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	<title>Portal Cultura PE &#187; single</title>
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		<title>Revoredo e Gabi da Pele Preta lançam singles no mês de novembro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/revoredo-e-gabi-da-pele-preta-lancam-singles-no-mes-de-novembro/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 19:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A parceria entre Revoredo e Gabi da Pele Preta segue gerando frutos. No mês de novembro, ambos acabam de lançar singles pelo Studio Tear, selo independente do Agreste do estado: “Poema Ingênuo”, de Revoredo e Kleber Albuquerque, saiu no dia 15 de novembro, e “Tumbeiro”, de Gabi da Pele Preta, no Dia da Consciência Negra, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A parceria entre Revoredo e Gabi da Pele Preta segue gerando frutos. No mês de novembro, ambos acabam de lançar singles pelo Studio Tear, selo independente do Agreste do estado: “Poema Ingênuo”, de Revoredo e Kleber Albuquerque, saiu no dia 15 de novembro, e “Tumbeiro”, de Gabi da Pele Preta, no Dia da Consciência Negra, 20 de novembro.</p>
<p>“O Studio Tear nasceu de um desejo de costurar territórios e sonoridades. Somos um selo do interior, mas com o olhar voltado para o mundo. Acreditamos na potência dos artistas agrestinos, na força das narrativas locais e na autonomia criativa. Nosso papel é provocar, sustentar e ecoar essas vozes que brotam da terra, que falam de amor, memória e resistência”, conta Stephany Metódio, produtora, gestora e idealizadora do Studio Tear, que há uma década fortalece a cadeia da música produzida fora dos grandes centros.</p>
<p><strong>Revorêdo</strong></p>
<p>Já está no ar em todas as plataformas digitais o single “Poema Ingênuo”, parceria entre o pernambucano Revoredo e o paulista Kléber Albuquerque, que inaugura o ciclo de canções do projeto “Fino Fio”, previsto para o início de 2026.</p>
<p>Produzida por Revoredo e Webster Santos, a faixa é um encontro entre o lirismo nordestino e a poesia urbana paulista, entre os violões e o cello que conduz a emoção do ouvinte. “Poema Ingênuo” abre uma nova fase de Revoredo como compositor e produtor, mais leve e solar, mas ainda profundo e inventivo. É uma canção que emociona e que amplia o universo poético dele dentro do catálogo do Tear”, diz Stephany Metódio.</p>
<p>“Essa música é sobre o amor em estado de pureza — aquele que se oferece sem pedir nada em troca. Ela fala sobre as pequenas belezas que nos sustentam: o riso de uma criança, o cheiro de flor, o sol que volta. Além de ser o primeiro single de um projeto que chamo de novela musical ‘Fino fio’, a canção é também um poema cantado para lembrar que ainda há doçura no mundo”, detalha Revoredo.</p>
<p>A faixa é um aperitivo de ‘Fino Fio’, uma novela musical de Revoredo que mergulha nas nuances do amor e da paixão. Cada faixa é um capítulo dessa travessia — um equilíbrio delicado entre o sentir e o cair. Entre novembro e janeiro, o artista lançará uma canção por mês até a chegada da novela completa, que trará parcerias com músicos e intérpretes de diferentes regiões do país.</p>
<p><strong>Gabi da Pele Preta</strong></p>
<p>No último Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, Gabi da pele Preta trouxe o single “Tumbeiro”, como um manifesto sonoro pela memória, resistência e espiritualidade afro-brasileira. A canção é um marco na trajetória da artista caruaruense, uma das vozes mais respeitadas da música pernambucana contemporânea.</p>
<p>Composta por Revoredo e Fernanda Limão, “Tumbeiro” é uma travessia entre dor e libertação, um canto que ecoa as vozes ancestrais que resistiram ao Atlântico. Produzida por Revoredo, com arranjos de sopros de William Souza (Sheik), a música reúne uma constelação de artistas negros — Alexandre Rodrigues (sopros), Peu Drums (baixo), Nino Alves (percussão), Issadora Melo, Vinícius Barros e Marcelo Rangel (vocais de coro), além do convidado especial Zé Manoel (piano) — criando uma sonoridade ritualística e cinematográfica.</p>
