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	<title>Portal Cultura PE &#187; Sítio Trindade</title>
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		<title>Projeto Museus Domiciliares promove lançamento de websérie e livro</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 15:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116293" aria-labelledby="figcaption_attachment_116293" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lúcia Padilha/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Museu-do-Cavalo-Marinho_Glória-do-Goitá_Foto-Lúcia-Padilha-03-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-116293" alt="Lúcia Padilha/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Museu-do-Cavalo-Marinho_Glória-do-Goitá_Foto-Lúcia-Padilha-03-2-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Museu do Cavalo Marinho, no município de Glória do Goitá</p></div>
<p>Fruto de uma pesquisa que mapeou iniciativas museais realizadas em oito residências, localizadas em várias cidades pernambucanas, o projeto Museus Domiciliares é apresentado ao público, na próxima quarta-feira (26), às 15h, em um encontro no Memorial da Democracia de Pernambuco, no Sítio Trindade, no Recife. Na ocasião, são exibidos os oito episódios da websérie, sobre os espaços e suas coleções, e ocorre a distribuição gratuita do livro com os resultados da investigação. O público também pode conhecer mais sobre o processo e as experiências da iniciativa em uma conversa com a equipe.</p>
<p>O projeto Museus Domiciliares tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.</p>
<p>Desenvolvido ao longo de 2023 e 2024, a partir de uma vasta pesquisa bibliográfica e de campo, com uma série de entrevistas realizadas, o projeto nasceu do desejo de entender mais sobre esses espaços pouco ou não reconhecidos por uma ideia convencional de museu. A investigação, conduzida pelos pesquisadores Bruna Rafaella Ferrer, Guilherme Benzaquen e Marcela Lins, conceituou os museus domiciliares como locais dedicados à construção e organização de acervos, que são residências de seus fundadores/gestores e têm uma vocação aberta ao público, de partilha de memória, e com a hospitalidade e o diálogo como práticas fundamentais.</p>
<p>Esses parâmetros, no entanto, não desconsideram a heterogeneidade de cada iniciativa, acolhendo e ressaltando também suas particularidades. O projeto mapeou oito museus domiciliares, por meio de entrevistas e filmagens, da Zona da Mata Norte ao Sertão de Pernambuco: CSA Yvy Porã (Paudalho); Marco Zero (Carpina); Biblioteca José Ayres dos Prazeres (Vitória de Santo Antão); Museu Ivo Lopes e Riso da Terra (Arcoverde); Zé Bezerra (Buíque), Museu do Cavalo Marinho Tira-Teima de Zé de Bibi (Glória do Goitá); e Casa de Seu Chagas (Ilha do Massangano, em Petrolina).</p>
<p>“Alguns dos espaços já estão no processo de incorporação da noção de museu para suas práticas, em diálogo com a museologia, enquanto outros não, porque não abraçam essa definição, por acharem que se trata de uma ideia mais específica, tradicional, histórica, de guardar coisas antigas. Também se busca disputar essa ideia mais tradicional de museu, pensar como essas práticas de musealização, construção de memória, podem ser diversas. Essa é uma contribuição interessante da pesquisa: auxiliar no processo de valorização de práticas que são muito importantes em seus âmbitos locais e conseguem se transformar em centros de diálogo e disseminação”, pontua Guilherme Benzaquen.</p>
<p>A equipe do projeto considera que a pesquisa irá contribuir de forma significativa para revelar e difundir os museus domiciliares como espaços vivos e autônomos de salvaguarda, produção e propagação de conhecimento acerca das manifestações e memória da cultura popular do Estado. As visitas aos museus domiciliares revelaram um aspecto fundamental que une essas iniciativas: a fusão entre práticas cotidianas e o compromisso com a memória e a cultura. Seja na preservação de sementes crioulas no CSA Yvy Porã (Casa das Sementes Temity Jara) e Riso da Terra; na celebração do coco no Museu Ivo Lopes; ou na curadoria de objetos históricos no Marco Zero, esses espaços não apenas guardam acervos, mas também operam como locais vivos de produção cultural em que histórias individuais e coletivas estão em constante diálogo.</p>
