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	<title>Portal Cultura PE &#187; Socorro Lacerda</title>
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		<title>Diálogo com autoras de obras infantojuvenis marca estreia do projeto &#8216;Outras Palavrinhas&#8217;</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 20:55:09 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-16831d04-95e1-e1fe-6fbc-05a2f55fdc8e" style="text-align: right;"><em>Por Clara Albuquerque</em></p>
<p>O último sábado (29) foi dia de estreia na Praça da Palavra Hermilo Borba Filho do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). É que o público pôde assistir a primeira edição do projeto Outras Palavrinhas, uma iniciativa da Fundarpe que deriva do projeto Outras Palavras que, há dois anos, fomenta a cultura literária pernambucana promovendo o encontro entre escritores e estudantes. A estreia do projeto trouxe uma conversa com as escritoras infantis Suzana Morais, autora do livro A passagem secreta, e Socorro Lacerda que, na ocasião, lançou o livro Vira Vira Violeta.</p>
<div id="attachment_51912" aria-labelledby="figcaption_attachment_51912" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-45.jpg"><img class="size-medium wp-image-51912" alt="Rodrigo Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-45-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Diálogo com escritoras marcou a programação</p></div>
<p dir="ltr">A vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, fez a abertura do evento. “Para nós, é um prazer muito grande iniciar, aqui no FIG, o Outras Palavrinhas. Ao conversar com a coordenadora de Literatura da Secretaria de Cultura do Estado, Mariane Bigio, nós descobrimos que poderíamos levar uma versão do Outras Palavras para o público infanto-juvenil. Nós já visitamos mais de 300 escolas com esse projeto levando escritores premiados para conversar com os estudantes e, também, uma parte do acervo literário da Fundarpe como doação. No interior de Pernambuco, já visitamos muitas cidades levando expoentes da cultura popular como Galo Preto e o trio As Severinas. Também, realizamos oficinas durante o festival. Esperamos que esse novo filho atinja diversas séries iniciais”, diz ela.</p>
<div id="attachment_51913" aria-labelledby="figcaption_attachment_51913" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-51913" alt="Rodrigo Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mariane Bigio e Antonieta Trindade saudaram o público da Praça da Palavra</p></div>
<p dir="ltr">Socorro Lacerda parabenizou a equipe do Outras Palavrinhas. “O projeto já está democratizando a literatura pernambucana e eu estou muito feliz por participar disso e estar, aqui, entre essas grandes mulheres das letras. Sinto-me privilegiada por lançar Vira Vira Violeta em um ambiente tão fértil. Este livro reflete a luta do meu coração e conta a história de algumas violetas que são proibidas de fazer algumas atividades como jogar bola e andar de bicicleta, sendo oprimida pelos cravos”, conta a escritora. Na ocasião, a ilustradora e tatuadora Karla Gonçalves, que ilustrou o livro da Socorro a base de aquarelas, também, falou de suas impressões sobre a obra. “A Socorro traz muita visualidade nas histórias dela, fiquei encantada de poder participar disso. A história trata da luta de nós mulheres que é muito importante e que pode começar na infância, também. Se tem um livro que discute isso, eu acho que todo mundo deveria ler”, diz a ilustradora. Karla explicou para as crianças um pouco do que é o processo de pintura em aquarela. “É um processo mágico onde a gente mistura tinta com água e ela vai para todos os lugares que quiser”, explica ela, didaticamente.</p>
<p dir="ltr">Suzana Morais contou como foi o processo de criação de seu livro A passagem secreta. “Ele foi escrito, inicialmente, em cordel. É difícil encontrar mulheres escrevendo cordel e a maioria deles não têm protagonistas femininas, por isso eu escrevi essa história”, diz ela. A escritora, que também é contadora de histórias e cordelista, fez uma breve apresentação do livro para as crianças, contando o início da história, que foi construída com base nas técnicas do cordel. A história conta as aventuras de uma menina através de uma passagem secreta.</p>