<p>“Tumbeiro é uma canção que fala de travessia, mas também de retorno. É o grito de quem foi silenciado e agora canta de volta. Eu sinto que essa música me atravessou antes mesmo de eu gravá-la — como se fosse uma herança que eu precisava devolver em forma de canto.”</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Maju estreia no streaming com lançamento de single</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 17:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114509" aria-labelledby="figcaption_attachment_114509" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cecília Távora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/MAJU-Crédito-da-fotógrafa-Cecília-Távora-17.png"><img class="size-medium wp-image-114509" alt="Cecília Távora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/MAJU-Crédito-da-fotógrafa-Cecília-Távora-17-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A multiartista Maju</p></div>
<p>A artista recifense, poeta, cantora, compositora e pesquisadora do corpo Maju, cuja expressividade se manifesta a partir do diálogo entre diferentes linguagens, especialmente a poesia, a dança, a música, o canto e o teatro, fará a sua estreia nas plataformas de streaming com a canção autoral <em>O Dia que Descobri o Meu Lado do Rio</em>. A canção surge a partir de um poema da artista também recifense Nathalia Queiroz musicado por Maju, que traz um poema incidental de autoria própria nos últimos versos. O single pode ser escutado e assistido com visualizer no canal da artista no YouTube, com Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE), a partir do sábado (23), e no Spotify. Para fazer o pré-save da música basta acessar o <a title="O dia que descobri o meu lado do rio | Maju" href="https://tratore.ffm.to/odiaquedescobriomeuladodorio" target="_blank"><strong>link</strong></a> do single. O lançamento da artista Maju tem incentivo da Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE).</p>
<p>Para celebrar a estreia, há um evento no dia anterior ao lançamento oficial do single nas plataformas de streaming. Na sexta-feira (22), às 20h, na Rua sem Saída (Encruzilhada), o público pode sentir o gostinho do trabalho artístico de Maju em noite que contará com relato do processo de composição e gravação do single, seguido de audição da faixa e do visualizer em primeira mão. Há também uma apresentação de Maju com participações especiais, a exemplo de Hugo Linns, Nathália Queiroz, Larissa Veloso, Oliveira, Isabela Severi e Lua, seguido de sarau aberto para participação dos presentes. São 30 ingressos pelo valor simbólico de R$ 5, com vendas no Sympla.</p>
<p>“A canção fala daquele momento íntimo e ao mesmo tempo comum a todos nós, de quando &#8216;descobrimos o nosso lado do rio&#8217;, ou seja, em que lugares, em que afetos, em que caminho queremos seguir em nossa construção pessoal. Para essa estreia enquanto cantora e compositora, ‘descobrir o lado do rio’ é muito simbólico, pois é um momento de descoberta do lugar da arte como expressão de si e da vida”, expressa Maju.</p>
<p>Para a produção do single, a artista convidou os músicos Hugo Linns como diretor musical e instrumentista, tocando viola dinâmica; a musicista Vitória do Pife, que vem desenvolvendo trabalhos e parcerias tanto com o pife em sua vertente instrumental, quanto em diálogo com a canção e a poesia; e a musicista e produtora musical Aishá Lourenço, na percussão.</p>
<p>A artista nessa canção se conectou a sonoridades e instrumentos localizados na tradição da música pernambucana, como os presentes na viola dinâmica e no pífano, mas o fez com artistas que estão explorando as potencialidades desse instrumento, fazendo uma ponte entre a tradição e a vanguarda, com grande repercussão crítica e artística, acrescidas também pela percussão tão característica da música brasileira. Somasse a isso a voz poética de Maju, que vem se espalhando em diversas linguagens, nas diferentes manifestações da palavra falada, cantada, corporificada em arte, que agora, vai desaguar “neste lado do rio”.</p>
<p><strong>VISUALIZER -</strong> O single é lançado também em vídeo, no formato visualizer. Todas as imagens deste trabalho de Maju foram produzidas pela fotógrafa Cecília Távora em Brejão, município do Agreste pernambucano. Maju escolheu Brejão tendo em vista as relações poéticas estabelecidas com a cidade e artistas que moram lá, como Alefe Passarin, Nathália Tenório e Lua. Foi especialmente em dezembro de 2021, ao visitar esses artistas, que se percebeu possível enquanto compositora e cantora de suas próprias canções, passando então a partilhá-las com outras pessoas. Portanto, trata-se de um lugar bastante simbólico em sua trajetória e que dialoga com a temática do single sobre “descobrir o lado do rio”.</p>
