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	<title>Portal Cultura PE &#187; site</title>
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		<title>Site reúne acervo virtual de Tavares da Gaita</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Mar 2023 14:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[  Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, foi lançado recentemente o site do projeto As Sanfonas de Tavares da Gaita: www.tavaresdagaita.com. Idealizada pelo produtor cultural Evandro Lunardo, a página vai contribuir com a preservação de memórias, significados e a preservação de um dos maiores nomes da cultura popular pernambucana, Tavares [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Identidade-oficial-Funcultura.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-99795" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Identidade-oficial-Funcultura-386x486.png" width="386" height="486" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, foi lançado recentemente o site do projeto <em>As Sanfonas de Tavares da Gaita</em>: <a href="https://www.tavaresdagaita.com/" target="_blank"><strong>www.tavaresdagaita.com</strong></a>. Idealizada pelo produtor cultural Evandro Lunardo, a página vai contribuir com a preservação de memórias, significados e a preservação de um dos maiores nomes da cultura popular pernambucana, Tavares da Gaita, um dos símbolos de resistência e afirmação na formação da cultura pernambucana. &#8220;Falecido em 2009, aos 84 anos de idade, desde então, o seu legado se dissipa sem que haja registros sobre a sua carreira, acima de tudo, para as novas gerações. O site objetiva divulgar e valorizar a obra do multiartista, notadamente, com marcas do Agreste na arte e na cultura popular de Pernambuco&#8221;, conta Lunardo.</p>
<p>Embora tenha uma abordagem vinculada a uma matriz regional, a página traz conteúdos que prestigiam a arte popular e quando utiliza ambientes da internet para disseminar as representações inerentes à construção da nossa identidade. Outro destaque ocorre na renovação e na recuperação do acervo de Tavares da Gaita na internet. A plataforma forma uma base permanente de salvaguarda com sons, imagens, textos e vídeos. Desta maneira, o público apreciar materiais relevantes para o resgate da trajetória do artista, que serão ampliados em alcance para uma merecida visibilidade.</p>
<p>As atualizações mensais vão contemplar, principalmente, o acervo da família de Tavares, no qual foram pesquisados e selecionados objetos, fotografias, desenhos e músicas autorais nunca registradas, oficialmente. Na acessibilidade comunicacional, os desenhos e as fotografias exibidos contam com audiodescrição, enquanto os vídeos inéditos vão apresentar Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE). Saiba mais sobre o projeto no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/tavaresdagaita/" target="_blank"><strong>@tavaresdagaita</strong></a>.</p>
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		<title>Site reúne informações dos Mercados Públicos do Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 17:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, cinco mercados públicos do Recife terão, a partir de agora, um espaço virtual para reunir suas principais informações. Trata-se do site: mercadosempe.com. Realizada pela Agência CCQ, a página contempla informações históricas e fotografias dos elementos arquitetônicos e de ambientes dos mercados públicos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/mercadosempe-casa-amarela-foto-Eduardo-Cunha_agência-CCQ.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98602" alt="Eduardo Cunha/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/mercadosempe-casa-amarela-foto-Eduardo-Cunha_agência-CCQ-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, cinco mercados públicos do Recife terão, a partir de agora, um espaço virtual para reunir suas principais informações. Trata-se do site: <a href="https://mercadosempe.com/" target="_blank"><strong>mercadosempe.com</strong></a>. Realizada pela Agência CCQ, a página contempla informações históricas e fotografias dos elementos arquitetônicos e de ambientes dos mercados públicos, além de figuras caricatas, sejam comerciantes ou os próprios frequentadores. Patrimônios públicos da cidade do Recife, que guardam muitas histórias e reforçam a tradição da cidade. Compõem a primeira etapa da iniciativa: Mercado da Boa Vista, Mercado de Casa Amarela, Mercado da Encruzilhada, Mercado da Madalena e o Mercado de São José.</p>
<p>Ainda nos dias atuais, os mercados públicos do Recife não são valorizados como patrimônio histórico. De todos os mercados públicos disponíveis no Recife, apenas o Mercado de São José possui tombamento. Através de imagens e da informação é possível explorar o universo dos mercados presentes na cidade do Recife e estimular o espectador à visitação e valorização do patrimônio. O site inédito também pretende promover um aquecimento do setor de turismo e lazer, principalmente no período de férias.</p>
<p>Com o objetivo de valorizar a arquitetura dos mercados, e registrar, documentar, catalogar e salvaguardar os mesmos através da fotografia e informações, o projeto-site apresenta os mercados do Recife mais frequentados pela população e turistas. As fotografias são inéditas, realizadas pelo fotógrafo Eduardo Cunha (agência CCQ) e contam com acessibilidade comunicacional &#8211; audiodescrição e libras. A pesquisa histórica é assinada pelo historiador Thiago Nunes. O projeto visa a continuação contemplando outros mercados públicos do Estado de Pernambuco.</p>