<div id="attachment_51915" aria-labelledby="figcaption_attachment_51915" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51915" alt="Rodrigo Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Debate atraiu crianças e adultos ao polo de literatura do festival</p></div>
<p dir="ltr">Como os dois livros têm personagens femininas como protagonistas, a defesa por direitos iguais entre homens e mulheres foi um tema pautado, durante a conversa. “O feminismo é um movimento que existe no mundo inteiro onde as meninas procuram saber porque elas não podem fazer determinadas coisas que os meninos podem. Então, muitas vezes, quando a gente vai crescendo, vai se oprimindo e isso pode obstruir nossas oportunidades. O livro coloca essa reflexão de uma maneira leve e divertida. Queiram ter asas que voam, queiram ser violetas”, explica Socorro às crianças fazendo alusões ao seu livro.</p>
<p dir="ltr">Suzana aproveitou o momento e falou um pouco de outra obra sua, A formiga surfista, explicando para o público o que é a rima. “A rima são palavras que combinam entre si, por exemplo: anão e mamão. Esse livro, que foi escrito com rima, conta a história de uma formiga que não tinha medo da chuva e resolver surfar numa folha”, conta ela. Sobre o processo de concretização de Vira Vira Violeta até chegar à impressão, Socorro Lacerda conta que cuidou dos mínimos detalhes pessoalmente. “Quando ele ficou pronto, parece que chegou um filho. Não é fácil fazer um livro com recurso próprio mas é muito gostoso”, diz ela que, ao final da conversa se dirigiu ao estande da editora CEPE para a sessão de autógrafos do livro.</p>
<div id="attachment_51914" aria-labelledby="figcaption_attachment_51914" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-51914" alt="Rodrigo Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Reisado Infantil Floreando de Garanhuns também participou da atividade</p></div>
<p dir="ltr">Marianne Biggio encerrou o momento com a leitura de um poema de sua autoria chamado Manifesto das Meninas. Em seguida, ao som de uma viola e um pandeiro, o Reisado Infantil Floreando de Garanhuns se apresentou, encantando a todos. O cordelista Luiz Gonzaga de Lima está à frente do grupo. “O reisado é um folguedo que faz parte do ciclo natalino e comemora o nascimento de Cristo. Foi trazido pelos portugueses, para o Brasil, no século XVIII. Em Garanhuns, lutamos muito pelo reisado”, diz ele que é o responsável pela formação de quatro grupos de reisado com faixas etárias diferentes, no município.</p>
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		<title>Socorro Lacerda lança o livro &#8220;Vira-vira, Violeta&#8221; na Praça da Palavra</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jul 2017 23:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O último dia do FIG 2017 reserva, na Praça da Palavra, um momento especial para o público infanto-juvenil, e também adulto. Na programação do projeto Outras Palavrinhas, às 10h, a escritora pernambucana Socorro Lacerda irá conversar neste sábado (29) sobre seu livro recém-lançado, Vira-vira, Violeta. O debate contará ainda com a presença da escritora Susana [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43320" aria-labelledby="figcaption_attachment_43320" class="wp-caption img-width-572 alignnone" style="width: 572px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/socorro-lacerda.jpg"><img class="size-medium wp-image-43320" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/socorro-lacerda-572x486.jpg" width="572" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A autora lançará seu novo livro dentro da programação do projeto &#8220;Outras Palavrinhas&#8221;, às 10h</p></div>
<p>O último dia do FIG 2017 reserva, na Praça da Palavra, um momento especial para o público infanto-juvenil, e também adulto. Na programação do projeto Outras Palavrinhas, às 10h, a escritora pernambucana Socorro Lacerda irá conversar neste sábado (29) sobre seu livro recém-lançado, <i>Vira-vira, Violeta</i>. O debate contará ainda com a presença da escritora Susana Morais e apresentação do Reisado Infantil Floreando.</p>
