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	<title>Portal Cultura PE &#187; soledad</title>
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		<title>Espetáculo Soledad: A Terra É Fogo sob Nossos Pés encerra temporada na Argentina</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 14:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há exatos 50 anos, em um dos episódios mais violentos do regime militar brasileiro – conhecido como O Massacre da Chácara São Bento &#8211; era assassinada, aos 28 anos, na Região Metropolitana do Recife, a militante paraguaia que lutou contra diversas ditaduras na América Latina: Soledad Barrett Vidma. Meio século depois, nos palcos, sua história [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106643" aria-labelledby="figcaption_attachment_106643" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Soledad-90.jpg"><img class="size-medium wp-image-106643" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Soledad-90-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz Hilda Torres estrela o espetáculo Soledad: A Terra É Fogo sob Nossos Pés</p></div>
<p>Há exatos 50 anos, em um dos episódios mais violentos do regime militar brasileiro – conhecido como O Massacre da Chácara São Bento &#8211; era assassinada, aos 28 anos, na Região Metropolitana do Recife, a militante paraguaia que lutou contra diversas ditaduras na América Latina: Soledad Barrett Vidma. Meio século depois, nos palcos, sua história de vida continua contribuindo para despertar reflexões importantes, notadamente atemporais e necessárias, no Brasil e no mundo. Trata-se do espetáculo teatral <em>Soledad: A Terra É Fogo sob Nossos Pés</em>, que há oito anos vem lotando plateias em suas circulações nacionais e internacionais, desta vez, em Buenos Aires, na Argentina.<br />
Depois de passar por cidades como Fortaleza, Rio de Janeiro, São Paulo, Montevideo (Uruguai), Assunção (Paraguai), Havana (Cuba), além de Madrid, Santander, Bilbao, Oruña de Piélagos, Cabezón de la Sal e Torrelavega, na Espanha, esta semana a peça desembarcou na capital argentina para a conclusão da segunda etapa de sua mais recente circulação internacional.<br />
São três apresentações: duas realizadas na terça (21) e quarta-feira (22) passadas, em CCC en la sala Tuñón, e a terceira em UTE (Bartolomé Mitre 1984), nesta sexta (24), às 20h. Além das encenações, o Grupo Cria do Palco, responsável pela obra, participa de alguns debates sobre A Arte como Instrumento de Transformação Social, atividade que conta com a representação de organizações locais e Ñasaindy Barrett, que é filha de Soledad (nascida em Cuba antes de sua mãe vir para o Brasil) e debatedora fixa do projeto. A circulação internacional do espetáculo é incentivada pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
Sol, como era conhecida entre os mais próximos, teve sua trajetória desenhada em meio à luta sociopolítica de sua família. Seu avô, o renomado jornalista e escritor espanhol Rafael Barrett, natural de Torrelavega, foi uma grande inspiração ideológica para ela. Quando nasceu, seus pais e irmãos mais velhos já eram militantes e dedicavam suas vidas quase que integralmente à luta contra ditaduras em toda a América Latina.<br />
Os exílios políticos fizeram parte da sua vida desde muito nova, com menos de um 1 de idade enfrentou seu primeiro, na Argentina. Aos 17 anos, em mais um exílio, dessa vez no Uruguai, Soledad foi sequestrada por um grupo neonazista e teve suas duas pernas marcadas com a suástica por uma navalha. Ela se negou a gritar palavras em saudação a Hitler e por isso sofreu essa brutal violência.<br />
Com isso, em vez de se intimidar, Soledad passou a se dedicar ainda mais à militância. Imediatamente foi para Moscou estudar teorias comunistas. Depois de um ano foi novamente para a Argentina e em seguida para Cuba, onde treinou táticas de guerrilha, casou e deu à luz a sua única filha, antes de vir para o Brasil e ser entregue à morte pelo seu então companheiro, conhecido por todos como Daniel, mas que na verdade era o Cabo Anselmo &#8211; o infiltrado dos órgãos de repressão mais conhecido do País. Sozinho, estima-se que ele levou à morte aproximadamente metade de todos os mortos e desaparecidos políticos contabilizados pela ditadura brasileira. O fato de Soledad estar grávida dele não foi suficiente para sensibilizá-lo.<br />