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		<title>Site do projeto &#8220;Documentando&#8221; reúne mais de 80 documentários</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 18:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Junto com a 6ª edição do projeto &#8220;Documentando&#8221;, o cineasta Marlom Meirelles acaba de lançar o site da iniciativa, que já disponível no endereço: www.oficinasdocumentando.com.br. O portal disponibiliza os mais de 80 documentários produzidos ao longo dos 13 anos de estrada do projeto, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_96949" aria-labelledby="figcaption_attachment_96949" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Oficinas-Documentando-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-96949" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Oficinas-Documentando-4-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Plataforma reúne os filmes produzidos ao longo dos últimos 13 anos do projeto &#8220;Documentando&#8221;</p></div>
<p>Junto com a 6ª edição do projeto &#8220;Documentando&#8221;, o cineasta Marlom Meirelles acaba de lançar o site da iniciativa, que já disponível no endereço: <a href="http://www.oficinasdocumentando.com.br/" target="_blank"><strong>www.oficinasdocumentando.com.br</strong></a>. O portal disponibiliza os mais de 80 documentários produzidos ao longo dos 13 anos de estrada do projeto, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. Os curtas-metragens do catálogo, muitos deles premiados e exibidos em festivais de cinema nacionais, podem ser assistidos gratuitamente. Além disso, na plataforma, ainda é possível conferir videoaulas e palestras virtuais gratuitas sobre o universo audiovisual. Informações sobre as temporadas, oficinas, bastidores e relatos dos estudantes também estão no site.</p>
<p><em>“O lançamento do site é uma grande conquista para o Documentando, pois é uma coletânea da memória de treze anos do projeto. Isso, somado ao fato de que chegamos mais maduros e com bastante experiência prática para esta expedição pelo sertão de Pernambuco, tornam altas as expectativas para a 6ª temporada”</em>, revela Marlom Meirelles, idealizador do Documentando.</p>
<p><strong>NOVA EDIÇÃO -</strong> A 6ª temporada do “Documentando | Expedição pelo Sertão” começou na última segunda-feira (24). Com dez oficinas audiovisuais gratuitas e itinerantes pelo Sertão pernambucano, a nova edição contemplará cidades inéditas e terá seu encerramento no dia 31 de março de 2023. Ao todo, 250 jovens serão beneficiados.</p>
<p>As primeiras cidades a receber o Documentando são Belém de São Francisco e Cabrobó, até sexta-feira (28). Em seguida, o roteiro passa por Flores (de 07 a 11/nov), Ouricuri e Araripina(de 12 a 16/dez), Floresta e Custódia (de 06 a 10/fev), Afrânio (de 27/fev a 03/mar), Verdejante (de 20 a 24/mar) e Solidão (de 27 a 31/mar).</p>
<p>Em parceria com a TV Pernambuco, o Documentando exibirá em janeiro de 2023 filmes produzidos dentro do projeto durante o mês inteiro, em programas de 52 minutos de duração.</p>
<div id="attachment_96950" aria-labelledby="figcaption_attachment_96950" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Oficinas-Documentando-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-96950" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Oficinas-Documentando-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta Marlom Meireles é quem comanda a iniciativa</p></div>
<p><strong>+OFICINAS -</strong> Os municípios visitados na temporada “Documentando | Expedição pelo Sertão” foram escolhidos através de uma avaliação prévia, levando em consideração as demandas dos próprios municípios e a posição estratégica das cidades, de modo a atender também municípios circunvizinhos. Assim, em 2022, o Documentando passa pelas cidades: Belém de São Francisco e Cabrobó (de 24 a 28/out), Flores (de 7 a 11/nov), Ouricuri e Araripina(de 12 a 16/dez), Floresta e Custódia (de 6 a 10/fev), Afrânio (de 27/fev a 3/mar), Verdejante (de 20 a 24/mar) e Solidão (de 27 a 31/mar).</p>
<p><em>“Decidimos fazer essa edição exclusivamente pelo Sertão porque, apesar dos avanços nesse sentido, trata-se de uma região historicamente com mais desafios de acesso a atividades cinematográficas. O intuito é preencher essa lacuna e democratizar o contato com a sétima arte”</em>, diz Marlom.</p>
<p>Vale ressaltar que os participantes das oficinas não precisam possuir conhecimentos prévios na área. Durante o curso, todos serão iniciados nas técnicas básicas de captação e edição de imagens em vídeo, além de receber informações necessárias sobre a linguagem cinematográfica e as etapas e funções numa produção.<em> “Durante as aulas apresentamos aos alunos um panorama sobre o cinema documental, seus principais diretores e movimentos, abrindo caminhos para a construção de um repertório audiovisual. Também fazem parte do cronograma pesquisa, argumento, roteiro, produção e uma abordagem sobre os demais elementos cinematográficos”</em>, explica Meirelles.</p>
<p>Cada oficina tem 24h/aula, com encontros presenciais e atividades virtuais,a exemplo de videoaulas e palestras, onde profissionais comentam sobre suas experiências, as oportunidades de inserção no mercado e distribuição dos filmes.</p>
<p>Em cada oficina, os alunos realizam, na parte prática, um documentário com duração de cerca de 10 minutos, abrangendo aspectos socioculturais e históricos dos municípios, como personalidades, manifestações culturais, valores materiais ou imateriais, etc. A temática é escolhida através de exercícios coletivos. Ao final da 6ª temporada serão realizadas duas mostras com os filmes produzidos ao longo da edição, com exibições descentralizadas– uma na Região Metropolitana do Recife e outra no Sertão &#8211; e ações de acessibilidade (libras e legendas para surdos e ensurdecidos).</p>