<p>O conto <i>Vira-Vira, Violeta</i> é ilustrado pelas aquarelas da designer Karla Gonçalves que, ao criar os cenários desta história engajada, motiva uma leitura que mescla encantamento e consciência política. Na trama, as Violetas vivem na Cidade dos Cravos, sem acesso aos direitos mais elementares. São proibidas de brincar, estudar, tocar, dançar. No decorrer da história, surgem as representações da opressão sobre as mulheres. A jornada dupla de trabalho é um componente. A personagem Violeta Borboleta, que passa a liderar o movimento “Violetasmbémpodem&#8221;, faz alusão à chilena Violeta Parra, uma das mais importantes artistas, compositoras da América Latina que, em outubro de 2017, completaria 100 anos. Outras personagens também fazem referências a mulheres que têm importância histórica nas lutas que encamparam, a exemplo de Violeta Dandara (em homenagem a luta e a força da mulher negra) e Chiquinha (a primeira maestrina brasileira).</p>
<div id="attachment_51726" aria-labelledby="figcaption_attachment_51726" class="wp-caption img-width-384 alignright" style="width: 384px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/image2.jpg"><img class="size-medium wp-image-51726 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/image2-384x486.jpg" width="384" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O livro foi ilustrado Karla Gonçalves</p></div>
<p><em>“Como feminista, meu cotidiano é preenchido pela militância em defesa dos direitos das mulheres. Também sou professora. Por essas razões, acredito que esse livro circulará por esses ambientes, antes de mais nada, para emocionar, mas também para despertar as pessoas para um mundo onde as diferenças sejam motivo de alegria e a igualdade seja um motivo de orgulho para a sociedade”</em>, diz a autora.</p>
<p>Socorro Lacerda também discute o lugar da literatura infanto-juvenil e diz que seu livro, apesar da leveza e ludicidade com que trata um tema tão sério e urgente, pode e deve ser lido por pessoas de todas as gerações e gêneros. <em>“A minha geração não teve acesso à literatura infantil da forma como ela se realiza, agora. Minha infância foi rica em brincadeiras de rua, em histórias contadas pela minha mãe, porém, eu percebi, já adulta, que os livros infantis não estavam disponíveis para mim como estão para os meninos e meninas de hoje. O acesso aos livros encerrava-se no livro didático”</em>, diz Socorro.</p>
<p>Segundo ela, a nova configuração da literatura infantojuvenil é rica pela diversidade de temas que começam a ganhar força há pouco tempo.<em> “Por isso, é comum e muito saudável que pessoas adultas consumam a literatura infantojuvenil, escolham títulos e se apropriem das histórias ilustradas em um verdadeiro tesouro, que é o conjunto da obra literária escrita para o público de crianças e adolescentes. Essas histórias despertam, acendem e alimentam a criança que se esconde no coração das pessoas. Por isso, quando escrevo, penso nas crianças, mas fico imaginando também, como os adultos reagiriam ao ler as histórias que invento”,</em> reflete a escritora.</p>
<p>Este é o segundo livro de Socorro Lacerda, que já escreveu e lançou <i>O Mistério do Sumiço do Velho Chico</i> (Cortez Editora, a 2013).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Vira-vira, Violeta (Socorro Lacerda)<br />
Quando: sábado (29), às 10h<br />
Onde: Praça da Palavra (R. Dr. José Mariano, 713-823 &#8211; Santo Antônio, Garanhuns)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Escritoras discutem protagonismo feminino na cultura pernambucana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/escritoras-discutem-protagonismo-feminino-na-cultura-pernambucana/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2016 21:52:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43294" aria-labelledby="figcaption_attachment_43294" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/montagem-escritoras.jpg"><img class="size-medium wp-image-43294" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/montagem-escritoras-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Socorro Lacerda e Cida Pedrosa</p></div>
<p>O projeto Outras Palavras, iniciativa da Secult-pe/Fundarpe em parceria com a Secretaria de Educação, encerra suas atividades de 2016 nesta terça-feira (20), com as escritoras Socorro Lacerda e Cida Pedrosa. As duas vão conduzir a mesa <em>O Papel da Mulher na Cultura de Pernambuco: qual o seu protagonismo? </em> no Teatro Arraial, a partir das 18h. Na ocasião, também haverá apresentação artística do grupo As Severinas e Maviael Melo.</p>