<p><strong>MAJU -</strong> Autora do livro de poemas <em>Voar É a Ordem</em>, publicado pela Editora Patuá, lançado na Casa Gueto em programação paralela ao Festival de Literatura de Paraty (Flip) de 2023. Realizou, a partir de 2022, apresentações musicais como Maju no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG, PE), Festival Crianciã (Brejão, PE), Festival Palavra Cifrada 2024 (Recife), Festival Pernambuco Meu País (Triunfo, PE), Teatro Hermilo Borba Filho (Recife), Rua sem Saída (Recife), Terra Café Bar (Recife), Casa Jangada (Rio de Janeiro) e Espaço Garganta (São Paulo).</p>
<p>É uma das idealizadoras do espetáculo <em>Na Boca Muitos Nomes</em>, realizado em parceria com o artista carlos gomes oliveira. Projeto que tece diálogo entre voz, corpo, ritmo e som, indo para além da “leitura em voz alta” de poesia, mas propondo arranjos vocais entre os poetas, ora explorando timbres, tonalidades, ora trazendo também melodias e cadências incorporadas pelo uso do violão.</p>
<p>É uma das idealizadoras do trio Na Ponta da Agulha, realizado em parceria com as artistas Nathália Queiroz e Larissa Veloso. Projeto no qual poemas e canções dessas artistas se entrelaçam e emaranham enquanto potencializam vozes, nutrindo terreno fértil para as sementes melódicas das artistas.</p>
<p>Possui poemas publicados no livro <em>Forças Intermoleculares</em>, criado por Aline Bernardi, e na <em>Antologia Virtual da Poesia Brasileira Contemporânea: Edição Emergencial</em>, do site Deus Ateu. Participou da criação da videoarte <em>Mãoebius</em> e da videoperformance <em>Encantografar: Estado de Verbo Desconhecido</em>, sob direção artística de Aline Bernardi e com dramaturgia de Ligia Tourinho.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Single de estreia da poeta, cantora e compositora Maju, <em>O Dia que Descobri o Meu Lado do Rio</em>. A composição é uma parceria com a artista Nathália Queiroz. A canção foi gravada no Recife com produção musical de Hugo Linns e participação dos(as) músicos e músicas Hugo Linns, Vitória do Pife, Aishá Lourenço, Nathália Queiroz, Larissa Veloso e Marcella Andrade, no Estúdio Carranca, no Recife. As fotografias de divulgação, o visualizer e a capa do single foram feitas por Cecília Távora em Brejão (PE). O single é lançado com o incentivo da Lei Paulo Gustavo Pernmabuco (LPG-PE).</p>
<p>Letra: Nathália Queiroz<br />
Música: Maju<br />
Poema incidental: Maju Cavalcanti<br />
Voz: Maju<br />
Coro: Nathália Queiroz, Larissa Veloso, Aishá Lourenço e Marcella Andrade<br />
Violão: Maju<br />
Viola dinâmica: Hugo Linns<br />
Pífano: Vitória do Pife<br />
Percussão: Aishá Lourenço<br />
Produção musical: Hugo Linns<br />
Gravação, edição e mixagem: Marco Melo<br />
Masterização: Carlinhos Borges<br />
Estúdio Carranca Recife/PE<br />
Fotografia, visualizer e capa do single: Cecília Távora<br />
Produção Geral: Carlos Gomes Oliveira<br />
Assessoria de imprensa: Dea Almeida/Alcateia Comunicação e Cultura<br />
Incentivo: Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE)<br />
Agradecimentos: Nathália Queiroz, Carlos Gomes Oliveira, Alefe Passarin, Nathália Tenório, Lua, Marcella Andrade, Larissa Veloso, Hugo Linns, Betania Cavalcanti, Cecília Távora, Vitória do Pife, Aishá Lourenço, Dá Almeida, Estúdio Carranca.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do single e visualizer O Dia que Descobri o Meu Lado do Rio nas plataformas de streaming -</strong> sábado (23), no <a title="O dia que descobri o meu lado do rio | Maju" href="https://tratore.ffm.to/odiaquedescobriomeuladodorio" target="_blank"><strong>link</strong></a> do pré-save; apresentação e sarau na sexta-feira (22), às 20h, na Rua sem Saída (Encruzilhada). Ingresso: R$ 5. Mais informações no <a title="Maju - Lançamento do single + sarau" href="https://www.sympla.com.br/evento/maju-lancamento-do-single-sarau/2714620" target="_blank"><strong>site</strong></a> do evento<br />
<strong>Letra da canção (Nathália Queiroz) + poema incidental (Maju Cavalcanti):</strong></p>
<p>Há um barco do outro lado<br />
Uma margem além desse braço<br />
E do meu lado o que há?</p>
<p>O dia que descobri o meu lado do rio</p>
<p>“meu desejo é<br />