<p><strong>TEMPORADAS ANTERIORES -</strong> Com 13 anos de história, cinco edições realizadas, uma em execução, além de temporadas especiais e participação em festivais e projetos audiovisuais, o projeto Documentando já beneficiou mais de 2 mil estudantes.</p>
<p>De acordo com Marlom, entre os benefícios gerados pelo projeto, está o estímulo crescente da produção audiovisual em Pernambuco, algo com reflexo direto no aumento de novos realizadores em festivais e mostras audiovisuais no Estado. Além, claro, da função social que o projeto desempenha, ao transforma a produção documental em uma ferramenta de promoção de visibilidade, reconhecimento e cidadania, sobretudo para os grupos em situações mais vulneráveis.</p>
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		<title>Coletivo lança site que mapeia obra visual do artista Lula Côrtes</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2022 14:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Rede Lula Cortex lança, no próximo dia 14 de julho (quinta-feira), às 19h, o site lulacortes.com, que reúne a obra visual do artista Lula Côrtes. Na ocasião, haverá ainda uma live com a equipe envolvida. O site é resultado do projeto de pesquisa Atípicos, realizado entre 2020 e 2022, que teve por finalidade mapear [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_94951" aria-labelledby="figcaption_attachment_94951" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Flora Pimentel/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem_Flora_Pimentel-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-94951" alt="Flora Pimentel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem_Flora_Pimentel-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Falecido em 2011, Lula Côrtez foi compositor, cantor, instrumentista, artista visual e poeta pernambucano</p></div>
<p>A Rede Lula Cortex lança, no próximo dia 14 de julho (quinta-feira), às 19h, o site <strong><a href="https://lulacortes.com/" target="_blank">lulacortes.com</a></strong>, que reúne a obra visual do artista Lula Côrtes. Na ocasião, haverá ainda uma live com a equipe envolvida. O site é resultado do projeto de pesquisa Atípicos, realizado entre 2020 e 2022, que teve por finalidade mapear e registrar o conjunto de pinturas, gravuras e desenhos do artista sedimentado em acervos particulares. A ação conta com incentivo do Funcultura.</p>
<p>Durante dois anos, a equipe buscou valorizar a memória imagética de Lula Côrtes, artista usualmente conhecido por sua produção no campo musical. Até então, foram mapeadas mais de 150 obras, registradas através de visitas aos acervos privados de Katia Mesel, Alcione Móes e Manuel Cesário Ferreira Pinto. De acordo com Nemo Côrtes, coordenador e pesquisador do projeto, <em>“Lula teve uma trajetória bem significativa, experimentando várias técnicas e buscando referências em outros países, tendo até realizado experimentações com Salvador Dalí, por exemplo. Então esse projeto é uma forma de situá-lo na rede das artes visuais. É ainda uma forma de tentar dar conta da complexidade e vastidão de sua obra”</em>, pontua. Além do mapeamento, o projeto culminou na produção de uma série de ensaios críticos centrados na trajetória política, social e cultural do artista, e na realização de webnários abertos ao público – também disponibilizados no site.</p>
<p>Lula Côrtes (1949-2011) foi compositor, cantor, instrumentista, artista visual e poeta. Reconhecido por seu pioneirismo em combinar a música popular nordestina com a psicodelia e o rock progressivo, Lula foi um importante expoente da música brasileira. Iniciou sua carreira musical em 1973 com o disco Satwa e, em 1975, lança junto a Zé Ramalho o Paêbiru, disco brasileiro mais raro e valioso de todos os tempos e marco de um momento único da psicodelia. Contudo, apesar de prolífica, sua carreira como artista visual segue pouco conhecida por grande parte do público.</p>
<p>De acordo com Joana Darc Lima, orientadora da pesquisa, o trabalho de Côrtes se vincula a um momento histórico específico &#8211; a década de 1970 -, mas também diz respeito a um artista pouco convencional,<em> “atípico para as normas e regramentos de uma sociedade do controle dos corpos, da sexualidade, da criação”</em>, afirma. Assim, proposta global do projeto deu-se no sentido de ampliar o acesso à obra de Lula Côrtes, descobrir intersecções possíveis nos campos artísticos os quais ele atuou e contribuir com uma narrativa histórica acerca das artes visuais no Recife.</p>
<p>Para além do mapeamento das obras no âmbito das artes visuais, o site também reúne materiais como a discografia, entrevistas, shows, documentários e registros audiovisuais sobre e a partir do trabalho do artista. Além disso, segue em aberto o chamado para a coleta dos materiais visuais.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do site Lula Côrtes<br />
Quando: 14 de julho de 2022 (quinta-feira), 19h<br />
Site: <strong><a href="https://lulacortes.com/" target="_blank">lulacortes.com</a></strong></p>
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		<title>Museu da Parteira lança seu novo site nesta quinta-feira (5)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-da-parteira-lanca-seu-novo-site-nesta-quinta-feira-5/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2022 13:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[museu da parteira]]></category>