A dramaturgia do espetáculo surge a partir da cronologia da personagem, alcançada por meio de pesquisas de campo, músicas da época, poesias (muitas de ex-presos políticos), cartas, entrevistas sistemáticas, acesso a documentos e o contato com familiares – especialmente as parceiras do projeto, Ñasaindy e Ivich Barrett (filha e neta de Soledad, respectivamente).<br />
Vale ressaltar que Ñasaindy, inclusive, além de haver contribuído para esse processo de pesquisa, ainda assina a identidade visual do projeto, cedeu uma de suas composições para a trilha sonora do espetáculo e integra, como debatedora fixa, a equipe base de circulação da obra. Após o término de todas as apresentações a produção realiza debates, geralmente com temas que envolvam o ativismo artístico encampado pelo grupo.<br />
A peça é encenada pela atriz pernambucana e idealizadora do projeto, Hilda Torres. A direção é da atriz e diretora que nasceu na Argentina, mas foi ainda pequena para São Paulo, Malú Bazán. As duas são responsáveis pela construção da dramaturgia, que toma fôlego a partir de uma costura entre diversos instrumentos de pesquisa e obras poéticas, que datam de 1904 até a contemporaneidade.<br />
Com duração de 60 minutos, o solo desloca o espectador para uma época aparentemente conhecida, mas pouco entendida e ao mesmo tempo levanta questões da atualidade proporcionando um espaço de reflexão, provocação e possibilidades, sobretudo nos dias atuais. Trata-se de uma narrativa que traça um ousado diálogo entre o passado e o presente levando-nos a perceber que as coisas não mudaram tanto assim.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Idealização e coordenação do projeto: Hilda Torres<br />
Dramaturgia: Hilda Torres e Malú Bazán<br />
Atuação: Hilda Torres<br />
Direção: Malú Bazán<br />
Cenário e figurino: Malú Bazán<br />
Desenho e operação de luz: Eron Villar<br />
Direção musical: Lucas Notaro<br />
Operação de som: Márcio Santos<br />
Produção geral: Márcio Santos<br />
Produção executiva: Áurea Luna<br />
Assessoria de imprensa: Dea Almeida (Alcateia Comunicação e Cultura)<br />
Coordenação de comunicação: Márcio Santos<br />
Debatedora fixa: Ñasaindy Barrett de Araújo<br />
Designer: Tiago Melo</p>
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		<title>&#8216;Soledad&#8217; comemora um ano nos palcos de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 11:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[soledad]]></category>
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		<description><![CDATA[Resultado da compreensão do papel da arte como instrumento de resistência e reinvenção humana, mas também diante da atual e conturbada conjuntura política do país, o Grupo Cria do Palco, responsável pela montagem do espetáculo Soledad – a terra é fogo sob nosso pés, decidiu comemorar o primeiro aniversário da obra no palco. A peça [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Resultado da compreensão do papel da arte como instrumento de resistência e reinvenção humana, mas também diante da atual e conturbada conjuntura política do país, o Grupo Cria do Palco, responsável pela montagem do espetáculo <strong>Soledad – a terra é fogo sob nosso pés</strong>, decidiu comemorar o primeiro aniversário da obra no palco. A peça volta ao Teatro Hermilo Borba Filho, onde estreou e fez sua primeira temporada. Serão realizadas duas únicas apresentações, sempre às 20h, nos dias 31/08 e 01/09. No primeiro dia, após a encenação, ex-prisioneiros políticos, militantes da época e pessoas que contribuíram com o processo de montagem serão homenageadas. Na ocasião, também serão comemorados os 37 anos da anistia brasileira.</p>