como uma das lendas contadas<br />
pelos pescadores<br />
que cercam aquele rio<br />
meu desejo nasce corre e morre dentro do rio</p>
<p>mora na boca dos que contam<br />
nos ouvidos dos que escutam<br />
nos olhares por sobre nuvens</p>
<p>meu desejo é brisa soprando areias na pele<br />
limos se impregnando em pedras</p>
<p>meu desejo não anda com as minhas pernas<br />
está na rede dos pescadores<br />
no alto daquele morro<br />
desejando atirar-se ao enluarar do dia<br />
quando os outros seres do rio<br />
assim como eu<br />
ganham vida</p>
<p>meu desejo é de vida”</p>
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		<title>Cordão de Bruta Flor lança novo single nas plataformas digitais</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 23:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O coletivo Cordão de Bruta Flor lança, na próxima quarta-feira (14), seu novo single nas principais plataformas de streaming. Contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a canção &#8220;Bruta Flor&#8221; é uma composição de César Jácome, que presenteou o grupo com uma música que fala de feminismo e respeito. A letra da canção [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-05-at-12.01.45.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92632" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-05-at-12.01.45-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O coletivo Cordão de Bruta Flor lança, na próxima quarta-feira (14), seu novo single nas principais plataformas de streaming. Contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a canção &#8220;Bruta Flor&#8221; é uma composição de César Jácome, que presenteou o grupo com uma música que fala de feminismo e respeito.</p>
<p>A letra da canção diz: <em>&#8220;Me diga dona Maria como surgiu a bruta flor, foi no baque da primeira rosa trago aqui o seu clamor. Todo homem que quer medir força, já sai de berço perdedor, onde falta vergonha na cara, deixo o peso do tambor. Não me venha com ameaça que eu não quero ameaçar, vou pegar só o que é meu, o que é seu pode guardar. Nesta vida quem pede respeito, deve saber respeitar. Bruta flor chegou na roda, é melhor se acostumar. Sobe ladeira, desce ladeira, perna eu tenho pra queimar. Mostra tua força, canta guerreira que é pros males espantar&#8221;</em>.</p>
<p><strong>FORMAÇÃO -</strong> O grupo hoje é formado por Dayane Franca, Lícia Cemíramis, Carolina Flores, Lú Mattos, Dayanna Alcantara e Débora Moura, vozes femininas que buscam através do som dos tambores, agogôs, agbês, timbais dentre outros instrumentos percussivos, buscar fortalecer a cultura afrodescendente, mover as estruturas do racismo e do patriarcado com letras e ritmos de impacto social. A musicalidade da banda colabora com as lutas feministas e outras questões sociopolíticas em que as mulheres estão inseridas, além disso, é receita nordestina para cuidar de si e do mundo.</p>
<p>O single foi gravado e mixado no Cordilheira Estúdio. Saiba mais sobre o projeto no perfil do Instagram do grupo: <a href="https://www.instagram.com/cordaodebrutaflor/" target="_blank"><strong>@cordaodebrutaflor</strong></a>.</p>
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		<title>&#8220;Candeeiro&#8221; é o novo single do grupo Xexéu de Bananeira</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 00:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com quase 10 anos de atuação, o grupo Xexéu de Bananeira lança domingo (10) o videoclipe/single “Candeeiro”, de autoria de Heverton Souza, nas principais plataformas de streaming e nas redes sociais do grupo. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto contou com a produção musical de Herverton Souza. O single foi [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Gf2huobh4UA" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Com quase 10 anos de atuação, o grupo Xexéu de Bananeira lança domingo (10) o videoclipe/single “Candeeiro”, de autoria de Heverton Souza, nas principais plataformas de streaming e nas redes sociais do grupo.</p>
<p>Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto contou com a produção musical de Herverton Souza. O single foi gravado, masterizado e mixado no L2 estúdio; a captação, direção e produção do videoclipe ficou por conta de Rennan Peixe, um dos fundadores do grupo e atualmente artista visual e a produção executiva da Araxá Produções através da produtora cultural Giovanna Teles.</p>