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		<description><![CDATA[O Museu da Parteira promove, nesta quinta-feira (5), a partir das 19h, o lançamento do seu novo site museudaparteira.org.br, com uma live no YouTube (www.youtube.com/MuseudaParteira), que contará com a participação de idealizadoras da iniciativa e as parteiras que integram o museu. O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Exposição-Parteiras_Um-Mundo-pelas-Mãos_Foto-divulgação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93380" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Exposição-Parteiras_Um-Mundo-pelas-Mãos_Foto-divulgação-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Museu da Parteira promove, nesta quinta-feira (5), a partir das 19h, o lançamento do seu novo site <a href="https://museudaparteira.org.br/" target="_blank"><strong>museudaparteira.org.br</strong></a>, com uma live no YouTube (<strong><a href="https://www.youtube.com/c/MuseudaParteira" target="_blank">www.youtube.com/MuseudaParteira</a>)</strong>, que contará com a participação de idealizadoras da iniciativa e as parteiras que integram o museu. O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Além do lançamento virtual, uma ação presencial também está programada. No domingo, dia 15 de maio, a partir das 14h, o Museu da Parteira vai ocupar a Oficina Brennand, localizada no bairro da Várzea, no Recife. <em>“A Oficina Brennand tem trabalhado com três eixos norteadores &#8211; territórios, naturezas e cosmologias. O Ocupe Oficina é uma ação no eixo das territorialidades, que visa a abertura do espaço do museu para projetos diversos. No mês de maio, comemoramos tanto o Dia Internacional da parteira (5), como o do Museu (18), daí a pertinência da ocupação pelo Museu da Parteira”</em>, afirma Júlia Morim, antropóloga e integrante da equipe do Museu da Parteira.</p>
<p>No encontro, que contará com a presença de parteiras de Recife, Jaboatão dos Guararapes, e Caruaru e do povo Pankararu, será exibida a série de curtas documentário “Saber de Parteira”, com seis episódios: Ser parteira, Beleza do ofício, Dom e aprendizado, Parteiras e plantas, Transmissão e continuidade e Relação com a comunidade. Também será veiculado o curta Zefinha Parteira, com direção e roteiro de Bruna Leite, Cecília da Fonte e Júlia Machado.</p>
<p>Além disso, no evento será realizada uma roda de conversa e uma homenagem à Dona Zefinha, parteira de Caruaru, que foi reconhecida como Patrimônio Vivo do município em dezembro de 2021 e faleceu em fevereiro de 2022. A ação, que faz parte do Ocupe Oficina, é aberta ao público, com inscrições gratuitas através do Instagram da Oficina Cerâmica Francisco Brennand (<a href="https://www.instagram.com/oficinabrennand/" target="_blank"><strong>@oficinabrennand</strong></a>).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Espaço virtual</strong></span><br />
O site do Museu da Parteira, desenvolvido com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), é um espaço virtual, tal qual um centro de referência sobre o partejar tradicional, no qual é possível conhecer as ações realizadas pelo museu, bem como acessar a produção escrita e audiovisual sobre esse universo por meio da seção denominada biblioteca. Uma galeria de imagens nos mostra visualmente quem são essas mulheres, suas casas, suas comunidades, e a aba Troca de Saberes, é voltada para parteiras e aqueles que atuem junto a elas compartilhem suas experiências e pontos de vista.</p>
<p><em>“Além da publicização de dados, informações e memória sobre o partejar tradicional, o site é um espaço de articulação, um modo de chegar a mais pessoas cuja atividade/trabalho/vida una as temáticas do patrimônio e do universo das parteiras tradicionais. Será, ainda, um instrumento de coleta de informações, documentação, dados sobre a temática, uma vez que abriremos espaço para que os internautas enviem material para publicação. Dessa forma, o site busca organizar em um único espaço virtual documentos, publicações, vídeos, enfim, difundir informações e promover a salvaguarda do ofício de parteira tradicional”</em>, diz Júlia Morim, que está coordenando a implementação do site.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Museu da Parteira</strong></span><br />
O Museu da Parteira, caracterizado como experimental, planeja e realiza um conjunto de ações continuadas de salvaguarda, promoção e valorização dos Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais. Coordenado pelas Associações de Parteiras Tradicionais de Jaboatão dos Guararapes e de Caruaru, Departamento de Antropologia e Museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Grupo Curumim, o museu vem desenvolvendo ações em diversas esferas, através de exposições, publicações de livros, produção de filmes, realização de encontros e debates.</p>
<p><em>“O museu nasceu do desejo de parteiras pernambucanas narrarem suas histórias por si próprias. Por meio de ações e atividades, ele existe sem muros, de forma itinerante, em um lugar de reflexão e articulação de novas ideias e parcerias”, comenta Júlia Morim. “O projeto cresce como um centro de referência sobre o partejar tradicional. O Museu da Parteira ecoa uma série de ações que vêm construindo e propagando narrativas imagéticas, expográficas, documentais e biográficas acerca desse universo das parteiras, ofício que está em processo de ser reconhecido como Patrimônio do Brasil, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)”</em>, ressalta.</p>
<p>Por sua atuação, em 2018, o museu ganhou o Prêmio Ayrton de Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco, na categoria Acervo Documental e Memória. A premiação é uma promoção da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).<em> “Nosso grande foco é entender essas mulheres como detentoras de saberes tradicionais do partejado, que são passados de geração em geração”</em>, explica a antropóloga.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Pelas mãos de Dona Prazeres</strong></span><br />
