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	<title>Portal Cultura PE &#187; Sônia Rampim</title>
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		<title>Professores da rede pública participam de seminário sobre educação patrimonial</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2016 19:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sônia Rampim]]></category>
		<category><![CDATA[X Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39500" aria-labelledby="figcaption_attachment_39500" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28985383722_628e822f59_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-39500" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28985383722_628e822f59_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Pela manhã, a cientista social Sônia Rampim, do Iphan/DF, discutiu o papel e o lugar da educação dentro da preservação dos patrimônios</p></div>
<p>O auditório do Ginásio Pernambucano, um dos prédios mais tradicionais do Recife, foi palco nesta sexta-feira (19) do Seminário Participação Social e Educação Patrimonial. A ação, que faz parte da<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/Folder-IX-Semana-internet.pdf" target="_blank"> IX Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</a>, contou com a participação de 80 participantes, entre mediadores de museus e professores da rede pública, e teve o objetivo de incorporar a prática da preservação cultural na prática da educação.</p>
<p>Pela manhã, a cientista social Sônia Rampim, do Iphan/DF, realizou uma palestra intitulada ‘Participação social e educação patrimonial’, discutindo o papel e o lugar da educação dentro da preservação dos patrimônios. Durante a apresentação, ela elencou algumas das estratégias que o Iphan vem traçando neste sentido e que podem ser encontradas na cartilha <a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Educacao_Patrimonial.pdf" target="_blank">Educação Patrimonial – Histórico, conceitos e processos</a>.</p>
<div id="attachment_39501" aria-labelledby="figcaption_attachment_39501" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28985387122_e897204f64_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-39501" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28985387122_e897204f64_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Na década de 70, ele já nos alertava a trabalhar com o conceito de público-alvo tendo ele como sujeito atuante&#8221;, disse Sônia Rampim sobre o pernambucano Aloísio Magalhães</p></div>
<p>Durante sua fala, Sônia Rampim destacou também o empenho de um pernambucano que conquistou o mundo com sua obra e dedicação à valorização dos bens culturais: Aloísio Magalhães. <em>“Ele tinha uma preocupação com toda a cultura do país dos patrimônios brasileiros, e dizia que é preciso trazer desenvolvimento para essas comunidades, para que a cultura se desenvolvesse com um todo. Na década de 70, ele já nos alertava a trabalhar com o conceito de público-alvo tendo ele como sujeito atuante”</em>, pontua.</p>
<p>Pela tarde, o Seminário Participação Social e Educação Patrimonial contou com três eixos temáticos, que ocorreram paralelamente. Amanda Paraíso e Flávio Barbosa, da diretoria de Preservação Cultural da Fundarpe, por exemplo, trataram do tema Educação patrimonial e ludicidade. Na ocasião, eles explicaram aos professores participantes da conversa detalhes do Jogo do Patrimônio 2.0, uma ação desenvolvida pela própria Fundarpe.</p>
<p><em>“Um fato que a Sônia Rampim citou pela manhã foi a dificuldade que o Iphan por vezes tem em criar uma cartilha educativa voltada para escolas, tendo em vista que cada instituição de ensino tem seu universo específico. Houve então uma percepção que o público de uma forma geral estava alheio ao patrimônio cultural, muito porque ele não se via ali representado. Assim, desenvolvemos este jogo que possibilita a devida noção de patrimônios culturais locais de uma forma lúdica e educativa”</em>, disse Amanda Paraíso.</p>
<div id="attachment_39499" aria-labelledby="figcaption_attachment_39499" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28985378882_fb99ebf1eb_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-39499" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28985378882_fb99ebf1eb_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Evento contou com a participação de 80 participantes, entre mediadores de museus e professores da rede pública</p></div>
<p>Outros dois eixos temáticos trabalhados foram ‘Educação patrimonial e museus comunitários’, com o professor Francisco Sá Barreto, da UFPE, e Guitinho da Xambá, e ‘Educação patrimonial, formação de professores e práticas pedagógicas’, com a professora Isabel Guillen, da UFPE. Esta última levou como case de estudo o inventário que ajudou a produzir para respaldar a candidatura dos Maracatus Nação como Patrimônios Imateriais do Brasil.</p>
<p><em>“O patrimônio é um dos elementos principais na construção de uma identidade cultural. Para participar da produção deste inventário, convidamos alguns maracatuzeiros jovens para participar da produção desse inventário, e isso resultou em algo bastante especial. Esta ação de colocarmos eles no centro da pesquisa acabou sendo uma ação de educação patrimonial. Quando percebemos essa relação, levamos a mesma dinâmica a todos os outros grupos de Maracatu Nação”,</em> opina Isabel Guillen.<em> </em></p>
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