<p>“Fomos em busca de espaços fora dos grandes centros urbanos e observamos que são práticas de vida nesses territórios, com diferentes maneiras de organizar, produzir, manter coleções e uma mediação, um contato com o público. Um modo de partilha que borra um pouco as fronteiras entre público e privado. Procuramos observar o que há em comum com a prática museal tradicional, mas o projeto parte do que diferencia. A intenção não é, a partir desse estudo, definir ou classificar essas casas como museus domiciliares. Queremos mais questionar e refletir sobre um conceito eurocêntrico na concepção de museu vigente”, aponta Bruna Rafaella Ferrer.</p>
<p>Nesse processo as coleções encontradas revelam as inúmeras possibilidades dos museus domiciliares: passam não só por objetos pessoais e/ou sagrados, fotografias, obras de arte, itens que estão nas famílias por gerações, pela dança, música, como também, no caso das sementes, pela ecologia – cujo prefixo vem do grego <em>oikos</em>, que significa casa ou lugar onde se vive.</p>
<p>“São espaços que fazem pensar outras formas de se elaborar uma expografia, uma curadoria, uma mediação. Acho que esses espaços trazem uma força e uma riqueza para o debate da museologia por nos apresentar outras soluções nessas três grandes frentes. Esse movimento de conceber outras formas de museu não é uma novidade; está muito bem sedimentado na própria museologia, mas acho que o grande trunfo desse projeto é trazer esse olhar a partir desses espaços que também são casas. É uma ideia diferente da casa-museu (ou museu-casa), como as de Rui Barbosa ou Getúlio Vargas, por exemplo, que não são mais residências. Nós temos olhado para esses espaços que têm a hospitalidade como traço definidor”, reforça Marcela Lins.</p>
<p>O projeto resultou em uma websérie de oito episódios, com foco em cada um dos museus domiciliares, e um livro – em formato impresso e digital – com as entrevistas e o processo da pesquisa, no intuito de difundir essas iniciativas como espaços vivos e autônomos de salvaguarda, produção e propagação de conhecimento. Tanto a websérie qaunto a publicação (digital) estão disponíveis nas redes sociais do projeto (YouTube e Instagram). O projeto conta ainda com a participação de Leonardo Lacca na direção de fotografia, Isabela Stampanoni na edição dos vídeos e Lúcia Padilha na coordenação de produção.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do projeto Museus Domiciliares, com websérie e livro –</strong> <em>quarta-feira (26), às 15h, no Memorial da Democracia de Pernambuco (Sítio Trindade – Estrada do Arraial, nº 3.259, Casa Amarela, Recife). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Divulgada a programação do Ciclo Junino no Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2016 15:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37140" aria-labelledby="figcaption_attachment_37140" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fotos: Pri Buhr e Eric Gomes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Homenageados-Sao-Joao-do-Recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-37140" alt="Fotos: Pri Buhr e Eric Gomes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Homenageados-Sao-Joao-do-Recife-607x287.jpg" width="607" height="287" /></a><p class="wp-caption-text">Homenageados deste ano: Dona Glorinha do Coco e Santanna, o Cantador.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Composto por 17 dias de festividade, o São João 2016 do Recife estará proporcionando de 16 de junho a 2 de julho, apresentações musicais e celebrações típicas do período, em 41 polos da capital pernambucana. Na próxima quinta-feira (16), a 12ª edição da Caminhada do Forró, que acontece pelas ruas do Bairro do Recife, abre o ciclo homenageando nomes do cenário cultural nordestino, como o cearense Santanna, o Cantador e a pernambucana Dona Glorinha do Coco. O cortejo sai às 18h, da Rua da Moeda, em direção à Praça do Arsenal, sendo arrastado por sanfoneiros de Pernambuco e vários estados.</p>