Aos 80 anos, reconhecida como Patrimônio Vivo de Pernambuco, Maria dos Prazeres de Souza, apelidada carinhosamente como Dona Prazeres, é uma das criadoras e parceiras do Museu da Parteira. Já perdeu as contas de quantas crianças ajudou a nascer. Define o papel da parteira na comunidade como: <em>“Uma liderança. Uma conselheira. Ela é advogada, também é assistente social, ela está em todas. É por isso que eu achei por bem dizer o que ela faz só em uma palavra: simbiose”</em>.</p>
<p>Dona Prazeres é mãe, avó e bisavó. Também é filha e neta de parteiras. A senhora articula e reúne parteiras na Associação de Parteiras Tradicionais e Hospitalares de Jaboatão dos Guararapes, da qual é presidente. Carrega outro título na sua história, o Diploma Mulher-Cidadã Berta Lutz, ofertado pelo Senado Federal. <em>“O primeiro parto que eu atendi sozinha, foi quando vieram chamar minha mãe para ajudar no nascimento de uma criança, mas ela não estava em casa. Então, fui no lugar dela. Cheguei lá, fiz tudo direitinho, do jeito que eu via minha mãe falar e fazer. Eu era muito curiosa. Depois disso, eu apenas continuei”</em>, lembra Dona Prazeres.</p>
<p>A parteira se interessou em saber como era o serviço na maternidade, foi quando começou a fazer o curso de Enfermagem Obstetrícia, na Faculdade de Medicina, concluindo em 1971. <em>“Foi uma complementação. Uma adaptação. Vi que uma prática colabora com a outra, só a linguagem que é diferente”</em>, conta. <em>“A parteira é como se fosse uma mãe. Quando ela pega um menino nos seus braços, fica gravado no coração. Tem pessoas que fiz o parto e, hoje, está com mais de 50 anos, mas ainda liga para mim no Dia das Mães para agradecer”</em>, comenta Dona Prazeres. <em>“É um trabalho de luta. De compromisso. Tem que ter convicção. Não pode viver só pelos interesses financeiros. A gente tem que olhar a necessidade e trabalhar com amor”</em>, conclui.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento virtual do site oficial do Museu da Parteira<br />
Quando: 5 de maio de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Transmissão canal do YouTube do Museu da Parteira: <strong><a href="https://www.youtube.com/c/MuseudaParteira" target="_blank">www.youtube.com/MuseudaParteira</a></strong></p>
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		<title>Irma Brown inaugura exposição virtual &#8220;Hiato&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2022 15:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está no ar, no site da Galeria MauMau, a exposição virtual &#8220;Hiato&#8221; (maumaugaleria.com/hiato/irmabrown), inaugurada recentemente pela artista plástica Irma Brown. Contemplada pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a mostra conta com uma instalação &#8211; ocupação da Galeria Maumau, a artista faz um resgate em imagens de arquivo, vídeo e fotografia, onde produz um videoarte e reúne [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/siririca_0.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93310" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/siririca_0-518x486.jpg" width="518" height="486" /></a></p>
<p>Está no ar, no site da Galeria MauMau, a exposição virtual &#8220;Hiato&#8221; (<a href="https://maumaugaleria.com/hiato/irmabrown" target="_blank"><strong>maumaugaleria.com/hiato/irmabrown</strong></a>), inaugurada recentemente pela artista plástica Irma Brown.</p>
<p>Contemplada pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a mostra conta com uma instalação &#8211; ocupação da Galeria Maumau, a artista faz um resgate em imagens de arquivo, vídeo e fotografia, onde produz um videoarte e reúne uma serie de trabalhos dispersos, criados ao longo dos anos mas que nunca foram expostos ou foram expostos pontualmente em exposições coletivas. Condensa assim ramificações de diferentes tempos.</p>
<p><em>“Hiato propõe uma extensão entre espaço e corpo. Impulsionada pelo vazio, o tempo parece não ser mais um parâmetro confiável. Durante a pandemia, todas as atividades da Maumau foram suspensas. O espaço, antes frequentado por artistas e público em geral, com eventos semanais, vive uma espécie de pausa. O mundo está suspenso. Apesar das circunstâncias adversas, há um mergulho. ‘em cachoeira, cabeça em pedra. um dilúvio em conta-gotas. tempos diluídos. raízes, pentelhos, universos. um cordão umbilical amarrado dos pés ao pescoço’”</em>, conta Irma.</p>
<p>A artista explica, ainda, que ‘Hiato’ parte de uma investigação desse corpo latente, que se funde à natureza/cidade, imerso a um combate cotidiano ao patriarcado. <em>“A exposição nasce assim, a partir de uma inadequação. Busca possibilidades de existências. Em meio a uma não-sociabilização parte para o prazer como arma ou fuga para sobrevivência. Tem no corpo território de luta e conexão com o mundo. E ainda que o mundo esteja prestes a acabar, convido-te a entrar”</em>, finaliza.</p>
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		<title>Museu Virtual Marco Zero de Carpina ganha site</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 21:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Espaço Cultural Marco Zero da cidade de Carpina conta com um novo site: museuvirtualmarcozerocarpina.blogspot.com. Contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a página traz aspectos da história e da cultura local, regional e nacional. &#8220;O objetivo do site é expor fotos do acervo do espaço cultural, com informações acerca das peças&#8221;, conta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/site-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92901" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/site-3-607x435.jpg" width="607" height="435" /></a></p>
