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	<title>Portal Cultura PE &#187; Sociedade Musical Curica</title>
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		<title>Prestes a completar 170 anos, Banda Curica defende proposta moderna no Outras Palavras</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jun 2018 19:40:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Vestidos de camisa xadrez, os integrantes da Banda Curica saíram de suas fardas habituais para apresentar uma prévia do seu Concerto Junino na última sexta-feira (15), dentro do projeto Outras Palavras, promovido pela Secult-PE/Fundarpe, que aconteceu na EREM Francisco Siqueira,  em Lagoa do Carro. A escritora Rejane Paschoal também participou do encontro. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61585" aria-labelledby="figcaption_attachment_61585" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/41977601425_45f63450c3_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61585" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/41977601425_45f63450c3_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo de Pernambuco, a Banda Curica participou do Outras Palavras na última sexta-feira (15) e fez uma prévia do seu Concerto Junino</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Camila Estephania</strong></p>
<p>Vestidos de camisa xadrez, os integrantes da Banda Curica saíram de suas fardas habituais para apresentar uma prévia do seu Concerto Junino na última sexta-feira (15), dentro do projeto Outras Palavras, promovido pela Secult-PE/Fundarpe, que aconteceu na EREM Francisco Siqueira,  em Lagoa do Carro. A escritora Rejane Paschoal também participou do encontro.</p>
<p>Everton Luiz, o atual maestro da banda goianense, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco, aproveitou a ocasião para compartilhar com os alunos da escola que este ano será especial para a Sociedade Musical Curica, que mantém o grupo, por conta das comemorações dos seus 170 anos, que serão completos em 8 de setembro.</p>
<p>Marcado para esta quarta-feira (20), a partir das 19h30, o Concerto Junino que acontece em frente à sede da Sociedade, em Goiana, pelo segundo ano simboliza parte da transformação e amadurecimento pelo qual o grupo tem passado. “O título de Patrimônio Vivo deu uma dinamizada na Curica, porque a gente começou a pensar a médio e longo prazo, ele nos deu essa garantia para que a gente pudesse fazer um plano de trabalho e manter uma sede que hoje é adequada para a gente exercer as atividades da escola de música”, explica o presidente da Sociedade, Edson Júnior da Silva, que conversou com os alunos da EREM Francisco Siqueira.</p>
<div id="attachment_61586" aria-labelledby="figcaption_attachment_61586" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/41977603075_d65066e5f9_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61586" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/41977603075_d65066e5f9_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">Formada majoritariamente por músicos jovens, a banda se apresentou fora de sua farda habitual simbolizando a modernização e abertura pela qual o grupo de 170 anos tem passado.</p></div>
<p>Desde que recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, em 2006, a Sociedade Musical Curica viu seu quadro dar um salto: de pouco mais de 20 músicos, a banda passou a ter 72 integrantes, além de contar com 127 jovens estudando na escola de música que fornece músicos para a banda. A criação de concertos específicos para determinados festejos também é uma novidade que começou a ser aplicada apenas no ano passado. “A gente já fazia diversas apresentações com repertório misto, mas fomos começando a fazer intercâmbios e a entrar em contato com outras bandas, que nos ajudaram a ter essa visão de separar os concertos por temas. Através disso, os jovens conseguem identificar quais são as músicas e o clima característicos de cada momento”, observa Everton, que assumiu a função de maestro em 2015 e implementou o modelo.</p>
<p>De tributos de Luiz Gonzaga a Falamansa e Mastruz com Leite, o repertório diversificado e rejuvenescido que esquentou o pátio lotado da EREM Francisco Siqueira ilustrou bem a boa aceitação das apresentações da banda. Para dar um gostinho dos concertos fora dos períodos típicos, a ocasião foi aberta por um medley de Jota Quest que arrancou aplausos e colocou alunos e professores para dançar até o fim do “show”. “A gente continua com a nossa raiz da banda tradicional, mas com ênfase no repertório popular. Por isso, começamos a trazer com um pouco mais de intensidade esse repertório popular, pegando ritmos específicos para o jovem aprender quais são as suas linguagens”, justifica o maestro sobre a atualização no repertório que, embora não destaque mais barrocos, dobrados e marchas como antigamente, ainda mantém a estética de banda militar.</p>
