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	<title>Portal Cultura PE &#187; Solo para vialejo</title>
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		<title>Cida Pedrosa vence o 62º Prêmio Jabuti com livro de poesia editado pela Cepe</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 17:29:27 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80212" aria-labelledby="figcaption_attachment_80212" class="wp-caption img-width-578 alignnone" style="width: 578px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/cida-pedrosa-divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-80212" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/cida-pedrosa-divulgação-578x486.jpg" width="578" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Solo para vialejo&#8221; é um poema épico-lírico que narra as origens da autora, numa viagem do mar ao Sertão</p></div>
<p>O livro <i>Solo para vialejo</i> da poeta pernambucana Cida Pedrosa, traz o ineditismo de ser o primeiro título pernambucano eleito Livro do Ano pelo Prêmio Jabuti, desde a criação da categoria, em 1991. Publicado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), o poema épico-lírico, de 128 páginas, narra o retorno de Cida  às origens, numa viagem do mar ao Sertão.<em> “Solo para Vialejo é o meu Canto Geral (referência  a uma das obras mais importantes sobre os povos da América e suas lutas, escrito pelo poeta chileno Pablo Neruda)”</em>, disse a autora.</p>
<p>A Câmara Brasileira do Livro (CBL), que promove o evento, entregou duas estatuetas na cerimônia do 62º Prêmio Jabuti, uma à Cepe Editora e outra à autora. Cida também foi agraciada com o valor de R$ 100 mil pela escolha de sua obra como Livro do Ano, título que venceu ainda na categoria Poesia, na qual concorria.</p>
<p><em>“Solo para Vialejo é minha entrega total à literatura. É minha grande viagem de volta à Bodocó (cidade em que nasceu, no Sertão do Araripe) e a mim mesma. A Cepe está construindo um belo trabalho de grande importância para os escritores de Pernambuco e de fora do Estado. É um trabalho de resistência”,</em> ressalta.</p>
<p>Para o presidente da Cepe, Ricardo Leitão, o anúncio feito na cerimônia virtual da 62ª edição do Prêmio Jabuti, realizada nesta última quinta-feira (26), tem um significado especial. <em>“É uma grande alegria para a Cepe, uma editora pública e fora do eixo do Sudeste, ter uma publicação premiada pelo Jabuti. Apesar de Cida Pedrosa ser uma poeta que nunca saiu de Pernambuco, ela conseguiu transformar sua poesia em uma temática internacional. O prêmio é um reconhecimento ao grande talento dela. À editora só coube colocar nas páginas do livro o seu grande dom”</em>, destaca.</p>
<p>Tanto o lançamento quanto a premiação de <i>Solo para Vialejo </i>aconteceram em datas especiais para Cida. Foi publicado pela Cepe em 18 de outubro de 2019, no dia do aniversário da escritora. E, nesta quinta-feira (26), ela comemorava o aniversário de 23 anos do filho Vladimir Pedrosa (estudante de medicina e também poeta), quando teve a obra premiada pelo Jabuti.</p>
<p>O título traz referências estéticas da poesia moderna à cultura pop. Trata-se de uma viagem de retorno às memórias da escritora que recorda a diáspora ancestral do negros e negras, índios e índias, homens e mulheres oprimidos que saíram do litoral para o Sertão após a devastadora chegada dos brancos.</p>
<p><strong>SOBRE A AUTORA -</strong> Aos 56 anos, Cida Pedrosa acaba de ser eleita vereadora do Recife pelo PcdoB. Foi uma das militantes do Movimento de Escritores Independentes de Pernambuco e titular das secretarias da Mulher e do Meio Ambiente na capital pernambucana. Nasceu na cidade de Bodocó, Sertão do Araripe, de onde saiu aos 14 anos, em 1978, para morar no Recife. Dos seus dez livros publicados <i>Solo para Vialejo</i> (2019) é o segundo editado pela Cepe. O primeiro foi Gris (2018).</p>