<p><strong>GRUPO XEXÉU DE BANANEIRA -</strong> Grupo de tradição popular que busca fomentar a prática das manifestações populares em Pernambuco, mais especificamente do coco pisado na cidade do Paulista. O coco é um ritmo, um dos mais populares de Pernambuco e se apresenta em diversas modalidades (samba de coco, coco de praia, de trupé, de roda, de São João e o coco pisado).</p>
<p>Criado em 2013 por Bolinho percussão, João Paulo Oliveira e Rennan Peixe, 3 jovens do Município do Paulista, que viram a necessidade da existência de mais um grupo de coco dentro da cidade que promovesse a continuidade da tradição e musicalidade dos mestres e mestras referências de coco, incômodo causado pelo fato da manifestação ter caído no esquecimento, substituída gradativamente pelas manifestações contemporâneas. O xexéu de bananeira atualmente é formado por 5 jovens pernambucanos: Rafaela Nascimento, Maisa Santos, Jéssica Silva, Heverton Lima (Bolinho) e Givanildo Nascimento, unidos pelo desejo de manter viva a tradição do coco pisado.</p>
<p>O grupo mostra em suas apresentações toda a musicalidade do coco pisado utilizando instrumentos próprios do coco, tais como o ganzá, o bombo e o pandeiro. O show conta, em geral, com um repertório formado por 15 músicas, incluindo um trabalho autoral nas seguintes canções: &#8220;É Xalé&#8221; , &#8220;O coco é parente do dendê&#8221;, &#8220;Dê valor ao que se tem&#8221;, &#8220;Moro do lado da mata&#8221; e &#8220;Candeeiro&#8221;, composições de Bolinho Percussão.</p>
<p>Na sua trajetória, constam participações  em alguns festivais, tais como: Festival para Bienal da UNE, Festival Multicultural da UFPE, Festival Peixe de Coco, participações em Sambadas de Coco e produziu a Sambada “Domingueira do Coco” que era realizada todo último domingo do mês, no bairro de Jardim Paulista Baixo, na cidade de Paulista/PE. O grupo integrou a programação do Make Music Day 2021, na forma virtual, em 2021, dado a Pandemia do Covid-19.</p>
<p>O Xexéu de Bananeira possui como objetivo principal a divulgação e a proteção dessa tradição tão rica e tão heterogênea no estado de Pernambuco e planeja gravar o seu primeiro EP com suas canções autorais, em breve.</p>
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		<title>Lili Novais lança o single &#8220;Do jeito mais simples&#8221; nas plataformas digitais</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 21:08:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mineira radicada desde criança na cidade de Garanhus, no Agreste, a cantora e compositora Lili Novais lança, nesta quinta-feira (10), o segundo single &#8220;Do meu jeito mais simples&#8221;, segunda faixa do seu EP &#8220;Meu canto no mundo&#8221;, lançado com a canção &#8220;Agora&#8221;, em fevereiro de 2021. Gravada integralmente em Garanhuns, a faixa conta com os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Lili-Novais-13-1.jpg"><img src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Lili-Novais-13-1-607x404.jpg" alt="" width="607" height="404" class="alignnone size-medium wp-image-91669" /></a></p>
<p>Mineira radicada desde criança na cidade de Garanhus, no Agreste, a cantora e compositora Lili Novais lança, nesta quinta-feira (10), o segundo single &#8220;Do meu jeito mais simples&#8221;, segunda faixa do seu EP &#8220;Meu canto no mundo&#8221;, lançado com a canção &#8220;Agora&#8221;, em fevereiro de 2021.</p>
<p>Gravada integralmente em Garanhuns, a faixa conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. Na produção musical, estão os músicos Revoredo (guitarras, violões e ukulele), Efraim Rocha (contrabaixo), Nino Alves (percussão) e Júlio Portela (teclados e gaita). O pre-save da canção pode ser feito no link: <a href="https://tratore.ffm.to/do-jeito-mais-simples" target="_blank"><strong>tratore.ffm.to/do-jeito-mais-simples</strong></a>.</p>
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		<title>&#8220;O Sistema&#8221; é o novo single de Mestre Bi</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2021 00:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Grande berço da cultura popular, a Zona da Mata Norte Pernambucana sempre tem se destacado por revelar suas raízes e o contexto social e histórico do seu povo. Seguindo essa premissa, o Meste Bi, de Nazaré da Mata, lança nesta quinta-feira (11), no YouTube, o single “O Sistema”, ciranda que promove uma reflexão sobre o [...]]]></description>