<p style="text-align: justify;">No Sítio Trindade, a animação contará de 23 a 26 de junho, com apresentações de Maciel Melo, Nando Cordel, Gennaro, Genival Lacerda, Família Salustiano e a Rabeca Encantada, Rogério Rangel, Bia Marinho, Josildo Sá, Alcymar Monteiro, Nádia Maia, Antúlio Madureira, Cristina Amaral, entre outros diversos artistas e grupos consagrados em Pernambuco, além de quadrilhas juninas e bandas de forró pé de serra.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no Pátio de São Pedro, outro polo de destaque da tradicional festividade, a 10ª Exposição Culinária Afro Brasileira inicia no dia 27 de junho a programação cultural, que segue até o dia 30, homenageando o Orixá Xangô, com a realização da Festa do Fogo. Entre as atrações musicais, estarão se apresentando Isaar, Coco dos Pretos, Afoxé Filhos de Xangô, Petrúcio Amorim, Flavio Leandro, entre outras atrações.</p>
<p><strong>Confira a programação em cada polo:</strong><br />
- Sítio Trindade <strong><a title="AQUI" href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Sitio-Trindade-Sao-Joao-2016-divulgacao.pdf" target="_blank">AQUI</a></strong><br />
- Pátio de São Pedro <strong><a title="AQUI" href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Patio-de-Sao-Pedro-Sao-Joao-2016-divulgacao.pdf" target="_blank">AQUI</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>POLOS COMUNITÁRIOS</strong> &#8211; As comunidades de Santo Amaro, Bomba do Hemetério, Campo Grande, Totó, Cordeiro, Jd. São Paulo, Várzea, UR-2, Lagoa do Araçá, Jordão Baixo, UR 5, Ibura de Baixo e Brasília Teimosa, fazem parte dos 13 Arraias de Bairro, que estarão celebrando a Festa de São Pedro. A parceria da Prefeitura do Recife com outros polos que já realizam tradicionalmente suas programações, estará contemplando também o Arraial do Bom Jesus, na Campina do Barreto; Arraial Cajueiro, em Cajueiro; Arraial da Cidadania, em Campo Grande; Arraial do Ouro e Arraial Deixa Falar, em Casa Amarela; Arraial Sempre Alerta, no Alto José do Pinho; Arraial Novo Detran, na Iputinga; Arraial Luar do Sertão, na Várzea; Arraial Flôr de Cheiro, no Ibura UR-02; Arraial de Todos da Mustardinha, Arraial Vila Tamandaré, em Areias, Arraial Chapéu de Palha, no Morro da Conceição, Arraial dos Forrogodeiros, no Sítio Cardoso e Arraial Forró Fácil, no Alto José Bonifácio.</p>
<p>- Arraiais de Bairro <strong><a title="AQUI" href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Arraiais-de-Bairro-Sao-Joao-2016-divulgacao.pdf" target="_blank">AQUI</a></strong></p>
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		<title>1º Festival Arte no Parque promove ações culturais gratuitas no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/1o-festival-arte-no-parque-promove-acoes-culturais-gratuitas-no-recife/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2016 19:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_32942" aria-labelledby="figcaption_attachment_32942" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Luciana Ourique/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Sitio-Trindade-Luciana-Ourique-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-32942" alt="Foto: Luciana Ourique/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Sitio-Trindade-Luciana-Ourique-01-607x450.jpg" width="607" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">O Sítio Trindade será o cenário das atividades que acontecem durante seis dias de festival.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os dias 19 e 24 de janeiro, o Sítio Trindade, no bairro de Casa Amarela, Zona Norte do Recife, estará recebendo programação cultural gratuita, composta por shows musicais, oficinas, performances artísticas, projeções de fotografias e vídeos, além de ações envolvendo exposições. O Festival Arte no Parque, que pela primeira vez será realizado na capital pernambucana, conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, e visa estimular práticas de inclusão social e acessibilidade, integrando o desenvolvimento cultural de forma abrangente e diversificada.</p>