<p>Segundo a escritora Socorro Lacerda, que também é chefe de gabinete da Secult-PE, a discussão vai girar em torno do protagonismo das mulheres principalmente no acesso às políticas públicas. &#8220;O protagonismo feminino na cultura ainda é muito tímido. Só recentemente pudemos ver nascer políticas públicas paras mulheres por meio de editais do Governo do Estado que apresentam recorte de gênero. Essas ações são essenciais para as mulheres que viveram muito tempo na invisibilidade possam atuar e mostrar sua capacidade inventiva que elas fazem tão bem através da arte, já que, historicamente, os homens sempre apareceram mais enquanto fazedores culturais.&#8221;</p>
<p>Ainda de acordo com ela, &#8220;a sociedade precisa ser enriquecida com essa criatividade feminina. Temos uma voz, um corpo, algo a declarar em relação à arte. Mas é preciso que as políticas assistam isso. Inserir esse debate em programas como o Outras Palavras é uma forma de levar pra juventude essa provocação.&#8221;</p>
<div id="attachment_43295" aria-labelledby="figcaption_attachment_43295" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">José Jaime Junior</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/26796720295_13244ce9b6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-43295" alt="José Jaime Junior" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/26796720295_13244ce9b6_z-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Socorro Lacerda entrevista o escritor Bruno Liberal no projeto Outras Palavras</p></div>
<p><strong>Outras Palavras</strong><br />
Em 2016, o Outras Palavras atingiu um público de 4.879 estudantes da rede pública do Estado, incluindo Região Metropolitana do Recife, Sertão e Agreste. Ao todo, foram distribuídos 3.814 livros em 85 escolas, entre publicações de contos, poesia, romance e narrativa de patrimônios culturais para integrar o acervo de bibliotecas e outras instituições públicas.</p>
<p>Mais do que incentivar o hábito da leitura entre os estudantes, o projeto visa estimular a leitura de obras de autores pernambucanos e levá-los até as instituições como forma de contribuir para atividades de fruição e formação de público leitor. Um total de 15 escritores visitaram as escolas por meio do Outras Palavras só este ano. Além deles, 10 Patrimônios Vivos e grupos de cultura popular marcaram presença.</p>
<div id="attachment_43296" aria-labelledby="figcaption_attachment_43296" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Outras-palavras-57-607x402.jpg"><img class="size-full wp-image-43296" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Outras-palavras-57-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade, vice presidente da Fundarpe e coordenadora do Outras Palavras, ao lado de Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p>&#8220;Nesse ano, o projeto atingiu mais escolas, estudantes e regiões no Estado. Contamos também com a participação expressiva de escritores premiados e de vários Patrimônios Vivos, que, com sua presença, abrilhantaram ainda mais nossos eventos nos colégios. Em 2017, pretendemos visitar as regiões que ainda não foram contempladas pelo Outras Palavras, como a Mata Sul, a Mata Norte, o Sertão-Central, o Sertão-Itaparica, o Sertão-Araripe e o Agreste-Central, e a grande novidade é que vamos nos integrar ao projeto Mãe-Coruja, do Governo do Estado, e vamos visitar unidades da Funase&#8221;, contou a vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, coordenadora do projeto.</p>
<p>De acordo com ela, “do ponto de vista da educação, nós utilizamos esse nome, Outras Palavras, porque achamos que, para uma escola ter qualidade social, é necessário que, além das disciplinas da grande curricular comum, os alunos tenham acesso à cultura e às artes. Hoje estamos na contramão da história. O projeto ocupa um lugar de resistência numa conjuntura que questiona a obrigatoriedade da educação artística na grade curricular. Nosso dever é resistir pra seguirmos no caminho e na luta pela transformação, para que nossos jovens possam, de fato, assumir o protagonismo e ser o que quiserem ser&#8221;.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span><br />
</b>Mesa redonda <em>O Papel da Mulher na Cultura de Pernambuco: qual o seu protagonismo? , </em>com Cida Pedrosa e Socorro Lacerda + apresentação de As Severinas e Maviael Melo<br />
<b>Quando: </b>terça-feira (20), 18h<br />