<p>O Espaço Cultural Marco Zero da cidade de Carpina conta com um novo site: <a href=" https://museuvirtualmarcozerocarpina.blogspot.com" target="_blank"><strong>museuvirtualmarcozerocarpina.blogspot.com</strong></a>. Contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a página traz aspectos da história e da cultura local, regional e nacional.<em> &#8220;O objetivo do site é expor fotos do acervo do espaço cultural, com informações acerca das peças&#8221;</em>, conta Edson Mário da Silva, idealizador do museu e do site.</p>
<p><em>&#8220;Lá na página, os visitantes podem encontrar obras de artesãos da região; carrinhos de brinquedo confeccionados em madeira; antigos balaios que eram utilizados nas feiras livres; quadros; fotografias; livros; literatura de cordel; cédulas e moedas antigas; utensílios da antiga rede ferroviária; entre outros&#8221;</em>, diz Edson. O museu está localizado na R. Nunes Machado, 30 &#8211; São José &#8211; Carpina &#8211; PE.</p>
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		<title>Site reúne memórias, achados e ruínas do mar de Olinda</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 23:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Beatriz Arcoverde]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Ruinofilia: Arqueologia Contemporânea na Costa de Olinda]]></category>
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		<category><![CDATA[Ted Greiner]]></category>

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		<description><![CDATA[Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, está no ar o site do projeto &#8220;Ruinofilia: Arqueologia Contemporânea na Costa de Olinda&#8221;, que reúne três ensaios, cada um com uma galeria fotográfica virtual, sobre as memórias, as ruínas e os achados espalhados pelas praias olindenses. Para conferir, acesse: barcoverdenavega.wixsite.com/ruinasdeolinda1. Para a pesquisadora e historiadora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/ruínasolinda4_fotodanielpereira.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92625" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/ruínasolinda4_fotodanielpereira-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, está no ar o site do projeto &#8220;Ruinofilia: Arqueologia Contemporânea na Costa de Olinda&#8221;, que reúne três ensaios, cada um com uma galeria fotográfica virtual, sobre as memórias, as ruínas e os achados espalhados pelas praias olindenses. Para conferir, acesse: <a href="https://barcoverdenavega.wixsite.com/ruinasdeolinda1" target="_blank"><strong>barcoverdenavega.wixsite.com/ruinasdeolinda1</strong></a>.</p>
<p>Para a pesquisadora e historiadora da arte Beatriz Arcoverde, uma das idealizadoras do projeto, ruínas são também locais para uma nova exploração e produção de significados. Ruínas são sobre restos e lembretes e por isso nos são tão fascinantes. <em>“Elas nos fazem pensar no passado que poderia ter sido e no futuro que não teve lugar, nos atormentando com sonhos utópicos de escapar da irreversibilidade do tempo”</em>, diz, relembrando a teórica cultural russo-americana Svetlana Boym.</p>
<p>O antropólogo e fotógrafo Daniel Pereira, responsável pelas galerias publicadas no site &#8220;Ruinofilia: Arqueologia Contemporânea na Costa de Olinda&#8221;, destaca, além das fotos das ruínas em si, imagens da Olinda de antigamente, hoje reunidas no Arquivo Público, no Centro Histórico da cidade. Resgatando os pensamentos do francês Roland Barthes, Daniel frisa que as imagens fotográficas, em sua permanente função de eternizar momentos, são também instrumentos de “ressuscitar mortos”. O conjunto das imagens do projeto remete a isso também, ao processo de deixar vir à tona o que já foi.</p>
<p>É do pesquisador Ted Greiner, ferrenho colecionador de vidros do mar, a inspiração para criação do site. Nascido nos Estados Unidos e hoje morador de Olinda, ele dedica parte do seu tempo a coletar esses objetos nas praias da cidade e possui uma coleção de mais de milhares de “pecinhas”, são mais de 300 quilos de vidros do mar.</p>
<p>O mar e o tempo destroem muita coisa, sejam lixos ou resquícios do que foi atirado à água por navios. Mas não destrói o vidro &#8211; nem o plástico, infelizmente. Ao longo do tempo, esses pedaços mudam de forma, textura e muitas vezes até de cor. Processos semelhantes ocorrem com artigos de cerâmica, porcelana, oleira, azulejos e outros materiais de construção, de estilos bastante diferentes, sugerindo que vieram de casas destruídas pela erosão em diferentes épocas históricas.</p>
<p><em>“Cada peça dessa tem uma história, uma narrativa por trás”</em>, afirma Ted. Para ele, o vidro do mar mais fascinante é o vidro negro, encontrado em Olinda. Pelo menos parece negro na praia e pode até confundir-se com uma pedra. Mas, segurando-o contra o sol, vemos que, na realidade, é uma cor verde-azeitona escura normalmente. É que garrafas de cerveja e licor eram normalmente guardadas em vidros dessa cor nos anos 1700 e 1800. Mas algumas foram guardadas em garrafas especiais para uma utilização especial, um vidro muito espesso feito para garrafas que deveriam ser mantidas a bordo de um navio durante muito tempo, para que o balançar do barco não o partisse.</p>