<div id="attachment_35106" aria-labelledby="figcaption_attachment_35106" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rick Rodrigues/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/IMG_5381.-downloaded-with-1stBrowser.jpg"><img class="size-medium wp-image-35106" alt="Rick Rodrigues/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/IMG_5381.-downloaded-with-1stBrowser-607x451.jpg" width="607" height="451" /></a><p class="wp-caption-text">Ex-presos políticos e colaboradores do espetáculos serão homenageados após a apresentação</p></div>
<p>O enredo da peça aborda a história da militante paraguaia Soledad Barrett Viedma, que nasceu em 1945. Seus pais e irmãos mais velhos já eram militantes e dedicavam quase que integralmente suas vidas à luta. Sua história é desenhada em meio aos embates sócio/políticos de sua família. Os exílios políticos faziam parte da sua vida desde muito nova. Antes dos 12 anos foi do Paraguai à Argentina. Em seguida, voltou ao Paraguai e ainda criança começou a levar recados de sua mãe aos dirigentes comunistas. Posteriormente foi mais uma vez foi exilada, dessa vez para o Uruguai. Aos 17 anos, com toda a família finalmente reunida é sequestrada por um grupo de neonazistas, que gravam a suástica em suas pernas. Logo depois do episódio, segue para a Rússia, onde estudou teorias comunistas, e em 1967 vai para Cuba, treinar para a luta armada. É quando se casa com o ex-marinheiro brasileiro, José Maria Ferreira de Araújo, com quem teve uma filha, Nasaindy Barrett de Araújo. Em meados de 1970, José Maria retorna ao Brasil e no mesmo ano é entregue, preso e torturado até a morte. Cerca de dois anos depois, em meio a uma missão no Brasil, Soledad também foi entregue, junto a outros cinco militantes, pelo seu então “companheiro”, o infiltrado da Polícia, Cabo Anselmo. Ela estava grávida dele.</p>
<p>De acordo com Malú Bazan, diretora do espetáculo, “o trabalho partiu da inquietação e do desejo da atriz Hilda Torres em contar essa história&#8221;. Desde o inicio, &#8220;o projeto contou com a ajuda de muitas pessoas: ex-prisioneiros políticos, militantes da época que tiveram contato com Soledad, ou não, além de parentes e compatriotas paraguaios, também recebeu o apoio de militantes contemporâneos, que entenderam a relevância do projeto como contribuição importante para diversas lutas sociais, como as de gênero, direitos humanos e a do entendimento da arte como instrumento de formação e empoderamento sociopolítico e cultural”.</p>
<p>Para Hilda Torres, &#8220;falar sobre Soledad é traçar um caminho de poesia onde a dor e a alegria estão juntas, seguindo em marcha para erguer ideais libertadores&#8221;. A atriz complementa: &#8220;falar sobre &#8216;Sol&#8217; é falar de um pedaço de todos nós, que nos impulsiona diariamente a enfrentar, resistir, sem nunca abrir mão do brilho nos olhos ao imaginar um mundo melhor, com direitos iguais para todos e todas, na compreensão das nossas diferenças”.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p><strong>Soledad – A terra é fogo sob nossos pés | Apresentações comemorativas</strong><br />
Quando: Dias 31/08 e 01/09 (sempre às 20h)<br />
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho &#8211; Cais Apolo, s/n , Bairro do Recife<br />
Contato: (81) 3355.3321<br />
Quanto: R$ 30,00 e R$15,00<br />
Duração: 1h10<br />
Classificação: 14 anos</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong></p>
<p>Dramaturgia: Hilda Torres e Malú Bazán<br />
Atuação: Hilda Torres<br />
Direção: Malú Bazán<br />
Cenário e figurino: Malú Bazán<br />
Desenho de luz: Eron Villar<br />
Direção musical: Lucas Notaro<br />
Produção geral: Márcio Santos<br />
Produção executiva: Renato Barros<br />
Realização: Cria do Palco<br />