<b>Onde: </b>Teatro Arraial Ariano Suassuna (R. da Aurora, 457 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Bate-papo literário e apresentações culturais marcaram etapa do &#8216;Outras Palavras&#8217; em Camaragibe</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/bate-papo-literario-e-apresentacoes-culturais-marcaram-etapa-do-outros-palavras-em-camaragibe/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2016 18:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Roberto Moraes Filho Integrando ações de cultura, educação e cidadania, o projeto ‘Outras Palavras’ (Secult-PE e Fundarpe) realizou na última terça-feira (29/11), na Escola Francisco de Paula Corrêa de Araújo, em Camaragibe, mais uma etapa de sua programação itinerante. A ação, iniciada com a mostra do curta ‘A hora da saída’, produzido por alunos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="right"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/20161129_093101.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-42583" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/20161129_093101-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a></p>
<p style="text-align: right;" align="right"><em>Por Roberto Moraes Filho</em></p>
<p style="text-align: justify;" align="right">Integrando ações de cultura, educação e cidadania, o projeto ‘Outras Palavras’ (Secult-PE e Fundarpe) realizou na última terça-feira (29/11), na Escola Francisco de Paula Corrêa de Araújo, em Camaragibe, mais uma etapa de sua programação itinerante. A ação, iniciada com a mostra do curta ‘A hora da saída’, produzido por alunos da Escola Santa Paula Frassinete, do Recife, sendo resultado de oficinas promovidas pelo projeto ‘Cine Cabeça’, também contou com bate-papo literário, com a presença da escritora Rejane Paschoal, vencedora do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro de contos ‘Manuscritos em grafite’.</p>
<p style="text-align: justify;" align="right"><i>“As escolas que estão aqui presentes são privilegiadas por estarem interagindo com Rejane Paschoal, primeira mulher a ganhar o Prêmio Pernambuco de Literatura. Isso me emociona e muito, por eu ser uma militante pelos direitos das mulheres e entender que, por longos séculos nós fomos invisibilizadas por uma sociedade patriarcal, onde a mulher para publicar tinha que esconder o seu nome e as vezes até pedia desculpas na primeira página por estar escrevendo”</i>, comentou a mediadora do encontro, a escritora e professora de literatura Socorro Lacerda, que também é integrante do Conselho Estadual de Mulheres e chefe de gabinete da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_42584" aria-labelledby="figcaption_attachment_42584" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/20161129_093301.jpg"><img class="size-medium wp-image-42584" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/20161129_093301-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Rejane Paschoal e Socorro Lacerda</p></div>
<p style="text-align: justify;" align="right">Lisonjeada, Rejane, que também é professora de artes aposentada, falou um pouco de sua carreira e como desenvolveu o processo de escrita direcionado ao público infanto-juvenil. <i>“Quando eu estava bem pertinho já de me aposentar, no ano de 2007, eu comecei a escrever meu primeiro livro e aí pedi a opinião de um professor de português. Então ele me disse: ‘Rejane, vá para uma oficina de Raimundo Carrero’. Foi a partir dessa atividade, que eu fiquei até o ano passado, que percebi que por mais que a gente sinta que tenha ideias boas para escrever, sensibilidade para ver o mundo e tocar nas almas das pessoas, é muito importante uma orientação”</i>, recomendou.</p>
<p style="text-align: justify;"><i>“Claro que a pessoa pode ser um autodidata também, mas uma orientação de alguém que tenha alguma bagagem como Carrero, me ajudou muito. Da forma que eu escrevo hoje, se eu não tivesse prestado atenção nas várias coisas que ele nos disse, como por exemplo, quando a gente quer escrever uma cena, ele diz: ‘Não diga a cena, mostre’, o que é muito diferente de você dizer como a coisa é e você criar uma dinâmica na sua escrita para mostrar o que está acontecendo. Fica muito mais vivo e quase um teatro, embora no papel esse teatro esteja deitado”, </i>argumentou Rejane.