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<p>Grande berço da cultura popular, a Zona da Mata Norte Pernambucana sempre tem se destacado por revelar suas raízes e o contexto social e histórico do seu povo. Seguindo essa premissa, o Meste Bi, de Nazaré da Mata, lança nesta quinta-feira (11), no YouTube, o single “O Sistema”, ciranda que promove uma reflexão sobre o cenário vivenciado em nosso país nos últimos anos.</p>
<p>Com referências na sonoridade local, rica em ritmos e folguedos genuínos que influenciam os artistas, “O Sistema”, é uma mostra da musicalidade, poesia e engajamento social dos mestres da cultura popular. De acordo com Mestre Bi, a canção foi desenvolvida com o propósito de promover uma reflexão político-social da atualidade, com destaque para a força do poder econômico sobre as políticas públicas em nosso país.</p>
<p>O single “O Sistema” é parte do primeiro álbum de Mestre Bi e a Ciranda Bela Rosa, intitulado “O Mundo de um Cirandeiro”, que irá trazer fortes influências de grandes cirandeiros da região, como Mestre Santino, Mestre João Limoeiro e Mestre Zé Galdino. “Estamos lançando a primeira música para deixar um gostinho do que virá em nosso álbum. Mesmo com uma abordagem social, é uma ciranda para se fazer uma roda e dançar com sua melodia, refletir sobre as injustiças e de mãos dadas criar um elo de luta popular”, destaca o mestre do apito, Bi.</p>
<p>Toda a produção é realizada com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura. A realização é do Maracatu Estrela Brilhante de Nazaré da Mata, produção executiva de Alexandre Veloso, produção musical de Felipe Oliveira e a assistência de produção de Gilson Xavier.</p>
<p><strong>MESTRE BI -</strong> Lezildo José dos Santos, o Mestre Bi, é filho do Engenho Teimoso, na zona rural de Nazaré da Mata. Aos 12 anos de idade dividia sua rotina entre a escola e o trabalho rural e em 2008, conheceu a cultura da sua região nas noites de sambadas no terreiro do Cambinda Brasileira. Amante da poesia, logo se encanta e começa a “soltar” as primeiras loas de maracatu. Em 2012, se torna mestre do Maracatu Estrela Brilhante de Nazaré da Mata, onde desde então, já foi campeão do carnaval de Recife e realizou várias sambadas com grandes mestres da cultura popular. Em 2014, fundou a Ciranda Bela Rosa e já em 2015 participou do Encontro de Cirandeiros, em Ferreiros, e integrou a programação do Festival de Inverno de Garanhuns. No ano de 2018, foi além de sua região, chegando à capital onde encantou muitos dos frequentadores do Pátio de São Pedro e da 20° Fenearte. Na perspectiva de potencializar as atividades culturais da Zona da Mata Norte, em 2020, se torna produtor cultural e é agraciado com o Prêmio Funarte Respirarte – Música.</p>
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		<title>&#8220;Nos Braços da Rima&#8221; é o novo single do trio As Severinas e do Quinteto Violado</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2021 15:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em parceria com o Quinteto Violado, As Severinas lançam nesta semana o single &#8220;Nos Braços da Rima&#8221;. Viabilizada com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a faixa integra o EP “Xamêgo de Fulô” e foi composta pelo jovem músico Islan, da cidade de São José do Egito, em Pernambuco. “Nos Braços da Rima” [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/q3cnPWD-cDM" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Em parceria com o Quinteto Violado, As Severinas lançam nesta semana o single &#8220;Nos Braços da Rima&#8221;. Viabilizada com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a faixa integra o EP “Xamêgo de Fulô” e foi composta pelo jovem músico Islan, da cidade de São José do Egito, em Pernambuco.</p>