<div id="attachment_61587" aria-labelledby="figcaption_attachment_61587" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42829830712_0ec278df3a_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61587" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42829830712_0ec278df3a_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">Os alunos aprovaram o repertório renovado do Concerto Junino que será inteiramente apresentado nesta quarta-feira (20), em Goiana.</p></div>
<p>Para as festividades dos 170 anos da Sociedade Musical Curica, que acontecerão na sua semana de aniversário, também vem sendo trabalhado um repertório específico. “Vamos surpreender, mas posso adiantar que a gente vai preparar um repertório típico da região trazendo compositores como Accioly Neto, que é goianense, Luiz Gonzaga, Dominguinhos e algumas outras composições, inclusive de nossos alunos, que vamos adaptar para a ocasião”, disse Everton, que acredita que o processo de criação constante de espetáculos especiais é fundamental para motivar todos os envolvidos.</p>
<p>“Até nos músicos gera uma expectativa legal para preparar esses concertos e ensaiar uma música nova ou outra, algumas que eles queiram. Isso vai fazendo com que todo mundo saia mais animado para essas apresentações. Tanto os músicos, quanto o próprio público”, garante ele, que levou para o Outras Palavras uma formação de 56 integrantes. Como a maior parte da banda é formada por jovens em idade escolar, muitos não puderam comparecer por conta das provas. “As bandas de música fazem o papel de conservatórios no interior, porque nem todo mundo tem condições de ir estudar na capital”, observa Edson, sobre a importância da instituição que prepara profissionais até mesmo para atuar em outras bandas do Estado quando atingem a fase adulta.</p>
<p>Em reconhecimento ao papel essencial dos jovens para a perpetuação do trabalho da Curica, o maestro considera fundamental a participação da banda em projetos como o Outras Palavras. “A gente vê a musica não só como um exercício profissional, mas como um meio social, onde as pessoas podem aprender alguns princípios que funcionam pra quaisquer outros fatores da vida. Os nossos alunos desenvolvem qualidades como a atenção, o respeito e o senso de coletividade. O jovem quando busca o conhecimento musical acaba automaticamente ganhando outras características que formam cidadãos e não só músicos”, opinou ele.</p>
<div id="attachment_61589" aria-labelledby="figcaption_attachment_61589" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/41067940930_8d42d4f507_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61589" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/41067940930_8d42d4f507_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">A escritora Rejane Paschoal (de branco) também participou do Outras Palavras na EREM Francisco Siqueira.</p></div>
<p><strong>REJANE PASCHOAL</strong></p>
<p>Mais cedo, alunos do EREM Francisco Siqueira também conversaram com a escritora Rejane Paschoal , que venceu o 3º Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro “Manuscritos em Grafite”. A autora falou sobre o início da carreira, sua preferência pelo tipo da narrativa dos contos, seu processo criativo e incentivou os estudantes a escrever.</p>
<p>“Não procurem editoras. Felizmente, estamos em um momento em que há muitos concursos, como Prêmio Pernambuco de Literatura. Às vezes, a gente fica atrás de editora e não consegue publicar, aí o livro fica guardado. Com os concursos, os livros são publicados, divulgados e circulam. Se eu ficar aguardando a editora, vou ficar com vários livros guardados”, disse ela que, atualmente, prepara o seu segundo livro.</p>
<div id="attachment_61588" aria-labelledby="figcaption_attachment_61588" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42159926914_681b9305d7_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61588" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42159926914_681b9305d7_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a conversa com os alunos, a autora adiantou que já está preparando o seu segundo livro.</p></div>
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		<title>Banda Musical Curica entre as agraciadas da Ordem do Mérito Cultural 2015</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2015 13:55:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Após ter celebrado no dia 8 de setembro, os seus 167 anos de atividades ininterruptas, sendo considerada a filarmônica mais antiga em atuação no Estado de Pernambuco, a Banda Musical Curica estará festejando na noite desta segunda-feira (9), em Brasília, a Ordem do Mérito Cultural 2015. A outorga, que nesta edição também contempla a coquista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após ter celebrado no dia 8 de setembro, os seus 167 anos de atividades ininterruptas, sendo considerada a filarmônica mais antiga em atuação no Estado de Pernambuco, a Banda Musical Curica estará festejando na noite desta segunda-feira (9), em Brasília, a Ordem do Mérito Cultural 2015. A outorga, que nesta edição também contempla a coquista pernambucana Beth de Oxum, é concedida pelo Ministério da Cultura, em comemoração alusiva ao Dia Nacional da Cultura, celebrado em 5 de novembro, tratando-se de uma importante homenagem as diferentes representações da diversidade cultural brasileira.</p>