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		<title>Três livros da Cepe são semifinalistas do Prêmio Jabuti 2020</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 21:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A Cepe Editora conta com três títulos entre os semifinalistas do Prêmio Jabuti 2020, que chega à 62ª edição. A relação geral dos dez finalistas por categoria (20 ao todo) foi divulgada, nesta quinta-feira (22), pela Câmara Brasileira do Livro. <i>Obscuro fichário dos artistas mundanos (1934-1958),</i> com roteiro de Clarice Hoffmann e de Abel Alencar,  ilustrado por Maurício Castro, Greg, Paulo do Amparo e Clara Moreira, concorre na categoria Histórias em Quadrinhos; <i>Solo para vialejo</i>, de Cida Pedrosa, disputa a categoria Poesia; e <i>Recife – Fotografias: </i><i>1986-2018</i>, de Fred Jordão, está entre os dez em Fotografia. No dia 5 de novembro, será divulgada a lista dos cinco finalistas por categoria, e, no dia 26, acontecerá a cerimônia virtual que revelará os vencedores.</p>
<div id="attachment_79441" aria-labelledby="figcaption_attachment_79441" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/cepe-semifinalista-prêmio-jaboti.jpg"><img class="size-medium wp-image-79441" alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/cepe-semifinalista-prêmio-jaboti-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Solo para vialejo&#8221; disputa a categoria Poesia; &#8220;Obscuro fichário dos artistas mundanos (1934-1958)&#8221; concorre na categoria Histórias em Quadrinhos; e &#8220;Recife – Fotografias: 1986-2018&#8243; está entre os dez em Fotografia</p></div>
<p>Álbum de estreia do Selo HQ da Cepe Editora, <i><strong>Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos</strong>, </i>foi inspirado no projeto de pesquisa da jornalista e produtora cultural Clarice Hoffman, realizado entre os anos de 2014 e 2017, e que teve como fonte os arquivos da Delegacia de Ordem Política e Social (Dops). Em 115 páginas coloridas, a HQ apresenta quatro histórias baseadas em fatos reais ocorridas durante a ditadura de Getúlio Vargas. Em 2020, o livro também foi destacado pelo Prêmio Grampo 2020, conferido por jornalistas e críticos especializados no segmento literário, entrando na lista dos dez melhores títulos em quadrinhos publicados no Brasil.</p>
<p><strong><i>Recife &#8211; Fotografias: </i><i>1986-2018</i></strong>, de Fred Jordão, documenta as transformações urbanas sofridas pela cidade ao longo dos 30 anos. Em 175 fotografias, revela os muitos contrastes da metrópole, marcada pela extrema pobreza e opulência, pela riqueza arquitetônica e o passado em decadência. Em textos assinados, o arquiteto e urbanista Luiz Amorim e o pesquisador José Afonso Jr. – ambos professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) -  refletem tais mutações.</p>
<p>Com 128 páginas,<strong> <em>Solo para vialejo</em></strong>, de Cida Pedrosa, é um longo poema épico-lírico que se inicia em percurso (geográfico e sentimental) do litoral rumo ao Sertão. Um retorno às memórias da escritora, natural de Bodocó, em busca de sua própria identidade. Uma narrativa poética que, carregada de referências à poesia moderna, à música e à cultura pop, também reflete fragmentos coletivos, como a diáspora de homens e mulheres que deixaram o litoral migrando para o Sertão com a chegada do branco colonizador.</p>
<p><b>ABEU</b> -A Cepe Editora também é finalista do 6º Prêmio ABEU 2020, concedido pela Associação Brasileira de Editoras Universitárias. O livro  Moema Cavalcanti: livre para voar (2019), coedição da Cepe e da Imprensa Oficial de São Paulo (Imesp), foi selecionado e concorre na categoria Projeto Gráfico. Os vencedores serão conhecidos na próxima segunda-feira (26), em cerimônia transmitida pelo Canal do YouTube da ABEU, a partir das 19h.</p>
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		<title>Cida Pedrosa lança livro seu novo livro &#8220;Solo para vialejo&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 15:26:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72212" aria-labelledby="figcaption_attachment_72212" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/vozes-femininas-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-72212" alt="Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/vozes-femininas-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante o lançamento do livro, Cida Pedrosa contará com a participação de Susana Moraes e Mariane Bigio que, juntas, farão leitura dos trechos dos livros</p></div>
