286-568x486.jpg" width="568" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Lançamento da minissérie &#8216;Simião Remake&#8221; vai marcar cerimônia de premiação do FestCine</p></div>
<p>A noite de encerramento da 17ª edição do Festival de Curtas de Pernambuco – FestCine, marcada para este sábado (12/12), vai ter uma sessão daquelas de emocionar qualquer cinéfilo. É que na ocasião será lançado o projeto “Simião Remake”, série de TV produzida pela Página 21, com incentivo do Fundo Estadual de Cultura de Pernambuco (Funcultura), que revisita a obra do eterno “camelô do cinema”, o cineasta, ator e comerciante informal Simião Martiniano. A sessão é gratuita e terá início após a cerimônia de premiação do FestCine, marcada para começar às 19h.</p>
<p>‘Simião Remake’ é uma minissérie em quatro episódios, composta por um documentário e três adaptações de filmes realizados por Simião Martiniano, que faleceu em abril deste ano. Conhecido como o Cineasta Camelô, Simião fez o chamado cinema de bordas, aquele realizado com baixo orçamento, poucos recursos, muito improviso e bastante camaradagem. Um tipo de produção <em>naif</em>, dotada de elementos rústicos, que fugia o academicismo e à estética padrão.</p>
<p>“O FestCine presta com o lançamento desta minissérie um reconhecimento póstumo a Simião Martiniano, aquele que foi um dos mais importantes cineastas do nosso estado. É um reconhecimento à sua atuação no cinema e representa um momento em que sua obra foi revisitada por diretores de diferentes gerações”, comemora Milena Evangelista, coordenadora de Audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
<p>Os três remakes foram realizados com gêneros variados (<em>western spaguetti, noir e ação</em>) e ambientados em cenários distintos: agreste, metrópole e zona da mata. O programa de abertura é um documentário, dirigido por Amaro Filho. Apresenta a obra de Simião com trechos dos filmes originais e depoimentos do cineasta, além de cenas das gravações dos remakes e entrevistas com os envolvidos no projeto, como diretores, atores e técnicos.</p>
<p>O segundo episódio é A Mulher e o Mandacaru, original de 1996, adaptado por Rafael Coelho. A história reúne um homem em decadência econômica, uma prostituta cansada da profissão e irmãos malfeitores procurando confusão. <em> “No meu caso, preferi dar ares de western contemporâneo ao filme, num cenário rural, repleto de personagens infelizes”</em>, acentua Rafael.</p>
<p><em>A valise foi trocada</em> é o terceiro telefilme da série. Dirigido por Simião Martiniano em 2004, o original é descrito como “um filme policial com 60% de cenas de ação”. Na adaptação de Eduardo Monteiro, o enredo ganha ares de produção noir envolvendo policiais corruptos, indústria da fé e agiotagem. <em>“O tom das obras de Simião é a prova de que uma história bem bolada não precisa de parafernálias para cativar o público”</em>, elogia Eduardo.</p>
<p>O último episódio é A Moça e o Rapaz Valente, adaptação de Antonio Carrilho para o filme homônimo, lançado em 1998. O protagonista é um tipo popular ousado, uma espécie de Pedro Malasartes, que pretende provar sua valentia para conquistar a filha de um rico fazendeiro.<em> &#8220;Fiz um filme aproveitando diversos diálogos do original&#8221;</em>, adianta Carrilho, que havia dirigido Simião em O Homem da Mata (2004).</p>
<p><strong>Sobre Simão Martiniano</strong></p>
<p>Nascido em Alagoas, mas radicado em Pernambuco ainda na década de 1950, Martiniano frequentemente explorava em suas obras faroestes ambientados no Nordeste. Ele foi tema do documentário &#8220;Simião Martiniano, o camelô do cinema&#8221; (1998), de Clara Angélica e Hilton Lacerda. O título do filme foi inspirado no fato de Martiniano ter trabalhado como comerciante informal no Centro do Recife.</p>
<p>Autor de filmes de baixo orçamento, entre eles &#8220;O herói Trancado&#8221; (1989) e &#8220;A moça e o rapaz valente&#8221; (1999), Martiniano chegou a ser apelidado de &#8220;Ed Wood do Nordeste&#8221;, em referência ao cultuado diretor &#8220;trash&#8221; cuja vida foi retratada no filme homônimo de Tim Burton, de 1994.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Festival de Curtas de Pernambuco – FestCine</em><br />
Cinema São Luiz (Rua da Aurora, 175, Boa Vista, Recife-PE)<br />
Cerimônia de premiação e Lançamento da série de TV “Simião Remake”<br />
Sábado (12/12) | 19h<br />
Gratuito</p>
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