<div id="attachment_31471" aria-labelledby="figcaption_attachment_31471" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/curica.jpg"><img class="size-medium wp-image-31471" alt="    A Banda Musical Curica está formada atualmente por 60 componentes." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/curica-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A Banda Musical Curica está formada atualmente por 60 componentes.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Patrimônio Vivo de Pernambuco desde o ano de 2006, a Sociedade Musical Curica possui atualmente em seu quadro de integrantes, 60 componentes na banda e 70 alunos, que fazem parte das atividades educativas mantidas através de um ponto de cultura do grupo musical.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Estamos todos muito felizes pelo reconhecimento do Governo Federal, especialmente por ver que o nosso trabalho está sendo reconhecido a nível nacional. É um título que só vem a engradecer a trajetória da Curica, possibilitando que as ações sejam intensificadas na Zona da Mata Norte de Pernambuco, agregando ainda mais o valor desta rica história para a região”</em>, explicou Edson Júnior da Silva, presidente da banda musical há 6 anos. <em>“Ficamos sabendo da notícia em outubro. Eu, que estarei representando os integrantes da banda e também os alunos nesta noite especial, sinto-me na responsabilidade de continuiar este trabalho ainda por muitos anos”</em>, completou Edson.</p>
<p style="text-align: justify;">O título da Ordem de Mérito Cultural é conferido pelo MinC, tendo em vista a seleção entre nomes previamente indicados. Os indicados são avaliados por uma comissão técnica, constituída por gestores das secretarias do Ministério da Cultura, que emite parecer conclusivo antes de encaminhá-los à consideração do Conselho da Ordem do Mérito Cultural. Integram o Conselho da OMC, a ministra de Estado da Cultura, que o preside na qualidade de chanceler, e os ministros de Estado das Relações Exteriores, da Educação e da Ciência e Tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajetória</strong> &#8211; A Sociedade Musical Curica foi fundada em 1848, por José Conrado de Souza Nunes, em Goiana, na Mata Norte. O início da trajetória se deu por um grupo de 12 a 15 músicos, que se reunia no consistório da Igreja de Nossa Senhora do Amparo dos Homens Pardos, segundo o historiador Álvaro Alvim da Anunciação Guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">A orquestra foi originada sacra inicialmente, apresentando-se pela primeira vez numa tocata, no Amparo, durante as comemorações da natividade de Nossa Senhora. Com o passar dos anos, o repertório do grupo passou a agregar diversos gêneros da música brasileira e, além das apresentações, tem se dedicado à formação de novos músicos. No ano de 2006, a Sociedade Musical Curica recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Confira <strong><a title="aqui" href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/imaterial/patrimonios-vivos/sociedade-musical-curica/" target="_blank">aqui</a></strong> mais detalhes da história da banda.</p>
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		<title>Alunos de Goiana participam de ações sobre os patrimônios culturais do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2015 20:17:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/11196293_840431872702014_5823608763546071975_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-24534" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/11196293_840431872702014_5823608763546071975_n-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Duas ações educativas sobre a importância dos patrimônios culturais de Pernambuco aconteceram no município de Goiana, Zona da Mata do estado, nestas últimas quarta (06/05) e quinta-feira (07/05). Trata-se dos ‘Jogos Patrimoniais 2.0’ e do ‘Diálogos Patrimoniais’, atividades voltadas para alunos e professores alunos da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Augusto Gondim. Uma delas chegou a contar com a presença ilustre de integrantes da Banda Musical Curica, grupo detentor do título de Patrimônio Vivo de Pernambuco e com 167 anos de história.</p>
<p>Nos dois dias de atividades foram explicados aos participantes os detalhes sobre a importância dos mestres da cultura, no sentido da manutenção deste segmento no estado. Outro ponto levantado durante as conversas foi o Concurso do Patrimônio Vivo, que em 2014 completou dez edições e reconhece ao ano três mestres dos saberes da cultura pernambucana.</p>