<p>“Você que vem, venha com tempo e ouvido atento, que a viagem é em distância e fundura”, convida o prefácio do livro Solo para vialejo, da poeta Cida Pedrosa, editado pela Cepe. Em 128 páginas, um longo poema épico-lírico se inicia versando sobre um percurso que segue do litoral para o Sertão. Foi lá, mais precisamente em Bodocó, que Cida nasceu. Mas será no Recife, dia 18 de outubro, que ela celebrará seu aniversário com o lançamento da nova obra, na Venda Bom Jesus, às 19h. Durante o lançamento, as cordelistas Susana Moraes e Mariane Bigio farão leitura de trechos do livro. Haverá ainda apresentação do projeto Jazz na Venda, com repertório voltado para o blues.</p>
<p>“Cida Pedrosa, esta mulher que sabemos multidão, poeta de palavra-labareda, é quem nos leva pela língua à infância da nossa história, Terra Brasilis, sangue e seiva, suas cores, seus ritmos, e, em cores e ritmos, suas extraordinárias mestiçagens”, continua poeticamente o prefácio assinado pela poeta, ensaísta, crítica e cronista paulista Mariana Ianelli.</p>
<p>A viagem de retorno às memórias da escritora recorda a diáspora do negros e negras, índios e índias, homens e mulheres oprimidos que saíram do litoral para o Sertão após a devastadora chegada dos brancos. “Ao celebrar e refletir esse período, faço um link sobre a música sertaneja e o blues”, revela Cida. Na jornada são descritos o clima, a fauna e a flora, a geografia do caminho, cheiros, sabores e sons que viajam a uma distância tão longa quanto o Sertão do litoral, e também tão profunda quanto a busca pela própria identidade. “É uma narrativa fragmentada, assim como são as nossas memórias. Ninguém se lembra do percurso da vida de forma linear. Tem horas que é pura biografia e tem outras que é pura ficção”, revela Cida.</p>
<p>Referências estéticas da poesia moderna, da cultura pop &#8211; Bob Dylan, Caetano Veloso &#8211; se misturam aos campos de algodão, por exemplo, que aparecem exibindo a dureza do trabalho de plantio e colheita e a memória afetiva desse cenário. “Pode-se afirmar que o poema é todo construído a partir de tensionamentos que assumem diversas configurações: entre o individual e o comunitário, entre racional e o afetivo, e, naturalmente, entre o lírico e o épico. A tensão entre as memórias pessoais e as coletivas funciona como um pêndulo entre o “dentro” e o “fora”, entre o que pertence ao domínio da memória afetiva do indivíduo e o que está fincado numa memória cultural compartilhada”, diz o editor da Cepe, Wellington de Melo, em texto presente no livro.</p>
<p>O vialejo &#8211; como é chamada a gaita no interior &#8211; foi o instrumento que Cida ganhou do pai na infância mas nunca tocou. A música negra perpassa a poesia juntando o blues aos ritmos sertanejos. “O baião é negro, o xote é negro. Havia bandas de blues nos anos 1940 em Petrolina, São José do Egito, Bodocó&#8230;”, garante Cida, que continua tentando tocar a gaita. “Nunca aprendi a tocar. Tento aprender e não consigo”. O poema, no entanto, sugere que ela ainda o pode fazer a qualquer momento, ou que sempre o fez. “A jornada é circular, não há um ponto de chegada, apenas a percepção que a identidade se encontra no próprio ato de resistir/existir”, completa Wellington.</p>
<p><strong>Sobre a autora</strong><br />
A poeta nascida em 1963 no município pernambucano de Bodocó estreou em 1982 com a coletânea Poesias do Fim. Na mesma década coordenou o Movimento de Escritores de Pernambuco, e lançou também O cavaleiro epifania (1986). Em 2000 veio Cântaro, seguido por Gume (2005), e As Filhas de Lilith (2009). Ano passado a escritora lançou Gris, também pela Cepe Editora.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Solo para vialejo (Cepe Editora), de Cida Pedrosa<br />
Quando: 18 de outubro (sexta-feira), às 19h<br />
Onde: Venda Bom Jesus (Rua Barão Rodrigues Mendes, 5, Bairro do Recife)</p>
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