<p>“Nos Braços da Rima” é uma celebração a força da poesia popular do sertão pernambucano, fortemente presenta na obra dos dois grupos e que interagem nessa canção, no verso tradicional das Severinas que se mistura ao repente moderno do Quinteto Violado. A letra da música aponta esse caminho e revela essa ligação em comum dos dois grupos: “Se tudo é fruto do verso / Me diga pra onde ir / Que sigo sem levar medo / Na hora que for partir / Me carregue nos braços da rima / Me leve pra todo lugar / E no canto que houver poesia / Uma hora eu irei me encontrar”. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>“Limiar do Vácuo” é o novo single de Fernando Alakejá</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 15:24:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fernando Alakejá]]></category>
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		<description><![CDATA[O guitarrista e cantor pernambucano Fernando Alakejá lança, nesta sexta-feira (20), seu novo single &#8220;Limiar do Vácuo&#8221;. Disponível nas principais plataformas digitais, a canção é a primeira de três músicas que Alakejá prepara para o final de 2021, que sairão pelo recém-fundado selo recifense Mormaço Records. Junto ao single, ele lança também um videoclipe dirigido [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/1_Créditos_CADU.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-87013" alt="1_Créditos_CADU" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/1_Créditos_CADU-607x404.png" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O guitarrista e cantor pernambucano Fernando Alakejá lança, nesta sexta-feira (20), seu novo single &#8220;Limiar do Vácuo&#8221;. Disponível nas principais plataformas digitais, a canção é a primeira de três músicas que Alakejá prepara para o final de 2021, que sairão pelo recém-fundado selo recifense Mormaço Records. Junto ao single, ele lança também um videoclipe dirigido por Cadu, vocalista da banda O Quartinho, e montado por Deyvid Saborido.</p>
<p>A letra da música nasce de divagações existenciais, com referências sonora e lírica a artistas considerados indispensáveis na formação musical de Alakejá, como Erasmo Carlos, Secos &amp; Molhados e Novos Baianos. A produção da música e do clipe, por sua vez, foram inteiramente caseiras. <em>“A organicidade do rock setentista nos atrai muito. A guitarra ‘suja’ e cheia de fuzz, a bateria livre e com muitas viradas foram alguns dos elementos que ajudam a trazer essa estética”</em>, resume o cantor, que produziu a canção com Manoel Malaquias, da Mormaço Records.</p>
<p><strong>SOBRE O ARTISTA -</strong> Alakejá é o pseudônimo artístico com o qual o músico Fernando Greco foi batizado em 2016, após ter contato com o grupo percussivo Lamento Negro e participar da gravação do disco comemorativo dos seus 30 anos. Já na carreira solo, em que mistura referências que vão do indie rock à psicodelia, já havia lançado os singles &#8220;Além do Mar&#8221; (2020), com produção de Guilherme Assis (Barro, Mulungu) e &#8220;Prata e Azul&#8221; (2019), com participação de Cássio Oli e Dom Santana.</p>
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		<title>Dani Carmesim lança novo single nas plataformas digitais</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 16:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cantora e compositora pernambucana Dani Carmesim lança, no próximo dia 6 de agosto (sexta-feira), o single &#8220;For Sales&#8221; em todas as plataformas digitais. A canção, feita em parceria com DJ Ramdon, conta com a participação do músico André Insurgente e fala da questão ambiental das agressões que tem sido permitidas através dos desmatamentos, queimadas, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/foto-por-ANDRÉ-INSURGENTE-6.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-86653" alt="André Insurgente/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/foto-por-ANDRÉ-INSURGENTE-6-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>A cantora e compositora pernambucana Dani Carmesim lança, no próximo dia 6 de agosto (sexta-feira), o single &#8220;For Sales&#8221; em todas as plataformas digitais. A canção, feita em parceria com DJ Ramdon, conta com a participação do músico André Insurgente e fala da questão ambiental das agressões que tem sido permitidas através dos desmatamentos, queimadas, dentre outras formas de exploração, junto às florestas e biomas brasileiros.</p>