Fotografias: Rick de Eça</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>&#8216;Soledad – A terra é fogo sob nossos pés’ em nova temporada no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2016 17:24:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<description><![CDATA[O monólogo Soledad – A terra é fogo sob nossos pés volta em abril para uma nova temporada no Teatro Hermilo Borba, Bairro do Recife, a partir deste sábado (2). A peça, que conta com a atuação da premiada Hilda Torres, aborda com um olhar poético a história da paraguaia Soledad Barrett Viedma, militante da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29917" aria-labelledby="figcaption_attachment_29917" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Flávia Gomes/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Soledad_06_Foto_Fla_via_Gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-29917" alt="Flávia Gomes/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Soledad_06_Foto_Fla_via_Gomes-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo narra a vida da militante política Soledad Barrett por meio de um monólogo poético</p></div>
<p>O monólogo <strong>Soledad – A terra é fogo sob nossos pés </strong>volta em abril para uma nova temporada no Teatro Hermilo Borba, Bairro do Recife, a partir deste sábado (2). A peça, que conta com a atuação da premiada Hilda Torres, aborda com um olhar poético a história da paraguaia Soledad Barrett Viedma, militante da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) assassinada durante a ditadura militar no Brasil. A sessão terá início às 20h e se repetirá no domingo (3) e nos dias 9 e 10 deste mês, com ingressos que custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).</p>
<p>O projeto foi idealizado em janeiro de 2015 a partir do livro do escritor pernambucano Urariano Mota, <strong>Soledad no Recife</strong>, e montado com base na cronologia da personagem. Para isso, foi necessário que Hilda Torres e Malú Bazán, que também dirigiu espetáculo, realizarem uma pesquisa de campo e revisitassem as músicas da época, poemas (muitos de ex-presos políticos), cartas, entrevistas sistemáticas, além de fazer contato com membros da família.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/y3Rxfw_6ELw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>“O projeto contou, desde o início, com a ajuda de muitas pessoas, como ex-prisioneiros políticos, militantes da época que tiveram contato com Soledad, ou não, além de parentes e compatriotas paraguaios. Também recebeu o apoio de militantes contemporâneos, que entenderam a relevância do projeto como contribuição importante para diversas lutas sociais, como as de gênero, direitos humanos e a do entendimento da arte como instrumento de formação e empoderamento sociopolítico e cultural”</em>, explica Malú Bazán.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/IMG_5381.-downloaded-with-1stBrowser.jpg"><img class="size-medium wp-image-35106 aligncenter" alt="Rick Rodrigues/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/IMG_5381.-downloaded-with-1stBrowser-607x451.jpg" width="607" height="451" /></a></p>
<p><strong>Soledad – a terra é fogo sob nossos pés</strong> é um espetáculo que desperta muitas reflexões importantes, sobretudo nos dias atuais. A proposta é não só inspirar a militância ou uma ideologia sociopolítica, mas traçar um diálogo ousado entre o passado e os dias atuais. A última apresentação do espetáculo aconteceu no dia 6 de março deste ano, integrando a programação do Festival de Solos femininos Corpo Terra – Mulheres em solo, realizado pelo SESC Interlagos (SP).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Soledad – A terra é fogo sob nossos pés | Temporada</em><br />
Sábado (2) e domingo (3); 9 e 10 de abril | (20h aos sábados, e 19h aos domingos)<br />
Teatro Hermilo Borba Filho (Cais Apolo, s/n , Bairro do Recife)<br />
(81) 3355 3321<br />
R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)<br />
Classificação: 14 anos</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong><br />
Dramaturgia: Hilda Torres e Malú Bazán<br />
Atuação: Hilda Torres<br />
Direção: Malú Bazán<br />
Cenário e figurino: Malú Bazán<br />
Desenho de luz: Eron Villar<br />
Direção musical: Lucas Notaro<br />
Produção geral: Márcio Santos<br />
Produção executiva: Karuna Paula<br />
Realização: Cria do Palco<br />
Fotografias: Rick de Eça</p>
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