<div id="attachment_32944" aria-labelledby="figcaption_attachment_32944" class="wp-caption img-width-541 alignnone" style="width: 541px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andrea Rêgo Barros e Alex Vinícios</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Maciel-Salu-e-Isaar-Fotos-Andrea-Rego-Barros-e-Alex-Vinicius.jpg"><img class="size-medium wp-image-32944" alt="Foto: Andrea Rêgo Barros e Alex Vinícios" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Maciel-Salu-e-Isaar-Fotos-Andrea-Rego-Barros-e-Alex-Vinicius-541x486.jpg" width="541" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Maciel Salú e Isaar estarão se apresentando juntos no festival no sábado (23), promovendo para o público referências da música negra no Brasil.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O evento possui como principais destaques da programação, apresentações de Isaar e Maciel Salú,  Gilú Amaral, Lu Rabelo, trio de jazz Inconsciente Coletivo, além dos projetos Batuqueiros do Silêncio e Areia &amp; Grupo de Música Aberta. Nas ações formativas, as oficinas que serão realizadas abordam temáticas que vão desde produções de arte envolvendo o graffiti e a fotografia, até composição de roteiro para produções audiovisuais. As inscrições já podem ser realizadas, sendo necessário efetuar antecipadamente o cadastro disponível no site:  <strong><a title="www.festivalartenoparque.com.br/cadastro" href="http://www.festivalartenoparque.com.br/cadastro" target="_blank">www.festivalartenoparque.com.br/cadastro</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A ideia é passar um dia produtivo no parque, num local aberto e arborizado, com muita arte envolvida. É provocar um clima de exteriorização coletiva da diversão, cultura, música e todos os desdobramentos emocionais e culturais que a arte pode promover”</em>, explica a produtora cultural Luciana Ourique, idealizadora do festival.</p>
<p style="text-align: justify;">Contando também com ações educativas, o festival estará possibilitando de forma inclusiva, intervenções urbanas e contação de histórias, como as ações de Adélia Flor e a Turma Mangue e Tal, nas quais o público terá tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Pessoas com deficiência motora e que não têm condições de se deslocar para o evento, irão contar com o serviço de transfer com van adaptada para buscá-las em suas casas. Para utilizar o serviço, basta o usuário efetuar o cadastramento no site do festival.</p>
<p><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p><em>OFICINAS e WORKSHOPS – Com inscrição prévia*</em></p>
<p><strong>Oficina Criativa de Fotografia</strong> | Ghustavo Távora | 14h às 18h<br />
Dias: 19, 20, 21, 22, 23 e 24 (de terça-feira a domingo)<br />
Objetiva o uso prático de mídias móveis como meios para a produção, documentação e difusão de<br />
atividades em mediação artística.</p>
<p><strong>Oficina de Graffiti</strong> | Johny C. | 14h às 18h<br />
Dias: 20, 21, 22, 23 e 24 (de quarta-feira a domingo)<br />
A oficina visa ampliar o entendimento sobre a cultura do Graffiti, bem como despertar o fazer artístico e a capacidade de desenvolver técnicas mais avançadas através da manipulação dos materiais básicos.</p>
<p><strong>Oficina de Roteiro</strong> | Marcelo Paes de Carvalho | 8h às 12h<br />
Dias: 20, 21, 22, 23 e 24 (de quarta-feira a domingo)<br />
O domínio teórico e técnico da expressão audiovisual, assim como o conhecimento crítico da forma como o cinema e a televisão influenciam.</p>
<p><strong>Workshop Dobrinhas</strong> | Eva Duarte | 15h<br />
Dias: 23 e 24 (sábado e domingo)<br />
A devolução dos bichos ao Sítio Trindade. Durante duas tardes, vamos sentir o Sítio Trindade, conviver com sua fauna e flora e devolver em forma de dobraduras nosso sentimento como pequenas instalações de flores, frutos, pássaros, répteis e insetos de modelos e cores existentes ou não naquele habitat.</p>
<p><strong>Workshop Caixinha Mágica</strong> | Ivana Borges | 16h<br />
Dias: 23 e 24 (sábado e domingo)<br />
Atividade lúdica onde os envolvidos vão criar suas próprias câmeras fotográficas artesanais, com vários modelos, customização e muita imaginação.</p>
<p><strong>Workshop Brinquedo Monstrinho</strong> | Lia Letícia | 15h<br />
Dia: 24 (domingo)<br />
A ideia é propor as crianças trazerem aqueles brinquedos já escanteados ou quebradinhos para transformá-los num lindo monstrinho!</p>