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a participação de perguntas do público presente, Rejane Paschoal pôde abordar temas relacionados ao processo de criação de suas obras e o que mais lhe impulsiona na carreira de escritora. <i>“A gente tem uma formação profissional, que vai nos levar a uma atividade prática e útil na vida. Mas, por melhor que a gente seja ou a melhor formação profissional que a gente tenha, se for somente uma formação técnica profissional é pouco. A gente precisa ter uma formação humanista. O homem é um ser complexo, cheio de necessidades, de coisas maravilhosas dentro dele, que precisam ser trabalhadas. Se a gente se envolve no mundo da arte, a gente pode ser um engenheiro, um professor, um advogado, um bancário, não importa a profissão. Mas se a gente tem um lado de formação artística e se interessa pela literatura, pela música, pelo cinema, isso tudo engrandece a gente. Porque nos liga ao que há de mais essencial no homem, a sua própria humanidade, aquilo que o diferencia dos outros seres”</i>.</p>
<p style="text-align: justify;" align="right"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/20161129_092933.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-42585" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/20161129_092933-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a></p>
<p style="text-align: justify;" align="right">Após o bate-papo, o projeto ‘Outras Palavras’ possibilitou a entrega de kits literários, contendo os livros ‘Dois Nós na Gravata’, de Rômulo César Melo; ‘Rinoceronte-dromedário’, de Elder Éric; ‘Associação Robert Walser para Sósias Anônimos’, de Tadeu Sarmento; ‘Ascensão e queda’, de Wander Shirukaya, ‘êxodo’, de Carlos Gomes; ‘Caninos Amarelados’, de Mário Felipe Cavalcanti; ‘Manuscritos em grafite’, de Rejane Paschoal; ‘Watsu’, de José Juva; ‘Nós, os bichos’, de Luiz Coutinho Dias Filho; o livro ‘Patrimônios Vivos de Pernambuco’, organizado por Maria Alice Amorim; e ‘Pífanos do Sertão’, organizado por José Rafael Coelho.</p>
<p style="text-align: justify;">Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe e idealizadora do projeto Outras Palavras, fez a entrega dos kits para a professora Nizia Silveira, representante do professor José Amaro Silva, da GRE Metropolitana. <i>“Nós já levamos esse projeto para mais de 4.500 estudantes de Pernambuco e o nosso esforço é garantir que a escola seja uma lugar que nos ajude a pensar e não uma escola que nos obrigue a obedecer”</i>, destacou Antonieta. <i>“Nós temos levado para todo estado os vencedores e vencedoras do Prêmio Pernambuco de Literatura e Patrimônios Vivos, por isso que hoje trouxemos aqui o Maracatu Leão Coroado. Com ações como esta, temos dado o apoio aos estudantes para que possamos efetivar essa integração entre cultura e educação. E</i><i>m 2015 e 2016, por exemplo, escolhemos c0omo aplicativo do Festival de Inverno de Garanhuns uma produção dos estudantes da escola técnica de Bezerros, com esse objetivo de reforçamos esta parceria cultura e educação”</i>, concluiu.</p>
<div id="attachment_42586" aria-labelledby="figcaption_attachment_42586" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/20161129_104953.jpg"><img class="size-medium wp-image-42586" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/20161129_104953-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Leão Coroado, Patrimônio Vivo de Pernambuco, fazendo apresentação para os estudantes durante a realização do projeto.</p></div>
<p style="text-align: justify;" align="right">Encerrando a programação do projeto, o mestre Afonso Aguiar, do Maracatu Leão Coroado, falou um pouco sobre a origem da agremiação carnavalesca para os estudantes, ressaltando a importância de sua tradição iniciada em 1952, no Recife. Posteriormente, o Leão Coroado levou o público para o pátio da Escola Francisco de Paula Corrêa de Araújo, onde ocorreu uma animada apresentação da agremiação, ao som potente de tambores percussivos.</p>
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		<title>Encontro de Educação e Cordel reverencia o poeta Chico Pedrosa</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2016 20:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Armandinho Macedo]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Pedrosa]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro de Educação e Cordel de Petrolina – Edu...Cordel]]></category>