<p>O single, que já está com o pré-save disponível, foi gravado à distância respeitando o distanciamento social entre os músicos. Dani Carmesim compôs a letra e parte do arranjo musical junto com o seu companheiro e parceiro de criação André Insurgente, que gravou o baixo e guitarra, deixando a música com uma pegada bem energética e rock n’ roll. E finalizando, DJ Ramdon fez toda a programação de beats, baterias e efeitos sonoros trazendo elementos mais eletrônicos e modernos à música, além de fazer a arte da capa do novo single e a produção musical junto com André e Dani.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>ARTISTA -</strong></span> Dani Carmesim é uma cantora e compositora pernambucana que faz um trabalho autoral, independente e alternativo desde 2011. Nesses dez anos percorridos, lançou dois EPs, um CD e em breve lançará o seu segundo disco. Além desses trabalhos, Dani vem lançando singles a parte feitos em parceria com artistas emergentes da cena local recifense.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Single ‘For Sales’ de Dani Carmesim feat DJ Ramdon<br />
Estreia sexta-feira &#8211; 06 de agosto<br />
Pré-save: <a href="Dani Carmesim lança novo single nas plataformas digitais" target="_blank"><strong>onerpm.link/564933542589</strong></a></p>
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		<title>Olegário Lucena lança single com os poetas Luís Homero e Hercinho</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2021 16:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O compositor e guitarrista Olegário Lucena faz um passeio pelo agreste pernambucano para apresentar &#8220;Bascui&#8221;, single levado por uma guitarra elétrica viciante e por batidas eletrônicas que flertam com estilos como coco e guitarrada. Na faixa, o músico celebra o encontro com os poetas Luís Homero e Hercinho exaltando os termos populares típicos do linguajar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://open.spotify.com/embed/album/4VyTLPqMazdliUUoQzTuHE" width="100%" height="380" frameBorder="0" allowtransparency="true" allow="encrypted-media"></iframe></p>
<p>O compositor e guitarrista Olegário Lucena faz um passeio pelo agreste pernambucano para apresentar &#8220;Bascui&#8221;, single levado por uma guitarra elétrica viciante e por batidas eletrônicas que flertam com estilos como coco e guitarrada. Na faixa, o músico celebra o encontro com os poetas Luís Homero e Hercinho exaltando os termos populares típicos do linguajar popular do nordeste. O single conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco e estreia nesta quarta-feira (30), nas plataformas digitais. Para ouvir, acesse: <a href="https://found.ee/olegario_Bascui" target="_blank"><strong>found.ee/olegario_Bascui</strong></a>.</p>
<p><em>&#8220;Bascui é como chamamos a poeira que acumula sobre a mesa de uma casa fechada há dias  (a mesa tá cheia de bascui, por exemplo), entulho, lixo, os carrapichos e espinhos que se pregam na roupa quando entramos no mato e por aí vai. A música brinca com isso, com o dicionário nordestino em uma métrica poética predominante da região, especialmente nos trabalhos dos cantadores de coco e declamadores&#8221;</em>, explica Olegário. <em>&#8220;Na canção, fiz questão de mostrar que a tradição do cancioneiro do nordeste combina muito bem com arranjos mais modernos, com o uso de beats,  sintetizadores e guitarra elétrica&#8221;</em>, completa.</p>
<p>A parceria com os poetas Luís Homero e Hercinho vem de uma convivência de longa data, dos encontros em feiras livres, praças e festivais. Ambos assinam a letra de &#8220;Bascui&#8221; com Olegário, composta entre as idas e vindas para a festa de Louro, em São José do Egito, no sertão pernambucano,  para o Sítio São Francisco, localizado  em Prata, Paraíba,  terra do aclamado poeta Zé de Cazuza, pai de Luís Homero.</p>
<p>A faixa anuncia disco, previsto para o segundo semestre de 2021, e também marca uma nova fase na carreira do músico. <em>&#8220;Participei do desafio #30dias30beats, iniciativa de Daniel Jesi(Big Jesi- PB) e me abri para o mundo dos beats. Não só &#8220;Bascui&#8221;, como também em sete das nove faixas do álbum são influenciadas por essas experimentações sonoras&#8221;</em>, antecipa. A produção musical é assinada por Olegário Lucena e Clayton Barros, do Cordel do Fogo Encantado, e ganha o mundo através de parceria com o Selo Estelita. Para saber mais sobre o trabalho do artista, acesse o perfil no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/olegario_lucena/" target="_blank"><strong>@olegario_lucena</strong></a>.</p>
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