<p>* Para participar das oficinas e workshops, o interessado deverá efetuar a sua inscrição antecipadamente no <strong><a title="www.festivalartenoparque.com.br/cadastro" href="http://www.festivalartenoparque.com.br/cadastro" target="_blank">www.festivalartenoparque.com.br/cadastro</a></strong>. Exclusivamente para estas ações educativas, o Arte no Parque oferece 20 vagas por atividade, que serão preenchidas por ordem de inscrição.</p>
<p><em>INTERVENÇÕES | PERFORMANCES |EXPOSIÇÃO | CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS | MOSTRAS DE CINEMA |</em></p>
<p><strong>GRAFFITI</strong> – Programação aberta ao público (sem inscrição)*<br />
Intervenção Floreando Palavras | Ghustavo Távora | 15h<br />
Dia: 23 (sábado)<br />
Intervenção de fotografias de flores nos jardins, incentivando o público a escrever “Versos nos versos das<br />
Flores”.</p>
<p><strong>Mostra de Cinema Parquinho</strong> | 15h<br />
Dia: 23 (sábado)</p>
<p><strong>Mostra de curtas-metragens com temática infantil</strong>.<br />
Live Painting Colaborativo | 15h<br />
Dias: 23 e 24 (sábado e domingo)<br />
O público poderá colaborar com a pintura de painéis, usando a técnica do graffiti com orientações do<br />
professor de graffiti e designer Johny C.</p>
<p><strong>Intervenção Borracha Livre no Parque</strong> | 15h<br />
Dias: 23 e 24 de janeiro (sábado e domingo)<br />
Intervenção da artesã AnaRosa Wanderley que utiliza a borracha como principal matéria-prima para suas criações. Em parceria com um fotógrafo convidado, os interessados serão fotografados com os acessórios produzidos pela artista para o carnaval. Divirta-se!</p>
<p><strong>Exposição Coletiva de Fotografia Pernambucana</strong> | 15h<br />
Dias: 23 e 24 (sábado e domingo)<br />
Participação dos fotógrafos Victor Jucá, Francisco Baccaro, Gustavo Bettini, Joãomiguel Pinheiro, Ana Araújo, Teresa Maia, Marília Morais, Heudes Régis, Costa Neto, Rebeca Morais, Mila Pinheiro e Annaclarice de Almeida.</p>
<p><strong>Plantio de Árvores</strong> | 16h<br />
Dia: 23 (sábado)<br />
Um ato de conscientização ambiental com distribuição e plantio de árvores floríferas para o público<br />
presente na ação.</p>
<p><strong>Contação de Histórias</strong> | Adélia Flor | Com tradução para Libras | 16h<br />
Dia: 23 (sábado)<br />
Apresentar ao público de forma lúdica e criativa, assuntos como consciência ambiental e sustentabilidade.<br />
A atividade vai contar com tradutor de Língua Brasileira de Sinais (Libras).<br />
* Em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco.</p>
<p><strong>Performance Teatral Cordelina</strong> | Odília Nunes | 17h<br />
Dia: 23 (sábado)<br />
Uma mulher viajante segue com sua carroça cheia de segredos, estórias, amuletos, ossos e medicina popular que vão sendo revelados durante a performance/espetáculo.</p>
<p><strong>Video Mapping</strong> | Mary Gatis | 18h<br />
Dias: 23 e 24 (sábado e domingo)<br />
Mapeamento de vídeo com a VJ Mary Gatis na faixada do Casarão Sítio Trindade com imagens/projeções do festival Arte no Parque.</p>
<p><strong>Mostra de Cinema Pernambucano</strong> | 18h<br />
Dias: 23 e 24 (sábado e domingo)<br />
Mostra de curtas e longas-metragens pernambucanos.</p>
<p><strong>Performance Poeiras Sonoras</strong> | Paulo Meira | 19h<br />
Dia: 23 (sábado)<br />
“Poeiras sonoras” é composta dos seguintes elementos: o performer, um drone, 15 rádios e uma<br />
transmissão radiofônica.</p>
<p><strong>Intervenção Piracema Criativa</strong> | Ghustavo Távora | 15h<br />
Dia: 24 (domingo)<br />
Uma instalação com peixes muito coloridos, que podem ser usados de muitas formas como entretenimento e interatividade.</p>
<p><strong>Intervenção Fotosinta-se Noronha</strong> |Ghustavo Távora | 15h<br />
Dia: 24 (domingo)<br />
Vivência foto-sensorial onde o público interage com os painéis fotográficos de Noronha, e são então<br />
fotografados pela turma Imaginautas.</p>
<p><strong>Espetáculo Um Sonho de Cidade</strong> | Turma Mangue e Tal | Com tradução para Libras | 16h<br />
Dia: 24 (domingo)<br />
A encenação tem aproximadamente 40 minutos de duração. É um espetáculo lúdico onde as pessoas de todas as idades poderão interagir. A atividade vai contar com tradutor de Língua Brasileira de Sinais<br />
(Libras).<br />