<p><em>“Muito desse material que encontramos pode, de fato, ser o famoso ‘vidro pirata’”</em>, acredita Ted. O vidro negro parece ser mais comum nas praias de Olinda do que na maioria das regiões do mundo que ele já percorreu, inspirando pensamentos de possibilidades imaginárias que vão desde os “Piratas das Caribe” até contrabandistas de escravos que operavam em Pernambuco nos anos de 1800. Ou os holandeses fortemente envolvidos no comércio enquanto faziam de Olinda a sua capital ocupada.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>AUTORES</strong></span></p>
<p><strong>Beatriz Arcoverde:</strong> tem mestrado em sociologia pela Universidade da British Columbia, CA, e história da arte pela Universidade de Lindenwood, EUA. Vive em Olinda. É produtora cultural de projetos e artistas locais e curadora da galeria da Casa Balea. Atualmente, realiza uma série de exposições de artistas que curou e trabalha em um curta de animação em rotoscopia que escreveu. Nos últimos anos, gerenciou programações em ocupações, publicou e produziu festivais e projetos artísticos de diversas linguagens.</p>
<p><strong>Ted Greiner:</strong> trabalhou como especialista em nutrição em vários países, mas principalmente para Sida, Governo da Suécia, trabalhando também como professor de saúde infantil internacional na Universidade de Uppsala. Durante sua longa carreira, trabalhou como consultor de assistência ao desenvolvimento e em agências da ONU em muitos países em desenvolvimento. Foi professor de nutrição durante sete anos na Coreia do Sul. Publicou mais de 200 artigos em revistas científicas ou livros, principalmente sobre saúde pública, alimentação infantil e abordagens baseadas em alimentos para combater as deficiências de micronutrientes.</p>
<p><strong>Daniel Pereira:</strong> é cientista social, educador, fotógrafo e mestrando em antropologia. Pesquisa temas ligados à antropologia visual, arquivos fotográficos, etnográficos e pesquisa com memória e representação. Como arte educador, tem experiência em serviços educativos de museus e galerias de arte.</p>
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		<item>
		<title>Site reúne acervo da Comissão de Professores/as Indígenas em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2022 20:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Para comemorar seus 20 anos de existência, a Comissão de Professores/as Indígenas em Pernambuco (Copipe) lança, na próxima sexta-feira (28), um site que vai reunir todo seu acervo, construído ao longo dessas duas últimas décadas. A iniciativa conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e, no endereço [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/CARDS-COPIPE.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90643" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/CARDS-COPIPE-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Para comemorar seus 20 anos de existência, a Comissão de Professores/as Indígenas em Pernambuco (Copipe) lança, na próxima sexta-feira (28), um site que vai reunir todo seu acervo, construído ao longo dessas duas últimas décadas. A iniciativa conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e, no endereço eletrônico <a href="https://www.copipeedu.com/" target="_blank"><strong>www.copipeedu.com</strong></a>, o público poderá encontrar informações e fotografias da história da Copipe e do movimento da educação escolar indígena em Pernambuco, além da legislação sobre a temática. Além disso, publicações de autoria indígena que tratam das histórias e práticas culturais dos povos indígenas de Pernambuco também serão disponibilizadas.</p>
<p>São dezenas de livros, jornais e cartilhas de autoria de lideranças, jovens, professores e professoras indígenas, resultantes de processos educativos desenvolvidos juntos a diversas entidades de apoio e que poderão ser baixadas pelos visitantes do site.</p>
<p>Segundo Francisca Kambiwá, membro fundadora da Copipe, <em>“para a elaboração do site a gente fez um resgate da memória, muitas coisas estavam espalhadas nos caderninhos já guardados há muitos anos. Uma das coisas importantes é que agora as pessoas vão poder acessar &#8216;A Borduna&#8217;, que foi um jornal que nós escrevemos durante vários anos e era muito importante para circular informação entre os povos. Agora elas estão digitalizadas e disponíveis no site. São ações que vivenciamos no interior dos nossos povos indígenas e que agora também poderão ser conhecidas por outras pessoas através da internet. Acreditamos que divulgando nossas lutas podemos juntar forças para garantir novas conquistas”</em>.</p>
<p>Para garantir a inclusão do público com deficiência visual, o site conta com ferramentas que possibilitam o acesso às informações por meio de programas de leitor de tela em computador ou dispositivos móveis, bem como, com a audiodescrição (tradução de imagens) produzidas pela COM Acessibilidade.</p>
<p><strong>Copipe -</strong> É um movimento organizado entre os povos indígenas no âmbito da Educação Escolar Indígenas de Pernambuco. É um movimento que em 2019 completou 20 anos, e que nesse período construiu legitimidade entre seus povos para representá-los perante toda e qualquer instituição e ação no âmbito da educação escolar indígenas pensada para nossos povos.</p>
<p>De acordo com Pretinha Truká (Edilene Bezerra Pajeú), membro fundadora da Copipe, o site foi construído com a intenção de mostrar ao grande público o trabalho desenvolvido pela Copipe ao longo desses anos, com modelo próprio de organização, que é o retrato das estruturas políticas existente nas aldeias. <em>“O lugar que nós, professores e lideranças indígenas, ocupamos no espaço coletivo da Copipe é uma relação de compromisso, respeito e alianças entre os povos indígenas no Estado”</em>, diz ela.</p>