<p>De acordo com Mário Gouveia, historiador da Diretoria de Patrimônios da FUNDARPE, “o objetivo desta ação é apresentar aos os jovens o universo dos patrimônios numa roupagem lúdica. A ideia também é aproximá-los, numa proposta de participação colaborativa, de que os fazedores de cultura são pessoas simples como todos nós”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/11206046_840432046035330_1940896137233788838_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-24535" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/11206046_840432046035330_1940896137233788838_n-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a>ian</p>
<p>Um exemplo de Patrimônio Vivo de Pernambuco, a Banda Musical Curica faz parte atualmente da Sociedade Musical Curica, responsável pela gestão da banda e da Escola de Música Professor José Conrado de Souza Nunes, criada há 67 anos em homenagem ao fundador do grupo.<br />
Edilson Silva, presidente da Sociedade Musical Curica, relembrou memórias de quando estudou na escola estadual Augusto Gondim. “É um prazer voltar aqui porque estudei vários anos neste local e ele tem uma contribuição muito grande na minha formação”, disse emocionado. “Considero que a Curica vive dois momentos históricos. O antes e o depois de nos tornarmos patrimônios vivos. Hoje podemos organizar nossas ações a longo prazo, para garantir que conquistemos outros 167 anos”.</p>
<p>Para Cristina Silva, também representante da Sociedade Musical Curica, “se a gente não ensinar os jovens a conhecerem nossa cultura, não teremos êxito na manutenção dela, porque a gente só defende o que se conhece bem. Hoje a banda tem 50 membros e muito disso se deve ao fato de termos uma escola ativa. Não existe preservação do patrimônio cultural sem a difusão do conhecimento”, defendeu, para em seguida convidar aos alunos a participarem das aulas de música na escola da Curica.</p>
<p>“Achei muito legal essa conversa, porque sempre quis aprender mais sobre música. Já conhecia a Curica, mas não sabia que eles davam aulas. Vou procurar me informar melhor”, disse Luiz Felipe, de 15 anos, aluno do 1º ano do Ensino Médio. Quem também elogiou as atividades foi a diretora da escola, Françoise Cunha. “A gente se sente muito honrado com essa atividade. É um momento rico porque é um processo de fomento ao conhecimento”.</p>
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		<title>Sociedade Musical Curica celebra aniversário</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sociedade-musical-curica-celebra-aniversario/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2014 18:33:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[São 166 anos de fundação e uma trajetória marcada por um sem fim de histórias pra contar. Nesta segunda (8), a Sociedade Musical Curica celebra mais um ano de sua criação. Tudo começou em 1848. De lá pra cá, muitos momentos marcantes: participação nas festas em homenagem a dom Pedro II, durante visita à Goiana, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/curica.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13300" alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/curica-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>São 166 anos de fundação e uma trajetória marcada por um sem fim de histórias pra contar. Nesta segunda (8), a Sociedade Musical Curica celebra mais um ano de sua criação. Tudo começou em 1848. De lá pra cá, muitos momentos marcantes: participação nas festas em homenagem a dom Pedro II, durante visita à Goiana, em 1859, além de sua presença nas comemorações da abolição da escravatura, da proclamação da República, como parte da Guarda Nacional. Começou como uma orquestra sacra. Hoje, Patrimônio Vivo de Pernambuco, a banda tem se dedicado à formação de novos músicos, através de sua escola voltada para crianças de origem humilde.</p>
<p>A Sociedade Musical Curica foi fundada por José Conrado de Souza Nunes, no município de Goiana, Zona da Mata Norte de Pernambuco. Segundo o historiador Álvaro Alvim da Anunciação Guerra, tudo começou com um grupo de 12 a 15 músicos que se reunia no consistório da Igreja de Nossa Senhora do Amparo dos Homens Pardos. Os músicos resolveram criar uma orquestra sacra, apresentando-se pela primeira vez numa tocata, no Amparo, durante as comemorações da natividade de Nossa Senhora, no dia 8 de setembro de 1848.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/curica-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13356" alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/curica-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O nome da sociedade musical, por sua vez, é produto de diferentes versões, cheias de tradições e histórias contadas pelos mais velhos, dentre eles, os nonagenários Antônio Secondino, “Meia Noite”, e João José da Silva, “Calixto”. Uma delas relata que, certo dia, quando o grupo se dirigia para tocar na Rua Direita, parou na frente da casa de uma senhora chamada Iria e ofereceu-lhe uma polca. Diante da execução, ela disse a uma das suas criadas que a música parecia dizer “Curi-ca-cá”. Daí surgiu a corruptela “Curica”.</p>
<p>Seu repertório transita por diversos gêneros da música brasileira. E, 2006, recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
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