* Realização da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco.</p>
<p><strong>Mostra Especial Fernando Spencer</strong> | 19h30<br />
Dia: 24 (domingo)<br />
Mostra homenageia o cineasta pernambucano Fernando Spencer.</p>
<p><strong>FEIRA ARTE NO PARQUE</strong> | 15h<br />
Dias: 23 e 24 (sábado e domingo)<br />
Participação de Empreendedores Criativos, artistas, designers, fotógrafos, escritores e editoras<br />
independentes.</p>
<p><strong>COMIDINHAS | FOOD BIKES</strong> | 15h<br />
Dias: 23 e 24 (sábado e domingo)<br />
Comidinhas saudáveis.<br />
* Atividades abertas ao público. Não é necessária a inscrição prévia.</p>
<p><em>SHOWS – Programação aberta ao público (sem inscrição)</em></p>
<p><em>Dia: 23 (sábado)</em><br />
<strong>Batuqueiros do Silêncio</strong> | 16h<br />
Projeto Som da Pele de música para surdos. Com a ajuda de uma metodologia inédita e inovadora a<br />
MusiLibras, desenvolvida por Ras Batman Griô, onde as figuras de tempo musical utilizadas para escrever música, são reconhecidas através de um alfabeto em forma de sinais visuais.</p>
<p><strong>Gilú Amaral</strong> | 18h<br />
É tido como um dos melhores percussionistas de sua geração. Traz uma vasta experiência musical.<br />
Fundador da Orquestra Contemporânea de Olinda, do Grupo Instrumental Wassab e da Academia da Berlinda. O músico originário de Olinda vivencia a música desde a infância, conhecendo as estruturas rítmicas de músicas consagradas nos terreiros de Candomblé e de Cultura Popular. Vai apresentar seu show solo “Percursos”, em que explora todo seu conhecimento.</p>
<p><strong>Isaar &amp; Maciel Salú</strong> | 20h30<br />
Com quase 20 anos de carreira levando a música de Pernambuco para o mundo, Maciel Salú e Isaar finalmente realizam um projeto que há anos era guardado a sete chaves: cantar juntos num projeto que traz as referências da música negra brasileira. Dessa união, com a bagagem cheia de histórias, Maciel e Isaar criam um novo espetáculo sem rótulos e rico de influências da música brasileira e mundial.</p>
<p><em>Dia: 24 (Domingo)</em><br />
<strong>Lu Rabelo</strong> | 16h<br />
A poeta, cantora e compositora Lu Rabelo reúne poemas e músicas de sua autoria. Guiada pela intuição, emoção, espontaneidade e experimentalismo, suas poesias e canções têm como motes a Natureza, as Paixões, a Poesia, o Tempo, o Ser.</p>
<p><strong>Inconsciente Coletivo</strong> | 18h<br />
Música instrumental formado por Carlos Pérez na bateria e percussão, Diego Drão nos teclados e José Lencastre ao sax. Desta mistura que nasce o eclético e dinâmico repertório que vai do jazz ao popular, sem fronteiras e em constante evolução.</p>
<p><strong>Areia &amp; Grupo de Música Aberta</strong> | 20h<br />
Projeto instrumental do contrabaixista, compositor e produtor musical Walter Areia. O quarteto reúne no seu jazz brasileiro um pouco da sonoridade da música do oriente, trazida pelos portugueses, e as batidas africanas. Tocam inspirados por uma forma mais ancestral de improvisação, batizado por Areia de Música Aberta. Os motes reaparecem após cada solo, como faz o cantador nordestino com sua poesia.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Festival Arte no Parque</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> de 19 e 24 de janeiro de 2016<br />
<strong>Onde:</strong> Sítio Trindade (Estrada do Arraial, s/nº, bairro de Casa Amarela, no Recife)<br />
<em>Entrada gratuita</em><br />
<strong>Inscrições e informações:</strong>  <strong><a title="www.festivalartenoparque.com.br" href="http://www.festivalartenoparque.com.br" target="_blank">www.festivalartenoparque.com.br</a> </strong></p>
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		<title>Mazuca da Quixaba entre os destaques de domingo no Sítio Trindade</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 16:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alcimar Monteiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Casa Amarela]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo Junino 2015]]></category>
		<category><![CDATA[Elba Ramalho]]></category>
		<category><![CDATA[grupo de coco Mazuca da Quixaba]]></category>