<p><em>“Também consideramos o nosso site importante para essas novas gerações de professoras e professores indígenas conhecerem o que significou retomar as nossas escolas indígenas, construir uma nova concepção e função social para elas e o papel fundamental do movimento Copipe para a construção dessas novas concepções”</em>, completa Pretinha Truká.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do site Comissão de Professores/as Indígenas em Pernambuco – COPIPE<br />
Quando: 28 de janeiro de 2022 (sexta-feira)<br />
Endereço eletrônico: <a href="https://www.copipeedu.com/" target="_blank"><strong>www.copipeedu.com</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Site reúne acervo audiovisual de comunidades quilombolas pernambucanas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/site-reune-acervo-audiovisual-de-comunidades-quilombolas-pernambucanas/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 14:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[funcultura. acervo]]></category>
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		<category><![CDATA[Tankalé - Acervo Audiovisual Quilombola de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[O site Tankalé &#8211; Acervo Audiovisual Quilombola de Pernambuco será lançado no próximo dia 27/11 (sábado), às 15h, em celebração ao mês da Consciência Negra. O novo endereço (www.tankale.com.br) foi desenvolvido com o incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, e disponibilizará vídeos produzidos ao longo dos últimos 15 anos pelas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Divulgação-Tankalé3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89361" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Divulgação-Tankalé3-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>O site Tankalé &#8211; Acervo Audiovisual Quilombola de Pernambuco será lançado no próximo dia 27/11 (sábado), às 15h, em celebração ao mês da Consciência Negra. O novo endereço (<a href="https://www.tankale.com.br/" target="_blank"><strong>www.tankale.com.br</strong></a>) foi desenvolvido com o incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, e disponibilizará vídeos produzidos ao longo dos últimos 15 anos pelas comunidades quilombolas pernambucanas. Para estreia do projeto, está programada uma com uma roda de conversa virtual que juntará quilombolas e parceiros, e será transmitida na página do Tankalé no Facebook (<a href="https://www.facebook.com/paginatankale" target="_blank"><strong>facebook.com/paginatankale</strong></a>).</p>
<p>A maior parte desse conteúdo histórico estava guardado em cerca de 200 fitas de filmadoras Mini-DV, com diversos registros e entrevistas da equipe do Crioulas Vídeo, de Conceição das Crioulas (Salgueiro-PE). Também integram o acervo gravações realizadas em oficinas de vídeo do projeto Tankalé, no percurso por algumas comunidades do estado de Pernambuco.</p>
<p>Tankalé, em iorubá nagô, significa &#8220;contar pra todo mundo&#8221;. Esse foi o nome dado ao projeto de formação para o autorregistro audiovisual quilombola, que desde 2006 promoveu oficinas para jovens de quilombos pernambucanos. Articulando debates sobre história oral, memória coletiva, patrimônio cultural e direitos, em oficinas de produção audiovisual, o Tankalé buscou aprimorar as possibilidades de construção autônoma dos discursos quilombolas em vídeo.</p>
<p>Para Felipe Peres Calheiros, coordenador do projeto,<em> “a oportunidade de se comunicar também com o vídeo e de preservar suas memórias audiovisuais é estratégica para o povo quilombola, pois o acesso a esses conteúdos pelas atuais e futuras gerações pode colaborar com a continuidade de lutas ancestrais pelos direitos à terra, à vida, à saúde, à educação e à liberdade, entre tantos outros negados ainda hoje aos quilombos brasileiros”</em>.</p>
<p>De forma coerente com os princípios do Tankalé, de busca pela autonomia e de valorização da perspectiva quilombola, a digitalização das fitas com o material audiovisual, que agora estará disponível no site, foi realizada no próprio quilombo de Conceição das Crioulas, pela equipe do Crioulas Vídeo.</p>
<p>Kêka Oliveira, integrante do Crioulas Vídeo, educadora em diversas oficinas de vídeo do Tankalé e pesquisadora na equipe de criação do site, afirma que<em> “com o projeto tivemos a oportunidade de resgatar e não perder as nossas vivências, a memória do nosso povo, e foi um desafio ver pessoas naquelas fitas que estiveram na luta conosco por direitos e que agora não estão mais entre nós”</em>.</p>
<p>Mas, fora o desafio emocional, o projeto, iniciado em 2017, também enfrentou dificuldades em relação ao acesso aos equipamentos de digitalização, cada vez mais raros no mercado, ao estado de conservação de fitas e à própria situação da pandemia e de isolamento pelo qual passaram as comunidades quilombolas em defesa da saúde de seus integrantes.</p>
<p>Além do Facebook, o site conta com um perfil no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/projetotankale/" target="_blank"><strong>projetotankale</strong></a>) e um canal no Youtube (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCwt8Ov8aHpkgxbB-40CjCcQ" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCwt8Ov8aHpkgxbB-40CjCcQ</strong></a>), e oferecerá a possibilidade de envio de novos vídeos a fim de seguir atualizando e ampliando o acervo que fica disponível para acesso irrestrito pela Internet.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do site Tankalé &#8211; Acervo Audiovisual Quilombola de Pernambuco<br />
Quando: 27 de novembro de 2021 (sábado), às 15h<br />
Transmissão pela <em>fan page</em>: <a href="https://www.facebook.com/paginatankale" target="_blank"><strong>facebook.com/paginatankale</strong></a></p>
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