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		<category><![CDATA[Sertão do São Francisco]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34502" aria-labelledby="figcaption_attachment_34502" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/5986756226_f58f9fa780_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34502 " alt=" Leo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/5986756226_f58f9fa780_z-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Poeta Chico Pedrosa é o homenageado da segunda edição Encontro de Educação e Cordel de Petrolina – Edu&#8230;Cordel</p></div>
<p>Prestes a completar 80 anos de idade e considerado por muitos como um dos mais importantes poetas de Pernambuco, Chico Pedrosa é o homenageado da segunda edição do <strong>Encontro de Educação e Cordel de Petrolina – Edu&#8230;Cordel</strong>. O evento será realizado de quinta (11) a segunda-feira (14) no Sertão do São Francisco e, de acordo com a organização, vai movimentar 600 alunos das escolas da rede estadual de ensino e o Sesc de Petrolina com várias atividades.</p>
<div id="attachment_34505" aria-labelledby="figcaption_attachment_34505" class="wp-caption img-width-425 alignright" style="width: 425px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lizandra Martins/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/14001296519_488209bbee_z.jpg"><img class=" wp-image-34505 " alt="Lizandra Martins/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/14001296519_488209bbee_z-607x404.jpg" width="425" height="283" /></a><p class="wp-caption-text">Homenagem vai marcar os 80 anos de um dos mais importantes poetas pernambucanos</p></div>
<p><em>“Nossa proposta é a construção e integração de pensamentos com jovens de escolas públicas, utilizando a Literatura de Cordel como a ferramenta propulsora dos diálogos e das ideias sobre temas locais e reais de cada participante”</em>, explica Maviael Melo, idealizador do Edu&#8230;Cordel.</p>
<p>Esta é a terceira etapa do projeto, que levou a Petrolina no ano passado oficinas, bate papos e apresentações culturais para toda a comunidade do N11. O encontro terá início na sexta-feira (11), às 17h, com o lançamento de um livro produzido pelos alunos nas oficinas de cordel, e na sequência, haverá um bate papo e cantoria com os artistas regionais Josemar Pinzoh, João Sereno e Mariano Carvalho. As atividades serão realizadas no pátio da Escola Estadual NM11 (Projeto Nilo Coelho).</p>
<p>Na segunda-feira (14), quando se comemora o Dia Nacional da Poesia, o <em>Edu&#8230;Cordel</em> vai reunir pesquisadores, cantadores e educadores a partir das 14h, no Teatro Dona Amélia (Sesc Petrolina) para falar sobre música, cordel, educação e cidadania. Participam da ocasião nomes como Armandinho Macedo (Trio Elétrico Armandinho Dodô &amp; Osmar), Mário Ulloa, Socorro Lacerda, Maviael Melo e o próprio poeta Chico Pedrosa.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vg8EWqQw53k" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Uma cantoria encerra o encontro, às 20h, com as participações de Lirinha, Mariano Carvalho, Marcone Melo, Maurício Menezes, Maviael Melo, João Sereno, Renan Mendes e Clênio Sandes. Ao final, todos cantam os parabéns pelo aniversário de 80 anos de Chico Pedrosa.</p>
<p>O projeto foi contemplado pelos programas Mais Cultura (MINC) e Mais Educação (MEC) e conta com o apoio da Secult-PE, Fundarpe, Sesc Petrolina e da Clas Comunicação &amp; Marketing.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em> Encontro de Educação e Cordel de Petrolina – Edu&#8230;Cordel</em><br />
11 a 14 de março<br />
Petrolina, Sertão do São Francisco (Escola N M 11 e Sesc Petrolina)<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Confira a programação do 2º Encontro de Educação e Cordel de Petrolina – Edu&#8230;Cordel:</strong></p>
<p><strong>Sexta-feira (11)</strong><br />
Escola Estadual NM11 (Projeto Nilo Coelho)<br />
17h &#8211; Lançamento de um livro produzido pelos alunos nas oficinas de cordel<br />
- Bate papo e cantoria com os artistas regionais Josemar Pinzoh, João Sereno e Mariano Carvalho</p>
<p><strong>Segunda-feira (14)</strong><br />
Teatro Dona Amélia (Sesc Petrolina)<br />
14h &#8211; Bate papo com Armandinho Macedo (Trio Elétrico Armandinho Dodô &amp; Osmar), Mário Ulloa, Socorro Lacerda, Maviael Melo e Chico Pedrosa.<br />
20h &#8211; Cantoria com as participações de Lirinha, Mariano Carvalho, Marcone Melo, Maurício Menezes, Maviael Melo, João Sereno, Renan Mendes e Clênio Sandes</p>
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