		<category><![CDATA[mestra Joana Cavalcante]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria de cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Sob comando da mestra Joana Cavalcante, o grupo de coco Mazuca da Quixaba está na programação deste domingo (14), no Ciclo Junino do Recife. A apresentação acontece a partir das 20h, no Sítio Trindade, em Casa Amarela, abrindo a noite repleta por sucessos de forró, romantismo e MPB, com os shows de Beto Hortis, Alcimar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26161" aria-labelledby="figcaption_attachment_26161" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Joana-Quixaba-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-26161" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Joana-Quixaba-divulgacao-607x410.jpg" width="607" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Joana Cavalcante, líder do grupo de coco que completou 9 anos em maio deste ano.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Sob comando da mestra Joana Cavalcante, o grupo de coco Mazuca da Quixaba está na programação deste domingo (14), no Ciclo Junino do Recife. A apresentação acontece a partir das 20h, no Sítio Trindade, em Casa Amarela, abrindo a noite repleta por sucessos de forró, romantismo e MPB, com os shows de Beto Hortis, Alcimar Monteiro e Elba Ramalho no palco principal do espaço cultural.</p>
<p style="text-align: justify;">O Mazuca da Quixaba estará apresentando o repertório do CD <i>Canto Coco com Mazuca</i>, lançado em maio deste ano. <em>“Estaremos animando o público com o resgate da batida do coco tradicional, misturada ao ritmo da mazuca, tocado por mestres e mestras da Jurema. Nosso repertório também terá um pouco de forró, especialmente para aquecer o clima junino com do evento”</em>, adianto mestra Joana Cavalcante, que desde 2006 integra a formação do coco, além de liderar a Nação do Maracatu Encanto do Pina e o Maracatu Baque Mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">A programação completa do Ciclo Junino 2015, promovido pela Prefeitura do Recife e Secretaria de Cultura, pode ser conferida no site: <strong><a title="www.saojoaodorecife2015.com.br" href="http://www.saojoaodorecife2015.com.br/" target="_blank">www.saojoaodorecife2015.com.br</a></strong>. O Sítio Trindade fica localizado na Estrada do Arraial, nº 3259, no bairro de Casa Amarela. As apresentações são abertas ao público.</p>
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		<title>Sítio Trindade é tomado por livros nesta sexta (5)</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2014 19:06:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros Livres]]></category>
		<category><![CDATA[Sítio Trindade]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13072" aria-labelledby="figcaption_attachment_13072" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14788817152_457b8b7a0c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-13072" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14788817152_457b8b7a0c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Um total de 100 livros serão &#8220;libertados&#8221; no Sítio Trindade</p></div>
<p>Um dos mais agradáveis espaços públicos do Recife, o Sítio Trindade, na zona norte da cidade, vai ser “invadido” pela literatura. A última edição de 2014 do projeto <strong>Livros Livres</strong> irá aportar no local, nesta sexta (5). A partir das 6h, quem passar por lá, vai se deparar com livros espalhados por pontos estratégicos do Sítio, totalmente disponíveis ao público leitor.</p>
<p>A proposta é a “libertar” obras literária em locais públicos. Os 100 livros estarão devidamente etiquetados, indicando que são “livros livres”. Isso significa que qualquer pessoa que estiver circulando pelo local e encontrar um livro “esquecido”, pode pegá-lo e lê-lo. Depois, basta deixá-lo em outro local público da cidade, para que outras pessoas possam também encontrá-lo. Isso faz com que a os livros circulem livremente, atingindo um público ainda maior, ampliando o acesso à literatura.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Livros Livres no Sítio Trindade</em><br />
Sexta (5), a partir das 6h<br />
Mais informações: literatura.secultpe@gmail.com | (81) 3184-3166</p>
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